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Questão 1 de 1Q1 da prova
Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 5. Os indícios precoces de altas habilidades O conceito de superdotação é polêmico. Por um lado, neurocientistas, neuropsicólogos e afins afirmam que apenas crianças com QI (quociente de inteligência) acima da média são superdotadas. Do outro, psicopedagogas e treinadores de esportes, por exemplo, dizem que a superdotação é mais ampla e que crianças com altas habilidades em diversas áreas também são superdotadas. A discussão vai longe. Contudo, há um consenso de que crianças que realizam um teste de QI, métrica que mensura a inteligência, e alcançam um percentil acima de 97, o equivalente a 130 pontos em testes utilizados no Brasil, são superdotadas. Para começar, apesar de ser um bom indício, sinais de precocidade não definem superdotação — que só pode ser considerada conclusiva após uma bateria de testes, especialmente de QI, que visam entender a capacidade de processamento intelectual. A avaliação é feita por psicólogos, neuropsicólogos e/ou psicopedagogos e especialistas no assunto. No Brasil, não existe um sistema de identificação para pessoas superdotadas. Elas são “descobertas” pelos próprios familiares, escola ou amigos. Frente a isso, pesquisadores estimam que o número de crianças identificadas seja muito menor do que a realidade. A Organização Mundial da Saúde (OMS), por exemplo, estima que 5% da população tem altas habilidades. E para se ter ideia, de acordo com o Censo Escolar do Brasil, realizado em 2020, pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), apenas 24.424 estudantes identificados com perfil de altas habilidades/superdotação estavam matriculados na educação especial. “Então esse número não chega nem perto dos 5% que os especialistas dizem que temos”, comenta Priscila Zaia, supervisora nacional de psicologia da Mensa Brasil.
De acordo com as informações do texto, assinale a alternativa CORRET A.