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Prova Motorista de Ônibus - Pref. Cáceres/MT
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Questão 1 de 23 Q1803752 Q1 da prova
Leia atentamente o texto e responda às questões de 01 a 05.

Geração cibernética

A filha de uma amiga tem 3 anos. Outro dia pegou o celular da mãe. Descobriu a senha (que deve ter visto ser digitada muitas vezes). E ligou para o pai. Foi uma surpresa e um susto na família. A menina lida tranquilamente com o celular, enquanto mãe e pai tentam descobrir como lidar com essa nova geração. Não é um caso único. Outro dia peguei um táxi. O motorista contou-me, orgulhoso, que seu menino de 5 anos é um ás no tablet.
– Até encontra jogos, compra com a nossa senha e se diverte. Vira aquele tablet de ponta-cabeça. Lembrei, desconfortavelmente, que o tablet nunca se inseriu bem na minha vida. Compro as revistas em papel. Tenho dificuldade para encontrar livros no mundo virtual. E me confundo com programas. Subitamente, a realidade estava lá, na minha frente. Derrotado por um garoto de 5 anos! Sinceramente, eu me achava esperto. Já descobri senhas de celulares, só para brincar, observando algum amigo teclar. Igual a uma menina de 3 anos. Que orgulho! (…)
Uso um computador como uma supermáquina de escrever. Para instalar programas mais complexos, vem um técnico. Recentemente, o filho de um amigo, de 11 anos, estava em casa. Deixei-o brincar com meu laptop. Em segundos, trocou a imagem de “papel de parede” (coisa que demoro horas para realizar). Descobriu jogos. Baixou arquivos. Apagou alguns, depois de mostrar-me que tornavam meu laptop mais lento. Impossível eu não me sentir um asno quando um moleque dá, com simplicidade, lições sobre uma máquina que me acompanha há anos. A verdade é que me sinto um asno até mesmo diante de um micro-ondas de última geração, com múltiplas funções. Giro o botão, tentando achar a função mais simples: aquecer meu prato. Sonho com os aparelhos antigos, capazes de uma única função. Bastava apertar um botão e pronto! (…) A questão é que as crianças hoje em dia já nascem sabendo. Ou quase. Qualquer uma pega um celular e aprende as funções em segundos! (…). Para essa geração que vem aí, a cibernética é simples. Fico tentando achar explicações. Terá havido uma mudança cerebral? Não digo física, embora acredite na evolução das espécies. Mas na forma de usar os neurônios? Surgiram formas de pensar e analisar o mundo diferentes, a partir da cibernética? É um novo tipo de inteligência que desponta? Ou são simplesmente alienígenas atirados à Terra, para mais tarde comandarem uma invasão extraterrestre? Seja o que for, essa ligação umbilical com celulares e computadores terá efeitos no futuro próximo. Como serão essas crianças quando adultas? Sem dúvida, mais informadas, com mais ferramentas de pesquisa e conhecimento. Quais serão, porém, seus valores, na medida em que a internet é uma terra de ninguém? (…) Estamos diante de um novo jeito de ser, viver e pensar. E como tudo o que é novo, por mais correções que sejam necessárias, também implicará um passo à frente, em termos de civilização. Não tenha dúvidas: seu filho será muito diferente de você.

O autor defende que Para essa geração que vem aí, a cibernética é simples (linhas 22). O trecho que confirma essa posição é:

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Questão 2 de 23 Q1803754 Q2 da prova
Leia atentamente o texto e responda às questões de 01 a 05.

Geração cibernética

A filha de uma amiga tem 3 anos. Outro dia pegou o celular da mãe. Descobriu a senha (que deve ter visto ser digitada muitas vezes). E ligou para o pai. Foi uma surpresa e um susto na família. A menina lida tranquilamente com o celular, enquanto mãe e pai tentam descobrir como lidar com essa nova geração. Não é um caso único. Outro dia peguei um táxi. O motorista contou-me, orgulhoso, que seu menino de 5 anos é um ás no tablet.
– Até encontra jogos, compra com a nossa senha e se diverte. Vira aquele tablet de ponta-cabeça. Lembrei, desconfortavelmente, que o tablet nunca se inseriu bem na minha vida. Compro as revistas em papel. Tenho dificuldade para encontrar livros no mundo virtual. E me confundo com programas. Subitamente, a realidade estava lá, na minha frente. Derrotado por um garoto de 5 anos! Sinceramente, eu me achava esperto. Já descobri senhas de celulares, só para brincar, observando algum amigo teclar. Igual a uma menina de 3 anos. Que orgulho! (…)
Uso um computador como uma supermáquina de escrever. Para instalar programas mais complexos, vem um técnico. Recentemente, o filho de um amigo, de 11 anos, estava em casa. Deixei-o brincar com meu laptop. Em segundos, trocou a imagem de “papel de parede” (coisa que demoro horas para realizar). Descobriu jogos. Baixou arquivos. Apagou alguns, depois de mostrar-me que tornavam meu laptop mais lento. Impossível eu não me sentir um asno quando um moleque dá, com simplicidade, lições sobre uma máquina que me acompanha há anos. A verdade é que me sinto um asno até mesmo diante de um micro-ondas de última geração, com múltiplas funções. Giro o botão, tentando achar a função mais simples: aquecer meu prato. Sonho com os aparelhos antigos, capazes de uma única função. Bastava apertar um botão e pronto! (…) A questão é que as crianças hoje em dia já nascem sabendo. Ou quase. Qualquer uma pega um celular e aprende as funções em segundos! (…). Para essa geração que vem aí, a cibernética é simples. Fico tentando achar explicações. Terá havido uma mudança cerebral? Não digo física, embora acredite na evolução das espécies. Mas na forma de usar os neurônios? Surgiram formas de pensar e analisar o mundo diferentes, a partir da cibernética? É um novo tipo de inteligência que desponta? Ou são simplesmente alienígenas atirados à Terra, para mais tarde comandarem uma invasão extraterrestre? Seja o que for, essa ligação umbilical com celulares e computadores terá efeitos no futuro próximo. Como serão essas crianças quando adultas? Sem dúvida, mais informadas, com mais ferramentas de pesquisa e conhecimento. Quais serão, porém, seus valores, na medida em que a internet é uma terra de ninguém? (…) Estamos diante de um novo jeito de ser, viver e pensar. E como tudo o que é novo, por mais correções que sejam necessárias, também implicará um passo à frente, em termos de civilização. Não tenha dúvidas: seu filho será muito diferente de você.

O autor levanta uma série de perguntas na tentativa de encontrar uma explicação para o fato de a nova geração conseguir utilizar tão bem os equipamentos eletrônicos. Qual alternativa NÃO apresenta uma das tentativas do autor para encontrar explicações?

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Questão 3 de 23 Q1803755 Q3 da prova
Leia atentamente o texto e responda às questões de 01 a 05.

Geração cibernética

A filha de uma amiga tem 3 anos. Outro dia pegou o celular da mãe. Descobriu a senha (que deve ter visto ser digitada muitas vezes). E ligou para o pai. Foi uma surpresa e um susto na família. A menina lida tranquilamente com o celular, enquanto mãe e pai tentam descobrir como lidar com essa nova geração. Não é um caso único. Outro dia peguei um táxi. O motorista contou-me, orgulhoso, que seu menino de 5 anos é um ás no tablet.
– Até encontra jogos, compra com a nossa senha e se diverte. Vira aquele tablet de ponta-cabeça. Lembrei, desconfortavelmente, que o tablet nunca se inseriu bem na minha vida. Compro as revistas em papel. Tenho dificuldade para encontrar livros no mundo virtual. E me confundo com programas. Subitamente, a realidade estava lá, na minha frente. Derrotado por um garoto de 5 anos! Sinceramente, eu me achava esperto. Já descobri senhas de celulares, só para brincar, observando algum amigo teclar. Igual a uma menina de 3 anos. Que orgulho! (…)
Uso um computador como uma supermáquina de escrever. Para instalar programas mais complexos, vem um técnico. Recentemente, o filho de um amigo, de 11 anos, estava em casa. Deixei-o brincar com meu laptop. Em segundos, trocou a imagem de “papel de parede” (coisa que demoro horas para realizar). Descobriu jogos. Baixou arquivos. Apagou alguns, depois de mostrar-me que tornavam meu laptop mais lento. Impossível eu não me sentir um asno quando um moleque dá, com simplicidade, lições sobre uma máquina que me acompanha há anos. A verdade é que me sinto um asno até mesmo diante de um micro-ondas de última geração, com múltiplas funções. Giro o botão, tentando achar a função mais simples: aquecer meu prato. Sonho com os aparelhos antigos, capazes de uma única função. Bastava apertar um botão e pronto! (…) A questão é que as crianças hoje em dia já nascem sabendo. Ou quase. Qualquer uma pega um celular e aprende as funções em segundos! (…). Para essa geração que vem aí, a cibernética é simples. Fico tentando achar explicações. Terá havido uma mudança cerebral? Não digo física, embora acredite na evolução das espécies. Mas na forma de usar os neurônios? Surgiram formas de pensar e analisar o mundo diferentes, a partir da cibernética? É um novo tipo de inteligência que desponta? Ou são simplesmente alienígenas atirados à Terra, para mais tarde comandarem uma invasão extraterrestre? Seja o que for, essa ligação umbilical com celulares e computadores terá efeitos no futuro próximo. Como serão essas crianças quando adultas? Sem dúvida, mais informadas, com mais ferramentas de pesquisa e conhecimento. Quais serão, porém, seus valores, na medida em que a internet é uma terra de ninguém? (…) Estamos diante de um novo jeito de ser, viver e pensar. E como tudo o que é novo, por mais correções que sejam necessárias, também implicará um passo à frente, em termos de civilização. Não tenha dúvidas: seu filho será muito diferente de você.

A expressão ser um ás utilizada, com a devida flexão verbal, em: seu menino de 5 anos é um ás no tablet (linhas 4 e 5) apresenta o sentido, nesse contexto, de

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Questão 4 de 23 Q1803757 Q4 da prova
Leia atentamente o texto e responda às questões de 01 a 05.

Geração cibernética

A filha de uma amiga tem 3 anos. Outro dia pegou o celular da mãe. Descobriu a senha (que deve ter visto ser digitada muitas vezes). E ligou para o pai. Foi uma surpresa e um susto na família. A menina lida tranquilamente com o celular, enquanto mãe e pai tentam descobrir como lidar com essa nova geração. Não é um caso único. Outro dia peguei um táxi. O motorista contou-me, orgulhoso, que seu menino de 5 anos é um ás no tablet.
– Até encontra jogos, compra com a nossa senha e se diverte. Vira aquele tablet de ponta-cabeça. Lembrei, desconfortavelmente, que o tablet nunca se inseriu bem na minha vida. Compro as revistas em papel. Tenho dificuldade para encontrar livros no mundo virtual. E me confundo com programas. Subitamente, a realidade estava lá, na minha frente. Derrotado por um garoto de 5 anos! Sinceramente, eu me achava esperto. Já descobri senhas de celulares, só para brincar, observando algum amigo teclar. Igual a uma menina de 3 anos. Que orgulho! (…)
Uso um computador como uma supermáquina de escrever. Para instalar programas mais complexos, vem um técnico. Recentemente, o filho de um amigo, de 11 anos, estava em casa. Deixei-o brincar com meu laptop. Em segundos, trocou a imagem de “papel de parede” (coisa que demoro horas para realizar). Descobriu jogos. Baixou arquivos. Apagou alguns, depois de mostrar-me que tornavam meu laptop mais lento. Impossível eu não me sentir um asno quando um moleque dá, com simplicidade, lições sobre uma máquina que me acompanha há anos. A verdade é que me sinto um asno até mesmo diante de um micro-ondas de última geração, com múltiplas funções. Giro o botão, tentando achar a função mais simples: aquecer meu prato. Sonho com os aparelhos antigos, capazes de uma única função. Bastava apertar um botão e pronto! (…) A questão é que as crianças hoje em dia já nascem sabendo. Ou quase. Qualquer uma pega um celular e aprende as funções em segundos! (…). Para essa geração que vem aí, a cibernética é simples. Fico tentando achar explicações. Terá havido uma mudança cerebral? Não digo física, embora acredite na evolução das espécies. Mas na forma de usar os neurônios? Surgiram formas de pensar e analisar o mundo diferentes, a partir da cibernética? É um novo tipo de inteligência que desponta? Ou são simplesmente alienígenas atirados à Terra, para mais tarde comandarem uma invasão extraterrestre? Seja o que for, essa ligação umbilical com celulares e computadores terá efeitos no futuro próximo. Como serão essas crianças quando adultas? Sem dúvida, mais informadas, com mais ferramentas de pesquisa e conhecimento. Quais serão, porém, seus valores, na medida em que a internet é uma terra de ninguém? (…) Estamos diante de um novo jeito de ser, viver e pensar. E como tudo o que é novo, por mais correções que sejam necessárias, também implicará um passo à frente, em termos de civilização. Não tenha dúvidas: seu filho será muito diferente de você.

No trecho: Subitamente, a realidade estava lá, na minha frente (linha 9), a palavra subitamente pode ser substituída adequadamente por

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Questão 5 de 23 Q1803759 Q5 da prova
Leia atentamente o texto e responda às questões de 01 a 05.

Geração cibernética

A filha de uma amiga tem 3 anos. Outro dia pegou o celular da mãe. Descobriu a senha (que deve ter visto ser digitada muitas vezes). E ligou para o pai. Foi uma surpresa e um susto na família. A menina lida tranquilamente com o celular, enquanto mãe e pai tentam descobrir como lidar com essa nova geração. Não é um caso único. Outro dia peguei um táxi. O motorista contou-me, orgulhoso, que seu menino de 5 anos é um ás no tablet.
– Até encontra jogos, compra com a nossa senha e se diverte. Vira aquele tablet de ponta-cabeça. Lembrei, desconfortavelmente, que o tablet nunca se inseriu bem na minha vida. Compro as revistas em papel. Tenho dificuldade para encontrar livros no mundo virtual. E me confundo com programas. Subitamente, a realidade estava lá, na minha frente. Derrotado por um garoto de 5 anos! Sinceramente, eu me achava esperto. Já descobri senhas de celulares, só para brincar, observando algum amigo teclar. Igual a uma menina de 3 anos. Que orgulho! (…)
Uso um computador como uma supermáquina de escrever. Para instalar programas mais complexos, vem um técnico. Recentemente, o filho de um amigo, de 11 anos, estava em casa. Deixei-o brincar com meu laptop. Em segundos, trocou a imagem de “papel de parede” (coisa que demoro horas para realizar). Descobriu jogos. Baixou arquivos. Apagou alguns, depois de mostrar-me que tornavam meu laptop mais lento. Impossível eu não me sentir um asno quando um moleque dá, com simplicidade, lições sobre uma máquina que me acompanha há anos. A verdade é que me sinto um asno até mesmo diante de um micro-ondas de última geração, com múltiplas funções. Giro o botão, tentando achar a função mais simples: aquecer meu prato. Sonho com os aparelhos antigos, capazes de uma única função. Bastava apertar um botão e pronto! (…) A questão é que as crianças hoje em dia já nascem sabendo. Ou quase. Qualquer uma pega um celular e aprende as funções em segundos! (…). Para essa geração que vem aí, a cibernética é simples. Fico tentando achar explicações. Terá havido uma mudança cerebral? Não digo física, embora acredite na evolução das espécies. Mas na forma de usar os neurônios? Surgiram formas de pensar e analisar o mundo diferentes, a partir da cibernética? É um novo tipo de inteligência que desponta? Ou são simplesmente alienígenas atirados à Terra, para mais tarde comandarem uma invasão extraterrestre? Seja o que for, essa ligação umbilical com celulares e computadores terá efeitos no futuro próximo. Como serão essas crianças quando adultas? Sem dúvida, mais informadas, com mais ferramentas de pesquisa e conhecimento. Quais serão, porém, seus valores, na medida em que a internet é uma terra de ninguém? (…) Estamos diante de um novo jeito de ser, viver e pensar. E como tudo o que é novo, por mais correções que sejam necessárias, também implicará um passo à frente, em termos de civilização. Não tenha dúvidas: seu filho será muito diferente de você.

As conjunções são fundamentais para a produção de sentido nos textos, pois ligam partes do texto estabelecendo específicas relações de sentido. Assinale a alternativa em que a relação entre o sentido dado e o valor semântico da conjunção destacada NÃO são correspondentes.

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Questão 6 de 23 Q1803760 Q6 da prova

O uso correto dos sinais de pontuação colabora para a organização das ideias no texto. Assinale a afirmativa em que a sentença está devidamente pontuada.

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Questão 7 de 23 Q1803762 Q7 da prova
Leia atentamente o texto.

5 maneiras comprovadas pela ciência de você combater a preguiça

1 - Mude sua forma de motivação de acordo com o quanto você já conquistou Em uma pesquisa feita na Universidade de Winnipeg, no Canadá, estudiosos descobriram que um tipo de motivação pode ser mais apropriado do que outro dependendo do seu nível de avanço na tarefa.
2 - Afaste-se de pessoas preguiçosas Sua mãe estava certa, tem muito amiguinho aí sendo uma péssima influência para você. Entre eles estão os preguiçosos. Segundo estudo feito pelo Instituto de Cérebro e Coluna (IBS) de Paris, a preguiça é sim contagiosa.
3 - Sinta-se mais produtivo ajudando alguém O altruísmo pode ser a chave para aquelas horas em que você tem uma lista de tarefas cheia, mas nenhuma disposição dentro de você. Segundo estudos publicados no periódico Psychological Science, fazer algo por alguém aumenta nossa sensação de conquista e, consequentemente, nos sentimos mais motivados.
4 - Evite comidas com alto teor de gordura Talvez o motivo para aquele sono pós-almoço seja o churrasco com feijoada que você anda comendo todo dia. Em pesquisa conduzida na Universidade de Cambridge, no Reino Unido, cientistas viram que uma dieta de dez dias focada apenas no consumo de gordura fazia com que ratos ficassem mais lentos, física e mentalmente falando. (…) Então, se você pretende ter um dia de disposição, coma algo balanceado e leve.
5 - Tome vergonha na cara Como já dito, nossa necessidade de nos encaixarmos no grupo é extremamente poderosa. Todos se importam em alguma medida com o que os outros pensam ao seu respeito. Então por que não usar isso a seu favor? Uma pesquisa realizada na Universidade Dominicana da Califórnia demonstrou que 70% dos participantes que compartilhavam suas metas com amigos e família conseguiam riscá-las da lista de tarefas. Em comparação com apenas 35% daqueles que as mantinham privadas.
Então, uma boa ideia pode ser compartilhar seus objetivos com os amigos em uma parede cheia de recados, ou em um documento a que eles têm acesso. Peça para eles chamarem sua atenção (em público) quando você deixar de cumprir algumas das tarefas. O medo do que seus amigos poderão achar do seu desempenho lento fará a preguiça ir embora de vez.

Sobre o texto, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.

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Questão 8 de 23 Q1803766 Q10 da prova

Em relação ao uso da linguagem denotativa e conotativa, assinale a classificação INCORRETA.

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Questão 9 de 23 Q1803777 Q16 da prova

De acordo com a Lei Complementar nº 25/1997, que dispõe sobre o Regime Jurídico dos Servidores Públicos do Município de Cáceres, é correto afirmar:

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Questão 10 de 23 Q1803778 Q17 da prova

Em consonância com a Lei Complementar nº 25/1997, que dispõe sobre o Regime Jurídico dos Servidores Públicos do Município de Cáceres, assinale a assertiva INCORRETA.

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Questão 11 de 23 Q1803782 Q19 da prova

A Lei Complementar nº 25/1997, que dispõe sobre o Regime Jurídico dos Servidores Públicos do Município de Cáceres, estabelece que o servidor nomeado para cargo de provimento efetivo, ao entrar em exercício, ficará:

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Questão 12 de 23 Q1803785 Q21 da prova

As normas gerais de circulação e conduta estabelecem que todo condutor, antes de efetuar uma ultrapassagem, deverá certificar-se de que:

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Questão 13 de 23 Q1803787 Q22 da prova

João é motorista profissional de transporte escolar. Na metade do seu trajeto, o veículo que conduzia ficou imobilizado na via por falta de combustível. De acordo com o Código de Trânsito Brasileiro, João:

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Questão 14 de 23 Q1803789 Q23 da prova

Em relação à condução de veículos, o Art. 136 do Código de Trânsito Brasileiro dispõe que os veículos especialmente destinados à condução coletiva de escolares somente poderão circular nas vias com autorização emitida pelo órgão ou entidade executivos de trânsito dos Estados e do Distrito Federal, exigindo-se, para tanto, inspeção para verificação dos equipamentos obrigatórios e de segurança:

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Questão 15 de 23 Q1803791 Q24 da prova

O art. 96 do Código de Trânsito Brasileiro dispõe sobre a classificação dos veículos. Os veículos classificam-se quanto à:

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Questão 16 de 23 Q1803796 Q27 da prova

A direção defensiva é a forma de dirigir que permite ao condutor reconhecer antecipadamente as situações de perigo e prever o que pode acontecer, adotando comportamentos que evitem acidentes e preservem a vida de todos. Nesse sentido, qual o procedimento correto a ser adotado pelo condutor ao dirigir sob neblina ou cerração?

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Questão 17 de 23 Q1803797 Q28 da prova

Os Primeiros Socorros são as primeiras providências tomadas no local do acidente e que podem salvar vidas. Em caso de acidente de trânsito, qual a orientação em relação à vítima no local?

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Questão 18 de 23 Q1803799 Q29 da prova

O CONTRAN orienta sobre a necessidade do conhecimento de noções elementares de mecânica por parte do condutor. São sistemas básicos de funcionamento do motor do veículo:

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Questão 19 de 23 Q1803802 Q31 da prova

O Sr. José Paulo dirige seu veículo no sentido bairro –→ centro da cidade em uma via que possui duas faixas de rolamento. Ele está circulando pela faixa da esquerda e observa que outro condutor deseja ultrapassá-lo. Conforme o que preconiza o Código de Trânsito Brasileiro, o Sr. José Paulo deve:

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Questão 20 de 23 Q1803806 Q33 da prova

A observância da manutenção do veículo é um dos itens importantes da Direção Defensiva. Admita que cada problema de funcionamento do veículo corresponda a um componente do veículo. Assinale a correspondência correta entre problema de funcionamento × componente do veículo.

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Questão 21 de 23 Q1803813 Q37 da prova

O veículo só poderá transitar pela via quando atendidos os requisitos e condições de segurança estabelecidos no Código de Trânsito Brasileiro e em normas do CONTRAN. Sobre a segurança dos veículos, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.

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Questão 22 de 23 Q1803814 Q38 da prova

A figura a seguir é de um condutor utilizando-se de telefone celular ao dirigir. Essa atitude é considerada uma infração de trânsito sujeita à penalidade. A sua classificação é definida como infração:

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Questão 23 de 23 Q1803816 Q39 da prova

Comete uma infração de natureza gravíssima aquele condutor que:

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