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Prova Professor - Anos Iniciais - Pref. Tupanciretã/RS
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Questão 1 de 40 Q1 da prova
Até cerca de 8000 a.C., as pessoas viveram como nômades, sem separar o trabalho das outras instâncias da vida. Andar de lá para cá, caçando, pescando e coletando alimentos, como frutas e raízes, era a vida e a vida era trabalho. Não se trabalhava além do necessário para a alimentação, já que ninguém pensava em acumular bens e não era possível armazenar nem transportar excedentes. Tudo era feito em comunidade. Socialização, trabalho e lazer formavam um fluxo integrado de atividades, incluindo a fabricação de armas e ferramentas muito simples. Os bandos de caçadores e coletores, que tinham de 15 a 20 pessoas, esgotavam os recursos de uma área e moviam-se para outra, de forma circular, sempre retornando aos mesmos lugares. O conteúdo lúdico nessas andanças, embora suposição, é muito provável, a julgar pelo que ocorre quando hoje as pessoas vão pescar ou fazer trilha. Esse estilo de vida não está tão longe de nós. Os nativos brasileiros, quando os portugueses chegaram, viviam desse jeito. Os caçadores-coletores andavam na natureza, comiam, conversavam e brincavam, apesar dos riscos oferecidos pelo terreno, pelos animais e por outros grupos. Nunca mais a vida da humanidade foi simples assim — e nem tão divertida, apesar de perigosa. O trabalho era dividido entre homens e mulheres. Com a expectativa de vida muito curta, as mulheres passavam a maior parte dela cuidando da reprodução, o que prejudicava sua mobilidade e capacidade de participar das atividades de caça. No entanto, elas eram mais eficientes. Especializando-se em apanhar frutas e pequenos animais, que formavam a maior parte da dieta, contribuíam mais para a sobrevivência do grupo do que a caça de grandes animais, que era praticada pelos homens. Se os homens de sua família se organizassem, seriam capazes de caçar mamutes ou javalis de vez em quando e haveria churrasco. Nesses bandos, a desigualdade entre os sexos era decorrente dos papéis. Os homens eram fornecedores da carne dos grandes animais, representantes nas trocas e guerreiros nos conflitos com outros grupos. Os mais velhos, com dificuldades físicas, dedicavam-se a fabricar armas e ferramentas. O insucesso de um grupo ou família em um dia não impedia que participasse do que outros haviam conseguido. A desigualdade tinha muito mais a ver com biologia do que qualquer outro critério. Não havendo acumulação de excedentes, não havia classes sociais baseadas no critério da distribuição da riqueza. O compartilhamento e a solidariedade eram precondições para a sobrevivência desses grupos. A diferenciação em classes só veio a ocorrer quando esses grupos de nômades se estabilizaram e transformaram-se em agricultores e moradores de cidades. (Fonte: Maximiano, Amaru. 2014 — adaptado.)

Sobre os aspectos gerais do texto lido, analisar os itens: I. Até cerca de 8000 a.C., o trabalho tinha como propósito a alimentação. II. O nomadismo dos caçadores e coletores é associado, hoje, às atividades de pesca e de fazer trilha. III. A desigualdade entre os sexos existente há milhares de anos era decorrente da acumulação de excedentes entre grupos. Estão CORRETOS:

Questão 2 de 40 Q2 da prova
Até cerca de 8000 a.C., as pessoas viveram como nômades, sem separar o trabalho das outras instâncias da vida. Andar de lá para cá, caçando, pescando e coletando alimentos, como frutas e raízes, era a vida e a vida era trabalho. Não se trabalhava além do necessário para a alimentação, já que ninguém pensava em acumular bens e não era possível armazenar nem transportar excedentes. Tudo era feito em comunidade. Socialização, trabalho e lazer formavam um fluxo integrado de atividades, incluindo a fabricação de armas e ferramentas muito simples. Os bandos de caçadores e coletores, que tinham de 15 a 20 pessoas, esgotavam os recursos de uma área e moviam-se para outra, de forma circular, sempre retornando aos mesmos lugares. O conteúdo lúdico nessas andanças, embora suposição, é muito provável, a julgar pelo que ocorre quando hoje as pessoas vão pescar ou fazer trilha. Esse estilo de vida não está tão longe de nós. Os nativos brasileiros, quando os portugueses chegaram, viviam desse jeito. Os caçadores-coletores andavam na natureza, comiam, conversavam e brincavam, apesar dos riscos oferecidos pelo terreno, pelos animais e por outros grupos. Nunca mais a vida da humanidade foi simples assim — e nem tão divertida, apesar de perigosa. O trabalho era dividido entre homens e mulheres. Com a expectativa de vida muito curta, as mulheres passavam a maior parte dela cuidando da reprodução, o que prejudicava sua mobilidade e capacidade de participar das atividades de caça. No entanto, elas eram mais eficientes. Especializando-se em apanhar frutas e pequenos animais, que formavam a maior parte da dieta, contribuíam mais para a sobrevivência do grupo do que a caça de grandes animais, que era praticada pelos homens. Se os homens de sua família se organizassem, seriam capazes de caçar mamutes ou javalis de vez em quando e haveria churrasco. Nesses bandos, a desigualdade entre os sexos era decorrente dos papéis. Os homens eram fornecedores da carne dos grandes animais, representantes nas trocas e guerreiros nos conflitos com outros grupos. Os mais velhos, com dificuldades físicas, dedicavam-se a fabricar armas e ferramentas. O insucesso de um grupo ou família em um dia não impedia que participasse do que outros haviam conseguido. A desigualdade tinha muito mais a ver com biologia do que qualquer outro critério. Não havendo acumulação de excedentes, não havia classes sociais baseadas no critério da distribuição da riqueza. O compartilhamento e a solidariedade eram precondições para a sobrevivência desses grupos. A diferenciação em classes só veio a ocorrer quando esses grupos de nômades se estabilizaram e transformaram-se em agricultores e moradores de cidades. (Fonte: Maximiano, Amaru. 2014 — adaptado.)

Pela estruturação do texto, observa-se que ele foi organizado em quatro parágrafos. Tendo em vista a leitura dos segmentos textuais, com relação à informação apresentada, assinalar a alternativa INCORRETA:

Questão 3 de 40 Q3 da prova
Até cerca de 8000 a.C., as pessoas viveram como nômades, sem separar o trabalho das outras instâncias da vida. Andar de lá para cá, caçando, pescando e coletando alimentos, como frutas e raízes, era a vida e a vida era trabalho. Não se trabalhava além do necessário para a alimentação, já que ninguém pensava em acumular bens e não era possível armazenar nem transportar excedentes. Tudo era feito em comunidade. Socialização, trabalho e lazer formavam um fluxo integrado de atividades, incluindo a fabricação de armas e ferramentas muito simples. Os bandos de caçadores e coletores, que tinham de 15 a 20 pessoas, esgotavam os recursos de uma área e moviam-se para outra, de forma circular, sempre retornando aos mesmos lugares. O conteúdo lúdico nessas andanças, embora suposição, é muito provável, a julgar pelo que ocorre quando hoje as pessoas vão pescar ou fazer trilha. Esse estilo de vida não está tão longe de nós. Os nativos brasileiros, quando os portugueses chegaram, viviam desse jeito. Os caçadores-coletores andavam na natureza, comiam, conversavam e brincavam, apesar dos riscos oferecidos pelo terreno, pelos animais e por outros grupos. Nunca mais a vida da humanidade foi simples assim — e nem tão divertida, apesar de perigosa. O trabalho era dividido entre homens e mulheres. Com a expectativa de vida muito curta, as mulheres passavam a maior parte dela cuidando da reprodução, o que prejudicava sua mobilidade e capacidade de participar das atividades de caça. No entanto, elas eram mais eficientes. Especializando-se em apanhar frutas e pequenos animais, que formavam a maior parte da dieta, contribuíam mais para a sobrevivência do grupo do que a caça de grandes animais, que era praticada pelos homens. Se os homens de sua família se organizassem, seriam capazes de caçar mamutes ou javalis de vez em quando e haveria churrasco. Nesses bandos, a desigualdade entre os sexos era decorrente dos papéis. Os homens eram fornecedores da carne dos grandes animais, representantes nas trocas e guerreiros nos conflitos com outros grupos. Os mais velhos, com dificuldades físicas, dedicavam-se a fabricar armas e ferramentas. O insucesso de um grupo ou família em um dia não impedia que participasse do que outros haviam conseguido. A desigualdade tinha muito mais a ver com biologia do que qualquer outro critério. Não havendo acumulação de excedentes, não havia classes sociais baseadas no critério da distribuição da riqueza. O compartilhamento e a solidariedade eram precondições para a sobrevivência desses grupos. A diferenciação em classes só veio a ocorrer quando esses grupos de nômades se estabilizaram e transformaram-se em agricultores e moradores de cidades. (Fonte: Maximiano, Amaru. 2014 — adaptado.)

Uma outra maneira de reescrevermos o trecho: “[...] Com a expectativa de vida muito curta, as mulheres passavam a maior parte dela cuidando da reprodução, o que prejudicava sua mobilidade e capacidade de participar das atividades de caça. [...]” (3º parágrafo), respeitando-se a lógica textual e as normas gramaticais, é:

Questão 4 de 40 Q4 da prova
Até cerca de 8000 a.C., as pessoas viveram como nômades, sem separar o trabalho das outras instâncias da vida. Andar de lá para cá, caçando, pescando e coletando alimentos, como frutas e raízes, era a vida e a vida era trabalho. Não se trabalhava além do necessário para a alimentação, já que ninguém pensava em acumular bens e não era possível armazenar nem transportar excedentes. Tudo era feito em comunidade. Socialização, trabalho e lazer formavam um fluxo integrado de atividades, incluindo a fabricação de armas e ferramentas muito simples. Os bandos de caçadores e coletores, que tinham de 15 a 20 pessoas, esgotavam os recursos de uma área e moviam-se para outra, de forma circular, sempre retornando aos mesmos lugares. O conteúdo lúdico nessas andanças, embora suposição, é muito provável, a julgar pelo que ocorre quando hoje as pessoas vão pescar ou fazer trilha. Esse estilo de vida não está tão longe de nós. Os nativos brasileiros, quando os portugueses chegaram, viviam desse jeito. Os caçadores-coletores andavam na natureza, comiam, conversavam e brincavam, apesar dos riscos oferecidos pelo terreno, pelos animais e por outros grupos. Nunca mais a vida da humanidade foi simples assim — e nem tão divertida, apesar de perigosa. O trabalho era dividido entre homens e mulheres. Com a expectativa de vida muito curta, as mulheres passavam a maior parte dela cuidando da reprodução, o que prejudicava sua mobilidade e capacidade de participar das atividades de caça. No entanto, elas eram mais eficientes. Especializando-se em apanhar frutas e pequenos animais, que formavam a maior parte da dieta, contribuíam mais para a sobrevivência do grupo do que a caça de grandes animais, que era praticada pelos homens. Se os homens de sua família se organizassem, seriam capazes de caçar mamutes ou javalis de vez em quando e haveria churrasco. Nesses bandos, a desigualdade entre os sexos era decorrente dos papéis. Os homens eram fornecedores da carne dos grandes animais, representantes nas trocas e guerreiros nos conflitos com outros grupos. Os mais velhos, com dificuldades físicas, dedicavam-se a fabricar armas e ferramentas. O insucesso de um grupo ou família em um dia não impedia que participasse do que outros haviam conseguido. A desigualdade tinha muito mais a ver com biologia do que qualquer outro critério. Não havendo acumulação de excedentes, não havia classes sociais baseadas no critério da distribuição da riqueza. O compartilhamento e a solidariedade eram precondições para a sobrevivência desses grupos. A diferenciação em classes só veio a ocorrer quando esses grupos de nômades se estabilizaram e transformaram-se em agricultores e moradores de cidades. (Fonte: Maximiano, Amaru. 2014 — adaptado.)

No 1º parágrafo, no trecho: “[...] Os bandos de caçadores e coletores, que tinham de 15 a 20 pessoas, esgotavam os recursos de uma área [...]”, o verbo sublinhado só NÃO poderia ser trocado por:

Questão 5 de 40 Q5 da prova

Assinalar a alternativa na qual a regência nominal está CORRETA:

Questão 6 de 40 Q6 da prova

Assinalar a alternativa na qual os tempos verbais NÃO estão correlatos:

Questão 7 de 40 Q7 da prova

De acordo com o gramático Celso Cunha, os “adjetivos de relação são de natureza classificatória objetiva e não admitem variação de grau.” Adjetivos de relação, então, não expressam subjetividade e não são de natureza qualificadora. Por exemplo, temos “vinho chileno”, em que “chileno” determina a origem do vinho, classificando-o como tal. Com base nisso, assinalar a alternativa em que temos a presença de um adjetivo de relação:

Questão 8 de 40 Q8 da prova

“Só se pode alcançar um grande êxito quando nos mantemos fiéis a nós mesmos.” (Nietzsche) Sobre a estruturação desse pensamento, assinalar a alternativa INCORRETA:

Questão 9 de 40 Q9 da prova

Em relação à frase “Os melhores conselhos são os que me dão os meus avós.”, analisar os itens abaixo: I. “Os melhores conselhos” é o sujeito. II. “Melhores” é o núcleo do sujeito. III. “Os melhores conselhos” cumpre função de adjunto adnominal. Está(ão) CORRETO(S):

Questão 10 de 40 Q10 da prova

Às vezes, diferenciar uma expressão preposicionada em adjunto adnominal ou complemento nominal não é tão simples, pois pode haver duplicidade de sentido, se não houver um contexto explicativo. Nesse sentido, assinalar a alternativa na qual NÃO é possível distinguirmos o termo sublinhado em adjunto adnominal ou complemento nominal:

Questão 11 de 40 Q11 da prova

O dióxido de enxofre (SO2) é um poluente atmosférico emitido em processos industriais e de combustão. Nas áreas urbanas, qual das seguintes é a principal fonte de emissão desse gás?

Questão 12 de 40 Q12 da prova

O feminicídio é um crime que envolve a morte de mulheres, frequentemente em um contexto de violência doméstica ou discriminação. Qual é a principal motivação por trás do feminicídio?

Questão 13 de 40 Q13 da prova

Uma nova forma de realizar pagamentos e transferências foi introduzida nos últimos anos pelo Banco Central do Brasil, a qual já representa cerca de 30% das transações financeiras realizadas no país. Essa tecnologia é chamada de:

Questão 14 de 40 Q14 da prova

Com relação às funcionalidades presentes no Microsoft Word 2019, marcar C para as afirmativas Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:

Questão 15 de 40 Q15 da prova

Tipo de memória de pequena capacidade, porém muito rápida, contida na CPU; utilizada no armazenamento temporário durante o processamento; está no topo da hierarquia de memória, sendo assim, é o meio mais rápido e caro de se armazenar um dado. O trecho faz referência à(ao):

Questão 16 de 40 Q16 da prova

No sistema operacional Windows 10, o gerenciamento de janelas pode ser aprimorado usando um recurso específico. Esse recurso permite uma melhor organização das janelas abertas. Basta arrastar uma janela para o topo da tela que ela é maximizada. Da mesma forma, ao arrastar a janela para uma das laterais, ela é dividida de modo a ocupar metade do monitor. O nome desse recurso é:

Questão 17 de 40 Q17 da prova

Os salários de quatro professores de uma determinada escola foram listados. Agora, é necessário calcular a média aritmética desses valores. Salários: • R$ 1.600,00 • R$ 1.408,00 • R$ 1.505,00 • R$ 1.207,00 Qual é a média salarial desses professores?

Questão 18 de 40 Q18 da prova

Três operários estavam conversando. Cada um deles fez uma afirmação: • Hoje não é segunda-feira. • Ontem foi domingo. • Amanhã será terça-feira. Sabe-se que somente um desses operários não falou a verdade. Sendo assim, assinalar a alternativa que indique sobre qual o dia da semana que esses operários estavam falando:

Questão 19 de 40 Q19 da prova

Em conformidade com a Constituição Federal, a República Federativa do Brasil rege-se nas suas relações internacionais por alguns princípios, entre os quais estão: I. Independência nacional. II. Solução pacífica dos conflitos. III. Inclinação ao terrorismo e ao racismo. IV. Censura de asilo político. Estão CORRETOS:

Questão 20 de 40 Q20 da prova

Segundo a Lei Orgânica do Município, o Vereador investido no cargo de Secretário ou função equivalente não perde o mandato, desde que:

Questão 21 de 40 Q21 da prova

Segundo a Lei Orgânica do Município, sobre as competências do Município, no exercício de sua autonomia, marcar C para as afirmativas Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:

Questão 22 de 40 Q22 da prova

Em relação à Lei Municipal nº 3.320/2012 — Regime Jurídico dos Servidores Públicos do Município, sobre as formas de provimento de cargos públicos, numerar a 2ª coluna de acordo com a 1ª e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:

Questão 23 de 40 Q23 da prova

Em conformidade com a Lei Municipal nº 3.320/2012 — Regime Jurídico dos Servidores Públicos do Município, a respeito das indenizações, numerar a 2ª coluna de acordo com a 1ª e, após, assinalar a alternativa que apresenta sequência CORRETA:

Questão 24 de 40 Q24 da prova

Segundo a Lei Municipal nº 3.320/2012 — Regime Jurídico dos Servidores Públicos do Município, sobre os itens por meio dos quais a vacância do cargo ocorrerá, analisar os itens abaixo: I. Exoneração. II. Falecimento. III. Repouso semanal. IV. Férias. Está(ão) CORRETO(S):

Questão 25 de 40 Q25 da prova

A Lei nº 8.069/1990 dispõe sobre o Estatuto da Criança e do Adolescente e dá outras providências. Conforme prevê expressamente a Lei, assinalar a alternativa CORRETA:

Questão 26 de 40 Q26 da prova

A Lei nº 13.146/2015 — Estatuto da Pessoa com Deficiência declara que toda pessoa com deficiência tem direito à igualdade de oportunidades com as demais pessoas e não sofrerá nenhuma espécie de discriminação. Nestes termos, conforme previsto expressamente em Lei, assinalar a alternativa CORRETA:

Questão 27 de 40 Q27 da prova

De acordo com a Lei nº 9.394/1996 — Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, sobre o Ensino Fundamental, analisar os itens abaixo: I. O currículo do Ensino Fundamental incluirá, facultativamente, conteúdo que trate dos direitos das crianças e dos adolescentes, tendo como diretriz a Lei nº 8.069, de 13 de julho de 1990, que institui o Estatuto da Criança e do Adolescente, observadas a produção e a distribuição de material didático adequado. II. O estudo sobre os símbolos nacionais será incluído como tema transversal nos currículos do Ensino Fundamental. III. O Ensino Religioso, de matrícula obrigatória, é parte integrante da formação básica do cidadão e constitui disciplina dos horários normais das escolas públicas de Ensino Fundamental, assegurado o respeito à diversidade cultural religiosa do Brasil e vedadas quaisquer formas de proselitismo. Está(ão) CORRETO(S):

Questão 28 de 40 Q28 da prova

Em conformidade com a Lei nº 13.005/2014 — Plano Nacional de Educação (PNE), o PNE possui vigência de:

Questão 29 de 40 Q29 da prova

Segundo o Parecer CNE/CP nº 3/2004 — Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana, o ensino de Cultura Africana abrangerá, entre outros, as: I. Contribuições do Egito para ciência e filosofia ocidentais. II. Universidades africanas Timbuktu, Gao, Djene que floresciam no século XVI. III. Tecnologias de agricultura, de beneficiamento de cultivos, de mineração e de edificações trazidas pelos escravizados. Está(ão) CORRETO(S):

Questão 30 de 40 Q30 da prova

Em relação ao projeto político-pedagógico, analisar os itens abaixo: I. A escola é o lugar de realização do projeto educativo e necessita organizar seu trabalho pedagógico com base nos pressupostos das esferas administrativas. II. É uma ação intencional, com um sentido explícito, com um compromisso definido coletivamente. III. Todo projeto pedagógico da escola é, também, um projeto político, por estar intimamente articulado ao compromisso sociopolítico com os interesses reais e coletivos da população majoritária. Estão CORRETOS:

Questão 31 de 40 Q31 da prova

Considerando-se a ocorrência de bullying no espaço escolar, marcar C para as afirmativas Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:

Questão 32 de 40 Q32 da prova

A Base Nacional Comum Curricular menciona a importância da unidade temática Álgebra no ensino da Matemática. Sobre essa unidade temática, marcar C para as afirmativas Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:

Questão 33 de 40 Q33 da prova

Considerando-se os sete processos básicos para a aprendizagem matemática, assinalar a alternativa que preenche as lacunas abaixo CORRETAMENTE: Para que as crianças possam compreender o __________, elas precisam desenvolver certas habilidades intelectuais básicas, o que Piaget chamou de__________. Essas formas de pensar e agir que permitem às crianças organizar e compreender o mundo ao seu redor.

Questão 34 de 40 Q34 da prova

Na Base Nacional Comum Curricular (BNCC), o Ensino Fundamental está organizado em cinco áreas do conhecimento. Essas áreas do conhecimento favorecem a comunicação entre os conhecimentos e os saberes dos diferentes componentes curriculares. Sobre os componentes Geografia e História, assinalar a alternativa CORRETA:

Questão 35 de 40 Q35 da prova

Considerando-se o brincar infantil, assinalar a alternativa que preenche ambas as lacunas abaixo CORRETAMENTE: Segundo diversos estudos, uma das unidades fundamentais da brincadeira infantil é a ____________ de papéis sociais. Também existem diferentes características para o brincar infantil, mas nenhuma outra, com tamanha significação para todo o processo subsequente de desenvolvimento humano como ______________ de papéis sociais.

Questão 36 de 40 Q36 da prova

Em relação ao ensino segundo as características tipológicas dos conteúdos, numerar a 2ª coluna de acordo com a 1ª e, depois, assinalar a alternativa CORRETA:

Questão 37 de 40 Q37 da prova

A professora deu um montinho de 6 fichas para Alice e um de 7 fichas para Daniel. A professora pergunta quem ganhou mais fichas. Alice e Daniel organizam suas fichas lado a lado, como você pode ver na ilustração, e respondem: − Alice: O Dani. − Daniel: Eu! ... Tenho 7 e Alice só tem 6. Quando questionados sobre quantas fichas Daniel tem a mais do que Alice, eles respondem: − Alice: Sete (apontando para a ficha não emparelhada). − Daniel: Uma (apontando para a mesma ficha). Pelas respostas apresentadas, é aceitável presumir que:

Questão 38 de 40 Q38 da prova

Sobre os transtornos da aprendizagem, é CORRETO afirmar que:

Questão 39 de 40 Q39 da prova

No trabalho de autonomia e identidade das crianças está presente o cuidado. Sobre o cuidado, assinalar a alternativa INCORRETA:

Questão 40 de 40 Q40 da prova

A expansão do enfoque das necessidades educacionais para além das dificuldades de aprendizagem de determinados alunos leva à identificação das necessidades dos sistemas educativos, das escolas e das salas de aula para promoverem a aprendizagem e a participação de todos e com todos. Sobre isso, assinalar a alternativa CORRETA:

Acertos
Erros
40
Total