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Prova Odontólogo/40h - Pref. Água Boa/MT
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Questão 1 de 53 Q1 da prova
Leia o texto a seguir: Os cientistas estudavam um fóssil desde 1931 - mas ele era falso Presença de tinta no fóssil indicou que ele não era feito de tecidos moles preservados do período Permiano, como se imaginava Enquanto a pesquisadora de pós-doutorado Valentina Rossi, da Universidade College Cork, na Irlanda, estudava um fóssil que há muito tempo acreditava-se ser um exemplar de 280 milhões de anos de uma espécie de réptil até então desconhecida, ela notou algo estranho na pele do animal – era tinta preta. A teoria era de que o fóssil, que foi encontrado em 1931 nos Alpes Italianos, continha tecidos moles preservados dos primeiros dias do período Permiano – tempo antes dos dinossauros, quando o supercontinente Pangeia fervilhava com criaturas bizarras e aterrorizantes. Cientistas nomearam a nova espécie e passaram anos tentando adivinhar que tipo de réptil era. Eles consideraram a descoberta importante, visto que o animal teria vivido em um momento em que muitas espécies de répteis não eram conhecidas por existir naquela área. Mas durante sua pesquisa, alguns anos atrás, Rossi descobriu que não havia tecidos moles na rocha. Em vez disso, o que se acreditava ser o corpo do réptil era, em sua maior parte, tinta. Segundo ela, o material pode ter sido aplicado em algum momento para preservar ossos embutidos na rocha. As origens da falsificação são desconhecidas, mas Rossi espera continuar sua pesquisa para descobrir qual animal está, de fato, preservado sob a tinta. Em um estudo publicado na semana passada na revista científica Paleontology, Rossi e outros pesquisadores europeus revelaram a descoberta. “Isso foi totalmente inesperado”, disse Rossi, de 34 anos, autora principal do estudo, ao The Washington Post. “Ninguém nunca pensou sequer em propor que a pele era potencialmente uma tinta.”

A leitura do texto anterior permite a inferência de que:

Questão 2 de 53 Q2 da prova
Leia o texto a seguir: Os cientistas estudavam um fóssil desde 1931 - mas ele era falso Presença de tinta no fóssil indicou que ele não era feito de tecidos moles preservados do período Permiano, como se imaginava Enquanto a pesquisadora de pós-doutorado Valentina Rossi, da Universidade College Cork, na Irlanda, estudava um fóssil que há muito tempo acreditava-se ser um exemplar de 280 milhões de anos de uma espécie de réptil até então desconhecida, ela notou algo estranho na pele do animal – era tinta preta. A teoria era de que o fóssil, que foi encontrado em 1931 nos Alpes Italianos, continha tecidos moles preservados dos primeiros dias do período Permiano – tempo antes dos dinossauros, quando o supercontinente Pangeia fervilhava com criaturas bizarras e aterrorizantes. Cientistas nomearam a nova espécie e passaram anos tentando adivinhar que tipo de réptil era. Eles consideraram a descoberta importante, visto que o animal teria vivido em um momento em que muitas espécies de répteis não eram conhecidas por existir naquela área. Mas durante sua pesquisa, alguns anos atrás, Rossi descobriu que não havia tecidos moles na rocha. Em vez disso, o que se acreditava ser o corpo do réptil era, em sua maior parte, tinta. Segundo ela, o material pode ter sido aplicado em algum momento para preservar ossos embutidos na rocha. As origens da falsificação são desconhecidas, mas Rossi espera continuar sua pesquisa para descobrir qual animal está, de fato, preservado sob a tinta. Em um estudo publicado na semana passada na revista científica Paleontology, Rossi e outros pesquisadores europeus revelaram a descoberta. “Isso foi totalmente inesperado”, disse Rossi, de 34 anos, autora principal do estudo, ao The Washington Post. “Ninguém nunca pensou sequer em propor que a pele era potencialmente uma tinta.”

No trecho “o supercontinente Pangeia fervilhava com criaturas bizarras e aterrorizantes” (2º parágrafo), o jornalista faz referência:

Questão 3 de 53 Q3 da prova
Leia o texto a seguir: Os cientistas estudavam um fóssil desde 1931 - mas ele era falso Presença de tinta no fóssil indicou que ele não era feito de tecidos moles preservados do período Permiano, como se imaginava Enquanto a pesquisadora de pós-doutorado Valentina Rossi, da Universidade College Cork, na Irlanda, estudava um fóssil que há muito tempo acreditava-se ser um exemplar de 280 milhões de anos de uma espécie de réptil até então desconhecida, ela notou algo estranho na pele do animal – era tinta preta. A teoria era de que o fóssil, que foi encontrado em 1931 nos Alpes Italianos, continha tecidos moles preservados dos primeiros dias do período Permiano – tempo antes dos dinossauros, quando o supercontinente Pangeia fervilhava com criaturas bizarras e aterrorizantes. Cientistas nomearam a nova espécie e passaram anos tentando adivinhar que tipo de réptil era. Eles consideraram a descoberta importante, visto que o animal teria vivido em um momento em que muitas espécies de répteis não eram conhecidas por existir naquela área. Mas durante sua pesquisa, alguns anos atrás, Rossi descobriu que não havia tecidos moles na rocha. Em vez disso, o que se acreditava ser o corpo do réptil era, em sua maior parte, tinta. Segundo ela, o material pode ter sido aplicado em algum momento para preservar ossos embutidos na rocha. As origens da falsificação são desconhecidas, mas Rossi espera continuar sua pesquisa para descobrir qual animal está, de fato, preservado sob a tinta. Em um estudo publicado na semana passada na revista científica Paleontology, Rossi e outros pesquisadores europeus revelaram a descoberta. “Isso foi totalmente inesperado”, disse Rossi, de 34 anos, autora principal do estudo, ao The Washington Post. “Ninguém nunca pensou sequer em propor que a pele era potencialmente uma tinta.”

Em “[...] há muito tempo acreditava-se ser um exemplar de 280 milhões de anos de uma espécie de réptil até então desconhecida” (1º parágrafo), o verbo destacado faz referência a um sujeito:

Questão 4 de 53 Q4 da prova
Leia o texto a seguir: Os cientistas estudavam um fóssil desde 1931 - mas ele era falso Presença de tinta no fóssil indicou que ele não era feito de tecidos moles preservados do período Permiano, como se imaginava Enquanto a pesquisadora de pós-doutorado Valentina Rossi, da Universidade College Cork, na Irlanda, estudava um fóssil que há muito tempo acreditava-se ser um exemplar de 280 milhões de anos de uma espécie de réptil até então desconhecida, ela notou algo estranho na pele do animal – era tinta preta. A teoria era de que o fóssil, que foi encontrado em 1931 nos Alpes Italianos, continha tecidos moles preservados dos primeiros dias do período Permiano – tempo antes dos dinossauros, quando o supercontinente Pangeia fervilhava com criaturas bizarras e aterrorizantes. Cientistas nomearam a nova espécie e passaram anos tentando adivinhar que tipo de réptil era. Eles consideraram a descoberta importante, visto que o animal teria vivido em um momento em que muitas espécies de répteis não eram conhecidas por existir naquela área. Mas durante sua pesquisa, alguns anos atrás, Rossi descobriu que não havia tecidos moles na rocha. Em vez disso, o que se acreditava ser o corpo do réptil era, em sua maior parte, tinta. Segundo ela, o material pode ter sido aplicado em algum momento para preservar ossos embutidos na rocha. As origens da falsificação são desconhecidas, mas Rossi espera continuar sua pesquisa para descobrir qual animal está, de fato, preservado sob a tinta. Em um estudo publicado na semana passada na revista científica Paleontology, Rossi e outros pesquisadores europeus revelaram a descoberta. “Isso foi totalmente inesperado”, disse Rossi, de 34 anos, autora principal do estudo, ao The Washington Post. “Ninguém nunca pensou sequer em propor que a pele era potencialmente uma tinta.”

“Enquanto a pesquisadora de pós-doutorado Valentina Rossi, da Universidade College Cork, na Irlanda, estudava um fóssil que há muito tempo acreditava-se ser um exemplar de 280 milhões de anos de uma espécie de réptil até então desconhecida, ela notou algo estranho na pele do animal – era tinta preta” (1º parágrafo). Nesse trecho, o termo destacado veicula sentido:

Questão 5 de 53 Q5 da prova
Leia o texto a seguir: Os cientistas estudavam um fóssil desde 1931 - mas ele era falso Presença de tinta no fóssil indicou que ele não era feito de tecidos moles preservados do período Permiano, como se imaginava Enquanto a pesquisadora de pós-doutorado Valentina Rossi, da Universidade College Cork, na Irlanda, estudava um fóssil que há muito tempo acreditava-se ser um exemplar de 280 milhões de anos de uma espécie de réptil até então desconhecida, ela notou algo estranho na pele do animal – era tinta preta. A teoria era de que o fóssil, que foi encontrado em 1931 nos Alpes Italianos, continha tecidos moles preservados dos primeiros dias do período Permiano – tempo antes dos dinossauros, quando o supercontinente Pangeia fervilhava com criaturas bizarras e aterrorizantes. Cientistas nomearam a nova espécie e passaram anos tentando adivinhar que tipo de réptil era. Eles consideraram a descoberta importante, visto que o animal teria vivido em um momento em que muitas espécies de répteis não eram conhecidas por existir naquela área. Mas durante sua pesquisa, alguns anos atrás, Rossi descobriu que não havia tecidos moles na rocha. Em vez disso, o que se acreditava ser o corpo do réptil era, em sua maior parte, tinta. Segundo ela, o material pode ter sido aplicado em algum momento para preservar ossos embutidos na rocha. As origens da falsificação são desconhecidas, mas Rossi espera continuar sua pesquisa para descobrir qual animal está, de fato, preservado sob a tinta. Em um estudo publicado na semana passada na revista científica Paleontology, Rossi e outros pesquisadores europeus revelaram a descoberta. “Isso foi totalmente inesperado”, disse Rossi, de 34 anos, autora principal do estudo, ao The Washington Post. “Ninguém nunca pensou sequer em propor que a pele era potencialmente uma tinta.”

Em “A teoria era de que o fóssil, que foi encontrado em 1931 nos Alpes Italianos, continha tecidos moles preservados dos primeiros dias do período Permiano” (2º parágrafo), as palavras grifadas são respectivamente classificadas como:

Questão 6 de 53 Q6 da prova
Leia o texto a seguir: Os cientistas estudavam um fóssil desde 1931 - mas ele era falso Presença de tinta no fóssil indicou que ele não era feito de tecidos moles preservados do período Permiano, como se imaginava Enquanto a pesquisadora de pós-doutorado Valentina Rossi, da Universidade College Cork, na Irlanda, estudava um fóssil que há muito tempo acreditava-se ser um exemplar de 280 milhões de anos de uma espécie de réptil até então desconhecida, ela notou algo estranho na pele do animal – era tinta preta. A teoria era de que o fóssil, que foi encontrado em 1931 nos Alpes Italianos, continha tecidos moles preservados dos primeiros dias do período Permiano – tempo antes dos dinossauros, quando o supercontinente Pangeia fervilhava com criaturas bizarras e aterrorizantes. Cientistas nomearam a nova espécie e passaram anos tentando adivinhar que tipo de réptil era. Eles consideraram a descoberta importante, visto que o animal teria vivido em um momento em que muitas espécies de répteis não eram conhecidas por existir naquela área. Mas durante sua pesquisa, alguns anos atrás, Rossi descobriu que não havia tecidos moles na rocha. Em vez disso, o que se acreditava ser o corpo do réptil era, em sua maior parte, tinta. Segundo ela, o material pode ter sido aplicado em algum momento para preservar ossos embutidos na rocha. As origens da falsificação são desconhecidas, mas Rossi espera continuar sua pesquisa para descobrir qual animal está, de fato, preservado sob a tinta. Em um estudo publicado na semana passada na revista científica Paleontology, Rossi e outros pesquisadores europeus revelaram a descoberta. “Isso foi totalmente inesperado”, disse Rossi, de 34 anos, autora principal do estudo, ao The Washington Post. “Ninguém nunca pensou sequer em propor que a pele era potencialmente uma tinta.”

Em “Cientistas nomearam a nova espécie e passaram anos tentando adivinhar que tipo de réptil era” (3º parágrafo), a oração subordinada destacada pode ser classificada como:

Questão 7 de 53 Q7 da prova
Leia o texto a seguir: Os cientistas estudavam um fóssil desde 1931 - mas ele era falso Presença de tinta no fóssil indicou que ele não era feito de tecidos moles preservados do período Permiano, como se imaginava Enquanto a pesquisadora de pós-doutorado Valentina Rossi, da Universidade College Cork, na Irlanda, estudava um fóssil que há muito tempo acreditava-se ser um exemplar de 280 milhões de anos de uma espécie de réptil até então desconhecida, ela notou algo estranho na pele do animal – era tinta preta. A teoria era de que o fóssil, que foi encontrado em 1931 nos Alpes Italianos, continha tecidos moles preservados dos primeiros dias do período Permiano – tempo antes dos dinossauros, quando o supercontinente Pangeia fervilhava com criaturas bizarras e aterrorizantes. Cientistas nomearam a nova espécie e passaram anos tentando adivinhar que tipo de réptil era. Eles consideraram a descoberta importante, visto que o animal teria vivido em um momento em que muitas espécies de répteis não eram conhecidas por existir naquela área. Mas durante sua pesquisa, alguns anos atrás, Rossi descobriu que não havia tecidos moles na rocha. Em vez disso, o que se acreditava ser o corpo do réptil era, em sua maior parte, tinta. Segundo ela, o material pode ter sido aplicado em algum momento para preservar ossos embutidos na rocha. As origens da falsificação são desconhecidas, mas Rossi espera continuar sua pesquisa para descobrir qual animal está, de fato, preservado sob a tinta. Em um estudo publicado na semana passada na revista científica Paleontology, Rossi e outros pesquisadores europeus revelaram a descoberta. “Isso foi totalmente inesperado”, disse Rossi, de 34 anos, autora principal do estudo, ao The Washington Post. “Ninguém nunca pensou sequer em propor que a pele era potencialmente uma tinta.”

Em “Eles consideraram a descoberta importante, visto que o animal teria vivido em um momento em que muitas espécies de répteis não eram conhecidas por existir naquela área” (3º parágrafo), a conjunção indicada expressa sentido:

Questão 8 de 53 Q8 da prova
Leia o texto a seguir: Os cientistas estudavam um fóssil desde 1931 - mas ele era falso Presença de tinta no fóssil indicou que ele não era feito de tecidos moles preservados do período Permiano, como se imaginava Enquanto a pesquisadora de pós-doutorado Valentina Rossi, da Universidade College Cork, na Irlanda, estudava um fóssil que há muito tempo acreditava-se ser um exemplar de 280 milhões de anos de uma espécie de réptil até então desconhecida, ela notou algo estranho na pele do animal – era tinta preta. A teoria era de que o fóssil, que foi encontrado em 1931 nos Alpes Italianos, continha tecidos moles preservados dos primeiros dias do período Permiano – tempo antes dos dinossauros, quando o supercontinente Pangeia fervilhava com criaturas bizarras e aterrorizantes. Cientistas nomearam a nova espécie e passaram anos tentando adivinhar que tipo de réptil era. Eles consideraram a descoberta importante, visto que o animal teria vivido em um momento em que muitas espécies de répteis não eram conhecidas por existir naquela área. Mas durante sua pesquisa, alguns anos atrás, Rossi descobriu que não havia tecidos moles na rocha. Em vez disso, o que se acreditava ser o corpo do réptil era, em sua maior parte, tinta. Segundo ela, o material pode ter sido aplicado em algum momento para preservar ossos embutidos na rocha. As origens da falsificação são desconhecidas, mas Rossi espera continuar sua pesquisa para descobrir qual animal está, de fato, preservado sob a tinta. Em um estudo publicado na semana passada na revista científica Paleontology, Rossi e outros pesquisadores europeus revelaram a descoberta. “Isso foi totalmente inesperado”, disse Rossi, de 34 anos, autora principal do estudo, ao The Washington Post. “Ninguém nunca pensou sequer em propor que a pele era potencialmente uma tinta.”

Na palavra “DESCONHECIDAS”, há um prefixo destacado. Esse mesmo prefixo está presente na palavra:

Questão 9 de 53 Q9 da prova
Leia o texto a seguir: Os cientistas estudavam um fóssil desde 1931 - mas ele era falso Presença de tinta no fóssil indicou que ele não era feito de tecidos moles preservados do período Permiano, como se imaginava Enquanto a pesquisadora de pós-doutorado Valentina Rossi, da Universidade College Cork, na Irlanda, estudava um fóssil que há muito tempo acreditava-se ser um exemplar de 280 milhões de anos de uma espécie de réptil até então desconhecida, ela notou algo estranho na pele do animal – era tinta preta. A teoria era de que o fóssil, que foi encontrado em 1931 nos Alpes Italianos, continha tecidos moles preservados dos primeiros dias do período Permiano – tempo antes dos dinossauros, quando o supercontinente Pangeia fervilhava com criaturas bizarras e aterrorizantes. Cientistas nomearam a nova espécie e passaram anos tentando adivinhar que tipo de réptil era. Eles consideraram a descoberta importante, visto que o animal teria vivido em um momento em que muitas espécies de répteis não eram conhecidas por existir naquela área. Mas durante sua pesquisa, alguns anos atrás, Rossi descobriu que não havia tecidos moles na rocha. Em vez disso, o que se acreditava ser o corpo do réptil era, em sua maior parte, tinta. Segundo ela, o material pode ter sido aplicado em algum momento para preservar ossos embutidos na rocha. As origens da falsificação são desconhecidas, mas Rossi espera continuar sua pesquisa para descobrir qual animal está, de fato, preservado sob a tinta. Em um estudo publicado na semana passada na revista científica Paleontology, Rossi e outros pesquisadores europeus revelaram a descoberta. “Isso foi totalmente inesperado”, disse Rossi, de 34 anos, autora principal do estudo, ao The Washington Post. “Ninguém nunca pensou sequer em propor que a pele era potencialmente uma tinta.”

Em “As origens da falsificação são desconhecidas, mas Rossi espera continuar sua pesquisa para descobrir qual animal está, de fato, preservado sob a tinta” (5º parágrafo), a palavra destacada significa:

Questão 10 de 53 Q10 da prova
Leia o texto a seguir: Os cientistas estudavam um fóssil desde 1931 - mas ele era falso Presença de tinta no fóssil indicou que ele não era feito de tecidos moles preservados do período Permiano, como se imaginava Enquanto a pesquisadora de pós-doutorado Valentina Rossi, da Universidade College Cork, na Irlanda, estudava um fóssil que há muito tempo acreditava-se ser um exemplar de 280 milhões de anos de uma espécie de réptil até então desconhecida, ela notou algo estranho na pele do animal – era tinta preta. A teoria era de que o fóssil, que foi encontrado em 1931 nos Alpes Italianos, continha tecidos moles preservados dos primeiros dias do período Permiano – tempo antes dos dinossauros, quando o supercontinente Pangeia fervilhava com criaturas bizarras e aterrorizantes. Cientistas nomearam a nova espécie e passaram anos tentando adivinhar que tipo de réptil era. Eles consideraram a descoberta importante, visto que o animal teria vivido em um momento em que muitas espécies de répteis não eram conhecidas por existir naquela área. Mas durante sua pesquisa, alguns anos atrás, Rossi descobriu que não havia tecidos moles na rocha. Em vez disso, o que se acreditava ser o corpo do réptil era, em sua maior parte, tinta. Segundo ela, o material pode ter sido aplicado em algum momento para preservar ossos embutidos na rocha. As origens da falsificação são desconhecidas, mas Rossi espera continuar sua pesquisa para descobrir qual animal está, de fato, preservado sob a tinta. Em um estudo publicado na semana passada na revista científica Paleontology, Rossi e outros pesquisadores europeus revelaram a descoberta. “Isso foi totalmente inesperado”, disse Rossi, de 34 anos, autora principal do estudo, ao The Washington Post. “Ninguém nunca pensou sequer em propor que a pele era potencialmente uma tinta.”

A única frase em que há o emprego do sinal indicativo de crase, em conformidade com a norma-padrão, é:

Questão 11 de 53 Q11 da prova

Autores indicam que a segunda década do século XXI tem sido marcada por uma “Nova Guerra Fria”, o que já distinguiria o mundo atual como uma ordem mundial com diferentes características daquela experimentada nas primeiras décadas após o fim do denominado mundo bipolar. Sobre a conjuntura política mundial contemporânea, pode-se destacar que:

Questão 12 de 53 Q12 da prova

Na América Portuguesa, a escravidão (moderna) se tornaria diferente daquela praticada na Antiguidade, principalmente porque o escravizado:

Questão 13 de 53 Q13 da prova

“O AI-5 tornou o regime uma indiscutível ditadura, reabriu a temporada de punições e serviu de base para a montagem dos aparelhos que constituíram a repressão política”. FICO, Carlos. História do Brasil Contemporâneo: Da morte de Vargas aos dias atuais. Contexto: São Paulo, 2019. p. 67. No contexto da Ditadura Civil-Militar, o Ato Institucional n.º 5 representou a:

Questão 14 de 53 Q14 da prova

O Plano Real surgiu como uma forma de estabilizar o sistema monetário e cambial brasileiro. Após um período de transição com a Unidade de Referência de Valor, o Real foi lançado em julho de 1994, no governo do presidente:

Questão 15 de 53 Q15 da prova

A discussão sobre o equilíbrio entre o desenvolvimento e a preservação da Amazônia é um tema frequente tanto na política interna do Brasil quanto no cenário global. Em relação às diversas perspectivas sobre o destino da Amazônia, podem-se ressaltar as posições dos setores econômicos brasileiros e dos atores políticos internacionais, respectivamente:

Questão 16 de 53 Q16 da prova

Os ataques terroristas praticados pelo grupo palestino Hamas em Israel desencadearam uma forte reação das forças militares israelenses em Gaza. A mais nova etapa desse longo conflito, iniciada em outubro de 2023, já é a mais mortal da história. Sobre as disputas entre Israel e Palestina, pode-se afirmar que:

Questão 17 de 53 Q17 da prova

A chamada “marcha para o Oeste” ocorreu durante a Era Vargas, principalmente durante o período do Estado Novo. Esse movimento impactou a região em que se localiza Água Boa, pois:

Questão 18 de 53 Q18 da prova

Na América Portuguesa, a escravidão (moderna) se tornaria diferente daquela praticada na Antiguidade, principalmente porque o escravizado:

Questão 19 de 53 Q19 da prova

O Estatuto do Servidor Municipal de Água Boa identifica todas as formas de provimento de cargo público e estabelece suas definições. Além disso, apresenta a previsão quanto à possibilidade da redistribuição do servidor. O instituto da redistribuição pode ser definido como:

Questão 20 de 53 Q20 da prova

Os símbolos nacionais representam o Brasil em cerimônias, eventos, documentos importantes e missões oficiais. É um dos símbolos da República Federativa do Brasil:

Questão 21 de 53 Q21 da prova

Nas últimas décadas, várias mudanças tecnológicas redesenharam a paisagem da indústria global e a nossa própria forma de viver em sociedade. A evolução da biotecnologia, da nanotecnologia, dos microchips, dos motores e das novas fontes de energia trouxe consigo novos paradigmas sociais e econômicos. Nesse sentido, para acompanhar a evolução descrita, o desenvolvimento tecnológico:

Questão 22 de 53 Q22 da prova

Atualmente, há uma tendência para o uso de um dispositivo de armazenamento baseado em memória em estado sólido do tipo flash, nos computadores e notebooks atuais, compartilhando ou mesmo substituindo os tradicionais discos rígidos. Quando comparado ao HD, apresenta como vantagens uma maior agilidade na leitura dos dados, inexistência de componentes mecânicos (já que é totalmente eletrônico) menor consumo de energia, é menor e pode trabalhar também em temperaturas menores. Como desvantagens, é mais caro e possibilita menor capacidade de armazenamento. Esse novo dispositivo é conhecido pela sigla:

Questão 23 de 53 Q23 da prova

No Word no pacote MS Office 365 BR, a execução do atalho de teclado Ctrl + X tem por finalidade:

Questão 24 de 53 Q24 da prova

A planilha da figura foi elaborada no Excel 2010 BR (x64), em um notebook Intel com Windows 10 BR, tendo sido realizados os procedimentos descritos a seguir. I. Em D4, foi inserida uma fórmula que adiciona exclusivamente os números mostrados nas células A2 e D2. II. Em D6, foi inserida a fórmula = SE(MOD(D4;2)=1;"NORTE";"SUL" ). Nesse contexto, a fórmula inserida em D4 e o conteúdo mostrado em D6 são, respectivamente:

Questão 25 de 53 Q25 da prova

Sabe-se que exatamente 42,5% dos funcionários de uma empresa têm filhos. Dessa forma, pode-se garantir que o menor número possível de funcionários dessa empresa é igual a:

Questão 26 de 53 Q26 da prova

Um funcionário da Prefeitura de Água Boa está visualizando a Área de Trabalho na tela de um notebook Intel, sob gerência do Windows 11 BR (x64). Em determinado momento, ele pressionou a tecla isoladamente. Esse procedimento também pode ser acionado por meio da execução do atalho de teclado Ctrl + Esc e tem por finalidade abrir uma janela de diálogo de um recurso desse sistema operacional, conhecido como:

Questão 27 de 53 Q27 da prova

Atualmente há uma tendência para o emprego de um protocolo seguro de transferência de informações e dados por uma rede, no acesso aos sites da internet. A segurança pode ser checada no próprio endereço do site - URL, que indica qual o protocolo de transferência que ele utiliza. Esse protocolo faz a criptografia do transporte de dados para que eles não fiquem visíveis para hackers ou usuários externos, que estejam monitorando a conexão de rede. Isso garante a integridade dos dados que são transferidos e previne que informações sensíveis sejam lidas, corrompidas, modificadas ou roubadas durante a transmissão das solicitações web. Esse protocolo é conhecido pela sigla:

Questão 28 de 53 Q28 da prova

Atualmente existem recursos na internet com objetivos variados e específicos. Por exemplo, um deles, desenvolvido pelo Google, é um aplicativo com foco na realização das videoconferências, permitindo a realização de reuniões à distância, superando as barreiras geográficas e com uma série de benefícios a todos os usuários. Com o crescimento do home office, essa é uma questão importante. Esse recurso é conhecido como Google:

Questão 29 de 53 Q29 da prova

Como a própria referência sugere, os sítios de busca na internet têm por função possibilitarem a realização de atividades de pesquisa com eficácia e eficiência. Nesse contexto, na realização de uma pesquisa avançada no Google, um funcionário de nível médio da Prefeitura de Água Boa deseja pesquisar Facebook, mas que elimine e não mostre as ocorrências sobre pendrive. Nesse caso, deve constar na pesquisa avançada:

Questão 30 de 53 Q30 da prova

Backup é uma atividade que envolve a realização de cópias de segurança, com o objetivo de garantir a segurança dos dados. Por exemplo, se um notebook possui os dados de uma empresa armazenados em arquivos gravados em um disco rígido de 1 TB, torna-se imprescindível realizar um backup desses dados, gerando uma cópia de segurança, de modo que, se esse HD se danificar, os dados não sejam perdidos. É uma atividade que deve ser executada periodicamente, sendo de extrema importância, quando se pensa na proteção das informações. Atualmente, os dispositivos de armazenamento da computação também têm sido utilizados nessa tarefa. Um serviço de armazenamento em nuvem utilizado nessa atividade é:

Questão 31 de 53 Q31 da prova

Sabe-se que exatamente 42,5% dos funcionários de uma empresa têm filhos. Dessa forma, pode-se garantir que o menor número possível de funcionários dessa empresa é igual a:

Questão 32 de 53 Q32 da prova

Um funcionário da Prefeitura de Água Boa está visualizando a Área de Trabalho na tela de um notebook Intel, sob gerência do Windows 11 BR (x64). Em determinado momento, ele pressionou a tecla isoladamente. Esse procedimento também pode ser acionado por meio da execução do atalho de teclado Ctrl + Esc e tem por finalidade abrir uma janela de diálogo de um recurso desse sistema operacional, conhecido como:

Questão 33 de 53 Q33 da prova

Uma pessoa, presa por agressão, disse na delegacia: “Eu sou inocente e não agredi esse homem”. A negação lógica dessa afirmação é a seguinte:

Questão 34 de 53 Q34 da prova

Nas dependências de uma loja, há um cartaz com a seguinte afirmação: “Se você é nosso cliente, então não pode perder essa promoção”. A seguinte proposição é logicamente equivalente à afirmação do cartaz:

Questão 35 de 53 Q35 da prova

Caio esqueceu a senha de seu e-mail antigo, mas lembra que ela tem nove caracteres e que são usados dois algarismos 3, três letras F maiúsculas e quatro algarismos 7. Dessa forma, o número máximo de senhas distintas que ele deverá tentar até acertar a correta equivale a:

Questão 36 de 53 Q36 da prova

O entendimento da condição sistêmica do paciente, obtido através da monitorização de seus sinais vitais, assegura a segurança durante a realização de procedimentos cirúrgicos odontológicos. Em pacientes hipertensos estágio 2, a conduta correta a ser adotada é a seguinte:

Questão 37 de 53 Q37 da prova

O cirurgião-dentista é encarregado de identificar e diagnosticar problemas nas estruturas bucais e adjacentes, através de um exame clínico completo, que envolve anamnese e exames físicos intraorais e extraorais sistemáticos e ordenados. A palavra anamnese significa:

Questão 38 de 53 Q38 da prova

Na Odontologia, a saúde coletiva tem a função de:

Questão 39 de 53 Q39 da prova

O trabalho sem o Auxiliar de Saúde Bucal (ASB) impõe ao cirurgião-dentista (CD) o acúmulo de responsabilidades diárias, visto que, além de suas tarefas específicas, ele vai precisar realizar todas as atividades próprias do profissional auxiliar. Nesse sentido, compete ao ASB:

Questão 40 de 53 Q40 da prova

É de extrema importância que o cirurgião-dentista realize um exame clínico completo e minucioso do paciente. Pode-se definir exame clínico como o/a:

Questão 41 de 53 Q41 da prova

A avaliação do risco de cárie é crucial para intervenções personalizadas, exigindo que o cirurgião-dentista esteja atualizado sobre os fatores associados à doença. É considerado fator de risco para o desenvolvimento da doença cárie o/a:

Questão 42 de 53 Q42 da prova

Levando-se em consideração a toxicidade do flúor e a fluoretação da água, o Valor Máximo Permitido (VMP), segundo normas e padrões de potabilidade da água para consumo humano, a fluoretação da água não pode ultrapassar:

Questão 43 de 53 Q43 da prova

A fluorose dentária é formada pela deposição em excesso de fluoreto nos cristais que compõem a estrutura dos dentes. A fluorose acontece na fase de desenvolvimento dental e apresenta as seguintes características principais:

Questão 44 de 53 Q44 da prova

Ao avaliar um paciente, o cirurgião-dentista decide realizar uma restauração intracoronária indireta, totalmente circundada por estrutura dental, sem envolvimento de cúspide. A esse tipo de restauração dá-se o nome:

Questão 45 de 53 Q45 da prova

Apesar dos avanços desde 1988, o SUS (Sistema Único de Saúde) enfrenta desafios como a diversidade socioeconômica e o subfinanciamento. A inserção da saúde bucal no SUS merece destaque. O ano de criação do Brasil Sorridente (BS) foi:

Questão 46 de 53 Q46 da prova

A administração cuidadosa da anestesia local evita complicações e garante o conforto do paciente. Para tratar de mulheres grávidas, no segundo trimestre de gestação, o anestésico de escolha deve ser aquele com maior capacidade de ligação das proteínas plasmáticas, visto que possuem menor passagem placentária. O anestésico preferencialmente selecionado é:

Questão 47 de 53 Q47 da prova

O diabetes mellitus é um distúrbio metabólico comum, caracterizado pela presença de hiperglicemia crônica, causada pela deficiência na secreção ou na ação da insulina. Isso pode levar a diversas repercussões multiviscerais e afetar o metabolismo de carboidratos, proteínas e lipídios. Uma das manifestações orais esperadas em pacientes diabéticos descontrolados é a:

Questão 48 de 53 Q48 da prova

O tratamento do abscesso agudo visa a aliviar sintomas, controlar a infecção e estabelecer drenagem. Antes do tratamento, são revisados o histórico médico e dentário e as condições sistêmicas do paciente. Caso seja necessário o uso de antibiótico sistêmico, o de primeira escolha em pacientes alérgicos a penicilina é:

Questão 49 de 53 Q49 da prova

É comum que o cirurgião-dentista se depare com casos de extrações dentais simples, porém existem outros que compõem o quadro das contraindicações para realização do procedimento cirúrgico. Uma contraindicação local para a realização de uma extração é a:

Questão 50 de 53 Q50 da prova

A história da Odontologia no Brasil revela uma série de transformações, desde sua concepção inicial como prática de cuidado dentário até sua integração nas políticas públicas de saúde. Entre 1534 e 1536, começam a surgir os primeiros núcleos de povoamento no Brasil, nos quais diversas profissões chegaram. Nessa época, os barbeiros eram os responsáveis por atuar na boca, devido à grande habilidade manual que possuíam e pelo fato de os cirurgiões terem receio e desconhecimento para atuar na área. Nessa época, a Odontologia apresentava algumas características, como:

Questão 51 de 53 Q51 da prova

Riscos ocupacionais variados fazem parte da vida dos profissionais de saúde, por estarem em contato rotineiro com agentes causadores de riscos físicos, químicos, ergonômicos, biológicos e de acidentes. Ao se tratar de biossegurança, é considerada medida de proteção ao trabalhador da área de saúde:

Questão 52 de 53 Q52 da prova

Ao avaliar a cavidade oral de uma paciente, nota-se a presença de uma alteração comum na mucosa jugal, bilateralmente, com aparência de linha branca de hipercementose, ao nível de plano oclusal, acompanhando-o por toda a mucosa jugal, da porção dos molares até os dentes anteriores. Essa alteração não necessita de tratamento e não provoca dor. Nesse caso, o profissional está diante de:

Questão 53 de 53 Q53 da prova

O cirurgião-dentista, ao realizar extrações dentais simples, deve conhecer as terminações nervosas corretamente para, assim, trabalhar de maneira segura e eficaz. Nesse sentido, injetar anestésico em nível de forame mentual significa anestesiar as seguintes áreas:

Acertos
Erros
53
Total