No trecho do 6o parágrafo “‘Sorria’ pode ser, portanto, um bom conselho...” o termo destacado indica
Considere o texto a seguir.
A saúde plena assemelha-se felicidade simples. Sorrir é tão benéfico saúde do homem que o ajuda prevenir doenças como depressão. Com relação ao emprego do acento indicativo de crase, lacunas do texto devem der preenchidas, correta e res-pectivamente, por:
O médico desempenha um papel importante na pro- moção da saúde, atuando em todas as etapas da prevenção: primária, secundária e terciária. Assinale a alternativa que corresponde, respectivamente, a exemplos corretos desses três níveis de prevenção.
Uma mulher de 45 anos realiza consultas médicas regu- lares devido a um histórico familiar de câncer de mama. Em uma dessas consultas, foi solicitada uma mamografia de rotina, que detectou uma lesão inicial. Após a biópsia confirmar o diagnóstico, o tratamento foi iniciado imedia - tamente, resultando em um controle eficaz da doença, sem progressão para estágios mais graves. Com base na história natural da doença, assinale a alternativa que descreve corretamente as fases envol- vidas nesse caso.
De acordo com os princípios e diretrizes do Sistema Único de Saúde (SUS), uma das ações que decisivamente con- tribui para o alcance dos seus objetivos é
Paciente, 75 anos, hipertensa e diabética, é acompa- nhada pela mesma equipe de Saúde da Família há mais de 10 anos. A equipe conhece seu histórico, dificuldades e preferências. Recentemente, ao apresentar um quadro de depressão, a equipe elaborou plano individualizado com acompanhamento psicológico e apoio do grupo de idosos da comunidade. O atributo da Atenção Primária à Saúde (APS) que melhor descreve essa situação é o de
São Portas de Entrada às ações e aos serviços de saúde nas Redes de Atenção à Saúde os serviços de atenção primária, de atenção de urgência e emergência, de aten- ção psicossocial, e especiais de acesso aberto. Sobre os serviços especiais de acesso aberto, é correto afirmar que
Um trabalhador rural de 35 anos, contratado como pessoa jurídica (PJ) para atuar como operador de colheitadeira, foi atendido em uma Unidade Básica de Saúde (UBS) após sofrer um acidente de trabalho enquanto manuseava a máquina agrícola. Ele apresenta ferimento corto-con- tuso na mão direita e sinais de infecção local. Durante o atendimento, o trabalhador informou que o acidente ocor-reu devido a um defeito na máquina, que não passava por manutenção regular pela empresa contratante. Com relação à notificação no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN) e às ações de vigilância em saúde do trabalhador, a conduta correta é
De acordo com o Calendário Nacional de Vacinação do Ministério da Saúde, a vacina tríplice viral, que protege contra sarampo, caxumba e rubéola, deve ser admi- nistrada
Na fase de sedação da sequência rápida de intubação, qual sedativo pode ser utilizado em paciente com trauma- tismo cranioencefálico com hipotensão leve, paciente em choque cardiogênico e hipotensão grave e paciente com insuficiência respiratória por crise asmática?
Menino, 3 anos de idade, brincou na piscina o dia todo, saiu apenas para tomar lanche na hora do almoço. Ao anoitecer, estava bem, tomou banho e vomitou 3 vezes, o lanche e líquido claro. Recebeu medicação para vômitos, e vomitou a medicação logo a seguir. Com sede, ingeriu água, suco e refrigerante nas últimas 3 horas e vomitou 4 vezes. Levado ao Pronto-Socorro, estava prostrado, pele quente e avermelhada nas áreas expostas ao sol. Tinha temperatura 38 ºC, FC = 120 bpm, FR = 26 mrm, Sat O2 = 96%, Tec = 4 segundos, pulsos finos. Ausculta cardíaca e pulmonar, e a palpação abdominal, normais. Foi medicado com antiemético sublingual, após 30 minutos iniciou hidratação oral com boa aceitação, mas vomitou. A temperatura foi medida em 38,8 ºC. Foi instituída hidratação IV com soro fisiológico 20 mL/kg em 20 minutos e medicado com antitérmico. Evoluiu com letargia. Para esse caso clínico, indica-se
Menino, 8 anos de idade, estava percorrendo trilha em reserva florestal e foi picado por cobra na perna direita a cerca de 10 cm do tornozelo. A cobra foi identificada como jararaca pelos guias acompanhantes. Refere muita dor no local. No posto do parque foi examinado, o membro inferior direito estava edemaciado e com equimose até o terço inferior da coxa. Foi realizado o tempo de coagulação em 2 tubos, com resultado de 15 minutos. O restante do exame físico estava normal. O diagnóstico e a conduta indicada ao quadro são, respectivamente:
Em surtos epidêmicos de gastroenterites virais, transmiti-dos por água ou alimentos, ocorrendo em todas as faixas etárias, também ocorrendo em casos esporádicos e com 30% dos casos assintomáticos, o agente etiológico mais importante é
Menino, 3 anos de idade, brincava com os presentes no final do aniversário do irmão de 5 anos de idade. O irmão procurou a mãe chorando, dizendo que o irmão engoliu um brinquedo. Havia vários tipos de brinquedo no chão, assustado, o menino não confirmou nem negou ter engolido algo. Estava bem, sem queixas, mas foi levado ao serviço de urgências onde a radiografia de tórax mostrou objeto redondo com duplo halo, com cerca de 25 mm de diâmetro, no terço distal do esôfago. A conduta indicada ao quadro é:
Menina, 2 anos de idade, há 1 dia apresenta quadro que se iniciou como uma lesão eritematosa e evoluiu com bolhas, áreas de erosão e descamação, em região perioral, pescoço e região anterior do tórax, há 1 dia. Está prostrada, não deixa tocar o local e chora no banho. O diagnóstico provável e a conduta indicada ao quadro são, respectivamente:
Menino, 4 meses de idade, em aleitamento materno exclusivo, não ganhou peso adequado na última consulta, há 15 dias interrompe a mamada, chora, e regurgita com frequência. Fica suado, irritado e com a respiração mais rápida. O irmão de 3 anos ficou resfriado há 2 semanas e se recuperou em poucos dias. O lactente foi avaliado por 2 vezes em serviço de urgência, pela alteração respiratória, no primeiro atendimento, foi recomendado soro fisiológico em narinas e verificar temperatura. Há 5 dias foi medicado com amoxicilina e corticosteroide inalatório, sem melhora. Ao exame está afebril, choroso, FC = 124 bpm, FR = 32 mrm, Sat O2 = 93%, ausculta pulmonar com estertores espar- sos bilaterais, abdome globoso, fígado palpável a 4 cm do RCD e baço no RCE. A conduta indicada para o quadro apresentado é:
Menina, 3 anos de idade, apresenta, febre e vômitos há 12 horas. Não aceitou alimentação, chora com fre- quência e refere dor na cabeça, pernas e costas. Há 18 meses realizou cirurgia para implante coclear a direita, com boa evolução. Nega outras patologias. Ao exame está prostrada, chorosa com rigidez de nuca e Kerning-Brudzinski de difícil avaliação. Foi realizada coleta de líquor, de aspecto turvo. No aguardo do resultado, foi iniciado tratamento empírico de acordo com o agente etiológico mais provável para quadro que são, respectivamente:
Menina, 8 anos de idade, tem dor abdominal, náuseas e vômitos há 3 dias. Foi avaliada no primeiro dia de sintomas, recebeu prescrição de antiemético e aguardar possível ocorrência de diarreia. Evolui com pouco apetite, evacuou em pequena quantidade e permanece com muita dor abdominal. Foi realizada ultrassonografia de abdo- me e pelve, complementado com doppler que detectou torção de ovário direito. A conduta indicada é:
São causas de acidose metabólica com anion gap normal e anion gap aumentado, respectivamente: Dado: anion gap = Na –(Cl + HCO3)
Menino, 8 anos de idade, apresenta hiperemia de bochechas há 1 dia e hoje tem exantema maculopapular em tronco e membros. Nega febre, prurido ou dor. Não viajou, ou conhece pessoas com o mesmo quadro. A mãe está realizando exames gerais e reumatológicos por artralgias em várias articulações há 15 dias. O exame físico não tem outras alterações. A orientação foi de avisar o médico da mãe e gestantes com contato com o paciente nas últimas 2 a 3 semanas para avisar o obstetra do pré-natal. Foi liberado para frequência escolar se estiver disposto. O diagnóstico realizado foi
Menino, 9 meses de idade, foi avaliado há 2 dias junto com o irmão de 3 anos de idade por coriza e tosse, com diagnóstico de resfriado. Retorna hoje por choro, recusa alimentar e dificuldade para respirar. Ao exame está pálido, agitado, FR = 62 mrm, FC = 120 bpm, SatO2 = 89%, tiragem de fúrcula, intercostal e subdiafragmática e batimento de asas do nariz. Na ausculta pulmonar há sibilos bilaterais, o fígado é palpável a 3 cm do RCD e baço palpável a 2 cm do RCE. O diagnóstico e tratamento mais adequado ao quadro são, respectivamente:
No tratamento da cetoacidose diabética, a insulinoterapia deve ser administrada
Menina, 4 anos de idade, estava em carro que capotou após bater em caminhão. O pai, que dirigia, faleceu e a mãe fraturou o membro inferior esquerdo. A criança foi resgatada consciente, sem fraturas identificadas, e chegou a sala de emergência 40 minutos após o acidente, com colar cervical, Glasgow modificado de 11, pupilas isocó- ricas, com equimose em região retroauricular esquerda, e escoriações em braço esquerdo, FC = 110 bpm, FR = 22 mrm, SatO2 = 96%. Via aérea livre, ausculta pulmonar simétrica. Abdome flácido, sem massas palpáveis. A bexiga foi esvaziada, com urina clara. Puncionado acesso venoso, mantido colar cervical e foi pedido tomografia de crânio e coluna cervical e reserva de leito de UTI. A seguir, o procedimento mais indicado é:
As complicações sistêmicas do estado de mal convul- sivo são:
Menino, 1 ano e 6 meses de idade, iniciou frequência a creche há 15 dias, a vacinação está completa para a idade, tem coriza e tosse há 2 dias, e hoje apresentou 2 picos febris, 38,7 ºC e 39 ºC, medicados com parace - tamol e está chorando muito. Ao exame há hiperemia e abaulamento bilateral das membranas timpânicas. Não há alterações no restante do exame físico. O diagnóstico e tratamento indicados ao quadro são, respectivamente:
Menina, 10 anos de idade, apresenta vômitos e dor abdominal intensa há 1dia. Nega febre e diarreia, não aceita a alimentação, só água. A mãe considera que emagreceu nos últimos dias. Ao exame está desidratada, FC = 124 bpm; FR = 28 mrm; PA = 90/60 mmHg, pulsos finos, Tec = 4 segundos. Não há sinal de irritação perito- neal. O restante do exame não tem alterações. Foi inicia - do soro fisiológico 20 mL/kg/ em 20 minutos. De acordo com a hipótese diagnóstica, os exames iniciais indicados ao quadro apresentado são:
Menino, 4 anos de idade, apresenta tosse com secreção e dificuldade para respirar de início abrupto e 2 evacua- ções diarreicas. Ao exame está sudoreico, com pupilas mióticas, FC = 85 bpm, FR = 28 mrm, SatO2 = 92%, pul- sos palpáveis. Ausculta pulmonar com expansão e MV simétricos com sibilos bilaterais. Estava bem, passou o sábado com os pais, foram a um abrigo de cães onde brincou e abraçou os animais (todos vacinados, ver- mífugados e medicados para pulgas e carrapatos com solução aplicada naquele mesmo dia), foi lambido, mas não mordido ou arranhado. Almoçaram em uma rede de lanches e foram para a área de recreação infantil do shopping, nega quedas, ou contusões. O diagnóstico e a conduta inicial mais adequados ao quadro são, respectivamente:
Menino, 4 anos de idade, há 15 dias apresentou febre, coriza, tosse e sibilância, foi medicado com antitér- mico e salbutamol spray. Outras crianças de sua clas- se e uma professora tiveram quadros semelhantes. Evolui com tosse, náuseas, fezes amolecidas. Ocor- reram picos febris durante todo período. Há 2 dias, tem hiperemia conjuntival bilateral e manchas vermelhas no tórax. Ao exame está afebril, prostrado, FC = 120 bpm, FR = 25 mrm, Sat O2 = 94%, lábios secos, enantema, exantema maculopapular em tórax e abdome. Abdome flácido, fígado e baço não palpáveis. A hipótese diagnóstica e conduta mais adequada ao quadro apresentado são, respectivamente:
Menino, 3 anos de idade, tem tosse há 6 dias. Iniciou picos febris por 2 dias, com coriza, tosse seca, dor de cabeça e em membros. Evoluiu afebril, com tosse com secreção. Há 2 dias voltou a ter febre, vômitos de catarro após tosse e recusa de alimentos. Ao exame, está em regular estado geral, hidratado, FR = 30 mrm, FC = 104 bpm, PA = 90/60 mmHg, Sat O2 = 93%, orofa- ringe e membranas timpânicas levemente hiperemiadas, roncos e estertores em todos os campos pulmonares, abdome flácido, fígado e baço não palpáveis. O diagnóstico mais provável e a conduta indicada são, respectivamente:
Menina, 3 anos de idade, estava em casa, brincando e perdeu a consciência, apresentou movimentos dos mem- bros superiores e inferiores por cerca de 5 minutos. O tra- jeto para o hospital durou 15 minutos, apresentou novos movimentos em membros, urinou, não retomou consciên- cia. Na sala de urgência, voltou a apresentar movimentos tônico-clônicos por 3 minutos, foi medicada com midazo- lam intranasal, recebeu oxigênio por máscara, enquanto se puncionava acesso venoso. Após 10 minutos voltou a apresentar convulsão generalizada. O diagnóstico e a conduta inicial indicada ao quadro são, respectivamente:
Menino, 6 anos de idade, está na sala de observação há 8 horas por febre, toxemia, cefaleia, tosse, e hipe- remia de conjuntivas, aguardando exames. Na troca de plantão foi reavaliado e observado enantema, manchas de Koplik e início de exantema morbiliforme em região retroauricular e pescoço. A conduta indicada para o paciente e as outras 6 crianças e acompanhantes que se encontram, também, na sala de observação é:
Menino, 3 anos de idade, estava em casa, brincando e perdeu a consciência, apresentou movimentos dos mem- bros superiores e inferiores por cerca de 5 minutos. O tra- jeto para o hospital durou 15 minutos, apresentou novos movimentos em membros, urinou, não retomou consciên- cia. Na sala de urgência, voltou a apresentar movimentos tônico-clônicos por 3 minutos, foi medicada com midazo- lam intranasal, recebeu oxigênio por máscara, enquanto se puncionava acesso venoso. Após 10 minutos voltou a apresentar convulsão generalizada. O diagnóstico e a conduta inicial indicada ao quadro são, respectivamente:




























