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Prova Oficial de Compras - Câmara de Rio Grande da Serra/SP
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Questão 1 de 34 Q1163172 Q1 da prova
Leia o texto para responder às questões de 1 a 05.

O olhar da truta

O homem pediu truta e o garçom perguntou se ele não gostaria de escolher uma pessoalmente. — Como, escolher? — No nosso viveiro. O senhor pode escolher a truta que quiser. Ele não tinha visto o viveiro ao entrar no restaurante. Foi atrás do garçom. As trutas davam voltas e voltas dentro do aquário, como num cortejo. Algumas paravam por um instante e ficavam olhando através do vidro, depois retomavam o cortejo. E o homem se viu encarando, olho no olho, uma truta que estacionara com a boca encostada no vidro à sua frente. — Essa está bonita... — disse o garçom. — Eu não sabia que se podia escolher. Pensei que elas já estivessem mortas. — Não, nossas trutas são mortas na hora. Da água direto para a panela. A truta continuava parada contra o vidro, olhando para o homem. — Vai essa, doutor? Ela parece que está pedindo... Mas o olhar da truta não era de quem queria ir direto para uma panela. Ela parecia examinar o homem. Parecia estar calculando a possibilidade de um diálogo. Estranho, pensou o homem. Nunca tive que tomar uma decisão assim. Decidir um destino, decidir entre a vida e a morte. Não era como no supermercado, em que os bichos já estavam mortos e a responsabilidade não era sua — pelo menos não diretamente. Você podia comê-los sem remorso. (...) Claro, era com sua aprovação tácita que bovinos, ovinos, suínos, caprinos, galinhas e peixes eram assassinados para lhe dar de comer. Mas você não estava presente no ato, não escolhia a vítima, não dava a ordem. (...) De certa maneira, pensou o homem, vivi sempre assim, protegido das entranhas do mundo. Sem precisar me comprometer. Sem encarar as vítimas. Mas agora era preciso escolher. — Vai essa, doutor? — insistiu o garçom. — Não sei. Eu... — Acho que foi ela que escolheu o senhor. Olha aí, ficou paradinha. Só faltando dizer “Me come”. O homem desejou que a truta deixasse de encará-lo e voltasse ao carrossel junto com as outras. Ou que pelo menos desviasse o olhar. — Vamos — estava dizendo a truta. — Pelo menos uma vez na vida, seja decidido. Me escolha e me condene à morte, ou me deixe viver. (...) Não posso decidir a minha vida, ou a de ninguém. Mas você pode. (...) Até agora foi um protegido, um desobrigado, um isento da vida. Mas chegou a hora de se comprometer. (...) — Vai essa mesmo, doutor? — quis saber o garçom, já com a rede na mão para pegar a truta. — Não — disse o homem. — Mudei de ideia. Vou pedir outra coisa. E de volta na mesa, depois de reexaminar o cardápio, perguntou: — Esses camarões estão vivos? — Não, doutor. Os camarões estão mortos. — Pode trazer.

No parágrafo final do texto, a atitude do cliente ao voltar à mesa e optar por camarões permite concluir que:

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Questão 2 de 34 Q1163173 Q2 da prova
Leia o texto para responder às questões de 1 a 05.

O olhar da truta

O homem pediu truta e o garçom perguntou se ele não gostaria de escolher uma pessoalmente. — Como, escolher? — No nosso viveiro. O senhor pode escolher a truta que quiser. Ele não tinha visto o viveiro ao entrar no restaurante. Foi atrás do garçom. As trutas davam voltas e voltas dentro do aquário, como num cortejo. Algumas paravam por um instante e ficavam olhando através do vidro, depois retomavam o cortejo. E o homem se viu encarando, olho no olho, uma truta que estacionara com a boca encostada no vidro à sua frente. — Essa está bonita... — disse o garçom. — Eu não sabia que se podia escolher. Pensei que elas já estivessem mortas. — Não, nossas trutas são mortas na hora. Da água direto para a panela. A truta continuava parada contra o vidro, olhando para o homem. — Vai essa, doutor? Ela parece que está pedindo... Mas o olhar da truta não era de quem queria ir direto para uma panela. Ela parecia examinar o homem. Parecia estar calculando a possibilidade de um diálogo. Estranho, pensou o homem. Nunca tive que tomar uma decisão assim. Decidir um destino, decidir entre a vida e a morte. Não era como no supermercado, em que os bichos já estavam mortos e a responsabilidade não era sua — pelo menos não diretamente. Você podia comê-los sem remorso. (...) Claro, era com sua aprovação tácita que bovinos, ovinos, suínos, caprinos, galinhas e peixes eram assassinados para lhe dar de comer. Mas você não estava presente no ato, não escolhia a vítima, não dava a ordem. (...) De certa maneira, pensou o homem, vivi sempre assim, protegido das entranhas do mundo. Sem precisar me comprometer. Sem encarar as vítimas. Mas agora era preciso escolher. — Vai essa, doutor? — insistiu o garçom. — Não sei. Eu... — Acho que foi ela que escolheu o senhor. Olha aí, ficou paradinha. Só faltando dizer “Me come”. O homem desejou que a truta deixasse de encará-lo e voltasse ao carrossel junto com as outras. Ou que pelo menos desviasse o olhar. — Vamos — estava dizendo a truta. — Pelo menos uma vez na vida, seja decidido. Me escolha e me condene à morte, ou me deixe viver. (...) Não posso decidir a minha vida, ou a de ninguém. Mas você pode. (...) Até agora foi um protegido, um desobrigado, um isento da vida. Mas chegou a hora de se comprometer. (...) — Vai essa mesmo, doutor? — quis saber o garçom, já com a rede na mão para pegar a truta. — Não — disse o homem. — Mudei de ideia. Vou pedir outra coisa. E de volta na mesa, depois de reexaminar o cardápio, perguntou: — Esses camarões estão vivos? — Não, doutor. Os camarões estão mortos. — Pode trazer.

Ao longo da narrativa, a interpretação do cliente a respeito do comportamento da truta o levava a crer que ela:

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Questão 3 de 34 Q1163174 Q3 da prova
Leia o texto para responder às questões de 1 a 05.

O olhar da truta

O homem pediu truta e o garçom perguntou se ele não gostaria de escolher uma pessoalmente. — Como, escolher? — No nosso viveiro. O senhor pode escolher a truta que quiser. Ele não tinha visto o viveiro ao entrar no restaurante. Foi atrás do garçom. As trutas davam voltas e voltas dentro do aquário, como num cortejo. Algumas paravam por um instante e ficavam olhando através do vidro, depois retomavam o cortejo. E o homem se viu encarando, olho no olho, uma truta que estacionara com a boca encostada no vidro à sua frente. — Essa está bonita... — disse o garçom. — Eu não sabia que se podia escolher. Pensei que elas já estivessem mortas. — Não, nossas trutas são mortas na hora. Da água direto para a panela. A truta continuava parada contra o vidro, olhando para o homem. — Vai essa, doutor? Ela parece que está pedindo... Mas o olhar da truta não era de quem queria ir direto para uma panela. Ela parecia examinar o homem. Parecia estar calculando a possibilidade de um diálogo. Estranho, pensou o homem. Nunca tive que tomar uma decisão assim. Decidir um destino, decidir entre a vida e a morte. Não era como no supermercado, em que os bichos já estavam mortos e a responsabilidade não era sua — pelo menos não diretamente. Você podia comê-los sem remorso. (...) Claro, era com sua aprovação tácita que bovinos, ovinos, suínos, caprinos, galinhas e peixes eram assassinados para lhe dar de comer. Mas você não estava presente no ato, não escolhia a vítima, não dava a ordem. (...) De certa maneira, pensou o homem, vivi sempre assim, protegido das entranhas do mundo. Sem precisar me comprometer. Sem encarar as vítimas. Mas agora era preciso escolher. — Vai essa, doutor? — insistiu o garçom. — Não sei. Eu... — Acho que foi ela que escolheu o senhor. Olha aí, ficou paradinha. Só faltando dizer “Me come”. O homem desejou que a truta deixasse de encará-lo e voltasse ao carrossel junto com as outras. Ou que pelo menos desviasse o olhar. — Vamos — estava dizendo a truta. — Pelo menos uma vez na vida, seja decidido. Me escolha e me condene à morte, ou me deixe viver. (...) Não posso decidir a minha vida, ou a de ninguém. Mas você pode. (...) Até agora foi um protegido, um desobrigado, um isento da vida. Mas chegou a hora de se comprometer. (...) — Vai essa mesmo, doutor? — quis saber o garçom, já com a rede na mão para pegar a truta. — Não — disse o homem. — Mudei de ideia. Vou pedir outra coisa. E de volta na mesa, depois de reexaminar o cardápio, perguntou: — Esses camarões estão vivos? — Não, doutor. Os camarões estão mortos. — Pode trazer.

Analise os excertos a seguir e assinale a alternativa em que o excerto se apresenta em discurso indireto livre.

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Questão 4 de 34 Q1163175 Q4 da prova
Leia o texto para responder às questões de 1 a 05.

O olhar da truta

O homem pediu truta e o garçom perguntou se ele não gostaria de escolher uma pessoalmente. — Como, escolher? — No nosso viveiro. O senhor pode escolher a truta que quiser. Ele não tinha visto o viveiro ao entrar no restaurante. Foi atrás do garçom. As trutas davam voltas e voltas dentro do aquário, como num cortejo. Algumas paravam por um instante e ficavam olhando através do vidro, depois retomavam o cortejo. E o homem se viu encarando, olho no olho, uma truta que estacionara com a boca encostada no vidro à sua frente. — Essa está bonita... — disse o garçom. — Eu não sabia que se podia escolher. Pensei que elas já estivessem mortas. — Não, nossas trutas são mortas na hora. Da água direto para a panela. A truta continuava parada contra o vidro, olhando para o homem. — Vai essa, doutor? Ela parece que está pedindo... Mas o olhar da truta não era de quem queria ir direto para uma panela. Ela parecia examinar o homem. Parecia estar calculando a possibilidade de um diálogo. Estranho, pensou o homem. Nunca tive que tomar uma decisão assim. Decidir um destino, decidir entre a vida e a morte. Não era como no supermercado, em que os bichos já estavam mortos e a responsabilidade não era sua — pelo menos não diretamente. Você podia comê-los sem remorso. (...) Claro, era com sua aprovação tácita que bovinos, ovinos, suínos, caprinos, galinhas e peixes eram assassinados para lhe dar de comer. Mas você não estava presente no ato, não escolhia a vítima, não dava a ordem. (...) De certa maneira, pensou o homem, vivi sempre assim, protegido das entranhas do mundo. Sem precisar me comprometer. Sem encarar as vítimas. Mas agora era preciso escolher. — Vai essa, doutor? — insistiu o garçom. — Não sei. Eu... — Acho que foi ela que escolheu o senhor. Olha aí, ficou paradinha. Só faltando dizer “Me come”. O homem desejou que a truta deixasse de encará-lo e voltasse ao carrossel junto com as outras. Ou que pelo menos desviasse o olhar. — Vamos — estava dizendo a truta. — Pelo menos uma vez na vida, seja decidido. Me escolha e me condene à morte, ou me deixe viver. (...) Não posso decidir a minha vida, ou a de ninguém. Mas você pode. (...) Até agora foi um protegido, um desobrigado, um isento da vida. Mas chegou a hora de se comprometer. (...) — Vai essa mesmo, doutor? — quis saber o garçom, já com a rede na mão para pegar a truta. — Não — disse o homem. — Mudei de ideia. Vou pedir outra coisa. E de volta na mesa, depois de reexaminar o cardápio, perguntou: — Esses camarões estão vivos? — Não, doutor. Os camarões estão mortos. — Pode trazer.

Considere o excerto: “De certa maneira, pensou o homem, vivi sempre assim, protegido das entranhas do mundo.” Nesse contexto, verifica-se sentido figurado no emprego da palavra:

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Questão 5 de 34 Q1163176 Q5 da prova
Leia o texto para responder às questões de 1 a 05.

O olhar da truta

O homem pediu truta e o garçom perguntou se ele não gostaria de escolher uma pessoalmente. — Como, escolher? — No nosso viveiro. O senhor pode escolher a truta que quiser. Ele não tinha visto o viveiro ao entrar no restaurante. Foi atrás do garçom. As trutas davam voltas e voltas dentro do aquário, como num cortejo. Algumas paravam por um instante e ficavam olhando através do vidro, depois retomavam o cortejo. E o homem se viu encarando, olho no olho, uma truta que estacionara com a boca encostada no vidro à sua frente. — Essa está bonita... — disse o garçom. — Eu não sabia que se podia escolher. Pensei que elas já estivessem mortas. — Não, nossas trutas são mortas na hora. Da água direto para a panela. A truta continuava parada contra o vidro, olhando para o homem. — Vai essa, doutor? Ela parece que está pedindo... Mas o olhar da truta não era de quem queria ir direto para uma panela. Ela parecia examinar o homem. Parecia estar calculando a possibilidade de um diálogo. Estranho, pensou o homem. Nunca tive que tomar uma decisão assim. Decidir um destino, decidir entre a vida e a morte. Não era como no supermercado, em que os bichos já estavam mortos e a responsabilidade não era sua — pelo menos não diretamente. Você podia comê-los sem remorso. (...) Claro, era com sua aprovação tácita que bovinos, ovinos, suínos, caprinos, galinhas e peixes eram assassinados para lhe dar de comer. Mas você não estava presente no ato, não escolhia a vítima, não dava a ordem. (...) De certa maneira, pensou o homem, vivi sempre assim, protegido das entranhas do mundo. Sem precisar me comprometer. Sem encarar as vítimas. Mas agora era preciso escolher. — Vai essa, doutor? — insistiu o garçom. — Não sei. Eu... — Acho que foi ela que escolheu o senhor. Olha aí, ficou paradinha. Só faltando dizer “Me come”. O homem desejou que a truta deixasse de encará-lo e voltasse ao carrossel junto com as outras. Ou que pelo menos desviasse o olhar. — Vamos — estava dizendo a truta. — Pelo menos uma vez na vida, seja decidido. Me escolha e me condene à morte, ou me deixe viver. (...) Não posso decidir a minha vida, ou a de ninguém. Mas você pode. (...) Até agora foi um protegido, um desobrigado, um isento da vida. Mas chegou a hora de se comprometer. (...) — Vai essa mesmo, doutor? — quis saber o garçom, já com a rede na mão para pegar a truta. — Não — disse o homem. — Mudei de ideia. Vou pedir outra coisa. E de volta na mesa, depois de reexaminar o cardápio, perguntou: — Esses camarões estão vivos? — Não, doutor. Os camarões estão mortos. — Pode trazer.

Considere o excerto: “Não posso decidir a minha vida, ou a de ninguém.” No contexto apresentado, o vocábulo “a”, em sua segunda ocorrência, desempenha o papel gramatical de:

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Questão 6 de 34 Q1163177 Q6 da prova

Analise as sentenças a seguir quanto aos sinais de pontuação empregados. Assinale a alternativa em que a vírgula é empregada de forma a separar uma oração reduzida de particípio de outra oração.

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Questão 7 de 34 Q1163178 Q7 da prova

Analise as sentenças a seguir quanto às formas verbais empregadas e assinale a alternativa em que ocorre desvio gramatical, segundo a norma-padrão da língua portuguesa.

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Questão 8 de 34 Q1163179 Q8 da prova

Analise as sentenças a seguir e assinale a alternativa em que o adjetivo em destaque não é relativo ao respectivo substantivo entre parênteses posto ao fim da sentença.

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Questão 9 de 34 Q1163181 Q10 da prova

Analise as sentenças a seguir quanto à regência verbal e assinale a alternativa em que a preposição em destaque não introduz um objeto indireto.

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Questão 10 de 34 Q1163183 Q12 da prova

Observe a sequência abaixo feita com quadrados enumerados: A primeira coluna apresenta o quadrado n° 1, a segunda coluna apresenta os quadrados n° 2 e 3. A terceira coluna apresenta o quadrado n° 4, e assim sucessivamente conforme sequência. A 27° coluna terá também dois quadrados. Indique a soma dos seus números:

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Questão 11 de 34 Q1163185 Q14 da prova

Um determinado carro já percorreu 90 mil quilômetros desde que foi fabricado. Supondo-se que ele utilizou somente um tipo de combustível, e que o consumo desse carro é tal que ele percorre 12 km com um litro de combustível, indique quantos metros cúbicos de combustível já foram consumidos por esse carro desde que foi fabricado:

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Questão 12 de 34 Q1163187 Q16 da prova

Os endereços utilizados para navegar na internet geralmente são compostos por 3 partes. Os sites que utilizam os domínios .gov, são sites:

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Questão 13 de 34 Q1163188 Q17 da prova

O ícone ilustrado a seguir está associado à qual dos Browsers listados:

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Questão 14 de 34 Q1163189 Q18 da prova

Utilizando o navegador de páginas Microsoft Edge, ao acionar o comando CTRL + N o resultado será:

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Questão 15 de 34 Q1163190 Q19 da prova

Sobre os conceitos e uso dos correios eletrônicos, marcar C para as afirmativas Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:

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Questão 16 de 34 Q1163191 Q20 da prova

De acordo com as ferramentas básicas presentes nos provedores de e-mail, analisar as afirmações a seguir: I. Os e-mails enviados não podem ser consultados na caixa de gerenciamento de e-mails, sendo necessário aguardar a resposta do destinatário para acessá-los novamente. II. Alguns provedores utilizam a opção “Marcar como SPAM” para indicar que uma mensagem deve ser armazenada prioritariamente na caixa de entrada. III. Os provedores de e-mail disponibilizam opções para criar pastas e armazenar as mensagens de forma organizada. Está(ão) Correto(s):

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Questão 17 de 34 Q1163193 Q22 da prova

Com base na CRFB/1988, assinale a alternativa INCORRETA sobre a organização político administrativa da República Federativa do Brasil.

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Questão 18 de 34 Q1163194 Q23 da prova

Nos expressos termos da Constituição da República de 1988, são competências reservadas somente à União: I. Declarar a guerra e celebrar a paz. II. Cuidar da saúde e assistência pública, da proteção e garantia das pessoas portadoras de deficiência. III. Emitir moeda. Está correto o que se afirma em:

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Questão 19 de 34 Q1163195 Q24 da prova

Preconiza a Constituição Federal de 1988 que compete à União, aos Estados e ao Distrito Federal legislar concorrentemente sobre:

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Questão 20 de 34 Q1163196 Q25 da prova

Nos termos expressos do art. 37 da Constituição Federal de 1988, a administração pública direta e indireta de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios obedecerá aos princípios de legalidade, ___________, moralidade, publicidade e _____________. Assinale a alternativa que correta e sequencialmente preenche as lacunas.

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Questão 21 de 34 Q1163197 Q26 da prova

Avalie as afirmativas a seguir à luz do texto constitucional, e assinale a alternativa correta.

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Questão 22 de 34 Q1163198 Q27 da prova

À luz da atual disciplina constitucional, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) acerca do tema de acúmulo remunerado de cargos públicos. Em seguida, assinale a alternativa que evidencia a sequência correta.

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Questão 23 de 34 Q1163199 Q28 da prova

À luz da Nova Lei de Licitações e Contratos Administrativos (Lei nº 14.133/2021), julgue as afirmativas a seguir.

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Questão 24 de 34 Q1163200 Q29 da prova

Sobre o regramento dos servidores públicos, afirma a Constituição Federal que são estáveis após ____________________ os servidores nomeados para cargo de provimento efetivo em virtude de concurso público. A lacuna é corretamente preenchida em:

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Questão 25 de 34 Q1163201 Q30 da prova

Acerca da Organização do Poder Legislativo em âmbito federal, assinale a alternativa em DESACORDO com a Constituição Federal de 1988.

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Questão 26 de 34 Q1163202 Q31 da prova

Nos termos da Constituição Federal, o processo legislativo compreende a elaboração de, dentre outras peças, emendas à Constituição, mediante proposta:

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Questão 27 de 34 Q1163203 Q32 da prova

À luz do regramento da CRFB/1988 sobre a fiscalização contábil, financeira e orçamentária da Administração Pública, assinale a alternativa correta:

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Questão 28 de 34 Q1163204 Q33 da prova

Sobre a organização do Poder Executivo Federal, e à luz da CRFB/1988, assinale a alternativa INCORRETA.

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Questão 29 de 34 Q1163205 Q35 da prova

Sobre o atual modelo de responsabilização civil dos agentes públicos, assinale a alternativa correta.

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Questão 30 de 34 Q1163206 Q36 da prova

Quando a Lei define todos os elementos do ato administrativo, sem deixar margem de valoração para o administrador público quanto a critérios de conveniência ou oportunidade, estaremos diante de um ato administrativo:

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Questão 31 de 34 Q1163207 Q37 da prova

O ato administrativo que apresenta um defeito insanável, geralmente originado pela ausência ou vício substancial em algum de seus elementos constitutivos (como um ato praticado com desvio de finalidade) e que, por conseguinte, não produz efeitos válidos, é tido como:

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Questão 32 de 34 Q1163208 Q38 da prova

A Nova Lei de Licitações e Contratos Administrativos (Lei nº 14.133/2021) estabelece normas gerais de Licitação e Contratos Administrativos para a Administração Direta e Indireta, em todas as esferas da Federação. Nesse contexto, assinale, dentre os objetos a seguir, aquele que NÃO é regulamentado pela NLL:

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Questão 33 de 34 Q1163209 Q39 da prova

A recente Lei nº 14.133/2021 foi promulgada para consolidar a legislação referente a licitações e contratos públicos no Brasil. Segundo esse diploma, a aquisição de bens e serviços comuns, definidos como aqueles cujos padrões de desempenho e qualidade podem ser objetivamente estabelecidos pelo edital, deve ser realizada por meio da modalidade:

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Questão 34 de 34 Q1163210 Q40 da prova

Suponha que o Município de Curió deseja fornecer rede móvel de internet ‘wi-fi’ em locais públicos pré-definidos, mas não tem técnicos com conhecimento suficiente nem estrutura para tal. Sendo assim, é necessário, antes de efetivamente contratar um fornecedor, desenvolver uma solução inovadora para definir as diretrizes de implantação da ideia pretendida, as especificações técnicas etc. Neste caso, conforme a Lei nº 14.133/2021, a modalidade a ser utilizada para escolha desta solução prévia é:

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