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Prova Nutricionista - Pref. Amaralina/GO
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Questão 1 de 40 Q1 da prova
Leia os textos e responda as questões de 1 a 5.

TEXTO I
Cientistas americanos estudam o caso de uma mulher portadora de uma rara condição, em resultado da qual ela não tem medo de nada.(Folha de S. Paulo, 17 de dezembro de 2010. Cotidiano)

TEXTO II
A mulher sem medo
MOACYR SCLIAR
Ele não sabia o que o esperava quando, levado mais pela curiosidade do que pela paixão, começou a namorar a mulher sem medo. Na verdade havia aí também um elemento interesseiro; tinha um projeto secreto, que era o de escrever um livro chamado "A Vida com a Mulher sem Medo", uma obra que, imaginava, poderia fazer enorme sucesso, trazendo-lhe fama e fortuna. Mas ele não tinha a menor ideia do que viria a acontecer.
Dominador, o homem queria ser o rei da casa. Suas ordens deveriam ser rigorosamente obedecidas pela mulher. Mas como impor sua vontade? Como muitos ele recorria a ameaças: quero o café servido às nove horas da manhã, senão... E aí vinham as advertências: senão eu grito com você, senão eu bato em você, senão eu deixo você sem comida.
Acontece que a mulher simplesmente não tomava conhecimento disso; ao contrário, ria às gargalhadas. Não temia gritos, não temia tapas, não temia qualquer tipo de castigo. E até dizia, gentil: "Bem que eu queria ficar assustada com suas ameaças, como prova de consideração e de afeto, mas você vê, não consigo."
Aquilo, além de humilhá-lo profundamente, deixava-o completamente perturbado . Meter medo na mulher transformou-se para ele em questão de honra. Tinha de vê-la pálida, trêmula, gritando por socorro.
Como fazê-lo? Pensou muito a respeito e chegou a uma conclusão: para amedrontá-la só barata ou rato. Resolveu optar pela barata, por uma questão de facilidade: perto de onde moravam havia um velho depósito abandonado, cheio de baratas. Foi até lá e conseguiu quatro exemplares, que guardou num vidro de boca larga.
Voltou para casa e ficou esperando que a mulher chegasse, quando então soltaria as baratas. Já antegozava a cena: ela sem dúvida subiria numa cadeira, gritando histericamente. E ele enfim se sentiria o vencedor .
Foi neste momento que o rato apareceu. Coisa surpreendente, porque ali não havia ratos, sobretudo um roedor como aquele, enorme, ameaçador, o Rei dos Ratos. Quando a mulher finalmente retornou encontrou-o de pé sobre uma cadeira, agarrado ao vidro com as baratas, gritando histericamente.
Fazendo jus à fama ela não demonstrou o menor temor; ao contrário, ria às gargalhadas. Foi buscar uma vassoura, caçou o rato pela sala, conseguiu encurralá-lo e liquidou-o sem maiores problemas. Feito que ajudou o homem, ainda trêmulo, a descer da cadeira. E aí viu que ele segurava o vidro com as quatro baratas. O que deixou-a assombrada: o que pretendia ele fazer com os pobres insetos? Ou aquilo era um novo tipo de perversão?
Àquela altura ele já nem sabia o que dizer. Confessar que se tratava do derradeiro truque para assustá-la seria um vexame, mesmo porque, como ele agora o constatava, ela não tinha medo de baratas, assim como não tivera medo do rato. O jeito era aceitar a situação. E admitir que viver com uma mulher sem medo era uma coisa no mínimo amedrontadora.

Depois de concluída a leitura podemos afirmar que os textos I e II pertencem, respectivamente, aos gêneros:

Questão 2 de 40 Q2 da prova
Leia os textos e responda as questões de 1 a 5.

TEXTO I
Cientistas americanos estudam o caso de uma mulher portadora de uma rara condição, em resultado da qual ela não tem medo de nada.(Folha de S. Paulo, 17 de dezembro de 2010. Cotidiano)

TEXTO II
A mulher sem medo
MOACYR SCLIAR
Ele não sabia o que o esperava quando, levado mais pela curiosidade do que pela paixão, começou a namorar a mulher sem medo. Na verdade havia aí também um elemento interesseiro; tinha um projeto secreto, que era o de escrever um livro chamado "A Vida com a Mulher sem Medo", uma obra que, imaginava, poderia fazer enorme sucesso, trazendo-lhe fama e fortuna. Mas ele não tinha a menor ideia do que viria a acontecer.
Dominador, o homem queria ser o rei da casa. Suas ordens deveriam ser rigorosamente obedecidas pela mulher. Mas como impor sua vontade? Como muitos ele recorria a ameaças: quero o café servido às nove horas da manhã, senão... E aí vinham as advertências: senão eu grito com você, senão eu bato em você, senão eu deixo você sem comida.
Acontece que a mulher simplesmente não tomava conhecimento disso; ao contrário, ria às gargalhadas. Não temia gritos, não temia tapas, não temia qualquer tipo de castigo. E até dizia, gentil: "Bem que eu queria ficar assustada com suas ameaças, como prova de consideração e de afeto, mas você vê, não consigo."
Aquilo, além de humilhá-lo profundamente, deixava-o completamente perturbado . Meter medo na mulher transformou-se para ele em questão de honra. Tinha de vê-la pálida, trêmula, gritando por socorro.
Como fazê-lo? Pensou muito a respeito e chegou a uma conclusão: para amedrontá-la só barata ou rato. Resolveu optar pela barata, por uma questão de facilidade: perto de onde moravam havia um velho depósito abandonado, cheio de baratas. Foi até lá e conseguiu quatro exemplares, que guardou num vidro de boca larga.
Voltou para casa e ficou esperando que a mulher chegasse, quando então soltaria as baratas. Já antegozava a cena: ela sem dúvida subiria numa cadeira, gritando histericamente. E ele enfim se sentiria o vencedor .
Foi neste momento que o rato apareceu. Coisa surpreendente, porque ali não havia ratos, sobretudo um roedor como aquele, enorme, ameaçador, o Rei dos Ratos. Quando a mulher finalmente retornou encontrou-o de pé sobre uma cadeira, agarrado ao vidro com as baratas, gritando histericamente.
Fazendo jus à fama ela não demonstrou o menor temor; ao contrário, ria às gargalhadas. Foi buscar uma vassoura, caçou o rato pela sala, conseguiu encurralá-lo e liquidou-o sem maiores problemas. Feito que ajudou o homem, ainda trêmulo, a descer da cadeira. E aí viu que ele segurava o vidro com as quatro baratas. O que deixou-a assombrada: o que pretendia ele fazer com os pobres insetos? Ou aquilo era um novo tipo de perversão?
Àquela altura ele já nem sabia o que dizer. Confessar que se tratava do derradeiro truque para assustá-la seria um vexame, mesmo porque, como ele agora o constatava, ela não tinha medo de baratas, assim como não tivera medo do rato. O jeito era aceitar a situação. E admitir que viver com uma mulher sem medo era uma coisa no mínimo amedrontadora.

O texto II apresenta alguns componentes pertencentes aos gêneros narrativos, como fatos, personagens, tempo, espaço e narrador, além de certa preocupação quanto ao modo como os fatos são narrados. Partindo desta perspectiva, o que a narrativa revela , ao longo da história, acerca das características psicológicas do marido?

Questão 3 de 40 Q3 da prova
Leia os textos e responda as questões de 1 a 5.

TEXTO I
Cientistas americanos estudam o caso de uma mulher portadora de uma rara condição, em resultado da qual ela não tem medo de nada.(Folha de S. Paulo, 17 de dezembro de 2010. Cotidiano)

TEXTO II
A mulher sem medo
MOACYR SCLIAR
Ele não sabia o que o esperava quando, levado mais pela curiosidade do que pela paixão, começou a namorar a mulher sem medo. Na verdade havia aí também um elemento interesseiro; tinha um projeto secreto, que era o de escrever um livro chamado "A Vida com a Mulher sem Medo", uma obra que, imaginava, poderia fazer enorme sucesso, trazendo-lhe fama e fortuna. Mas ele não tinha a menor ideia do que viria a acontecer.
Dominador, o homem queria ser o rei da casa. Suas ordens deveriam ser rigorosamente obedecidas pela mulher. Mas como impor sua vontade? Como muitos ele recorria a ameaças: quero o café servido às nove horas da manhã, senão... E aí vinham as advertências: senão eu grito com você, senão eu bato em você, senão eu deixo você sem comida.
Acontece que a mulher simplesmente não tomava conhecimento disso; ao contrário, ria às gargalhadas. Não temia gritos, não temia tapas, não temia qualquer tipo de castigo. E até dizia, gentil: "Bem que eu queria ficar assustada com suas ameaças, como prova de consideração e de afeto, mas você vê, não consigo."
Aquilo, além de humilhá-lo profundamente, deixava-o completamente perturbado . Meter medo na mulher transformou-se para ele em questão de honra. Tinha de vê-la pálida, trêmula, gritando por socorro.
Como fazê-lo? Pensou muito a respeito e chegou a uma conclusão: para amedrontá-la só barata ou rato. Resolveu optar pela barata, por uma questão de facilidade: perto de onde moravam havia um velho depósito abandonado, cheio de baratas. Foi até lá e conseguiu quatro exemplares, que guardou num vidro de boca larga.
Voltou para casa e ficou esperando que a mulher chegasse, quando então soltaria as baratas. Já antegozava a cena: ela sem dúvida subiria numa cadeira, gritando histericamente. E ele enfim se sentiria o vencedor .
Foi neste momento que o rato apareceu. Coisa surpreendente, porque ali não havia ratos, sobretudo um roedor como aquele, enorme, ameaçador, o Rei dos Ratos. Quando a mulher finalmente retornou encontrou-o de pé sobre uma cadeira, agarrado ao vidro com as baratas, gritando histericamente.
Fazendo jus à fama ela não demonstrou o menor temor; ao contrário, ria às gargalhadas. Foi buscar uma vassoura, caçou o rato pela sala, conseguiu encurralá-lo e liquidou-o sem maiores problemas. Feito que ajudou o homem, ainda trêmulo, a descer da cadeira. E aí viu que ele segurava o vidro com as quatro baratas. O que deixou-a assombrada: o que pretendia ele fazer com os pobres insetos? Ou aquilo era um novo tipo de perversão?
Àquela altura ele já nem sabia o que dizer. Confessar que se tratava do derradeiro truque para assustá-la seria um vexame, mesmo porque, como ele agora o constatava, ela não tinha medo de baratas, assim como não tivera medo do rato. O jeito era aceitar a situação. E admitir que viver com uma mulher sem medo era uma coisa no mínimo amedrontadora.

Tomando por base os fragmentos destacados no texto, assinale a alternativa que evidencie como o homem encarava a característica da mulher de não sentir medo:

Questão 4 de 40 Q4 da prova
Leia os textos e responda as questões de 1 a 5.

TEXTO I
Cientistas americanos estudam o caso de uma mulher portadora de uma rara condição, em resultado da qual ela não tem medo de nada.(Folha de S. Paulo, 17 de dezembro de 2010. Cotidiano)

TEXTO II
A mulher sem medo
MOACYR SCLIAR
Ele não sabia o que o esperava quando, levado mais pela curiosidade do que pela paixão, começou a namorar a mulher sem medo. Na verdade havia aí também um elemento interesseiro; tinha um projeto secreto, que era o de escrever um livro chamado "A Vida com a Mulher sem Medo", uma obra que, imaginava, poderia fazer enorme sucesso, trazendo-lhe fama e fortuna. Mas ele não tinha a menor ideia do que viria a acontecer.
Dominador, o homem queria ser o rei da casa. Suas ordens deveriam ser rigorosamente obedecidas pela mulher. Mas como impor sua vontade? Como muitos ele recorria a ameaças: quero o café servido às nove horas da manhã, senão... E aí vinham as advertências: senão eu grito com você, senão eu bato em você, senão eu deixo você sem comida.
Acontece que a mulher simplesmente não tomava conhecimento disso; ao contrário, ria às gargalhadas. Não temia gritos, não temia tapas, não temia qualquer tipo de castigo. E até dizia, gentil: "Bem que eu queria ficar assustada com suas ameaças, como prova de consideração e de afeto, mas você vê, não consigo."
Aquilo, além de humilhá-lo profundamente, deixava-o completamente perturbado . Meter medo na mulher transformou-se para ele em questão de honra. Tinha de vê-la pálida, trêmula, gritando por socorro.
Como fazê-lo? Pensou muito a respeito e chegou a uma conclusão: para amedrontá-la só barata ou rato. Resolveu optar pela barata, por uma questão de facilidade: perto de onde moravam havia um velho depósito abandonado, cheio de baratas. Foi até lá e conseguiu quatro exemplares, que guardou num vidro de boca larga.
Voltou para casa e ficou esperando que a mulher chegasse, quando então soltaria as baratas. Já antegozava a cena: ela sem dúvida subiria numa cadeira, gritando histericamente. E ele enfim se sentiria o vencedor .
Foi neste momento que o rato apareceu. Coisa surpreendente, porque ali não havia ratos, sobretudo um roedor como aquele, enorme, ameaçador, o Rei dos Ratos. Quando a mulher finalmente retornou encontrou-o de pé sobre uma cadeira, agarrado ao vidro com as baratas, gritando histericamente.
Fazendo jus à fama ela não demonstrou o menor temor; ao contrário, ria às gargalhadas. Foi buscar uma vassoura, caçou o rato pela sala, conseguiu encurralá-lo e liquidou-o sem maiores problemas. Feito que ajudou o homem, ainda trêmulo, a descer da cadeira. E aí viu que ele segurava o vidro com as quatro baratas. O que deixou-a assombrada: o que pretendia ele fazer com os pobres insetos? Ou aquilo era um novo tipo de perversão?
Àquela altura ele já nem sabia o que dizer. Confessar que se tratava do derradeiro truque para assustá-la seria um vexame, mesmo porque, como ele agora o constatava, ela não tinha medo de baratas, assim como não tivera medo do rato. O jeito era aceitar a situação. E admitir que viver com uma mulher sem medo era uma coisa no mínimo amedrontadora.

É possível observar que os dois textos abordam o mesmo tema , mesmo sendo bastante diferentes, o que ocorre devido ao fato de pertencerem a gêneros distintos, cuja finalidade varia de acordo com o público para o qual se destina. Qual seria, então, a finalidade, respectivamente, dos textos I e II?

Questão 5 de 40 Q5 da prova
Leia os textos e responda as questões de 1 a 5.

TEXTO I
Cientistas americanos estudam o caso de uma mulher portadora de uma rara condição, em resultado da qual ela não tem medo de nada.(Folha de S. Paulo, 17 de dezembro de 2010. Cotidiano)

TEXTO II
A mulher sem medo
MOACYR SCLIAR
Ele não sabia o que o esperava quando, levado mais pela curiosidade do que pela paixão, começou a namorar a mulher sem medo. Na verdade havia aí também um elemento interesseiro; tinha um projeto secreto, que era o de escrever um livro chamado "A Vida com a Mulher sem Medo", uma obra que, imaginava, poderia fazer enorme sucesso, trazendo-lhe fama e fortuna. Mas ele não tinha a menor ideia do que viria a acontecer.
Dominador, o homem queria ser o rei da casa. Suas ordens deveriam ser rigorosamente obedecidas pela mulher. Mas como impor sua vontade? Como muitos ele recorria a ameaças: quero o café servido às nove horas da manhã, senão... E aí vinham as advertências: senão eu grito com você, senão eu bato em você, senão eu deixo você sem comida.
Acontece que a mulher simplesmente não tomava conhecimento disso; ao contrário, ria às gargalhadas. Não temia gritos, não temia tapas, não temia qualquer tipo de castigo. E até dizia, gentil: "Bem que eu queria ficar assustada com suas ameaças, como prova de consideração e de afeto, mas você vê, não consigo."
Aquilo, além de humilhá-lo profundamente, deixava-o completamente perturbado . Meter medo na mulher transformou-se para ele em questão de honra. Tinha de vê-la pálida, trêmula, gritando por socorro.
Como fazê-lo? Pensou muito a respeito e chegou a uma conclusão: para amedrontá-la só barata ou rato. Resolveu optar pela barata, por uma questão de facilidade: perto de onde moravam havia um velho depósito abandonado, cheio de baratas. Foi até lá e conseguiu quatro exemplares, que guardou num vidro de boca larga.
Voltou para casa e ficou esperando que a mulher chegasse, quando então soltaria as baratas. Já antegozava a cena: ela sem dúvida subiria numa cadeira, gritando histericamente. E ele enfim se sentiria o vencedor .
Foi neste momento que o rato apareceu. Coisa surpreendente, porque ali não havia ratos, sobretudo um roedor como aquele, enorme, ameaçador, o Rei dos Ratos. Quando a mulher finalmente retornou encontrou-o de pé sobre uma cadeira, agarrado ao vidro com as baratas, gritando histericamente.
Fazendo jus à fama ela não demonstrou o menor temor; ao contrário, ria às gargalhadas. Foi buscar uma vassoura, caçou o rato pela sala, conseguiu encurralá-lo e liquidou-o sem maiores problemas. Feito que ajudou o homem, ainda trêmulo, a descer da cadeira. E aí viu que ele segurava o vidro com as quatro baratas. O que deixou-a assombrada: o que pretendia ele fazer com os pobres insetos? Ou aquilo era um novo tipo de perversão?
Àquela altura ele já nem sabia o que dizer. Confessar que se tratava do derradeiro truque para assustá-la seria um vexame, mesmo porque, como ele agora o constatava, ela não tinha medo de baratas, assim como não tivera medo do rato. O jeito era aceitar a situação. E admitir que viver com uma mulher sem medo era uma coisa no mínimo amedrontadora.

No período composto “Foi buscar uma vassoura, caçou o rato pela sala, conseguiu encurralá-lo e liquidou-o sem maiores problemas”encontramos quatros orações coordenadas. As referidas orações podem ser classificadas, respectivamente, em:

Questão 6 de 40 Q6 da prova

Na oração “Voltou para casa e ficou esperando que a mulher chegasse” podemos identificar um (a):

Questão 7 de 40 Q7 da prova

Analise as palavras paixão, gargalhadas , depósito , trêmulo, e assinale a alternativa que apresenta, pela ordem, a classificação dessas palavras quanto a posição das sílabas tônicas:

Questão 8 de 40 Q8 da prova
Leia a anedota a seguir e responda às questões 8, 9 e 10.

Dois camaradas se encontram quando estão passeando com seus cachorros na rua.
Um deles, muito convencido, diz:
- O meu cachorro consegue ler!
O outro, mais convencido ainda:
- Eu já sabia . O meu me contou !
(Amir Mattos, org. Brincadeiras, pegadinhas e piadas da Internet. Belo Horizonte: Leitura, 2002. p. 12)

Assinale a alternativa que contenha as formas verbais sublinhadas na anedota:

Questão 9 de 40 Q9 da prova
Leia a anedota a seguir e responda às questões 8, 9 e 10.

Dois camaradas se encontram quando estão passeando com seus cachorros na rua.
Um deles, muito convencido, diz:
- O meu cachorro consegue ler!
O outro, mais convencido ainda:
- Eu já sabia . O meu me contou !
(Amir Mattos, org. Brincadeiras, pegadinhas e piadas da Internet. Belo Horizonte: Leitura, 2002. p. 12)

Qual das alternativas abaixo apresenta um exemplo de discurso direto?

Questão 10 de 40 Q10 da prova
Leia a anedota a seguir e responda às questões 8, 9 e 10.

Dois camaradas se encontram quando estão passeando com seus cachorros na rua.
Um deles, muito convencido, diz:
- O meu cachorro consegue ler!
O outro, mais convencido ainda:
- Eu já sabia . O meu me contou !
(Amir Mattos, org. Brincadeiras, pegadinhas e piadas da Internet. Belo Horizonte: Leitura, 2002. p. 12)

Considerando as alternativa a seguir, assinale aquela que contenha as formas verbais que estejam no futuro do pretérito, preenchendo corretamente as lacunas;

Questão 11 de 40 Q11 da prova

Em um projeto social, são oferecidas as seguintes modalidades esportivas: “futebol de campo, futebol de salão, vôlei, handebol, basquete e xadrez”. A seleção inicial dos participantes por modalidade é realizado pelo preenchimento de um formulário “socioeconômico”. Para nova turma de 2024, os selecionadores analisaram a seguinte situação: “20 candidatos pretendem treinar somente futebol de salão e 8 pretendem treinar somente basquete”. O total dos inscritos para treinar basquete são 15. Ao todo, existem 17 candidatos que não pretendem praticar futebol de salão. O total de candidatos inscritos, foi de:

Questão 12 de 40 Q12 da prova

Em uma determinada região montanhosa localizada no Leste Europeu, no período de inverno, essa região é muito castigada, pelo frio intenso. O deslocamento entre as cidades, são prejudicados devido ao broqueio por excesso de neve nas estradas. Assim, é comum os moradores de uma cidade “A” para chegarem em uma cidade “C” passarem pela cidade “B”. Dessa forma, um morador da cidade “A” que deseja chegar a cidade “C”, passando pela cidade “B”, terá quantos caminhos possíveis? Sabendo que existe quatro estradas de “A” para “B” e seis estradas de “B” para “C”.

Questão 13 de 40 Q13 da prova

“A dengue é uma doença infecciosa febril aguda causada por um vírus que pertence à família Flaviviridae, do gênero Flavivírus. O vírus da dengue apresenta quatro sorotipos, em geral, denominados DENV-1, DENV-2, DENV-3 e DENV-4. Esses também são classificados como arbovírus, ou seja, são normalmente transmitidos por mosquitos. No Brasil, os vírus da dengue são transmitidos pela fêmea do mosquito Aedes aegypti (quando também infectada pelos vírus) e podem causar tanto a manifestação clássica da doença quanto à forma considerada hemorrágica ” (https://www.cpqrr.fiocruz.br/pg/dengue/). Considerando que um grupo de pesquisadores desenvolveram um modelo matemático que analisa a taxa de crescimento da população de mosquitos, esse modelo é gerado pela função: P(x) = k.2x-3, onde k > 0. Essa função, gera o gráfico abaixo que expõem a evolução de uma população de mosquitos em centenas de indivíduos por dia. No terceiro dia a população é de oito centenas, então no décimo quinto dia a população será de:

Questão 14 de 40 Q14 da prova

Uma determinada escola do nordeste brasileiro, resolve premiar os melhores trabalhos em uma feira de ciências. Em um total de 14 para cada colocação, de acordo com a tabela abaixo:
Turmas 1ª Premiação 2ª Premiação 3ª Premiação Pontuação
1º Ano 5 5 3 43
2º Ano 5 4 7 44
3º Ano 4 5 4 39
As premiações estão vinculadas a pontuação. Nesse sentido, se o 2º ano totalizou 44 pontos, quais foram os pontos obtidos por cada premiação?

Questão 15 de 40 Q15 da prova

O senhor Luiz, vai fazer uma viagem e precisa organizar 10 pacotes de forma que os pacotes fiquem organizados em um grupo de 6 pacotes e outro de 4 pacotes. De quantos modos ele pode dividir os 10 pacotes?

Questão 16 de 40 Q16 da prova

De acordo com os dados do CENSO (2010) a população do Município de Amaralina era de 3.434. No último CENSO, realizado em 2022, foi apurada uma população de 3.268 pessoas para o Município de Amaralina. Qual foi a variação percentual na população de Amaralina entre os anos de 2010 e 2022?

Questão 17 de 40 Q17 da prova

O artigo 5º, inciso LVII da Constituição Federal do Brasil, afirma que: "Ninguém será considerado culpado até o trânsito em julgado de sentença penal condenatória." Essa garantia constitucional assegura que uma pessoa não pode ser tratada como culpada até que todas as possibilidades de recurso tenham sido esgotadas e uma sentença condenatória definitiva seja proferida. De acordo com os direitos e garantias fundamentais expressos na Constituição Federal do Brasil, qual é o princípio que estabelece que "ninguém será considerado culpado até o trânsito em julgado de sentença penal condenatória"?

Questão 18 de 40 Q18 da prova

Felix de Bulhões foi, além de político, um poeta goiano que no ano de 1855, fundou o jornal O Libertador, compôs o “Hino Abolicionista Goiano”, trabalhou pela libertação dos escravizados para isso, promoveu festas e angariou recursos (adaptado de Lazara Alzira de Freitas, 2010, p. 26). Com relação aos efeitos da abolição da escravatura em Goiás, podemos afirmar que:

Questão 19 de 40 Q19 da prova

Qual das seguintes opções descreve corretamente as características naturais do Estado de Goiás?

Questão 20 de 40 Q20 da prova

As bonecas Karajá são artefatos cerâmicos tradicionais do povo Karajá. Elas desempenham um papel significativo na transmissão de conhecimentos tradicionais e na expressão da identidade étnica da comunidade. As bonecas Karajá representam não apenas objetos artesanais, mas também símbolos de memória, tradição e identidade para os Karajá. Sua importância vai além do aspecto material, refletindo a conexão profunda entre o povo Karajá e sua história, cultura e território. Qual é a relação entre o conceito de patrimônio cultural e as bonecas Karajá?

Questão 21 de 40 Q21 da prova

A conservação dos alimentos detém os processos de deterioração e de amadurecimento, alterando as condições ambientais que os favorecem. São essas condições: temperatura, umidade, o pH, o oxigênio e a luz. Sobre os métodos de conservação mais usados assinale a alternativa incorreta.

Questão 22 de 40 Q22 da prova

A Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) nº. 216 da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), refere sobre cuidados na preparação dos alimentos. Nesse sentido, assinale abaixo a alternativa incorreta sobre esses cuidados.

Questão 23 de 40 Q23 da prova

A Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) nº. 216 da ANVISA discorre sobre o intervalo de limpeza que pode variar entre estrutura física, equipamentos, utensílios, lixo e reservatório de água em diário, semana, quinzenal, mensal, semestral. Sobre essa periodicidade associe as colunas abaixo.
1) Diariamente ( ) Reservatório de Água
2) Semanal ( ) Lixeira
3) Quinzenal/Mensal ( ) Coifa/Câmara
4) Semestral ( ) Luminárias/Interruptores
A sequência correta é:

Questão 24 de 40 Q24 da prova

O planejamento de cardápios deve obedecer a exigências nutritivas individuais, apresentar os alimentos de forma apetecível, mas sem prejudicar seu valor nutritivo. Deve também obedecer a critério econômico na escolha dos alimentos, observar regras tradicionais de preparo e a maneira de servir. Sobre o que precisa ser levado em consideração para atender a todos esses critérios nesse planejamento, assinale a alternativa correta.

Questão 25 de 40 Q25 da prova

A necessidade de conservar equipamentos e utensílios é para evitar sua inutilização por desgaste, descuido ou desconhecimento em como manejá-lo, falta de manutenção, consertos necessários e limpeza adequada. Sobre esses cuidados assinale a alternativa correta.

Questão 26 de 40 Q26 da prova

Vegetais dos quais algumas partes são utilizadas como alimento em forma natural que de um modo genérico compreende as partes comestíveis das plantas: raízes, tuberosas tubérculos, caules, folhas, flores, frutos e sementes. O texto traz o conceito de:

Questão 27 de 40 Q27 da prova

O valor nutritivo das hortaliças varia de acordo com a parte da planta. A inclusão desses vegetais favorece o preenchimento das necessidades de vitaminas, minerais e fibras. Sobre sua composição química assinale a alternativa correta.

Questão 28 de 40 Q28 da prova

A biodisponibilidade mineral é calculada pela disponibilidade desse nutriente dentro do intestino delgado para absorção, pelo real absorvido que será retido no organismo e usado nas funções celulares ou teciduais. Vários fatores podem afetar essa biodisponibilidade, inclusive a interação mineral-mineral. Sobre essas interações, analise as afirmativas a seguir. I - A absorção de zinco é reduzida quando há suplementação de ferro não heme. II - Ingestão excessiva de zinco reduz absorção de cobre. III - A ingestão excessiva de cálcio pode reduzir a absorção de manganês, zinco e ferro. IV - Certos minerais podem ter uma baixa ou média ou alta biodisponibilidade quando provindos de certos alimentos. Está correto o que se afirma em:

Questão 29 de 40 Q29 da prova

Por sua boa capacidade de armazenamento e utilização como fonte de energia, esse nutriente auxilia na sobrevivência por semanas ou em alguns casos por meses. Alguns de seus depósitos podem ter função estrutural e auxiliar no isolamento térmico corporal. Essa descrição corresponde a que nutriente?

Questão 30 de 40 Q30 da prova

A vitamina D existe naturalmente em alimentos de origem animal, sendo as fontes mais rica os óleos de fígado de peixe. A exposição solar auxilia no aumento de suas concentrações plasmáticas. Sua deficiência causa:

Questão 31 de 40 Q31 da prova

Antes que a vitamina A ou os seus carotenoides provitamina possam ser absorvidos, as proteases no estômago e no intestino delgado devem hidrolisar proteínas que estão normalmente complexadas com estes compostos. São fonte de carotenoides provitamina A:

Questão 32 de 40 Q32 da prova

As dietas especiais sofrem modificações nos padrões dietéticos normais, baseadas em recomendações dietéticas por órgãos competentes. A maioria das dietas podem ser planejadas para alcançar 100% das recomendações nutricionais da RDA. Os hospitais normalmente possuem dietas básicas de rotina para facilitar o serviço e são classificadas conforme características físicas em dieta normal, branda, pastosa, semilíquida e líquida. Sobre as preparações indicadas em cada um desses tipos de modificações assinale a alternativa correta.

Questão 33 de 40 Q33 da prova

Durante a gestação há uma mudança na demanda de nutrientes para manter as demandas metabólicas da gestação e crescimento fetal. As DRIs de 2002 indicam as recomendações energéticas para este período. Nesse sentido, assinale a seguir a alternativa falsa.

Questão 34 de 40 Q34 da prova

O banco de leite é medida eficaz para políticas públicas de amamentação. A RDC nº. 171 de 4 de setembro de 2006, da ANVISA indica quais seriam as nutrizes aptas para doação de leite humano para o banco de leite. Nesse sentindo, assinale a seguir a alternativa que indica voluntária apta à doação.

Questão 35 de 40 Q35 da prova

O estudo da distribuição e os determinantes das doenças na população, que nas últimas décadas tem se especializado cada vez mais com o objetivo primeiro de medir dietas como um fator de exposição na maior ou menor ocorrência de doenças é denominado?

Questão 36 de 40 Q36 da prova

Por muito tempo a desnutrição foi uma preocupação em saúde pública, porém o número de pessoas com excesso de peso vem aumentando gradativamente e superando o de desnutridos. No Brasil há um aumento na prevalência entre adolescentes, adultos e idosos. Dentre as causas da obesidade, especialmente no Brasil, assinale a alternativa incorreta.

Questão 37 de 40 Q37 da prova

Medir dobras cutâneas tem por finalidade estimar a gordura corporal total, a partir dos valores de gordura subcutânea em um ou mais pontos do corpo. Porém a precisão varia conforme sexo, idade, estado nutricional e grupo étnico. Em crianças é indicado fazer quais medidas de dobras cutâneas?

Questão 38 de 40 Q38 da prova

O Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional (SISVAN) gera informações que visam descrever e predizer de maneira contínua, tendências das condições de nutrição e alimentação de uma população para à partir desses dados planejar e avaliar os efeitos de políticas, programas e intervenções (OPAS, 1990). Esse sistema contempla quatro eixos interligados, sobre os mesmos assinale a alternativa incorreta.

Questão 39 de 40 Q39 da prova

O Capítulo III do Código de Ética e Conduta do Nutricionista discorre sobre as condutas e práticas profissionais sobre as atividades e ações desenvolvidas pelo nutricionista no exercício de suas atribuições. Nesse sentindo, analise as afirmativas a seguir. I - É direito do nutricionista realizar suas atribuições profissionais sem interferências de pessoas não habilitadas para tais práticas. II - É direito do nutricionista alterar a conduta profissional determinada por outro nutricionista caso tal medida seja necessária para benefício de indivíduos, coletividades ou serviços, sem necessidade de justificar tal alteração quando há benefícios. III - É dever do nutricionista adequar condutas e práticas profissionais às necessidades dos indivíduos, coletividades e serviços visando à promoção da saúde, não cedendo a apelos de modismos, a pressões mercadológicas ou midiáticas e a interesses financeiros para si ou terceiros. IV - É dever do nutricionista fornecer informações e disponibilizar ferramentas necessárias para a continuidade das ações pela equipe ou por outro nutricionista, em caso de afastamento de suas atividades profissionais. V - É vedado ao nutricionista, no exercício das atribuições profissionais, receber comissão, remuneração, gratificação ou benefício que não corresponda a serviços prestados. Está correto o que se afirma em:

Questão 40 de 40 Q40 da prova

A relação interpessoal é descrita como um vínculo ou uma ligação entre dois ou mais indivíduos dentro de um contexto determinado. Sendo considerada a habilidade que um indivíduo tem de interagir com outros seres. Sobre os fatores que podem afetar as relações interpessoais é incorreto afirmar que:

Acertos
Erros
40
Total