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Prova Motorista CNH D - Pref. Goiabeira/MG
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Questão 1 de 40 Q1 da prova

As placas de serviços auxiliares indicam aos condutores e pedestres, os locais onde podem encontrar os serviços auxiliares. Numere a coluna II de acordo com a coluna I, associando corretamente a indicação do significado de cada placa de serviço auxiliar.

Questão 2 de 40 Q2 da prova

Quando uma pista de rolamento comportar várias faixas de circulação no mesmo sentido, são as da ____________ destinadas ao deslocamento dos veículos mais ________________ e de maior porte, quando não houver faixa especial a eles destinada. Assinale a alternativa cujas palavras completam essa frase de forma CORRETA :

Questão 3 de 40 Q3 da prova
A sinalização vertical de advertência tem por finalidade advertir e alertar aos usuários da via, sobre uma possível situação de risco. Possuem caráter de recomendação. Numere a coluna II de acordo com a coluna I, associando corretamente a indicação do significado de cada placa de advertência.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA de números, de cima para baixo:

Questão 4 de 40 Q4 da prova

A idade mínima para o condutor se habilitar à direção de veículos automotores destinados ao transporte coletivo de passageiros é:

Questão 5 de 40 Q5 da prova

A velocidade mínima permitida numa via de trânsito rápido é:

Questão 6 de 40 Q6 da prova

O veículo que tem prioridade de passagem é:

Questão 7 de 40 Q7 da prova
A sinalização vertical de regulamentação tem como objetivo informar aos usuários das condições, proibições ou restrições no uso das vias. O desrespeito às suas mensagens constitui infração. Numere a coluna II de acordo com a coluna I, associando corretamente a indicação do significado de cada placa de regulamentação.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA de números, de cima para baixo:

Questão 8 de 40 Q8 da prova

Dirigir sob a influência de álcool ou de qualquer outra substância psicoativa que determine dependência, constitui infração de trânsito:

Questão 9 de 40 Q9 da prova

No âmbito das rodovias e estradas federais, realizar o patrulhamento ostensivo, executando operações relacionadas com a segurança pública, com o objetivo de preservar a ordem, incolumidade das pessoas, o patrimônio da União e o de terceiros, compete:

Questão 10 de 40 Q10 da prova

Analise as alternativas abaixo e marque V para verdadeiro e F para falso.

Questão 11 de 40 Q11 da prova

De acordo com o art. 29, o trânsito de veículos nas vias terrestres abertas à circulação obedecerá às seguintes normas: Assinale a alternativa INCORRETA :

Questão 12 de 40 Q12 da prova

São penalidades aplicáveis pela autoridade de trânsito, nos moldes do artigo 256, do Código de Trânsito Brasileiro, EXCETO:

Questão 13 de 40 Q13 da prova

É proibido estacionar e parar:

Questão 14 de 40 Q14 da prova

Dirigir veículo sem possuir Carteira Nacional de Habilitação ou Permissão para Dirigir, constitui infração de trânsito:

Questão 15 de 40 Q15 da prova

De acordo com o Código de Trânsito Brasileiro, é vedado ao motorista profissional dirigir veículos de transporte rodoviário coletivo de passageiros ou de transporte rodoviário de cargas por mais de:

Questão 16 de 40 Q16 da prova

Pista de rolamento é:

Questão 17 de 40 Q17 da prova

Ao transitar com veículo derramando ou lançando sobre a via combustível ou lubrificante que esteja utilizando, poderá acarretar:

Questão 18 de 40 Q18 da prova

Em cruzamento, os veículos que se aproximar em pela via à sua direita, terão preferência se:

Questão 19 de 40 Q19 da prova

Os gases gerados pelo motor são eliminados:

Questão 20 de 40 Q20 da prova

De acordo com o art. 145 do Código de Trânsito Brasileiro, para habilitar-se nas categorias D e E ou para conduzir veículo de transporte coletivo de passageiros, de escolares, de emergência ou de produto perigoso, o candidato deverá preencher os seguintes requisitos, EXCETO:

Questão 21 de 40 Q21 da prova
O processo de trabalho do cientista aproxima-se do processo de trabalho do artista. Ambos desenvolvem um tipo de comportamento denominado “exploratório”, isto é, dedicam-se a “explorar” as possibilidades, “o que poderia ser”, em vez de se deter no que realmente é. Para isso, necessitam da imaginação. Assim, um dos sentidos de criar é imaginar. Imaginar é a capacidade de ver além do imediato, do que é, de criar possibilidades novas. É responder à pergunta: “Se não fosse assim, como poderia ser?”. Se dermos asas à imaginação, se deixarmos de lado o nosso senso crítico e o medo do ridículo, se abandonarmos as amarras lógicas da realidade, veremos que somos capazes de encontrar muitas respostas para a pergunta. Este é o chamado pensamento divergente, que leva a muitas respostas possíveis. É o contrário do pensamento convergente, que leva a uma única resposta, considerada certa. Por exemplo, para a pergunta “Quem descobriu o Brasil?” só há uma resposta certa: Pedro Álvares Cabral. Para a pergunta “Se os portugueses não tivessem descoberto o Brasil, como estaríamos vivendo hoje?”, há inúmeras respostas possíveis. A primeira envolve memória; a segunda, imaginação. Tanto o artista quanto o cientista têm de ser suficientemente flexíveis para sair do seguro, do conhecido, do imediato, e assumir os riscos ao propor o novo, o possível.

De acordo com o texto:

Questão 22 de 40 Q22 da prova
O processo de trabalho do cientista aproxima-se do processo de trabalho do artista. Ambos desenvolvem um tipo de comportamento denominado “exploratório”, isto é, dedicam-se a “explorar” as possibilidades, “o que poderia ser”, em vez de se deter no que realmente é. Para isso, necessitam da imaginação. Assim, um dos sentidos de criar é imaginar. Imaginar é a capacidade de ver além do imediato, do que é, de criar possibilidades novas. É responder à pergunta: “Se não fosse assim, como poderia ser?”. Se dermos asas à imaginação, se deixarmos de lado o nosso senso crítico e o medo do ridículo, se abandonarmos as amarras lógicas da realidade, veremos que somos capazes de encontrar muitas respostas para a pergunta. Este é o chamado pensamento divergente, que leva a muitas respostas possíveis. É o contrário do pensamento convergente, que leva a uma única resposta, considerada certa. Por exemplo, para a pergunta “Quem descobriu o Brasil?” só há uma resposta certa: Pedro Álvares Cabral. Para a pergunta “Se os portugueses não tivessem descoberto o Brasil, como estaríamos vivendo hoje?”, há inúmeras respostas possíveis. A primeira envolve memória; a segunda, imaginação. Tanto o artista quanto o cientista têm de ser suficientemente flexíveis para sair do seguro, do conhecido, do imediato, e assumir os riscos ao propor o novo, o possível.

A autora ressalta a importância da imaginação, uma vez que:

Questão 23 de 40 Q23 da prova
O processo de trabalho do cientista aproxima-se do processo de trabalho do artista. Ambos desenvolvem um tipo de comportamento denominado “exploratório”, isto é, dedicam-se a “explorar” as possibilidades, “o que poderia ser”, em vez de se deter no que realmente é. Para isso, necessitam da imaginação. Assim, um dos sentidos de criar é imaginar. Imaginar é a capacidade de ver além do imediato, do que é, de criar possibilidades novas. É responder à pergunta: “Se não fosse assim, como poderia ser?”. Se dermos asas à imaginação, se deixarmos de lado o nosso senso crítico e o medo do ridículo, se abandonarmos as amarras lógicas da realidade, veremos que somos capazes de encontrar muitas respostas para a pergunta. Este é o chamado pensamento divergente, que leva a muitas respostas possíveis. É o contrário do pensamento convergente, que leva a uma única resposta, considerada certa. Por exemplo, para a pergunta “Quem descobriu o Brasil?” só há uma resposta certa: Pedro Álvares Cabral. Para a pergunta “Se os portugueses não tivessem descoberto o Brasil, como estaríamos vivendo hoje?”, há inúmeras respostas possíveis. A primeira envolve memória; a segunda, imaginação. Tanto o artista quanto o cientista têm de ser suficientemente flexíveis para sair do seguro, do conhecido, do imediato, e assumir os riscos ao propor o novo, o possível.

Ao propor a pergunta “se não fosse assim, como poderia ser?” a autora:

Questão 24 de 40 Q24 da prova
O processo de trabalho do cientista aproxima-se do processo de trabalho do artista. Ambos desenvolvem um tipo de comportamento denominado “exploratório”, isto é, dedicam-se a “explorar” as possibilidades, “o que poderia ser”, em vez de se deter no que realmente é. Para isso, necessitam da imaginação. Assim, um dos sentidos de criar é imaginar. Imaginar é a capacidade de ver além do imediato, do que é, de criar possibilidades novas. É responder à pergunta: “Se não fosse assim, como poderia ser?”. Se dermos asas à imaginação, se deixarmos de lado o nosso senso crítico e o medo do ridículo, se abandonarmos as amarras lógicas da realidade, veremos que somos capazes de encontrar muitas respostas para a pergunta. Este é o chamado pensamento divergente, que leva a muitas respostas possíveis. É o contrário do pensamento convergente, que leva a uma única resposta, considerada certa. Por exemplo, para a pergunta “Quem descobriu o Brasil?” só há uma resposta certa: Pedro Álvares Cabral. Para a pergunta “Se os portugueses não tivessem descoberto o Brasil, como estaríamos vivendo hoje?”, há inúmeras respostas possíveis. A primeira envolve memória; a segunda, imaginação. Tanto o artista quanto o cientista têm de ser suficientemente flexíveis para sair do seguro, do conhecido, do imediato, e assumir os riscos ao propor o novo, o possível.

Atente para as afirmativas a seguir: I. O pensamento divergente é um pensamento utópico e sem direção satisfatória. II. O pensamento convergente é um pensamento racional e que impede a pessoa de se prejudicar em seu experimento. III. O pensamento divergente é como uma janela para possibilidades de aprendizado e conhecimento. De acordo com o sentido global do texto, está(ão) correta(s) as afirmativas:

Questão 25 de 40 Q25 da prova
O processo de trabalho do cientista aproxima-se do processo de trabalho do artista. Ambos desenvolvem um tipo de comportamento denominado “exploratório”, isto é, dedicam-se a “explorar” as possibilidades, “o que poderia ser”, em vez de se deter no que realmente é. Para isso, necessitam da imaginação. Assim, um dos sentidos de criar é imaginar. Imaginar é a capacidade de ver além do imediato, do que é, de criar possibilidades novas. É responder à pergunta: “Se não fosse assim, como poderia ser?”. Se dermos asas à imaginação, se deixarmos de lado o nosso senso crítico e o medo do ridículo, se abandonarmos as amarras lógicas da realidade, veremos que somos capazes de encontrar muitas respostas para a pergunta. Este é o chamado pensamento divergente, que leva a muitas respostas possíveis. É o contrário do pensamento convergente, que leva a uma única resposta, considerada certa. Por exemplo, para a pergunta “Quem descobriu o Brasil?” só há uma resposta certa: Pedro Álvares Cabral. Para a pergunta “Se os portugueses não tivessem descoberto o Brasil, como estaríamos vivendo hoje?”, há inúmeras respostas possíveis. A primeira envolve memória; a segunda, imaginação. Tanto o artista quanto o cientista têm de ser suficientemente flexíveis para sair do seguro, do conhecido, do imediato, e assumir os riscos ao propor o novo, o possível.

De acordo com a conclusão exposta no texto, só NÃO é correto afirmar que:

Questão 26 de 40 Q26 da prova
O processo de trabalho do cientista aproxima-se do processo de trabalho do artista. Ambos desenvolvem um tipo de comportamento denominado “exploratório”, isto é, dedicam-se a “explorar” as possibilidades, “o que poderia ser”, em vez de se deter no que realmente é. Para isso, necessitam da imaginação. Assim, um dos sentidos de criar é imaginar. Imaginar é a capacidade de ver além do imediato, do que é, de criar possibilidades novas. É responder à pergunta: “Se não fosse assim, como poderia ser?”. Se dermos asas à imaginação, se deixarmos de lado o nosso senso crítico e o medo do ridículo, se abandonarmos as amarras lógicas da realidade, veremos que somos capazes de encontrar muitas respostas para a pergunta. Este é o chamado pensamento divergente, que leva a muitas respostas possíveis. É o contrário do pensamento convergente, que leva a uma única resposta, considerada certa. Por exemplo, para a pergunta “Quem descobriu o Brasil?” só há uma resposta certa: Pedro Álvares Cabral. Para a pergunta “Se os portugueses não tivessem descoberto o Brasil, como estaríamos vivendo hoje?”, há inúmeras respostas possíveis. A primeira envolve memória; a segunda, imaginação. Tanto o artista quanto o cientista têm de ser suficientemente flexíveis para sair do seguro, do conhecido, do imediato, e assumir os riscos ao propor o novo, o possível.

“Este é o chamado pensamento divergente, que leva a muitas respostas possíveis.” Levando em consideração que a oração consiste num enunciado em torno de um verbo, pode-se afirmar que nesse período em destaque há:

Questão 27 de 40 Q27 da prova
O processo de trabalho do cientista aproxima-se do processo de trabalho do artista. Ambos desenvolvem um tipo de comportamento denominado “exploratório”, isto é, dedicam-se a “explorar” as possibilidades, “o que poderia ser”, em vez de se deter no que realmente é. Para isso, necessitam da imaginação. Assim, um dos sentidos de criar é imaginar. Imaginar é a capacidade de ver além do imediato, do que é, de criar possibilidades novas. É responder à pergunta: “Se não fosse assim, como poderia ser?”. Se dermos asas à imaginação, se deixarmos de lado o nosso senso crítico e o medo do ridículo, se abandonarmos as amarras lógicas da realidade, veremos que somos capazes de encontrar muitas respostas para a pergunta. Este é o chamado pensamento divergente, que leva a muitas respostas possíveis. É o contrário do pensamento convergente, que leva a uma única resposta, considerada certa. Por exemplo, para a pergunta “Quem descobriu o Brasil?” só há uma resposta certa: Pedro Álvares Cabral. Para a pergunta “Se os portugueses não tivessem descoberto o Brasil, como estaríamos vivendo hoje?”, há inúmeras respostas possíveis. A primeira envolve memória; a segunda, imaginação. Tanto o artista quanto o cientista têm de ser suficientemente flexíveis para sair do seguro, do conhecido, do imediato, e assumir os riscos ao propor o novo, o possível.

“Se os portugueses não tivessem descoberto o Brasil, como estaríamos vivendo hoje?”, há inúmeras respostas possíveis. A primeira envolve memória; a segunda, imaginação.” O emprego da vírgula no trecho destacado se dá com a finalidade de:

Questão 28 de 40 Q28 da prova
O processo de trabalho do cientista aproxima-se do processo de trabalho do artista. Ambos desenvolvem um tipo de comportamento denominado “exploratório”, isto é, dedicam-se a “explorar” as possibilidades, “o que poderia ser”, em vez de se deter no que realmente é. Para isso, necessitam da imaginação. Assim, um dos sentidos de criar é imaginar. Imaginar é a capacidade de ver além do imediato, do que é, de criar possibilidades novas. É responder à pergunta: “Se não fosse assim, como poderia ser?”. Se dermos asas à imaginação, se deixarmos de lado o nosso senso crítico e o medo do ridículo, se abandonarmos as amarras lógicas da realidade, veremos que somos capazes de encontrar muitas respostas para a pergunta. Este é o chamado pensamento divergente, que leva a muitas respostas possíveis. É o contrário do pensamento convergente, que leva a uma única resposta, considerada certa. Por exemplo, para a pergunta “Quem descobriu o Brasil?” só há uma resposta certa: Pedro Álvares Cabral. Para a pergunta “Se os portugueses não tivessem descoberto o Brasil, como estaríamos vivendo hoje?”, há inúmeras respostas possíveis. A primeira envolve memória; a segunda, imaginação. Tanto o artista quanto o cientista têm de ser suficientemente flexíveis para sair do seguro, do conhecido, do imediato, e assumir os riscos ao propor o novo, o possível.

“Tanto o artista quanto o cientista têm de ser suficientemente flexíveis para sair do seguro, do conhecido, do imediato, e assumir os riscos ao propor o novo, o possível.” Levando em consideração o verbo destacado e as frases a seguir, a flexão indicando o plural se dá da mesma forma, caso estas estejam no plural, EXCETO:

Questão 29 de 40 Q29 da prova

Marque a palavra que está escrita INCORRETAMENTE :

Questão 30 de 40 Q30 da prova

O efeito de humor do texto se dá pelo:

Questão 31 de 40 Q31 da prova

“(...) escreva carta para as pessoas que odeia e as queime.” Pode-se afirmar que o verbo “escrever” está:

Questão 32 de 40 Q32 da prova

Nas duas falas dos personagens, foi utilizado o verbete “meio”. Levando em consideração os casos de concordância nominal, alguns verbetes podem funcionar como advérbios ou adjetivos na frase. Sendo assim em certos casos, estes devem ficar invariáveis ou poderem sofrer flexão de gênero. Substituindo os sujeitos das duas falas pela expressão “A água”, e fazendo algumas adaptações, a frase em que haveria uma infração da norma culta é:

Questão 33 de 40 Q33 da prova

Levando em consideração a frase do segundo personagem, passando esta frase para o plural e trocando a expressão meio por bastante, a forma CORRETA seria:

Questão 34 de 40 Q34 da prova

Algumas palavras da língua portuguesa causam dúvidas: escreve-se junto ou separado? Assinale a palavra que está escrita INCORRETAMENTE:

Questão 35 de 40 Q35 da prova

A palavra que NÃO faz o plural como cães é:

Questão 36 de 40 Q36 da prova
As fêmeas e os filhotes de elefantes vivem em grupos de até trinta bichos, formando uma manada. Eles são muito unidos e, se um elefantinho se machuca, todos param, trazem comida e água e só partem quando ele estiver recuperado.

As palavras destacadas no texto são classificadas de:

Questão 37 de 40 Q37 da prova

Assinale a alternativa em que a palavra destacada é um SUBSTANTIVO.

Questão 38 de 40 Q38 da prova

Observe as frases abaixo: I. .......... ela ficou chateada? II. Não me disse o ........... de tanta confusão. III. Sou assim, ....... você me faz feliz. IV. Eles ficaram preocupados ............? A alternativa que apresenta uma sequência CORRETA é:

Questão 39 de 40 Q39 da prova

Nas sequências abaixo, todas as palavras foram grafadas corretamente, EXCETO:

Questão 40 de 40 Q40 da prova

Empregou-se corretamente mau ou mal na alternativa:

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