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Prova Operador de ETA Rural - Pref. Tangará da Serra/MT
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Questão 1 de 40 Q1 da prova
INSTRUÇÃO: Leia o texto e responda às questões de 01 a 07.

Os filhos dos nossos heróis

É ainda criança que se descobre que o mundo é um lugar hostil. Quando meu herói de infância Bebeto saiu do Flamengo para o Vasco sem nenhum motivo aparente, eu percebi que não havia lugar seguro na Terra, não existia ninguém confiável. Ainda hoje, às vezes estou no ônibus olhando pela janela e murmuro palavrões destinados a Bebeto. Mesmo sabendo que ele não pode me ouvir.
É na adolescência que as desilusões da infância são confirmadas. Eu adolescente, em 1994, perdoei Bebeto em meu coração para vibrar com o gol dele contra a Holanda, aquele comemorado com o ninar de uma criança imaginária. Anos depois, essa criança imaginária revelou-se o garoto Mattheus, que adulto tornou-se meia do Flamengo, possibilitando que a família Bebeto voltasse a me assombrar.
Se eu soubesse que o preço seria esse, não teria ficado feliz com aquele gol, inclusive, se for possível, gostaria de cancelar aquela felicidade.
Foi nessa época que passei a frequentar a escolinha do Zico. Treinávamos enfadonhamente três vezes por semana, sem muita esperança de jogarmos contra alguém, até que aconteceu: uns garotos japoneses viriam numa excursão e nos enfrentariam. Um jogo de verdade, contra outras pessoas. E internacional.
No dia da partida, o próprio Zico deu a preleção, mas, em êxtase, eu mal conseguia ouvir. Nos despedimos do nosso herói e eu já ia me dirigindo à minha ponta-esquerda quando o treinador me chamou num canto: um dos filhos do Zico (Só No Sapinho) havia aparecido e queria jogar, mesmo nunca tendo participado de nenhum treino. E ele havia trazido uma espécie de amigo do condomínio, que naturalmente também queria jogar.
Como consequência das vontades do filho do Rei e seu amigo, eu e mais um infeliz fomos para o banco, de onde assistimos ao time perder de 4 a 2. Eu sorri. Nunca entendi jogadores reservas felizes pelas vitórias de seus times, comemorando saltitantes gols dos quais eles não participaram. Reserva tem que estar amargurado.
Mas, acima de tudo, sorri para a minha entrada na vida adulta, com uma derrota acachapante da qual eu nem pude participar, porém perdi igual, ou pior.
Não há herói que sobreviva a um filho, nem mesmo ao amigo de condomínio do filho. Posso até estar errado, normalmente estou. De todo modo, foi-se o último herói.

De acordo com a leitura do texto, para o autor:

Questão 2 de 40 Q2 da prova
INSTRUÇÃO: Leia o texto e responda às questões de 01 a 07.

Os filhos dos nossos heróis

É ainda criança que se descobre que o mundo é um lugar hostil. Quando meu herói de infância Bebeto saiu do Flamengo para o Vasco sem nenhum motivo aparente, eu percebi que não havia lugar seguro na Terra, não existia ninguém confiável. Ainda hoje, às vezes estou no ônibus olhando pela janela e murmuro palavrões destinados a Bebeto. Mesmo sabendo que ele não pode me ouvir.
É na adolescência que as desilusões da infância são confirmadas. Eu adolescente, em 1994, perdoei Bebeto em meu coração para vibrar com o gol dele contra a Holanda, aquele comemorado com o ninar de uma criança imaginária. Anos depois, essa criança imaginária revelou-se o garoto Mattheus, que adulto tornou-se meia do Flamengo, possibilitando que a família Bebeto voltasse a me assombrar.
Se eu soubesse que o preço seria esse, não teria ficado feliz com aquele gol, inclusive, se for possível, gostaria de cancelar aquela felicidade.
Foi nessa época que passei a frequentar a escolinha do Zico. Treinávamos enfadonhamente três vezes por semana, sem muita esperança de jogarmos contra alguém, até que aconteceu: uns garotos japoneses viriam numa excursão e nos enfrentariam. Um jogo de verdade, contra outras pessoas. E internacional.
No dia da partida, o próprio Zico deu a preleção, mas, em êxtase, eu mal conseguia ouvir. Nos despedimos do nosso herói e eu já ia me dirigindo à minha ponta-esquerda quando o treinador me chamou num canto: um dos filhos do Zico (Só No Sapinho) havia aparecido e queria jogar, mesmo nunca tendo participado de nenhum treino. E ele havia trazido uma espécie de amigo do condomínio, que naturalmente também queria jogar.
Como consequência das vontades do filho do Rei e seu amigo, eu e mais um infeliz fomos para o banco, de onde assistimos ao time perder de 4 a 2. Eu sorri. Nunca entendi jogadores reservas felizes pelas vitórias de seus times, comemorando saltitantes gols dos quais eles não participaram. Reserva tem que estar amargurado.
Mas, acima de tudo, sorri para a minha entrada na vida adulta, com uma derrota acachapante da qual eu nem pude participar, porém perdi igual, ou pior.
Não há herói que sobreviva a um filho, nem mesmo ao amigo de condomínio do filho. Posso até estar errado, normalmente estou. De todo modo, foi-se o último herói.

Qual frase do texto ilustra o título: “Os filhos dos nossos heróis?”

Questão 3 de 40 Q3 da prova
INSTRUÇÃO: Leia o texto e responda às questões de 01 a 07.

Os filhos dos nossos heróis

É ainda criança que se descobre que o mundo é um lugar hostil. Quando meu herói de infância Bebeto saiu do Flamengo para o Vasco sem nenhum motivo aparente, eu percebi que não havia lugar seguro na Terra, não existia ninguém confiável. Ainda hoje, às vezes estou no ônibus olhando pela janela e murmuro palavrões destinados a Bebeto. Mesmo sabendo que ele não pode me ouvir.
É na adolescência que as desilusões da infância são confirmadas. Eu adolescente, em 1994, perdoei Bebeto em meu coração para vibrar com o gol dele contra a Holanda, aquele comemorado com o ninar de uma criança imaginária. Anos depois, essa criança imaginária revelou-se o garoto Mattheus, que adulto tornou-se meia do Flamengo, possibilitando que a família Bebeto voltasse a me assombrar.
Se eu soubesse que o preço seria esse, não teria ficado feliz com aquele gol, inclusive, se for possível, gostaria de cancelar aquela felicidade.
Foi nessa época que passei a frequentar a escolinha do Zico. Treinávamos enfadonhamente três vezes por semana, sem muita esperança de jogarmos contra alguém, até que aconteceu: uns garotos japoneses viriam numa excursão e nos enfrentariam. Um jogo de verdade, contra outras pessoas. E internacional.
No dia da partida, o próprio Zico deu a preleção, mas, em êxtase, eu mal conseguia ouvir. Nos despedimos do nosso herói e eu já ia me dirigindo à minha ponta-esquerda quando o treinador me chamou num canto: um dos filhos do Zico (Só No Sapinho) havia aparecido e queria jogar, mesmo nunca tendo participado de nenhum treino. E ele havia trazido uma espécie de amigo do condomínio, que naturalmente também queria jogar.
Como consequência das vontades do filho do Rei e seu amigo, eu e mais um infeliz fomos para o banco, de onde assistimos ao time perder de 4 a 2. Eu sorri. Nunca entendi jogadores reservas felizes pelas vitórias de seus times, comemorando saltitantes gols dos quais eles não participaram. Reserva tem que estar amargurado.
Mas, acima de tudo, sorri para a minha entrada na vida adulta, com uma derrota acachapante da qual eu nem pude participar, porém perdi igual, ou pior.
Não há herói que sobreviva a um filho, nem mesmo ao amigo de condomínio do filho. Posso até estar errado, normalmente estou. De todo modo, foi-se o último herói.

No trecho E ele havia trazido uma espécie de amigo do condomínio, que naturalmente também queria jogar, o termo espécie NÃO apresenta o mesmo sentido que em:

Questão 4 de 40 Q4 da prova
INSTRUÇÃO: Leia o texto e responda às questões de 01 a 07.

Os filhos dos nossos heróis

É ainda criança que se descobre que o mundo é um lugar hostil. Quando meu herói de infância Bebeto saiu do Flamengo para o Vasco sem nenhum motivo aparente, eu percebi que não havia lugar seguro na Terra, não existia ninguém confiável. Ainda hoje, às vezes estou no ônibus olhando pela janela e murmuro palavrões destinados a Bebeto. Mesmo sabendo que ele não pode me ouvir.
É na adolescência que as desilusões da infância são confirmadas. Eu adolescente, em 1994, perdoei Bebeto em meu coração para vibrar com o gol dele contra a Holanda, aquele comemorado com o ninar de uma criança imaginária. Anos depois, essa criança imaginária revelou-se o garoto Mattheus, que adulto tornou-se meia do Flamengo, possibilitando que a família Bebeto voltasse a me assombrar.
Se eu soubesse que o preço seria esse, não teria ficado feliz com aquele gol, inclusive, se for possível, gostaria de cancelar aquela felicidade.
Foi nessa época que passei a frequentar a escolinha do Zico. Treinávamos enfadonhamente três vezes por semana, sem muita esperança de jogarmos contra alguém, até que aconteceu: uns garotos japoneses viriam numa excursão e nos enfrentariam. Um jogo de verdade, contra outras pessoas. E internacional.
No dia da partida, o próprio Zico deu a preleção, mas, em êxtase, eu mal conseguia ouvir. Nos despedimos do nosso herói e eu já ia me dirigindo à minha ponta-esquerda quando o treinador me chamou num canto: um dos filhos do Zico (Só No Sapinho) havia aparecido e queria jogar, mesmo nunca tendo participado de nenhum treino. E ele havia trazido uma espécie de amigo do condomínio, que naturalmente também queria jogar.
Como consequência das vontades do filho do Rei e seu amigo, eu e mais um infeliz fomos para o banco, de onde assistimos ao time perder de 4 a 2. Eu sorri. Nunca entendi jogadores reservas felizes pelas vitórias de seus times, comemorando saltitantes gols dos quais eles não participaram. Reserva tem que estar amargurado.
Mas, acima de tudo, sorri para a minha entrada na vida adulta, com uma derrota acachapante da qual eu nem pude participar, porém perdi igual, ou pior.
Não há herói que sobreviva a um filho, nem mesmo ao amigo de condomínio do filho. Posso até estar errado, normalmente estou. De todo modo, foi-se o último herói.

Observe o tempo verbal utilizado em Eu adolescente, em 1994, perdoei Bebeto em meu coração. O mesmo tempo verbal está presente na sentença:

Questão 5 de 40 Q5 da prova
INSTRUÇÃO: Leia o texto e responda às questões de 01 a 07.

Os filhos dos nossos heróis

É ainda criança que se descobre que o mundo é um lugar hostil. Quando meu herói de infância Bebeto saiu do Flamengo para o Vasco sem nenhum motivo aparente, eu percebi que não havia lugar seguro na Terra, não existia ninguém confiável. Ainda hoje, às vezes estou no ônibus olhando pela janela e murmuro palavrões destinados a Bebeto. Mesmo sabendo que ele não pode me ouvir.
É na adolescência que as desilusões da infância são confirmadas. Eu adolescente, em 1994, perdoei Bebeto em meu coração para vibrar com o gol dele contra a Holanda, aquele comemorado com o ninar de uma criança imaginária. Anos depois, essa criança imaginária revelou-se o garoto Mattheus, que adulto tornou-se meia do Flamengo, possibilitando que a família Bebeto voltasse a me assombrar.
Se eu soubesse que o preço seria esse, não teria ficado feliz com aquele gol, inclusive, se for possível, gostaria de cancelar aquela felicidade.
Foi nessa época que passei a frequentar a escolinha do Zico. Treinávamos enfadonhamente três vezes por semana, sem muita esperança de jogarmos contra alguém, até que aconteceu: uns garotos japoneses viriam numa excursão e nos enfrentariam. Um jogo de verdade, contra outras pessoas. E internacional.
No dia da partida, o próprio Zico deu a preleção, mas, em êxtase, eu mal conseguia ouvir. Nos despedimos do nosso herói e eu já ia me dirigindo à minha ponta-esquerda quando o treinador me chamou num canto: um dos filhos do Zico (Só No Sapinho) havia aparecido e queria jogar, mesmo nunca tendo participado de nenhum treino. E ele havia trazido uma espécie de amigo do condomínio, que naturalmente também queria jogar.
Como consequência das vontades do filho do Rei e seu amigo, eu e mais um infeliz fomos para o banco, de onde assistimos ao time perder de 4 a 2. Eu sorri. Nunca entendi jogadores reservas felizes pelas vitórias de seus times, comemorando saltitantes gols dos quais eles não participaram. Reserva tem que estar amargurado.
Mas, acima de tudo, sorri para a minha entrada na vida adulta, com uma derrota acachapante da qual eu nem pude participar, porém perdi igual, ou pior.
Não há herói que sobreviva a um filho, nem mesmo ao amigo de condomínio do filho. Posso até estar errado, normalmente estou. De todo modo, foi-se o último herói.

As conjunções exercem importante papel como recurso coesivo no texto. Sobre as relações de sentido estabelecidas pelas conjunções destacadas, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.

Questão 6 de 40 Q6 da prova
INSTRUÇÃO: Leia o texto e responda às questões de 01 a 07.

Os filhos dos nossos heróis

É ainda criança que se descobre que o mundo é um lugar hostil. Quando meu herói de infância Bebeto saiu do Flamengo para o Vasco sem nenhum motivo aparente, eu percebi que não havia lugar seguro na Terra, não existia ninguém confiável. Ainda hoje, às vezes estou no ônibus olhando pela janela e murmuro palavrões destinados a Bebeto. Mesmo sabendo que ele não pode me ouvir.
É na adolescência que as desilusões da infância são confirmadas. Eu adolescente, em 1994, perdoei Bebeto em meu coração para vibrar com o gol dele contra a Holanda, aquele comemorado com o ninar de uma criança imaginária. Anos depois, essa criança imaginária revelou-se o garoto Mattheus, que adulto tornou-se meia do Flamengo, possibilitando que a família Bebeto voltasse a me assombrar.
Se eu soubesse que o preço seria esse, não teria ficado feliz com aquele gol, inclusive, se for possível, gostaria de cancelar aquela felicidade.
Foi nessa época que passei a frequentar a escolinha do Zico. Treinávamos enfadonhamente três vezes por semana, sem muita esperança de jogarmos contra alguém, até que aconteceu: uns garotos japoneses viriam numa excursão e nos enfrentariam. Um jogo de verdade, contra outras pessoas. E internacional.
No dia da partida, o próprio Zico deu a preleção, mas, em êxtase, eu mal conseguia ouvir. Nos despedimos do nosso herói e eu já ia me dirigindo à minha ponta-esquerda quando o treinador me chamou num canto: um dos filhos do Zico (Só No Sapinho) havia aparecido e queria jogar, mesmo nunca tendo participado de nenhum treino. E ele havia trazido uma espécie de amigo do condomínio, que naturalmente também queria jogar.
Como consequência das vontades do filho do Rei e seu amigo, eu e mais um infeliz fomos para o banco, de onde assistimos ao time perder de 4 a 2. Eu sorri. Nunca entendi jogadores reservas felizes pelas vitórias de seus times, comemorando saltitantes gols dos quais eles não participaram. Reserva tem que estar amargurado.
Mas, acima de tudo, sorri para a minha entrada na vida adulta, com uma derrota acachapante da qual eu nem pude participar, porém perdi igual, ou pior.
Não há herói que sobreviva a um filho, nem mesmo ao amigo de condomínio do filho. Posso até estar errado, normalmente estou. De todo modo, foi-se o último herói.

Sobre os recursos linguísticos sublinhados, analise as afirmativas.

Questão 7 de 40 Q7 da prova
INSTRUÇÃO: Leia o texto e responda às questões de 01 a 07.

Os filhos dos nossos heróis

É ainda criança que se descobre que o mundo é um lugar hostil. Quando meu herói de infância Bebeto saiu do Flamengo para o Vasco sem nenhum motivo aparente, eu percebi que não havia lugar seguro na Terra, não existia ninguém confiável. Ainda hoje, às vezes estou no ônibus olhando pela janela e murmuro palavrões destinados a Bebeto. Mesmo sabendo que ele não pode me ouvir.
É na adolescência que as desilusões da infância são confirmadas. Eu adolescente, em 1994, perdoei Bebeto em meu coração para vibrar com o gol dele contra a Holanda, aquele comemorado com o ninar de uma criança imaginária. Anos depois, essa criança imaginária revelou-se o garoto Mattheus, que adulto tornou-se meia do Flamengo, possibilitando que a família Bebeto voltasse a me assombrar.
Se eu soubesse que o preço seria esse, não teria ficado feliz com aquele gol, inclusive, se for possível, gostaria de cancelar aquela felicidade.
Foi nessa época que passei a frequentar a escolinha do Zico. Treinávamos enfadonhamente três vezes por semana, sem muita esperança de jogarmos contra alguém, até que aconteceu: uns garotos japoneses viriam numa excursão e nos enfrentariam. Um jogo de verdade, contra outras pessoas. E internacional.
No dia da partida, o próprio Zico deu a preleção, mas, em êxtase, eu mal conseguia ouvir. Nos despedimos do nosso herói e eu já ia me dirigindo à minha ponta-esquerda quando o treinador me chamou num canto: um dos filhos do Zico (Só No Sapinho) havia aparecido e queria jogar, mesmo nunca tendo participado de nenhum treino. E ele havia trazido uma espécie de amigo do condomínio, que naturalmente também queria jogar.
Como consequência das vontades do filho do Rei e seu amigo, eu e mais um infeliz fomos para o banco, de onde assistimos ao time perder de 4 a 2. Eu sorri. Nunca entendi jogadores reservas felizes pelas vitórias de seus times, comemorando saltitantes gols dos quais eles não participaram. Reserva tem que estar amargurado.
Mas, acima de tudo, sorri para a minha entrada na vida adulta, com uma derrota acachapante da qual eu nem pude participar, porém perdi igual, ou pior.
Não há herói que sobreviva a um filho, nem mesmo ao amigo de condomínio do filho. Posso até estar errado, normalmente estou. De todo modo, foi-se o último herói.

Os advérbios podem acompanhar verbos, advérbios e adjetivos e possuem diversas classificações. A coluna da esquerda apresenta sentidos de advérbios e a da direita, trechos do texto cujos advérbios para análise estão sublinhados. Numere a coluna da direita de acordo com a da esquerda.

Questão 8 de 40 Q8 da prova

As palavras da Língua Portuguesa podem ser formadas por diversos processos. Assinale a alternativa em que as palavras são formadas pelo mesmo processo.

Questão 9 de 40 Q9 da prova

MEL, DOCE MEL. Conta a lenda que a índia Uniawamoni não quis subir ao céu junto de seu irmão, que se transformaria no Sol. Ela escolheu ficar na Terra para proteger o guaraná, assumindo a forma da abelha -canudo. Tem cumprido bem a missão, pois trabalha na polinização da flora da região e na produção de mel. O alimento continua adoçando os preparos mais ao interior dos estados. Em Manaus e outras capitais, o açúcar refinado vem tomando seu lugar. "Inclusive já notamos exagero no consumo", repara a nutricionista Dionisia Nagahama. A depender da abelha e da flora, os méis ofertam, além da doçura, minerais e compostos fitoquímicos bem-vindos.

Questão 10 de 40 Q10 da prova

Leia a tira. O humor da tira se constrói com base no conhecimento de diversas expressões idiomáticas. Sobre a construção de sentido do texto, analise as afirmativas.

Questão 11 de 40 Q11 da prova

Uma das metas do Plano Estratégico de Tangará da Serra (2014-2023) é a redução da taxa de mortalidade infantil, conforme recorte abaixo. Considere que os índices ano após ano formem uma progressão aritmética de primeiro termo 13,86 (2014) e último termo 12,96 (2023). A partir dessas informações, assinale a alternativa que apresenta a taxa de mortalidade infantil, por mil nascidos vivos, em 2020.

Questão 12 de 40 Q12 da prova

O gráfico abaixo apresenta a evolução do IDHM de Tangará da Serra, segundo dados do IBGE. A partir dessas informações, assinale a afirmativa correta.

Questão 13 de 40 Q13 da prova

O Município de Tangará da Serra deseja adquirir materiais de consumo, a fim de atender a demanda de suas secretarias. Dentre esses materiais, estão seis agendas para telefone capa dura formato 139x210mm - 80 folhas, quatro quilos de argila escolar e seis caixas de betume com 100 ml (caixa com seis unidades) ao custo de R$ 349,30. Se optar por adquirir cinco agendas para telefone capa dura formato 139x210mm - 80 folhas, cinco quilos de argila escolar e quatro caixas de betume com 100 ml (caixa com 6 unidades), o custo será de R$ 264,42. Ou ainda, se optar por adquirir seis agendas para telefone capa dura formato 139x210 - 80 folhas, 2 quilos de argila escolar e quatro caixas de betume com 100 ml (caixa com seis unidades), o custo será de R$ 273,68. A partir dessas informações, assinale a afirmativa correta.

Questão 14 de 40 Q14 da prova

A produção de leite do município de Tangará da Serra de 2000 a 2009 está apresentada na tabela abaixo. A média da produção nesse período é 6.377.000 litros. Se a produção do ano 2000 fosse acrescida de 1 milhão de litros para indicar a produção do ano 2010, a produção do ano 2001 fosse acrescida de 1 milhão de litros para indicar a produção do ano 2011, a produção do ano 2002 fosse acrescida de 1 milhão de litros para indicar a produção do ano 2012 e, assim, sucessivamente até o ano 2018, então para se obter uma média de 7.377.000 litros para o período de 2010 a 2019, a produção de 2019 deveria ser de

Questão 15 de 40 Q15 da prova

Tangará da Serra conta atualmente com uma população estimada em 101.764 habitantes (IBGE – 2018) e se apresenta como a principal cidade de sua microrregião. Desde a década de 1990, a cidade tem crescido em termos populacionais à taxa de 20%, em média, a cada cinco anos. Mantendo-se essa taxa média de crescimento, qual será a população estimada da cidade daqui a 30 anos?

Questão 16 de 40 Q16 da prova

Um grupo de cinco agentes administrativos da Prefeitura Municipal, igualmente eficientes, classificam 90 documentos em 30 minutos. Em quanto tempo, 147 documentos serão classificados, se o grupo for acrescido de dois novos agentes administrativos igualmente eficientes aos primeiros?

Questão 17 de 40 Q17 da prova

De um grupo de 50 turistas, 37 já visitaram a Aldeia do Formoso em Tangará da Serra, 29 já visitaram a Aldeia Wazare em Campo Novo dos Parecis e oito não visitaram nenhuma delas. A partir dessas informações, assinale a alternativa que apresenta o número de turistas que visitaram apenas a Aldeia Wazare.

Questão 18 de 40 Q18 da prova

Na lista abaixo, são apresentados 14 pontos turísticos de Tangará da Serra: Cachoeira Salto das Nuvens, Pousada e Pesqueiro Piracema, Estância Amazonas, Cachoeira Salto Maciel, Cachoeira e Aldeia do Formoso, Recanto Haras JJ, Cachoeira Queima-Pé, Cachoeira da Paraíso, Estância Modelo, Estância Mato Grosso, Cachoeira Cortina da Onça, Recanto Touro Ventania, Casa de Rondon, Cachoeiras do Juba. A probabilidade de um turista visitar qualquer um deles é a mesma. Assinale a alternativa que apresenta a probabilidade de um turista visitar um ponto turístico referente a uma cachoeira ou a uma estância.

Questão 19 de 40 Q19 da prova

Em 2010, considerando-se a população do município de Tangará da Serra de 25 anos ou mais de idade, 10,60% eram analfabetos, 46,60% tinham o ensino fundamental completo, 31,73% possuíam o ensino médio completo e 10,12%, o superior completo. O gráfico seguinte apresenta essas informações. De maneira análoga, o próximo gráfico apresenta as informações sobre o ano 2000. A partir dessas informações, assinale a alternativa que apresenta o percentual da população que tinha o ensino fundamental completo em 2000.

Questão 20 de 40 Q20 da prova

Um agente administrativo, cujo salário básico inicial é R$ 1.477,17, aplica 1/3 desse valor em uma instituição financeira que remunera o capital a uma taxa de 1% a.m. no regime de juros compostos. O total dos juros obtidos, nessa operação, transcorrido um ano será:

Questão 21 de 40 Q21 da prova

A figura abaixo apresenta uma tela do Microsoft Word 2010 (idioma português) com um texto selecionado. Sobre a figura, analise as afirmativas.

Questão 22 de 40 Q22 da prova

A respeito de Hardware, analise as assertivas.

Questão 23 de 40 Q23 da prova

Sobre o Windows 7, analise as afirmativas.

Questão 24 de 40 Q24 da prova

Em relação ao navegador Mozilla Firefox 47.0.1, assinale a alternativa que apresenta a opção de abertura de janela de navegação onde não são gravados históricos ou cookies e não se deixa rastros da navegação.

Questão 25 de 40 Q25 da prova

A respeito do LibreOffice Calc, 5.1.4 (Idioma Português), observe a planilha a seguir. Se o usuário inicialmente clicar na célula C7, em seguida, com a tecla Shift pressionada, clicar na célula A1 e, finalmente, logo depois dessas ações, pressionar o botão, o resultado dessas ações será igual a

Questão 26 de 40 Q26 da prova

De acordo com a Lei Complementar nº 006/1994, que dispõe sobre o Regime Jurídico Único dos Servidores Públicos do Município de Tangará da Serra/MT, analise as assertivas a respeito das formas de provimento derivado de cargos públicos.

Questão 27 de 40 Q27 da prova

Nos termos da Lei nº 2.875/2008, que dispõe sobre o Plano de Cargos, Carreiras, Funções e Vencimentos dos Servidores Públicos do Município de Tangará da Serra/MT, a contagem do período de interstício, para efeito de progressão de classe na carreira do servidor, será interrompida em decorrência de

Questão 28 de 40 Q28 da prova

Conforme previsto na Lei nº 2.875/2008, que dispõe sobre o Plano de Cargos, Carreiras, Funções e Vencimentos dos Servidores Públicos do Município de Tangará da Serra/MT, constituem vantagens e benefícios de natureza indenizatória:

Questão 29 de 40 Q29 da prova

Em relação às competências do Município de Tangará da Serra/MT previstas na Lei Orgânica Municipal, é INCORRETO afirmar:

Questão 30 de 40 Q30 da prova

Tendo em vista as disposições preliminares da Lei Orgânica Municipal de Tangará da Serra/MT, ao Município é proibido:

Questão 31 de 40 Q31 da prova

Para coleta e preservação de amostra de água para exames microbiológicos, são adicionados aos frascos de coletas, antes da esterilização, dois tipos de reagentes visando à preservação da amostra de água (Tiossulfato de Sódio e EDTA – Etileno Diamino Tetraborato de Sódio), em concentração e quantidade adequadas. Qual a finalidade da adição desses reagentes, respectivamente, aos frascos de coleta?

Questão 32 de 40 Q32 da prova

A presença de Ferro e Manganês em água de poços e águas superficiais pode causar aumento da cor e turbidez da água e manchar roupas e vaso sanitário. As normas técnicas fixam valores máximos permissíveis (VMP) para esses metais. Quais são, respectivamente, esses valores?

Questão 33 de 40 Q33 da prova

Para garantir a desinfecção da água após o tratamento, as normas técnicas estabelecem valores mínimos e máximos de Cloro Residual Livre, na saída da ETA e no final de Rede de distribuição de água potável, respectivamente, de

Questão 34 de 40 Q34 da prova

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta das etapas envolvidas no tratamento da água por sistema convencional.

Questão 35 de 40 Q35 da prova

Ao longo do tratamento de água, são realizadas diversas etapas de separação de impurezas. A maioria das partículas ficou retida no decantador, porém uma parte persiste em suspensão; e é para remover essa parte que se procede esta etapa. Hidraulicamente, faz-se a água transpassar uma camada filtrante, constituída por um leito arenoso, com granulometria pré-dimensionada, sustentada por uma camada de cascalho, de modo que as impurezas, as partículas, a maioria das bactérias, entre outros, fiquem retidas, e a água passante seja límpida. Essa descrição é referente à qual etapa do tratamento?

Questão 36 de 40 Q36 da prova

Durante o tratamento, a água entra em contato com produtos químicos que conferem característica de acidez à água e isso precisa ser corrigido. O hidróxido de cálcio é um produto químico utilizado no tratamento de água para correção de

Questão 37 de 40 Q37 da prova

Assinale a alternativa que apresenta corretamente o processo usado em técnicas de determinação volumétrica e que consta, basicamente, da adição de uma solução padrão, gota a gota, a uma amostra sob agitação constante. Esta técnica é realizada com o auxílio de uma bureta, e o ponto final da reação é dado pela visualização da mudança de coloração de um indicador adequado ou pelo aparecimento de uma turvação ou através de um medidor de pH.

Questão 38 de 40 Q38 da prova

Em relação aos processos de lavagem dos filtros, analise as afirmativas.

Questão 39 de 40 Q39 da prova

Em relação às vidrarias de laboratório, numere a coluna da direita de acordo com a da esquerda.

Questão 40 de 40 Q40 da prova

Os métodos de análises por membrana filtrante e tubos múltiplos, realizados em água de abastecimento público, determinam

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