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Prova Médico Plantonista - Pref. Camaragibe/PE
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Questão 1 de 40 Q1 da prova

Tendo em vista a Constituição Federal de 1988, analise os itens a seguir. I. A saúde é direito de todos e dever do Estado, garantido mediante Políticas Sociais e Econômicas, que visem à redução do risco de doença e de outros agravos e ao acesso universal e igualitário às ações e serviços para sua promoção, proteção e recuperação. II. As instituições privadas poderão participar de forma complementar do Sistema Único de Saúde(SUS), segundo diretrizes, deste que, mediante contrato de Direito Público ou Convênio, tendo preferência as entidades não filantrópicas e as com fins lucrativos. III. São de relevância pública as ações e serviços de saúde, cabendo ao Poder Público dispor, nos termos da Lei, sobre sua regulamentação, fiscalização e controle, devendo sua execução ser feita diretamente ou através de terceiros e, também, por pessoa física o u jurídica de direito privado. Estão CORRETOS os itens:

Questão 2 de 40 Q2 da prova

No atendimento de uma parada cardiorrespiratória a desfibrilação é indicada para os ritmos chocáveis. Assinale a alternativa que apresenta apenas os ritmos chocáveis.

Questão 3 de 40 Q3 da prova

Sobre a organização do Sistema Único de Saúde (SUS) e as Redes de Atenção à Saúde, analise os itens a seguir. I. As Redes de Atenção à Saúde, são arranjos organizativos de ações e serviços de saúde, de diferentes densidades tecnológicas, que integradas por meio de sistemas técnico, logístico e de gestão, buscam garantir a integralidade do cuidado. II. As redes de atenção em saúde se organizam de forma poliárquica. III. A Comissão Intergestora Tripartite é uma instância de articulação e pactuação na esfera estadual que atua na direção regional do SUS, integrada por gestores do SUS das três esferas de governo. Estão CORRETOS os itens:

Questão 4 de 40 Q4 da prova

De acordo com a Lei nº 8.080 de 1990, são objetivos do Sistema Único de Saúde SUS: I. A identificação e divulgação dos fatores condicionantes e determinantes da saúde; II. A aquisição de recursos humanos e financeiros para o fortalecimento da saúde no país, melhoras nos indicadores socioeconômicos e nos índices de educação. III. A assistência às pessoas por intermédio de ações de promoção, proteção e recuperação da saúde, com a realização integrada das ações assistenciais e das atividades preventivas. Estão CORRETOS os itens:

Questão 5 de 40 Q5 da prova

De acordo com o Código de Ética Médica, é direito do médico:

Questão 6 de 40 Q6 da prova

O Tromboembolismo Pulmonar é uma condição grave que pode resultar de uma Trombose Venosa Profunda, frequentemente associada à tríade de Virchow, que é caracterizada por:

Questão 7 de 40 Q7 da prova

Sobre a doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC), assinale a alternativa CORRETA.

Questão 8 de 40 Q8 da prova

Qual é o fármaco de primeira linha para o tratamento de exacerbação leve de asma em crianças menores de 12 anos?

Questão 9 de 40 Q9 da prova

Para a interpretação de um eletrocardiograma, é necessário conhecer alguns índices para avaliação em caso de suspeita de sobrecarga de câmara cardíaca. Por exemplo, para avaliação de sobrecarga do ventrículo esquerdo (VE), pode -se somar a onda S na derivaç ão V1 e a onda R na derivação V5 ou V6, um resultado maior que 35 mm sugere sobrecarga de VE. A qual índice a descrição anterior se refere?

Questão 10 de 40 Q10 da prova

Um Acidente Vascular Cerebral Isquêmico é um episódio de disfunção neurológica de início súbito causado por isquemia cerebral focal que dura mais de 24 horas ou está associado a evidências de infarto agudo em exames de imagem cerebral. Sobre esse tema, analise os itens a seguir. I. Fatores de risco potencialmente modificáveis para acide nte vascular cerebral incluem hipertensão, estilo de vida sedentário, dieta inadequada, estresse psicossocial, depressão, tabagismo e alto consumo de álcool. II. Os sintomas mais comuns de apresentação do acidente vascular cerebral isquêmico são afasia e outras dificuldades de fala, Hemiparesia, Hemianestesia, Desatenção Hemiespacial e Hemianopsia Homônima. III. A tomografia computadorizada de crânio sem contraste é apropriada para diagnosticar acidente vascular cerebral e descartar hemorragia intracraniana (que é uma contraindicação absoluta à terapia trombolítica). Estão CORRETOS os itens:

Questão 11 de 40 Q11 da prova

Com relação à Meningite Bacteriana em crianças, classifique V para verdadeiro e F para falso e, em seguida, assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA.

Questão 12 de 40 Q12 da prova

Assinale a alternativa CORRETA sobre Nefrolitíase.

Questão 13 de 40 Q13 da prova

A febre amarela é uma doença viral endêmica no Brasil, que tem causado surtos em diferentes regiões, destacando a importância da vacinação e do controle de mosquitos para prevenir novas infecções e proteger a saúde pública. De acordo com o Calendário Nacional de Vacinação, quando deve ser administrada essa vacina e de qual tipo ela é?

Questão 14 de 40 Q14 da prova

Qual é o principal Micro -organismo associado à infecção do trato urinário?

Questão 15 de 40 Q15 da prova

Com relação à pancreatite aguda, analise os itens a seguir. I. Fatores de risco associados à pancreatite aguda incluem: cálculos biliares, abuso de álcool, medicamentos, trauma abdominal contuso ou penetrante, predisposição genética, obesidade mórbida, diabetes tipo 2, tabagismo. II. A causa da pancreatite alcoólica é a ingestão aguda substancial de álcool. III. 40% dos pacientes com pancreatite aguda desenvolvem pré-diabetes ou diabetes de início recente após o primeiro episódio de pancreatite aguda. Estão CORRETOS os itens:

Questão 16 de 40 Q16 da prova

Sobre a Cetoacidose Diabética, assinale a alternativa INCORRETA.

Questão 17 de 40 Q17 da prova

Com relação à abordagem da Hemorragia Digestiva Baixa (HDB) em adultos, analise os itens a seguir. I. Uma vez que uma fonte de sangramento gastrointestinal superior é excluída, a colonoscopia é o exame inicial de escolha para o diagnóstico e tratamento de HDB aguda. II. Durante a entrevista com o paciente, o relato de sangue em borra de café nas fezes já é suficiente para excluir a hipótese de HDB. III. A gestão inicial de um paciente com suspeita de HDB agudo inclui triagem para o ambiente apropriado para gestão (ambulatorial, hospitalar, unidade de terapia intensiva), medidas gerais de suporte (por exemplo, oxigênio, estabelecimento de acesso intravenos o adequado), ressuscitação adequada de fluidos e hemoderivados e gestão de coagulopatias, anticoagulantes e agentes antiplaquetários. Estão CORRETOS os itens:

Questão 18 de 40 Q18 da prova

Dor abdominal pode ser uma queixa desafiadora tanto para médicos de atenção primária quanto para médicos especialistas, pois frequentemente é uma queixa benigna, mas também pode ser o prenúncio de uma patologia aguda grave. Sobre esse tema, assinale a alternativa INCORRETA.

Questão 19 de 40 Q19 da prova

De acordo com o Código de Ética Médica, é vedado ao profissional: I. Ser perito ou auditor do próprio paciente, de pessoa de sua família ou de qualquer outra com a qual tenha relações capazes de influir em seu trabalho ou de empresa em que atue ou tenha atuado. II. Prestar informações a empresas seguradoras sobre as circunstâncias da morte do paciente sob seus cuidados, além das contidas na declaração de óbito, sem o consentimento do seu representante legal. III. Usar formulários institucionais para atestar, prescrever e solicitar exames ou procedimentos dentro da instituição a que pertençam tais formulários. Estão CORRETOS os itens:

Questão 20 de 40 Q20 da prova

A Lei nº 8.142, de 1990, dispõe sobre a participação da comunidade na gestão do Sistema Único de Saúde (SUS) e sobre as transferências intergovernamentais de recursos financeiros na área da saúde. Sobre essa lei, assinale a alternativa correta.

Questão 21 de 40 Q21 da prova
Leia o texto a seguir: Na obra literária “Triste fim de Policarpo Quaresma”, do autor brasileiro Lima Barreto, a figura do protagonista é construída a partir de um ideal ultranacionalista baseado na valorização das questões do próprio país. Analogamente, fora da ficção, a socie dade brasileira não se comporta como Policarpo, visto que esta não se preocupa em valorizar a memória dos povos tradicionais brasileiros, embora sejam tão importantes para a identidade nacional. Nesse interím, entende -se a negligência estatal e a não efici ência da legislação como causas desse desafio. A princípio, sobre esse assunto, vale ressaltar a importância de um Estado ativo na resolução de questões sociais. Dessa forma, para o filósofo polonês Zygmmunt Bauman, uma instituição, quando posicionada de forma a ignorar sua função original, é considera da em um estado de “zumbi”. Sob esse viés, o Estado brasileiro é análogo a esse conceito, visto que, no que tange à valorização e proteção dessas comunidades, ele é ausente. Isso posto, tal postura negligente contribui para que os povos tradicionais não recebam o amparo estatal necessário, colocando em risco anos de história, de resistência e de memória de uma parcela fundamental da sociedade. Outrossim, a ausência de uma legislação que abrace a causa ameaça diretamente a sobrevivência desses grupos. Nessa ótica, a obra literária “Cidadão de papel”, do jornalista Gilberto Dimenstein, apresenta um contexto social em que as garantias constituciona is estão restritas apenas à parte escrita, sem ser colocada em prática. Diante disso, essas comunidades originais tupiniquins podem ser consideradas de papel, tendo em vista a não eficiência das leis e projetos que garantem seus direitos. Assim, ao invés d e promover a valorização e o reconhecimento dessas populações, tais determinações falhas contribuem para a manutenção do sentimento de invisibilidade social desses povos. Destarte, é inegável que, a respeito dos povos tradicionais, o Brasil possui entraves que precisam ser resolvidos. Logo, o Governo Federal, órgão de maior poder político nacional, deve, em parceria com o Ministério do Desenvolvimento Social, criar projetos de reconhecimento e que garantam os direitos desses grupos. Essa ação será viabilizada por meio de campanhas estabelecidas pela Política Nacional de Desenvolvimento Sustentável dos Povos e Comunidades Tradicionais (PNPCT), de forma que a valorização dessa s populações torne -se cada vez mais uma pauta discutida na sociedade. Para isso, é fulcral a disseminação de informações acerca da importância de proteger os territórios indígenas e quilombolas, evidenciando a necessidade da não reivindicação desses locais para fins economicos e privados. Dessa forma, será possível formar uma sociedade ciente das causas sociais do país e, principalmente, manter viva a memória daqueles que essencialmente formaram a identidade nacional.

De acordo com o texto lido, qual é a principal crítica da autora em relação ao Estado brasileiro?

Questão 22 de 40 Q22 da prova
Leia o texto a seguir: Na obra literária “Triste fim de Policarpo Quaresma”, do autor brasileiro Lima Barreto, a figura do protagonista é construída a partir de um ideal ultranacionalista baseado na valorização das questões do próprio país. Analogamente, fora da ficção, a socie dade brasileira não se comporta como Policarpo, visto que esta não se preocupa em valorizar a memória dos povos tradicionais brasileiros, embora sejam tão importantes para a identidade nacional. Nesse interím, entende -se a negligência estatal e a não efici ência da legislação como causas desse desafio. A princípio, sobre esse assunto, vale ressaltar a importância de um Estado ativo na resolução de questões sociais. Dessa forma, para o filósofo polonês Zygmmunt Bauman, uma instituição, quando posicionada de forma a ignorar sua função original, é considera da em um estado de “zumbi”. Sob esse viés, o Estado brasileiro é análogo a esse conceito, visto que, no que tange à valorização e proteção dessas comunidades, ele é ausente. Isso posto, tal postura negligente contribui para que os povos tradicionais não recebam o amparo estatal necessário, colocando em risco anos de história, de resistência e de memória de uma parcela fundamental da sociedade. Outrossim, a ausência de uma legislação que abrace a causa ameaça diretamente a sobrevivência desses grupos. Nessa ótica, a obra literária “Cidadão de papel”, do jornalista Gilberto Dimenstein, apresenta um contexto social em que as garantias constituciona is estão restritas apenas à parte escrita, sem ser colocada em prática. Diante disso, essas comunidades originais tupiniquins podem ser consideradas de papel, tendo em vista a não eficiência das leis e projetos que garantem seus direitos. Assim, ao invés d e promover a valorização e o reconhecimento dessas populações, tais determinações falhas contribuem para a manutenção do sentimento de invisibilidade social desses povos. Destarte, é inegável que, a respeito dos povos tradicionais, o Brasil possui entraves que precisam ser resolvidos. Logo, o Governo Federal, órgão de maior poder político nacional, deve, em parceria com o Ministério do Desenvolvimento Social, criar projetos de reconhecimento e que garantam os direitos desses grupos. Essa ação será viabilizada por meio de campanhas estabelecidas pela Política Nacional de Desenvolvimento Sustentável dos Povos e Comunidades Tradicionais (PNPCT), de forma que a valorização dessa s populações torne -se cada vez mais uma pauta discutida na sociedade. Para isso, é fulcral a disseminação de informações acerca da importância de proteger os territórios indígenas e quilombolas, evidenciando a necessidade da não reivindicação desses locais para fins economicos e privados. Dessa forma, será possível formar uma sociedade ciente das causas sociais do país e, principalmente, manter viva a memória daqueles que essencialmente formaram a identidade nacional.

Segundo o texto lido, qual é a função da obra "Triste fim de Policarpo Quaresma" na argumentação da autora?

Questão 23 de 40 Q23 da prova
Leia o texto a seguir: Na obra literária “Triste fim de Policarpo Quaresma”, do autor brasileiro Lima Barreto, a figura do protagonista é construída a partir de um ideal ultranacionalista baseado na valorização das questões do próprio país. Analogamente, fora da ficção, a socie dade brasileira não se comporta como Policarpo, visto que esta não se preocupa em valorizar a memória dos povos tradicionais brasileiros, embora sejam tão importantes para a identidade nacional. Nesse interím, entende -se a negligência estatal e a não efici ência da legislação como causas desse desafio. A princípio, sobre esse assunto, vale ressaltar a importância de um Estado ativo na resolução de questões sociais. Dessa forma, para o filósofo polonês Zygmmunt Bauman, uma instituição, quando posicionada de forma a ignorar sua função original, é considera da em um estado de “zumbi”. Sob esse viés, o Estado brasileiro é análogo a esse conceito, visto que, no que tange à valorização e proteção dessas comunidades, ele é ausente. Isso posto, tal postura negligente contribui para que os povos tradicionais não recebam o amparo estatal necessário, colocando em risco anos de história, de resistência e de memória de uma parcela fundamental da sociedade. Outrossim, a ausência de uma legislação que abrace a causa ameaça diretamente a sobrevivência desses grupos. Nessa ótica, a obra literária “Cidadão de papel”, do jornalista Gilberto Dimenstein, apresenta um contexto social em que as garantias constituciona is estão restritas apenas à parte escrita, sem ser colocada em prática. Diante disso, essas comunidades originais tupiniquins podem ser consideradas de papel, tendo em vista a não eficiência das leis e projetos que garantem seus direitos. Assim, ao invés d e promover a valorização e o reconhecimento dessas populações, tais determinações falhas contribuem para a manutenção do sentimento de invisibilidade social desses povos. Destarte, é inegável que, a respeito dos povos tradicionais, o Brasil possui entraves que precisam ser resolvidos. Logo, o Governo Federal, órgão de maior poder político nacional, deve, em parceria com o Ministério do Desenvolvimento Social, criar projetos de reconhecimento e que garantam os direitos desses grupos. Essa ação será viabilizada por meio de campanhas estabelecidas pela Política Nacional de Desenvolvimento Sustentável dos Povos e Comunidades Tradicionais (PNPCT), de forma que a valorização dessa s populações torne -se cada vez mais uma pauta discutida na sociedade. Para isso, é fulcral a disseminação de informações acerca da importância de proteger os territórios indígenas e quilombolas, evidenciando a necessidade da não reivindicação desses locais para fins economicos e privados. Dessa forma, será possível formar uma sociedade ciente das causas sociais do país e, principalmente, manter viva a memória daqueles que essencialmente formaram a identidade nacional.

O conceito de "zumbi", utilizado pela autora no texto, refere- se a:

Questão 24 de 40 Q24 da prova
Leia o texto a seguir: Na obra literária “Triste fim de Policarpo Quaresma”, do autor brasileiro Lima Barreto, a figura do protagonista é construída a partir de um ideal ultranacionalista baseado na valorização das questões do próprio país. Analogamente, fora da ficção, a socie dade brasileira não se comporta como Policarpo, visto que esta não se preocupa em valorizar a memória dos povos tradicionais brasileiros, embora sejam tão importantes para a identidade nacional. Nesse interím, entende -se a negligência estatal e a não efici ência da legislação como causas desse desafio. A princípio, sobre esse assunto, vale ressaltar a importância de um Estado ativo na resolução de questões sociais. Dessa forma, para o filósofo polonês Zygmmunt Bauman, uma instituição, quando posicionada de forma a ignorar sua função original, é considera da em um estado de “zumbi”. Sob esse viés, o Estado brasileiro é análogo a esse conceito, visto que, no que tange à valorização e proteção dessas comunidades, ele é ausente. Isso posto, tal postura negligente contribui para que os povos tradicionais não recebam o amparo estatal necessário, colocando em risco anos de história, de resistência e de memória de uma parcela fundamental da sociedade. Outrossim, a ausência de uma legislação que abrace a causa ameaça diretamente a sobrevivência desses grupos. Nessa ótica, a obra literária “Cidadão de papel”, do jornalista Gilberto Dimenstein, apresenta um contexto social em que as garantias constituciona is estão restritas apenas à parte escrita, sem ser colocada em prática. Diante disso, essas comunidades originais tupiniquins podem ser consideradas de papel, tendo em vista a não eficiência das leis e projetos que garantem seus direitos. Assim, ao invés d e promover a valorização e o reconhecimento dessas populações, tais determinações falhas contribuem para a manutenção do sentimento de invisibilidade social desses povos. Destarte, é inegável que, a respeito dos povos tradicionais, o Brasil possui entraves que precisam ser resolvidos. Logo, o Governo Federal, órgão de maior poder político nacional, deve, em parceria com o Ministério do Desenvolvimento Social, criar projetos de reconhecimento e que garantam os direitos desses grupos. Essa ação será viabilizada por meio de campanhas estabelecidas pela Política Nacional de Desenvolvimento Sustentável dos Povos e Comunidades Tradicionais (PNPCT), de forma que a valorização dessa s populações torne -se cada vez mais uma pauta discutida na sociedade. Para isso, é fulcral a disseminação de informações acerca da importância de proteger os territórios indígenas e quilombolas, evidenciando a necessidade da não reivindicação desses locais para fins economicos e privados. Dessa forma, será possível formar uma sociedade ciente das causas sociais do país e, principalmente, manter viva a memória daqueles que essencialmente formaram a identidade nacional.

Qual a importância da obra "Cidadão de papel" para a argumentação da autora?

Questão 25 de 40 Q25 da prova
Leia o texto a seguir: Na obra literária “Triste fim de Policarpo Quaresma”, do autor brasileiro Lima Barreto, a figura do protagonista é construída a partir de um ideal ultranacionalista baseado na valorização das questões do próprio país. Analogamente, fora da ficção, a socie dade brasileira não se comporta como Policarpo, visto que esta não se preocupa em valorizar a memória dos povos tradicionais brasileiros, embora sejam tão importantes para a identidade nacional. Nesse interím, entende -se a negligência estatal e a não efici ência da legislação como causas desse desafio. A princípio, sobre esse assunto, vale ressaltar a importância de um Estado ativo na resolução de questões sociais. Dessa forma, para o filósofo polonês Zygmmunt Bauman, uma instituição, quando posicionada de forma a ignorar sua função original, é considera da em um estado de “zumbi”. Sob esse viés, o Estado brasileiro é análogo a esse conceito, visto que, no que tange à valorização e proteção dessas comunidades, ele é ausente. Isso posto, tal postura negligente contribui para que os povos tradicionais não recebam o amparo estatal necessário, colocando em risco anos de história, de resistência e de memória de uma parcela fundamental da sociedade. Outrossim, a ausência de uma legislação que abrace a causa ameaça diretamente a sobrevivência desses grupos. Nessa ótica, a obra literária “Cidadão de papel”, do jornalista Gilberto Dimenstein, apresenta um contexto social em que as garantias constituciona is estão restritas apenas à parte escrita, sem ser colocada em prática. Diante disso, essas comunidades originais tupiniquins podem ser consideradas de papel, tendo em vista a não eficiência das leis e projetos que garantem seus direitos. Assim, ao invés d e promover a valorização e o reconhecimento dessas populações, tais determinações falhas contribuem para a manutenção do sentimento de invisibilidade social desses povos. Destarte, é inegável que, a respeito dos povos tradicionais, o Brasil possui entraves que precisam ser resolvidos. Logo, o Governo Federal, órgão de maior poder político nacional, deve, em parceria com o Ministério do Desenvolvimento Social, criar projetos de reconhecimento e que garantam os direitos desses grupos. Essa ação será viabilizada por meio de campanhas estabelecidas pela Política Nacional de Desenvolvimento Sustentável dos Povos e Comunidades Tradicionais (PNPCT), de forma que a valorização dessa s populações torne -se cada vez mais uma pauta discutida na sociedade. Para isso, é fulcral a disseminação de informações acerca da importância de proteger os territórios indígenas e quilombolas, evidenciando a necessidade da não reivindicação desses locais para fins economicos e privados. Dessa forma, será possível formar uma sociedade ciente das causas sociais do país e, principalmente, manter viva a memória daqueles que essencialmente formaram a identidade nacional.

Em "A figura de Policarpo Quaresma serve como um contraponto à realidade atual ", a expressão sublinhada exerce a função de:

Questão 26 de 40 Q26 da prova
Leia o texto a seguir: Na obra literária “Triste fim de Policarpo Quaresma”, do autor brasileiro Lima Barreto, a figura do protagonista é construída a partir de um ideal ultranacionalista baseado na valorização das questões do próprio país. Analogamente, fora da ficção, a socie dade brasileira não se comporta como Policarpo, visto que esta não se preocupa em valorizar a memória dos povos tradicionais brasileiros, embora sejam tão importantes para a identidade nacional. Nesse interím, entende -se a negligência estatal e a não efici ência da legislação como causas desse desafio. A princípio, sobre esse assunto, vale ressaltar a importância de um Estado ativo na resolução de questões sociais. Dessa forma, para o filósofo polonês Zygmmunt Bauman, uma instituição, quando posicionada de forma a ignorar sua função original, é considera da em um estado de “zumbi”. Sob esse viés, o Estado brasileiro é análogo a esse conceito, visto que, no que tange à valorização e proteção dessas comunidades, ele é ausente. Isso posto, tal postura negligente contribui para que os povos tradicionais não recebam o amparo estatal necessário, colocando em risco anos de história, de resistência e de memória de uma parcela fundamental da sociedade. Outrossim, a ausência de uma legislação que abrace a causa ameaça diretamente a sobrevivência desses grupos. Nessa ótica, a obra literária “Cidadão de papel”, do jornalista Gilberto Dimenstein, apresenta um contexto social em que as garantias constituciona is estão restritas apenas à parte escrita, sem ser colocada em prática. Diante disso, essas comunidades originais tupiniquins podem ser consideradas de papel, tendo em vista a não eficiência das leis e projetos que garantem seus direitos. Assim, ao invés d e promover a valorização e o reconhecimento dessas populações, tais determinações falhas contribuem para a manutenção do sentimento de invisibilidade social desses povos. Destarte, é inegável que, a respeito dos povos tradicionais, o Brasil possui entraves que precisam ser resolvidos. Logo, o Governo Federal, órgão de maior poder político nacional, deve, em parceria com o Ministério do Desenvolvimento Social, criar projetos de reconhecimento e que garantam os direitos desses grupos. Essa ação será viabilizada por meio de campanhas estabelecidas pela Política Nacional de Desenvolvimento Sustentável dos Povos e Comunidades Tradicionais (PNPCT), de forma que a valorização dessa s populações torne -se cada vez mais uma pauta discutida na sociedade. Para isso, é fulcral a disseminação de informações acerca da importância de proteger os territórios indígenas e quilombolas, evidenciando a necessidade da não reivindicação desses locais para fins economicos e privados. Dessa forma, será possível formar uma sociedade ciente das causas sociais do país e, principalmente, manter viva a memória daqueles que essencialmente formaram a identidade nacional.

Na frase “Ainda não se sabe o porquê de sua vinda ao Brasil”, a palavra grifada é:

Questão 27 de 40 Q27 da prova
Leia o poema lido: Eu te amo porque te amo, não precisas ser amante, e nem sempre sabes sê -lo. Eu te amo porque te amo. Amor é estado de graça e com amor não se paga. Amor é dado de graça, é semeado no vento, na cachoeira, no eclipse. Amor foge a dicionários e a regulamentos vários. Eu te amo porque não amo bastante ou demais a mim. Porque amor não se troca, não se conjuga nem se ama. Porque amor é amor a nada, feliz e forte em si mesmo. Amor é primo da morte, e da morte vencedor, por mais que o matem (e matam) a cada instante de amor.

De acordo com o poema lido, qual é a principal característica do amor?

Questão 28 de 40 Q28 da prova
Leia o poema lido: Eu te amo porque te amo, não precisas ser amante, e nem sempre sabes sê -lo. Eu te amo porque te amo. Amor é estado de graça e com amor não se paga. Amor é dado de graça, é semeado no vento, na cachoeira, no eclipse. Amor foge a dicionários e a regulamentos vários. Eu te amo porque não amo bastante ou demais a mim. Porque amor não se troca, não se conjuga nem se ama. Porque amor é amor a nada, feliz e forte em si mesmo. Amor é primo da morte, e da morte vencedor, por mais que o matem (e matam) a cada instante de amor.

Segundo o texto, o que significa a frase "Amor é estado de graça"?

Questão 29 de 40 Q29 da prova
Leia o poema lido: Eu te amo porque te amo, não precisas ser amante, e nem sempre sabes sê -lo. Eu te amo porque te amo. Amor é estado de graça e com amor não se paga. Amor é dado de graça, é semeado no vento, na cachoeira, no eclipse. Amor foge a dicionários e a regulamentos vários. Eu te amo porque não amo bastante ou demais a mim. Porque amor não se troca, não se conjuga nem se ama. Porque amor é amor a nada, feliz e forte em si mesmo. Amor é primo da morte, e da morte vencedor, por mais que o matem (e matam) a cada instante de amor.

Qual a relação entre o amor e a natureza estabelecida no poema?

Questão 30 de 40 Q30 da prova
Leia o poema lido: Eu te amo porque te amo, não precisas ser amante, e nem sempre sabes sê -lo. Eu te amo porque te amo. Amor é estado de graça e com amor não se paga. Amor é dado de graça, é semeado no vento, na cachoeira, no eclipse. Amor foge a dicionários e a regulamentos vários. Eu te amo porque não amo bastante ou demais a mim. Porque amor não se troca, não se conjuga nem se ama. Porque amor é amor a nada, feliz e forte em si mesmo. Amor é primo da morte, e da morte vencedor, por mais que o matem (e matam) a cada instante de amor.

No poema, o que se pode inferir da frase "Amor foge a dicionários"?

Questão 31 de 40 Q31 da prova
Leia o poema lido: Eu te amo porque te amo, não precisas ser amante, e nem sempre sabes sê -lo. Eu te amo porque te amo. Amor é estado de graça e com amor não se paga. Amor é dado de graça, é semeado no vento, na cachoeira, no eclipse. Amor foge a dicionários e a regulamentos vários. Eu te amo porque não amo bastante ou demais a mim. Porque amor não se troca, não se conjuga nem se ama. Porque amor é amor a nada, feliz e forte em si mesmo. Amor é primo da morte, e da morte vencedor, por mais que o matem (e matam) a cada instante de amor.

Na frase "Amor foge... a regulamentos vários", o termo sublinhado é:

Questão 32 de 40 Q32 da prova

Assinale a alternativa em que o sujeito é indeterminado:

Questão 33 de 40 Q33 da prova

Se eu tivesse o dobro de brigadeiros que tenho, poderia dar dois a cada uma das minhas três irmãs e ainda me sobrariam 4 brigadeiros. Quantos brigadeiros eu tenho:

Questão 34 de 40 Q34 da prova

Entre os números 100 e 150 existem quantos Números Primos:

Questão 35 de 40 Q35 da prova

A empresa “LOGOPLAS” possui três armazéns com 720, 1080 e 1440 paletes de mercadorias. A empresa quer redistribuir as mercadorias em contêineres, de modo que cada contêiner tenha a mesma quantidade de paletes e que essa quantidade seja o maior possível. Em cada contêiner haverá quantos paletes de cada armazém:

Questão 36 de 40 Q36 da prova

A solução X contém 1/4 de álcool e a solução W contém 3/5 de álcool. Se misturarmos 300ml da solução X com 200ml da solução W. Assinale a afirmação CORRETA.

Questão 37 de 40 Q37 da prova

Um tanque de etanol tem capacidade de 12.000 dm³. Se o etanol é vendido em barris de 139 litros cada. Após encher todos os barris quantos litros de etanol sobrarão:

Questão 38 de 40 Q38 da prova

Em uma pesquisa sobre hábitos de leitura, 100 pessoas foram consultadas. Os resultados mostraram que 70% das pessoas leem livros de suspense, 50% leem livros de ficção e 30% leem ambos. Quantas dessas pessoas não leem nenhum desses gêneros:

Questão 39 de 40 Q39 da prova

Um microcomputador é vendido à vista por R$ 2.000,00 ou a prazo com R$ 400,00 de entrada mais quatro parcelas de R$ 500,00 em 4 meses após a compra. A taxa mensal de juros compostos do financiamento foi de: (considere: (1,25)0,25=1,05)

Questão 40 de 40 Q40 da prova

O gráfico abaixo informa a distribuição do número de filhos de 800 funcionários de uma empresa. A mediana do número de filhos é de:

Acertos
Erros
40
Total