Para elaborar sua argumentação, o editorial acima lançou mão de alguns recursos próprios desse tipo textual. Analise os itens a seguir: I. dados estatísticos II. exemplificação III. comparação IV. fatos históricos V. raciocínio lógico Quais elementos a seguir fazem parte da construção do texto?
Assinale a opção em que predominam marcas de subjetividade do autor.
Leia: “... por parte de torcedores insatisfeitos com os resultados dentro de campo.” Marque a opção em que a palavra sublinhada pertence à mesma classe gramatical daquela em destaque no trecho apresentado:
Quanto aos aspectos semânticos e linguísticos presentes no editorial, é correto afirmar:
Leia o trecho a seguir extraído do último parágrafo do texto. “Seus agentes – clubes, imprensa, federações, torcida, etc. - não podem permitir que esse patrimônio seja manchado de sangue.” Se o verbo destacado for passado para pretérito perfeito, ele será grafado como:
Em “... não têm se mostrado punições capazes de coibir a violência, logo, é preciso tratar os crimes no futebol como tal” (5º parágrafo), a conjunção em destaque expressa ideia de:
Analise as afirmativas a seguir: I. Ambas as tirinhas fazem crítica social ao tratamento que os seres humanos dão ao meio ambiente. II. A presença do ponto de exclamação no último quadrinho da tirinha 2 indica o sentimento de revolta do personagem. III. Na frase “O lugar era perfeito”, o termo destacado cumpre função sintática de predicativo do sujeito. IV. Tanto na tirinha 1 quanto na 2, a quebra de expectativa do leitor em relação às ações do personagem se dá no 3º quadrinho. Estão corretas:
A acentuação das palavras “pássaros” e “árvores” se justifica por:
Observe na letra da música o uso da expressão “por que” e marque a opção em que o termo destacado está adequado.
Com base nas regras gramaticais, marque a opção que completa corretamente as lacunas nos versos 02 e 04 da música:
A didática busca responder ao porquê, para quê e como ensinar, além de abranger uma complexidade de temas relacionados ao ensino que auxiliam no trabalho do professor. Tomando por base como o professor ensina, de acordo com alguns autores, existem três tipos de professor: o transmissor de conteúdo, o professor-facilitador e o professor mediador. Veja as características a seguir: ( ) O professor tenta variar mais os métodos de ensino. Alguns deles se preocupam, realmente, com as características individuais e sociais dos alunos, procuram conhecer as experiências dos alunos e tentam investir no bom relacionamento com os educandos. Avaliam a aprendizagem dos alunos por meio de respostas memorizadas e de repetição. ( ) O professor busca formas e meios diferentes para avaliar o aluno. Ensina/estimula o aluno a estudar, a refletir, a criar seu próprio conhecimento e a ser crítico, resultando na conexão dos conteúdos com a realidade em que vive. Está atento e busca entender seu papel diante da sala de aula, é um orientador e facilitador que vai auxiliar o aluno na aprendizagem e que o leva à reflexão dos conhecimentos que serão abordados nas aulas, tornando-o o próprio sujeito do seu conhecimento. ( ) O professor não permite que o aluno dê conta de explicar uma ideia, uma definição, com suas próprias palavras, nem na sala de aula nem fora dela. A participação do aluno é pouca, e alunos desses professores não aprendem permanentemente, ou seja, não sabem lidar por si só com os conhecimentos, não apreendem os conceitos, o modo de pensar e raciocinar. Relacionando os atributos acima às denominações de professor Transmissor, Facilitador e Mediador, a alternativa que responde correta e respectivamente é:
Para que a aprendizagem realmente aconteça, ela precisa ser significativa para o aluno, envolvendo-o como pessoa. Então, para que o professor proporcione aulas significativas, é necessário:
A aprendizagem ocorre por meio da mediação do professor que atua como ponte entre o conhecimento e o aluno. Diálogos, intervenções e questionamentos, permitem que o professor seja um facilitador da aprendizagem, enquanto o aluno deve desenvolver a autonomia de estudar para apreender o conhecimento de novas capacidades. Algumas posturas do professor sugeridas por estudiosos, permitem que a prática pedagógica cercada pelo trabalho em equipe, participação e criatividade favoreçam a autonomia. Veja as ações abaixo: I- Favorecer situações em classe nas quais o aluno se sinta à vontade para expressar suas opiniões, seus pontos de vista e seus sentimentos. II- Determinar com a classe a única solução proposta pelo livro didático dos problemas trabalhados com um determinado conteúdo. III- Respeitar e fazer respeitar diferenças de opiniões. IV- Demonstrar que há somente uma explicação para um mesmo fenômeno observado. V- Relacionar os temas estudados com as vivências dos alunos. Os itens que favorecem o sucesso da prática pedagógica são:
O trabalho pedagógico do professor deve estar em função dos alunos e seu poder é legitimado como autoridade sempre que seus alunos o reconhecem como autoridade, que age com sabedoria e compromisso com o seu trabalho. Caso contrário, se resolver valer apenas a sua vontade, não exercerá sua autoridade e sim, autoritarismo. Por autoridade, entende-se:
Para que a aprendizagem ocorra com sucesso, são necessárias regras, normas, organização escolar, enfim, um ensino de qualidade com responsabilidade. É preciso entender, por meio da conscientização, reflexão e sensibilização, o como e o porquê o aluno deve realizar algo e não é sua obediência cega que tornará efetivo seu desenvolvimento. Quando ocorrer a indisciplina, ela não pode ser encarada apenas como um desrespeito às regras, mas sim, ser refletida como uma forma de:
Pensando num caso hipotético em que o Projeto Político Pedagógico da Escola Sementes do Futuro, apresente para o 5º ano a Matemática que se define como uma ciência que se desenvolveu desde a necessidade do homem de resolver situações problema e que hoje está enraizada em nossa cultura. Com isso, espera-se que os conteúdos matemáticos ajudem seus alunos a participarem da sociedade com conhecimentos científicos, de forma que também possam contribuir para a ampliação deles. Diante do exposto, o professor deve trabalhar gráficos no 5º ano porque:
A escola que os alunos da Educação de Jovens e Adultos têm em seu imaginário, nem sempre é aquela com que se deparam nos primeiros dias de aula. Nesses casos, esperam encontrar um lugar onde predominam aulas expositivas, com pontos copiados da lousa, onde o professor é o único detentor do saber e transmite conteúdos que são recebidos passivamente pelo aluno. [...] Muitos, ao se depararem com uma aula na qual são convidados a pensar juntos, em grupo, a aprender com a música, a poesia, o jornal, a fazer matemática com jogos e cálculos diversos, construir projetos, estranham, resistem e acreditam não ser esse o caminho para aprender o que a escola ensina. Neusa, uma aluna de EJA, descreve bem esse quadro: “Na primeira semana de aula, eu estava muito assustada, não entendia nada, tudo era diferente. Cheguei até a pensar em desistir, mas criei coragem e continuei, e hoje estou muito feliz”. Este cenário poderá ser transformado na medida em que:
Leia o excerto a seguir: “Nessa tendência pedagógica, o papel da escola está intimamente ligado com a reprodução de conhecimentos. Em relação aos materiais didáticos, segundo esta abordagem, eles são descontextualizados, e o que existe é a utilização do livro didático (apostilas, cartilhas etc.), giz e quadro. O material didático não possui importância nem função didática de aprendizagem. Neste sentido, o processo de ensino e aprendizagem acaba perdendo seu valor e tornando-se precário, pois o aluno apenas repete o conhecimento e não o re(constrói). O material didático é concebido como um suporte, já está pronto, concebido, elaborado, e cabe ao aluno, ao contatá-lo assimilar o que ele antecipadamente possibilita, dentro da perspectiva de que é o objeto que determina o que deve ser aprendido e o sujeito deve aprender dele.” Pode-se inferir, que são características da Tendência Pedagógica:
Sobre o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação - Fundeb: I- É um fundo especial, formado por 27 fundos (26 estaduais e 1 do Distrito Federal) que são compostos basicamente por contribuições dos Estados e dos Municípios. II- A União complementa os recursos dos Fundos numa porcentagem fixa, independentemente se alcançam um valor capaz de garantir uma educação básica de qualidade mínima. III- Atua como um mecanismo de redistribuição desses recursos, levando em consideração o tamanho das redes de ensino e, dessa forma, buscando equalizar as oportunidades educacionais do país. IV- A educação básica abrange os ensinos fundamental e médio. Estão corretas as afirmações contidas em:
A Lei nº 13.005, de 25 de junho de 2014, aprova o Plano Nacional de Educação - PNE e traz as metas a serem atingidas no período determinado pelo documento. Nele, a Meta 5 determina que sejam alfabetizadas todas as crianças, no máximo, até o final do:
Esse pensador rompeu com a pedagogia da falta de diálogo, da repetição, procurando elaborar, na práxis da sala de aula, atividades das quais os alunos participassem em grupos, expressassem-se livremente, tomassem decisões, discutissem suas ideias, com voz ativa por meio de diálogos e, principalmente, participassem de sua aprendizagem como construtores do conhecimento. Denominou estas atividades de técnicas, não de um método de trabalho que mudariam radicalmente sua prática como professor, e a do aluno, como aprendiz. Podem ser nomeadas algumas delas: aula-passeio, impressão gráfica na escola, texto livre, jornal escolar, correspondência interescolar, entre outras. Segundo ele, a diferença é que as técnicas não seriam constantes, não estariam acabadas, nem seguiriam um rito, seriam instrumentos para facilitar o trabalho pedagógico. Esse(a) pensador(a) da Educação foi:
A professora da Educação Infantil, ao oferecer brincadeiras com móbiles coloridos, sonoros, saquinhos de ervas aromáticas e brinquedos de diferentes densidades e formas permite às crianças o contato com texturas, cores, odores, sabores e sons que, pela exploração livre ou mediada, objetiva:
Na primeira infância, surgem os jogos com exercícios, brincadeiras do bebê caracterizadas pela observação e posterior manipulação de objetos, oferecidas à criança pelo conhecimento e pela exploração do seu meio através dos órgãos dos sentidos, principalmente pela descoberta do potencial das mãos. Após esse período, os jogos de exercício começam a diminuir e surge a representação corporal do imaginário, dando espaço aos jogos:
O trabalho com noções matemáticas na educação infantil atende às necessidades das próprias crianças de construírem conhecimentos que incidam nos mais variados domínios do pensamento e corresponde a uma necessidade social de instrumentalizá-las melhor para viver, participar e compreender um mundo que exige diferentes conhecimentos e habilidades. (RCNEI, 1998, p. 209). A atividade da ilustração abaixo, é fundamental para o desenvolvimento do raciocínio lógico. Essa é uma atividade de:
Numa pesquisa na educação infantil, verificou-se que, o planejamento da professora estava voltado para a higiene e, pelo fato dela contar muitas histórias e cantar várias músicas com as crianças, as quais demonstram muito interesse por essas proposições, alguns momentos acontecem, de forma espontânea, com repertórios já oferecidos pela família e cantigas aprendidas com as vivências no espaço escolar. Sobre o relato acima, leia as afirmações: I- Samuel apropria-se do faz de conta e utiliza-se do repertório musical educativo que é a cantiga de ninar, acalmando, assim, o bebê e novamente deixando sua memória musical permear a brincadeira de forma espontânea. II- O processo de musicalização dos bebês e crianças começa espontaneamente, de forma intuitiva, por meio do contato com toda a variedade de sons do cotidiano, incluindo aí a presença da música. III- As cantigas de ninar, as canções de roda, as parlendas e todo o tipo de jogo musical têm grande importância, pois é por meio das interações que se estabelecem que os bebês se desenvolvem um repertório que lhes permitirá comunicar-se pelos sons. Estão corretas as afirmações:
Observe, abaixo, O Livro de Lili, de Anita Fonseca (1940): Esses chamados pré-livros eram produzidos para alfabetizar por meio dos métodos globais, em que o professor:
Na Educação Infantil, as aprendizagens essenciais compreendem tanto comportamentos, habilidades e conhecimentos quanto vivências que promovem aprendizagem e desenvolvimento nos diversos campos de experiências, sempre tomando as interações e a brincadeira como eixos estruturantes. Essas aprendizagens, constituem-se como objetivos de aprendizagem e desenvolvimento. Os objetivos de aprendizagem e desenvolvimento estão sequencialmente organizados em três grupos por faixa etária, que não são considerados de forma rígida, mas que servem de referências para o ritmo na aprendizagem e no desenvolvimento das crianças que precisam ser consideradas na prática pedagógica. Esses grupos são divididos da seguinte maneira:
Para uma transição com sucesso da educação infantil ao ensino fundamental, é indispensável um equilíbrio entre as mudanças introduzidas, a continuidade das aprendizagens e o acolhimento afetivo, de modo que a nova etapa se construa com base no que os educandos sabem e são capazes de fazer, evitando a fragmentação e a descontinuidade do trabalho pedagógico. Desse modo, é importante que um elemento balizador e indicativo de objetivos seja explorado em todo o segmento da Educação Infantil e aprofundado no Ensino Fundamental. A esse elemento balizador, a Base Nacional Comum Curricular dá o nome de:
Sobre o Plano de Desenvolvimento da Educação, é correto afirmar:
Um dos autores adeptos à organização da escolaridade por ciclos, considera uma das mais avançadas concepções de educação escolar e uma grande alternativa para a organização do ensino. Entre os vários aspectos importantes e sugestões apresentadas pelo autor, destacam-se: a participação do professor nas propostas, a importância da avaliação da aprendizagem, os investimentos no professor (formação, atualização e condições de trabalho), atendimento ao aluno com dificuldades (monitoria, espaços de revisão, aulas no contraturno, laboratórios de aprendizagem, atendimento individualizado), participação da comunidade e possibilidade de implantação gradativa. Porém, não adianta simplesmente acabar com a reprovação se não houver comprometimento com o objetivo principal:
























