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Prova Nutricionista - Pref. Angical/BA
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Questão 1 de 14 Q1473451 Q2 da prova
TEXTO I – QUESTÕES DE 01 A 05. O equívoco de uma nova lei de imprensa A cultura brasileira é a de que todos os problemas sociais podem ser consertados por meio da edição de alguma lei. Se os problemas do Brasil fossem resolvíveis por textos legais, já seríamos, há muito, modelo de felicidade e desenvolvimento. Basta qualquer assunto ganhar notoriedade — assassinato, acidente aéreo, sequestro, calamidade pública — para pulularem projetos de lei a fim de proibir procedimentos, aumentar penalidades, restringir liberdades, como se fossem saídas mágicas para impedir a recorrência dos males. Poucas sociedades têm um cipoal legislativo mais intricado que o brasileiro. Muitas das peças que o compõem são consideradas exemplares pelo mundo afora. O problema é que, com frequência, muitas simplesmente não são obedecidas. Ou por falta de pessoal para fiscalizar sua aplicação ou por desinteresse coletivo em cumpri-las ou por corrupção. Em poucos outros lugares, haverá expressão como “essa lei não pegou” para explicar por que determinada legislação, embora vigente, simplesmente não se cumpre. O fato é que há enorme simpatia social por leis que restrinjam a liberdade de expressão. Porque no Brasil — e aqui somos iguais a todos os povos — a maioria das pessoas é inteiramente a favor da absoluta liberdade de expressão para o seu próprio discurso e absolutamente contrária a ela quando se trata do discurso de seus oponentes, adversários ou inimigos. Se alguém se sente prejudicado por palavras, que recorra à Justiça e prove que elas lhe causaram danos com base na legislação comum, que, no Brasil, aliás, já é absurdamente injusta, por exemplo, em favor de governantes em comparação com governados: o artigo 141 do Código Penal agrava “as penas de crimes contra a honra do presidente da República e chefe de governo estrangeiro”, e também “contra funcionário público, em razão de suas funções”. É quase inacreditável que jornais e jornalistas se unam para pedir que o Estado seja dotado de instrumentos para cercear sua liberdade. Ainda mais porque tudo isso é inútil, já que aqui, como em todo lugar, o que de fato garante a liberdade de expressão não é a existência ou inexistência de leis, mas a maneira como se expressa a dinâmica social. Assim como a Lei de Imprensa de 1967 está em vigor, mas todos a ignoram porque a sociedade, atualmente, não admite sua aplicação, não adiantaria nada haver cláusula pétrea constitucional que promulgasse a mais total garantia de liberdade de expressão se houvesse um consenso nacional de que a censura é necessária. Se isso ocorresse, a cláusula pétrea poderia continuar na Constituição, mas a censura seria exercida de qualquer maneira, de um jeito ou de outro. SILVA, Carlos Eduardo Lins da. A Malquerida Liberdade de Imprensa: O equívoco de uma nova lei de imprensa. [Adaptado].

No que se refere à análise linguística do texto, julgue as assertivas abaixo: I. A palavra pétrea, presente na linha 44, pode ser substituída, sem prejuízo de coerência, por benevolente. II. A palavra “se”, em “Se os problemas do Brasil fossem resolvíveis por textos legais [...]” (l. 3) apresenta o mesmo valor morfológico de “se”, em “Se isso ocorresse, a cláusula pétrea poderia continuar na Constituição [...]” (l. 46-47). III. O período “o artigo 141 do Código Penal agrava [...] ” (l. 31) e também “contra funcionário público, em razão de suas funções” (l. 33-34) há uma relação de adição entre ideias que se aproximam. IV. A oração “[...] a censura seria exercida de qualquer maneira, de um jeito ou de outro” (l. 48-49) evidencia uma estrutura passiva sintética, em que se caracteriza por um agente indeterminado. V. A palavra “como”, em “como em todo lugar [...]” (l. 37-38), e em “como se expressa [...]” (l. 40) apresentam o mesmo valor semântico, ocasionando ideia de comparação. Estão corretos os itens:

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Questão 2 de 14 Q1473452 Q3 da prova
TEXTO I – QUESTÕES DE 01 A 05. O equívoco de uma nova lei de imprensa A cultura brasileira é a de que todos os problemas sociais podem ser consertados por meio da edição de alguma lei. Se os problemas do Brasil fossem resolvíveis por textos legais, já seríamos, há muito, modelo de felicidade e desenvolvimento. Basta qualquer assunto ganhar notoriedade — assassinato, acidente aéreo, sequestro, calamidade pública — para pulularem projetos de lei a fim de proibir procedimentos, aumentar penalidades, restringir liberdades, como se fossem saídas mágicas para impedir a recorrência dos males. Poucas sociedades têm um cipoal legislativo mais intricado que o brasileiro. Muitas das peças que o compõem são consideradas exemplares pelo mundo afora. O problema é que, com frequência, muitas simplesmente não são obedecidas. Ou por falta de pessoal para fiscalizar sua aplicação ou por desinteresse coletivo em cumpri-las ou por corrupção. Em poucos outros lugares, haverá expressão como “essa lei não pegou” para explicar por que determinada legislação, embora vigente, simplesmente não se cumpre. O fato é que há enorme simpatia social por leis que restrinjam a liberdade de expressão. Porque no Brasil — e aqui somos iguais a todos os povos — a maioria das pessoas é inteiramente a favor da absoluta liberdade de expressão para o seu próprio discurso e absolutamente contrária a ela quando se trata do discurso de seus oponentes, adversários ou inimigos. Se alguém se sente prejudicado por palavras, que recorra à Justiça e prove que elas lhe causaram danos com base na legislação comum, que, no Brasil, aliás, já é absurdamente injusta, por exemplo, em favor de governantes em comparação com governados: o artigo 141 do Código Penal agrava “as penas de crimes contra a honra do presidente da República e chefe de governo estrangeiro”, e também “contra funcionário público, em razão de suas funções”. É quase inacreditável que jornais e jornalistas se unam para pedir que o Estado seja dotado de instrumentos para cercear sua liberdade. Ainda mais porque tudo isso é inútil, já que aqui, como em todo lugar, o que de fato garante a liberdade de expressão não é a existência ou inexistência de leis, mas a maneira como se expressa a dinâmica social. Assim como a Lei de Imprensa de 1967 está em vigor, mas todos a ignoram porque a sociedade, atualmente, não admite sua aplicação, não adiantaria nada haver cláusula pétrea constitucional que promulgasse a mais total garantia de liberdade de expressão se houvesse um consenso nacional de que a censura é necessária. Se isso ocorresse, a cláusula pétrea poderia continuar na Constituição, mas a censura seria exercida de qualquer maneira, de um jeito ou de outro. SILVA, Carlos Eduardo Lins da. A Malquerida Liberdade de Imprensa: O equívoco de uma nova lei de imprensa. [Adaptado].

Considere as seguintes palavras que compõe o texto: I. Inútil II. Pública III. Inacreditável IV. Sociedade V. Desinteresse No que se refere a análise dos elementos fonéticos e a estrutura e formação das palavras, julgue as assertivas e identifique com V as verdadeiras e com F as falsas. ( ) Na palavra Inacreditável encontramos o processo de formação da palavra denominado de composição por aglutinação. ( ) A palavra Inútil é construída pelo processo de formação da palavra denominado de composição prefixal. ( ) As palavras inútil e Pública são acentuadas pela mesma regra de acentuação gráfica. ( ) As palavras sociedade e desinteresse são constituída pelo processo de formação da palavra denominado de Composição Parassintética. ( ) A palavra Inacreditável recebe o acento devido a regra de que todas paroxítona terminadas em L deverão ser acentuadas. A alternativa que contém a sequência correta, de cima para baixo, é:

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Questão 3 de 14 Q1473454 Q4 da prova
TEXTO I – QUESTÕES DE 01 A 05. O equívoco de uma nova lei de imprensa A cultura brasileira é a de que todos os problemas sociais podem ser consertados por meio da edição de alguma lei. Se os problemas do Brasil fossem resolvíveis por textos legais, já seríamos, há muito, modelo de felicidade e desenvolvimento. Basta qualquer assunto ganhar notoriedade — assassinato, acidente aéreo, sequestro, calamidade pública — para pulularem projetos de lei a fim de proibir procedimentos, aumentar penalidades, restringir liberdades, como se fossem saídas mágicas para impedir a recorrência dos males. Poucas sociedades têm um cipoal legislativo mais intricado que o brasileiro. Muitas das peças que o compõem são consideradas exemplares pelo mundo afora. O problema é que, com frequência, muitas simplesmente não são obedecidas. Ou por falta de pessoal para fiscalizar sua aplicação ou por desinteresse coletivo em cumpri-las ou por corrupção. Em poucos outros lugares, haverá expressão como “essa lei não pegou” para explicar por que determinada legislação, embora vigente, simplesmente não se cumpre. O fato é que há enorme simpatia social por leis que restrinjam a liberdade de expressão. Porque no Brasil — e aqui somos iguais a todos os povos — a maioria das pessoas é inteiramente a favor da absoluta liberdade de expressão para o seu próprio discurso e absolutamente contrária a ela quando se trata do discurso de seus oponentes, adversários ou inimigos. Se alguém se sente prejudicado por palavras, que recorra à Justiça e prove que elas lhe causaram danos com base na legislação comum, que, no Brasil, aliás, já é absurdamente injusta, por exemplo, em favor de governantes em comparação com governados: o artigo 141 do Código Penal agrava “as penas de crimes contra a honra do presidente da República e chefe de governo estrangeiro”, e também “contra funcionário público, em razão de suas funções”. É quase inacreditável que jornais e jornalistas se unam para pedir que o Estado seja dotado de instrumentos para cercear sua liberdade. Ainda mais porque tudo isso é inútil, já que aqui, como em todo lugar, o que de fato garante a liberdade de expressão não é a existência ou inexistência de leis, mas a maneira como se expressa a dinâmica social. Assim como a Lei de Imprensa de 1967 está em vigor, mas todos a ignoram porque a sociedade, atualmente, não admite sua aplicação, não adiantaria nada haver cláusula pétrea constitucional que promulgasse a mais total garantia de liberdade de expressão se houvesse um consenso nacional de que a censura é necessária. Se isso ocorresse, a cláusula pétrea poderia continuar na Constituição, mas a censura seria exercida de qualquer maneira, de um jeito ou de outro. SILVA, Carlos Eduardo Lins da. A Malquerida Liberdade de Imprensa: O equívoco de uma nova lei de imprensa. [Adaptado].

Considere as seguintes afirmações sobre a análise morfológica: I. A classe gramatical da palavra “atualmente” (l. 42) é advérbio de tempo. II. O verbo “Ocorresse” (l. 47) está no Tempo do Pretérito Imperfeito do modo Subjuntivo. III. O termo “Lhe” (l. 27) pertence a classe gramatical do Pronome Pessoal Obliquo Átono. IV. O termo “se” em “se unam para pedir” (l. 35) e o termo “que” em “que a censura é necessária” (l. 46) pertencem a classe gramatical dos pronomes expletivos. V. A palavra “em” na oração “Em poucos outros lugares [...]” (l. 16-17) pertence a classe gramatical das conjunções. Sobre os aspectos morfológicos presentes no texto, é correto o que se afirma nos itens:

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Questão 4 de 14 Q1473456 Q5 da prova
TEXTO I – QUESTÕES DE 01 A 05. O equívoco de uma nova lei de imprensa A cultura brasileira é a de que todos os problemas sociais podem ser consertados por meio da edição de alguma lei. Se os problemas do Brasil fossem resolvíveis por textos legais, já seríamos, há muito, modelo de felicidade e desenvolvimento. Basta qualquer assunto ganhar notoriedade — assassinato, acidente aéreo, sequestro, calamidade pública — para pulularem projetos de lei a fim de proibir procedimentos, aumentar penalidades, restringir liberdades, como se fossem saídas mágicas para impedir a recorrência dos males. Poucas sociedades têm um cipoal legislativo mais intricado que o brasileiro. Muitas das peças que o compõem são consideradas exemplares pelo mundo afora. O problema é que, com frequência, muitas simplesmente não são obedecidas. Ou por falta de pessoal para fiscalizar sua aplicação ou por desinteresse coletivo em cumpri-las ou por corrupção. Em poucos outros lugares, haverá expressão como “essa lei não pegou” para explicar por que determinada legislação, embora vigente, simplesmente não se cumpre. O fato é que há enorme simpatia social por leis que restrinjam a liberdade de expressão. Porque no Brasil — e aqui somos iguais a todos os povos — a maioria das pessoas é inteiramente a favor da absoluta liberdade de expressão para o seu próprio discurso e absolutamente contrária a ela quando se trata do discurso de seus oponentes, adversários ou inimigos. Se alguém se sente prejudicado por palavras, que recorra à Justiça e prove que elas lhe causaram danos com base na legislação comum, que, no Brasil, aliás, já é absurdamente injusta, por exemplo, em favor de governantes em comparação com governados: o artigo 141 do Código Penal agrava “as penas de crimes contra a honra do presidente da República e chefe de governo estrangeiro”, e também “contra funcionário público, em razão de suas funções”. É quase inacreditável que jornais e jornalistas se unam para pedir que o Estado seja dotado de instrumentos para cercear sua liberdade. Ainda mais porque tudo isso é inútil, já que aqui, como em todo lugar, o que de fato garante a liberdade de expressão não é a existência ou inexistência de leis, mas a maneira como se expressa a dinâmica social. Assim como a Lei de Imprensa de 1967 está em vigor, mas todos a ignoram porque a sociedade, atualmente, não admite sua aplicação, não adiantaria nada haver cláusula pétrea constitucional que promulgasse a mais total garantia de liberdade de expressão se houvesse um consenso nacional de que a censura é necessária. Se isso ocorresse, a cláusula pétrea poderia continuar na Constituição, mas a censura seria exercida de qualquer maneira, de um jeito ou de outro. SILVA, Carlos Eduardo Lins da. A Malquerida Liberdade de Imprensa: O equívoco de uma nova lei de imprensa. [Adaptado].

Considere as assertivas abaixo acerca das estruturas sintáticas do texto: I. Na oração “O problema é que, com frequência, muitas simplesmente não são obedecidas” encontramos uma oração coordenada sindética aditiva. II. A oração “Muitas das peças que o compõem são consideradas exemplares pelo mundo afora” apresenta um sujeito composto e uma predicação verbo-nominal. III. Em “A cultura brasileira é a de que todos os problemas sociais podem ser consertados por meio da edição de alguma lei” apresenta um sujeito simples de predicação nominal. Sobre os aspectos sintáticos presentes no texto, assinale:

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Questão 5 de 14 Q1473458 Q7 da prova

Considere as seguintes manchetes: I. “A maioria dos MEIs é irregular e pode perder plano de saúde, diz advogado”. (CNN BRASIL) . II. "A maioria dos atores é moradora da própria favela”. (FOLHA DE SÃO PAULO). III. “A maioria dos professores dizem que tratam todos os alunos da mesma maneira”. (JORNAL CRUZEIRO). IV. “Cada um dos alunos recebeu o caderno”. (ESTADÃO) . Quanto à análise linguística de elementos e seus efeitos de sentido, analise as assertivas e identifique com V as verdadeiras e com F as falsas. ( ) Nas quatro orações encontra-se caso de sujeito partitivo especificado. ( ) A oração I pode ser reescrita sem prejuízo de concordância por: “ A maioria dos MEIs são irregulares e podem perder plano de saúde, diz advogado”. ( ) A oração II apresenta-se um erro de concordância verbal, pois o verbo não está concordando com o sujeito da oração. Assim sendo, a oração precisa ser reescrita, atendendo aos critérios linguísticos da norma cultura, da seguinte forma: A maioria dos atores são moradoras da própria favela. ( ) A oração III pode ser reescrita sem prejuízo de concordância por: “A maioria dos professores diz que trata todos os alunos da mesma maneira”. ( ) Na oração III, o termo “dos professores” exerce a função de adjunto adnominal. ( ) A oração IV pode ser reescrita sem prejuíz o de concordância por: Cada um dos alunos receberam os cadernos. A alternativa que contém a sequência correta, de cima para baixo, é:

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Questão 6 de 14 Q1473461 Q9 da prova
TEXTO II – QUESTÕES DE 08 E 09. Eu sei, mas não devia Eu sei que a gente se acostuma, mas não devia. A gente se acostuma a morar em apartamentos de fundos e a não ter outra vista que não as janelas ao redor. E, porque não tem vista, logo se acostuma a não olhar para fora. E, porque não olha para fora, logo se acostuma a não abrir de todo as cortinas. E, porque não abre as cortinas, logo se acostuma a acender mais cedo a luz. E, à medida que se acostuma, esquece o sol, esquece o ar, esquece a amplidão. A gente se acostuma a acordar de manhã sobressaltado porque está na hora. A tomar o café correndo porque está atrasado. A ler o jornal no ônibus porque não pode perder o tempo da viagem. A comer sanduíche porque não dá para almoçar. A sair do trabalho porque já é noite. A cochilar no ônibus porque já está cansado. A deitar cedo e dormir pesado sem ter vivido o dia. A gente se acostuma a abrir o jornal e a ler sobre a guerra. E, aceitando a guerra, aceita os mortos. E, que haja número para os mortos. E, aceitando os números, aceita não acreditar nas negociações de paz. E, não acreditando nas negociações de paz, aceita ler todo dia da guerra, dos números, da longa duração [...] A gente se acostuma para não se ralar na aspereza, para preservar sempre a pele. Se acostuma para evitar feridas, sangramentos, para esquivar-se da faca e da baioneta, para poupar o peito. A gente se acostuma para poupar a vida. Que aos poucos se gasta, e que gasta de tanto se acostumar, se perde de si mesma. COLASANTI, Marina. Rio de Janeiro: Rocco, 1999. p. 9-10

Quanto aos aspectos estilísticos e seus efeitos de sentido, julgue os itens que segue: I. A oração “Eu sei que a gente se acostuma, mas não devia” (l. 1) é uma apóstrofe que introduz, em tom irônico, a relação do sujeito poético com o seu interlocutor. II. Na oração “ à medida que se acostuma [...]” (l. 8), o termo destacado é uma locução conjuntiva proporcional e pode ser substituída por “à proporção que” sem prejuízo de coerência. III. A oração “A gente se acostuma para não se ralar na aspereza, para preservar sempre a pele” (l. 23-24) apresenta uma metonímia, sugerindo uma suavização da situação apresentada. IV. Em “A gente se acostuma a acordar de manhã sobressaltado porque está na hora. A tomar o café correndo porque está atrasado. A ler o jornal no ônibus porque não pode perder o tempo da viagem. A comer sanduíche porque não dá para almoçar. A sair do trabalho porque já é noite” (l. 10-14) apresenta uma figura de sintaxe denominada de Silepse, a qual introduz uma relação de omissão de termos ditos anteriormente. V. Em “E, à medida que se acostuma, esquece o sol, esquece o ar, esquece a amplidão”, encontramos a figura de linguagem denominada de Anáfora. Estão corretos os itens:

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Questão 7 de 14 Q1473463 Q10 da prova

Considere as seguintes palavras: I. Arqui-inimigo. II. Semi-aberto. III. Contra-regra. IV. Paranoico. V. Enjoo. VI. hiper-requisitado De acordo com o Novo Acordo Ortográfico, estão corretos a escrita das palavras presente nos itens:

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Questão 8 de 14 Q1473480 Q20 da prova

O aniversário de 5 anos de uma criança, que nasceu no mês de abril em um ano bissexto caiu em um dia de quarta-feira. O dia da semana em que essa pessoa irá completar 18 anos de idade, será:

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Questão 9 de 14 Q1473488 Q25 da prova

Leia atentamente a notícia a seguir: O fogo na região da Chapada dos Veadeiros, que fica em Goiás, já consumiu até esta quarta-feira (22) mais de 23 mil hectares de vegetação desde o início da atual onda de incêndios em 12 de setembro. As queimadas atingiram na segunda (20) o parque nacional da chapada, considerado Patrimônio Mundial Natural pela Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura). Dados do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) mostram que o número de queimadas [...] em 2021 supera o registrado no ano anterior. De janeiro a setembro, foram 48.029 focos de incêndio, contra 46.007 focos no mesmo período de 2020. Link para matéria: https://www.encurtador.com.br/cfnwF A notícia acima retrata sobre um terrível acontecimento em diversos Parques Nacionais de Proteção Ambiental, os quais alcançam inúmeras regiões brasileiras. Os incêndios ocorridos nesses parques, sobretudo na região da Chapada dos Veadeiros, demonstram que um tipo de vegetação brasileira está em perigo, pois é a vegetação mais afetada com essas queimadas devido a suas características . Nesse sentido, é correto afirmar que a notícia faz referência a vegetação denominada de:

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Questão 10 de 14 Q1473490 Q26 da prova

A sarcopenia é conceituada como uma síndrome, caracterizada pela perda gradual e generalizada não somente de massa muscular, mas também de força e função muscular. Sabendo disso, qual medida antropométrica deve ser utilizada na avaliação corporal para auxiliar no diagnóstico de sarcopenia?

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Questão 11 de 14 Q1473492 Q27 da prova

Em uma conduta alimentar, várias estratégias são montadas para melhorar ou aumentar a absorção de determinados nutrientes. No intestino, a absorção da curcumina pode ser elevada por meio da ingestão, concomitantemente, de 20mg de:

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Questão 12 de 14 Q1473494 Q28 da prova

Para a escolha do piso de uma Unidade de Alimentação e Nutrição (UAN), alguns fatores devem ser considerados . Diante disso, além do dimensionamento, o que mais deve se destacar?

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Questão 13 de 14 Q1473495 Q29 da prova

Nos serviços de Unidade de Alimentação e Nutrição (UAN), devem ser implementados procedimentos operacionais padronizados (POP). Portanto, assinale alternativa que não faz parte do POP:

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Questão 14 de 14 Q1473497 Q30 da prova

Os indicadores antropométricos amplamente usados e recomendados pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e adotados pelo Ministério da Saúde na avaliação do estado nutricional de crianças são:

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