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Prova Oficial de Compras - Câmara de Rio Grande da Serra/SP
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Questão 1 de 39 Q1 da prova
Leia o texto para responder às questões de 1 a 05.

O olhar da truta

O homem pediu truta e o garçom perguntou se ele não gostaria de escolher uma pessoalmente. — Como, escolher? — No nosso viveiro. O senhor pode escolher a truta que quiser. Ele não tinha visto o viveiro ao entrar no restaurante. Foi atrás do garçom. As trutas davam voltas e voltas dentro do aquário, como num cortejo. Algumas paravam por um instante e ficavam olhando através do vidro, depois retomavam o cortejo. E o homem se viu encarando, olho no olho, uma truta que estacionara com a boca encostada no vidro à sua frente. — Essa está bonita... — disse o garçom. — Eu não sabia que se podia escolher. Pensei que elas já estivessem mortas. — Não, nossas trutas são mortas na hora. Da água direto para a panela. A truta continuava parada contra o vidro, olhando para o homem. — Vai essa, doutor? Ela parece que está pedindo... Mas o olhar da truta não era de quem queria ir direto para uma panela. Ela parecia examinar o homem. Parecia estar calculando a possibilidade de um diálogo. Estranho, pensou o homem. Nunca tive que tomar uma decisão assim. Decidir um destino, decidir entre a vida e a morte. Não era como no supermercado, em que os bichos já estavam mortos e a responsabilidade não era sua — pelo menos não diretamente. Você podia comê-los sem remorso. (...) Claro, era com sua aprovação tácita que bovinos, ovinos, suínos, caprinos, galinhas e peixes eram assassinados para lhe dar de comer. Mas você não estava presente no ato, não escolhia a vítima, não dava a ordem. (...) De certa maneira, pensou o homem, vivi sempre assim, protegido das entranhas do mundo. Sem precisar me comprometer. Sem encarar as vítimas. Mas agora era preciso escolher. — Vai essa, doutor? — insistiu o garçom. — Não sei. Eu... — Acho que foi ela que escolheu o senhor. Olha aí, ficou paradinha. Só faltando dizer “Me come”. O homem desejou que a truta deixasse de encará-lo e voltasse ao carrossel junto com as outras. Ou que pelo menos desviasse o olhar. — Vamos — estava dizendo a truta. — Pelo menos uma vez na vida, seja decidido. Me escolha e me condene à morte, ou me deixe viver. (...) Não posso decidir a minha vida, ou a de ninguém. Mas você pode. (...) Até agora foi um protegido, um desobrigado, um isento da vida. Mas chegou a hora de se comprometer. (...) — Vai essa mesmo, doutor? — quis saber o garçom, já com a rede na mão para pegar a truta. — Não — disse o homem. — Mudei de ideia. Vou pedir outra coisa. E de volta na mesa, depois de reexaminar o cardápio, perguntou: — Esses camarões estão vivos? — Não, doutor. Os camarões estão mortos. — Pode trazer.

No parágrafo final do texto, a atitude do cliente ao voltar à mesa e optar por camarões permite concluir que:

Questão 2 de 39 Q2 da prova
Leia o texto para responder às questões de 1 a 05.

O olhar da truta

O homem pediu truta e o garçom perguntou se ele não gostaria de escolher uma pessoalmente. — Como, escolher? — No nosso viveiro. O senhor pode escolher a truta que quiser. Ele não tinha visto o viveiro ao entrar no restaurante. Foi atrás do garçom. As trutas davam voltas e voltas dentro do aquário, como num cortejo. Algumas paravam por um instante e ficavam olhando através do vidro, depois retomavam o cortejo. E o homem se viu encarando, olho no olho, uma truta que estacionara com a boca encostada no vidro à sua frente. — Essa está bonita... — disse o garçom. — Eu não sabia que se podia escolher. Pensei que elas já estivessem mortas. — Não, nossas trutas são mortas na hora. Da água direto para a panela. A truta continuava parada contra o vidro, olhando para o homem. — Vai essa, doutor? Ela parece que está pedindo... Mas o olhar da truta não era de quem queria ir direto para uma panela. Ela parecia examinar o homem. Parecia estar calculando a possibilidade de um diálogo. Estranho, pensou o homem. Nunca tive que tomar uma decisão assim. Decidir um destino, decidir entre a vida e a morte. Não era como no supermercado, em que os bichos já estavam mortos e a responsabilidade não era sua — pelo menos não diretamente. Você podia comê-los sem remorso. (...) Claro, era com sua aprovação tácita que bovinos, ovinos, suínos, caprinos, galinhas e peixes eram assassinados para lhe dar de comer. Mas você não estava presente no ato, não escolhia a vítima, não dava a ordem. (...) De certa maneira, pensou o homem, vivi sempre assim, protegido das entranhas do mundo. Sem precisar me comprometer. Sem encarar as vítimas. Mas agora era preciso escolher. — Vai essa, doutor? — insistiu o garçom. — Não sei. Eu... — Acho que foi ela que escolheu o senhor. Olha aí, ficou paradinha. Só faltando dizer “Me come”. O homem desejou que a truta deixasse de encará-lo e voltasse ao carrossel junto com as outras. Ou que pelo menos desviasse o olhar. — Vamos — estava dizendo a truta. — Pelo menos uma vez na vida, seja decidido. Me escolha e me condene à morte, ou me deixe viver. (...) Não posso decidir a minha vida, ou a de ninguém. Mas você pode. (...) Até agora foi um protegido, um desobrigado, um isento da vida. Mas chegou a hora de se comprometer. (...) — Vai essa mesmo, doutor? — quis saber o garçom, já com a rede na mão para pegar a truta. — Não — disse o homem. — Mudei de ideia. Vou pedir outra coisa. E de volta na mesa, depois de reexaminar o cardápio, perguntou: — Esses camarões estão vivos? — Não, doutor. Os camarões estão mortos. — Pode trazer.

Ao longo da narrativa, a interpretação do cliente a respeito do comportamento da truta o levava a crer que ela:

Questão 3 de 39 Q3 da prova
Leia o texto para responder às questões de 1 a 05.

O olhar da truta

O homem pediu truta e o garçom perguntou se ele não gostaria de escolher uma pessoalmente. — Como, escolher? — No nosso viveiro. O senhor pode escolher a truta que quiser. Ele não tinha visto o viveiro ao entrar no restaurante. Foi atrás do garçom. As trutas davam voltas e voltas dentro do aquário, como num cortejo. Algumas paravam por um instante e ficavam olhando através do vidro, depois retomavam o cortejo. E o homem se viu encarando, olho no olho, uma truta que estacionara com a boca encostada no vidro à sua frente. — Essa está bonita... — disse o garçom. — Eu não sabia que se podia escolher. Pensei que elas já estivessem mortas. — Não, nossas trutas são mortas na hora. Da água direto para a panela. A truta continuava parada contra o vidro, olhando para o homem. — Vai essa, doutor? Ela parece que está pedindo... Mas o olhar da truta não era de quem queria ir direto para uma panela. Ela parecia examinar o homem. Parecia estar calculando a possibilidade de um diálogo. Estranho, pensou o homem. Nunca tive que tomar uma decisão assim. Decidir um destino, decidir entre a vida e a morte. Não era como no supermercado, em que os bichos já estavam mortos e a responsabilidade não era sua — pelo menos não diretamente. Você podia comê-los sem remorso. (...) Claro, era com sua aprovação tácita que bovinos, ovinos, suínos, caprinos, galinhas e peixes eram assassinados para lhe dar de comer. Mas você não estava presente no ato, não escolhia a vítima, não dava a ordem. (...) De certa maneira, pensou o homem, vivi sempre assim, protegido das entranhas do mundo. Sem precisar me comprometer. Sem encarar as vítimas. Mas agora era preciso escolher. — Vai essa, doutor? — insistiu o garçom. — Não sei. Eu... — Acho que foi ela que escolheu o senhor. Olha aí, ficou paradinha. Só faltando dizer “Me come”. O homem desejou que a truta deixasse de encará-lo e voltasse ao carrossel junto com as outras. Ou que pelo menos desviasse o olhar. — Vamos — estava dizendo a truta. — Pelo menos uma vez na vida, seja decidido. Me escolha e me condene à morte, ou me deixe viver. (...) Não posso decidir a minha vida, ou a de ninguém. Mas você pode. (...) Até agora foi um protegido, um desobrigado, um isento da vida. Mas chegou a hora de se comprometer. (...) — Vai essa mesmo, doutor? — quis saber o garçom, já com a rede na mão para pegar a truta. — Não — disse o homem. — Mudei de ideia. Vou pedir outra coisa. E de volta na mesa, depois de reexaminar o cardápio, perguntou: — Esses camarões estão vivos? — Não, doutor. Os camarões estão mortos. — Pode trazer.

Analise os excertos a seguir e assinale a alternativa em que o excerto se apresenta em discurso indireto livre.

Questão 4 de 39 Q4 da prova
Leia o texto para responder às questões de 1 a 05.

O olhar da truta

O homem pediu truta e o garçom perguntou se ele não gostaria de escolher uma pessoalmente. — Como, escolher? — No nosso viveiro. O senhor pode escolher a truta que quiser. Ele não tinha visto o viveiro ao entrar no restaurante. Foi atrás do garçom. As trutas davam voltas e voltas dentro do aquário, como num cortejo. Algumas paravam por um instante e ficavam olhando através do vidro, depois retomavam o cortejo. E o homem se viu encarando, olho no olho, uma truta que estacionara com a boca encostada no vidro à sua frente. — Essa está bonita... — disse o garçom. — Eu não sabia que se podia escolher. Pensei que elas já estivessem mortas. — Não, nossas trutas são mortas na hora. Da água direto para a panela. A truta continuava parada contra o vidro, olhando para o homem. — Vai essa, doutor? Ela parece que está pedindo... Mas o olhar da truta não era de quem queria ir direto para uma panela. Ela parecia examinar o homem. Parecia estar calculando a possibilidade de um diálogo. Estranho, pensou o homem. Nunca tive que tomar uma decisão assim. Decidir um destino, decidir entre a vida e a morte. Não era como no supermercado, em que os bichos já estavam mortos e a responsabilidade não era sua — pelo menos não diretamente. Você podia comê-los sem remorso. (...) Claro, era com sua aprovação tácita que bovinos, ovinos, suínos, caprinos, galinhas e peixes eram assassinados para lhe dar de comer. Mas você não estava presente no ato, não escolhia a vítima, não dava a ordem. (...) De certa maneira, pensou o homem, vivi sempre assim, protegido das entranhas do mundo. Sem precisar me comprometer. Sem encarar as vítimas. Mas agora era preciso escolher. — Vai essa, doutor? — insistiu o garçom. — Não sei. Eu... — Acho que foi ela que escolheu o senhor. Olha aí, ficou paradinha. Só faltando dizer “Me come”. O homem desejou que a truta deixasse de encará-lo e voltasse ao carrossel junto com as outras. Ou que pelo menos desviasse o olhar. — Vamos — estava dizendo a truta. — Pelo menos uma vez na vida, seja decidido. Me escolha e me condene à morte, ou me deixe viver. (...) Não posso decidir a minha vida, ou a de ninguém. Mas você pode. (...) Até agora foi um protegido, um desobrigado, um isento da vida. Mas chegou a hora de se comprometer. (...) — Vai essa mesmo, doutor? — quis saber o garçom, já com a rede na mão para pegar a truta. — Não — disse o homem. — Mudei de ideia. Vou pedir outra coisa. E de volta na mesa, depois de reexaminar o cardápio, perguntou: — Esses camarões estão vivos? — Não, doutor. Os camarões estão mortos. — Pode trazer.

Considere o excerto: “De certa maneira, pensou o homem, vivi sempre assim, protegido das entranhas do mundo.” Nesse contexto, verifica-se sentido figurado no emprego da palavra:

Questão 5 de 39 Q5 da prova
Leia o texto para responder às questões de 1 a 05.

O olhar da truta

O homem pediu truta e o garçom perguntou se ele não gostaria de escolher uma pessoalmente. — Como, escolher? — No nosso viveiro. O senhor pode escolher a truta que quiser. Ele não tinha visto o viveiro ao entrar no restaurante. Foi atrás do garçom. As trutas davam voltas e voltas dentro do aquário, como num cortejo. Algumas paravam por um instante e ficavam olhando através do vidro, depois retomavam o cortejo. E o homem se viu encarando, olho no olho, uma truta que estacionara com a boca encostada no vidro à sua frente. — Essa está bonita... — disse o garçom. — Eu não sabia que se podia escolher. Pensei que elas já estivessem mortas. — Não, nossas trutas são mortas na hora. Da água direto para a panela. A truta continuava parada contra o vidro, olhando para o homem. — Vai essa, doutor? Ela parece que está pedindo... Mas o olhar da truta não era de quem queria ir direto para uma panela. Ela parecia examinar o homem. Parecia estar calculando a possibilidade de um diálogo. Estranho, pensou o homem. Nunca tive que tomar uma decisão assim. Decidir um destino, decidir entre a vida e a morte. Não era como no supermercado, em que os bichos já estavam mortos e a responsabilidade não era sua — pelo menos não diretamente. Você podia comê-los sem remorso. (...) Claro, era com sua aprovação tácita que bovinos, ovinos, suínos, caprinos, galinhas e peixes eram assassinados para lhe dar de comer. Mas você não estava presente no ato, não escolhia a vítima, não dava a ordem. (...) De certa maneira, pensou o homem, vivi sempre assim, protegido das entranhas do mundo. Sem precisar me comprometer. Sem encarar as vítimas. Mas agora era preciso escolher. — Vai essa, doutor? — insistiu o garçom. — Não sei. Eu... — Acho que foi ela que escolheu o senhor. Olha aí, ficou paradinha. Só faltando dizer “Me come”. O homem desejou que a truta deixasse de encará-lo e voltasse ao carrossel junto com as outras. Ou que pelo menos desviasse o olhar. — Vamos — estava dizendo a truta. — Pelo menos uma vez na vida, seja decidido. Me escolha e me condene à morte, ou me deixe viver. (...) Não posso decidir a minha vida, ou a de ninguém. Mas você pode. (...) Até agora foi um protegido, um desobrigado, um isento da vida. Mas chegou a hora de se comprometer. (...) — Vai essa mesmo, doutor? — quis saber o garçom, já com a rede na mão para pegar a truta. — Não — disse o homem. — Mudei de ideia. Vou pedir outra coisa. E de volta na mesa, depois de reexaminar o cardápio, perguntou: — Esses camarões estão vivos? — Não, doutor. Os camarões estão mortos. — Pode trazer.

Considere o excerto: “Não posso decidir a minha vida, ou a de ninguém.” No contexto apresentado, o vocábulo “a”, em sua segunda ocorrência, desempenha o papel gramatical de:

Questão 6 de 39 Q6 da prova

Analise as sentenças a seguir quanto aos sinais de pontuação empregados. Assinale a alternativa em que a vírgula é empregada de forma a separar uma oração reduzida de particípio de outra oração.

Questão 7 de 39 Q7 da prova

Analise as sentenças a seguir quanto às formas verbais empregadas e assinale a alternativa em que ocorre desvio gramatical, segundo a norma-padrão da língua portuguesa.

Questão 8 de 39 Q8 da prova

Analise as sentenças a seguir e assinale a alternativa em que o adjetivo em destaque não é relativo ao respectivo substantivo entre parênteses posto ao fim da sentença.

Questão 9 de 39 Q9 da prova

Analise o excerto a seguir: __ algum tempo, a grávida, que estava prestes __ dar __ luz, sofria tremores e quedas de pressão. Receava perder o bebê. Assinale a alternativa que preenche, na respectiva ordem, cada uma das lacunas corretamente.

Questão 10 de 39 Q10 da prova

Analise as sentenças a seguir quanto à regência verbal e assinale a alternativa em que a preposição em destaque não introduz um objeto indireto.

Questão 11 de 39 Q11 da prova

No mês de março uma empresa vendeu 2500 unidades de ovos de chocolate, onde cada unidade custou R$ 50,00. No mês de abril, a empresa aumentou em 25% o preço de cada ovo de chocolate, e vendeu 15% de unidades a mais que no mês anterior. Com relação a este item, qual foi o incremento no faturamento mensal, em relação ao mês anterior pela empresa?

Questão 12 de 39 Q12 da prova

Observe a sequência abaixo feita com quadrados enumerados: A primeira coluna apresenta o quadrado n° 1, a segunda coluna apresenta os quadrados n° 2 e 3. A terceira coluna apresenta o quadrado n° 4, e assim sucessivamente conforme sequência. A 27° coluna terá também dois quadrados. Indique a soma dos seus números:

Questão 13 de 39 Q13 da prova

Uma empresa de telemarketing tem uma equipe com 6 atendentes. A equipe liga para 150 clientes a cada 2 horas. Todos os atendentes compartilham da mesma velocidade de atendimento. Acrescentando-se mais 2 atendentes, na mesma velocidade dos atendentes atuais, quantas horas levarão para a equipe ligar para 200 clientes?

Questão 14 de 39 Q14 da prova

Um determinado carro já percorreu 90 mil quilômetros desde que foi fabricado. Supondo-se que ele utilizou somente um tipo de combustível, e que o consumo desse carro é tal que ele percorre 12 km com um litro de combustível, indique quantos metros cúbicos de combustível já foram consumidos por esse carro desde que foi fabricado:

Questão 15 de 39 Q15 da prova

Numa sala de aula, 10 alunos fizeram uma prova cuja média da turma foi 7,0. João não sabe a nota dele, mas sabe que a média dos outros 9 alunos foi 7,5. Qual foi a nota de João nesta prova?

Questão 16 de 39 Q16 da prova

Os endereços utilizados para navegar na internet geralmente são compostos por 3 partes. Os sites que utilizam os domínios .gov, são sites:

Questão 17 de 39 Q17 da prova

O ícone ilustrado a seguir está associado à qual dos Browsers listados:

Questão 18 de 39 Q18 da prova

Utilizando o navegador de páginas Microsoft Edge, ao acionar o comando CTRL + N o resultado será:

Questão 19 de 39 Q19 da prova

Sobre os conceitos e uso dos correios eletrônicos, marcar C para as afirmativas Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:

Questão 20 de 39 Q20 da prova

De acordo com as ferramentas básicas presentes nos provedores de e-mail, analisar as afirmações a seguir: I. Os e-mails enviados não podem ser consultados na caixa de gerenciamento de e-mails, sendo necessário aguardar a resposta do destinatário para acessá-los novamente. II. Alguns provedores utilizam a opção “Marcar como SPAM” para indicar que uma mensagem deve ser armazenada prioritariamente na caixa de entrada. III. Os provedores de e-mail disponibilizam opções para criar pastas e armazenar as mensagens de forma organizada. Está(ão) Correto(s):

Questão 21 de 39 Q21 da prova

Sobre os Princípios Fundamentais da República Federativa do Brasil, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) para as afirmações a seguir, à luz da Constituição Federal de 1988 (CRFB/1988). ( ) A República Federativa do Brasil é formada pela união indissolúvel dos Estados e Municípios e do Distrito Federal. ( ) Um dos fundamentos da República Federativa do Brasil é o pluralismo político. ( ) Um dos princípios que regem a República Federativa do Brasil em suas relações internacionais é a intervenção em países em que haja conflitos armados. A sequência está correta em:

Questão 22 de 39 Q22 da prova

Com base na CRFB/1988, assinale a alternativa INCORRETA sobre a organização político administrativa da República Federativa do Brasil.

Questão 23 de 39 Q23 da prova

Nos expressos termos da Constituição da República de 1988, são competências reservadas somente à União: I. Declarar a guerra e celebrar a paz. II. Cuidar da saúde e assistência pública, da proteção e garantia das pessoas portadoras de deficiência. III. Emitir moeda. Está correto o que se afirma em:

Questão 24 de 39 Q24 da prova

Preconiza a Constituição Federal de 1988 que compete à União, aos Estados e ao Distrito Federal legislar concorrentemente sobre:

Questão 25 de 39 Q25 da prova

Nos termos expressos do art. 37 da Constituição Federal de 1988, a administração pública direta e indireta de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios obedecerá aos princípios de legalidade, ___________, moralidade, publicidade e _____________. Assinale a alternativa que correta e sequencialmente preenche as lacunas.

Questão 26 de 39 Q26 da prova

Avalie as afirmativas a seguir à luz do texto constitucional, e assinale a alternativa correta.

Questão 27 de 39 Q27 da prova

À luz da atual disciplina constitucional, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) acerca do tema de acúmulo remunerado de cargos públicos. Em seguida, assinale a alternativa que evidencia a sequência correta.

Questão 28 de 39 Q28 da prova

À luz da Nova Lei de Licitações e Contratos Administrativos (Lei nº 14.133/2021), julgue as afirmativas a seguir.

Questão 29 de 39 Q29 da prova

Sobre o regramento dos servidores públicos, afirma a Constituição Federal que são estáveis após ____________________ os servidores nomeados para cargo de provimento efetivo em virtude de concurso público. A lacuna é corretamente preenchida em:

Questão 30 de 39 Q30 da prova

Acerca da Organização do Poder Legislativo em âmbito federal, assinale a alternativa em DESACORDO com a Constituição Federal de 1988.

Questão 31 de 39 Q31 da prova

Nos termos da Constituição Federal, o processo legislativo compreende a elaboração de, dentre outras peças, emendas à Constituição, mediante proposta:

Questão 32 de 39 Q32 da prova

À luz do regramento da CRFB/1988 sobre a fiscalização contábil, financeira e orçamentária da Administração Pública, assinale a alternativa correta:

Questão 33 de 39 Q33 da prova

Sobre a organização do Poder Executivo Federal, e à luz da CRFB/1988, assinale a alternativa INCORRETA.

Questão 34 de 39 Q35 da prova

Sobre o atual modelo de responsabilização civil dos agentes públicos, assinale a alternativa correta.

Questão 35 de 39 Q36 da prova

Quando a Lei define todos os elementos do ato administrativo, sem deixar margem de valoração para o administrador público quanto a critérios de conveniência ou oportunidade, estaremos diante de um ato administrativo:

Questão 36 de 39 Q37 da prova

O ato administrativo que apresenta um defeito insanável, geralmente originado pela ausência ou vício substancial em algum de seus elementos constitutivos (como um ato praticado com desvio de finalidade) e que, por conseguinte, não produz efeitos válidos, é tido como:

Questão 37 de 39 Q38 da prova

A Nova Lei de Licitações e Contratos Administrativos (Lei nº 14.133/2021) estabelece normas gerais de Licitação e Contratos Administrativos para a Administração Direta e Indireta, em todas as esferas da Federação. Nesse contexto, assinale, dentre os objetos a seguir, aquele que NÃO é regulamentado pela NLL:

Questão 38 de 39 Q39 da prova

A recente Lei nº 14.133/2021 foi promulgada para consolidar a legislação referente a licitações e contratos públicos no Brasil. Segundo esse diploma, a aquisição de bens e serviços comuns, definidos como aqueles cujos padrões de desempenho e qualidade podem ser objetivamente estabelecidos pelo edital, deve ser realizada por meio da modalidade:

Questão 39 de 39 Q40 da prova

Suponha que o Município de Curió deseja fornecer rede móvel de internet ‘wi-fi’ em locais públicos pré-definidos, mas não tem técnicos com conhecimento suficiente nem estrutura para tal. Sendo assim, é necessário, antes de efetivamente contratar um fornecedor, desenvolver uma solução inovadora para definir as diretrizes de implantação da ideia pretendida, as especificações técnicas etc. Neste caso, conforme a Lei nº 14.133/2021, a modalidade a ser utilizada para escolha desta solução prévia é:

Acertos
Erros
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