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Prova Nutricionista - Pref. Porto Walter/AC
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Questão 1 de 35 Q1 da prova
AS QUESTÕES DE 01 A 05 SE REFEREM AO TEXTO A SEGUIR. Visão do Correio: Alerta para o avanço das arboviroses Autoridades de saúde começam o ano com a incumbência de manter no radar o enfrentamento à dengue, à chikungunya e à febre amarela 06/02/25 Sob a sombra da avalanche dos casos de dengue em 2024, autoridades de saúde começam este ano com a incumbência de manter no radar outras duas arboviroses: a febre amarela e a chikungunya. O aumento de ambas as infecções no Brasil começa a destoar da curva, evidenciando que o combate ao Aedes aegypti, que transmite as três doenças, e os avanços na imunização são estratégias vitais para um país que se vê sobressaltado por urgências sanitárias desde 2020, com a chegada da covid-19. O enfrentamento à febre amarela parece mais evidente. No último domingo, o Ministério da Saúde emitiu 1 um alerta sobre o aumento da transmissão da doença em quatro unidades da Federação: São Paulo, Minas Gerais, Roraima e Tocantins. Em nota técnica às secretarias de Saúde dos estados, a pasta recomendou 2 a intensificação de ações de vigilância e a imunização nas áreas de risco. Salientou 3 ainda que o período de maior preocupação com a enfermidade vai de dezembro a maio, praticamente o mesmo da dengue. Essa janela de vulnerabilidade engloba também o carnaval, que, pelo maior deslocamento de pessoas, favorece o avanço de doenças virais. No caso da disseminação da febre amarela, o risco sobrevoa cidades que fazem parte dos grandes circuitos momescos do país. São Paulo, por exemplo, concentra a maior parte dos casos da doença neste ano e calcula que 16 milhões de pessoas sairão às ruas até a quarta-feira de cinzas. Belo Horizonte espera 6 milhões. Há outro agravante: é pertinente imaginar que foliões podem não saber se estão, de fato, protegidos. Isso porque, em 2018, seguindo um protocolo de emergência da Organização Mundial da Saúde (OMS), o Brasil aplicou doses fracionadas do imunizante na Bahia, em São Paulo e no Rio de Janeiro. Quem recebeu essa vacina precisa completar a imunização, e pode ter se esquecido ou não ter sido orientado sobre o reforço. Caso planeje viajar para locais em que há transmissão de febre amarela ou regiões rurais e de mata, deve fazê-lo com pelo menos 10 dias de antecedência. Considerando que faltam praticamente três semanas para o carnaval, são urgentes campanha de esclarecimento sobre a cobertura vacinal e disponibilidade de vacinas. Há de se ressaltar que o governo federal trabalha no envio de 800 mil doses extras para São Paulo até o início deste mês. Mas é preciso investir no escoamento da imunização o quanto antes, considerando, ainda, o obstáculo da resistência vacinal. Quanto à chikungunya, o foco de atenção é o Centro-Oeste. Ao Correio, o sanitarista e professor da Universidade de Brasília (UnB) Jonas Brant alertou que a região concentrou a maioria dos casos em 2024 e que, pelos números já registrados, o cenário deve se repetir neste ano. Ainda não há vacina no Brasil disponível para a doença, que, devido às dores incapacitantes, demanda uma rede de suporte mais complexa, com assistência do diagnóstico à reabilitação, o que pode durar meses. Fica claro que, ainda que compartilhem o mesmo vetor, febre amarela, chikungunya e dengue demandam respostas diferentes das autoridades. O início da gestão em saúde em prefeituras, em razão das eleições municipais de 2024, tende a deixar a situação ainda mais complexa. É certo, porém, que não se trata de um desafio sanitário a ser enfrentado apenas pelos gestores públicos. As arboviroses são, de fato, uma luta de todos. VISÃO do Correio: Alerta para o avanço das arboviroses. Correio Braziliense, 06 de fevereiro de 2025. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2025/02/7053596-visao-do-correio-alerta-para-o-avanco-das-arboviroses.html. Acesso em: 07 fev. 2025. Adaptado

O par de vírgulas que foi empregado para isolar a estrutura grifada no primeiro parágrafo do texto é obrigatório, pois tal estrutura é

Questão 2 de 35 Q2 da prova
AS QUESTÕES DE 01 A 05 SE REFEREM AO TEXTO A SEGUIR. Visão do Correio: Alerta para o avanço das arboviroses Autoridades de saúde começam o ano com a incumbência de manter no radar o enfrentamento à dengue, à chikungunya e à febre amarela 06/02/25 Sob a sombra da avalanche dos casos de dengue em 2024, autoridades de saúde começam este ano com a incumbência de manter no radar outras duas arboviroses: a febre amarela e a chikungunya. O aumento de ambas as infecções no Brasil começa a destoar da curva, evidenciando que o combate ao Aedes aegypti, que transmite as três doenças, e os avanços na imunização são estratégias vitais para um país que se vê sobressaltado por urgências sanitárias desde 2020, com a chegada da covid-19. O enfrentamento à febre amarela parece mais evidente. No último domingo, o Ministério da Saúde emitiu 1 um alerta sobre o aumento da transmissão da doença em quatro unidades da Federação: São Paulo, Minas Gerais, Roraima e Tocantins. Em nota técnica às secretarias de Saúde dos estados, a pasta recomendou 2 a intensificação de ações de vigilância e a imunização nas áreas de risco. Salientou 3 ainda que o período de maior preocupação com a enfermidade vai de dezembro a maio, praticamente o mesmo da dengue. Essa janela de vulnerabilidade engloba também o carnaval, que, pelo maior deslocamento de pessoas, favorece o avanço de doenças virais. No caso da disseminação da febre amarela, o risco sobrevoa cidades que fazem parte dos grandes circuitos momescos do país. São Paulo, por exemplo, concentra a maior parte dos casos da doença neste ano e calcula que 16 milhões de pessoas sairão às ruas até a quarta-feira de cinzas. Belo Horizonte espera 6 milhões. Há outro agravante: é pertinente imaginar que foliões podem não saber se estão, de fato, protegidos. Isso porque, em 2018, seguindo um protocolo de emergência da Organização Mundial da Saúde (OMS), o Brasil aplicou doses fracionadas do imunizante na Bahia, em São Paulo e no Rio de Janeiro. Quem recebeu essa vacina precisa completar a imunização, e pode ter se esquecido ou não ter sido orientado sobre o reforço. Caso planeje viajar para locais em que há transmissão de febre amarela ou regiões rurais e de mata, deve fazê-lo com pelo menos 10 dias de antecedência. Considerando que faltam praticamente três semanas para o carnaval, são urgentes campanha de esclarecimento sobre a cobertura vacinal e disponibilidade de vacinas. Há de se ressaltar que o governo federal trabalha no envio de 800 mil doses extras para São Paulo até o início deste mês. Mas é preciso investir no escoamento da imunização o quanto antes, considerando, ainda, o obstáculo da resistência vacinal. Quanto à chikungunya, o foco de atenção é o Centro-Oeste. Ao Correio, o sanitarista e professor da Universidade de Brasília (UnB) Jonas Brant alertou que a região concentrou a maioria dos casos em 2024 e que, pelos números já registrados, o cenário deve se repetir neste ano. Ainda não há vacina no Brasil disponível para a doença, que, devido às dores incapacitantes, demanda uma rede de suporte mais complexa, com assistência do diagnóstico à reabilitação, o que pode durar meses. Fica claro que, ainda que compartilhem o mesmo vetor, febre amarela, chikungunya e dengue demandam respostas diferentes das autoridades. O início da gestão em saúde em prefeituras, em razão das eleições municipais de 2024, tende a deixar a situação ainda mais complexa. É certo, porém, que não se trata de um desafio sanitário a ser enfrentado apenas pelos gestores públicos. As arboviroses são, de fato, uma luta de todos. VISÃO do Correio: Alerta para o avanço das arboviroses. Correio Braziliense, 06 de fevereiro de 2025. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2025/02/7053596-visao-do-correio-alerta-para-o-avanco-das-arboviroses.html. Acesso em: 07 fev. 2025. Adaptado

Quais são, respectivamente, as classificações dos sujeitos dos verbos em destaque no segundo parágrafo do texto?

Questão 3 de 35 Q3 da prova
AS QUESTÕES DE 01 A 05 SE REFEREM AO TEXTO A SEGUIR. Visão do Correio: Alerta para o avanço das arboviroses Autoridades de saúde começam o ano com a incumbência de manter no radar o enfrentamento à dengue, à chikungunya e à febre amarela 06/02/25 Sob a sombra da avalanche dos casos de dengue em 2024, autoridades de saúde começam este ano com a incumbência de manter no radar outras duas arboviroses: a febre amarela e a chikungunya. O aumento de ambas as infecções no Brasil começa a destoar da curva, evidenciando que o combate ao Aedes aegypti, que transmite as três doenças, e os avanços na imunização são estratégias vitais para um país que se vê sobressaltado por urgências sanitárias desde 2020, com a chegada da covid-19. O enfrentamento à febre amarela parece mais evidente. No último domingo, o Ministério da Saúde emitiu 1 um alerta sobre o aumento da transmissão da doença em quatro unidades da Federação: São Paulo, Minas Gerais, Roraima e Tocantins. Em nota técnica às secretarias de Saúde dos estados, a pasta recomendou 2 a intensificação de ações de vigilância e a imunização nas áreas de risco. Salientou 3 ainda que o período de maior preocupação com a enfermidade vai de dezembro a maio, praticamente o mesmo da dengue. Essa janela de vulnerabilidade engloba também o carnaval, que, pelo maior deslocamento de pessoas, favorece o avanço de doenças virais. No caso da disseminação da febre amarela, o risco sobrevoa cidades que fazem parte dos grandes circuitos momescos do país. São Paulo, por exemplo, concentra a maior parte dos casos da doença neste ano e calcula que 16 milhões de pessoas sairão às ruas até a quarta-feira de cinzas. Belo Horizonte espera 6 milhões. Há outro agravante: é pertinente imaginar que foliões podem não saber se estão, de fato, protegidos. Isso porque, em 2018, seguindo um protocolo de emergência da Organização Mundial da Saúde (OMS), o Brasil aplicou doses fracionadas do imunizante na Bahia, em São Paulo e no Rio de Janeiro. Quem recebeu essa vacina precisa completar a imunização, e pode ter se esquecido ou não ter sido orientado sobre o reforço. Caso planeje viajar para locais em que há transmissão de febre amarela ou regiões rurais e de mata, deve fazê-lo com pelo menos 10 dias de antecedência. Considerando que faltam praticamente três semanas para o carnaval, são urgentes campanha de esclarecimento sobre a cobertura vacinal e disponibilidade de vacinas. Há de se ressaltar que o governo federal trabalha no envio de 800 mil doses extras para São Paulo até o início deste mês. Mas é preciso investir no escoamento da imunização o quanto antes, considerando, ainda, o obstáculo da resistência vacinal. Quanto à chikungunya, o foco de atenção é o Centro-Oeste. Ao Correio, o sanitarista e professor da Universidade de Brasília (UnB) Jonas Brant alertou que a região concentrou a maioria dos casos em 2024 e que, pelos números já registrados, o cenário deve se repetir neste ano. Ainda não há vacina no Brasil disponível para a doença, que, devido às dores incapacitantes, demanda uma rede de suporte mais complexa, com assistência do diagnóstico à reabilitação, o que pode durar meses. Fica claro que, ainda que compartilhem o mesmo vetor, febre amarela, chikungunya e dengue demandam respostas diferentes das autoridades. O início da gestão em saúde em prefeituras, em razão das eleições municipais de 2024, tende a deixar a situação ainda mais complexa. É certo, porém, que não se trata de um desafio sanitário a ser enfrentado apenas pelos gestores públicos. As arboviroses são, de fato, uma luta de todos. VISÃO do Correio: Alerta para o avanço das arboviroses. Correio Braziliense, 06 de fevereiro de 2025. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2025/02/7053596-visao-do-correio-alerta-para-o-avanco-das-arboviroses.html. Acesso em: 07 fev. 2025. Adaptado

Sem que se alterem os sentidos originais das frases em que ocorrem, os conectivos sublinhados no parágrafo final do texto podem ser respectivamente substituídos por

Questão 4 de 35 Q4 da prova
AS QUESTÕES DE 01 A 05 SE REFEREM AO TEXTO A SEGUIR. Visão do Correio: Alerta para o avanço das arboviroses Autoridades de saúde começam o ano com a incumbência de manter no radar o enfrentamento à dengue, à chikungunya e à febre amarela 06/02/25 Sob a sombra da avalanche dos casos de dengue em 2024, autoridades de saúde começam este ano com a incumbência de manter no radar outras duas arboviroses: a febre amarela e a chikungunya. O aumento de ambas as infecções no Brasil começa a destoar da curva, evidenciando que o combate ao Aedes aegypti, que transmite as três doenças, e os avanços na imunização são estratégias vitais para um país que se vê sobressaltado por urgências sanitárias desde 2020, com a chegada da covid-19. O enfrentamento à febre amarela parece mais evidente. No último domingo, o Ministério da Saúde emitiu 1 um alerta sobre o aumento da transmissão da doença em quatro unidades da Federação: São Paulo, Minas Gerais, Roraima e Tocantins. Em nota técnica às secretarias de Saúde dos estados, a pasta recomendou 2 a intensificação de ações de vigilância e a imunização nas áreas de risco. Salientou 3 ainda que o período de maior preocupação com a enfermidade vai de dezembro a maio, praticamente o mesmo da dengue. Essa janela de vulnerabilidade engloba também o carnaval, que, pelo maior deslocamento de pessoas, favorece o avanço de doenças virais. No caso da disseminação da febre amarela, o risco sobrevoa cidades que fazem parte dos grandes circuitos momescos do país. São Paulo, por exemplo, concentra a maior parte dos casos da doença neste ano e calcula que 16 milhões de pessoas sairão às ruas até a quarta-feira de cinzas. Belo Horizonte espera 6 milhões. Há outro agravante: é pertinente imaginar que foliões podem não saber se estão, de fato, protegidos. Isso porque, em 2018, seguindo um protocolo de emergência da Organização Mundial da Saúde (OMS), o Brasil aplicou doses fracionadas do imunizante na Bahia, em São Paulo e no Rio de Janeiro. Quem recebeu essa vacina precisa completar a imunização, e pode ter se esquecido ou não ter sido orientado sobre o reforço. Caso planeje viajar para locais em que há transmissão de febre amarela ou regiões rurais e de mata, deve fazê-lo com pelo menos 10 dias de antecedência. Considerando que faltam praticamente três semanas para o carnaval, são urgentes campanha de esclarecimento sobre a cobertura vacinal e disponibilidade de vacinas. Há de se ressaltar que o governo federal trabalha no envio de 800 mil doses extras para São Paulo até o início deste mês. Mas é preciso investir no escoamento da imunização o quanto antes, considerando, ainda, o obstáculo da resistência vacinal. Quanto à chikungunya, o foco de atenção é o Centro-Oeste. Ao Correio, o sanitarista e professor da Universidade de Brasília (UnB) Jonas Brant alertou que a região concentrou a maioria dos casos em 2024 e que, pelos números já registrados, o cenário deve se repetir neste ano. Ainda não há vacina no Brasil disponível para a doença, que, devido às dores incapacitantes, demanda uma rede de suporte mais complexa, com assistência do diagnóstico à reabilitação, o que pode durar meses. Fica claro que, ainda que compartilhem o mesmo vetor, febre amarela, chikungunya e dengue demandam respostas diferentes das autoridades. O início da gestão em saúde em prefeituras, em razão das eleições municipais de 2024, tende a deixar a situação ainda mais complexa. É certo, porém, que não se trata de um desafio sanitário a ser enfrentado apenas pelos gestores públicos. As arboviroses são, de fato, uma luta de todos. VISÃO do Correio: Alerta para o avanço das arboviroses. Correio Braziliense, 06 de fevereiro de 2025. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2025/02/7053596-visao-do-correio-alerta-para-o-avanco-das-arboviroses.html. Acesso em: 07 fev. 2025. Adaptado

Levando-se em consideração as informações explicitadas no texto, NÃO se pode inferir que

Questão 5 de 35 Q5 da prova
AS QUESTÕES DE 01 A 05 SE REFEREM AO TEXTO A SEGUIR. Visão do Correio: Alerta para o avanço das arboviroses Autoridades de saúde começam o ano com a incumbência de manter no radar o enfrentamento à dengue, à chikungunya e à febre amarela 06/02/25 Sob a sombra da avalanche dos casos de dengue em 2024, autoridades de saúde começam este ano com a incumbência de manter no radar outras duas arboviroses: a febre amarela e a chikungunya. O aumento de ambas as infecções no Brasil começa a destoar da curva, evidenciando que o combate ao Aedes aegypti, que transmite as três doenças, e os avanços na imunização são estratégias vitais para um país que se vê sobressaltado por urgências sanitárias desde 2020, com a chegada da covid-19. O enfrentamento à febre amarela parece mais evidente. No último domingo, o Ministério da Saúde emitiu 1 um alerta sobre o aumento da transmissão da doença em quatro unidades da Federação: São Paulo, Minas Gerais, Roraima e Tocantins. Em nota técnica às secretarias de Saúde dos estados, a pasta recomendou 2 a intensificação de ações de vigilância e a imunização nas áreas de risco. Salientou 3 ainda que o período de maior preocupação com a enfermidade vai de dezembro a maio, praticamente o mesmo da dengue. Essa janela de vulnerabilidade engloba também o carnaval, que, pelo maior deslocamento de pessoas, favorece o avanço de doenças virais. No caso da disseminação da febre amarela, o risco sobrevoa cidades que fazem parte dos grandes circuitos momescos do país. São Paulo, por exemplo, concentra a maior parte dos casos da doença neste ano e calcula que 16 milhões de pessoas sairão às ruas até a quarta-feira de cinzas. Belo Horizonte espera 6 milhões. Há outro agravante: é pertinente imaginar que foliões podem não saber se estão, de fato, protegidos. Isso porque, em 2018, seguindo um protocolo de emergência da Organização Mundial da Saúde (OMS), o Brasil aplicou doses fracionadas do imunizante na Bahia, em São Paulo e no Rio de Janeiro. Quem recebeu essa vacina precisa completar a imunização, e pode ter se esquecido ou não ter sido orientado sobre o reforço. Caso planeje viajar para locais em que há transmissão de febre amarela ou regiões rurais e de mata, deve fazê-lo com pelo menos 10 dias de antecedência. Considerando que faltam praticamente três semanas para o carnaval, são urgentes campanha de esclarecimento sobre a cobertura vacinal e disponibilidade de vacinas. Há de se ressaltar que o governo federal trabalha no envio de 800 mil doses extras para São Paulo até o início deste mês. Mas é preciso investir no escoamento da imunização o quanto antes, considerando, ainda, o obstáculo da resistência vacinal. Quanto à chikungunya, o foco de atenção é o Centro-Oeste. Ao Correio, o sanitarista e professor da Universidade de Brasília (UnB) Jonas Brant alertou que a região concentrou a maioria dos casos em 2024 e que, pelos números já registrados, o cenário deve se repetir neste ano. Ainda não há vacina no Brasil disponível para a doença, que, devido às dores incapacitantes, demanda uma rede de suporte mais complexa, com assistência do diagnóstico à reabilitação, o que pode durar meses. Fica claro que, ainda que compartilhem o mesmo vetor, febre amarela, chikungunya e dengue demandam respostas diferentes das autoridades. O início da gestão em saúde em prefeituras, em razão das eleições municipais de 2024, tende a deixar a situação ainda mais complexa. É certo, porém, que não se trata de um desafio sanitário a ser enfrentado apenas pelos gestores públicos. As arboviroses são, de fato, uma luta de todos. VISÃO do Correio: Alerta para o avanço das arboviroses. Correio Braziliense, 06 de fevereiro de 2025. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2025/02/7053596-visao-do-correio-alerta-para-o-avanco-das-arboviroses.html. Acesso em: 07 fev. 2025. Adaptado

Qual é o tipo textual que embasa o texto apresentado?

Questão 6 de 35 Q6 da prova

A população de uma cidade cresce segundo uma progressão geométrica, aumentando 10% a cada ano. Se a cidade possui 20.000 habitantes atualmente, quantos habitantes terá após 5 anos?

Questão 7 de 35 Q7 da prova

Um estudante realizou 5 provas durante o semestre e obteve as seguintes notas: 7,5; 8,0; 9,5; 6,0 e 8,5. Qual foi a média aritmética das suas notas?

Questão 8 de 35 Q8 da prova

Dadas as proposições: ● P: "Hoje está chovendo." ● Q: "Vou levar um guarda-chuva." Considere a proposição composta: P→Q (Se hoje está chovendo, então vou levar um guarda-chuva.) Qual é a única situação em que essa proposição é falsa?

Questão 9 de 35 Q9 da prova

Os fluxos migratórios internos no Brasil influenciam diretamente o desenvolvimento urbano e as políticas públicas. Sobre as características desse fenômeno, marque a alternativa correta:

Questão 10 de 35 Q10 da prova

A economia do Acre apresenta desafios estruturais relacionados a desigualdades regionais e limitações logísticas. Sobre os impactos econômicos dessas desigualdades no desenvolvimento estadual, analise as afirmativas: I - A dificuldade de acesso a mercados nacionais e internacionais limita a diversificação econômica do estado. II - O setor agropecuário é o principal motor da economia local, mas enfrenta restrições ambientais para sua expansão. III - A infraestrutura logística precária impacta diretamente o custo de produção e comercialização no estado. IV - A industrialização do Acre tem se desenvolvido de maneira acelerada nos últimos anos, reduzindo a dependência do setor primário. Marque a alternativa correta:

Questão 11 de 35 Q11 da prova

A adoção de práticas de ESG (Meio Ambiente, Social e Governança) tem se tornado essencial para empresas e instituições públicas. Sobre esse tema, assinale a alternativa correta:

Questão 12 de 35 Q12 da prova

A improbidade administrativa pode ser classificada em diferentes modalidades, conforme previsto na legislação vigente. Sobre esse tema, assinale a alternativa correta:

Questão 13 de 35 Q13 da prova

A Lei de Acesso à Informação (Lei nº 12.527/2011) estabelece normas para garantir a transparência na administração pública. Em consonância com a referida legislação, assinale a alternativa correta:

Questão 14 de 35 Q14 da prova

A ética profissional exige que o servidor público atue de maneira responsável, evitando conflitos de interesse. Acerca do tema, analise as afirmativas: I – O servidor público não pode utilizar informações privilegiadas para obter vantagens pessoais. II – Conflitos de interesse ocorrem quando um agente público tem interesses particulares que podem comprometer sua imparcialidade na função. III – O acúmulo de cargos públicos é permitido em qualquer circunstância, independentemente da compatibilidade de horários e funções. IV – A violação de normas éticas pode resultar em penalidades administrativas, como advertência e exoneração. Estão corretas as afirmativas:

Questão 15 de 35 Q15 da prova

O princípio da legalidade no serviço público estabelece que os agentes administrativos devem atuar conforme a legislação vigente. Sobre esse princípio, assinale a alternativa correta:

Questão 16 de 35 Q16 da prova

Leia o trecho abaixo e responda. “Fazer login como um usuário diferente ou navegar como visitante.” Qual atalho deve ser utilizado pelos usuários do Google Chrome para que ele realize essa ação?

Questão 17 de 35 Q17 da prova

Leia o trecho. “O __________________ diz respeito à cópia total de todos os arquivos que serão destinados para um HD externo, um servidor de rede ou um armazenamento em nuvem. Essa é uma excelente alternativa, pois em casos de vazamento ou falhas de hardware, a recuperação é rápida e completa. Apesar de ser uma solução simples, ele não consegue excluir nenhum documento ou dado duplicado após selecionado para realizar o serviço. Além disso, é necessário um espaço maior de armazenamento, visto que ele realiza a cópia do dispositivo em sua totalidade.” Assinale a alternativa que preencha a lacuna corretamente.

Questão 18 de 35 Q18 da prova

Como é chamada a rede de computadores utilizada por empresas ou outras instituições, que através da internet, permite trocar informações com o público externo de maneira controlada e segura?

Questão 19 de 35 Q19 da prova

É correto afirmar que no sistema operacional Linux, para copiar arquivos do diretório atual para uma pasta diferente, utiliza-se o comando:

Questão 20 de 35 Q20 da prova

Para aplicar contorno às células selecionadas, qual atalho deve ser utilizado pelo usuário do MS-Excel 2016?

Questão 21 de 35 Q21 da prova

Durante a supervisão em uma Unidade de Alimentação e Nutrição (UAN), um nutricionista observa que os alimentos prontos para consumo estão sendo armazenados em temperatura inadequada. Para evitar riscos de contaminação microbiológica e garantir a segurança alimentar, a recomendação correta para a temperatura de armazenamento de alimentos quentes e frios é:

Questão 22 de 35 Q22 da prova

Leia as afirmativas sobre as necessidades nutricionais na nutrição enteral e marque V para verdadeiro e F para falso: ( ) A escolha do tipo de dieta enteral deve considerar o estado nutricional do paciente, sua condição clínica e a via de administração. ( ) A osmolaridade da dieta enteral pode interferir na tolerância intestinal do paciente, sendo um fator a ser ajustado na prescrição nutricional. ( ) A nutrição enteral hipercalórica é sempre a melhor opção para pacientes críticos, independentemente de sua condição metabólica. ( ) A oferta proteica deve ser ajustada conforme as necessidades individuais, especialmente em pacientes com comprometimento renal ou hipercatabolismo. A sequência correta é:

Questão 23 de 35 Q23 da prova

Um lactante de 4 meses, amamentado exclusivamente ao seio, apresenta sinais clínicos de anemia ferropriva. A conduta nutricional mais adequada para o manejo desse caso é:

Questão 24 de 35 Q24 da prova

Um hospital está revisando seu protocolo de segurança alimentar e identifica a necessidade de reforçar as práticas de higienização de hortifrútis para minimizar riscos microbiológicos. A recomendação correta para a sanitização adequada desses alimentos é:

Questão 25 de 35 Q25 da prova

Leia as afirmativas sobre biodisponibilidade de nutrientes e marque V para verdadeiro e F para falso: ( ) A biodisponibilidade do ferro heme é maior do que a do ferro não heme, sendo melhor absorvido pelo organismo. ( ) A presença de fitatos e oxalatos em alguns alimentos pode reduzir a absorção de minerais como ferro e cálcio. ( ) O consumo de vitamina C junto às refeições ricas em ferro vegetal favorece sua absorção intestinal. ( ) A cocção de alimentos não afeta a biodisponibilidade de nutrientes, pois não altera a estrutura química das vitaminas. A sequência correta é:

Questão 26 de 35 Q26 da prova

Um paciente hospitalizado recebe nutrição parenteral devido a uma disfunção intestinal grave. Para evitar complicações metabólicas, a prescrição nutricional deve priorizar:

Questão 27 de 35 Q27 da prova

Durante a avaliação nutricional de um paciente idoso hospitalizado, observa-se perda ponderal significativa nos últimos três meses, além de redução da ingestão alimentar e fadiga. O protocolo de triagem nutricional mais adequado para avaliar o risco de desnutrição nesse paciente é:

Questão 28 de 35 Q28 da prova

Leia as afirmativas sobre a administração de Unidades de Alimentação e Nutrição (UAN) e marque V para verdadeiro e F para falso: ( ) O controle de custos em uma UAN deve considerar a relação entre desperdício alimentar e planejamento do cardápio. ( ) A padronização das preparações culinárias contribui para a manutenção da qualidade nutricional e operacional. ( ) A gestão de estoques influencia diretamente a segurança alimentar e a sustentabilidade da unidade. ( ) A elaboração de um plano de manutenção preventiva para equipamentos da UAN é secundária na gestão de qualidade. A sequência correta é:

Questão 29 de 35 Q29 da prova

Sobre intoxicações alimentares e microbiologia dos alimentos, analise as afirmativas: I - A bactéria Salmonella pode ser encontrada em ovos crus e carnes malcozidas, sendo uma das principais causadoras de infecções alimentares. II - As toxinas produzidas pelo Staphylococcus aureus são termoestáveis, não sendo eliminadas pelo cozimento do alimento. III - O tempo e a temperatura são fatores críticos no controle da multiplicação de microrganismos patogênicos em alimentos prontos para consumo. IV - A refrigeração abaixo de 5°C elimina completamente microrganismos patogênicos nos alimentos armazenados. Estão corretas as afirmativas:

Questão 30 de 35 Q30 da prova

A respeito do paciente com insuficiência renal crônica em hemodiálise que precisa de ajustes específicos na sua prescrição dietética para prevenir complicações metabólicas, podemos afirmar que a estratégia nutricional mais adequada para esse caso é:

Questão 31 de 35 Q31 da prova

Leia as afirmativas sobre segurança alimentar e marque V para verdadeiro e F para falso: ( ) A segurança alimentar envolve o acesso regular e permanente a alimentos de qualidade, em quantidade suficiente. ( ) A insegurança alimentar grave se caracteriza pela redução severa da ingestão de alimentos e pelo risco de fome. ( ) Programas de transferência de renda podem contribuir para a segurança alimentar, pois aumentam o acesso a alimentos adequados. ( ) A segurança alimentar está relacionada apenas à quantidade de alimentos disponíveis, sem considerar sua qualidade nutricional. A sequência correta é:

Questão 32 de 35 Q32 da prova

Acerca da nutrição clínica no tratamento da obesidade, analise as afirmativas: I - A restrição calórica moderada associada a mudanças no estilo de vida é a estratégia mais eficaz no tratamento a longo prazo. II - O consumo de fibras e proteínas pode auxiliar no controle da saciedade, favorecendo a adesão ao plano alimentar. III - A prescrição de dietas altamente restritivas é a melhor abordagem para promover a perda de peso rápida e sustentada. IV - O acompanhamento nutricional individualizado deve considerar fatores metabólicos, comportamentais e ambientais. Estão corretas as afirmativas:

Questão 33 de 35 Q33 da prova

Em caso de paciente idoso, institucionalizado e com baixo consumo alimentar, que apresenta risco elevado para deficiência de vitamina D, a melhor estratégia para otimizar sua biodisponibilidade é:

Questão 34 de 35 Q34 da prova

Um paciente internado com diagnóstico de síndrome do intestino curto apresenta dificuldades na absorção de nutrientes e sinais clínicos de desnutrição. Considerando a abordagem nutricional para esse caso, assinale a alternativa que contém a melhor conduta a se tomar.

Questão 35 de 35 Q35 da prova

Em uma auditoria de boas práticas em uma Unidade de Alimentação e Nutrição (UAN), o nutricionista responsável identifica falhas na higienização de equipamentos e utensílios. Considerando as normas sanitárias, a ação mais eficaz para garantir a segurança alimentar é:

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