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Prova Professor de Arte - Pref. São Miguel do Oeste/SC
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Questão 1 de 33 Q1 da prova

Acerca da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) de Arte, julgue as frases abaixo. I. A BNCC propõe um ensino de arte que vai além da mera apreciação estética, buscando formar cidadãos críticos, criativos e sensíveis às diversidades culturais. II. A estrutura curricular, as competências específicas e a integração das linguagens artísticas permitem que a arte se torne um meio poderoso de expressão, comunicação e transformação social. III. Ao promover projetos interdisciplinares e desenvolver planos de aula alinhados com a BNCC, os educadores têm a oportunidade de criar experiências de aprendizado ricas e significativas, que contribuem para o desenvolvimento integral dos estudantes. Está(ão) CORRETA(S) a(s) seguinte(s) proposição(ões).

Questão 2 de 33 Q2 da prova

De acordo com a Lei nº 9.394/96 (Lei de Diretrizes e Base da Educação Nacional), a formação dos profissionais da educação, de modo a atender às especificidades do exercício de suas atividades, bem como aos objetivos das diferentes etapas e modalidades da educação básica, terá como fundamentos, EXCETO:

Questão 3 de 33 Q3 da prova

No estudo da cor, existe um conceito que se refere à qualidade que diferencia uma cor de outra, como vermelho, azul, verde, etc., sendo fundamental para identificar e nomear as cores na roda de cores. Esse conceito está diretamente relacionado ao comprimento de onda da luz que uma cor reflete. Estamos falando do(a):

Questão 4 de 33 Q5 da prova

Julgue as sentenças abaixo como VERDADEIRAS ou FALSAS. 1.(__) O professor de arte não é apenas um transmissor de conhecimento técnico, mas um mediador que orienta os estudantes a perceberem a arte como um meio de comunicação, expressão e reflexão sobre o mundo. 2.(__) O papel do professor é estimular o diálogo entre o estudante e a obra de arte, promovendo a análise crítica, a apreciação estética e a interpretação pessoal. 3.(__) O ensino e a aprendizagem em arte envolvem métodos e estratégias que dialogam com a instrução direta como oficinas de criação, estudos de caso, projetos colaborativos e atividades interdisciplinares, que colocam o professor e o aluno no centro do processo de aprendizado. A sequência CORRETA:

Questão 5 de 33 Q6 da prova

O som e a trilha sonora são elementos fundamentais na criação da experiência cinematográfica, funcionando como uma dimensão que vai além do visual e que, frequentemente, se combina com a imagem para produzir significados emocionais, narrativos e até mesmo simbólicos. Acerca desse assunto, julgue as frases abaixo. I. A dimensão sonora no cinema pode ser decomposta em diversos componentes, como diálogos, efeitos sonoros, ruídos de fundo, silêncio e trilha sonora musical, cada um desempenhando papéis distintos e muitas vezes sobrepostos na construção da narrativa. II. Utilizada especialmente em filmes clássicos e em franquias, o leitmotiv é uma técnica musical em que temas ou melodias específicas são associadas a personagens, situações ou ideias. Esse recurso, inspirado na ópera de Richard Wagner, serve como uma memória musical para o público, criando uma conexão emocional e uma expectativa narrativa. III. O chamado som não-diegético refere-se ao som que existe dentro do universo da narrativa fílmica. Este som pode ser ouvido pelos personagens e inclui diálogos, sons ambiente (como passos, vento, água corrente), música tocada por um rádio ou instrumento visível na cena, e quaisquer outros sons que pertençam ao mundo ficcional. Está(ão) CORRETA(S) a(s) seguinte(s) proposição(ões).

Questão 6 de 33 Q7 da prova

Na análise das linguagens artísticas, alguns recursos estilísticos são usados para criar significados mais profundos ou alternativos. Qual figura de linguagem está sendo empregada quando um elemento é utilizado para representar um todo, como quando se usa a palavra "palco" para se referir ao "teatro" como um todo, ou "pincel" para designar "pintura" de modo geral?

Questão 7 de 33 Q8 da prova

Na teoria musical, um dos elementos fundamentais que compõem uma peça é o "ritmo". Qual das alternativas abaixo descreve corretamente uma característica do ritmo na música e sua função na construção de uma obra musical?

Questão 8 de 33 Q9 da prova

A arte na Oceania é marcada por práticas artísticas que refletem a rica tapeçaria cultural dos povos indígenas da região, incluindo a Austrália, Melanésia, Micronésia e Polinésia. Sobre esse assunto, julgue as frases abaixo. I. A arte aborígene australiana é predominantemente figurativa e naturalista, priorizando o realismo na representação da fauna e flora, sem atribuição de significados espirituais ou simbólicos. II. A arte das ilhas do Pacífico é homogênea e compartilha um único estilo artístico e técnica de fabricação de objetos, sem variações significativas entre as ilhas ou grupos étnicos. III. O "Tempo do Sonho" é um conceito fundamental na arte aborígene australiana, representando histórias de criação e leis espirituais através de pinturas rupestres, pontos e linhas geométricas em arte corporal, rochas e cascas de árvores. Está(ão) CORRETA(S) a(s) seguinte(s) proposição(ões).

Questão 9 de 33 Q10 da prova

O Expressionismo foi um movimento artístico que emergiu no início do século XX, particularmente na Alemanha, como uma reação às convenções estéticas do Impressionismo e do Realismo. Considerando as características fundamentais do Expressionismo, qual das afirmações abaixo descreve de forma mais precisa os princípios e técnicas adotados pelos artistas expressionistas?

Questão 10 de 33 Q11 da prova

Na prática fotográfica, a abertura da lente desempenha um papel crucial na profundidade de campo de uma imagem. Se um fotógrafo deseja capturar um retrato com um fundo suavemente desfocado, destacando o sujeito principal, qual configuração de abertura seria mais adequada para alcançar esse efeito?

Questão 11 de 33 Q12 da prova

Erwin Panofsky, um dos principais teóricos da crítica de arte, desenvolveu uma abordagem que vai além da análise formal da obra, propondo um método que investiga os significados simbólicos e culturais em diferentes níveis de interpretação. Logo, a abordagem crítica desenvolvida por Panofsky é denominada:

Questão 12 de 33 Q13 da prova

Qual dos teóricos abaixo é mais frequentemente associado à noção de "Arte pela Arte", uma corrente estética do final do século XIX que propõe a valorização da arte por sua beleza intrínseca, independente de utilidade social ou moral?

Questão 13 de 33 Q14 da prova

Segundo a Lei Complementar nº 9/2012, a nomeação de servidores no Município de São Miguel do Oeste pode ocorrer em diferentes formas de provimento de cargos. Qual das opções a seguir não é uma forma de provimento de cargo público prevista na lei?

Questão 14 de 33 Q15 da prova

Qual das seguintes características não é típica da Arte Bizantina, que predominou no Império Bizantino de cerca do século IV ao XV, marcada por forte influência religiosa?

Questão 15 de 33 Q16 da prova

A produção artística das culturas não ocidentais é marcada por uma diversidade de formas, estilos e significados. Em relação à arte africana tradicional, qual das seguintes afirmações é correta?

Questão 16 de 33 Q17 da prova

Na composição das artes visuais, o uso das linhas é essencial para transmitir diferentes sensações e emoções, além de criar direções, movimentos e focos de interesse dentro de uma obra. Cada tipo de linha pode sugerir algo distinto ao observador, afetando a interpretação e o impacto visual da arte. Considerando as características psicológicas e visuais associadas às diferentes linhas, qual das alternativas abaixo relaciona corretamente o tipo de linha à sensação que ela sugere?

Questão 17 de 33 Q18 da prova

No contexto da arte como um sistema semiótico de representação, a principal contribuição da Teoria Semiótica de Charles Sanders Peirce para a análise das linguagens artísticas foi o(a):

Questão 18 de 33 Q19 da prova

A Estética é um ramo da Filosofia que se ocupa da reflexão sobre o belo e a arte. Desde a Antiguidade, diversos pensadores elaboraram teorias acerca desses conceitos. Qual das seguintes afirmações descreve corretamente a contribuição de Immanuel Kant para a Estética?

Questão 19 de 33 Q20 da prova

No ensino de Arte, a avaliação desempenha um papel fundamental no desenvolvimento das habilidades criativas e críticas dos estudantes. Qual método de avaliação é mais adequado para acompanhar o progresso contínuo dos alunos, oferecendo feedback constante, ajudando-os a refletir sobre seu processo de aprendizagem e promovendo melhorias durante todo o percurso educacional?

Questão 20 de 33 Q21 da prova
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 21 a 29. As pessoas que se voluntariam para serem infectadas por doenças Era um voluntariado incomum. Mas ali estavam eles: um grupo de jovens adultos, aguardando para serem atacados por mosquitos portadores de um parasita que mata mais de 600 mil pessoas todos os anos. O grupo havia concordado em fazer parte de um estudo médico do Instituto Jenner da Universidade de Oxford, no Reino Unido. Era o teste de uma nova vacina contra a malária. Conhecida como "R21", a vacina foi recebida com grande entusiasmo pelos cientistas, desde os primeiros anúncios. O teste ocorreu em 2017, mas o instituto vinha realizando experimentos similares com mosquitos desde 2001. Cada voluntário foi levado para um laboratório. Ali, sobre uma mesa, havia um pequeno recipiente, do tamanho de uma xícara de café, coberto por uma gaze. Dentro, havia cinco mosquitos barulhentos, importados da América do Norte e infectados com o parasita da malária. O voluntário colocaria seu braço contra o topo do recipiente, para que os mosquitos pudessem trabalhar, picando a pele do voluntário através da cobertura. À medida que os insetos sugavam o sangue da vítima voluntária, a saliva dos mosquitos, usada para evitar que sua refeição se coagule, poderia levar o parasita da malária para dentro da ferida. A esperança era que a vacina oferecesse aos voluntários proteção suficiente para que eles não desenvolvessem a doença. Este é um exemplo clássico do que é conhecido como estudo de infecção humana controlada. Neste tipo de experimento, os voluntários são deliberadamente expostos a uma doença. Pode parecer perigoso, talvez até imprudente, expor conscientemente uma pessoa a uma infecção que poderá deixá-la seriamente doente. Mas esta técnica se tornou popular nas últimas décadas, no setor de pesquisas médicas, e tem gerado resultados, com algumas conquistas médicas importantes. Os cientistas comprovaram que a vacina R21 apresenta eficácia de até 80% na prevenção da malária. Ela se tornou a segunda vacina contra a doença a ser recomendada pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Recentemente, as primeiras doses da vacina foram administradas a bebês na Costa do Marfim e no Sudão do Sul − dois países que perdem milhares de pessoas todos os anos em decorrência da doença. E, segundo os cientistas, tudo isso foi possível, em parte, porque os voluntários se dispuseram a expor seus braços àquelas xícaras repletas de mosquitos. "Ao longo dos últimos 20 anos, houve um notável renascimento dos estudos de infecção humana", afirma o professor de vacinologia Adrian Hill, diretor do Instituto Jenner. "Modelos de infecção têm sido usados para tudo, desde gripe até covid-19. É realmente muito importante." Agora, os cientistas tentam infectar voluntários deliberadamente com cada vez mais doenças, na esperança de desenvolver vacinas e tratamentos cada vez mais eficazes. Patógenos como zika, febre tifoide e cólera já foram usados em estudos de infecção humana controlada. E outros vírus estão entre os futuros candidatos, como o da hepatite C. Não existe um registro central de estudos de infecção humana controlada. Mas Hill estima que eles tenham contribuído com pelo menos 12 vacinas nas últimas duas décadas. Uma análise sistemática encontrou 308 estudos de infecção humana entre 1980 e 2021, que expuseram os participantes a patógenos vivos. Seus proponentes acreditam que os benefícios destes estudos superam amplamente os riscos, se forem corretamente conduzidos. Mas alguns testes recentes questionaram as fronteiras da ética médica, fazendo com que alguns cientistas importantes passassem a se sentir desconfortáveis com a velocidade de condução desses experimentos, que eram um tabu até pouco tempo atrás.

"Ao longo dos últimos 20 anos, houve um notável renascimento dos estudos de infecção humana." O sujeito da forma verbal destacada é:

Questão 21 de 33 Q22 da prova
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 21 a 29. As pessoas que se voluntariam para serem infectadas por doenças Era um voluntariado incomum. Mas ali estavam eles: um grupo de jovens adultos, aguardando para serem atacados por mosquitos portadores de um parasita que mata mais de 600 mil pessoas todos os anos. O grupo havia concordado em fazer parte de um estudo médico do Instituto Jenner da Universidade de Oxford, no Reino Unido. Era o teste de uma nova vacina contra a malária. Conhecida como "R21", a vacina foi recebida com grande entusiasmo pelos cientistas, desde os primeiros anúncios. O teste ocorreu em 2017, mas o instituto vinha realizando experimentos similares com mosquitos desde 2001. Cada voluntário foi levado para um laboratório. Ali, sobre uma mesa, havia um pequeno recipiente, do tamanho de uma xícara de café, coberto por uma gaze. Dentro, havia cinco mosquitos barulhentos, importados da América do Norte e infectados com o parasita da malária. O voluntário colocaria seu braço contra o topo do recipiente, para que os mosquitos pudessem trabalhar, picando a pele do voluntário através da cobertura. À medida que os insetos sugavam o sangue da vítima voluntária, a saliva dos mosquitos, usada para evitar que sua refeição se coagule, poderia levar o parasita da malária para dentro da ferida. A esperança era que a vacina oferecesse aos voluntários proteção suficiente para que eles não desenvolvessem a doença. Este é um exemplo clássico do que é conhecido como estudo de infecção humana controlada. Neste tipo de experimento, os voluntários são deliberadamente expostos a uma doença. Pode parecer perigoso, talvez até imprudente, expor conscientemente uma pessoa a uma infecção que poderá deixá-la seriamente doente. Mas esta técnica se tornou popular nas últimas décadas, no setor de pesquisas médicas, e tem gerado resultados, com algumas conquistas médicas importantes. Os cientistas comprovaram que a vacina R21 apresenta eficácia de até 80% na prevenção da malária. Ela se tornou a segunda vacina contra a doença a ser recomendada pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Recentemente, as primeiras doses da vacina foram administradas a bebês na Costa do Marfim e no Sudão do Sul − dois países que perdem milhares de pessoas todos os anos em decorrência da doença. E, segundo os cientistas, tudo isso foi possível, em parte, porque os voluntários se dispuseram a expor seus braços àquelas xícaras repletas de mosquitos. "Ao longo dos últimos 20 anos, houve um notável renascimento dos estudos de infecção humana", afirma o professor de vacinologia Adrian Hill, diretor do Instituto Jenner. "Modelos de infecção têm sido usados para tudo, desde gripe até covid-19. É realmente muito importante." Agora, os cientistas tentam infectar voluntários deliberadamente com cada vez mais doenças, na esperança de desenvolver vacinas e tratamentos cada vez mais eficazes. Patógenos como zika, febre tifoide e cólera já foram usados em estudos de infecção humana controlada. E outros vírus estão entre os futuros candidatos, como o da hepatite C. Não existe um registro central de estudos de infecção humana controlada. Mas Hill estima que eles tenham contribuído com pelo menos 12 vacinas nas últimas duas décadas. Uma análise sistemática encontrou 308 estudos de infecção humana entre 1980 e 2021, que expuseram os participantes a patógenos vivos. Seus proponentes acreditam que os benefícios destes estudos superam amplamente os riscos, se forem corretamente conduzidos. Mas alguns testes recentes questionaram as fronteiras da ética médica, fazendo com que alguns cientistas importantes passassem a se sentir desconfortáveis com a velocidade de condução desses experimentos, que eram um tabu até pouco tempo atrás.

"E, segundo os cientistas, tudo isso foi possível, em parte, porque os voluntários se dispuseram a expor seus braços àquelas xícaras repletas de mosquitos." A crase foi empregada corretamente no período acima, assim como nas alternativas abaixo, EXCETO em:

Questão 22 de 33 Q23 da prova
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 21 a 29. As pessoas que se voluntariam para serem infectadas por doenças Era um voluntariado incomum. Mas ali estavam eles: um grupo de jovens adultos, aguardando para serem atacados por mosquitos portadores de um parasita que mata mais de 600 mil pessoas todos os anos. O grupo havia concordado em fazer parte de um estudo médico do Instituto Jenner da Universidade de Oxford, no Reino Unido. Era o teste de uma nova vacina contra a malária. Conhecida como "R21", a vacina foi recebida com grande entusiasmo pelos cientistas, desde os primeiros anúncios. O teste ocorreu em 2017, mas o instituto vinha realizando experimentos similares com mosquitos desde 2001. Cada voluntário foi levado para um laboratório. Ali, sobre uma mesa, havia um pequeno recipiente, do tamanho de uma xícara de café, coberto por uma gaze. Dentro, havia cinco mosquitos barulhentos, importados da América do Norte e infectados com o parasita da malária. O voluntário colocaria seu braço contra o topo do recipiente, para que os mosquitos pudessem trabalhar, picando a pele do voluntário através da cobertura. À medida que os insetos sugavam o sangue da vítima voluntária, a saliva dos mosquitos, usada para evitar que sua refeição se coagule, poderia levar o parasita da malária para dentro da ferida. A esperança era que a vacina oferecesse aos voluntários proteção suficiente para que eles não desenvolvessem a doença. Este é um exemplo clássico do que é conhecido como estudo de infecção humana controlada. Neste tipo de experimento, os voluntários são deliberadamente expostos a uma doença. Pode parecer perigoso, talvez até imprudente, expor conscientemente uma pessoa a uma infecção que poderá deixá-la seriamente doente. Mas esta técnica se tornou popular nas últimas décadas, no setor de pesquisas médicas, e tem gerado resultados, com algumas conquistas médicas importantes. Os cientistas comprovaram que a vacina R21 apresenta eficácia de até 80% na prevenção da malária. Ela se tornou a segunda vacina contra a doença a ser recomendada pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Recentemente, as primeiras doses da vacina foram administradas a bebês na Costa do Marfim e no Sudão do Sul − dois países que perdem milhares de pessoas todos os anos em decorrência da doença. E, segundo os cientistas, tudo isso foi possível, em parte, porque os voluntários se dispuseram a expor seus braços àquelas xícaras repletas de mosquitos. "Ao longo dos últimos 20 anos, houve um notável renascimento dos estudos de infecção humana", afirma o professor de vacinologia Adrian Hill, diretor do Instituto Jenner. "Modelos de infecção têm sido usados para tudo, desde gripe até covid-19. É realmente muito importante." Agora, os cientistas tentam infectar voluntários deliberadamente com cada vez mais doenças, na esperança de desenvolver vacinas e tratamentos cada vez mais eficazes. Patógenos como zika, febre tifoide e cólera já foram usados em estudos de infecção humana controlada. E outros vírus estão entre os futuros candidatos, como o da hepatite C. Não existe um registro central de estudos de infecção humana controlada. Mas Hill estima que eles tenham contribuído com pelo menos 12 vacinas nas últimas duas décadas. Uma análise sistemática encontrou 308 estudos de infecção humana entre 1980 e 2021, que expuseram os participantes a patógenos vivos. Seus proponentes acreditam que os benefícios destes estudos superam amplamente os riscos, se forem corretamente conduzidos. Mas alguns testes recentes questionaram as fronteiras da ética médica, fazendo com que alguns cientistas importantes passassem a se sentir desconfortáveis com a velocidade de condução desses experimentos, que eram um tabu até pouco tempo atrás.

"Uma análise sistemática encontrou 308 estudos de infecção humana entre 1980 e 2021, que expuseram os participantes a patógenos vivos." "Mas esta técnica se tornou popular nas últimas décadas, no setor de pesquisas médicas, e tem gerado resultados, com algumas conquistas médicas importantes." Em relação ao emprego dos recursos coesivos nos trechos acima, analise as assertivas a seguir: I.O pronome "que" tem como referente "estudos". II.A conjunção adversativa "mas" pode ser substituída por "contudo" sem perder o sentido do enunciado. III.A expressão "tem gerado" tem como referente "resultados". IV.A forma verbal "expuseram" pode ser substituída por "submeteram" sem prejuízo de sentido. Estão corretas:

Questão 23 de 33 Q24 da prova
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 21 a 29. As pessoas que se voluntariam para serem infectadas por doenças Era um voluntariado incomum. Mas ali estavam eles: um grupo de jovens adultos, aguardando para serem atacados por mosquitos portadores de um parasita que mata mais de 600 mil pessoas todos os anos. O grupo havia concordado em fazer parte de um estudo médico do Instituto Jenner da Universidade de Oxford, no Reino Unido. Era o teste de uma nova vacina contra a malária. Conhecida como "R21", a vacina foi recebida com grande entusiasmo pelos cientistas, desde os primeiros anúncios. O teste ocorreu em 2017, mas o instituto vinha realizando experimentos similares com mosquitos desde 2001. Cada voluntário foi levado para um laboratório. Ali, sobre uma mesa, havia um pequeno recipiente, do tamanho de uma xícara de café, coberto por uma gaze. Dentro, havia cinco mosquitos barulhentos, importados da América do Norte e infectados com o parasita da malária. O voluntário colocaria seu braço contra o topo do recipiente, para que os mosquitos pudessem trabalhar, picando a pele do voluntário através da cobertura. À medida que os insetos sugavam o sangue da vítima voluntária, a saliva dos mosquitos, usada para evitar que sua refeição se coagule, poderia levar o parasita da malária para dentro da ferida. A esperança era que a vacina oferecesse aos voluntários proteção suficiente para que eles não desenvolvessem a doença. Este é um exemplo clássico do que é conhecido como estudo de infecção humana controlada. Neste tipo de experimento, os voluntários são deliberadamente expostos a uma doença. Pode parecer perigoso, talvez até imprudente, expor conscientemente uma pessoa a uma infecção que poderá deixá-la seriamente doente. Mas esta técnica se tornou popular nas últimas décadas, no setor de pesquisas médicas, e tem gerado resultados, com algumas conquistas médicas importantes. Os cientistas comprovaram que a vacina R21 apresenta eficácia de até 80% na prevenção da malária. Ela se tornou a segunda vacina contra a doença a ser recomendada pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Recentemente, as primeiras doses da vacina foram administradas a bebês na Costa do Marfim e no Sudão do Sul − dois países que perdem milhares de pessoas todos os anos em decorrência da doença. E, segundo os cientistas, tudo isso foi possível, em parte, porque os voluntários se dispuseram a expor seus braços àquelas xícaras repletas de mosquitos. "Ao longo dos últimos 20 anos, houve um notável renascimento dos estudos de infecção humana", afirma o professor de vacinologia Adrian Hill, diretor do Instituto Jenner. "Modelos de infecção têm sido usados para tudo, desde gripe até covid-19. É realmente muito importante." Agora, os cientistas tentam infectar voluntários deliberadamente com cada vez mais doenças, na esperança de desenvolver vacinas e tratamentos cada vez mais eficazes. Patógenos como zika, febre tifoide e cólera já foram usados em estudos de infecção humana controlada. E outros vírus estão entre os futuros candidatos, como o da hepatite C. Não existe um registro central de estudos de infecção humana controlada. Mas Hill estima que eles tenham contribuído com pelo menos 12 vacinas nas últimas duas décadas. Uma análise sistemática encontrou 308 estudos de infecção humana entre 1980 e 2021, que expuseram os participantes a patógenos vivos. Seus proponentes acreditam que os benefícios destes estudos superam amplamente os riscos, se forem corretamente conduzidos. Mas alguns testes recentes questionaram as fronteiras da ética médica, fazendo com que alguns cientistas importantes passassem a se sentir desconfortáveis com a velocidade de condução desses experimentos, que eram um tabu até pouco tempo atrás.

De acordo com as regras de acentuação gráfica, marque com V (verdadeiro) ou F (falso), para as afirmações a seguir: (__ ) Os vocábulos "América " e "décadas" são acentuados pela mesma regra de "lêvedo" e "bígamo". (__ ) Os vocábulos "Vírus" e "possível" são paroxítonas, assim como "clímax" e "fluído". (__ ) O vocábulo "desconfortáveis" é um exemplo de palavra que ganha acento quando é adicionado prefixo ao seu radical. (__ ) O vocábulo "bebês" é acentuado para ser diferenciado do verbo "bebes" na 2ª pessoa do singular. (__ ) O vocábulo "café" é uma oxítona acentuada, assim como hindú. (__ ) O vocábulo "tifoide" de acordo com o novo acordo, não leva mais acento. A sequência correta do preenchimento dos parênteses é:

Questão 24 de 33 Q25 da prova
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 21 a 29. As pessoas que se voluntariam para serem infectadas por doenças Era um voluntariado incomum. Mas ali estavam eles: um grupo de jovens adultos, aguardando para serem atacados por mosquitos portadores de um parasita que mata mais de 600 mil pessoas todos os anos. O grupo havia concordado em fazer parte de um estudo médico do Instituto Jenner da Universidade de Oxford, no Reino Unido. Era o teste de uma nova vacina contra a malária. Conhecida como "R21", a vacina foi recebida com grande entusiasmo pelos cientistas, desde os primeiros anúncios. O teste ocorreu em 2017, mas o instituto vinha realizando experimentos similares com mosquitos desde 2001. Cada voluntário foi levado para um laboratório. Ali, sobre uma mesa, havia um pequeno recipiente, do tamanho de uma xícara de café, coberto por uma gaze. Dentro, havia cinco mosquitos barulhentos, importados da América do Norte e infectados com o parasita da malária. O voluntário colocaria seu braço contra o topo do recipiente, para que os mosquitos pudessem trabalhar, picando a pele do voluntário através da cobertura. À medida que os insetos sugavam o sangue da vítima voluntária, a saliva dos mosquitos, usada para evitar que sua refeição se coagule, poderia levar o parasita da malária para dentro da ferida. A esperança era que a vacina oferecesse aos voluntários proteção suficiente para que eles não desenvolvessem a doença. Este é um exemplo clássico do que é conhecido como estudo de infecção humana controlada. Neste tipo de experimento, os voluntários são deliberadamente expostos a uma doença. Pode parecer perigoso, talvez até imprudente, expor conscientemente uma pessoa a uma infecção que poderá deixá-la seriamente doente. Mas esta técnica se tornou popular nas últimas décadas, no setor de pesquisas médicas, e tem gerado resultados, com algumas conquistas médicas importantes. Os cientistas comprovaram que a vacina R21 apresenta eficácia de até 80% na prevenção da malária. Ela se tornou a segunda vacina contra a doença a ser recomendada pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Recentemente, as primeiras doses da vacina foram administradas a bebês na Costa do Marfim e no Sudão do Sul − dois países que perdem milhares de pessoas todos os anos em decorrência da doença. E, segundo os cientistas, tudo isso foi possível, em parte, porque os voluntários se dispuseram a expor seus braços àquelas xícaras repletas de mosquitos. "Ao longo dos últimos 20 anos, houve um notável renascimento dos estudos de infecção humana", afirma o professor de vacinologia Adrian Hill, diretor do Instituto Jenner. "Modelos de infecção têm sido usados para tudo, desde gripe até covid-19. É realmente muito importante." Agora, os cientistas tentam infectar voluntários deliberadamente com cada vez mais doenças, na esperança de desenvolver vacinas e tratamentos cada vez mais eficazes. Patógenos como zika, febre tifoide e cólera já foram usados em estudos de infecção humana controlada. E outros vírus estão entre os futuros candidatos, como o da hepatite C. Não existe um registro central de estudos de infecção humana controlada. Mas Hill estima que eles tenham contribuído com pelo menos 12 vacinas nas últimas duas décadas. Uma análise sistemática encontrou 308 estudos de infecção humana entre 1980 e 2021, que expuseram os participantes a patógenos vivos. Seus proponentes acreditam que os benefícios destes estudos superam amplamente os riscos, se forem corretamente conduzidos. Mas alguns testes recentes questionaram as fronteiras da ética médica, fazendo com que alguns cientistas importantes passassem a se sentir desconfortáveis com a velocidade de condução desses experimentos, que eram um tabu até pouco tempo atrás.

"Pode parecer perigoso, talvez até imprudente, expor conscientemente uma pessoa a uma infecção que poderá deixá-la seriamente doente." De acordo com a colocação pronominal, a forma destacada no período acima substituiu corretamente o vocábulo "pessoa" e também, fazendo as adaptações necessárias, poderá substituir o termo sublinhado dos enunciados abaixo, em:

Questão 25 de 33 Q26 da prova
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 21 a 29. As pessoas que se voluntariam para serem infectadas por doenças Era um voluntariado incomum. Mas ali estavam eles: um grupo de jovens adultos, aguardando para serem atacados por mosquitos portadores de um parasita que mata mais de 600 mil pessoas todos os anos. O grupo havia concordado em fazer parte de um estudo médico do Instituto Jenner da Universidade de Oxford, no Reino Unido. Era o teste de uma nova vacina contra a malária. Conhecida como "R21", a vacina foi recebida com grande entusiasmo pelos cientistas, desde os primeiros anúncios. O teste ocorreu em 2017, mas o instituto vinha realizando experimentos similares com mosquitos desde 2001. Cada voluntário foi levado para um laboratório. Ali, sobre uma mesa, havia um pequeno recipiente, do tamanho de uma xícara de café, coberto por uma gaze. Dentro, havia cinco mosquitos barulhentos, importados da América do Norte e infectados com o parasita da malária. O voluntário colocaria seu braço contra o topo do recipiente, para que os mosquitos pudessem trabalhar, picando a pele do voluntário através da cobertura. À medida que os insetos sugavam o sangue da vítima voluntária, a saliva dos mosquitos, usada para evitar que sua refeição se coagule, poderia levar o parasita da malária para dentro da ferida. A esperança era que a vacina oferecesse aos voluntários proteção suficiente para que eles não desenvolvessem a doença. Este é um exemplo clássico do que é conhecido como estudo de infecção humana controlada. Neste tipo de experimento, os voluntários são deliberadamente expostos a uma doença. Pode parecer perigoso, talvez até imprudente, expor conscientemente uma pessoa a uma infecção que poderá deixá-la seriamente doente. Mas esta técnica se tornou popular nas últimas décadas, no setor de pesquisas médicas, e tem gerado resultados, com algumas conquistas médicas importantes. Os cientistas comprovaram que a vacina R21 apresenta eficácia de até 80% na prevenção da malária. Ela se tornou a segunda vacina contra a doença a ser recomendada pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Recentemente, as primeiras doses da vacina foram administradas a bebês na Costa do Marfim e no Sudão do Sul − dois países que perdem milhares de pessoas todos os anos em decorrência da doença. E, segundo os cientistas, tudo isso foi possível, em parte, porque os voluntários se dispuseram a expor seus braços àquelas xícaras repletas de mosquitos. "Ao longo dos últimos 20 anos, houve um notável renascimento dos estudos de infecção humana", afirma o professor de vacinologia Adrian Hill, diretor do Instituto Jenner. "Modelos de infecção têm sido usados para tudo, desde gripe até covid-19. É realmente muito importante." Agora, os cientistas tentam infectar voluntários deliberadamente com cada vez mais doenças, na esperança de desenvolver vacinas e tratamentos cada vez mais eficazes. Patógenos como zika, febre tifoide e cólera já foram usados em estudos de infecção humana controlada. E outros vírus estão entre os futuros candidatos, como o da hepatite C. Não existe um registro central de estudos de infecção humana controlada. Mas Hill estima que eles tenham contribuído com pelo menos 12 vacinas nas últimas duas décadas. Uma análise sistemática encontrou 308 estudos de infecção humana entre 1980 e 2021, que expuseram os participantes a patógenos vivos. Seus proponentes acreditam que os benefícios destes estudos superam amplamente os riscos, se forem corretamente conduzidos. Mas alguns testes recentes questionaram as fronteiras da ética médica, fazendo com que alguns cientistas importantes passassem a se sentir desconfortáveis com a velocidade de condução desses experimentos, que eram um tabu até pouco tempo atrás.

De acordo com o texto é INCORRETO afirmar que:

Questão 26 de 33 Q27 da prova
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 21 a 29. As pessoas que se voluntariam para serem infectadas por doenças Era um voluntariado incomum. Mas ali estavam eles: um grupo de jovens adultos, aguardando para serem atacados por mosquitos portadores de um parasita que mata mais de 600 mil pessoas todos os anos. O grupo havia concordado em fazer parte de um estudo médico do Instituto Jenner da Universidade de Oxford, no Reino Unido. Era o teste de uma nova vacina contra a malária. Conhecida como "R21", a vacina foi recebida com grande entusiasmo pelos cientistas, desde os primeiros anúncios. O teste ocorreu em 2017, mas o instituto vinha realizando experimentos similares com mosquitos desde 2001. Cada voluntário foi levado para um laboratório. Ali, sobre uma mesa, havia um pequeno recipiente, do tamanho de uma xícara de café, coberto por uma gaze. Dentro, havia cinco mosquitos barulhentos, importados da América do Norte e infectados com o parasita da malária. O voluntário colocaria seu braço contra o topo do recipiente, para que os mosquitos pudessem trabalhar, picando a pele do voluntário através da cobertura. À medida que os insetos sugavam o sangue da vítima voluntária, a saliva dos mosquitos, usada para evitar que sua refeição se coagule, poderia levar o parasita da malária para dentro da ferida. A esperança era que a vacina oferecesse aos voluntários proteção suficiente para que eles não desenvolvessem a doença. Este é um exemplo clássico do que é conhecido como estudo de infecção humana controlada. Neste tipo de experimento, os voluntários são deliberadamente expostos a uma doença. Pode parecer perigoso, talvez até imprudente, expor conscientemente uma pessoa a uma infecção que poderá deixá-la seriamente doente. Mas esta técnica se tornou popular nas últimas décadas, no setor de pesquisas médicas, e tem gerado resultados, com algumas conquistas médicas importantes. Os cientistas comprovaram que a vacina R21 apresenta eficácia de até 80% na prevenção da malária. Ela se tornou a segunda vacina contra a doença a ser recomendada pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Recentemente, as primeiras doses da vacina foram administradas a bebês na Costa do Marfim e no Sudão do Sul − dois países que perdem milhares de pessoas todos os anos em decorrência da doença. E, segundo os cientistas, tudo isso foi possível, em parte, porque os voluntários se dispuseram a expor seus braços àquelas xícaras repletas de mosquitos. "Ao longo dos últimos 20 anos, houve um notável renascimento dos estudos de infecção humana", afirma o professor de vacinologia Adrian Hill, diretor do Instituto Jenner. "Modelos de infecção têm sido usados para tudo, desde gripe até covid-19. É realmente muito importante." Agora, os cientistas tentam infectar voluntários deliberadamente com cada vez mais doenças, na esperança de desenvolver vacinas e tratamentos cada vez mais eficazes. Patógenos como zika, febre tifoide e cólera já foram usados em estudos de infecção humana controlada. E outros vírus estão entre os futuros candidatos, como o da hepatite C. Não existe um registro central de estudos de infecção humana controlada. Mas Hill estima que eles tenham contribuído com pelo menos 12 vacinas nas últimas duas décadas. Uma análise sistemática encontrou 308 estudos de infecção humana entre 1980 e 2021, que expuseram os participantes a patógenos vivos. Seus proponentes acreditam que os benefícios destes estudos superam amplamente os riscos, se forem corretamente conduzidos. Mas alguns testes recentes questionaram as fronteiras da ética médica, fazendo com que alguns cientistas importantes passassem a se sentir desconfortáveis com a velocidade de condução desses experimentos, que eram um tabu até pouco tempo atrás.

Em "...com a velocidade de condução desses experimentos, que eram um tabu até pouco tempo atrás." Identifique a alternativa que contém as palavras grafadas corretamente com Ç, X e S, assim como as do trecho.

Questão 27 de 33 Q28 da prova
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 21 a 29. As pessoas que se voluntariam para serem infectadas por doenças Era um voluntariado incomum. Mas ali estavam eles: um grupo de jovens adultos, aguardando para serem atacados por mosquitos portadores de um parasita que mata mais de 600 mil pessoas todos os anos. O grupo havia concordado em fazer parte de um estudo médico do Instituto Jenner da Universidade de Oxford, no Reino Unido. Era o teste de uma nova vacina contra a malária. Conhecida como "R21", a vacina foi recebida com grande entusiasmo pelos cientistas, desde os primeiros anúncios. O teste ocorreu em 2017, mas o instituto vinha realizando experimentos similares com mosquitos desde 2001. Cada voluntário foi levado para um laboratório. Ali, sobre uma mesa, havia um pequeno recipiente, do tamanho de uma xícara de café, coberto por uma gaze. Dentro, havia cinco mosquitos barulhentos, importados da América do Norte e infectados com o parasita da malária. O voluntário colocaria seu braço contra o topo do recipiente, para que os mosquitos pudessem trabalhar, picando a pele do voluntário através da cobertura. À medida que os insetos sugavam o sangue da vítima voluntária, a saliva dos mosquitos, usada para evitar que sua refeição se coagule, poderia levar o parasita da malária para dentro da ferida. A esperança era que a vacina oferecesse aos voluntários proteção suficiente para que eles não desenvolvessem a doença. Este é um exemplo clássico do que é conhecido como estudo de infecção humana controlada. Neste tipo de experimento, os voluntários são deliberadamente expostos a uma doença. Pode parecer perigoso, talvez até imprudente, expor conscientemente uma pessoa a uma infecção que poderá deixá-la seriamente doente. Mas esta técnica se tornou popular nas últimas décadas, no setor de pesquisas médicas, e tem gerado resultados, com algumas conquistas médicas importantes. Os cientistas comprovaram que a vacina R21 apresenta eficácia de até 80% na prevenção da malária. Ela se tornou a segunda vacina contra a doença a ser recomendada pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Recentemente, as primeiras doses da vacina foram administradas a bebês na Costa do Marfim e no Sudão do Sul − dois países que perdem milhares de pessoas todos os anos em decorrência da doença. E, segundo os cientistas, tudo isso foi possível, em parte, porque os voluntários se dispuseram a expor seus braços àquelas xícaras repletas de mosquitos. "Ao longo dos últimos 20 anos, houve um notável renascimento dos estudos de infecção humana", afirma o professor de vacinologia Adrian Hill, diretor do Instituto Jenner. "Modelos de infecção têm sido usados para tudo, desde gripe até covid-19. É realmente muito importante." Agora, os cientistas tentam infectar voluntários deliberadamente com cada vez mais doenças, na esperança de desenvolver vacinas e tratamentos cada vez mais eficazes. Patógenos como zika, febre tifoide e cólera já foram usados em estudos de infecção humana controlada. E outros vírus estão entre os futuros candidatos, como o da hepatite C. Não existe um registro central de estudos de infecção humana controlada. Mas Hill estima que eles tenham contribuído com pelo menos 12 vacinas nas últimas duas décadas. Uma análise sistemática encontrou 308 estudos de infecção humana entre 1980 e 2021, que expuseram os participantes a patógenos vivos. Seus proponentes acreditam que os benefícios destes estudos superam amplamente os riscos, se forem corretamente conduzidos. Mas alguns testes recentes questionaram as fronteiras da ética médica, fazendo com que alguns cientistas importantes passassem a se sentir desconfortáveis com a velocidade de condução desses experimentos, que eram um tabu até pouco tempo atrás.

"A esperança era que a vacina oferecesse aos voluntários proteção suficiente para que eles não desenvolvessem a doença." Em relação à análise sintática do período acima, avalie as afirmativas a seguir: I.Há uma oração subordinada predicativa. II.O verbo "oferecer" está somente como verbo transitivo indireto. III."proteção suficiente" e "aos voluntários" são respectivamente objeto direto e objeto indireto. IV.Há 1 predicado nominal e 2 verbais. V."a doença" é complemento nominal. Estão corretas:

Questão 28 de 33 Q29 da prova
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 21 a 29. As pessoas que se voluntariam para serem infectadas por doenças Era um voluntariado incomum. Mas ali estavam eles: um grupo de jovens adultos, aguardando para serem atacados por mosquitos portadores de um parasita que mata mais de 600 mil pessoas todos os anos. O grupo havia concordado em fazer parte de um estudo médico do Instituto Jenner da Universidade de Oxford, no Reino Unido. Era o teste de uma nova vacina contra a malária. Conhecida como "R21", a vacina foi recebida com grande entusiasmo pelos cientistas, desde os primeiros anúncios. O teste ocorreu em 2017, mas o instituto vinha realizando experimentos similares com mosquitos desde 2001. Cada voluntário foi levado para um laboratório. Ali, sobre uma mesa, havia um pequeno recipiente, do tamanho de uma xícara de café, coberto por uma gaze. Dentro, havia cinco mosquitos barulhentos, importados da América do Norte e infectados com o parasita da malária. O voluntário colocaria seu braço contra o topo do recipiente, para que os mosquitos pudessem trabalhar, picando a pele do voluntário através da cobertura. À medida que os insetos sugavam o sangue da vítima voluntária, a saliva dos mosquitos, usada para evitar que sua refeição se coagule, poderia levar o parasita da malária para dentro da ferida. A esperança era que a vacina oferecesse aos voluntários proteção suficiente para que eles não desenvolvessem a doença. Este é um exemplo clássico do que é conhecido como estudo de infecção humana controlada. Neste tipo de experimento, os voluntários são deliberadamente expostos a uma doença. Pode parecer perigoso, talvez até imprudente, expor conscientemente uma pessoa a uma infecção que poderá deixá-la seriamente doente. Mas esta técnica se tornou popular nas últimas décadas, no setor de pesquisas médicas, e tem gerado resultados, com algumas conquistas médicas importantes. Os cientistas comprovaram que a vacina R21 apresenta eficácia de até 80% na prevenção da malária. Ela se tornou a segunda vacina contra a doença a ser recomendada pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Recentemente, as primeiras doses da vacina foram administradas a bebês na Costa do Marfim e no Sudão do Sul − dois países que perdem milhares de pessoas todos os anos em decorrência da doença. E, segundo os cientistas, tudo isso foi possível, em parte, porque os voluntários se dispuseram a expor seus braços àquelas xícaras repletas de mosquitos. "Ao longo dos últimos 20 anos, houve um notável renascimento dos estudos de infecção humana", afirma o professor de vacinologia Adrian Hill, diretor do Instituto Jenner. "Modelos de infecção têm sido usados para tudo, desde gripe até covid-19. É realmente muito importante." Agora, os cientistas tentam infectar voluntários deliberadamente com cada vez mais doenças, na esperança de desenvolver vacinas e tratamentos cada vez mais eficazes. Patógenos como zika, febre tifoide e cólera já foram usados em estudos de infecção humana controlada. E outros vírus estão entre os futuros candidatos, como o da hepatite C. Não existe um registro central de estudos de infecção humana controlada. Mas Hill estima que eles tenham contribuído com pelo menos 12 vacinas nas últimas duas décadas. Uma análise sistemática encontrou 308 estudos de infecção humana entre 1980 e 2021, que expuseram os participantes a patógenos vivos. Seus proponentes acreditam que os benefícios destes estudos superam amplamente os riscos, se forem corretamente conduzidos. Mas alguns testes recentes questionaram as fronteiras da ética médica, fazendo com que alguns cientistas importantes passassem a se sentir desconfortáveis com a velocidade de condução desses experimentos, que eram um tabu até pouco tempo atrás.

"um grupo de jovens adultos, aguardando para serem atacados por mosquitos portadores de um parasita que mata mais de 600 mil pessoas todos os anos." O verbo destacado na oração pode ficar flexionado no plural, como no exemplo, ou ficar no singular. Nos enunciados abaixo, identifique a opção em que a forma verbal destacada só poderá ficar flexionada no singular:

Questão 29 de 33 Q30 da prova

O texto narrativo é um tipo de texto que esboça as ações de personagens num determinado tempo e espaço. Entre os textos narrativos, um se caracteriza por ser escrito em prosa e ter uma extensão intermediária em comparação com outros gêneros. Como qualquer narrativa, possui narrador, personagens, enredo, tempo e espaço. O enredo geralmente gira em torno de um conflito central, mas pode incluir subtemas e complexidades adicionais. Trata-se de uma narrativa ficcional que apresenta uma história complexa e envolvente, com personagens bem desenvolvidos e uma trama cheia de reviravoltas. As características descritas acima referem-se ao texto narrativo denominado:

Questão 30 de 33 Q31 da prova

De acordo com a Lei Orgânica de São Miguel do Oeste/SC no Art. 14, o município está proibido de:

Questão 31 de 33 Q32 da prova

De acordo com o Art.10 da Lei Orgânica, a criação, organização, supressão ou fusão de distritos no município de São Miguel do Oeste depende de:

Questão 32 de 33 Q33 da prova

De acordo com a história do município, qual foi o papel das colonizadoras no processo de desenvolvimento de São Miguel do Oeste/SC antes da emancipação?

Questão 33 de 33 Q34 da prova

Segundo dados históricos, qual era a relação de São Miguel do Oeste/SC com o município de Mondaí antes da emancipação?

Acertos
Erros
33
Total