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Prova Nutricionista - Pref. Angical/BA
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Questão 1 de 29 Q1 da prova
TEXTO I – QUESTÕES DE 01 A 05. O equívoco de uma nova lei de imprensa A cultura brasileira é a de que todos os problemas sociais podem ser consertados por meio da edição de alguma lei. Se os problemas do Brasil fossem resolvíveis por textos legais, já seríamos, há muito, modelo de felicidade e desenvolvimento. Basta qualquer assunto ganhar notoriedade — assassinato, acidente aéreo, sequestro, calamidade pública — para pulularem projetos de lei a fim de proibir procedimentos, aumentar penalidades, restringir liberdades, como se fossem saídas mágicas para impedir a recorrência dos males. Poucas sociedades têm um cipoal legislativo mais intricado que o brasileiro. Muitas das peças que o compõem são consideradas exemplares pelo mundo afora. O problema é que, com frequência, muitas simplesmente não são obedecidas. Ou por falta de pessoal para fiscalizar sua aplicação ou por desinteresse coletivo em cumpri-las ou por corrupção. Em poucos outros lugares, haverá expressão como “essa lei não pegou” para explicar por que determinada legislação, embora vigente, simplesmente não se cumpre. O fato é que há enorme simpatia social por leis que restrinjam a liberdade de expressão. Porque no Brasil — e aqui somos iguais a todos os povos — a maioria das pessoas é inteiramente a favor da absoluta liberdade de expressão para o seu próprio discurso e absolutamente contrária a ela quando se trata do discurso de seus oponentes, adversários ou inimigos. Se alguém se sente prejudicado por palavras, que recorra à Justiça e prove que elas lhe causaram danos com base na legislação comum, que, no Brasil, aliás, já é absurdamente injusta, por exemplo, em favor de governantes em comparação com governados: o artigo 141 do Código Penal agrava “as penas de crimes contra a honra do presidente da República e chefe de governo estrangeiro”, e também “contra funcionário público, em razão de suas funções”. É quase inacreditável que jornais e jornalistas se unam para pedir que o Estado seja dotado de instrumentos para cercear sua liberdade. Ainda mais porque tudo isso é inútil, já que aqui, como em todo lugar, o que de fato garante a liberdade de expressão não é a existência ou inexistência de leis, mas a maneira como se expressa a dinâmica social. Assim como a Lei de Imprensa de 1967 está em vigor, mas todos a ignoram porque a sociedade, atualmente, não admite sua aplicação, não adiantaria nada haver cláusula pétrea constitucional que promulgasse a mais total garantia de liberdade de expressão se houvesse um consenso nacional de que a censura é necessária. Se isso ocorresse, a cláusula pétrea poderia continuar na Constituição, mas a censura seria exercida de qualquer maneira, de um jeito ou de outro. SILVA, Carlos Eduardo Lins da. A Malquerida Liberdade de Imprensa: O equívoco de uma nova lei de imprensa. [Adaptado].

De acordo com os aspectos temáticos do texto, julgue os itens que segue: I. De acordo com o texto, a legislação brasileira passou a se tornar improdutiva quando começou a ser interrogada, sobretudo ao se contestar a aplicabilidade das Leis entre indivíduos de classe, raça e gênero diferentes. II. Depreende-se do texto que a legislação do Brasil se apresenta de forma abundante e intricada, mas acaba se tornando inoperacional a medida em que não se cumpre as Leis. III. De acordo com a autora do texto, a Liberdade de expressão é garantida constitucionalmente, sobretudo a partir dos anos de 1967, mas está sempre em consonância com os poderes dominantes do seio da sociedade e, portanto, precisaria está contida em normas impermutável de mudanças durante períodos ditatoriais, a fim de alcançar completamente a prática da Liberdade de expressão. IV. Compreende-se do texto que as Leis do Brasil são bem engendradas, embora não tenha a sua aplicabilidade por inúmeros motivos. Nesse sentido, a nova Lei da Imprensa não assegura a Liberdade de expressão. Acerca do texto, estão corretos os itens:

Questão 2 de 29 Q2 da prova
TEXTO I – QUESTÕES DE 01 A 05. O equívoco de uma nova lei de imprensa A cultura brasileira é a de que todos os problemas sociais podem ser consertados por meio da edição de alguma lei. Se os problemas do Brasil fossem resolvíveis por textos legais, já seríamos, há muito, modelo de felicidade e desenvolvimento. Basta qualquer assunto ganhar notoriedade — assassinato, acidente aéreo, sequestro, calamidade pública — para pulularem projetos de lei a fim de proibir procedimentos, aumentar penalidades, restringir liberdades, como se fossem saídas mágicas para impedir a recorrência dos males. Poucas sociedades têm um cipoal legislativo mais intricado que o brasileiro. Muitas das peças que o compõem são consideradas exemplares pelo mundo afora. O problema é que, com frequência, muitas simplesmente não são obedecidas. Ou por falta de pessoal para fiscalizar sua aplicação ou por desinteresse coletivo em cumpri-las ou por corrupção. Em poucos outros lugares, haverá expressão como “essa lei não pegou” para explicar por que determinada legislação, embora vigente, simplesmente não se cumpre. O fato é que há enorme simpatia social por leis que restrinjam a liberdade de expressão. Porque no Brasil — e aqui somos iguais a todos os povos — a maioria das pessoas é inteiramente a favor da absoluta liberdade de expressão para o seu próprio discurso e absolutamente contrária a ela quando se trata do discurso de seus oponentes, adversários ou inimigos. Se alguém se sente prejudicado por palavras, que recorra à Justiça e prove que elas lhe causaram danos com base na legislação comum, que, no Brasil, aliás, já é absurdamente injusta, por exemplo, em favor de governantes em comparação com governados: o artigo 141 do Código Penal agrava “as penas de crimes contra a honra do presidente da República e chefe de governo estrangeiro”, e também “contra funcionário público, em razão de suas funções”. É quase inacreditável que jornais e jornalistas se unam para pedir que o Estado seja dotado de instrumentos para cercear sua liberdade. Ainda mais porque tudo isso é inútil, já que aqui, como em todo lugar, o que de fato garante a liberdade de expressão não é a existência ou inexistência de leis, mas a maneira como se expressa a dinâmica social. Assim como a Lei de Imprensa de 1967 está em vigor, mas todos a ignoram porque a sociedade, atualmente, não admite sua aplicação, não adiantaria nada haver cláusula pétrea constitucional que promulgasse a mais total garantia de liberdade de expressão se houvesse um consenso nacional de que a censura é necessária. Se isso ocorresse, a cláusula pétrea poderia continuar na Constituição, mas a censura seria exercida de qualquer maneira, de um jeito ou de outro. SILVA, Carlos Eduardo Lins da. A Malquerida Liberdade de Imprensa: O equívoco de uma nova lei de imprensa. [Adaptado].

No que se refere à análise linguística do texto, julgue as assertivas abaixo: I. A palavra pétrea, presente na linha 44, pode ser substituída, sem prejuízo de coerência, por benevolente. II. A palavra “se”, em “Se os problemas do Brasil fossem resolvíveis por textos legais [...]” (l. 3) apresenta o mesmo valor morfológico de “se”, em “Se isso ocorresse, a cláusula pétrea poderia continuar na Constituição [...]” (l. 46-47). III. O período “o artigo 141 do Código Penal agrava [...] ” (l. 31) e também “contra funcionário público, em razão de suas funções” (l. 33-34) há uma relação de adição entre ideias que se aproximam. IV. A oração “[...] a censura seria exercida de qualquer maneira, de um jeito ou de outro” (l. 48-49) evidencia uma estrutura passiva sintética, em que se caracteriza por um agente indeterminado. V. A palavra “como”, em “como em todo lugar [...]” (l. 37-38), e em “como se expressa [...]” (l. 40) apresentam o mesmo valor semântico, ocasionando ideia de comparação. Estão corretos os itens:

Questão 3 de 29 Q3 da prova
TEXTO I – QUESTÕES DE 01 A 05. O equívoco de uma nova lei de imprensa A cultura brasileira é a de que todos os problemas sociais podem ser consertados por meio da edição de alguma lei. Se os problemas do Brasil fossem resolvíveis por textos legais, já seríamos, há muito, modelo de felicidade e desenvolvimento. Basta qualquer assunto ganhar notoriedade — assassinato, acidente aéreo, sequestro, calamidade pública — para pulularem projetos de lei a fim de proibir procedimentos, aumentar penalidades, restringir liberdades, como se fossem saídas mágicas para impedir a recorrência dos males. Poucas sociedades têm um cipoal legislativo mais intricado que o brasileiro. Muitas das peças que o compõem são consideradas exemplares pelo mundo afora. O problema é que, com frequência, muitas simplesmente não são obedecidas. Ou por falta de pessoal para fiscalizar sua aplicação ou por desinteresse coletivo em cumpri-las ou por corrupção. Em poucos outros lugares, haverá expressão como “essa lei não pegou” para explicar por que determinada legislação, embora vigente, simplesmente não se cumpre. O fato é que há enorme simpatia social por leis que restrinjam a liberdade de expressão. Porque no Brasil — e aqui somos iguais a todos os povos — a maioria das pessoas é inteiramente a favor da absoluta liberdade de expressão para o seu próprio discurso e absolutamente contrária a ela quando se trata do discurso de seus oponentes, adversários ou inimigos. Se alguém se sente prejudicado por palavras, que recorra à Justiça e prove que elas lhe causaram danos com base na legislação comum, que, no Brasil, aliás, já é absurdamente injusta, por exemplo, em favor de governantes em comparação com governados: o artigo 141 do Código Penal agrava “as penas de crimes contra a honra do presidente da República e chefe de governo estrangeiro”, e também “contra funcionário público, em razão de suas funções”. É quase inacreditável que jornais e jornalistas se unam para pedir que o Estado seja dotado de instrumentos para cercear sua liberdade. Ainda mais porque tudo isso é inútil, já que aqui, como em todo lugar, o que de fato garante a liberdade de expressão não é a existência ou inexistência de leis, mas a maneira como se expressa a dinâmica social. Assim como a Lei de Imprensa de 1967 está em vigor, mas todos a ignoram porque a sociedade, atualmente, não admite sua aplicação, não adiantaria nada haver cláusula pétrea constitucional que promulgasse a mais total garantia de liberdade de expressão se houvesse um consenso nacional de que a censura é necessária. Se isso ocorresse, a cláusula pétrea poderia continuar na Constituição, mas a censura seria exercida de qualquer maneira, de um jeito ou de outro. SILVA, Carlos Eduardo Lins da. A Malquerida Liberdade de Imprensa: O equívoco de uma nova lei de imprensa. [Adaptado].

Considere as seguintes palavras que compõe o texto: I. Inútil II. Pública III. Inacreditável IV. Sociedade V. Desinteresse No que se refere a análise dos elementos fonéticos e a estrutura e formação das palavras, julgue as assertivas e identifique com V as verdadeiras e com F as falsas. ( ) Na palavra Inacreditável encontramos o processo de formação da palavra denominado de composição por aglutinação. ( ) A palavra Inútil é construída pelo processo de formação da palavra denominado de composição prefixal. ( ) As palavras inútil e Pública são acentuadas pela mesma regra de acentuação gráfica. ( ) As palavras sociedade e desinteresse são constituída pelo processo de formação da palavra denominado de Composição Parassintética. ( ) A palavra Inacreditável recebe o acento devido a regra de que todas paroxítona terminadas em L deverão ser acentuadas. A alternativa que contém a sequência correta, de cima para baixo, é:

Questão 4 de 29 Q4 da prova
TEXTO I – QUESTÕES DE 01 A 05. O equívoco de uma nova lei de imprensa A cultura brasileira é a de que todos os problemas sociais podem ser consertados por meio da edição de alguma lei. Se os problemas do Brasil fossem resolvíveis por textos legais, já seríamos, há muito, modelo de felicidade e desenvolvimento. Basta qualquer assunto ganhar notoriedade — assassinato, acidente aéreo, sequestro, calamidade pública — para pulularem projetos de lei a fim de proibir procedimentos, aumentar penalidades, restringir liberdades, como se fossem saídas mágicas para impedir a recorrência dos males. Poucas sociedades têm um cipoal legislativo mais intricado que o brasileiro. Muitas das peças que o compõem são consideradas exemplares pelo mundo afora. O problema é que, com frequência, muitas simplesmente não são obedecidas. Ou por falta de pessoal para fiscalizar sua aplicação ou por desinteresse coletivo em cumpri-las ou por corrupção. Em poucos outros lugares, haverá expressão como “essa lei não pegou” para explicar por que determinada legislação, embora vigente, simplesmente não se cumpre. O fato é que há enorme simpatia social por leis que restrinjam a liberdade de expressão. Porque no Brasil — e aqui somos iguais a todos os povos — a maioria das pessoas é inteiramente a favor da absoluta liberdade de expressão para o seu próprio discurso e absolutamente contrária a ela quando se trata do discurso de seus oponentes, adversários ou inimigos. Se alguém se sente prejudicado por palavras, que recorra à Justiça e prove que elas lhe causaram danos com base na legislação comum, que, no Brasil, aliás, já é absurdamente injusta, por exemplo, em favor de governantes em comparação com governados: o artigo 141 do Código Penal agrava “as penas de crimes contra a honra do presidente da República e chefe de governo estrangeiro”, e também “contra funcionário público, em razão de suas funções”. É quase inacreditável que jornais e jornalistas se unam para pedir que o Estado seja dotado de instrumentos para cercear sua liberdade. Ainda mais porque tudo isso é inútil, já que aqui, como em todo lugar, o que de fato garante a liberdade de expressão não é a existência ou inexistência de leis, mas a maneira como se expressa a dinâmica social. Assim como a Lei de Imprensa de 1967 está em vigor, mas todos a ignoram porque a sociedade, atualmente, não admite sua aplicação, não adiantaria nada haver cláusula pétrea constitucional que promulgasse a mais total garantia de liberdade de expressão se houvesse um consenso nacional de que a censura é necessária. Se isso ocorresse, a cláusula pétrea poderia continuar na Constituição, mas a censura seria exercida de qualquer maneira, de um jeito ou de outro. SILVA, Carlos Eduardo Lins da. A Malquerida Liberdade de Imprensa: O equívoco de uma nova lei de imprensa. [Adaptado].

Considere as seguintes afirmações sobre a análise morfológica: I. A classe gramatical da palavra “atualmente” (l. 42) é advérbio de tempo. II. O verbo “Ocorresse” (l. 47) está no Tempo do Pretérito Imperfeito do modo Subjuntivo. III. O termo “Lhe” (l. 27) pertence a classe gramatical do Pronome Pessoal Obliquo Átono. IV. O termo “se” em “se unam para pedir” (l. 35) e o termo “que” em “que a censura é necessária” (l. 46) pertencem a classe gramatical dos pronomes expletivos. V. A palavra “em” na oração “Em poucos outros lugares [...]” (l. 16-17) pertence a classe gramatical das conjunções. Sobre os aspectos morfológicos presentes no texto, é correto o que se afirma nos itens:

Questão 5 de 29 Q5 da prova
TEXTO I – QUESTÕES DE 01 A 05. O equívoco de uma nova lei de imprensa A cultura brasileira é a de que todos os problemas sociais podem ser consertados por meio da edição de alguma lei. Se os problemas do Brasil fossem resolvíveis por textos legais, já seríamos, há muito, modelo de felicidade e desenvolvimento. Basta qualquer assunto ganhar notoriedade — assassinato, acidente aéreo, sequestro, calamidade pública — para pulularem projetos de lei a fim de proibir procedimentos, aumentar penalidades, restringir liberdades, como se fossem saídas mágicas para impedir a recorrência dos males. Poucas sociedades têm um cipoal legislativo mais intricado que o brasileiro. Muitas das peças que o compõem são consideradas exemplares pelo mundo afora. O problema é que, com frequência, muitas simplesmente não são obedecidas. Ou por falta de pessoal para fiscalizar sua aplicação ou por desinteresse coletivo em cumpri-las ou por corrupção. Em poucos outros lugares, haverá expressão como “essa lei não pegou” para explicar por que determinada legislação, embora vigente, simplesmente não se cumpre. O fato é que há enorme simpatia social por leis que restrinjam a liberdade de expressão. Porque no Brasil — e aqui somos iguais a todos os povos — a maioria das pessoas é inteiramente a favor da absoluta liberdade de expressão para o seu próprio discurso e absolutamente contrária a ela quando se trata do discurso de seus oponentes, adversários ou inimigos. Se alguém se sente prejudicado por palavras, que recorra à Justiça e prove que elas lhe causaram danos com base na legislação comum, que, no Brasil, aliás, já é absurdamente injusta, por exemplo, em favor de governantes em comparação com governados: o artigo 141 do Código Penal agrava “as penas de crimes contra a honra do presidente da República e chefe de governo estrangeiro”, e também “contra funcionário público, em razão de suas funções”. É quase inacreditável que jornais e jornalistas se unam para pedir que o Estado seja dotado de instrumentos para cercear sua liberdade. Ainda mais porque tudo isso é inútil, já que aqui, como em todo lugar, o que de fato garante a liberdade de expressão não é a existência ou inexistência de leis, mas a maneira como se expressa a dinâmica social. Assim como a Lei de Imprensa de 1967 está em vigor, mas todos a ignoram porque a sociedade, atualmente, não admite sua aplicação, não adiantaria nada haver cláusula pétrea constitucional que promulgasse a mais total garantia de liberdade de expressão se houvesse um consenso nacional de que a censura é necessária. Se isso ocorresse, a cláusula pétrea poderia continuar na Constituição, mas a censura seria exercida de qualquer maneira, de um jeito ou de outro. SILVA, Carlos Eduardo Lins da. A Malquerida Liberdade de Imprensa: O equívoco de uma nova lei de imprensa. [Adaptado].

Considere as assertivas abaixo acerca das estruturas sintáticas do texto: I. Na oração “O problema é que, com frequência, muitas simplesmente não são obedecidas” encontramos uma oração coordenada sindética aditiva. II. A oração “Muitas das peças que o compõem são consideradas exemplares pelo mundo afora” apresenta um sujeito composto e uma predicação verbo-nominal. III. Em “A cultura brasileira é a de que todos os problemas sociais podem ser consertados por meio da edição de alguma lei” apresenta um sujeito simples de predicação nominal. Sobre os aspectos sintáticos presentes no texto, assinale:

Questão 6 de 29 Q7 da prova

Considere as seguintes manchetes: I. “A maioria dos MEIs é irregular e pode perder plano de saúde, diz advogado”. (CNN BRASIL) . II. "A maioria dos atores é moradora da própria favela”. (FOLHA DE SÃO PAULO). III. “A maioria dos professores dizem que tratam todos os alunos da mesma maneira”. (JORNAL CRUZEIRO). IV. “Cada um dos alunos recebeu o caderno”. (ESTADÃO) . Quanto à análise linguística de elementos e seus efeitos de sentido, analise as assertivas e identifique com V as verdadeiras e com F as falsas. ( ) Nas quatro orações encontra-se caso de sujeito partitivo especificado. ( ) A oração I pode ser reescrita sem prejuízo de concordância por: “ A maioria dos MEIs são irregulares e podem perder plano de saúde, diz advogado”. ( ) A oração II apresenta-se um erro de concordância verbal, pois o verbo não está concordando com o sujeito da oração. Assim sendo, a oração precisa ser reescrita, atendendo aos critérios linguísticos da norma cultura, da seguinte forma: A maioria dos atores são moradoras da própria favela. ( ) A oração III pode ser reescrita sem prejuízo de concordância por: “A maioria dos professores diz que trata todos os alunos da mesma maneira”. ( ) Na oração III, o termo “dos professores” exerce a função de adjunto adnominal. ( ) A oração IV pode ser reescrita sem prejuíz o de concordância por: Cada um dos alunos receberam os cadernos. A alternativa que contém a sequência correta, de cima para baixo, é:

Questão 7 de 29 Q8 da prova
TEXTO II – QUESTÕES DE 08 E 09. Eu sei, mas não devia Eu sei que a gente se acostuma, mas não devia. A gente se acostuma a morar em apartamentos de fundos e a não ter outra vista que não as janelas ao redor. E, porque não tem vista, logo se acostuma a não olhar para fora. E, porque não olha para fora, logo se acostuma a não abrir de todo as cortinas. E, porque não abre as cortinas, logo se acostuma a acender mais cedo a luz. E, à medida que se acostuma, esquece o sol, esquece o ar, esquece a amplidão. A gente se acostuma a acordar de manhã sobressaltado porque está na hora. A tomar o café correndo porque está atrasado. A ler o jornal no ônibus porque não pode perder o tempo da viagem. A comer sanduíche porque não dá para almoçar. A sair do trabalho porque já é noite. A cochilar no ônibus porque já está cansado. A deitar cedo e dormir pesado sem ter vivido o dia. A gente se acostuma a abrir o jornal e a ler sobre a guerra. E, aceitando a guerra, aceita os mortos. E, que haja número para os mortos. E, aceitando os números, aceita não acreditar nas negociações de paz. E, não acreditando nas negociações de paz, aceita ler todo dia da guerra, dos números, da longa duração [...] A gente se acostuma para não se ralar na aspereza, para preservar sempre a pele. Se acostuma para evitar feridas, sangramentos, para esquivar-se da faca e da baioneta, para poupar o peito. A gente se acostuma para poupar a vida. Que aos poucos se gasta, e que gasta de tanto se acostumar, se perde de si mesma. COLASANTI, Marina. Rio de Janeiro: Rocco, 1999. p. 9-10

Após a leitura do texto, julgue os itens abaixo: I. A linguagem do texto caracteriza-se pelo uso de imperativos e subjuntivos, a fim de exprimir a ação com precisão. II. A análise dos elementos constitutivos desse texto demonstra que predomina a tipologia textual denominado de dissertativo expositivo. III. O texto procura refletir sobre as nossas ações frente a uma série de desigualdade que marca a sociedade, bem como o súbito passar do tempo que nos leva a prosseguir sem contemplar as dimensões em que estamos inseridos. IV. Depreende-se do texto que vivemos em um operar automático, evidenciado pela passividade, a que nos leva a sermos simples expectadores da nossa vida. V. Quanto ao aspecto do gênero textual, é correto afirmar que esse texto é classificado como crônica. Em relação ao texto, está correto o que se afirma em:

Questão 8 de 29 Q9 da prova
TEXTO II – QUESTÕES DE 08 E 09. Eu sei, mas não devia Eu sei que a gente se acostuma, mas não devia. A gente se acostuma a morar em apartamentos de fundos e a não ter outra vista que não as janelas ao redor. E, porque não tem vista, logo se acostuma a não olhar para fora. E, porque não olha para fora, logo se acostuma a não abrir de todo as cortinas. E, porque não abre as cortinas, logo se acostuma a acender mais cedo a luz. E, à medida que se acostuma, esquece o sol, esquece o ar, esquece a amplidão. A gente se acostuma a acordar de manhã sobressaltado porque está na hora. A tomar o café correndo porque está atrasado. A ler o jornal no ônibus porque não pode perder o tempo da viagem. A comer sanduíche porque não dá para almoçar. A sair do trabalho porque já é noite. A cochilar no ônibus porque já está cansado. A deitar cedo e dormir pesado sem ter vivido o dia. A gente se acostuma a abrir o jornal e a ler sobre a guerra. E, aceitando a guerra, aceita os mortos. E, que haja número para os mortos. E, aceitando os números, aceita não acreditar nas negociações de paz. E, não acreditando nas negociações de paz, aceita ler todo dia da guerra, dos números, da longa duração [...] A gente se acostuma para não se ralar na aspereza, para preservar sempre a pele. Se acostuma para evitar feridas, sangramentos, para esquivar-se da faca e da baioneta, para poupar o peito. A gente se acostuma para poupar a vida. Que aos poucos se gasta, e que gasta de tanto se acostumar, se perde de si mesma. COLASANTI, Marina. Rio de Janeiro: Rocco, 1999. p. 9-10

Quanto aos aspectos estilísticos e seus efeitos de sentido, julgue os itens que segue: I. A oração “Eu sei que a gente se acostuma, mas não devia” (l. 1) é uma apóstrofe que introduz, em tom irônico, a relação do sujeito poético com o seu interlocutor. II. Na oração “ à medida que se acostuma [...]” (l. 8), o termo destacado é uma locução conjuntiva proporcional e pode ser substituída por “à proporção que” sem prejuízo de coerência. III. A oração “A gente se acostuma para não se ralar na aspereza, para preservar sempre a pele” (l. 23-24) apresenta uma metonímia, sugerindo uma suavização da situação apresentada. IV. Em “A gente se acostuma a acordar de manhã sobressaltado porque está na hora. A tomar o café correndo porque está atrasado. A ler o jornal no ônibus porque não pode perder o tempo da viagem. A comer sanduíche porque não dá para almoçar. A sair do trabalho porque já é noite” (l. 10-14) apresenta uma figura de sintaxe denominada de Silepse, a qual introduz uma relação de omissão de termos ditos anteriormente. V. Em “E, à medida que se acostuma, esquece o sol, esquece o ar, esquece a amplidão”, encontramos a figura de linguagem denominada de Anáfora. Estão corretos os itens:

Questão 9 de 29 Q10 da prova

Considere as seguintes palavras: I. Arqui-inimigo. II. Semi-aberto. III. Contra-regra. IV. Paranoico. V. Enjoo. VI. hiper-requisitado De acordo com o Novo Acordo Ortográfico, estão corretos a escrita das palavras presente nos itens:

Questão 10 de 29 Q11 da prova

B é um número natural maior que 3 e menor que 7. B é múltiplo de 6. O valor da expressão: B2 – 4B + 2, vale:

Questão 11 de 29 Q12 da prova

Dada a sequência a seguir: 2,38,74,110,___,____,____... A metade dos valores desses três números que faltam na sequência, valem, respectivamente:

Questão 12 de 29 Q13 da prova

A razão entre o salário de dois irmãos é 5. O salário maior vale R$ 10.000,00. O irmão do salário menor reside em um país onde a moeda oficial é o dólar e que equivale a cinco vezes o valor do real. O valor do salário menor em dólar, vale:

Questão 13 de 29 Q14 da prova

Escolhendo aleatoriamente uma letra da palavra CAMPEONATO, a probabilidade de se escolher uma vogal e que não seja a letra A será de:

Questão 14 de 29 Q15 da prova

Um triângulo retângulo possui uma base igual a 3m e área igual a 6m2. Deseja-se fazer um quadrado, formado a partir de triângulos idênticos a esse. O lado maior do quadrado deve medir 6 m. A área desse quadrado em m2, valerá:

Questão 15 de 29 Q16 da prova

Dados os conjuntos A={2,4,6,8,10,12}, B={1,3,6,7,9,10,11} e C={1,2,4,8,9,10}. (A∩B)∩C, vale:

Questão 16 de 29 Q17 da prova

Dada a Progressão geométrica: 5,10,20,40,80... A quarta parte do décimo termo dessa P.G., vale:

Questão 17 de 29 Q18 da prova

Em uma lanchonete, o valor de 4 sanduíches de frango mais 2 sanduíches de atum custa R$ 32,00. O valor do sanduíche de atum é 1 real mais caro que o sanduíche de frango. O valor dos sanduíches de frango e atum custam, respectivamente:

Questão 18 de 29 Q19 da prova

No 1º dia de corrida, um maratonista percorreu 5km. Cada dia que passava, ele corria 1,5 km a mais que o dia anterior. O quadrado do total de quilômetros que ele correu nos 5 primeiros dias, foi:

Questão 19 de 29 Q20 da prova

O aniversário de 5 anos de uma criança, que nasceu no mês de abril em um ano bissexto caiu em um dia de quarta-feira. O dia da semana em que essa pessoa irá completar 18 anos de idade, será:

Questão 20 de 29 Q21 da prova

Acerca dos aspectos sócio-históricos e geográficos da Bahia, julgue os itens que segue: I. A Bahia possui a 2ª maior costa litorânea do Brasil, a qual é marcada pelo complexo hidrográfico do Rio São Francisco. A região também é formada, exclusivamente, pelo relevo de Planalto devido à forte presença do solo massapê e o seu tipo climático, os quais são: o clima semiárido e o clima equatorial. II. A respeito da Independência da Bahia sabe-se que a Batalha do Pirajá foi um grande marco na luta pela independência na Bahia. Assim sendo, as lutas nesse processo de independência ocorreram, em sua maioria, no Recôncavo Baiano, culminando na conquista de Salvador em 2 de julho de 1823. III. A Bahia possui 3 Usinas Hidrelétricas. A principal delas é a Barragem da Pedra do Cavalo, localizada em Cruz das Almas, na região do Recôncavo Baiano. IV. A Bahia constitui-se berço da cultura fumageira no Brasil, sobretudo com a produção de charutos no Recôncavo Baiano. V. A cidade de Tucano está localizada na região Oeste Baiano. Está correto o que se afirma em:

Questão 21 de 29 Q22 da prova

Sobre a Formação Administrativa do Munícipio de Angical, assinale a alternativa correta:

Questão 22 de 29 Q23 da prova

Em relação ao conteúdo da Lei Orgânica do Município de Angical, assinale a alternativa correta.

Questão 23 de 29 Q24 da prova

Considere as seguintes assertivas acerca do âmbito da Saúde, garantida na Lei Orgânica que rege o município de Angical. I. O volume mínimo de recursos destinados a saúde pelo município corresponderá, anualmente, 15% da respectiva receita. II. As Unidades de saúde básica do município deverão possuir uma equipe, no mínimo, formada por três profissionais: médico, enfermeiro e assistente social. III. Será ofertada a inspeção médica e odontológica, de forma obrigatória e de no mínimo uma vez por ano, nos estabelecimentos de ensino municipal. IV. Foram criadas, no âmbito municipal, duas instâncias coligadas de caráter deliberado: a Conferência Municipal de Saúde e o Conselho Municipal de Saúde. Cabe ressaltar, que ambas estão ligadas as diretrizes e controle da política municipal de Saúde. Acerca da garantia dos direitos relativos à saúde do Município de Angical, em consonância com a Lei Orgânica do Município, está correto o que se afirma em:

Questão 24 de 29 Q25 da prova

Leia atentamente a notícia a seguir: O fogo na região da Chapada dos Veadeiros, que fica em Goiás, já consumiu até esta quarta-feira (22) mais de 23 mil hectares de vegetação desde o início da atual onda de incêndios em 12 de setembro. As queimadas atingiram na segunda (20) o parque nacional da chapada, considerado Patrimônio Mundial Natural pela Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura). Dados do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) mostram que o número de queimadas [...] em 2021 supera o registrado no ano anterior. De janeiro a setembro, foram 48.029 focos de incêndio, contra 46.007 focos no mesmo período de 2020. Link para matéria: https://www.encurtador.com.br/cfnwF A notícia acima retrata sobre um terrível acontecimento em diversos Parques Nacionais de Proteção Ambiental, os quais alcançam inúmeras regiões brasileiras. Os incêndios ocorridos nesses parques, sobretudo na região da Chapada dos Veadeiros, demonstram que um tipo de vegetação brasileira está em perigo, pois é a vegetação mais afetada com essas queimadas devido a suas características . Nesse sentido, é correto afirmar que a notícia faz referência a vegetação denominada de:

Questão 25 de 29 Q26 da prova

A sarcopenia é conceituada como uma síndrome, caracterizada pela perda gradual e generalizada não somente de massa muscular, mas também de força e função muscular. Sabendo disso, qual medida antropométrica deve ser utilizada na avaliação corporal para auxiliar no diagnóstico de sarcopenia?

Questão 26 de 29 Q27 da prova

Em uma conduta alimentar, várias estratégias são montadas para melhorar ou aumentar a absorção de determinados nutrientes. No intestino, a absorção da curcumina pode ser elevada por meio da ingestão, concomitantemente, de 20mg de:

Questão 27 de 29 Q28 da prova

Para a escolha do piso de uma Unidade de Alimentação e Nutrição (UAN), alguns fatores devem ser considerados . Diante disso, além do dimensionamento, o que mais deve se destacar?

Questão 28 de 29 Q29 da prova

Nos serviços de Unidade de Alimentação e Nutrição (UAN), devem ser implementados procedimentos operacionais padronizados (POP). Portanto, assinale alternativa que não faz parte do POP:

Questão 29 de 29 Q30 da prova

Os indicadores antropométricos amplamente usados e recomendados pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e adotados pelo Ministério da Saúde na avaliação do estado nutricional de crianças são:

Acertos
Erros
29
Total