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Prova Motorista - Pref. Barão/RS
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Questão 1 de 40 Q1 da prova
Leia o texto abaixo e responda as questões 1 a 10.

Dor não tem idade

Nem manha nem frescura. Dores nos ossos, nos músculos e nas juntas podem surgir em qualquer fase da vida, inclusive na infância e na adolescência. Segundo um estudo com mais de 2,6 mil jovens brasileiros, 27% sentem desconfortos musculoesqueléticos incapacitantes e sem causa de terminada. “São queixas que os impedem de ir à escola, praticar atividade física ou aproveitar momentos de lazer”, expõe Tiê Yamato, fisioterapeuta e líder do estudo. As regiões do corpo mais afetadas são as costas, as pernas e o pescoço. Ao investigar também a __________ dos pais sobre esses inconvenientes, descobriu-se que um em cada seis responsáveis subestima a dor de seus filhos. “Isso atrasa o tratamento e compromete a qualidade de vida do jovem”, adverte. A ideia de que os pequenos sentem dor por estarem espixando data do século 19, mas não tem base científica. Isso mesmo: não há evidências de que o crescimento em si desperte desconfortos. Não à toa, especialistas orientam que o uso do termo “dor do crescimento” seja abandonado e que as queixas relatadas no início da vida sejam devidamente investigadas. E como lidar com dores de crianças e adolescentes? Não há um protocolo-padrão. Cada caso deve ser investigado e cuidado individualmente. Às vezes o problema desaparece sozinho. Abalos psicológicos estão _____________ ao desenvolvimento e à piora das dores. Via de regra, as dores musculoesqueléticas são idiopáticas, ou seja, não têm uma causa definida. Queixas na juventude aumentam o risco de dores crônicas na vida adulta. Por isso, investigar os incômodos desde a infância pode ajudar também a tratar e lidar com condições futuras, levando em consideração o histórico do paciente. É necessário levar as queixas a sério e procurar formas de manter o bem-estar dos pequenos. Larissa Beani – Veja Saúde. Adaptado.

Assinalar a alternativa que preenche as lacunas abaixo CORRETAMENTE:

Questão 2 de 40 Q2 da prova
Leia o texto abaixo e responda as questões 1 a 10.

Dor não tem idade

Nem manha nem frescura. Dores nos ossos, nos músculos e nas juntas podem surgir em qualquer fase da vida, inclusive na infância e na adolescência. Segundo um estudo com mais de 2,6 mil jovens brasileiros, 27% sentem desconfortos musculoesqueléticos incapacitantes e sem causa de terminada. “São queixas que os impedem de ir à escola, praticar atividade física ou aproveitar momentos de lazer”, expõe Tiê Yamato, fisioterapeuta e líder do estudo. As regiões do corpo mais afetadas são as costas, as pernas e o pescoço. Ao investigar também a __________ dos pais sobre esses inconvenientes, descobriu-se que um em cada seis responsáveis subestima a dor de seus filhos. “Isso atrasa o tratamento e compromete a qualidade de vida do jovem”, adverte. A ideia de que os pequenos sentem dor por estarem espixando data do século 19, mas não tem base científica. Isso mesmo: não há evidências de que o crescimento em si desperte desconfortos. Não à toa, especialistas orientam que o uso do termo “dor do crescimento” seja abandonado e que as queixas relatadas no início da vida sejam devidamente investigadas. E como lidar com dores de crianças e adolescentes? Não há um protocolo-padrão. Cada caso deve ser investigado e cuidado individualmente. Às vezes o problema desaparece sozinho. Abalos psicológicos estão _____________ ao desenvolvimento e à piora das dores. Via de regra, as dores musculoesqueléticas são idiopáticas, ou seja, não têm uma causa definida. Queixas na juventude aumentam o risco de dores crônicas na vida adulta. Por isso, investigar os incômodos desde a infância pode ajudar também a tratar e lidar com condições futuras, levando em consideração o histórico do paciente. É necessário levar as queixas a sério e procurar formas de manter o bem-estar dos pequenos. Larissa Beani – Veja Saúde. Adaptado.

Com base nas ideias do texto, assinalar a alternativa INCORRETA.

Questão 3 de 40 Q3 da prova
Leia o texto abaixo e responda as questões 1 a 10.

Dor não tem idade

Nem manha nem frescura. Dores nos ossos, nos músculos e nas juntas podem surgir em qualquer fase da vida, inclusive na infância e na adolescência. Segundo um estudo com mais de 2,6 mil jovens brasileiros, 27% sentem desconfortos musculoesqueléticos incapacitantes e sem causa de terminada. “São queixas que os impedem de ir à escola, praticar atividade física ou aproveitar momentos de lazer”, expõe Tiê Yamato, fisioterapeuta e líder do estudo. As regiões do corpo mais afetadas são as costas, as pernas e o pescoço. Ao investigar também a __________ dos pais sobre esses inconvenientes, descobriu-se que um em cada seis responsáveis subestima a dor de seus filhos. “Isso atrasa o tratamento e compromete a qualidade de vida do jovem”, adverte. A ideia de que os pequenos sentem dor por estarem espixando data do século 19, mas não tem base científica. Isso mesmo: não há evidências de que o crescimento em si desperte desconfortos. Não à toa, especialistas orientam que o uso do termo “dor do crescimento” seja abandonado e que as queixas relatadas no início da vida sejam devidamente investigadas. E como lidar com dores de crianças e adolescentes? Não há um protocolo-padrão. Cada caso deve ser investigado e cuidado individualmente. Às vezes o problema desaparece sozinho. Abalos psicológicos estão _____________ ao desenvolvimento e à piora das dores. Via de regra, as dores musculoesqueléticas são idiopáticas, ou seja, não têm uma causa definida. Queixas na juventude aumentam o risco de dores crônicas na vida adulta. Por isso, investigar os incômodos desde a infância pode ajudar também a tratar e lidar com condições futuras, levando em consideração o histórico do paciente. É necessário levar as queixas a sério e procurar formas de manter o bem-estar dos pequenos. Larissa Beani – Veja Saúde. Adaptado.

As aspas presentes no final do primeiro parágrafo foram utilizadas para:

Questão 4 de 40 Q4 da prova
Leia o texto abaixo e responda as questões 1 a 10.

Dor não tem idade

Nem manha nem frescura. Dores nos ossos, nos músculos e nas juntas podem surgir em qualquer fase da vida, inclusive na infância e na adolescência. Segundo um estudo com mais de 2,6 mil jovens brasileiros, 27% sentem desconfortos musculoesqueléticos incapacitantes e sem causa de terminada. “São queixas que os impedem de ir à escola, praticar atividade física ou aproveitar momentos de lazer”, expõe Tiê Yamato, fisioterapeuta e líder do estudo. As regiões do corpo mais afetadas são as costas, as pernas e o pescoço. Ao investigar também a __________ dos pais sobre esses inconvenientes, descobriu-se que um em cada seis responsáveis subestima a dor de seus filhos. “Isso atrasa o tratamento e compromete a qualidade de vida do jovem”, adverte. A ideia de que os pequenos sentem dor por estarem espixando data do século 19, mas não tem base científica. Isso mesmo: não há evidências de que o crescimento em si desperte desconfortos. Não à toa, especialistas orientam que o uso do termo “dor do crescimento” seja abandonado e que as queixas relatadas no início da vida sejam devidamente investigadas. E como lidar com dores de crianças e adolescentes? Não há um protocolo-padrão. Cada caso deve ser investigado e cuidado individualmente. Às vezes o problema desaparece sozinho. Abalos psicológicos estão _____________ ao desenvolvimento e à piora das dores. Via de regra, as dores musculoesqueléticas são idiopáticas, ou seja, não têm uma causa definida. Queixas na juventude aumentam o risco de dores crônicas na vida adulta. Por isso, investigar os incômodos desde a infância pode ajudar também a tratar e lidar com condições futuras, levando em consideração o histórico do paciente. É necessário levar as queixas a sério e procurar formas de manter o bem-estar dos pequenos. Larissa Beani – Veja Saúde. Adaptado.

De acordo com o exposto no texto, avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a sequência correspondente.

Questão 5 de 40 Q5 da prova
Leia o texto abaixo e responda as questões 1 a 10.

Dor não tem idade

Nem manha nem frescura. Dores nos ossos, nos músculos e nas juntas podem surgir em qualquer fase da vida, inclusive na infância e na adolescência. Segundo um estudo com mais de 2,6 mil jovens brasileiros, 27% sentem desconfortos musculoesqueléticos incapacitantes e sem causa de terminada. “São queixas que os impedem de ir à escola, praticar atividade física ou aproveitar momentos de lazer”, expõe Tiê Yamato, fisioterapeuta e líder do estudo. As regiões do corpo mais afetadas são as costas, as pernas e o pescoço. Ao investigar também a __________ dos pais sobre esses inconvenientes, descobriu-se que um em cada seis responsáveis subestima a dor de seus filhos. “Isso atrasa o tratamento e compromete a qualidade de vida do jovem”, adverte. A ideia de que os pequenos sentem dor por estarem espixando data do século 19, mas não tem base científica. Isso mesmo: não há evidências de que o crescimento em si desperte desconfortos. Não à toa, especialistas orientam que o uso do termo “dor do crescimento” seja abandonado e que as queixas relatadas no início da vida sejam devidamente investigadas. E como lidar com dores de crianças e adolescentes? Não há um protocolo-padrão. Cada caso deve ser investigado e cuidado individualmente. Às vezes o problema desaparece sozinho. Abalos psicológicos estão _____________ ao desenvolvimento e à piora das dores. Via de regra, as dores musculoesqueléticas são idiopáticas, ou seja, não têm uma causa definida. Queixas na juventude aumentam o risco de dores crônicas na vida adulta. Por isso, investigar os incômodos desde a infância pode ajudar também a tratar e lidar com condições futuras, levando em consideração o histórico do paciente. É necessário levar as queixas a sério e procurar formas de manter o bem-estar dos pequenos. Larissa Beani – Veja Saúde. Adaptado.

Na frase “Queixas na juventude aumentam o risco de dores crônicas na vida adulta.”, o adjetivo sublinhado quer dizer que as dores podem ser:

Questão 6 de 40 Q6 da prova
Leia o texto abaixo e responda as questões 1 a 10.

Dor não tem idade

Nem manha nem frescura. Dores nos ossos, nos músculos e nas juntas podem surgir em qualquer fase da vida, inclusive na infância e na adolescência. Segundo um estudo com mais de 2,6 mil jovens brasileiros, 27% sentem desconfortos musculoesqueléticos incapacitantes e sem causa de terminada. “São queixas que os impedem de ir à escola, praticar atividade física ou aproveitar momentos de lazer”, expõe Tiê Yamato, fisioterapeuta e líder do estudo. As regiões do corpo mais afetadas são as costas, as pernas e o pescoço. Ao investigar também a __________ dos pais sobre esses inconvenientes, descobriu-se que um em cada seis responsáveis subestima a dor de seus filhos. “Isso atrasa o tratamento e compromete a qualidade de vida do jovem”, adverte. A ideia de que os pequenos sentem dor por estarem espixando data do século 19, mas não tem base científica. Isso mesmo: não há evidências de que o crescimento em si desperte desconfortos. Não à toa, especialistas orientam que o uso do termo “dor do crescimento” seja abandonado e que as queixas relatadas no início da vida sejam devidamente investigadas. E como lidar com dores de crianças e adolescentes? Não há um protocolo-padrão. Cada caso deve ser investigado e cuidado individualmente. Às vezes o problema desaparece sozinho. Abalos psicológicos estão _____________ ao desenvolvimento e à piora das dores. Via de regra, as dores musculoesqueléticas são idiopáticas, ou seja, não têm uma causa definida. Queixas na juventude aumentam o risco de dores crônicas na vida adulta. Por isso, investigar os incômodos desde a infância pode ajudar também a tratar e lidar com condições futuras, levando em consideração o histórico do paciente. É necessário levar as queixas a sério e procurar formas de manter o bem-estar dos pequenos. Larissa Beani – Veja Saúde. Adaptado.

A palavra “espixando”, sublinhada no segundo parágrafo do texto, está escrita:

Questão 7 de 40 Q7 da prova
Leia o texto abaixo e responda as questões 1 a 10.

Dor não tem idade

Nem manha nem frescura. Dores nos ossos, nos músculos e nas juntas podem surgir em qualquer fase da vida, inclusive na infância e na adolescência. Segundo um estudo com mais de 2,6 mil jovens brasileiros, 27% sentem desconfortos musculoesqueléticos incapacitantes e sem causa de terminada. “São queixas que os impedem de ir à escola, praticar atividade física ou aproveitar momentos de lazer”, expõe Tiê Yamato, fisioterapeuta e líder do estudo. As regiões do corpo mais afetadas são as costas, as pernas e o pescoço. Ao investigar também a __________ dos pais sobre esses inconvenientes, descobriu-se que um em cada seis responsáveis subestima a dor de seus filhos. “Isso atrasa o tratamento e compromete a qualidade de vida do jovem”, adverte. A ideia de que os pequenos sentem dor por estarem espixando data do século 19, mas não tem base científica. Isso mesmo: não há evidências de que o crescimento em si desperte desconfortos. Não à toa, especialistas orientam que o uso do termo “dor do crescimento” seja abandonado e que as queixas relatadas no início da vida sejam devidamente investigadas. E como lidar com dores de crianças e adolescentes? Não há um protocolo-padrão. Cada caso deve ser investigado e cuidado individualmente. Às vezes o problema desaparece sozinho. Abalos psicológicos estão _____________ ao desenvolvimento e à piora das dores. Via de regra, as dores musculoesqueléticas são idiopáticas, ou seja, não têm uma causa definida. Queixas na juventude aumentam o risco de dores crônicas na vida adulta. Por isso, investigar os incômodos desde a infância pode ajudar também a tratar e lidar com condições futuras, levando em consideração o histórico do paciente. É necessário levar as queixas a sério e procurar formas de manter o bem-estar dos pequenos. Larissa Beani – Veja Saúde. Adaptado.

Sobre o plural, com base nas regras gramaticais do português, avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a sequência correspondente.

Questão 8 de 40 Q8 da prova
Leia o texto abaixo e responda as questões 1 a 10.

Dor não tem idade

Nem manha nem frescura. Dores nos ossos, nos músculos e nas juntas podem surgir em qualquer fase da vida, inclusive na infância e na adolescência. Segundo um estudo com mais de 2,6 mil jovens brasileiros, 27% sentem desconfortos musculoesqueléticos incapacitantes e sem causa de terminada. “São queixas que os impedem de ir à escola, praticar atividade física ou aproveitar momentos de lazer”, expõe Tiê Yamato, fisioterapeuta e líder do estudo. As regiões do corpo mais afetadas são as costas, as pernas e o pescoço. Ao investigar também a __________ dos pais sobre esses inconvenientes, descobriu-se que um em cada seis responsáveis subestima a dor de seus filhos. “Isso atrasa o tratamento e compromete a qualidade de vida do jovem”, adverte. A ideia de que os pequenos sentem dor por estarem espixando data do século 19, mas não tem base científica. Isso mesmo: não há evidências de que o crescimento em si desperte desconfortos. Não à toa, especialistas orientam que o uso do termo “dor do crescimento” seja abandonado e que as queixas relatadas no início da vida sejam devidamente investigadas. E como lidar com dores de crianças e adolescentes? Não há um protocolo-padrão. Cada caso deve ser investigado e cuidado individualmente. Às vezes o problema desaparece sozinho. Abalos psicológicos estão _____________ ao desenvolvimento e à piora das dores. Via de regra, as dores musculoesqueléticas são idiopáticas, ou seja, não têm uma causa definida. Queixas na juventude aumentam o risco de dores crônicas na vida adulta. Por isso, investigar os incômodos desde a infância pode ajudar também a tratar e lidar com condições futuras, levando em consideração o histórico do paciente. É necessário levar as queixas a sério e procurar formas de manter o bem-estar dos pequenos. Larissa Beani – Veja Saúde. Adaptado.

Assinalar a alternativa em que o uso do porquê está INCORRETO.

Questão 9 de 40 Q9 da prova
Leia o texto abaixo e responda as questões 1 a 10.

Dor não tem idade

Nem manha nem frescura. Dores nos ossos, nos músculos e nas juntas podem surgir em qualquer fase da vida, inclusive na infância e na adolescência. Segundo um estudo com mais de 2,6 mil jovens brasileiros, 27% sentem desconfortos musculoesqueléticos incapacitantes e sem causa de terminada. “São queixas que os impedem de ir à escola, praticar atividade física ou aproveitar momentos de lazer”, expõe Tiê Yamato, fisioterapeuta e líder do estudo. As regiões do corpo mais afetadas são as costas, as pernas e o pescoço. Ao investigar também a __________ dos pais sobre esses inconvenientes, descobriu-se que um em cada seis responsáveis subestima a dor de seus filhos. “Isso atrasa o tratamento e compromete a qualidade de vida do jovem”, adverte. A ideia de que os pequenos sentem dor por estarem espixando data do século 19, mas não tem base científica. Isso mesmo: não há evidências de que o crescimento em si desperte desconfortos. Não à toa, especialistas orientam que o uso do termo “dor do crescimento” seja abandonado e que as queixas relatadas no início da vida sejam devidamente investigadas. E como lidar com dores de crianças e adolescentes? Não há um protocolo-padrão. Cada caso deve ser investigado e cuidado individualmente. Às vezes o problema desaparece sozinho. Abalos psicológicos estão _____________ ao desenvolvimento e à piora das dores. Via de regra, as dores musculoesqueléticas são idiopáticas, ou seja, não têm uma causa definida. Queixas na juventude aumentam o risco de dores crônicas na vida adulta. Por isso, investigar os incômodos desde a infância pode ajudar também a tratar e lidar com condições futuras, levando em consideração o histórico do paciente. É necessário levar as queixas a sério e procurar formas de manter o bem-estar dos pequenos. Larissa Beani – Veja Saúde. Adaptado.

Assinalar a alternativa que apresenta tritongo.

Questão 10 de 40 Q10 da prova
Leia o texto abaixo e responda as questões 1 a 10.

Dor não tem idade

Nem manha nem frescura. Dores nos ossos, nos músculos e nas juntas podem surgir em qualquer fase da vida, inclusive na infância e na adolescência. Segundo um estudo com mais de 2,6 mil jovens brasileiros, 27% sentem desconfortos musculoesqueléticos incapacitantes e sem causa de terminada. “São queixas que os impedem de ir à escola, praticar atividade física ou aproveitar momentos de lazer”, expõe Tiê Yamato, fisioterapeuta e líder do estudo. As regiões do corpo mais afetadas são as costas, as pernas e o pescoço. Ao investigar também a __________ dos pais sobre esses inconvenientes, descobriu-se que um em cada seis responsáveis subestima a dor de seus filhos. “Isso atrasa o tratamento e compromete a qualidade de vida do jovem”, adverte. A ideia de que os pequenos sentem dor por estarem espixando data do século 19, mas não tem base científica. Isso mesmo: não há evidências de que o crescimento em si desperte desconfortos. Não à toa, especialistas orientam que o uso do termo “dor do crescimento” seja abandonado e que as queixas relatadas no início da vida sejam devidamente investigadas. E como lidar com dores de crianças e adolescentes? Não há um protocolo-padrão. Cada caso deve ser investigado e cuidado individualmente. Às vezes o problema desaparece sozinho. Abalos psicológicos estão _____________ ao desenvolvimento e à piora das dores. Via de regra, as dores musculoesqueléticas são idiopáticas, ou seja, não têm uma causa definida. Queixas na juventude aumentam o risco de dores crônicas na vida adulta. Por isso, investigar os incômodos desde a infância pode ajudar também a tratar e lidar com condições futuras, levando em consideração o histórico do paciente. É necessário levar as queixas a sério e procurar formas de manter o bem-estar dos pequenos. Larissa Beani – Veja Saúde. Adaptado.

Qual das palavras a seguir está de acordo com a norma-padrão da língua portuguesa?

Questão 11 de 40 Q11 da prova

Uma fábrica de mochilas vende cada unidade por 85 reais. Após uma avaliação financeira para determinar os custos e os lucros, verificou-se que o custo total de produção das mochilas é dado por 1.000 + 30x. Considerando essas informações, assinalar a alternativa que contém a expressão que representa o lucro.

Questão 12 de 40 Q12 da prova

Sabendo-se que a sequência abaixo foi obtida de acordo com determinado padrão, assinalar a alternativa que apresenta o próximo termo da sequência.
1, 4, 12, 15, 45, 48, 144, 147...

Questão 13 de 40 Q13 da prova

Certo quadrado tem uma área de 144cm². Sabendo-se disso, qual é o valor de seu perímetro?

Questão 14 de 40 Q14 da prova

Assinalar a alternativa que apresenta o resultado da expressão numérica abaixo.

Questão 15 de 40 Q15 da prova

Pedro é dono de uma loja de carros e um de seus funcionários fez a venda de um modelo por R$ 18.000,00. Sabendo-se que a comissão do vendedor é de 9%, qual foi o valor da comissão?

Questão 16 de 40 Q16 da prova

Em uma mina de carvão, 4 caminhoneiros conseguem fazer o transporte de 200 toneladas desse minério em 5 dias, trabalhando 8 horas diárias. Com o aumento crescente da demanda, foram contratados mais 2 caminhoneiros. Com base nessa nova configuração, quantos dias serão necessários para mover 360 toneladas de carvão, trabalhando 12 horas diárias?

Questão 17 de 40 Q17 da prova

Dois amigos estão participando de um jogo em que há uma urna posicionada na frente de cada um. Cada urna contém as mesmas bolas, sendo elas 5 bolas de cores distintas (azul, vermelho, amarelo, verde e roxo). Se ambos os amigos tirarem aleatoriamente uma bola de suas respectivas urnas, qual é a probabilidade de ambas as bolas serem azuis?

Questão 18 de 40 Q18 da prova

Henrique encomendou duas pizzas e um refrigerante. No pagamento, ele entregou 8 cédulas de R$ 20,00 e recebeu R$ 12,65 de troco. Qual foi o valor total do pedido de Henrique?

Questão 19 de 40 Q19 da prova

Qual o quadrado da soma dos elementos que compõem o número 3.724?

Questão 20 de 40 Q20 da prova

João comprou um anel de ouro para sua esposa. Ao ser questionado sobre o peso do anel, João disse que não se lembrava, mas que pagou R$ 1.872,00 por ele. Sabendo-se que cada grama custa R$ 360,00, assinalar a alternativa que corresponde ao peso do anel.

Questão 21 de 40 Q21 da prova

Baseando-se na Constituição Federal, a lei regulará a individualização da pena e poderá adotar a seguinte pena:

Questão 22 de 40 Q22 da prova

De acordo com a Lei nº 1.182/2006 − Regime Jurídico dos Servidores Públicos do Município, NÃO é considerado requisito básico para investidura no serviço público municipal:

Questão 23 de 40 Q23 da prova

Segundo a Lei nº 1.182/2006 − Regime Jurídico dos Servidores Públicos do Município, o servidor nomeado para cargo de provimento efetivo em virtude de concurso público adquire a estabilidade após:

Questão 24 de 40 Q24 da prova

No que se refere à destinação de resíduos, relacionar as colunas e assinalar a sequência correspondente.
(1) Compostagem.
(2) Incineração.
(3) Aterro sanitário.
( ) Espaço projetado para receber resíduos com controle de chorume e gases, minimizando impactos ambientais.
( ) Processamento de resíduos orgânicos que os transforma em adubo para uso agrícola.
( ) Queima de resíduos, usada principalmente para resíduos hospitalares e perigosos, gerando energia em alguns casos.

Questão 25 de 40 Q25 da prova

Considerando-se as medidas que contribuem para prevenir a ocorrência de acidentes de trabalho, analisar os itens.
I. Responsabilizar apenas os funcionários pela investigação de acidentes de trabalho, para que treinem para o futuro.
II. Fornecer equipamentos de proteção individual (EPIs) adequados para cada atividade.
III. Dar treinamentos e fazer a fiscalização da utilização correta de EPIs.
IV. Promover a conscientização sobre a importância da segurança do trabalho, criando-se uma cultura de prevenção de acidentes.
Está CORRETO o que se afirma:

Questão 26 de 40 Q26 da prova

A comunicação é a ponte entre a população e o ente público, e é por meio dela que necessidades, expectativas e dúvidas são compreendidas e atendidas. O atendimento ao público deve:

Questão 27 de 40 Q27 da prova

Considerando a temática direção defensiva, são exemplos de comportamento seguro no trânsito:
I. Respeitar as leis de trânsito.
II. Usar cinto de segurança.
III. Realizar ultrapassagens perigosas.
IV. Manter distância segura de outros veículos.
Está CORRETO o que se afirma:

Questão 28 de 40 Q28 da prova

Sobre o ferro de solda elétrico, analisar os itens.
I. É uma ferramenta portátil de soldagem para fundir ou prender duas peças de metal.
II. É usado para soldar peças ou fios elétricos e eletrônicos.
III. Funciona, basicamente, por meio de um rápido aquecimento e da manutenção da temperatura pelo aparelho.
Está CORRETO o que se afirma:

Questão 29 de 40 Q29 da prova

A sinalização de advertência tem por finalidade alertar aos usuários as condições potencialmente perigosas existentes na via ou perto dela. A partir disso, as sinalizações representadas nas imagens abaixo alertam ao motorista, respectivamente, sobre área com:

Questão 30 de 40 Q30 da prova

A sinalização de trânsito é fundamental para evitar acidentes e garantir a segurança de todos nas ruas. Por isso, é importante saber identificar as placas de sinalização. Com base nisso, analisar as imagens. As placas acima se referem:

Questão 31 de 40 Q31 da prova

Sobre uma interseção onde há um cruzamento entre veículos sobre trilhos e veículos rodoviários sem sinalização semafórica, conforme a legislação de trânsito, assinalar a alternativa CORRETA.

Questão 32 de 40 Q32 da prova

Em caso de acidente de trânsito com vítimas, qual é a atitude correta?

Questão 33 de 40 Q33 da prova

As placas de trânsito e os semáforos são essenciais para guiar motoristas e pedestres, evitando acidentes e garantindo um fluxo de veículos mais tranquilo. Portanto, é vital saber identificar as placas de sinalização. Com base nisso, analisar as imagens. Essas sinalizações são, respectivamente, proibições de:

Questão 34 de 40 Q34 da prova

Os dispositivos auxiliares são elementos aplicados na via, ou em proximidades, de forma a tornar mais eficiente e segura a operação do trânsito, e são constituídos de materiais, formas e cores diversas. Com base nisso, assinalar a alternativa INCORRETA sob a função desses dispositivos.

Questão 35 de 40 Q35 da prova

Em relação aos objetivos básicos do Sistema Nacional de Trânsito, conforme a Lei nº 9.503/1997 – Código de Trânsito Brasileiro, avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a sequência correspondente.

Questão 36 de 40 Q36 da prova

Em relação às ultrapassagens, de acordo com a Lei nº 9.503/1997 – Código de Trânsito Brasileiro, avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a sequência correspondente.

Questão 37 de 40 Q37 da prova

De acordo com a Lei nº 9.503/1997 – Código de Trânsito Brasileiro, onde não existir sinalização regulamentadora, a velocidade máxima nas vias urbanas de trânsito rápido será de:

Questão 38 de 40 Q38 da prova

Em conformidade com o Código de Trânsito Brasileiro, os condutores de motocicletas, motonetas e ciclomotores só poderão circular nas vias nas seguintes condições, EXCETO:

Questão 39 de 40 Q39 da prova

Considerando-se a distribuição cargas, assinalar a alternativa INCORRETA.

Questão 40 de 40 Q40 da prova

Um motorista percebe que há uma mancha de óleo no chão onde o veículo automotor estava estacionado. Ao verificar o nível de óleo no motor, notou que está diminuindo rapidamente e, ocasionalmente, há uma fumaça azulada saindo do escapamento. Das alternativas seguintes, qual é a mais provável de estar acontecendo?

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