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Prova Professor de Anos Iniciais - Pref. Baixa Grande do Ribeiro/PI
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Questão 1 de 30 Q1 da prova
TEXTO PARA AS QUESTÕES DE 01 A 05.

Lancellotti no Planalto: "Pessoas em situação de rua não são anjos nem demônios"
Líder social, o padre Júlio Lancelotti participa nesta segunda-feira (11/12) da cerimônia de lançamento do plano de política nacional para pessoas em situação de rua, com destinação inicial de R$ 982 milhões.
Mayara Souto

O padre Júlio Lancelotti participa na manhã desta segunda-feira (11/12) da cerimônia de lançamento, no Palácio do Planalto, do “Plano Ruas Visíveis — pelo direito ao futuro da população em situação de rua”, projeto voltado para atender essa população, com destinação inicial de R$ 982 milhões. Em discurso, o religioso ressaltou a importância de ter a população de rua presente na cerimônia no local de trabalho do presidente da República e sendo tratada com humanidade. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ministro dos Direitos Humanos, Silvio Almeida, também estão presentes. “Quando nós olhamos a Declaração Universal de Direitos Humanos, diz que ‘ninguém será submetido a tortura ou tratamento desumano e degradante’. E isso está acontecendo no país, em como a população de rua é tratada. Nega-se a subjetividade, o gênero, o sentimento e tudo aquilo que eles carregam. As pessoas em situação de rua não são anjos, nem demônios. São pessoas e devem ser tratadas como tal”, declarou Lancelotti durante o discurso. Ao iniciar a fala, ele ainda citou indiretamente os ataques aos Três Poderes no dia 8 de janeiro. “A população de rua está aqui no Planalto e não haverá nenhum arranhão como houve (durante os atos golpistas)”, afirmou. O padre finalizou a participação mandando uma mensagem à população de rua: “Meus irmãos e irmãs, força e coragem, ninguém desanime, a luta é árdua”. Ele foi ovacionado pelo público que acompanha o evento.

Pode-se depreender da fala de Padre Júlio Lancelloti "Pessoas em situação de rua não são anjos nem demônios" que

Questão 2 de 30 Q2 da prova
TEXTO PARA AS QUESTÕES DE 01 A 05.

Lancellotti no Planalto: "Pessoas em situação de rua não são anjos nem demônios"
Líder social, o padre Júlio Lancelotti participa nesta segunda-feira (11/12) da cerimônia de lançamento do plano de política nacional para pessoas em situação de rua, com destinação inicial de R$ 982 milhões.
Mayara Souto

O padre Júlio Lancelotti participa na manhã desta segunda-feira (11/12) da cerimônia de lançamento, no Palácio do Planalto, do “Plano Ruas Visíveis — pelo direito ao futuro da população em situação de rua”, projeto voltado para atender essa população, com destinação inicial de R$ 982 milhões. Em discurso, o religioso ressaltou a importância de ter a população de rua presente na cerimônia no local de trabalho do presidente da República e sendo tratada com humanidade. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ministro dos Direitos Humanos, Silvio Almeida, também estão presentes. “Quando nós olhamos a Declaração Universal de Direitos Humanos, diz que ‘ninguém será submetido a tortura ou tratamento desumano e degradante’. E isso está acontecendo no país, em como a população de rua é tratada. Nega-se a subjetividade, o gênero, o sentimento e tudo aquilo que eles carregam. As pessoas em situação de rua não são anjos, nem demônios. São pessoas e devem ser tratadas como tal”, declarou Lancelotti durante o discurso. Ao iniciar a fala, ele ainda citou indiretamente os ataques aos Três Poderes no dia 8 de janeiro. “A população de rua está aqui no Planalto e não haverá nenhum arranhão como houve (durante os atos golpistas)”, afirmou. O padre finalizou a participação mandando uma mensagem à população de rua: “Meus irmãos e irmãs, força e coragem, ninguém desanime, a luta é árdua”. Ele foi ovacionado pelo público que acompanha o evento.

A palavra destacada no trecho “Nega-se a subjetividade, o gênero, o sentimento e tudo aquilo que eles carregam.” apresenta, no contexto, o significado de

Questão 3 de 30 Q3 da prova
TEXTO PARA AS QUESTÕES DE 01 A 05.

Lancellotti no Planalto: "Pessoas em situação de rua não são anjos nem demônios"
Líder social, o padre Júlio Lancelotti participa nesta segunda-feira (11/12) da cerimônia de lançamento do plano de política nacional para pessoas em situação de rua, com destinação inicial de R$ 982 milhões.
Mayara Souto

O padre Júlio Lancelotti participa na manhã desta segunda-feira (11/12) da cerimônia de lançamento, no Palácio do Planalto, do “Plano Ruas Visíveis — pelo direito ao futuro da população em situação de rua”, projeto voltado para atender essa população, com destinação inicial de R$ 982 milhões. Em discurso, o religioso ressaltou a importância de ter a população de rua presente na cerimônia no local de trabalho do presidente da República e sendo tratada com humanidade. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ministro dos Direitos Humanos, Silvio Almeida, também estão presentes. “Quando nós olhamos a Declaração Universal de Direitos Humanos, diz que ‘ninguém será submetido a tortura ou tratamento desumano e degradante’. E isso está acontecendo no país, em como a população de rua é tratada. Nega-se a subjetividade, o gênero, o sentimento e tudo aquilo que eles carregam. As pessoas em situação de rua não são anjos, nem demônios. São pessoas e devem ser tratadas como tal”, declarou Lancelotti durante o discurso. Ao iniciar a fala, ele ainda citou indiretamente os ataques aos Três Poderes no dia 8 de janeiro. “A população de rua está aqui no Planalto e não haverá nenhum arranhão como houve (durante os atos golpistas)”, afirmou. O padre finalizou a participação mandando uma mensagem à população de rua: “Meus irmãos e irmãs, força e coragem, ninguém desanime, a luta é árdua”. Ele foi ovacionado pelo público que acompanha o evento.

As ideias da introdução apresentam o objetivo de

Questão 4 de 30 Q4 da prova
TEXTO PARA AS QUESTÕES DE 01 A 05.

Lancellotti no Planalto: "Pessoas em situação de rua não são anjos nem demônios"
Líder social, o padre Júlio Lancelotti participa nesta segunda-feira (11/12) da cerimônia de lançamento do plano de política nacional para pessoas em situação de rua, com destinação inicial de R$ 982 milhões.
Mayara Souto

O padre Júlio Lancelotti participa na manhã desta segunda-feira (11/12) da cerimônia de lançamento, no Palácio do Planalto, do “Plano Ruas Visíveis — pelo direito ao futuro da população em situação de rua”, projeto voltado para atender essa população, com destinação inicial de R$ 982 milhões. Em discurso, o religioso ressaltou a importância de ter a população de rua presente na cerimônia no local de trabalho do presidente da República e sendo tratada com humanidade. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ministro dos Direitos Humanos, Silvio Almeida, também estão presentes. “Quando nós olhamos a Declaração Universal de Direitos Humanos, diz que ‘ninguém será submetido a tortura ou tratamento desumano e degradante’. E isso está acontecendo no país, em como a população de rua é tratada. Nega-se a subjetividade, o gênero, o sentimento e tudo aquilo que eles carregam. As pessoas em situação de rua não são anjos, nem demônios. São pessoas e devem ser tratadas como tal”, declarou Lancelotti durante o discurso. Ao iniciar a fala, ele ainda citou indiretamente os ataques aos Três Poderes no dia 8 de janeiro. “A população de rua está aqui no Planalto e não haverá nenhum arranhão como houve (durante os atos golpistas)”, afirmou. O padre finalizou a participação mandando uma mensagem à população de rua: “Meus irmãos e irmãs, força e coragem, ninguém desanime, a luta é árdua”. Ele foi ovacionado pelo público que acompanha o evento.

Para valorizar a figura do padre Júlio Lancelotti, a autora utiliza

Questão 5 de 30 Q5 da prova
TEXTO PARA AS QUESTÕES DE 01 A 05.

Lancellotti no Planalto: "Pessoas em situação de rua não são anjos nem demônios"
Líder social, o padre Júlio Lancelotti participa nesta segunda-feira (11/12) da cerimônia de lançamento do plano de política nacional para pessoas em situação de rua, com destinação inicial de R$ 982 milhões.
Mayara Souto

O padre Júlio Lancelotti participa na manhã desta segunda-feira (11/12) da cerimônia de lançamento, no Palácio do Planalto, do “Plano Ruas Visíveis — pelo direito ao futuro da população em situação de rua”, projeto voltado para atender essa população, com destinação inicial de R$ 982 milhões. Em discurso, o religioso ressaltou a importância de ter a população de rua presente na cerimônia no local de trabalho do presidente da República e sendo tratada com humanidade. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ministro dos Direitos Humanos, Silvio Almeida, também estão presentes. “Quando nós olhamos a Declaração Universal de Direitos Humanos, diz que ‘ninguém será submetido a tortura ou tratamento desumano e degradante’. E isso está acontecendo no país, em como a população de rua é tratada. Nega-se a subjetividade, o gênero, o sentimento e tudo aquilo que eles carregam. As pessoas em situação de rua não são anjos, nem demônios. São pessoas e devem ser tratadas como tal”, declarou Lancelotti durante o discurso. Ao iniciar a fala, ele ainda citou indiretamente os ataques aos Três Poderes no dia 8 de janeiro. “A população de rua está aqui no Planalto e não haverá nenhum arranhão como houve (durante os atos golpistas)”, afirmou. O padre finalizou a participação mandando uma mensagem à população de rua: “Meus irmãos e irmãs, força e coragem, ninguém desanime, a luta é árdua”. Ele foi ovacionado pelo público que acompanha o evento.

Na frase “A população de rua está aqui no Planalto e não haverá nenhum arranhão como houve (durante os atos golpistas)”, o termo destacado apresenta o valor semântico de

Questão 6 de 30 Q6 da prova

Analise o cartaz abaixo. No trecho “Protejam o Padre Júlio Lancellotti”, a forma verbal destaca contém:

Questão 7 de 30 Q7 da prova

Observe trecho: “80% dos consumidores atuais preferem o celular à televisão.” Analisando o trecho podemos dizer que a concordância está

Questão 8 de 30 Q8 da prova

No que se refere à estrutura morfossintática das orações abaixo, é CORRETO afirmar que

Questão 9 de 30 Q9 da prova

Assinale a alternativa em que a regência está de acordo com a norma padrão:

Questão 10 de 30 Q10 da prova

Assinale a alternativa em que a classificação do vício de linguagem está incorreto:

Questão 11 de 30 Q11 da prova

A Lei de Diretrizes e Bases estabelece que a educação, dever da família e do Estado, inspirada nos princípios de e nos ideais de, tem por finalidade o pleno desenvolvimento do educando, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho. Os termos que preenchem corretamente as lacunas acima são:

Questão 12 de 30 Q12 da prova

No art. 3º da Lei de Diretrizes e Bases da Educação, a educação infantil será oferecida em creches, ou entidades equivalentes, para crianças de até três anos de idade e em pré-escolas para crianças de:

Questão 13 de 30 Q13 da prova

Uma determinada escola irá elaborar o seu projeto político-pedagógico e, precisa se atentar para os princípios que embasam sua formulação, entre os quais estão: I. Igualdade e qualidade. II. Profissionalização docente. III. Liberdade. IV. Padronização de ideias. V. Gestão Democrática. Estão corretas as afirmativas:

Questão 14 de 30 Q14 da prova

Segundo Libâneo, o é um detalhamento do plano de ensino que evita improvisação. A lacuna acima é preenchida corretamente por:

Questão 15 de 30 Q15 da prova

A estratégia 7.8 “desenvolver indicadores específicos de avaliação da qualidade da educação especial, bem como da qualidade da educação bilíngue para surdos” contida no Plano Nacional de Educação faz parte da meta:

Questão 16 de 30 Q16 da prova

Instância que participa da execução do Plano Nacional de Educação, bem como realiza monitoramento contínuo e avaliações periódicas acerca do cumprimento das metas:

Questão 17 de 30 Q17 da prova

O professor é a figura central do processo educativo, único responsável pela organização dos conteúdos e seleção das estratégias de ensino. Ele também se apresenta como o detentor da autoridade, exigindo dos estudantes uma atitude receptiva, passiva e controlando opressivamente os processos de comunicação na sala de aula. As ações de ensino estão centradas na exposição e transmissão oral dos conteúdos pelo docente, atendendo a uma sequência pré-definida e a um rigoroso e inflexível controle do tempo. O texto refere-se à:

Questão 18 de 30 Q18 da prova

A proposta pedagógica criada por Ovide Decroly, conhecido pelos seus estudos sobre a psicologia infantil, principalmente sobre o desenvolvimento da criança e a preservação de sua liberdade. Neste sentido, o ensino que incorpora os princípios dos centros de interesse, se organizam de modo a potencializar três eixos importantes da aprendizagem:

Questão 19 de 30 Q19 da prova

A condição do processo de ensino requer uma clara e segura compreensão do processo de aprendizagem, ou seja, deseja entender como as pessoas aprendem e quais as condições que influenciam para esse aprendizado. Sendo assim Libâneo (1994) ressalta que podemos distinguir a aprendizagem em dois tipos: aprendizagem intencional e a aprendizagem subjetiva. A afirmação está:

Questão 20 de 30 Q20 da prova

Leia as assertivas abaixo e analise: - Para Uranga (2014), o Brasil tem perdido qualidade no ensino pela sobrevalorização das habilidades cognitivas em detrimento das habilidades socioemocionais. Há indícios de que a carência dessas habilidades tem impactado negativamente o resultado dos alunos brasileiros em provas como o Programme for International Student Assessment (PISA, 2018). Assim, - A inteligência emocional não é importante somente pelos aspectos emocionais desenvolvidos, mas também é potencialmente ampliadora do desenvolvimento cognitivo.

Questão 21 de 30 Q21 da prova
Leia o excerto a seguir para responder as questões 21 e 22.

A teoria psicogenética de Henri Wallon traz valiosas contribuições para o âmbito educacional. Wallon não propõe uma teoria pedagógica, mas sua obra proporciona possibilidades de estudos sobre a educação. De acordo com seus textos, é possível fazer uma análise sobre a educação e como fazer inferências a partir de sua psicogenética e da sua atuação como professor.

De acordo com Wallon (2008) o desenvolvimento humano é marcado por estágios. Segundo o autor, o que distingue os estágios entre si é um estilo particular de comportamento. Dos seis aos onze anos, o professor dos anos iniciais se depara com a consolidação da função simbólica e a diferenciação da personalidade adquiridas no estágio anterior que trazem progressos para evolução mental nessa fase. Nesse estágio, a criança continua a desenvolver suas capacidades motoras e afetivas, mas seu comportamento é determinado pelo desenvolvimento intelectual. A criança nesse período adquire um conhecimento mais integral de si mesma. Uma das características principais desse estágio é a capacidade de autodisciplina mental: a atenção. Essa capacidade permite que ela fique mais atenta nas atividades de seu interesse. Esse estágio é chamado de:

Questão 22 de 30 Q22 da prova
Leia o excerto a seguir para responder as questões 21 e 22.

A teoria psicogenética de Henri Wallon traz valiosas contribuições para o âmbito educacional. Wallon não propõe uma teoria pedagógica, mas sua obra proporciona possibilidades de estudos sobre a educação. De acordo com seus textos, é possível fazer uma análise sobre a educação e como fazer inferências a partir de sua psicogenética e da sua atuação como professor.

É notório o quão importante são as contribuições de Wallon para a educação. Ele destaca que a psicogênese humana está ligada a duas condições, que são o orgânico e meio e que é através do que a criança aprende os recursos para desenvolver suas ações e ao mesmo tempo aplica o que foi aprendido. Dessa forma, é necessário que a escola planeje a estrutura do ambiente escolar para possibilitar a promoção do desenvolvimento da criança. A palavra que completa corretamente o pensamento do autor é:

Questão 23 de 30 Q23 da prova

Leia o trecho, abaixo: As metodologias ativas surgiram na década de 1980 como alternativa a uma tradição de aprendizagem passiva, onde a apresentação oral dos conteúdos, por parte do professor, se constituía como única estratégia didática. [...]Estas metodologias envolvem métodos e técnicas que estimulam a interação aluno-professor, aluno-aluno e aluno-materiais/recursos didáticos e apostam, quase sempre, na aprendizagem em ambiente colaborativo, levando o aluno a responsabilizar-se pela construção do seu conhecimento. (MORA, ROSA, 2018, p. 261-276). Sobre metodologias ativas no processo de ensino aprendizagem é correto afirmar:

Questão 24 de 30 Q24 da prova

Os egípcios desenvolveram dois sistemas diferentes de numeração, isto é, maneiras próprias para representar os números por escrito, que recorriam aos dois modos distintos disponíveis para a escrita, hieróglifo e hierático. Na dinâmica de organização do sistema hieróglifo, cada uma das primeiras potências de 10 era indicada por um símbolo distinto, e os outros números inteiros que não tivessem uma representação em potências de 10 eram referenciados pela repetição conveniente daqueles mesmos símbolos, conforme a figura abaixo: Ao apresentar a Matemática como uma criação humana, ao discutir com os alunos o surgimento de alguns conceitos e processos matemáticos, de acordo com a necessidade de cada cultura, o docente tem a oportunidade de contribuir no desenvolvimento de atitudes e valores propícios por meio de um recurso chamado:

Questão 25 de 30 Q25 da prova

Por meio do componente curricular de História, os estudantes dos anos iniciais podem encontrar uma forma interessante de conhecer o mundo, de entender-se como cidadãos e de serem atuantes na construção do espaço em que vive. Portanto, o ensino de História nos anos iniciais da educação básica possibilita ao aluno ferramentas para a leitura do mundo ao seu redor, para se sentirem inseridos em seu lugar, compreendendo os problemas em sua volta, por isso é fundamental que a disciplina: I- estimule a autonomia do pensamento e compreenda que os indivíduos da sociedade agem de acordo com a época e o lugar nos quais vivem. II- utilize diferentes fontes e tipos de documentos, tais como escritos, iconográficos, materiais e imateriais para facilitar a compreensão da relação tempo e espaço. III- ensine, apenas, datas cívicas ou exaltar heróis nacionais. Estão corretas as afirmações contidas em:

Questão 26 de 30 Q26 da prova

A confecção de um relógio solar com alunos dos anos iniciais, possibilita a aprendizagem de conceitos de Geografia, como os movimentos da Terra (rotação, translação), latitude e longitude, movimento aparente do Sol, além de diversas outras áreas que podem se apropriar da metodologia para construir um ensino de forma lúdica e interdisciplinar. O ensino da geografia como o descrito acima, baseado na Base Nacional Comum Curricular, permite ao professor:

Questão 27 de 30 Q27 da prova

A Psicogênese da Língua Escrita trata-se de uma teoria que foi desenvolvida pela psicóloga e estudiosa Emília Ferreiro e por Ana Teberosky. Ao pesquisar sobre o insucesso escolar de diversos países, as teóricas apoiaram-se sobre os estudos de Jean Piaget e chegaram à conclusão de que as crianças constroem várias hipóteses acerca do sistema de escrita, sem ter um conhecimento total sobre o sistema alfabético. A Psicogênese da Língua Escrita se encontra dividida em quatro níveis: Pré-silábico, Silábico, Silábico Alfabético e Alfabético. Observe a atividade abaixo: Analisando a atividade, pode-se dizer que a criança se encontra no nível:

Questão 28 de 30 Q28 da prova

O esquema abaixo representa os vários tipos de letramento, como o letramento digital, o letramento visual e o letramento crítico, dentro de um contexto que permite que eles estejam interrelacionados, e não, utilizados como meios excludentes ou interdependentes, compondo um guarda-chuva chamado de:

Questão 29 de 30 Q29 da prova
Texto base para responder as questões 29 e 30.

Ao utilizar estratégias como a descrita acima, os professores estão preparando as crianças para o contato com a palavra escrita e com a prática da leitura por meio da:

Questão 30 de 30 Q30 da prova
Texto base para responder as questões 29 e 30.

Estudos que investigaram o desenvolvimento da habilidade a ser desenvolvida pela atividade acima, permitem afirmar que a idade mínima para o seu início gira em torno de 2 a 3 anos de idade, sendo ainda uma questão empírica, mas que favorece a obtenção de sucesso no aprendizado da leitura. Esse trabalho pode começar com:

Acertos
Erros
30
Total