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Prova Merendeira - Prefeitura de Agudos - RS
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Questão 1 de 20 Q2347253 Q1 da prova
A mulher Por José Henrique Bortoluci “Às vezes me sinto um Cavalo de Troia dentro da corporação. Já ouvi várias vezes que ‘mulher não deveria estar na polícia’, que ‘não dá conta’, que ‘esse não é lugar para mulher’. A gente tem que ser excelente para conseguir um mínimo de reconhecimento. Enquanto isso, um homem pode errar, pode ser mediano, e ninguém questiona. Eu reconheço que a gente já avançou bastante, vejo isso na minha experiência cotidiana como policial. Hoje há mais respeito do público externo e entre colegas, mas ainda existe algo que pesa, que é, sem dúvidas, estrutural”. Juliana Lemes nasceu em 1985 em Itambacuri, uma cidade pequena a cerca de 30 km de Teófilo Otoni, no nordeste de Minas Gerais. Ela é policial militar. Ao conversar comigo, Juliana pediu para deixar claro que tudo que ela me contaria era fruto de sua vivência e sua reflexão, e não expressava a posição da corporação da qual ela faz parte. Ela me conta logo de cara que seu único filho, de 23 anos, acabou de ingressar na mesma carreira – para surpresa, orgulho e medo da mãe. Surpresa, pois o rapaz não cresceu com o sonho de ser policial, e nisso sua história não se distingue muito da de sua mãe, que só decidiu pela carreira depois de fazer a faculdade de serviço social, área em que defendeu inclusive um doutorado. “Agora meu filho acaba de entrar pra polícia.... Entrou com 21 anos. Ele tá agora passando a farda dele. Digo sempre pra ele que tem que caprichar na farda. E é ele que faz tudo. Lava, passa, mas deixa a casa uma bagunça! E eu preciso estar sempre sacudindo ele, pra meu filho abrir os olhos. Embora ele não tenha crescido dizendo que não queria ser policial, estudou em escola militar, e a influência dos colegas pesou na decisão. Quando os amigos começaram a prestar concursos, ele resolveu fazer a prova também. Mas penso assim: não sou herdeira. Ele precisa seguir a vida dele, e talvez se encontre mais rápido do que eu lá dentro, porque tomei muita pancada até que isso acontecesse”. (Disponível em: https://piaui.folha.uol.com.br/materia/geracao-democracia-parte-iv_o-homem-e-a-mulher/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

A expressão “Cavalo de Troia” indica que a policial se sente:

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Questão 2 de 20 Q2347254 Q2 da prova
A mulher Por José Henrique Bortoluci “Às vezes me sinto um Cavalo de Troia dentro da corporação. Já ouvi várias vezes que ‘mulher não deveria estar na polícia’, que ‘não dá conta’, que ‘esse não é lugar para mulher’. A gente tem que ser excelente para conseguir um mínimo de reconhecimento. Enquanto isso, um homem pode errar, pode ser mediano, e ninguém questiona. Eu reconheço que a gente já avançou bastante, vejo isso na minha experiência cotidiana como policial. Hoje há mais respeito do público externo e entre colegas, mas ainda existe algo que pesa, que é, sem dúvidas, estrutural”. Juliana Lemes nasceu em 1985 em Itambacuri, uma cidade pequena a cerca de 30 km de Teófilo Otoni, no nordeste de Minas Gerais. Ela é policial militar. Ao conversar comigo, Juliana pediu para deixar claro que tudo que ela me contaria era fruto de sua vivência e sua reflexão, e não expressava a posição da corporação da qual ela faz parte. Ela me conta logo de cara que seu único filho, de 23 anos, acabou de ingressar na mesma carreira – para surpresa, orgulho e medo da mãe. Surpresa, pois o rapaz não cresceu com o sonho de ser policial, e nisso sua história não se distingue muito da de sua mãe, que só decidiu pela carreira depois de fazer a faculdade de serviço social, área em que defendeu inclusive um doutorado. “Agora meu filho acaba de entrar pra polícia.... Entrou com 21 anos. Ele tá agora passando a farda dele. Digo sempre pra ele que tem que caprichar na farda. E é ele que faz tudo. Lava, passa, mas deixa a casa uma bagunça! E eu preciso estar sempre sacudindo ele, pra meu filho abrir os olhos. Embora ele não tenha crescido dizendo que não queria ser policial, estudou em escola militar, e a influência dos colegas pesou na decisão. Quando os amigos começaram a prestar concursos, ele resolveu fazer a prova também. Mas penso assim: não sou herdeira. Ele precisa seguir a vida dele, e talvez se encontre mais rápido do que eu lá dentro, porque tomei muita pancada até que isso acontecesse”. (Disponível em: https://piaui.folha.uol.com.br/materia/geracao-democracia-parte-iv_o-homem-e-a-mulher/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

A entrada do filho na polícia surpreendeu Juliana porque:

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Questão 3 de 20 Q2347256 Q3 da prova
A mulher Por José Henrique Bortoluci “Às vezes me sinto um Cavalo de Troia dentro da corporação. Já ouvi várias vezes que ‘mulher não deveria estar na polícia’, que ‘não dá conta’, que ‘esse não é lugar para mulher’. A gente tem que ser excelente para conseguir um mínimo de reconhecimento. Enquanto isso, um homem pode errar, pode ser mediano, e ninguém questiona. Eu reconheço que a gente já avançou bastante, vejo isso na minha experiência cotidiana como policial. Hoje há mais respeito do público externo e entre colegas, mas ainda existe algo que pesa, que é, sem dúvidas, estrutural”. Juliana Lemes nasceu em 1985 em Itambacuri, uma cidade pequena a cerca de 30 km de Teófilo Otoni, no nordeste de Minas Gerais. Ela é policial militar. Ao conversar comigo, Juliana pediu para deixar claro que tudo que ela me contaria era fruto de sua vivência e sua reflexão, e não expressava a posição da corporação da qual ela faz parte. Ela me conta logo de cara que seu único filho, de 23 anos, acabou de ingressar na mesma carreira – para surpresa, orgulho e medo da mãe. Surpresa, pois o rapaz não cresceu com o sonho de ser policial, e nisso sua história não se distingue muito da de sua mãe, que só decidiu pela carreira depois de fazer a faculdade de serviço social, área em que defendeu inclusive um doutorado. “Agora meu filho acaba de entrar pra polícia.... Entrou com 21 anos. Ele tá agora passando a farda dele. Digo sempre pra ele que tem que caprichar na farda. E é ele que faz tudo. Lava, passa, mas deixa a casa uma bagunça! E eu preciso estar sempre sacudindo ele, pra meu filho abrir os olhos. Embora ele não tenha crescido dizendo que não queria ser policial, estudou em escola militar, e a influência dos colegas pesou na decisão. Quando os amigos começaram a prestar concursos, ele resolveu fazer a prova também. Mas penso assim: não sou herdeira. Ele precisa seguir a vida dele, e talvez se encontre mais rápido do que eu lá dentro, porque tomei muita pancada até que isso acontecesse”. (Disponível em: https://piaui.folha.uol.com.br/materia/geracao-democracia-parte-iv_o-homem-e-a-mulher/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

No trecho retirado do texto “a influência dos colegas pesou na decisão”, qual é o sentido da frase?

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Questão 4 de 20 Q2347258 Q9 da prova
A mulher Por José Henrique Bortoluci “Às vezes me sinto um Cavalo de Troia dentro da corporação. Já ouvi várias vezes que ‘mulher não deveria estar na polícia’, que ‘não dá conta’, que ‘esse não é lugar para mulher’. A gente tem que ser excelente para conseguir um mínimo de reconhecimento. Enquanto isso, um homem pode errar, pode ser mediano, e ninguém questiona. Eu reconheço que a gente já avançou bastante, vejo isso na minha experiência cotidiana como policial. Hoje há mais respeito do público externo e entre colegas, mas ainda existe algo que pesa, que é, sem dúvidas, estrutural”. Juliana Lemes nasceu em 1985 em Itambacuri, uma cidade pequena a cerca de 30 km de Teófilo Otoni, no nordeste de Minas Gerais. Ela é policial militar. Ao conversar comigo, Juliana pediu para deixar claro que tudo que ela me contaria era fruto de sua vivência e sua reflexão, e não expressava a posição da corporação da qual ela faz parte. Ela me conta logo de cara que seu único filho, de 23 anos, acabou de ingressar na mesma carreira – para surpresa, orgulho e medo da mãe. Surpresa, pois o rapaz não cresceu com o sonho de ser policial, e nisso sua história não se distingue muito da de sua mãe, que só decidiu pela carreira depois de fazer a faculdade de serviço social, área em que defendeu inclusive um doutorado. “Agora meu filho acaba de entrar pra polícia.... Entrou com 21 anos. Ele tá agora passando a farda dele. Digo sempre pra ele que tem que caprichar na farda. E é ele que faz tudo. Lava, passa, mas deixa a casa uma bagunça! E eu preciso estar sempre sacudindo ele, pra meu filho abrir os olhos. Embora ele não tenha crescido dizendo que não queria ser policial, estudou em escola militar, e a influência dos colegas pesou na decisão. Quando os amigos começaram a prestar concursos, ele resolveu fazer a prova também. Mas penso assim: não sou herdeira. Ele precisa seguir a vida dele, e talvez se encontre mais rápido do que eu lá dentro, porque tomei muita pancada até que isso acontecesse”. (Disponível em: https://piaui.folha.uol.com.br/materia/geracao-democracia-parte-iv_o-homem-e-a-mulher/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Assinale a alternativa em que as palavras estão em ordem alfabética.

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Questão 5 de 20 Q2347260 Q10 da prova
A mulher Por José Henrique Bortoluci “Às vezes me sinto um Cavalo de Troia dentro da corporação. Já ouvi várias vezes que ‘mulher não deveria estar na polícia’, que ‘não dá conta’, que ‘esse não é lugar para mulher’. A gente tem que ser excelente para conseguir um mínimo de reconhecimento. Enquanto isso, um homem pode errar, pode ser mediano, e ninguém questiona. Eu reconheço que a gente já avançou bastante, vejo isso na minha experiência cotidiana como policial. Hoje há mais respeito do público externo e entre colegas, mas ainda existe algo que pesa, que é, sem dúvidas, estrutural”. Juliana Lemes nasceu em 1985 em Itambacuri, uma cidade pequena a cerca de 30 km de Teófilo Otoni, no nordeste de Minas Gerais. Ela é policial militar. Ao conversar comigo, Juliana pediu para deixar claro que tudo que ela me contaria era fruto de sua vivência e sua reflexão, e não expressava a posição da corporação da qual ela faz parte. Ela me conta logo de cara que seu único filho, de 23 anos, acabou de ingressar na mesma carreira – para surpresa, orgulho e medo da mãe. Surpresa, pois o rapaz não cresceu com o sonho de ser policial, e nisso sua história não se distingue muito da de sua mãe, que só decidiu pela carreira depois de fazer a faculdade de serviço social, área em que defendeu inclusive um doutorado. “Agora meu filho acaba de entrar pra polícia.... Entrou com 21 anos. Ele tá agora passando a farda dele. Digo sempre pra ele que tem que caprichar na farda. E é ele que faz tudo. Lava, passa, mas deixa a casa uma bagunça! E eu preciso estar sempre sacudindo ele, pra meu filho abrir os olhos. Embora ele não tenha crescido dizendo que não queria ser policial, estudou em escola militar, e a influência dos colegas pesou na decisão. Quando os amigos começaram a prestar concursos, ele resolveu fazer a prova também. Mas penso assim: não sou herdeira. Ele precisa seguir a vida dele, e talvez se encontre mais rápido do que eu lá dentro, porque tomei muita pancada até que isso acontecesse”. (Disponível em: https://piaui.folha.uol.com.br/materia/geracao-democracia-parte-iv_o-homem-e-a-mulher/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

No trecho retirado do texto “Agora meu filho acaba de entrar pra polícia. Digo sempre pra ele que tem que caprichar na farda”, qual termo retoma a expressão sublinhada?

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Questão 6 de 20 Q2347261 Q11 da prova
A mulher Por José Henrique Bortoluci “Às vezes me sinto um Cavalo de Troia dentro da corporação. Já ouvi várias vezes que ‘mulher não deveria estar na polícia’, que ‘não dá conta’, que ‘esse não é lugar para mulher’. A gente tem que ser excelente para conseguir um mínimo de reconhecimento. Enquanto isso, um homem pode errar, pode ser mediano, e ninguém questiona. Eu reconheço que a gente já avançou bastante, vejo isso na minha experiência cotidiana como policial. Hoje há mais respeito do público externo e entre colegas, mas ainda existe algo que pesa, que é, sem dúvidas, estrutural”. Juliana Lemes nasceu em 1985 em Itambacuri, uma cidade pequena a cerca de 30 km de Teófilo Otoni, no nordeste de Minas Gerais. Ela é policial militar. Ao conversar comigo, Juliana pediu para deixar claro que tudo que ela me contaria era fruto de sua vivência e sua reflexão, e não expressava a posição da corporação da qual ela faz parte. Ela me conta logo de cara que seu único filho, de 23 anos, acabou de ingressar na mesma carreira – para surpresa, orgulho e medo da mãe. Surpresa, pois o rapaz não cresceu com o sonho de ser policial, e nisso sua história não se distingue muito da de sua mãe, que só decidiu pela carreira depois de fazer a faculdade de serviço social, área em que defendeu inclusive um doutorado. “Agora meu filho acaba de entrar pra polícia.... Entrou com 21 anos. Ele tá agora passando a farda dele. Digo sempre pra ele que tem que caprichar na farda. E é ele que faz tudo. Lava, passa, mas deixa a casa uma bagunça! E eu preciso estar sempre sacudindo ele, pra meu filho abrir os olhos. Embora ele não tenha crescido dizendo que não queria ser policial, estudou em escola militar, e a influência dos colegas pesou na decisão. Quando os amigos começaram a prestar concursos, ele resolveu fazer a prova também. Mas penso assim: não sou herdeira. Ele precisa seguir a vida dele, e talvez se encontre mais rápido do que eu lá dentro, porque tomei muita pancada até que isso acontecesse”. (Disponível em: https://piaui.folha.uol.com.br/materia/geracao-democracia-parte-iv_o-homem-e-a-mulher/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

No trecho retirado do texto “E eu preciso estar sempre sacudindo ele, pra meu filho abrir os olhos”, qual é o sentido da expressão sublinhada?

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Questão 7 de 20 Q2347263 Q12 da prova
A mulher Por José Henrique Bortoluci “Às vezes me sinto um Cavalo de Troia dentro da corporação. Já ouvi várias vezes que ‘mulher não deveria estar na polícia’, que ‘não dá conta’, que ‘esse não é lugar para mulher’. A gente tem que ser excelente para conseguir um mínimo de reconhecimento. Enquanto isso, um homem pode errar, pode ser mediano, e ninguém questiona. Eu reconheço que a gente já avançou bastante, vejo isso na minha experiência cotidiana como policial. Hoje há mais respeito do público externo e entre colegas, mas ainda existe algo que pesa, que é, sem dúvidas, estrutural”. Juliana Lemes nasceu em 1985 em Itambacuri, uma cidade pequena a cerca de 30 km de Teófilo Otoni, no nordeste de Minas Gerais. Ela é policial militar. Ao conversar comigo, Juliana pediu para deixar claro que tudo que ela me contaria era fruto de sua vivência e sua reflexão, e não expressava a posição da corporação da qual ela faz parte. Ela me conta logo de cara que seu único filho, de 23 anos, acabou de ingressar na mesma carreira – para surpresa, orgulho e medo da mãe. Surpresa, pois o rapaz não cresceu com o sonho de ser policial, e nisso sua história não se distingue muito da de sua mãe, que só decidiu pela carreira depois de fazer a faculdade de serviço social, área em que defendeu inclusive um doutorado. “Agora meu filho acaba de entrar pra polícia.... Entrou com 21 anos. Ele tá agora passando a farda dele. Digo sempre pra ele que tem que caprichar na farda. E é ele que faz tudo. Lava, passa, mas deixa a casa uma bagunça! E eu preciso estar sempre sacudindo ele, pra meu filho abrir os olhos. Embora ele não tenha crescido dizendo que não queria ser policial, estudou em escola militar, e a influência dos colegas pesou na decisão. Quando os amigos começaram a prestar concursos, ele resolveu fazer a prova também. Mas penso assim: não sou herdeira. Ele precisa seguir a vida dele, e talvez se encontre mais rápido do que eu lá dentro, porque tomei muita pancada até que isso acontecesse”. (Disponível em: https://piaui.folha.uol.com.br/materia/geracao-democracia-parte-iv_o-homem-e-a-mulher/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

No trecho retirado do texto “meu filho acaba de entrar pra polícia”, a palavra “meu” é um:

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Questão 8 de 20 Q2347265 Q13 da prova

Considerando as regras em Língua Portuguesa, assinale a alternativa que apresenta a pontuação correta.

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Questão 9 de 20 Q2347267 Q14 da prova

Considerando o Acordo Ortográfico vigente, assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas das frases abaixo.
 A diretora teve uma _____ _ com o professor.
 O aluno ______ a escada para sair da escola.
 A professora _______ durante o intervalo.

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Questão 10 de 20 Q2347269 Q15 da prova

Assinale a alternativa com o verbo flexionado no futuro do pretérito.

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Questão 11 de 20 Q2347271 Q16 da prova

Rafaela é merendeira de uma escola e deve montar kits de lanche para 138 alunos. Cada kit contém 1 pacote de biscoitos, 1 suco e 2 frutas. Qual será o total de itens utilizados?

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Questão 12 de 20 Q2347273 Q17 da prova

José precisa abastecer dois depósitos com materiais de escritório. Sabe-se que ele entregou 238 caixas no primeiro depósito e 67 caixas no segundo. Quantas caixas ele entregou ao todo?

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Questão 13 de 20 Q2347275 Q18 da prova

O servente de uma escola municipal precisa organizar a entrega de materiais de limpeza. Ele recebeu 1 caixa com 6 garrafas de 2 litros de sabão e 2 caixas com 6 garrafas de 1 litro de desinfetante. Quantos litros de produtos de limpeza ele recebeu ao todo?

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Questão 14 de 20 Q2347277 Q19 da prova

A merendeira de uma creche municipal organiza os potes de condimentos na prateleira seguindo a sequência lógica abaixo:
Azeite, Sal, Pimenta, Óleo, Alho, Azeite, Sal, Pimenta, Óleo, Alho ...
Se ela continuar colocando os potes nessa mesma ordem, qual será o 16 º pote na prateleira?

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Questão 15 de 20 Q2347279 Q21 da prova

O servente de uma escola está ajudando a organizar materiais de educação física e encontra várias placas de EVA no almoxarifado. O professor pede que ele separe apenas as placas que têm 4 lados e 4 ângulos retos (iguais a 90°). Qual é o nome da figura geométrica que atende exatamente a essa descrição?

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Questão 16 de 20 Q2347281 Q22 da prova

Para a hora do lanche, a merendeira da escola preparou suco para os alunos, em 2 jarras com a mesma capacidade. Sabendo que em uma jarra preparou 3/4 de suco de laranja e na outra jarra preparou 2/3 de suco de abacaxi, qual das duas jarras tem mais suco?

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Questão 17 de 20 Q2347283 Q24 da prova

Uma escola recebeu 243 livros didáticos dos anos iniciais e precisa distribuí-los igualmente entre as 9 turmas. Quantos livros cada turma receberá?

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Questão 18 de 20 Q2347285 Q30 da prova

A figura abaixo é um símbolo internacionalmente reconhecido. O que ele representa?

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Questão 19 de 20 Q2347287 Q32 da prova
Para responder às questões 31 a 35, considere a Lei Municipal nº 950/1994, que institui o Código de Posturas do Município de Agudo.

A apreensão acontece quando

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Questão 20 de 20 Q2347289 Q38 da prova
Para responder às questões 37 e 38, considere o Regime Jurídico do Município de Agudo.

O prêmio por assiduidade é concedido ao servidor a cada:

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