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Prova Odontólogo (PSF) - Pref. Santa Rita/TO
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Questão 1 de 40 Q1 da prova
Leia o texto 1 a seguir e responda as QUESTÕES de 01 a 05.

A população fica mais velha? Dá para tirar vantagem disso
Ante um pano de fundo de ansiedade econômica causada pela recente crise financeira, falar em tendências demográficas parece secundário. Mas o envelhecimento das nações tem preocupado bastante alguns analistas econômicos. Espera-se que o número de centenários mais que duplique em todo o mundo até 2030.
No Brasil, o envelhecimento da população está se acelerando dramaticamente. Uma análise de longo prazo deixa isso claro. O país levou seis décadas para ver a participação das pessoas acima de 60 anos aumentar de 5% da população para os atuais 10%. Nos próximos 40 anos, esse percentual deverá chegar a 30%.
As preocupações dos economistas com o envelhecimento giram em torno de escassez de trabalhadores, crescimento econômico mais lento e sistemas de previdência e assistência médica sob pressão. Para alguns, envelhecimento populacional significa aumento no número de idosos frágeis, solitários e isolados em instituições que oneram sua família.
Em outro cenário terrível, a morte é adiada, mas o surgimento de doenças crônicas, a decadência física e mental e a perda de independência se impõem. Em todos esses casos, o prolongamento da vida significa apenas mais miséria. Além disso, argumentam esses economistas, os idosos não trabalham nem poupam como a maioria dos adultos.
Por isso, muitos preveem que o envelhecimento vai pesar sobre as gerações mais jovens, obrigadas a financiar os sistemas de aposentadoria e de saúde.
As visões alarmistas não resistem, porém, a uma análise mais profunda. Primeiro porque vale sempre lembrar que o aumento da longevidade é uma das conquistas mais notáveis da humanidade — uma consequência dos avanços em saúde pública, educação e desenvolvimento econômico.
Fora isso, o envelhecimento da população não se traduz automaticamente numa catástrofe econômica e social. Há estratégias que podem ser adotadas para minimizar possíveis problemas causados pelo envelhecimento, como mudanças nas regras de aposentadoria, políticas trabalhistas favoráveis a mulheres e programas de treinamento para trabalhadores mais velhos. Com toda a certeza, o veredito sobre esse tsunami grisalho ainda não foi dado.
É curioso perceber que, em vários países onde o fenômeno já é mais marcante, as mudanças demográficas estimulam transformações comportamentais e tecnológicas, provocam inovações e promovem ajustes institucionais que, com frequência, compensam a força da nova configuração geracional.
Tudo depende da preparação e do poder de adaptação, tanto do ponto de vista individual como coletivo. Antecipar uma vida mais longa significa que as pessoas provavelmente pouparão mais para os anos em que não estarão trabalhando. Indica também a revisão de políticas de aposentadoria para desestimular a saída precoce do mercado de trabalho.
Quando o assunto é adiar a aposentadoria, vale sempre se perguntar se as pessoas mais velhas vão querer trabalhar por mais anos. Tudo indica que sim. As tecnologias contra o envelhecimento e os estilos de vida mais saudáveis não têm só aumentado a longevidade, mas tornado a velhice mais vigorosa.

Assinale a alternativa CORRETA em relação à interpretação do texto.

Questão 2 de 40 Q2 da prova
Leia o texto 1 a seguir e responda as QUESTÕES de 01 a 05.

A população fica mais velha? Dá para tirar vantagem disso
Ante um pano de fundo de ansiedade econômica causada pela recente crise financeira, falar em tendências demográficas parece secundário. Mas o envelhecimento das nações tem preocupado bastante alguns analistas econômicos. Espera-se que o número de centenários mais que duplique em todo o mundo até 2030.
No Brasil, o envelhecimento da população está se acelerando dramaticamente. Uma análise de longo prazo deixa isso claro. O país levou seis décadas para ver a participação das pessoas acima de 60 anos aumentar de 5% da população para os atuais 10%. Nos próximos 40 anos, esse percentual deverá chegar a 30%.
As preocupações dos economistas com o envelhecimento giram em torno de escassez de trabalhadores, crescimento econômico mais lento e sistemas de previdência e assistência médica sob pressão. Para alguns, envelhecimento populacional significa aumento no número de idosos frágeis, solitários e isolados em instituições que oneram sua família.
Em outro cenário terrível, a morte é adiada, mas o surgimento de doenças crônicas, a decadência física e mental e a perda de independência se impõem. Em todos esses casos, o prolongamento da vida significa apenas mais miséria. Além disso, argumentam esses economistas, os idosos não trabalham nem poupam como a maioria dos adultos.
Por isso, muitos preveem que o envelhecimento vai pesar sobre as gerações mais jovens, obrigadas a financiar os sistemas de aposentadoria e de saúde.
As visões alarmistas não resistem, porém, a uma análise mais profunda. Primeiro porque vale sempre lembrar que o aumento da longevidade é uma das conquistas mais notáveis da humanidade — uma consequência dos avanços em saúde pública, educação e desenvolvimento econômico.
Fora isso, o envelhecimento da população não se traduz automaticamente numa catástrofe econômica e social. Há estratégias que podem ser adotadas para minimizar possíveis problemas causados pelo envelhecimento, como mudanças nas regras de aposentadoria, políticas trabalhistas favoráveis a mulheres e programas de treinamento para trabalhadores mais velhos. Com toda a certeza, o veredito sobre esse tsunami grisalho ainda não foi dado.
É curioso perceber que, em vários países onde o fenômeno já é mais marcante, as mudanças demográficas estimulam transformações comportamentais e tecnológicas, provocam inovações e promovem ajustes institucionais que, com frequência, compensam a força da nova configuração geracional.
Tudo depende da preparação e do poder de adaptação, tanto do ponto de vista individual como coletivo. Antecipar uma vida mais longa significa que as pessoas provavelmente pouparão mais para os anos em que não estarão trabalhando. Indica também a revisão de políticas de aposentadoria para desestimular a saída precoce do mercado de trabalho.
Quando o assunto é adiar a aposentadoria, vale sempre se perguntar se as pessoas mais velhas vão querer trabalhar por mais anos. Tudo indica que sim. As tecnologias contra o envelhecimento e os estilos de vida mais saudáveis não têm só aumentado a longevidade, mas tornado a velhice mais vigorosa.

Analise as afirmativas a respeito da posição dos economistas sobre o acelerado processo de envelhecimento da população.

Questão 3 de 40 Q3 da prova
Leia o texto 1 a seguir e responda as QUESTÕES de 01 a 05.

A população fica mais velha? Dá para tirar vantagem disso
Ante um pano de fundo de ansiedade econômica causada pela recente crise financeira, falar em tendências demográficas parece secundário. Mas o envelhecimento das nações tem preocupado bastante alguns analistas econômicos. Espera-se que o número de centenários mais que duplique em todo o mundo até 2030.
No Brasil, o envelhecimento da população está se acelerando dramaticamente. Uma análise de longo prazo deixa isso claro. O país levou seis décadas para ver a participação das pessoas acima de 60 anos aumentar de 5% da população para os atuais 10%. Nos próximos 40 anos, esse percentual deverá chegar a 30%.
As preocupações dos economistas com o envelhecimento giram em torno de escassez de trabalhadores, crescimento econômico mais lento e sistemas de previdência e assistência médica sob pressão. Para alguns, envelhecimento populacional significa aumento no número de idosos frágeis, solitários e isolados em instituições que oneram sua família.
Em outro cenário terrível, a morte é adiada, mas o surgimento de doenças crônicas, a decadência física e mental e a perda de independência se impõem. Em todos esses casos, o prolongamento da vida significa apenas mais miséria. Além disso, argumentam esses economistas, os idosos não trabalham nem poupam como a maioria dos adultos.
Por isso, muitos preveem que o envelhecimento vai pesar sobre as gerações mais jovens, obrigadas a financiar os sistemas de aposentadoria e de saúde.
As visões alarmistas não resistem, porém, a uma análise mais profunda. Primeiro porque vale sempre lembrar que o aumento da longevidade é uma das conquistas mais notáveis da humanidade — uma consequência dos avanços em saúde pública, educação e desenvolvimento econômico.
Fora isso, o envelhecimento da população não se traduz automaticamente numa catástrofe econômica e social. Há estratégias que podem ser adotadas para minimizar possíveis problemas causados pelo envelhecimento, como mudanças nas regras de aposentadoria, políticas trabalhistas favoráveis a mulheres e programas de treinamento para trabalhadores mais velhos. Com toda a certeza, o veredito sobre esse tsunami grisalho ainda não foi dado.
É curioso perceber que, em vários países onde o fenômeno já é mais marcante, as mudanças demográficas estimulam transformações comportamentais e tecnológicas, provocam inovações e promovem ajustes institucionais que, com frequência, compensam a força da nova configuração geracional.
Tudo depende da preparação e do poder de adaptação, tanto do ponto de vista individual como coletivo. Antecipar uma vida mais longa significa que as pessoas provavelmente pouparão mais para os anos em que não estarão trabalhando. Indica também a revisão de políticas de aposentadoria para desestimular a saída precoce do mercado de trabalho.
Quando o assunto é adiar a aposentadoria, vale sempre se perguntar se as pessoas mais velhas vão querer trabalhar por mais anos. Tudo indica que sim. As tecnologias contra o envelhecimento e os estilos de vida mais saudáveis não têm só aumentado a longevidade, mas tornado a velhice mais vigorosa.

Analise as afirmativas a seguir em relação aos aspectos gramaticais do texto.

Questão 4 de 40 Q4 da prova
Leia o texto 1 a seguir e responda as QUESTÕES de 01 a 05.

A população fica mais velha? Dá para tirar vantagem disso
Ante um pano de fundo de ansiedade econômica causada pela recente crise financeira, falar em tendências demográficas parece secundário. Mas o envelhecimento das nações tem preocupado bastante alguns analistas econômicos. Espera-se que o número de centenários mais que duplique em todo o mundo até 2030.
No Brasil, o envelhecimento da população está se acelerando dramaticamente. Uma análise de longo prazo deixa isso claro. O país levou seis décadas para ver a participação das pessoas acima de 60 anos aumentar de 5% da população para os atuais 10%. Nos próximos 40 anos, esse percentual deverá chegar a 30%.
As preocupações dos economistas com o envelhecimento giram em torno de escassez de trabalhadores, crescimento econômico mais lento e sistemas de previdência e assistência médica sob pressão. Para alguns, envelhecimento populacional significa aumento no número de idosos frágeis, solitários e isolados em instituições que oneram sua família.
Em outro cenário terrível, a morte é adiada, mas o surgimento de doenças crônicas, a decadência física e mental e a perda de independência se impõem. Em todos esses casos, o prolongamento da vida significa apenas mais miséria. Além disso, argumentam esses economistas, os idosos não trabalham nem poupam como a maioria dos adultos.
Por isso, muitos preveem que o envelhecimento vai pesar sobre as gerações mais jovens, obrigadas a financiar os sistemas de aposentadoria e de saúde.
As visões alarmistas não resistem, porém, a uma análise mais profunda. Primeiro porque vale sempre lembrar que o aumento da longevidade é uma das conquistas mais notáveis da humanidade — uma consequência dos avanços em saúde pública, educação e desenvolvimento econômico.
Fora isso, o envelhecimento da população não se traduz automaticamente numa catástrofe econômica e social. Há estratégias que podem ser adotadas para minimizar possíveis problemas causados pelo envelhecimento, como mudanças nas regras de aposentadoria, políticas trabalhistas favoráveis a mulheres e programas de treinamento para trabalhadores mais velhos. Com toda a certeza, o veredito sobre esse tsunami grisalho ainda não foi dado.
É curioso perceber que, em vários países onde o fenômeno já é mais marcante, as mudanças demográficas estimulam transformações comportamentais e tecnológicas, provocam inovações e promovem ajustes institucionais que, com frequência, compensam a força da nova configuração geracional.
Tudo depende da preparação e do poder de adaptação, tanto do ponto de vista individual como coletivo. Antecipar uma vida mais longa significa que as pessoas provavelmente pouparão mais para os anos em que não estarão trabalhando. Indica também a revisão de políticas de aposentadoria para desestimular a saída precoce do mercado de trabalho.
Quando o assunto é adiar a aposentadoria, vale sempre se perguntar se as pessoas mais velhas vão querer trabalhar por mais anos. Tudo indica que sim. As tecnologias contra o envelhecimento e os estilos de vida mais saudáveis não têm só aumentado a longevidade, mas tornado a velhice mais vigorosa.

Analise as afirmativas a seguir em relação aos aspectos gramaticais do texto.

Questão 5 de 40 Q5 da prova
Leia o texto 1 a seguir e responda as QUESTÕES de 01 a 05.

A população fica mais velha? Dá para tirar vantagem disso
Ante um pano de fundo de ansiedade econômica causada pela recente crise financeira, falar em tendências demográficas parece secundário. Mas o envelhecimento das nações tem preocupado bastante alguns analistas econômicos. Espera-se que o número de centenários mais que duplique em todo o mundo até 2030.
No Brasil, o envelhecimento da população está se acelerando dramaticamente. Uma análise de longo prazo deixa isso claro. O país levou seis décadas para ver a participação das pessoas acima de 60 anos aumentar de 5% da população para os atuais 10%. Nos próximos 40 anos, esse percentual deverá chegar a 30%.
As preocupações dos economistas com o envelhecimento giram em torno de escassez de trabalhadores, crescimento econômico mais lento e sistemas de previdência e assistência médica sob pressão. Para alguns, envelhecimento populacional significa aumento no número de idosos frágeis, solitários e isolados em instituições que oneram sua família.
Em outro cenário terrível, a morte é adiada, mas o surgimento de doenças crônicas, a decadência física e mental e a perda de independência se impõem. Em todos esses casos, o prolongamento da vida significa apenas mais miséria. Além disso, argumentam esses economistas, os idosos não trabalham nem poupam como a maioria dos adultos.
Por isso, muitos preveem que o envelhecimento vai pesar sobre as gerações mais jovens, obrigadas a financiar os sistemas de aposentadoria e de saúde.
As visões alarmistas não resistem, porém, a uma análise mais profunda. Primeiro porque vale sempre lembrar que o aumento da longevidade é uma das conquistas mais notáveis da humanidade — uma consequência dos avanços em saúde pública, educação e desenvolvimento econômico.
Fora isso, o envelhecimento da população não se traduz automaticamente numa catástrofe econômica e social. Há estratégias que podem ser adotadas para minimizar possíveis problemas causados pelo envelhecimento, como mudanças nas regras de aposentadoria, políticas trabalhistas favoráveis a mulheres e programas de treinamento para trabalhadores mais velhos. Com toda a certeza, o veredito sobre esse tsunami grisalho ainda não foi dado.
É curioso perceber que, em vários países onde o fenômeno já é mais marcante, as mudanças demográficas estimulam transformações comportamentais e tecnológicas, provocam inovações e promovem ajustes institucionais que, com frequência, compensam a força da nova configuração geracional.
Tudo depende da preparação e do poder de adaptação, tanto do ponto de vista individual como coletivo. Antecipar uma vida mais longa significa que as pessoas provavelmente pouparão mais para os anos em que não estarão trabalhando. Indica também a revisão de políticas de aposentadoria para desestimular a saída precoce do mercado de trabalho.
Quando o assunto é adiar a aposentadoria, vale sempre se perguntar se as pessoas mais velhas vão querer trabalhar por mais anos. Tudo indica que sim. As tecnologias contra o envelhecimento e os estilos de vida mais saudáveis não têm só aumentado a longevidade, mas tornado a velhice mais vigorosa.

A respeito da frase “Com toda a certeza, o veredito sobre esse tsunami grisalho ainda não foi dado” (7º parágrafo), marque a alternativa CORRETA quanto à utilização da expressão ‘tsunami grisalho’.

Questão 6 de 40 Q6 da prova
Leia o texto 2 a seguir e responda as QUESTÕES de 06 a 09.

Balada para idosos
A população da Coreia do Sul está envelhecendo. Hoje, 13% dos habitantes têm mais de 65 anos, e essa proporção deve chegar a 40% em 2026. O aumento dessa faixa etária tem causado uma revolução nos negócios voltados, teoricamente, para os jovens. É o caso das discotecas que se reinventaram para atrair os mais velhos. A casa noturna Kukilgwan Palace, por exemplo, permite a entrada apenas de pessoas com mais de 60 anos e funciona em um horário alternativo: das 12 às 18h. Além de música animada e comes e bebes, o empreendimento tem um armário de remédios para possíveis emergências. Nos finais de semana, a casa recebe 1500 clientes – que são mais fiéis do que os jovens, segundo o proprietário da Kukilgwan Palace.

Assinale a alternativa CORRETA em relação à interpretação do texto.

Questão 7 de 40 Q7 da prova
Leia o texto 2 a seguir e responda as QUESTÕES de 06 a 09.

Balada para idosos
A população da Coreia do Sul está envelhecendo. Hoje, 13% dos habitantes têm mais de 65 anos, e essa proporção deve chegar a 40% em 2026. O aumento dessa faixa etária tem causado uma revolução nos negócios voltados, teoricamente, para os jovens. É o caso das discotecas que se reinventaram para atrair os mais velhos. A casa noturna Kukilgwan Palace, por exemplo, permite a entrada apenas de pessoas com mais de 60 anos e funciona em um horário alternativo: das 12 às 18h. Além de música animada e comes e bebes, o empreendimento tem um armário de remédios para possíveis emergências. Nos finais de semana, a casa recebe 1500 clientes – que são mais fiéis do que os jovens, segundo o proprietário da Kukilgwan Palace.

Analise as afirmativas a seguir em relação aos aspectos gramaticais do texto.

Questão 8 de 40 Q8 da prova
Leia o texto 2 a seguir e responda as QUESTÕES de 06 a 09.

Balada para idosos
A população da Coreia do Sul está envelhecendo. Hoje, 13% dos habitantes têm mais de 65 anos, e essa proporção deve chegar a 40% em 2026. O aumento dessa faixa etária tem causado uma revolução nos negócios voltados, teoricamente, para os jovens. É o caso das discotecas que se reinventaram para atrair os mais velhos. A casa noturna Kukilgwan Palace, por exemplo, permite a entrada apenas de pessoas com mais de 60 anos e funciona em um horário alternativo: das 12 às 18h. Além de música animada e comes e bebes, o empreendimento tem um armário de remédios para possíveis emergências. Nos finais de semana, a casa recebe 1500 clientes – que são mais fiéis do que os jovens, segundo o proprietário da Kukilgwan Palace.

Os elementos em destaque no texto “voltados”, “atrair” e “alternativo” podem ser substituídos, respectivamente, sem prejuízo ao sentido global do texto por:

Questão 9 de 40 Q9 da prova
Leia o texto 1 a seguir e responda as QUESTÕES de 01 a 05.

A população fica mais velha? Dá para tirar vantagem disso
Ante um pano de fundo de ansiedade econômica causada pela recente crise financeira, falar em tendências demográficas parece secundário. Mas o envelhecimento das nações tem preocupado bastante alguns analistas econômicos. Espera-se que o número de centenários mais que duplique em todo o mundo até 2030.
No Brasil, o envelhecimento da população está se acelerando dramaticamente. Uma análise de longo prazo deixa isso claro. O país levou seis décadas para ver a participação das pessoas acima de 60 anos aumentar de 5% da população para os atuais 10%. Nos próximos 40 anos, esse percentual deverá chegar a 30%.
As preocupações dos economistas com o envelhecimento giram em torno de escassez de trabalhadores, crescimento econômico mais lento e sistemas de previdência e assistência médica sob pressão. Para alguns, envelhecimento populacional significa aumento no número de idosos frágeis, solitários e isolados em instituições que oneram sua família.
Em outro cenário terrível, a morte é adiada, mas o surgimento de doenças crônicas, a decadência física e mental e a perda de independência se impõem. Em todos esses casos, o prolongamento da vida significa apenas mais miséria. Além disso, argumentam esses economistas, os idosos não trabalham nem poupam como a maioria dos adultos.
Por isso, muitos preveem que o envelhecimento vai pesar sobre as gerações mais jovens, obrigadas a financiar os sistemas de aposentadoria e de saúde.
As visões alarmistas não resistem, porém, a uma análise mais profunda. Primeiro porque vale sempre lembrar que o aumento da longevidade é uma das conquistas mais notáveis da humanidade — uma consequência dos avanços em saúde pública, educação e desenvolvimento econômico.
Fora isso, o envelhecimento da população não se traduz automaticamente numa catástrofe econômica e social. Há estratégias que podem ser adotadas para minimizar possíveis problemas causados pelo envelhecimento, como mudanças nas regras de aposentadoria, políticas trabalhistas favoráveis a mulheres e programas de treinamento para trabalhadores mais velhos. Com toda a certeza, o veredito sobre esse tsunami grisalho ainda não foi dado.
É curioso perceber que, em vários países onde o fenômeno já é mais marcante, as mudanças demográficas estimulam transformações comportamentais e tecnológicas, provocam inovações e promovem ajustes institucionais que, com frequência, compensam a força da nova configuração geracional.
Tudo depende da preparação e do poder de adaptação, tanto do ponto de vista individual como coletivo. Antecipar uma vida mais longa significa que as pessoas provavelmente pouparão mais para os anos em que não estarão trabalhando. Indica também a revisão de políticas de aposentadoria para desestimular a saída precoce do mercado de trabalho.
Quando o assunto é adiar a aposentadoria, vale sempre se perguntar se as pessoas mais velhas vão querer trabalhar por mais anos. Tudo indica que sim. As tecnologias contra o envelhecimento e os estilos de vida mais saudáveis não têm só aumentado a longevidade, mas tornado a velhice mais vigorosa.

Após a leitura do texto 1, “A população fica mais velha? Dá para tirar vantagem disso”, e do texto 2, “Balada para idosos”, marque a alternativa INCORRETA quanto à relação entre eles.

Questão 10 de 40 Q10 da prova

Analise as afirmativas a seguir, em relação ao emprego dos pronomes de tratamento nas modalidades de comunicação oficial.

Questão 11 de 40 Q11 da prova

O recurso de Mala Direta, no Microsoft Word 2007, é bastante utilizado na confecção de documentos, cujo conteúdo se destina a um grupo de pessoas. Marque a opção que NÃO constitui um modelo de documento padrão desse recurso.

Questão 12 de 40 Q12 da prova

A combinação de teclas, no sistema operacional Windows 7, fornece maior agilidade e praticidade no desenvolvimento das atividades cotidianas. Marque a opção CORRETA responsável por bloquear o computador.

Questão 13 de 40 Q13 da prova

A Google Inc. é uma empresa multinacional de serviços online e software dos Estados Unidos. Assinale a opção CORRETA que contenha somente produtos dessa gigante da internet.

Questão 14 de 40 Q14 da prova

Os navegadores web (web browsers) permitem a visualização de conteúdos nos sites da internet. Assinale a opção CORRETA que contenha somente navegadores.

Questão 15 de 40 Q15 da prova

Um computador infectado por um vírus pode apresentar funcionamento indesejável. Assinale a opção que NÃO sugere infecção por um vírus.

Questão 16 de 40 Q16 da prova

Analise as afirmativas em relação à dinâmica populacional do estado do Tocantins.

Questão 17 de 40 Q17 da prova

Sobre a hidrografia do estado do Tocantins, é CORRETO afirmar que:

Questão 18 de 40 Q18 da prova

A Área de Proteção Ambiental (APA) possui um zoneamento ambiental, que estabelece normas de uso, condições bióticas, geológicas, agropastoris, extrativistas e culturais da região. As atividades econômicas dos municípios pertencentes à APA devem ser orientadas pelo seu zoneamento. Sobre a APA Ilha do Bananal/Cantão, é CORRETO afirmar que abrange os municípios de:

Questão 19 de 40 Q19 da prova

Uma das manifestações culturais religiosas e festivas, presentes no estado do Tocantins de influência portuguesa, diz respeito à festa realizada em referência aos reis magos, que consiste na visitação de casas de amigos e familiares, feitos por grupos organizados, muitos dos quais motivados por propósitos sociais e filantrópicos. A visita dos foliões é celebrada com música e dança. É CORRETO afirmar que trata-se da folia:

Questão 20 de 40 Q20 da prova

Sobre os povos indígenas, distribuídos ao longo do território tocantinense, é CORRETO afirmar que o povo Xerente:

Questão 21 de 40 Q21 da prova

Considerando o estabelecido pela Lei Complementar N º 195/2009 (Estatuto dos Servidores Públicos do Município de Santa Rita do Tocantins), acerca da posse do servidor aprovado em concurso público, assinale a alternativa INCORRETA.

Questão 22 de 40 Q22 da prova

Assinale a alternativa CORRETA. Considerando o estabelecido pela Lei Complementar Nº 195/2009 (Estatuto dos Servidores Públicos do Município de Santa Rita do Tocantins), o retorno à atividade, de servidor aposentado por invalidez, quando, por junta médica oficial, forem declarados insubsistentes os motivos determinantes da aposentadoria, é chamado de:

Questão 23 de 40 Q23 da prova

Assinale a alternativa CORRETA. Considerando o estabelecido pela Lei Complementar Nº 195/2009 (Estatuto dos Servidores Públicos do Município de Santa Rita do Tocantins), após cada período de 12 (doze) meses de efetivo exercício funcional, o servidor terá direito às férias. Se, nesse período de 12 (doze) meses, o servidor tiver tido 10 (dez) faltas, o seu período de férias será de:

Questão 24 de 40 Q24 da prova

Considerando o estabelecido pela Lei Complementar Nº 195/2009 (Estatuto dos Servidores Públicos do Município de Santa Rita do Tocantins), ao servidor, investido em mandato eletivo, aplicam-se as seguintes disposições, EXCETO:

Questão 25 de 40 Q25 da prova

Considerando o estabelecido pela Lei Complementar Nº 195/2009 (Estatuto dos Servidores Públicos do Município de Santa Rita do Tocantins), assinale a alternativa INCORRETA.

Questão 26 de 40 Q26 da prova

Considerando a Lei Nº 181/2008 (Plano de Cargos e Salários dos Servidores Efetivos), sobre a progressão horizontal, assinale a alternativa INCORRETA.

Questão 27 de 40 Q27 da prova

Considerando a Lei Nº 181/2008 (Plano de Cargos e Salários dos Servidores Efetivos) sobre a contratação temporária de pessoal por necessidade temporária de excepcional interesse público, assinale a alternativa INCORRETA.

Questão 28 de 40 Q28 da prova

Considerando a Lei Orgânica do Município de Santa Rita do Tocantins, em especial, quanto às normas regulamentares dos atos municipais, NÃO serão realizadas mediante “Decreto”:

Questão 29 de 40 Q29 da prova

As leis complementares exigem, para sua aprovação, o voto favorável da maioria absoluta dos membros da Câmara Municipal. Considerando a Lei orgânica do Município de Santa Rita do Tocantins, NÃO é matéria objeto de lei complementar:

Questão 30 de 40 Q30 da prova

Analise os itens a seguir. Considerando a Lei Orgânica do Município de Santa Rita do Tocantins, é de competência privativa do Prefeito a iniciativa de projetos de lei que pretendem:

Questão 31 de 40 Q31 da prova

Sobre a etiologia das gengivites, assinale a alternativa INCORRETA:

Questão 32 de 40 Q32 da prova

Sobre o diagnóstico das periodontites, assinale a alternativa INCORRETA:

Questão 33 de 40 Q33 da prova

São sinais e sintomas de pulpite reversível, EXCETO:

Questão 34 de 40 Q34 da prova

São sinais e sintomas de pulpite irreversível, EXCETO:

Questão 35 de 40 Q35 da prova

É uma forma de pulpite irreversível também conhecida como pólipo pulpar. Ocorre como resultado do tecido pulpar jovem inflamado cronicamente. O tratamento envolve tratamento endodôntico ou exodontia. O texto supracitado refere-se à:

Questão 36 de 40 Q36 da prova

São condições que predispõem a ocorrência de xerostomia, EXCETO:

Questão 37 de 40 Q37 da prova

O amálgama dentário tem sido usado em odontologia pelos últimos 150 anos. O uso contínuo do amálgama tem sido um tópico controverso nos últimos anos, com preocupações sendo levantadas em relação à sua segurança, particularmente em relação à liberação de mercúrio durante a sua remoção, inserção, cavitação e, a longo prazo, durante a mastigação. Existe, entretanto, evidência considerável para suportar sua segurança como material dentário, sem evidência científica aparente para indicar a associação do amálgama com qualquer doença sistêmica. Sobre o amálgama dentário, é INCORRETO afirmar:

Questão 38 de 40 Q38 da prova

É uma patologia na qual os dentes decíduos e permanentes são opalescentes e aparecem azulados ou amarronzados à transiluminação. Algumas vezes, os dentes permanentes sucessores são menos afetados. Há rápida perda do esmalte expondo a dentina subjacente, que sofre rápido desgaste. É mais evidente na primeira dentição. Radiograficamente, as coroas aparecem bulbosas e as raízes podem ser curtas e finas. As câmaras pulpares obliteram rapidamente após a erupção dentária e os canais radiculares são progressivamente estreitados pela deposição de dentina anormal. A transmissão é geralmente autossômica dominante. O texto supracitado refere-se à:

Questão 39 de 40 Q39 da prova

São condições patológicas em que normalmente se observa hipodontia, EXCETO:

Questão 40 de 40 Q40 da prova

É um anestésico odontológico de longa duração, com potência anestésica quatro vezes maior que a lidocaína e com maior potencial vasodilatador. Por ser mais potente, é utilizado na concentração de 0,5%. No bloqueio dos nervos alveolar inferior e ligual produz anestesia pulpar por até quatro horas, e em tecidos moles, por até 12 horas. Seu uso para o controle de dor pós operatória em procedimentos cirúrgicos tem sido questionado. O texto supracitado refere-se à:

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