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Prova Médico Neurologista - Pref. Montes Claros/MG
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Questão 1 de 40 Q1 da prova

As lesões dos nervos cranianos são comuns na prática clínica. Após trauma orbitário, paciente apresentam-se ambas as íris no mesmo plano horizontal, porém, com midríase à esquerda, ptose ipsilateral e estrabismo divergente. Analise as assertivas a seguir. I. Trata-se de lesão isolada da porção parassimpática e motora do nervo oculomotor à esquerda. PORQUE II. Em uma lesão do nervo oculomotor unilateral exclusiva ocorre exotropia, predomínio simpático, denervação do músculo elevador da pálpebra superior e olhos no mesmo plano horizontal. Assinale a alternativa que apresenta a assertiva CORRETA.

Questão 2 de 40 Q2 da prova

Em relação ao CGRP e sua relação com seus receptores, assinale a alternativa CORRETA.

Questão 3 de 40 Q3 da prova

Considere a Escala de Ashworth modificada e a sua aplicabilidade em neurologia, para analisar analise as proposições a seguir. I. A escala de Ashworth modificada diferencia-se da de Ashworth pelo acréscimo de um quesito apenas, sendo de 0 a 5, com existência do quesito 1 e 1+; portanto, é composta de 6 itens. PORQUE II. Ao acrescentar o item 1+, torna-se mais assertiva a escala, principalmente em casos de espasticidade associada à contratura. Assinale a alternativa que apresenta a proposição CORRETA.

Questão 4 de 40 Q4 da prova

Sobre a CADASIL, assinale a alternativa CORRETA.

Questão 5 de 40 Q5 da prova

Um paciente, ao realizar manobra de Dix-halpike, apresenta, após 10 segundos, do lado direito, nistagmo vertical com componente rotatório (torsional) anti-horário e fase rápida para baixo. Considerando esse caso, assinale a alternativa CORRETA.

Questão 6 de 40 Q6 da prova

Um homem morador de rua, 35 anos, foi internado em coma. A história não estava disponível, apenas suposição de que ele bebia muito. No exame físico, ele tinha respiração periódica. Sua pontuação na escala de coma de Glasgow (GCS) foi 3. Ele foi rapidamente intubado e colocado em ventilação mecânica. Após o tratamento com tiamina e glicose, não houve mudança na sua GCS. Resultado de exames : • glicemia plasmática: 88 mg/dl • líquido cefalorraquidiano: proteína total: 2,4 g/L (0,15–0,45) glicose: 40 mg/dl contagem de células: 12/µL (≤5) contagem de linfócitos: 100% (60–70) • Coloração de Gram e coloração de bacilo álcool-ácido resistente com ausência de coloração • Tomografia computadorizada (TC) do encéfalo: ventrículos aumentados Qual é o diagnóstico mais provável?

Questão 7 de 40 Q7 da prova

Paciente feminina, 30 anos, previamente hígida e sem história pregressa patológica significativa, relata cefaleia de 3 meses de evolução, holocraniana e contínua, intensidade 4 em 10, sem fatores de alívio ou piora. Relata, ainda, há 2 semanas diminuição da visão. O exame neurológico mostra papiledema bilateral, visão 20/40 bilateralmente e RNM do encéfalo normal. Analise as proposições a seguir: I. A disfunção da drenagem linfática e glinfática tem sido sugerido como um mecanismo para a patogênese desta patologia, provavelmente coexistindo em conjunto com uma restrição no fluxo venoso. PORQUE II. Embora nenhum estudo tenha demonstrado evidências confiáveis de um mecanismo patológico por trás dessa falha da drenagem glinfática, é sugestivo que isso pode ocorrer por meio de alterações da interface glia-neuro-vascular, especificamente nos pés astrocíticos contendo canais AQP4. Assinale a alternativa que apresenta a proposição CORRETA.

Questão 8 de 40 Q8 da prova

Um paciente relata apresentar abalos clônicos em membros inferiores como se estivesse pedalando, com duração de cerca de 1 minuto, e depois perde a consciência. A acompanhante relata, após essa fase, iniciar movimentos tônico-clônicos generalizados e morder a língua. De acordo com a classificação atual das crises convulsivas, trata-se de

Questão 9 de 40 Q9 da prova

Em relação ao tratamento da síndrome de Dravet, encefalopatia epileptoide grave da infância, é medicação de primeira linha

Questão 10 de 40 Q10 da prova

Em relação à trigonocefalia, assinale a afirmativa CORRETA.

Questão 11 de 40 Q11 da prova
Considere a figura a seguir, que apresenta uma imagem de ressonância nuclear magnética (RNM) com alteração típica no encéfalo, para responder a esta questão. SONAM, K.; BINDU, P.S.; GAYATHRI N. et al. The “double panda” sign in Leigh disease. Journal of Child Neurology. 2014, v. 29, n. 7, p. 980-982.

Analise as afirmativas sobre a RNM. I. O diagnóstico da doença de Wilson não pode ser baseado apenas nesta imagem. PORQUE II. O sinal do panda gigante pode estar presente na sarcoidose e síndrome de Leight. Assinale a alternativa CORRETA.

Questão 12 de 40 Q12 da prova

Sobre a hidrocefalia de pressão normal, é CORRETO afirmar que apresenta, para seu diagnóstico,

Questão 13 de 40 Q13 da prova

O transtorno de espectro autista tem sido cada vez mais estudado e motivo frequente de consulta em neurologia. Analise as assertivas a seguir sobre esse assunto: I. Embora a melhoria geral nas habilidades linguísticas da infância à idade adulta (ou seja, recuperação) tenha sido consistentemente relatada no autismo em pesquisas, dificuldades persistentes de linguagem também foram observadas. As habilidades de linguagem de crianças autistas com QI < 70 se estabilizam após o período escolar, em contraste com o que foi relatado para crianças com maior funcionamento intelectual. PORQUE II. Há evidências de que o prejuízo da linguagem contribui para a redução do nível intelectual ao longo do tempo em alguns indivíduos autistas. Isso pode sugerir que no autismo ocorre um processo de alinhamento de habilidades ao longo da vida, resultando em perfis de adultos autistas menos heterogêneos do que as de crianças autistas. Assinale a alternativa que apresenta a assertiva CORRETA.

Questão 14 de 40 Q14 da prova

Sobre o parkinsonismo plus (SPP), assinale a alternativa CORRETA.

Questão 15 de 40 Q15 da prova

Um paciente masculino, 59 anos, chega ao pronto-socorro relatando episódio de dor abdominal de início há 20 horas, associado à perda de força em membros inferiores. Relata, ainda, que a paraparesia teve início de forma rapidamente progressiva, mas intermitente, com 2 episódios distintos, ambos com recuperação completa. Porém, há 5 horas perdeu completamente a força e persiste o déficit até o momento. Ao exame, nota-se paraplegia com bexigoma, arreflexia patelar e aquileu, anestesia dolorosa abaixo de T11 com preservação da palestesia e batiestesia. O paciente foi encaminhado para a ressonância magnética, a qual evidenciou alteração de sinal medular de T9 a T12. Notou-se, também, dissecção aórtica torácica nos segmentos médio, inferior e porção superior da aorta lombar. A causa provável da síndrome medular é

Questão 16 de 40 Q16 da prova

A Lei Orgânica do município de Montes Claros (MG) divide o município nas categorias de sede, cidade e distritos. Para a criação de um novo distrito, é necessária

Questão 17 de 40 Q17 da prova

Analise as afirmativas a seguir sobre as competências do município de Montes Claros (MG), conforme a sua Lei Orgânica. I- Compete ao município de Montes Claros (MG) as eleições diretas aos cargos públicos de prefeito, vice-prefeito e seus vereadores. II- Compete ao município estabelecer normas de edificação, de loteamento, arruamento e zoneamento urbano e rural. III- Compete ao município manter programas de educação do pré-escolar e do ensino fundamental, com cooperação financeira e técnica da União e do Estado de Minas Gerais. Está(ão) CORRETA(S) a(s) afirmativa(s)

Questão 18 de 40 Q18 da prova

A posse dos vereadores e a eleição da mesa diretora da Câmara Municipal ocorre no primeiro dia de janeiro do ano sob a presidência do Juiz de Direito da Comarca do município. O vereador que não tomar posse nessa primeira reunião, deve fazê-lo, observando o motivo justo e aceito pela maioria absoluta dos membros da Câmara, no prazo de

Questão 19 de 40 Q19 da prova

A Câmara Municipal de Montes Claros (MG), baseada nos Art. 44 e 45 da Lei Orgânica do município, estabelece regras ao cargo de vereador. Marque a alternativa que apresenta motivo para perda do mandato de vereador do município.

Questão 20 de 40 Q20 da prova

Analise os itens a seguir considerando os objetivos da assistência social a ser prestada pelo município a quem dela necessitar, constantes na Lei Orgânica do município de Montes Claros (MG). I- a proteção à família, à maternidade, à infância, à adolescência e à velhice. II- o amparo às crianças e adolescentes carentes. III- a promoção da integração ao mercado de trabalho. IV- a promoção e integração à vida comunitária. Estão CORRETOS os itens

Questão 21 de 40 Q21 da prova

Analise o seguinte fragmento de texto. A vacância é o termo genérico utilizado para indicar que um cargo público está desocupado. No município de Montes Claros (MG), o cargo público de operador encontra-se desocupado em decorrência da _______________ do servidor, pois, mesmo tendo tomado posse, ele não entrou em exercício no prazo estabelecido por lei. A palavra que completa corretamente a lacuna do fragmento de texto apresentado é

Questão 22 de 40 Q22 da prova

Analise o seguinte fragmento de texto. O servidor L. L. solicitou suas férias, porém, conforme a Lei n.º 3.175, de 23 de dezembro de 2003, elas são concedidas de acordo com

Questão 23 de 40 Q23 da prova

Analise as afirmativas a seguir sobre as vedações e os direitos do servidor público. I- O servidor público não pode usar do cargo nomeado e empossado para obter qualquer favorecimento, para si ou para outrem. II- Ao servidor público é vedado promover ou participar de jogo de azar dentro das dependências do serviço público. III- O servidor público deve ser probo, leal e justo, demonstrando toda a integridade do seu caráter, escolhendo sempre, quando estiver diante de mais uma opção, a melhor e a mais vantajosa para o bem-estar comum. IV- O servidor, ao faltar o trabalho, motivado por doença, deve apresentar atestado médico ao superior imediato no prazo de 72 (setenta e duas) horas. Estão CORRETAS as afirmativas

Questão 24 de 40 Q24 da prova

Analise as afirmativas a seguir, considerando os princípios a que a Administração Pública deve obedecer. I- A moralidade da Administração Pública limita-se à distinção entre o bem e o mal, devendo ser acrescida da ideia de que o fim é sempre o bem comum. II- Os fatos e os atos verificados na conduta do dia a dia da vida privada do servidor podem acrescer ou diminuir o seu bom conceito na vida funcional. III- A remuneração do servidor público é custeada pelos tributos pagos direta ou indiretamente por todos, até por ele próprio. Está(ão) CORRETA(S) a(s) afirmativa(s)

Questão 25 de 40 Q25 da prova

O servidor goza, por ano, obrigatoriamente, 30 (trinta) dias consecutivos de férias, sem prejuízo da remuneração. Analise as afirmativas a seguir sobre as férias dos servidores do município de Montes Claros (MG). I- O servidor que gozar de licença sem vencimento, ao retornar ao serviço, não compromete o período das suas férias. II- O servidor estudante tem o direito de solicitar que as suas férias coincidam com as férias escolares. III- As férias podem ser acumuladas até o máximo de 2 (dois) períodos, de acordo com o artigo 85 da Lei n.º 3.175/2003, ressalvado o disposto no artigo 87 e nas hipóteses de legislação específica. Está(ão) CORRETAS a(s) afirmativa(s)

Questão 26 de 40 Q26 da prova
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda às questões que a ele se referem. Texto 01 Qual a altura do céu? Bruna Lauer Uma mulher que, no auge dos seus 30 e poucos, carrega em seu currículo uma página no Instagram de sucesso, um podcast de sucesso, um livro de sucesso, inspira milhares de pessoas e, ainda, confessa querer mais. Dizem que o céu é o limite e fico me perguntando qual seria a altura do céu de cada um. O dela me parece ser bem alto e, inclusive, faz sentido. Com tanta vida pela frente, é preciso haver espaço para crescimento e conquistas que a motivem a ir além. Mas escutando uma entrevista com a empreendedora, ela confessa ter vivido uma recente crise de pânico devido à sobrecarga de sua agenda de trabalho, além de lidar com uma gastrite crônica. E fico imaginando se não deveria ser o corpo esse tal limite. Será que é a hora de discutirmos até onde vai este céu? Estamos cercados de histórias de pessoas que “deram certo”, muitas vezes assistindo a seus voos acrobáticos, desconhecendo as horas de treino e, o pior, o que de mais acontece em terra firme. Como escritora e comunicadora, via naquela carreira cheia de conquistas uma inspiração. Queria que a minha voz também chegasse assim, tão longe. Mas, ao ter acesso aos bastidores, após eu mesma ter passado por uma crise de ansiedade, uma infecção hospitalar e um câncer de mama, não senti vontade de experimentar suas asas. Acreditamos que sucesso seja este voo alto e bonito que olhamos com os dois pés no chão, apenas imaginando como seria estar ali. Mas hoje, ao pensar nesse tema, quem me vem à mente é meu amigo Carlinhos. Você provavelmente nunca ouviu falar dele, um morador da zona rural de Monteiro Lobato, que trabalha na roça e vive com sua esposa e filho no local em que nasceu. Nunca saiu do chão e, mesmo assim, é nele que penso. Me sinto inspirada por sua forma íntegra de agir e viver em harmonia com a natureza, por sua sabedoria aprendida com os mais velhos e sua generosidade em nos ensinar. Carlinhos diz não precisar de mais nada, pois sabe que já tem o bem mais caro: liberdade. Claro que sua vida também não é perfeita, inclusive porque apenas vidas imperfeitas podem ser reais e possíveis de serem sustentadas por anos. Ainda assim, se precisasse escolher, preferiria seu par de asas quebrado. Quantos exemplos de uma vida equilibrada e, em certa medida, feliz, estão caminhando anonimamente pelas ruas do seu bairro e você nunca os notou? Pessoas que poderiam nos inspirar, não pela altura de suas conquistas, mas pelo resultado de todos os anos vividos. Histórias desconhecidas que, exatamente pela falta de algo para exibir, sejam plenas na mesma medida em que parecem desinteressantes para os nossos olhos que se viciaram em olhar para o alto, buscando voos ornamentais sem parar. Me lembro de uma citação de Clarice Lispector, de Uma aprendizagem ou o livro dos prazeres (Rocco), que diz “De algum modo já aprendera que cada dia nunca era comum, era sempre extraordinário. E que a ela cabia sofrer o dia ou ter prazer nele. Ela queria o prazer do extraordinário que era tão simples de encontrar nas coisas comuns: não era necessário que a coisa fosse extraordinária para que nela se sentisse o extraordinário”. Refletindo sobre isso, o céu do Carlinhos pode parecer baixo para muitos. Fico me perguntando se este céu bem baixinho não seja exatamente a melhor forma de estar mais perto do que é divino.

Analise as afirmativas a seguir, tendo em vista as ideias que se podem inferir do texto.

Questão 27 de 40 Q27 da prova
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda às questões que a ele se referem. Texto 01 Qual a altura do céu? Bruna Lauer Uma mulher que, no auge dos seus 30 e poucos, carrega em seu currículo uma página no Instagram de sucesso, um podcast de sucesso, um livro de sucesso, inspira milhares de pessoas e, ainda, confessa querer mais. Dizem que o céu é o limite e fico me perguntando qual seria a altura do céu de cada um. O dela me parece ser bem alto e, inclusive, faz sentido. Com tanta vida pela frente, é preciso haver espaço para crescimento e conquistas que a motivem a ir além. Mas escutando uma entrevista com a empreendedora, ela confessa ter vivido uma recente crise de pânico devido à sobrecarga de sua agenda de trabalho, além de lidar com uma gastrite crônica. E fico imaginando se não deveria ser o corpo esse tal limite. Será que é a hora de discutirmos até onde vai este céu? Estamos cercados de histórias de pessoas que “deram certo”, muitas vezes assistindo a seus voos acrobáticos, desconhecendo as horas de treino e, o pior, o que de mais acontece em terra firme. Como escritora e comunicadora, via naquela carreira cheia de conquistas uma inspiração. Queria que a minha voz também chegasse assim, tão longe. Mas, ao ter acesso aos bastidores, após eu mesma ter passado por uma crise de ansiedade, uma infecção hospitalar e um câncer de mama, não senti vontade de experimentar suas asas. Acreditamos que sucesso seja este voo alto e bonito que olhamos com os dois pés no chão, apenas imaginando como seria estar ali. Mas hoje, ao pensar nesse tema, quem me vem à mente é meu amigo Carlinhos. Você provavelmente nunca ouviu falar dele, um morador da zona rural de Monteiro Lobato, que trabalha na roça e vive com sua esposa e filho no local em que nasceu. Nunca saiu do chão e, mesmo assim, é nele que penso. Me sinto inspirada por sua forma íntegra de agir e viver em harmonia com a natureza, por sua sabedoria aprendida com os mais velhos e sua generosidade em nos ensinar. Carlinhos diz não precisar de mais nada, pois sabe que já tem o bem mais caro: liberdade. Claro que sua vida também não é perfeita, inclusive porque apenas vidas imperfeitas podem ser reais e possíveis de serem sustentadas por anos. Ainda assim, se precisasse escolher, preferiria seu par de asas quebrado. Quantos exemplos de uma vida equilibrada e, em certa medida, feliz, estão caminhando anonimamente pelas ruas do seu bairro e você nunca os notou? Pessoas que poderiam nos inspirar, não pela altura de suas conquistas, mas pelo resultado de todos os anos vividos. Histórias desconhecidas que, exatamente pela falta de algo para exibir, sejam plenas na mesma medida em que parecem desinteressantes para os nossos olhos que se viciaram em olhar para o alto, buscando voos ornamentais sem parar. Me lembro de uma citação de Clarice Lispector, de Uma aprendizagem ou o livro dos prazeres (Rocco), que diz “De algum modo já aprendera que cada dia nunca era comum, era sempre extraordinário. E que a ela cabia sofrer o dia ou ter prazer nele. Ela queria o prazer do extraordinário que era tão simples de encontrar nas coisas comuns: não era necessário que a coisa fosse extraordinária para que nela se sentisse o extraordinário”. Refletindo sobre isso, o céu do Carlinhos pode parecer baixo para muitos. Fico me perguntando se este céu bem baixinho não seja exatamente a melhor forma de estar mais perto do que é divino.

Analise as afirmativas a seguir, tendo em vista as ideias veiculadas pelo texto.

Questão 28 de 40 Q28 da prova
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda às questões que a ele se referem. Texto 01 Qual a altura do céu? Bruna Lauer Uma mulher que, no auge dos seus 30 e poucos, carrega em seu currículo uma página no Instagram de sucesso, um podcast de sucesso, um livro de sucesso, inspira milhares de pessoas e, ainda, confessa querer mais. Dizem que o céu é o limite e fico me perguntando qual seria a altura do céu de cada um. O dela me parece ser bem alto e, inclusive, faz sentido. Com tanta vida pela frente, é preciso haver espaço para crescimento e conquistas que a motivem a ir além. Mas escutando uma entrevista com a empreendedora, ela confessa ter vivido uma recente crise de pânico devido à sobrecarga de sua agenda de trabalho, além de lidar com uma gastrite crônica. E fico imaginando se não deveria ser o corpo esse tal limite. Será que é a hora de discutirmos até onde vai este céu? Estamos cercados de histórias de pessoas que “deram certo”, muitas vezes assistindo a seus voos acrobáticos, desconhecendo as horas de treino e, o pior, o que de mais acontece em terra firme. Como escritora e comunicadora, via naquela carreira cheia de conquistas uma inspiração. Queria que a minha voz também chegasse assim, tão longe. Mas, ao ter acesso aos bastidores, após eu mesma ter passado por uma crise de ansiedade, uma infecção hospitalar e um câncer de mama, não senti vontade de experimentar suas asas. Acreditamos que sucesso seja este voo alto e bonito que olhamos com os dois pés no chão, apenas imaginando como seria estar ali. Mas hoje, ao pensar nesse tema, quem me vem à mente é meu amigo Carlinhos. Você provavelmente nunca ouviu falar dele, um morador da zona rural de Monteiro Lobato, que trabalha na roça e vive com sua esposa e filho no local em que nasceu. Nunca saiu do chão e, mesmo assim, é nele que penso. Me sinto inspirada por sua forma íntegra de agir e viver em harmonia com a natureza, por sua sabedoria aprendida com os mais velhos e sua generosidade em nos ensinar. Carlinhos diz não precisar de mais nada, pois sabe que já tem o bem mais caro: liberdade. Claro que sua vida também não é perfeita, inclusive porque apenas vidas imperfeitas podem ser reais e possíveis de serem sustentadas por anos. Ainda assim, se precisasse escolher, preferiria seu par de asas quebrado. Quantos exemplos de uma vida equilibrada e, em certa medida, feliz, estão caminhando anonimamente pelas ruas do seu bairro e você nunca os notou? Pessoas que poderiam nos inspirar, não pela altura de suas conquistas, mas pelo resultado de todos os anos vividos. Histórias desconhecidas que, exatamente pela falta de algo para exibir, sejam plenas na mesma medida em que parecem desinteressantes para os nossos olhos que se viciaram em olhar para o alto, buscando voos ornamentais sem parar. Me lembro de uma citação de Clarice Lispector, de Uma aprendizagem ou o livro dos prazeres (Rocco), que diz “De algum modo já aprendera que cada dia nunca era comum, era sempre extraordinário. E que a ela cabia sofrer o dia ou ter prazer nele. Ela queria o prazer do extraordinário que era tão simples de encontrar nas coisas comuns: não era necessário que a coisa fosse extraordinária para que nela se sentisse o extraordinário”. Refletindo sobre isso, o céu do Carlinhos pode parecer baixo para muitos. Fico me perguntando se este céu bem baixinho não seja exatamente a melhor forma de estar mais perto do que é divino.

Analise as passagens do texto a seguir, tendo em vista o uso da linguagem metafórica como recurso de expressão.

Questão 29 de 40 Q29 da prova
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda às questões que a ele se referem. Texto 01 Qual a altura do céu? Bruna Lauer Uma mulher que, no auge dos seus 30 e poucos, carrega em seu currículo uma página no Instagram de sucesso, um podcast de sucesso, um livro de sucesso, inspira milhares de pessoas e, ainda, confessa querer mais. Dizem que o céu é o limite e fico me perguntando qual seria a altura do céu de cada um. O dela me parece ser bem alto e, inclusive, faz sentido. Com tanta vida pela frente, é preciso haver espaço para crescimento e conquistas que a motivem a ir além. Mas escutando uma entrevista com a empreendedora, ela confessa ter vivido uma recente crise de pânico devido à sobrecarga de sua agenda de trabalho, além de lidar com uma gastrite crônica. E fico imaginando se não deveria ser o corpo esse tal limite. Será que é a hora de discutirmos até onde vai este céu? Estamos cercados de histórias de pessoas que “deram certo”, muitas vezes assistindo a seus voos acrobáticos, desconhecendo as horas de treino e, o pior, o que de mais acontece em terra firme. Como escritora e comunicadora, via naquela carreira cheia de conquistas uma inspiração. Queria que a minha voz também chegasse assim, tão longe. Mas, ao ter acesso aos bastidores, após eu mesma ter passado por uma crise de ansiedade, uma infecção hospitalar e um câncer de mama, não senti vontade de experimentar suas asas. Acreditamos que sucesso seja este voo alto e bonito que olhamos com os dois pés no chão, apenas imaginando como seria estar ali. Mas hoje, ao pensar nesse tema, quem me vem à mente é meu amigo Carlinhos. Você provavelmente nunca ouviu falar dele, um morador da zona rural de Monteiro Lobato, que trabalha na roça e vive com sua esposa e filho no local em que nasceu. Nunca saiu do chão e, mesmo assim, é nele que penso. Me sinto inspirada por sua forma íntegra de agir e viver em harmonia com a natureza, por sua sabedoria aprendida com os mais velhos e sua generosidade em nos ensinar. Carlinhos diz não precisar de mais nada, pois sabe que já tem o bem mais caro: liberdade. Claro que sua vida também não é perfeita, inclusive porque apenas vidas imperfeitas podem ser reais e possíveis de serem sustentadas por anos. Ainda assim, se precisasse escolher, preferiria seu par de asas quebrado. Quantos exemplos de uma vida equilibrada e, em certa medida, feliz, estão caminhando anonimamente pelas ruas do seu bairro e você nunca os notou? Pessoas que poderiam nos inspirar, não pela altura de suas conquistas, mas pelo resultado de todos os anos vividos. Histórias desconhecidas que, exatamente pela falta de algo para exibir, sejam plenas na mesma medida em que parecem desinteressantes para os nossos olhos que se viciaram em olhar para o alto, buscando voos ornamentais sem parar. Me lembro de uma citação de Clarice Lispector, de Uma aprendizagem ou o livro dos prazeres (Rocco), que diz “De algum modo já aprendera que cada dia nunca era comum, era sempre extraordinário. E que a ela cabia sofrer o dia ou ter prazer nele. Ela queria o prazer do extraordinário que era tão simples de encontrar nas coisas comuns: não era necessário que a coisa fosse extraordinária para que nela se sentisse o extraordinário”. Refletindo sobre isso, o céu do Carlinhos pode parecer baixo para muitos. Fico me perguntando se este céu bem baixinho não seja exatamente a melhor forma de estar mais perto do que é divino.

Analise os itens a seguir, tendo em vista os recursos usados na construção do texto.

Questão 30 de 40 Q30 da prova
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda às questões que a ele se referem. Texto 01 Qual a altura do céu? Bruna Lauer Uma mulher que, no auge dos seus 30 e poucos, carrega em seu currículo uma página no Instagram de sucesso, um podcast de sucesso, um livro de sucesso, inspira milhares de pessoas e, ainda, confessa querer mais. Dizem que o céu é o limite e fico me perguntando qual seria a altura do céu de cada um. O dela me parece ser bem alto e, inclusive, faz sentido. Com tanta vida pela frente, é preciso haver espaço para crescimento e conquistas que a motivem a ir além. Mas escutando uma entrevista com a empreendedora, ela confessa ter vivido uma recente crise de pânico devido à sobrecarga de sua agenda de trabalho, além de lidar com uma gastrite crônica. E fico imaginando se não deveria ser o corpo esse tal limite. Será que é a hora de discutirmos até onde vai este céu? Estamos cercados de histórias de pessoas que “deram certo”, muitas vezes assistindo a seus voos acrobáticos, desconhecendo as horas de treino e, o pior, o que de mais acontece em terra firme. Como escritora e comunicadora, via naquela carreira cheia de conquistas uma inspiração. Queria que a minha voz também chegasse assim, tão longe. Mas, ao ter acesso aos bastidores, após eu mesma ter passado por uma crise de ansiedade, uma infecção hospitalar e um câncer de mama, não senti vontade de experimentar suas asas. Acreditamos que sucesso seja este voo alto e bonito que olhamos com os dois pés no chão, apenas imaginando como seria estar ali. Mas hoje, ao pensar nesse tema, quem me vem à mente é meu amigo Carlinhos. Você provavelmente nunca ouviu falar dele, um morador da zona rural de Monteiro Lobato, que trabalha na roça e vive com sua esposa e filho no local em que nasceu. Nunca saiu do chão e, mesmo assim, é nele que penso. Me sinto inspirada por sua forma íntegra de agir e viver em harmonia com a natureza, por sua sabedoria aprendida com os mais velhos e sua generosidade em nos ensinar. Carlinhos diz não precisar de mais nada, pois sabe que já tem o bem mais caro: liberdade. Claro que sua vida também não é perfeita, inclusive porque apenas vidas imperfeitas podem ser reais e possíveis de serem sustentadas por anos. Ainda assim, se precisasse escolher, preferiria seu par de asas quebrado. Quantos exemplos de uma vida equilibrada e, em certa medida, feliz, estão caminhando anonimamente pelas ruas do seu bairro e você nunca os notou? Pessoas que poderiam nos inspirar, não pela altura de suas conquistas, mas pelo resultado de todos os anos vividos. Histórias desconhecidas que, exatamente pela falta de algo para exibir, sejam plenas na mesma medida em que parecem desinteressantes para os nossos olhos que se viciaram em olhar para o alto, buscando voos ornamentais sem parar. Me lembro de uma citação de Clarice Lispector, de Uma aprendizagem ou o livro dos prazeres (Rocco), que diz “De algum modo já aprendera que cada dia nunca era comum, era sempre extraordinário. E que a ela cabia sofrer o dia ou ter prazer nele. Ela queria o prazer do extraordinário que era tão simples de encontrar nas coisas comuns: não era necessário que a coisa fosse extraordinária para que nela se sentisse o extraordinário”. Refletindo sobre isso, o céu do Carlinhos pode parecer baixo para muitos. Fico me perguntando se este céu bem baixinho não seja exatamente a melhor forma de estar mais perto do que é divino.

Analise as passagens a seguir, tendo em vista a presença de marcas de coloquialidade em relação aos usos do pronome oblíquo átono “me”.

Questão 31 de 40 Q31 da prova
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda às questões que a ele se referem. Texto 01 Qual a altura do céu? Bruna Lauer Uma mulher que, no auge dos seus 30 e poucos, carrega em seu currículo uma página no Instagram de sucesso, um podcast de sucesso, um livro de sucesso, inspira milhares de pessoas e, ainda, confessa querer mais. Dizem que o céu é o limite e fico me perguntando qual seria a altura do céu de cada um. O dela me parece ser bem alto e, inclusive, faz sentido. Com tanta vida pela frente, é preciso haver espaço para crescimento e conquistas que a motivem a ir além. Mas escutando uma entrevista com a empreendedora, ela confessa ter vivido uma recente crise de pânico devido à sobrecarga de sua agenda de trabalho, além de lidar com uma gastrite crônica. E fico imaginando se não deveria ser o corpo esse tal limite. Será que é a hora de discutirmos até onde vai este céu? Estamos cercados de histórias de pessoas que “deram certo”, muitas vezes assistindo a seus voos acrobáticos, desconhecendo as horas de treino e, o pior, o que de mais acontece em terra firme. Como escritora e comunicadora, via naquela carreira cheia de conquistas uma inspiração. Queria que a minha voz também chegasse assim, tão longe. Mas, ao ter acesso aos bastidores, após eu mesma ter passado por uma crise de ansiedade, uma infecção hospitalar e um câncer de mama, não senti vontade de experimentar suas asas. Acreditamos que sucesso seja este voo alto e bonito que olhamos com os dois pés no chão, apenas imaginando como seria estar ali. Mas hoje, ao pensar nesse tema, quem me vem à mente é meu amigo Carlinhos. Você provavelmente nunca ouviu falar dele, um morador da zona rural de Monteiro Lobato, que trabalha na roça e vive com sua esposa e filho no local em que nasceu. Nunca saiu do chão e, mesmo assim, é nele que penso. Me sinto inspirada por sua forma íntegra de agir e viver em harmonia com a natureza, por sua sabedoria aprendida com os mais velhos e sua generosidade em nos ensinar. Carlinhos diz não precisar de mais nada, pois sabe que já tem o bem mais caro: liberdade. Claro que sua vida também não é perfeita, inclusive porque apenas vidas imperfeitas podem ser reais e possíveis de serem sustentadas por anos. Ainda assim, se precisasse escolher, preferiria seu par de asas quebrado. Quantos exemplos de uma vida equilibrada e, em certa medida, feliz, estão caminhando anonimamente pelas ruas do seu bairro e você nunca os notou? Pessoas que poderiam nos inspirar, não pela altura de suas conquistas, mas pelo resultado de todos os anos vividos. Histórias desconhecidas que, exatamente pela falta de algo para exibir, sejam plenas na mesma medida em que parecem desinteressantes para os nossos olhos que se viciaram em olhar para o alto, buscando voos ornamentais sem parar. Me lembro de uma citação de Clarice Lispector, de Uma aprendizagem ou o livro dos prazeres (Rocco), que diz “De algum modo já aprendera que cada dia nunca era comum, era sempre extraordinário. E que a ela cabia sofrer o dia ou ter prazer nele. Ela queria o prazer do extraordinário que era tão simples de encontrar nas coisas comuns: não era necessário que a coisa fosse extraordinária para que nela se sentisse o extraordinário”. Refletindo sobre isso, o céu do Carlinhos pode parecer baixo para muitos. Fico me perguntando se este céu bem baixinho não seja exatamente a melhor forma de estar mais perto do que é divino.

Analise as afirmativas a seguir, tendo em vista a estrutura morfossintática da passagem “Fico me perguntando se este céu bem baixinho não seja exatamente a melhor forma de estar mais perto do que é divino.”

Questão 32 de 40 Q32 da prova
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 02 e, a seguir, responda às questões que a ele se referem. Texto 02 Influencer

Tendo em vista as ideias que se podem inferir do texto 02, é CORRETO afirmar:

Questão 33 de 40 Q33 da prova
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 02 e, a seguir, responda às questões que a ele se referem. Texto 02 Influencer

A personagem Joana, em sua última fala, mostra-se

Questão 34 de 40 Q34 da prova
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 03 e, a seguir, responda às questões que a ele se referem. Texto 03 Disponível em: https://br.pinterest.com/pin/157766793178776005/. Acesso em: 22 maio 2024.

O fenômeno linguístico que se pode constatar na citação de Guimarães Rosa, considerando os usos de “bão e “mió”, é o da variação

Questão 35 de 40 Q35 da prova
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 03 e, a seguir, responda às questões que a ele se referem. Texto 03 Disponível em: https://br.pinterest.com/pin/157766793178776005/. Acesso em: 22 maio 2024.

O adjetivo “mió”, em relação ao adjetivo “bão”, quanto ao grau, estabelece uma relação de

Questão 36 de 40 Q36 da prova

Para criar, utilizando o Libre Office Impress ou o Microsoft PowerPoint, uma apresentação com um único slide que contém três figuras, de modo que cada figura apareça após um clique no slide, qual recurso deve ser utilizado?

Questão 37 de 40 Q37 da prova

Internet é a rede eletrônica de comunicação mundial que interliga computadores de todos os tipos e tamanhos, operados em todas as partes do mundo. Na internet, por meio dos recursos utilizados nas telecomunicações, integram-se desde microcomputadores pessoais até serviços comerciais on-line de grandes empresas. Sobre a internet e a sua utilização, considere as afirmativas a seguir. I- A internet é uma coleção de redes que concordam em se comunicar através dos mesmos protocolos e em passar mensagens adiante, de modo que elas possam alcançar os seus destinos. II- Um provedor de serviço de internet (ISP) é um dispositivo conectado diretamente ao backbone da internet ou a um ISP maior conectado ao backbone, que possibilita a pessoas ou empresas acesso à internet. III- A internet oculta detalhes de hardware e software, de forma a permitir que dispositivos se comuniquem, independentemente dos tipos das conexões físicas de rede. Está(ão) CORRETA(S) a(s) afirmativa(s)

Questão 38 de 40 Q38 da prova
INSTRUÇÃO: Considere o trecho a seguir para responder a esta questão. É uma entidade que serve como um gateway especial para uma rede, protegendo-a de acesso inapropriado. Para tanto, filtra o tráfego de rede que chega, verificando a validade das mensagens tanto quanto possível, podendo recusar completamente algumas mensagens. Fonte: DALE, Nell; LEWIS, John. Ciência da computação. 4. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2010, p. 357. Adaptado.

Assinale a alternativa que apresenta o termo a que o trecho se refere.

Questão 39 de 40 Q39 da prova

É natural usar o Wi-Fi público para verificar mensagens ou navegar on-line quando se está fora de casa – fazendo compras, viajando ou simplesmente tomando um café. Mas o uso de Wi-Fi público pode trazer riscos, um dos quais é o hacking evil twin. Disponível em: https://www.kaspersky.com.br/resource-center/preemptive-safety/evil-twin-attacks. Acesso em: 19 jun. 2024. Considerando o contexto descrito e a importância de possuir conhecimento sobre segurança de dados, analise as assertivas I e II a seguir: I. Um ataque evil twin ocorre quando um invasor configura um ponto de acesso Wi-Fi falso na esperança de que os usuários se conectem a ele em vez de ao legítimo. Quando os usuários se conectam a esse ponto de acesso, credenciais de login e outras informações privadas, incluindo dados financeiros (se o usuário realizar transações financeiras quando estiver conectado ao Wi-Fi evil twin), podem ser roubadas. PORQUE II. Ataques evil twin, que podem ser criados com um smartphone ou outro dispositivo compatível com a Internet e algum software prontamente disponível, quando bem-sucedidos, fazem com que todos os dados compartilhados com a rede pelos usuários passem por um servidor controlado pelo invasor, o qual passa a ter acesso ao dispositivo atacado, podendo, inclusive, o infectar com malware. A respeito dessas assertivas, assinale a alternativa CORRETA.

Questão 40 de 40 Q40 da prova

A Internet criou uma plataforma de tecnologia “universal” sobre a qual se constroem novos produtos, serviços, estratégias e modelos de negócio. Essa mesma plataforma também tem usos internos, fornecendo conectividade para unir diferentes sistemas e redes dentro de uma empresa. Fonte: LAUDON, Kenneth; LAUDON, Jane. Sistemas de informação gerenciais. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2010, p. 16. Uma rede corporativa interna baseada na tecnologia da internet que não permite o acesso de usuários autorizados externos à organização é denominada:

Acertos
Erros
40
Total