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Prova Ouvidor - Pref. Roseira/SP
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Questão 1 de 4 Q1 da prova
Leia atentamente o poema Lembrança rural, de Cecília Meireles, para responder às questões de 1 a 5. Lembrança rural Chão verde e mole. Cheiros de selva. Babas de lodo. A encosta barrenta aceita o frio, toda nua. Carros de bois, falas ao vento, braços, foices. Os passarinhos bebem do céu pingos de chuva. Casebres caindo, na erma tarde. Nem existem na história do mundo. Sentam-se à porta as mães descalças. É tão profundo, o campo, que ninguém chega a ver que é triste. A roupa da noite esconde tudo, quando passa... Flores molhadas. Última abelha. Nuvens gordas. Vestidos vermelhos, muito longe, dançam nas cercas. Cigarra escondida, ensaiando na sombra rumores de bronze. Debaixo da ponte, a água suspira, presa... Vontade de ficar neste sossego toda a vida: bom para ver de frente os olhos turvos das palavras, para andar à toa, falando sozinha, enquanto as formigas caminham nas árvores...

1-Leia atentamente as afirmações a seguir: I – É possível afirmar que o poema é descritivo. II – O verso “Flores molhadas. Última abelha. Nuvens gordas.” contém três exemplos de orações nominais. III – O eu lírico descreve a paisagem e o cotidiano de uma cidade rural. É (São) correta(s) a(s) afirmação(ões):

Questão 2 de 4 Q2 da prova
Leia atentamente o poema Lembrança rural, de Cecília Meireles, para responder às questões de 1 a 5. Lembrança rural Chão verde e mole. Cheiros de selva. Babas de lodo. A encosta barrenta aceita o frio, toda nua. Carros de bois, falas ao vento, braços, foices. Os passarinhos bebem do céu pingos de chuva. Casebres caindo, na erma tarde. Nem existem na história do mundo. Sentam-se à porta as mães descalças. É tão profundo, o campo, que ninguém chega a ver que é triste. A roupa da noite esconde tudo, quando passa... Flores molhadas. Última abelha. Nuvens gordas. Vestidos vermelhos, muito longe, dançam nas cercas. Cigarra escondida, ensaiando na sombra rumores de bronze. Debaixo da ponte, a água suspira, presa... Vontade de ficar neste sossego toda a vida: bom para ver de frente os olhos turvos das palavras, para andar à toa, falando sozinha, enquanto as formigas caminham nas árvores...

2-Leia atentamente as afirmações a seguir: I – Predomina no poema a descrição estática, ou seja, quando não há movimento na cena. II – A oração “Sentam-se à porta as mães descalças” está na ordem direta. III – O eu lírico não afirma sua vontade no poema. É (São) incorreta(s) a(s) afirmação(ões):

Questão 3 de 4 Q3 da prova
Leia atentamente o poema Lembrança rural, de Cecília Meireles, para responder às questões de 1 a 5. Lembrança rural Chão verde e mole. Cheiros de selva. Babas de lodo. A encosta barrenta aceita o frio, toda nua. Carros de bois, falas ao vento, braços, foices. Os passarinhos bebem do céu pingos de chuva. Casebres caindo, na erma tarde. Nem existem na história do mundo. Sentam-se à porta as mães descalças. É tão profundo, o campo, que ninguém chega a ver que é triste. A roupa da noite esconde tudo, quando passa... Flores molhadas. Última abelha. Nuvens gordas. Vestidos vermelhos, muito longe, dançam nas cercas. Cigarra escondida, ensaiando na sombra rumores de bronze. Debaixo da ponte, a água suspira, presa... Vontade de ficar neste sossego toda a vida: bom para ver de frente os olhos turvos das palavras, para andar à toa, falando sozinha, enquanto as formigas caminham nas árvores...

3-A partir da leitura do poema, é possível afirmar que:

Questão 4 de 4 Q4 da prova
Leia atentamente o poema Lembrança rural, de Cecília Meireles, para responder às questões de 1 a 5. Lembrança rural Chão verde e mole. Cheiros de selva. Babas de lodo. A encosta barrenta aceita o frio, toda nua. Carros de bois, falas ao vento, braços, foices. Os passarinhos bebem do céu pingos de chuva. Casebres caindo, na erma tarde. Nem existem na história do mundo. Sentam-se à porta as mães descalças. É tão profundo, o campo, que ninguém chega a ver que é triste. A roupa da noite esconde tudo, quando passa... Flores molhadas. Última abelha. Nuvens gordas. Vestidos vermelhos, muito longe, dançam nas cercas. Cigarra escondida, ensaiando na sombra rumores de bronze. Debaixo da ponte, a água suspira, presa... Vontade de ficar neste sossego toda a vida: bom para ver de frente os olhos turvos das palavras, para andar à toa, falando sozinha, enquanto as formigas caminham nas árvores...

4-A figura de linguagem presente no verso “ A encosta barrenta aceita o frio, toda nua. ” é:

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