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Prova Médico Regulador e Intervencionista - SAMU - Pref. Osasco/SP
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Questão 1 de 8 Q1 da prova
Leia o texto para responder às questões de números 01 e 02.

O viés da palavra câncer: combate ao estigma
Receber um diagnóstico de câncer é uma experiência que não vem com manual de instruções. É desafiador lidar com a notícia e, mais ainda, se preparar para o que está por vir. A própria palavra câncer não é uma palavra que as pessoas gostam de pronunciar, porque carrega um estigma e um peso, decorrentes de décadas de desinformação.
O estigma se reflete em expressões cotidianas. Quem nunca falou ou ouviu algo como “aquilo ali é um câncer para o País”? Não vamos menosprezar a doença que é, sim, complexa e pode ser o ponto final para muitas pessoas. Porém, precisamos ressaltar que os avanços em prevenção e tratamento são enormes e tornaram o diagnóstico cada vez mais promissor. É hora de reduzir a carga negativa que a palavra câncer carrega, pois, além de perpetuar desinformação, contribui para o isolamento emocional e psicológico de quem convive ou acompanha alguém nesse processo.
Compreender o câncer e seu significado não é mais sobre viver em função da doença, mas tratá-la para viver mais e melhor. Cada paciente, incluindo crianças e adolescentes em formação, é um indivíduo com uma história e trajetória únicas. Essa combinação é o que traz as melhores taxas de cura e sobrevida.
Tratar o câncer como algo terminal ou como uma guerra é uma violência silenciosa que abala a autoestima de quem está em tratamento. Medo e incerteza são naturais, mas, quando amplificados pelo estigma social, tornam-se fardos cruéis.
O primeiro passo para mudar essa realidade é disseminar informações precisas sobre o que significa viver com câncer, destacando que essa não é mais uma condição implacável. Campanhas de conscientização são essenciais, mas precisamos de uma transformação mais profunda e genuína no discurso e nas atitudes diárias.
(Victor Piana. Disponível em: https://www.estadao.com.br/opiniao. Adaptado)

Em seu artigo, o autor mostra-se favorável a uma mudança de comportamento no que tange a

Questão 2 de 8 Q2 da prova
Leia o texto para responder às questões de números 01 e 02.

O viés da palavra câncer: combate ao estigma
Receber um diagnóstico de câncer é uma experiência que não vem com manual de instruções. É desafiador lidar com a notícia e, mais ainda, se preparar para o que está por vir. A própria palavra câncer não é uma palavra que as pessoas gostam de pronunciar, porque carrega um estigma e um peso, decorrentes de décadas de desinformação.
O estigma se reflete em expressões cotidianas. Quem nunca falou ou ouviu algo como “aquilo ali é um câncer para o País”? Não vamos menosprezar a doença que é, sim, complexa e pode ser o ponto final para muitas pessoas. Porém, precisamos ressaltar que os avanços em prevenção e tratamento são enormes e tornaram o diagnóstico cada vez mais promissor. É hora de reduzir a carga negativa que a palavra câncer carrega, pois, além de perpetuar desinformação, contribui para o isolamento emocional e psicológico de quem convive ou acompanha alguém nesse processo.
Compreender o câncer e seu significado não é mais sobre viver em função da doença, mas tratá-la para viver mais e melhor. Cada paciente, incluindo crianças e adolescentes em formação, é um indivíduo com uma história e trajetória únicas. Essa combinação é o que traz as melhores taxas de cura e sobrevida.
Tratar o câncer como algo terminal ou como uma guerra é uma violência silenciosa que abala a autoestima de quem está em tratamento. Medo e incerteza são naturais, mas, quando amplificados pelo estigma social, tornam-se fardos cruéis.
O primeiro passo para mudar essa realidade é disseminar informações precisas sobre o que significa viver com câncer, destacando que essa não é mais uma condição implacável. Campanhas de conscientização são essenciais, mas precisamos de uma transformação mais profunda e genuína no discurso e nas atitudes diárias.
(Victor Piana. Disponível em: https://www.estadao.com.br/opiniao. Adaptado)

A informação destacada cujo sentido é de causa em relação à informação que a precede na passagem do texto é:

Questão 3 de 8 Q4 da prova

O termo destacado é um pronome que exprime sentido demonstrativo em:

Questão 4 de 8 Q6 da prova

A denominada “visão biomédica” reduz a causalidade das doenças a vírus, bactérias e outros agentes biológicos. É correto afirmar que a Constituição Federal rompe com esse paradigma ao estabelecer que

Questão 5 de 8 Q7 da prova

O aconselhamento consiste no uso dirigido de técnicas de comunicação, motivação e solução de problemas capazes de estimular as pessoas atendidas a mudar comportamentos e a adotar hábitos de estilo de vida mais seguros e saudáveis. A sua prática é classificada como uma atividade de prevenção de nível

Questão 6 de 8 Q8 da prova

No Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), um ensaio clínico randomizado será realizado para avaliar a eficácia de uma nova técnica de ventilação em pacientes com insuficiência respiratória grave no local da ocorrência. Esse tipo de estudo pode enfrentar desafios específicos, como a dificuldade de randomizar os pacientes em situações urgentes, a falta de padronização de protocolos, a obtenção de consentimento em emergências e a dificuldade de cegamento dos pesquisadores. Dentre esses, as duas maiores dificuldades para a realização do estudo são:

Questão 7 de 8 Q9 da prova

Várias doenças podem ser transmitidas de forma vertical. Alguns exemplos de doenças frequentemente associadas a esse tipo de transmissão são:

Questão 8 de 8 Q10 da prova

O movimento pela Reforma Sanitária no Brasil foi uma mobilização social e política que culminou com a criação do Sistema Único de Saúde (SUS). Faz parte das diretrizes organizacionais do SUS, visando a tornar a gestão e prestação de serviços mais eficazes,

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