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Prova Motorista - Pref. São Domingos do Cariri/PB
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Questão 1 de 35 Q1 da prova
Leia o texto abaixo para responder às questões de 1 a 7: O Sentinela Por Andréa de Nicola O vermelho se espalha Por toda a paisagem Estrondos de canhões ardem O ser vivente açoita. E faz sur gir o abismo Limo no que foi formosura Gritos, sufocos, gemidos Choro na bela . Alexandria E veloz tal qual um Pégaso Um pássaro reluzente sobrevoa Cortando o solo e o espaço Nas fendas abertas da Pátria. Bravos fardados tombam Em suas medalhas, ouro e prata Em seus túmulos, mármore e bronze Em seus corpos, nada. Tristes memórias, um clarim toca Num grande silêncio seus espíritos habitam Nos alvos braços celestiais dormem Velando está um sentinela. Fonte: Nicola, Andréa O sentinela. ALMEIDA, Heriberto Coelho De (or g.). . Paraíba: O Sebo Cultural, . In: Antologia Contemporânea da Poesia Paraibana 1995.

Diante da semântica imagética que o poema de Andréa de Nicola sugere, a partir da representação poética de um cenário de guerra, o que o vermelho simboliza?

Questão 2 de 35 Q2 da prova
Leia o texto abaixo para responder às questões de 1 a 7: O Sentinela Por Andréa de Nicola O vermelho se espalha Por toda a paisagem Estrondos de canhões ardem O ser vivente açoita. E faz sur gir o abismo Limo no que foi formosura Gritos, sufocos, gemidos Choro na bela . Alexandria E veloz tal qual um Pégaso Um pássaro reluzente sobrevoa Cortando o solo e o espaço Nas fendas abertas da Pátria. Bravos fardados tombam Em suas medalhas, ouro e prata Em seus túmulos, mármore e bronze Em seus corpos, nada. Tristes memórias, um clarim toca Num grande silêncio seus espíritos habitam Nos alvos braços celestiais dormem Velando está um sentinela. Fonte: Nicola, Andréa O sentinela. ALMEIDA, Heriberto Coelho De (or g.). . Paraíba: O Sebo Cultural, . In: Antologia Contemporânea da Poesia Paraibana 1995.

Qual é o efeito da chegada do pássaro reluzente sobre a Pátria, conforme descrito no poema?

Questão 3 de 35 Q3 da prova
Leia o texto abaixo para responder às questões de 1 a 7: O Sentinela Por Andréa de Nicola O vermelho se espalha Por toda a paisagem Estrondos de canhões ardem O ser vivente açoita. E faz sur gir o abismo Limo no que foi formosura Gritos, sufocos, gemidos Choro na bela . Alexandria E veloz tal qual um Pégaso Um pássaro reluzente sobrevoa Cortando o solo e o espaço Nas fendas abertas da Pátria. Bravos fardados tombam Em suas medalhas, ouro e prata Em seus túmulos, mármore e bronze Em seus corpos, nada. Tristes memórias, um clarim toca Num grande silêncio seus espíritos habitam Nos alvos braços celestiais dormem Velando está um sentinela. Fonte: Nicola, Andréa O sentinela. ALMEIDA, Heriberto Coelho De (or g.). . Paraíba: O Sebo Cultural, . In: Antologia Contemporânea da Poesia Paraibana 1995.

O que o verso "Em seus corpos, nada." sugere?

Questão 4 de 35 Q4 da prova
Leia o texto abaixo para responder às questões de 1 a 7: O Sentinela Por Andréa de Nicola O vermelho se espalha Por toda a paisagem Estrondos de canhões ardem O ser vivente açoita. E faz sur gir o abismo Limo no que foi formosura Gritos, sufocos, gemidos Choro na bela . Alexandria E veloz tal qual um Pégaso Um pássaro reluzente sobrevoa Cortando o solo e o espaço Nas fendas abertas da Pátria. Bravos fardados tombam Em suas medalhas, ouro e prata Em seus túmulos, mármore e bronze Em seus corpos, nada. Tristes memórias, um clarim toca Num grande silêncio seus espíritos habitam Nos alvos braços celestiais dormem Velando está um sentinela. Fonte: Nicola, Andréa O sentinela. ALMEIDA, Heriberto Coelho De (or g.). . Paraíba: O Sebo Cultural, . In: Antologia Contemporânea da Poesia Paraibana 1995.

O que justifica a utilização de letra maiúscula no início das palavras Alexandria e Pégaso, destacadas no poema?

Questão 5 de 35 Q5 da prova
Leia o texto abaixo para responder às questões de 1 a 7: O Sentinela Por Andréa de Nicola O vermelho se espalha Por toda a paisagem Estrondos de canhões ardem O ser vivente açoita. E faz sur gir o abismo Limo no que foi formosura Gritos, sufocos, gemidos Choro na bela . Alexandria E veloz tal qual um Pégaso Um pássaro reluzente sobrevoa Cortando o solo e o espaço Nas fendas abertas da Pátria. Bravos fardados tombam Em suas medalhas, ouro e prata Em seus túmulos, mármore e bronze Em seus corpos, nada. Tristes memórias, um clarim toca Num grande silêncio seus espíritos habitam Nos alvos braços celestiais dormem Velando está um sentinela. Fonte: Nicola, Andréa O sentinela. ALMEIDA, Heriberto Coelho De (or g.). . Paraíba: O Sebo Cultural, . In: Antologia Contemporânea da Poesia Paraibana 1995.

Na frase: “Velando está um sentinela”, a poeta optou por usar “um sentinela” ao invés de “uma sentinela”, mesmo que a forma correta gramaticalmente é a segunda. Qual alternativa explica o efeito dessa escolha lexical no poema?

Questão 6 de 35 Q6 da prova
Leia o texto abaixo para responder às questões de 1 a 7: O Sentinela Por Andréa de Nicola O vermelho se espalha Por toda a paisagem Estrondos de canhões ardem O ser vivente açoita. E faz sur gir o abismo Limo no que foi formosura Gritos, sufocos, gemidos Choro na bela . Alexandria E veloz tal qual um Pégaso Um pássaro reluzente sobrevoa Cortando o solo e o espaço Nas fendas abertas da Pátria. Bravos fardados tombam Em suas medalhas, ouro e prata Em seus túmulos, mármore e bronze Em seus corpos, nada. Tristes memórias, um clarim toca Num grande silêncio seus espíritos habitam Nos alvos braços celestiais dormem Velando está um sentinela. Fonte: Nicola, Andréa O sentinela. ALMEIDA, Heriberto Coelho De (or g.). . Paraíba: O Sebo Cultural, . In: Antologia Contemporânea da Poesia Paraibana 1995.

Na passagem "Em seus túmulos, mármore e bronze", qual figura de linguagem foi utilizada?

Questão 7 de 35 Q7 da prova
Leia o texto abaixo para responder às questões de 1 a 7: O Sentinela Por Andréa de Nicola O vermelho se espalha Por toda a paisagem Estrondos de canhões ardem O ser vivente açoita. E faz sur gir o abismo Limo no que foi formosura Gritos, sufocos, gemidos Choro na bela . Alexandria E veloz tal qual um Pégaso Um pássaro reluzente sobrevoa Cortando o solo e o espaço Nas fendas abertas da Pátria. Bravos fardados tombam Em suas medalhas, ouro e prata Em seus túmulos, mármore e bronze Em seus corpos, nada. Tristes memórias, um clarim toca Num grande silêncio seus espíritos habitam Nos alvos braços celestiais dormem Velando está um sentinela. Fonte: Nicola, Andréa O sentinela. ALMEIDA, Heriberto Coelho De (or g.). . Paraíba: O Sebo Cultural, . In: Antologia Contemporânea da Poesia Paraibana 1995.

No verso "Nas fendas abertas da pátria", a figura de linguagem empregada é uma:

Questão 8 de 35 Q8 da prova
Leia o texto abaixo para responder às questões de 8 a 15.

Considerando o discurso ácido presente na tirinha "Ecochatos", qual é o principal recurso utilizado para criticar a postura do personagem em relação ao aquecimento global?

Questão 9 de 35 Q9 da prova
Leia o texto abaixo para responder às questões de 8 a 15.

Na tirinha "Ecochatos", qual é a postura do personagem em relação ao aquecimento global?

Questão 10 de 35 Q10 da prova
Leia o texto abaixo para responder às questões de 8 a 15.

No segundo quadrinho da tirinha "Ecochatos", a personagem utiliza a expressão "A temperatura do planeta sempre variou". Qual é a intenção da autora ao incluir essa fala?

Questão 11 de 35 Q11 da prova
Leia o texto abaixo para responder às questões de 8 a 15.

No último quadrinho da tirinha "Ecochatos", a autora utiliza a imagem do personagem carbonizado e um cenário de fogo para transmitir uma ideia. Qual é essa ideia e qual figura de linguagem é empregada?

Questão 12 de 35 Q12 da prova
Leia o texto abaixo para responder às questões de 8 a 15.

No segundo quadrinho da tirinha "Ecochatos", são utilizados os termos "Uff" e "Arf”. Qual é a principal função desses vocábulos nesse contexto?

Questão 13 de 35 Q13 da prova
Leia o texto abaixo para responder às questões de 8 a 15.

Ainda sobre os termos "Uff" e "Arf”, eles são classificados, nesse contexto como:

Questão 14 de 35 Q14 da prova
Leia o texto abaixo para responder às questões de 8 a 15.

No último quadrinho da tirinha "Ecochatos", a expressão "Mó exagero!!!" é utilizada pela personagem para comentar uma situação dramática. Qual é a principal característica linguística presente nessa fala?

Questão 15 de 35 Q15 da prova
Leia o texto abaixo para responder às questões de 8 a 15.

Analise a tirinha "Ecochatos" e identifique a classificação da frase presente no segundo quadrinho, em que a personagem diz: "A temperatura do planeta sempre variou".

Questão 16 de 35 Q16 da prova
Leia o texto abaixo para responder às questões de 16 a 20: Eu quer o comer brigadeir o. Por Dôra Limeira Preto, traje roto, sandálias de dedo, ele morava num aglomerado habitacional de taipa, na periferia. Era menino ainda, mas suspeitaram que fosse bandido. Seu corpo amiúde fazia mogangas sobre um monte de barro, no arruado onde morava, equilibrando-se com agilidade. Brincava de ser cristo redentor , braços esticados, mãos estendidas sobre um corcovado de brasilites e isopores rasgados. Vadiava sob os aplausos da meninada e dos adultos desocupados. De tanto repetir a brincadeira, ganhou um apelido: “Cristo Redentor”, Cristim na intimidade. Era franzino, comprido e não tinha medo de nada. Nos horários da escola, ora estendia seus braços em cruz sobre o arruado, ora se postava junto aos semáforos. Fazia malabarismos e virava cambalhotas diante dos carros parados no sinal vermelho. Comia fogo, canivetes, tesouras. Assim, ganhava uns trocados e entregava, em casa, à sua mãe que também tinha apelido – Dona Maria de Cristim. Um dia, final de tarde, parou junto à vitrine de uma lanchonete. Foi quando suspeitaram que fosse bandido. Imóvel, avistou os doces e brigadeiros, bolos confeitados, empadas e pastéis. As glândulas salivaram. Com a fome nos olhos e a boca babando, Cristim apalpou os bolsos rasos da bermuda. Ouviu o tilintar das moedas que arrecadara comendo tesouras no último semáforo. Retirou as moedas do bolso e pensou: “Eu quero comer brigadeiro”. Mas não houve tempo. Um jato de sangue jorrou-lhe das entranhas e as moedas tilintaram no chão. Rolaram ladeira abaixo, alegres. Para Cristim, já não valiam nada. Seu corpo deu entrada no IML, sem sinais especiais que o identificassem, sem dono. Serviu de exemplo nos noticiários de televisão. O rosto morto foi capa de revista policial. Tarjas pretas cobriram-lhe os olhos desbotados, enver gonhados. Cristo Redentor era menor de idade, um menino ainda, mas pensaram que fosse bandido. Em casa, sua mãe esperou a noite inteira. Volta para casa, Cristim, pensava. E chorava feito uma pietá. Dona Maria não sabia que, rígido e frio, Cristo jazia numa gaveta de frigorífico, sem túnica.

O texto "Eu quero comer brigadeiro" sugere uma crítica social, abordando a situação de um menino chamado Cristim. Qual é o desfecho do texto?

Questão 17 de 35 Q17 da prova
Leia o texto abaixo para responder às questões de 16 a 20: Eu quer o comer brigadeir o. Por Dôra Limeira Preto, traje roto, sandálias de dedo, ele morava num aglomerado habitacional de taipa, na periferia. Era menino ainda, mas suspeitaram que fosse bandido. Seu corpo amiúde fazia mogangas sobre um monte de barro, no arruado onde morava, equilibrando-se com agilidade. Brincava de ser cristo redentor , braços esticados, mãos estendidas sobre um corcovado de brasilites e isopores rasgados. Vadiava sob os aplausos da meninada e dos adultos desocupados. De tanto repetir a brincadeira, ganhou um apelido: “Cristo Redentor”, Cristim na intimidade. Era franzino, comprido e não tinha medo de nada. Nos horários da escola, ora estendia seus braços em cruz sobre o arruado, ora se postava junto aos semáforos. Fazia malabarismos e virava cambalhotas diante dos carros parados no sinal vermelho. Comia fogo, canivetes, tesouras. Assim, ganhava uns trocados e entregava, em casa, à sua mãe que também tinha apelido – Dona Maria de Cristim. Um dia, final de tarde, parou junto à vitrine de uma lanchonete. Foi quando suspeitaram que fosse bandido. Imóvel, avistou os doces e brigadeiros, bolos confeitados, empadas e pastéis. As glândulas salivaram. Com a fome nos olhos e a boca babando, Cristim apalpou os bolsos rasos da bermuda. Ouviu o tilintar das moedas que arrecadara comendo tesouras no último semáforo. Retirou as moedas do bolso e pensou: “Eu quero comer brigadeiro”. Mas não houve tempo. Um jato de sangue jorrou-lhe das entranhas e as moedas tilintaram no chão. Rolaram ladeira abaixo, alegres. Para Cristim, já não valiam nada. Seu corpo deu entrada no IML, sem sinais especiais que o identificassem, sem dono. Serviu de exemplo nos noticiários de televisão. O rosto morto foi capa de revista policial. Tarjas pretas cobriram-lhe os olhos desbotados, enver gonhados. Cristo Redentor era menor de idade, um menino ainda, mas pensaram que fosse bandido. Em casa, sua mãe esperou a noite inteira. Volta para casa, Cristim, pensava. E chorava feito uma pietá. Dona Maria não sabia que, rígido e frio, Cristo jazia numa gaveta de frigorífico, sem túnica.

O apelido "Cristo Redentor" dado ao personagem principal, Cristim, revela:

Questão 18 de 35 Q18 da prova
Leia o texto abaixo para responder às questões de 16 a 20: Eu quer o comer brigadeir o. Por Dôra Limeira Preto, traje roto, sandálias de dedo, ele morava num aglomerado habitacional de taipa, na periferia. Era menino ainda, mas suspeitaram que fosse bandido. Seu corpo amiúde fazia mogangas sobre um monte de barro, no arruado onde morava, equilibrando-se com agilidade. Brincava de ser cristo redentor , braços esticados, mãos estendidas sobre um corcovado de brasilites e isopores rasgados. Vadiava sob os aplausos da meninada e dos adultos desocupados. De tanto repetir a brincadeira, ganhou um apelido: “Cristo Redentor”, Cristim na intimidade. Era franzino, comprido e não tinha medo de nada. Nos horários da escola, ora estendia seus braços em cruz sobre o arruado, ora se postava junto aos semáforos. Fazia malabarismos e virava cambalhotas diante dos carros parados no sinal vermelho. Comia fogo, canivetes, tesouras. Assim, ganhava uns trocados e entregava, em casa, à sua mãe que também tinha apelido – Dona Maria de Cristim. Um dia, final de tarde, parou junto à vitrine de uma lanchonete. Foi quando suspeitaram que fosse bandido. Imóvel, avistou os doces e brigadeiros, bolos confeitados, empadas e pastéis. As glândulas salivaram. Com a fome nos olhos e a boca babando, Cristim apalpou os bolsos rasos da bermuda. Ouviu o tilintar das moedas que arrecadara comendo tesouras no último semáforo. Retirou as moedas do bolso e pensou: “Eu quero comer brigadeiro”. Mas não houve tempo. Um jato de sangue jorrou-lhe das entranhas e as moedas tilintaram no chão. Rolaram ladeira abaixo, alegres. Para Cristim, já não valiam nada. Seu corpo deu entrada no IML, sem sinais especiais que o identificassem, sem dono. Serviu de exemplo nos noticiários de televisão. O rosto morto foi capa de revista policial. Tarjas pretas cobriram-lhe os olhos desbotados, enver gonhados. Cristo Redentor era menor de idade, um menino ainda, mas pensaram que fosse bandido. Em casa, sua mãe esperou a noite inteira. Volta para casa, Cristim, pensava. E chorava feito uma pietá. Dona Maria não sabia que, rígido e frio, Cristo jazia numa gaveta de frigorífico, sem túnica.

No trecho: "Com a fome nos olhos e a boca babando, Cristim apalpou os bolsos rasos da bermuda”, como a autora descreve a condição de Cristim?

Questão 19 de 35 Q19 da prova
Leia o texto abaixo para responder às questões de 16 a 20: Eu quer o comer brigadeir o. Por Dôra Limeira Preto, traje roto, sandálias de dedo, ele morava num aglomerado habitacional de taipa, na periferia. Era menino ainda, mas suspeitaram que fosse bandido. Seu corpo amiúde fazia mogangas sobre um monte de barro, no arruado onde morava, equilibrando-se com agilidade. Brincava de ser cristo redentor , braços esticados, mãos estendidas sobre um corcovado de brasilites e isopores rasgados. Vadiava sob os aplausos da meninada e dos adultos desocupados. De tanto repetir a brincadeira, ganhou um apelido: “Cristo Redentor”, Cristim na intimidade. Era franzino, comprido e não tinha medo de nada. Nos horários da escola, ora estendia seus braços em cruz sobre o arruado, ora se postava junto aos semáforos. Fazia malabarismos e virava cambalhotas diante dos carros parados no sinal vermelho. Comia fogo, canivetes, tesouras. Assim, ganhava uns trocados e entregava, em casa, à sua mãe que também tinha apelido – Dona Maria de Cristim. Um dia, final de tarde, parou junto à vitrine de uma lanchonete. Foi quando suspeitaram que fosse bandido. Imóvel, avistou os doces e brigadeiros, bolos confeitados, empadas e pastéis. As glândulas salivaram. Com a fome nos olhos e a boca babando, Cristim apalpou os bolsos rasos da bermuda. Ouviu o tilintar das moedas que arrecadara comendo tesouras no último semáforo. Retirou as moedas do bolso e pensou: “Eu quero comer brigadeiro”. Mas não houve tempo. Um jato de sangue jorrou-lhe das entranhas e as moedas tilintaram no chão. Rolaram ladeira abaixo, alegres. Para Cristim, já não valiam nada. Seu corpo deu entrada no IML, sem sinais especiais que o identificassem, sem dono. Serviu de exemplo nos noticiários de televisão. O rosto morto foi capa de revista policial. Tarjas pretas cobriram-lhe os olhos desbotados, enver gonhados. Cristo Redentor era menor de idade, um menino ainda, mas pensaram que fosse bandido. Em casa, sua mãe esperou a noite inteira. Volta para casa, Cristim, pensava. E chorava feito uma pietá. Dona Maria não sabia que, rígido e frio, Cristo jazia numa gaveta de frigorífico, sem túnica.

No trecho: "Seu corpo amiúde fazia mogangas sobre um monte de barro," a expressão "fazia mogangas" representa uma variante linguística chamada:

Questão 20 de 35 Q20 da prova
Leia o texto abaixo para responder às questões de 16 a 20: Eu quer o comer brigadeir o. Por Dôra Limeira Preto, traje roto, sandálias de dedo, ele morava num aglomerado habitacional de taipa, na periferia. Era menino ainda, mas suspeitaram que fosse bandido. Seu corpo amiúde fazia mogangas sobre um monte de barro, no arruado onde morava, equilibrando-se com agilidade. Brincava de ser cristo redentor , braços esticados, mãos estendidas sobre um corcovado de brasilites e isopores rasgados. Vadiava sob os aplausos da meninada e dos adultos desocupados. De tanto repetir a brincadeira, ganhou um apelido: “Cristo Redentor”, Cristim na intimidade. Era franzino, comprido e não tinha medo de nada. Nos horários da escola, ora estendia seus braços em cruz sobre o arruado, ora se postava junto aos semáforos. Fazia malabarismos e virava cambalhotas diante dos carros parados no sinal vermelho. Comia fogo, canivetes, tesouras. Assim, ganhava uns trocados e entregava, em casa, à sua mãe que também tinha apelido – Dona Maria de Cristim. Um dia, final de tarde, parou junto à vitrine de uma lanchonete. Foi quando suspeitaram que fosse bandido. Imóvel, avistou os doces e brigadeiros, bolos confeitados, empadas e pastéis. As glândulas salivaram. Com a fome nos olhos e a boca babando, Cristim apalpou os bolsos rasos da bermuda. Ouviu o tilintar das moedas que arrecadara comendo tesouras no último semáforo. Retirou as moedas do bolso e pensou: “Eu quero comer brigadeiro”. Mas não houve tempo. Um jato de sangue jorrou-lhe das entranhas e as moedas tilintaram no chão. Rolaram ladeira abaixo, alegres. Para Cristim, já não valiam nada. Seu corpo deu entrada no IML, sem sinais especiais que o identificassem, sem dono. Serviu de exemplo nos noticiários de televisão. O rosto morto foi capa de revista policial. Tarjas pretas cobriram-lhe os olhos desbotados, enver gonhados. Cristo Redentor era menor de idade, um menino ainda, mas pensaram que fosse bandido. Em casa, sua mãe esperou a noite inteira. Volta para casa, Cristim, pensava. E chorava feito uma pietá. Dona Maria não sabia que, rígido e frio, Cristo jazia numa gaveta de frigorífico, sem túnica.

A palavra "brasilites" utilizada no trecho "equilibrando-se com agilidade. Brincava de ser cristo redentor , braços esticados, mãos estendidas sobre um corcovado de brasilites e isopores rasgados" refere-se a:

Questão 21 de 35 Q21 da prova

O proprietário de uma padaria investiu R$ 3.600,00 na compra de uma máquina para usar na fabricação de bolos. Com esse novo equipamento, ele irá produzir e vender 30 bolos diariamente, com um lucro de R$ 8,00 por unidade. Sendo assim, com a venda dos bolos, em quantos dias, no mínimo, ele terá obtido, , o totalmente lucro igual ao valor gasto com a máquina?

Questão 22 de 35 Q22 da prova

Com o objetivo de participar de uma prova de atletismo nos jogos escolares, Diego iniciou um treino para melhorar o seu tempo de corrida em um percurso de 1 km. No primeiro dia de treino, ele completou o percurso em 8min 20s, e no último dia de treino, alcançou a marca em 5min 40s. É CORRET O afirmar que, em termos percentuais, o tempo de corrida de Diego durante o período de treinamento diminuiu em:

Questão 23 de 35 Q23 da prova

Uma lagoa possui um formato circular com área de 1240 , e ao seu redor foi 2m construída uma pista de caminhada, conforme figura . Se representada na abaixo uma pessoa der 5 voltas completas na pista, quantos metros, no mínimo, ela terá percorrido? (use p= 3,1)

Questão 24 de 35 Q24 da prova

A prefeitura de uma cidade verificou que apenas 22% das 150 ruas estão pavimentadas. Com o objetivo de aumentar essa porcentagem para 40%, quantas ruas devem ser pavimentadas pela prefeitura?

Questão 25 de 35 Q26 da prova

Amanda e Bruno leram o mesmo livro, em tempos diferentes. mas concluíram-no Amanda dedicou-se à leitura de 20 páginas diariamente, enquanto Bruno limitou , - se a 15 páginas por dia. Sabendo que Bruno levou 4 dias a mais do que Amanda para finalizar a leitura, quantas páginas o livro possui?

Questão 26 de 35 Q31 da prova

Observe o mapa abaixo com a divisão regional do estado da Paraíba: Conforme o mapa acima, o estado da Paraíba está dividido em quatro (04) mesorregiões. Analisando as características destas regiões, é CORRET O afirmar que:

Questão 27 de 35 Q32 da prova

Observe os trechos da música “ de Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira: Paraíba”, Analisando o trecho da música acima e alguns aspectos da realidade atual desse estado, é CORRET O afirmar:

Questão 28 de 35 Q33 da prova

O Artigo 1º da Constituição da República Federativa Brasileira de 1988 define o Brasil como um Estado Democrático de Direito. Assim, considerando os aspectos políticos atuais, da República e da Democracia, é CORRET O afirmar que o Brasil:

Questão 29 de 35 Q34 da prova

O Censo demográfico realizado pelo IBGE, além realizar a contagem populacional, também identifica várias outras informações importantes sobre a situação e o comportamento da população brasileira. Sendo assim, assinale a alternativa que indica, CORRET AMENTE, uma destas situações atuais a respeito da população brasileira.

Questão 30 de 35 Q35 da prova

Observe a figura abaixo e leia o texto sobre a agricultura familiar . A agricultura familiar , é um tipo de produção que utiliza a mão de obra de sua própria família nas atividades agropastoris, é realizada em pequenas propriedades. Este tipo de agricultura desempenha importante papel socioeconômico para a sociedade brasileira, em geração de empregos e na produção de alimentos. Assinale a alternativa que indica, CORRET AMENTE, a modalidade de agricultura que também é conhecida como a agricultura familiar.

Questão 31 de 35 Q36 da prova

Leia o trecho a seguir sobre a violência e a insegurança no Brasil: “A violência no Brasil é um problema estrutural de nossa sociedade que gera pânico na população, perdas financeiras para o país e que reduz a qualidade de vida do povo brasileiro" Analisando o problema da violência no Brasil, suas causas e suas consequências, é CORRET O afirmar que:

Questão 32 de 35 Q37 da prova

Observe a charge sobre o aquecimento global: O aquecimento global refere-se ao aumento das temperaturas em toda a Terra, ao longo das últimas décadas. Uma das causas é a emissão de gases de efeito estufa, em função do elevado consumo de combustíveis fósseis. Sendo assim é necessário modificar a matriz energética global, para o consumo de energias limpas, que não contribuam para a problemática do aquecimento global. Pensando em uma solução para o aquecimento global, assinale a alternativa que apresenta duas fontes de energias classificadas como limpas e renováveis, e que não liberam gases de estufa.

Questão 33 de 35 Q38 da prova

Leia e analise as proposições abaixo sobre o acesso à internet e a utilização das tecnologias da comunicação e da informação: I- A Internet transformou muito a forma como nos comunicamos. Qualquer pessoa com acesso à rede e com um celular , pode compartilhar suas opiniões, ideias e informações. II- No Brasil, atualmente, o acesso à internet é universal. Todas as pessoas em todos os lugares, utilizam equipamentos para acessar sites diversos e interagir em redes sociais. III- As distâncias físicas entre cidades e países, representam um obstáculo para as comunicações e trocas de informações pela internet. A internet não venceu a distância entre os lugares. IV- Com a internet e através das redes sociais, várias pessoas, em diferentes lugares, podem se comunicar simultaneamente e instantaneamente, fazendo uso de diferentes plataformas. É CORRET O o que se afirma apenas em:

Questão 34 de 35 Q39 da prova

Observe a abaixo, sobre alguns dos problemas urbanos. O lixo urbano é um dos problemas ambientais das cidades brasileiras. O aumento do consumo, por parte da população, tem gerado uma quantidade cada vez maior , de lixo, sobretudo os chamados resíduos secos: papel, plásticos, vidros e metais. Assinale a alternativa que apresenta, CORRET AMENTE, uma prática ou alternativa ecológica adequada para minimizar os impactos ambientais, decorrentes da geração dos resíduos secos (papel, vidro, plásticos e metais).

Questão 35 de 35 Q40 da prova

De acordo com o Artigo 196º da Constituição Federal Brasileira: “Saúde é direito de todos e dever do Estado, garantido mediante políticas sociais e econômicas que visem à redução do risco de doenças e de outros agravos, e ao acesso universal e igualitário às ações e serviços para sua promoção, proteção e recuperação.” Analisando o que diz a Constituição sobre o direito à saúde e sua importância para a sociedade, leia as proposições abaixo: I- Saúde é um direito fundamental e uma condição indispensável para o desenvolvimento humano e a qualidade de vida. II- Saúde é também resultado de fatores econômicos e sociais, mas não tem relação com fatores políticos e culturais. III- O Estado não deve ser responsável pela saúde de toda a população e deve assegurar apenas o atendimento curativo. IV- No Brasil a desigualdade social e as precárias condições habitacionais, tem um papel importante na saúde e na qualidade de vida. É CORRET O o que se afirma apenas em:

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