Ponha V, para as assertivas verdadeiras e F, para as falsas, assinalando em seguida a única alternativa correta.
Observe os elementos linguísticos destacados dos períodos para poder responder a esta questão.
quanto aos aspectos sociopolíticos e linguísticos do texto, analise as assertivas abaixo:
Analise as assertivas quanto aos aspectos morfossintáticos, a fim de poder responder corretamente a esta questão.
Leia o trecho a seguir. Não é considerada uma teoria, sendo uma abordagem mais recente para se explicar como, por exemplo, uma criança de 6 semanas reconhece sua mãe quando esta se aproxima. Como ocorre esse reconhecimento? Os pesquisadores dessa abordagem concentram-se na memória, no pensamento e na lembrança envolvidos na resolução de problemas e na aprendizagem, vendo as pessoas como manipuladoras de percepções e símbolos. Fonte: CARVALHO, M. A. R. de; TRABBOLD, V. L. M. Psicologia da Educação II. 2ª Edição. Editora Unimontes. Montes Claros. O trecho citado diz respeito a qual abordagem do desenvolvimento?
Leia o trecho a seguir. Essa tendência assegura a função social e política da escola mediante o trabalho com conhecimentos sistematizados, a fim de colocar as classes populares em condições de uma efetiva participação nas lutas sociais. Entende que não basta ter, como conteúdo escolar, as questões sociais atuais, mas que é necessário que se tenha domínio de conhecimentos, habilidades e capacidades mais amplas, para que os alunos possam interpretar suas experiências de vida e defender seus interesses de classe. Fonte: BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros curriculares nacionais: introdução aos parâmetros curriculares nacionais / Secretaria de Educação Fundamental. – Brasília: MEC/SEF, 1997. O trecho citado diz respeito a qual tendência pedagógica?
“Apesar de existir, portanto, uma preocupação hermenêutica — por certo definida em termos que hoje parecem ingênuos — há muito tempo, também é verdade que a relação tradicional dos historiadores com os documentos que utilizam continuou sendo o interesse predominante nos conteúdos, tomando tais documentos como suportes de informação acerca dos referentes dos textos (isto é, acerca daquilo de que os textos falam).” (CARDOSO e VAINFAS, pg.536 -537). O trecho acima segundo Ciro Flamarion Cardoso Junior apresenta um postulado implícito ao ofício do historiador, quando este se põe a trabalhar com as fontes documentais escritas. Qual seria este postulado?
“Quanto à unidade de contexto, Bardin a define como “unidade de compreensão para codificar a unidade de registro”, cujas dimensões devem ser ótimas e amplas para “que se possa compreender a significação exata da unidade de registro”. Traduzida historicamente, a unidade de contexto diz respeito à totalidade, ao “contexto histórico”, às estruturas sociais e/ou ao universo simbólico no qual se insere(m) o(s) discurso(s) analisado(s). Trata-se de uma unidade “arbitrária”, posto que extratextual, que somente o historiador pode determinar, conforme suas opções teóricas, suas escolhas temáticas e suas hipóteses de investigação.” (CARDOSO e VAINFAS, pg.547). A unidade de contexto no processo da análise documental feita pelo historiador sucede a qual unidade base de análise?
“Escrevendo sobre os índios no Nordeste, o antropólogo Darcy Ribeiro publicou, em 1970, a primeira edição do citado livro Os índios e a civilização, com o subtítulo “a integração das populações indígenas no Brasil moderno”. No livro o autor fez uma retomada histórica sobre o processo de esbulho das terras dos “índios do Nordeste”. Em nota na “Introdução”, Ribeiro afirmou que a publicação era resultado do relatório de pesquisas que realizara desde 1952, parcialmente publicadas em 1958 e com versões de alguns dos capítulos divulgadas em revistas nacionais e internacionais, nos anos seguintes.” (SILVA, pg.119) Ao utilizar os conceitos do “índio” e da “civilização”, respectivamente, Darci Ribeiro designa com estas expressões que tipo de oposição dentro da História do Brasil?
“A pesquisa documental demonstrou que a extinção oficial, em 1879, do antigo Aldeamento de Cimbres, consolidou o domínio dos fazendeiros, de longa data invasores nas terras férteis na Serra do Ororubá. Uma ou outra família indígena ficou com a propriedade de pequenos pedaços de terras, insuficientes para a sobrevivência. Os conflitos que se acentuaram após meados do Século XIX mesmo depois da extinção do aldeamento prolongaram-se por todo o século XX, com fazendeiros invasores e a agroindústria de beneficiamento do tomate, de doces e leiteira instaladas em Pesqueira e ocupando terras habitadas pelos indígenas e localidades próximas.” (SILVA, pg.128) Percebe-se, segundo o autor, que durante todo o século XIX, os embates entre índios e criadores de gado se intensificaram na disputa pelo uso e controle de recursos naturais em todo o nordeste, brigas por serras, brejos, locais com água para saciar a sede de seres humanos e animais. O que se pode inferir desta situação de conflito narrada?
“Chama a atenção do historiador e mesmo do leitor atento o grande número de núcleos urbanos que se desenvolvem ao longo do Tigre e do Eufrates no terceiro milênio a.C. Pesquisadores como Garelli apresentam só para o período que vai de 2700 a 2100 a.C. lista significativa de reis em Lagash, Umma, Kish, Ur, Uruk, Akad, Gatium e Elam, incluindo o herói Gilgamesh e nomes quase impronunciáveis como Lugalkinishedudu, Meskiagnunna e Kutik-in-shushinak.” (PINSKY, pg.53) Essas sociedades erguidas ao longo do Tigre e do Eufrates possuíam complexa estrutura organizacional. Dentro da hierarquia social desses núcleos urbanos, a cidade de Uruk chama a atenção pela forte presença e participação no cotidiano de um grupo social específico. Qual seria este grupo?
“A exploração do trabalho de uma parte da sociedade por outra cria, pela primeira vez na humanidade, antagonismos determinados pelo papel econômico exercido pelo indivíduo no grupo. É importante notar que não se está falando de divergências pessoais, questões subjetivas, mas de oposição socialmente determinada, portanto impessoal. O sacerdote não explorava o artesão pelo fato de ser, pessoalmente, um mau elemento, de possuir um mau caráter. Ele, na verdade, desempenhava o papel de organizador do processo de trabalho, em nome de cuja racionalidade agia.” (PINSKY, pg.54) Diante desses papéis sociais exercidos pelo sacerdote, o autor permanece ressaltando a presença de uma contradição que seria:
“A revolução que derrubou o domínio da classe sacerdotal e elevou a classe inferior ao nível dos antigos chefes das gentes assinala o começo de novo período na história das cidades. Realizou-se uma espécie de renovação social. Não é apenas uma classe de homens que no poder substituiu outra classe. São velhos princípios que se põem de lado, e regras novas que passarão a governar as sociedades humanas.” (COULANGE, pg.253). Ao relatar as mudanças na estrutura governamental que ocorrem no período da antiguidade clássica, o autor aborda, uma transformação significativa para a estruturação futura das sociedades ocidentais. Sobre qual aspecto o autor está se referindo?
“Em Atenas, durante o domínio da aristocracia, os arcontes foram sobretudo sacerdotes; a missão de julgar, de administrar, de fazer a guerra, reduziu-se a pouca coisa, e podia, sem inconvenientes, juntar-se ao sacerdócio. Quando a cidade ateniense rejeitou os velhos processos religiosos do governo, não suprimiu o arcontado, porque era extrema a repugnância em suprimir o que fosse antigo. Mas, ao lado dos arcontes, estabeleceram-se outros magistrados que, pela natureza das suas funções, melhor correspondiam às necessidades da época.” (COULANGE, pg.254 -255). Segundo o autor, qual é o grupo de magistrados que, ao lado dos arcontes, atendeu às necessidades da época?
”No comércio, a crise foi mais geral. As duas principais zonas de comércio internacional, o Mediterrâneo e o Báltico, passaram por uma revolução e, possivelmente, por um declínio transitório no volume de seu comércio. O Báltico – a colônia europeia dos países ocidentais urbanizados – transformou sua linha de exportações, que passou por produtos alimentícios e produtos de madeira, metais e equipamentos navais, enquanto diminuíram suas importações tradicionais de lã ocidental.” (HOBSBOWN In: SANTIAGO, pg. 80 -81). Ao tratar sobre as provas de uma crise geral da economia europeia, o autor aborda as transformações do Báltico, decorrente das transições que o capitalismo iniciava, atingindo seu auge em um período específico da história que, segundo o autor, está localizada entre quais anos?
“Ao discutir a crise do século XVII, levantamos um dos problemas fundamentais sobre a ascensão do capitalismo: por que a expansão do final dos séculos XV e XVI não levou diretamente à Revolução Industrial dos séculos XVII e XIX? Em outras palavras: quais foram os obstáculos à expansão capitalista? Convém adiantar que as respostas são tanto gerais como particulares.” (HOBSBOWN In: SANTIAGO, pg. 85). A respeito desta indagação o autor aponta que o problema pode ser resumido da seguinte forma:
“Para compreender a maneira nova como se traça, do século XVI ao XVIII, a fronteira entre os domínios do privado e as competências das autoridades públicas e comunitárias, Philippe Ariès sugeriu examinar desse ponto de vista as três evoluções fundamentais que transformam então as sociedades do Ocidente: o novo papel do Estado, que cada vez mais interfere em questões que durante muito tempo não eram de sua alçada; as Reformas religiosas, tanto as protestantes como a católica, que exigem dos fiéis uma devoção mais interior, mais íntima;” (CHARTIER, pg.28) Qual seria a terceira revolução que o autor menciona?
“Ante os ataques dos protestantes e na linha das posições doutrinais e das decisões do concilio, a Igreja pós-tridentina tende a revalorizar determinadas formas de devoção coletiva. De fato, estas aparecem como a expressão da realidade da Igreja universal, desde que estreitamente enquadradas pelo clero. Ao mesmo tempo, contudo, sob a influência dos grandes místicos espanhóis do século XVI e depois dos místicos da escola francesa do XVII, a ênfase recai na devoção pessoal suscetível de desabrochar nos diversos estados de união com Deus.” (CHARTIER, pg.78) Ao narrar o trecho acima, o autor aborda:
”O período da revolução radical, de 1792 a 1794, e especialmente o da República Jacobina, também conhecido como o “Terror”, de 1793 a 1794, constituem um marco ainda mais reconhecido universalmente; também o é o fim do Terror, o famoso Nove Termidor, que assistiu à prisão e execução de Robespierre – embora sobre nenhum outro período da Revolução Francesa as opiniões tenham divergido tão drasticamente.” (HOBSBAWN, pg.19). Ao que segue o texto, o autor menciona que os cinco anos seguintes a estes eventos, foram repletos de que tipo de fatos?
“A segunda noção sobre a Revolução Francesa que era universalmente aceita, pelo menos até bem pouco tempo atrás, é, de vários modos, mais importante: que a Revolução foi um episódio de significado profundo e sem paralelo na história de todo o mundo moderno, qualquer que seja o modo como essa significação é posta.” (HOBSBAWN, pg.20) Tal afirmação feita pelo autor está baseada nos impactos que esse levante afetou profundamente:
“Entre 15 de Novembro de 1889 e 15 de Novembro de 1898, quando Manuel Ferraz de Campos Sales assume a Presidência, a República brasileira enfrentou anos tumultuados.” (FERREIRA e DELGADO, pg.34) A afirmação feita está baseada na instabilidade, tensões e indefinições no desenho político instaurado. Essa situação pode ser caracterizada segundo os autores por quais motivos?
“A história do Ensino de História tem sido objeto de estudo de vários pesquisadores brasileiros, notadamente a partir da década de 80 do século passado, quando se debatia a reforma curricular que visava substituir os Estudos Sociais pela História e Geografia.” (BITTENCOURT, pg.59) Ao narrar esta trajetória da história do ensino de História, a autora aponta uma grande preocupação por parte dos pesquisadores. Qual a preocupação dos pesquisadores?
“As atuais propostas curriculares, como foram apresentadas, não são idênticas umas às outras: têm certa semelhança em relação aos fundamentos pedagógicos, mas são diversas em conteúdos e nos critérios para definir os prioritários. Há propostas que oferecem uma seleção considerada de “conteúdo tradicional”, baseada nos círculos concêntricos, que ordenam os estudos do mais próximo ao mais distante e se traduzem como o estudo de História do Brasil para posteriormente organizar os estudos da História Antiga à Contemporânea.” (BITTENCOURT, pg.137) Ainda segundo Bittencourt, outras propostas curriculares apresentam conteúdos para o ensino de História organizados de que forma?
“A devastarem das capitanias do interior, neste terreno, é manifesta. Numa economia essencialmente exportadora como a da colônia, sua posição é excêntrica. Só com a agricultura, a colonização não teria penetrado no interior; e é por isso que até o século XVII os portugueses continuavam a “arranhar o litoral como caranguejos.”” (JUNIOR, pg,132) Para o autor, qual outra atividade, além da agricultura foi fundamental para a penetração no interior?
“No alvorecer do Séc. XIX, a indústria mineradora do Brasil, que se iniciara sob tão brilhante auspício e observara durante cem anos o melhor das atenções e atividades do país, já tocava sua ruína final. Os prenúncios desta já se faziam aliás sentir para os observadores menos cegos pela cobiça, desde longa data.” (JÚNIOR, pg,171) Caio Prado Júnior no trecho acima, menciona o declínio da indústria mineradora no Brasil. Segundo o autor, a partir de meados de qual século esta situação se inicia?


































