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Prova Professor de Educação Especial - Pref. Itapevi/SP
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Questão 1 de 10 Q1 da prova
Leia o texto para responder às questões de números 01 a 06.
Ser humilde é bom para o aprendizado
Ninguém sabe tudo. Reconhecer essa limitação e a possível falibilidade até mesmo de nossas crenças mais profundas é fundamental para o conceito de humildade intelectual. “Ela ajuda a superar o pensamento muito categórico, ou-preto-ou-branco, ao qual muitas vezes sucumbimos”, diz Igor Grossmann, professor de Psicologia da Universidade de Waterloo. A ideia de humildade intelectual está por aí há séculos: os filósofos sempre a consideraram uma virtude, mas o interesse dos psicólogos ficou popular só na última década. Embora a humildade intelectual não esteja associada a maior capacidade cognitiva, ela está relacionada a mais conhecimento geral, curiosidade e mente aberta. “Se alguém percebe que ‘Ok, meu jeito de pensar não é perfeito’, é mais provável que consiga fazer correções e superar entraves”, analisa Elizabeth Krumrei Mancuso, professora de Psicologia da Universidade Pepperdine. Em estudo realizado em 2019 com 1 189 pessoas, Elizabeth e seus colegas descobriram que as pessoas humildes intelectualmente tinham maior probabilidade de apresentar características favoráveis à aquisição de novos conhecimentos: pensamento reflexivo, curiosidade e abertura intelectual. Os pesquisadores observaram que essas pessoas são mais inclinadas a examinar evidências e mais resistentes a desinformação e a teorias de conspiração. “Você pode ser intelectualmente humilde e, ao mesmo tempo, intelectualmente corajoso”, afirma Elizabeth. No entanto, constatou-se que esse tipo de humildade estava associado negativamente a um “efeito de modéstia”, ou seja, subestimar a própria capacidade. Na sua forma ideal, ser humilde não significa pensar menos de si, avisa a professora. Você pode ter certeza de coisas para as quais tem boas evidências e, ao mesmo tempo, manter a possibilidade de se equivocar. Ao contrário do que se poderia esperar, pessoas que admitem erros ou que jamais assumem saber de tudo parecem mais competentes. Os dados sugerem que seguidores ficam satisfeitos com líderes intelectualmente humildes. Elizabeth e equipe também compararam as emoções autotranscendentes – como admiração, amor e gratidão – com outras emoções positivas e notaram que as autotranscendentes podem aumentar a humildade intelectual, pelo menos a curto prazo. A gratidão foi o indicador mais forte. “Não dá para ter gratidão e, simultaneamente, querer ganhar todos os créditos”, comenta a especialista.
(Richard Sima. The Washington Post. Publicado pelo Estado de São Paulo em 29.09.2024. Tradução de Renato Prelorentzou. Adaptado)

De acordo com as informações do texto, é correto afirmar que

Questão 2 de 10 Q2 da prova
Leia o texto para responder às questões de números 01 a 06.
Ser humilde é bom para o aprendizado
Ninguém sabe tudo. Reconhecer essa limitação e a possível falibilidade até mesmo de nossas crenças mais profundas é fundamental para o conceito de humildade intelectual. “Ela ajuda a superar o pensamento muito categórico, ou-preto-ou-branco, ao qual muitas vezes sucumbimos”, diz Igor Grossmann, professor de Psicologia da Universidade de Waterloo. A ideia de humildade intelectual está por aí há séculos: os filósofos sempre a consideraram uma virtude, mas o interesse dos psicólogos ficou popular só na última década. Embora a humildade intelectual não esteja associada a maior capacidade cognitiva, ela está relacionada a mais conhecimento geral, curiosidade e mente aberta. “Se alguém percebe que ‘Ok, meu jeito de pensar não é perfeito’, é mais provável que consiga fazer correções e superar entraves”, analisa Elizabeth Krumrei Mancuso, professora de Psicologia da Universidade Pepperdine. Em estudo realizado em 2019 com 1 189 pessoas, Elizabeth e seus colegas descobriram que as pessoas humildes intelectualmente tinham maior probabilidade de apresentar características favoráveis à aquisição de novos conhecimentos: pensamento reflexivo, curiosidade e abertura intelectual. Os pesquisadores observaram que essas pessoas são mais inclinadas a examinar evidências e mais resistentes a desinformação e a teorias de conspiração. “Você pode ser intelectualmente humilde e, ao mesmo tempo, intelectualmente corajoso”, afirma Elizabeth. No entanto, constatou-se que esse tipo de humildade estava associado negativamente a um “efeito de modéstia”, ou seja, subestimar a própria capacidade. Na sua forma ideal, ser humilde não significa pensar menos de si, avisa a professora. Você pode ter certeza de coisas para as quais tem boas evidências e, ao mesmo tempo, manter a possibilidade de se equivocar. Ao contrário do que se poderia esperar, pessoas que admitem erros ou que jamais assumem saber de tudo parecem mais competentes. Os dados sugerem que seguidores ficam satisfeitos com líderes intelectualmente humildes. Elizabeth e equipe também compararam as emoções autotranscendentes – como admiração, amor e gratidão – com outras emoções positivas e notaram que as autotranscendentes podem aumentar a humildade intelectual, pelo menos a curto prazo. A gratidão foi o indicador mais forte. “Não dá para ter gratidão e, simultaneamente, querer ganhar todos os créditos”, comenta a especialista.
(Richard Sima. The Washington Post. Publicado pelo Estado de São Paulo em 29.09.2024. Tradução de Renato Prelorentzou. Adaptado)

Com base no texto, conclui-se corretamente que os que desejam ter humildade intelectual devem

Questão 3 de 10 Q3 da prova
Leia o texto para responder às questões de números 01 a 06.
Ser humilde é bom para o aprendizado
Ninguém sabe tudo. Reconhecer essa limitação e a possível falibilidade até mesmo de nossas crenças mais profundas é fundamental para o conceito de humildade intelectual. “Ela ajuda a superar o pensamento muito categórico, ou-preto-ou-branco, ao qual muitas vezes sucumbimos”, diz Igor Grossmann, professor de Psicologia da Universidade de Waterloo. A ideia de humildade intelectual está por aí há séculos: os filósofos sempre a consideraram uma virtude, mas o interesse dos psicólogos ficou popular só na última década. Embora a humildade intelectual não esteja associada a maior capacidade cognitiva, ela está relacionada a mais conhecimento geral, curiosidade e mente aberta. “Se alguém percebe que ‘Ok, meu jeito de pensar não é perfeito’, é mais provável que consiga fazer correções e superar entraves”, analisa Elizabeth Krumrei Mancuso, professora de Psicologia da Universidade Pepperdine. Em estudo realizado em 2019 com 1 189 pessoas, Elizabeth e seus colegas descobriram que as pessoas humildes intelectualmente tinham maior probabilidade de apresentar características favoráveis à aquisição de novos conhecimentos: pensamento reflexivo, curiosidade e abertura intelectual. Os pesquisadores observaram que essas pessoas são mais inclinadas a examinar evidências e mais resistentes a desinformação e a teorias de conspiração. “Você pode ser intelectualmente humilde e, ao mesmo tempo, intelectualmente corajoso”, afirma Elizabeth. No entanto, constatou-se que esse tipo de humildade estava associado negativamente a um “efeito de modéstia”, ou seja, subestimar a própria capacidade. Na sua forma ideal, ser humilde não significa pensar menos de si, avisa a professora. Você pode ter certeza de coisas para as quais tem boas evidências e, ao mesmo tempo, manter a possibilidade de se equivocar. Ao contrário do que se poderia esperar, pessoas que admitem erros ou que jamais assumem saber de tudo parecem mais competentes. Os dados sugerem que seguidores ficam satisfeitos com líderes intelectualmente humildes. Elizabeth e equipe também compararam as emoções autotranscendentes – como admiração, amor e gratidão – com outras emoções positivas e notaram que as autotranscendentes podem aumentar a humildade intelectual, pelo menos a curto prazo. A gratidão foi o indicador mais forte. “Não dá para ter gratidão e, simultaneamente, querer ganhar todos os créditos”, comenta a especialista.
(Richard Sima. The Washington Post. Publicado pelo Estado de São Paulo em 29.09.2024. Tradução de Renato Prelorentzou. Adaptado)

É correto afirmar que os dois-pontos empregados no quinto parágrafo introduzem trecho que

Questão 4 de 10 Q4 da prova
Leia o texto para responder às questões de números 01 a 06.
Ser humilde é bom para o aprendizado
Ninguém sabe tudo. Reconhecer essa limitação e a possível falibilidade até mesmo de nossas crenças mais profundas é fundamental para o conceito de humildade intelectual. “Ela ajuda a superar o pensamento muito categórico, ou-preto-ou-branco, ao qual muitas vezes sucumbimos”, diz Igor Grossmann, professor de Psicologia da Universidade de Waterloo. A ideia de humildade intelectual está por aí há séculos: os filósofos sempre a consideraram uma virtude, mas o interesse dos psicólogos ficou popular só na última década. Embora a humildade intelectual não esteja associada a maior capacidade cognitiva, ela está relacionada a mais conhecimento geral, curiosidade e mente aberta. “Se alguém percebe que ‘Ok, meu jeito de pensar não é perfeito’, é mais provável que consiga fazer correções e superar entraves”, analisa Elizabeth Krumrei Mancuso, professora de Psicologia da Universidade Pepperdine. Em estudo realizado em 2019 com 1 189 pessoas, Elizabeth e seus colegas descobriram que as pessoas humildes intelectualmente tinham maior probabilidade de apresentar características favoráveis à aquisição de novos conhecimentos: pensamento reflexivo, curiosidade e abertura intelectual. Os pesquisadores observaram que essas pessoas são mais inclinadas a examinar evidências e mais resistentes a desinformação e a teorias de conspiração. “Você pode ser intelectualmente humilde e, ao mesmo tempo, intelectualmente corajoso”, afirma Elizabeth. No entanto, constatou-se que esse tipo de humildade estava associado negativamente a um “efeito de modéstia”, ou seja, subestimar a própria capacidade. Na sua forma ideal, ser humilde não significa pensar menos de si, avisa a professora. Você pode ter certeza de coisas para as quais tem boas evidências e, ao mesmo tempo, manter a possibilidade de se equivocar. Ao contrário do que se poderia esperar, pessoas que admitem erros ou que jamais assumem saber de tudo parecem mais competentes. Os dados sugerem que seguidores ficam satisfeitos com líderes intelectualmente humildes. Elizabeth e equipe também compararam as emoções autotranscendentes – como admiração, amor e gratidão – com outras emoções positivas e notaram que as autotranscendentes podem aumentar a humildade intelectual, pelo menos a curto prazo. A gratidão foi o indicador mais forte. “Não dá para ter gratidão e, simultaneamente, querer ganhar todos os créditos”, comenta a especialista.
(Richard Sima. The Washington Post. Publicado pelo Estado de São Paulo em 29.09.2024. Tradução de Renato Prelorentzou. Adaptado)

A frase que está em conformidade com a norma-padrão de concordância verbal se encontra na alternativa:

Questão 5 de 10 Q5 da prova
Leia o texto para responder às questões de números 07 a 10.
A guerra contra as guerras
Enquanto o século vinte e um nascia, morria Bertie Felstead, aos cento e seis anos de idade. Havia atravessado três séculos, e era o único sobrevivente de um insólito jogo de futebol que foi disputado no Natal de 1915. Jogaram aquela partida os soldados britânicos e os soldados alemães, num campo improvisado entre trincheiras. Uma bola apareceu, vinda sabe-se lá de onde, e desandou a rodar, não se sabe como, e então o campo de batalha se transformou num campo de futebol. Os inimigos jogaram para o alto suas armas e correram para disputar a bola. Os soldados jogaram enquanto puderam, até que os oficiais furiosos fizeram com que se lembrassem de que estavam ali para matar ou morrer. Passada a trégua do futebol, voltou a carnificina; mas a bola tinha aberto um fugaz espaço de encontro para aqueles homens obrigados a se odiar.
(Eduardo Galeano. O caçador de histórias. Tradução de Eric Nepomuceno. L&PM Editores, 2016.)

Pode-se afirmar corretamente que o autor, ao declarar que aquele foi – um insólito jogo de futebol –, faz referência

Questão 6 de 10 Q6 da prova
Leia o texto para responder às questões de números 07 a 10.
A guerra contra as guerras
Enquanto o século vinte e um nascia, morria Bertie Felstead, aos cento e seis anos de idade. Havia atravessado três séculos, e era o único sobrevivente de um insólito jogo de futebol que foi disputado no Natal de 1915. Jogaram aquela partida os soldados britânicos e os soldados alemães, num campo improvisado entre trincheiras. Uma bola apareceu, vinda sabe-se lá de onde, e desandou a rodar, não se sabe como, e então o campo de batalha se transformou num campo de futebol. Os inimigos jogaram para o alto suas armas e correram para disputar a bola. Os soldados jogaram enquanto puderam, até que os oficiais furiosos fizeram com que se lembrassem de que estavam ali para matar ou morrer. Passada a trégua do futebol, voltou a carnificina; mas a bola tinha aberto um fugaz espaço de encontro para aqueles homens obrigados a se odiar.
(Eduardo Galeano. O caçador de histórias. Tradução de Eric Nepomuceno. L&PM Editores, 2016.)

Assinale a alternativa em que a oração destacada apresenta a mesma relação entre ideias estabelecida pela conjunção “embora” no trecho – Embora a humildade intelectual não esteja associada a maior capacidade cognitiva, ela está... (3o parágrafo).

Questão 7 de 10 Q7 da prova
Leia o texto para responder às questões de números 07 a 10.
A guerra contra as guerras
Enquanto o século vinte e um nascia, morria Bertie Felstead, aos cento e seis anos de idade. Havia atravessado três séculos, e era o único sobrevivente de um insólito jogo de futebol que foi disputado no Natal de 1915. Jogaram aquela partida os soldados britânicos e os soldados alemães, num campo improvisado entre trincheiras. Uma bola apareceu, vinda sabe-se lá de onde, e desandou a rodar, não se sabe como, e então o campo de batalha se transformou num campo de futebol. Os inimigos jogaram para o alto suas armas e correram para disputar a bola. Os soldados jogaram enquanto puderam, até que os oficiais furiosos fizeram com que se lembrassem de que estavam ali para matar ou morrer. Passada a trégua do futebol, voltou a carnificina; mas a bola tinha aberto um fugaz espaço de encontro para aqueles homens obrigados a se odiar.
(Eduardo Galeano. O caçador de histórias. Tradução de Eric Nepomuceno. L&PM Editores, 2016.)

Na frase do terceiro parágrafo – Os soldados jogaram enquanto puderam, até que os oficiais furiosos fizeram com que se lembrassem de que estavam ali para matar ou morrer. –, a expressão e os termos em destaque exprimem, correta e respectivamente, as ideias de

Questão 8 de 10 Q8 da prova
Leia o texto para responder às questões de números 07 a 10.
A guerra contra as guerras
Enquanto o século vinte e um nascia, morria Bertie Felstead, aos cento e seis anos de idade. Havia atravessado três séculos, e era o único sobrevivente de um insólito jogo de futebol que foi disputado no Natal de 1915. Jogaram aquela partida os soldados britânicos e os soldados alemães, num campo improvisado entre trincheiras. Uma bola apareceu, vinda sabe-se lá de onde, e desandou a rodar, não se sabe como, e então o campo de batalha se transformou num campo de futebol. Os inimigos jogaram para o alto suas armas e correram para disputar a bola. Os soldados jogaram enquanto puderam, até que os oficiais furiosos fizeram com que se lembrassem de que estavam ali para matar ou morrer. Passada a trégua do futebol, voltou a carnificina; mas a bola tinha aberto um fugaz espaço de encontro para aqueles homens obrigados a se odiar.
(Eduardo Galeano. O caçador de histórias. Tradução de Eric Nepomuceno. L&PM Editores, 2016.)

Atribui-se a Bertie Felstead, que faleceu portas do século XXI, o privilégio de ter sido a última testemunha do insólito jogo de 1915, quando britânicos e alemães, alheios à brutalidade da guerra, ficaram frente a frente apenas como oponentes no futebol. Considerando a norma-padrão de emprego do sinal indicativo de crase, as lacunas do texto devem ser preenchidas, respectivamente, por:

Questão 9 de 10 Q9 da prova
Leia o texto para responder às questões de números 11 a 15.
A Pedagogia de Projetos
A Pedagogia de Projetos, no entendimento de Daniela Moura, surge da necessidade de desenvolver uma metodologia de trabalho pedagógico que valorize a participação do educando e do educador no processo ensino/aprendizagem, tornando-os responsáveis pela elaboração e desenvolvimento de cada projeto de trabalho. De acordo com a autora, do ponto de vista metodológico, o instrumento mais apropriado para a avaliação de um Projeto de Trabalho é

A Pedagogia de Projetos, no entendimento de Daniela Moura, surge da necessidade de desenvolver uma metodologia de trabalho pedagógico que valorize a participação do educando e do educador no processo ensino/aprendizagem, tornando-os responsáveis pela elaboração e desenvolvimento de cada projeto de trabalho. De acordo com a autora, do ponto de vista metodológico, o instrumento mais apropriado para a avaliação de um Projeto de Trabalho é

Questão 10 de 10 Q10 da prova
Leia o texto para responder às questões de números 11 a 15.
A Pedagogia de Projetos
A Pedagogia de Projetos, no entendimento de Daniela Moura, surge da necessidade de desenvolver uma metodologia de trabalho pedagógico que valorize a participação do educando e do educador no processo ensino/aprendizagem, tornando-os responsáveis pela elaboração e desenvolvimento de cada projeto de trabalho. De acordo com a autora, do ponto de vista metodológico, o instrumento mais apropriado para a avaliação de um Projeto de Trabalho é

Dowbor (2007) relata um caso da Secretaria de Educação do Município de Vicência, em Pernambuco, que implantou o projeto “Escolas rurais”, com a perspectiva de melhoria da qualidade do ensino e, consequentemente, melhoria da qualidade de vida das comunidades rurais. O projeto é destacado, pois se coaduna com o entendimento de Dowbor (2007) de que a escola deve ser

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