Relacione a Coluna 1 à Coluna 2, considerando o diagnóstico diferencial entre as úlceras genitais.
Paciente de 25 anos, com hirsutismo, Acantose nigricans e ciclos menstruais a cada 60-120 dias desde a menarca, apresenta β-hcg negativo e teste da progesterona positiva após 4 meses de amenorreia, assim como TSH, prolactina e 17(OH) progesterona normais. Considerando a hipótese diagnóstica, há elevação de risco para várias condições nessa paciente, EXCETO:
O aumento do FSH no climatério deve-se, principalmente, a menor secreção de:
Qual a causa mais comum de amenorreia primária na presença de hipogonadismo hipergonadotrófico?
Assinale a alternativa que contém, respectivamente, a correta associação entre os riscos e benefícios dos anticoncepcionais combinados orais.
Os análogos do GnRH são drogas amplamente usadas na ginecologia, em especial na reprodução assistida. Os mecanismos de ação dos agonistas e antagonistas do GnRH são, respectivamente:
Em relação aos pólipos endometriais, analise as assertivas abaixo: I. O tratamento conservador de pequenos pólipos assintomáticos no menacme é adequado. II. A polipectomia em pacientes inférteis aumenta os índices de gravidez. III. Há relação entre pólipos endometriais, hiperplasia e câncer de endométrio. IV. O risco de malignidade aumenta com a idade da paciente, com o tamanho do pólipo e com o uso de tamoxifeno. Quais estão corretas?
São alterações fisiológicas maternas que ocorrem na gestação, EXCETO:
No diagnóstico e monitorização da paciente com doença trofoblástica gestacional, é importante o conhecimento de que o β-hcg permanece dosável, após parto normal ou abortamento, por até quantas semanas?
Analise as seguintes asserções e a relação proposta entre elas: I. O método de rastreamento do câncer do colo do útero e de suas lesões precursoras é o exame citopatológico. Os dois primeiros exames devem ser realizados com intervalo anual e, se ambos os resultados forem negativos, os próximos devem ser realizados a cada 3 anos. O início da coleta deve ser aos 25 anos de idade para as mulheres que já tiveram ou têm atividade sexual. O rastreamento antes dos 25 anos deve ser evitado. PORQUE II. A história natural do câncer do colo do útero geralmente apresenta um longo período de lesões precursoras, assintomáticas, curáveis na quase totalidade dos casos quando tratadas adequadamente. A incidência do câncer invasor do colo do útero em mulheres até 24 anos é muito baixa e o rastreamento é menos eficiente para detectá-lo. Por outro lado, o início mais precoce representaria um significativo aumento de diagnósticos de lesões de baixo grau, que apresentam grande probabilidade de regressão e resultam em um aumento significativo de colposcopias e na possibilidade de sobretratamento, acarretando maior risco de morbidade obstétrica e neonatal associado a uma futura gestação. A respeito dessas asserções, assinale a alternativa correta.
Em relação à avaliação do bem-estar fetal antenatal, analise as assertivas abaixo: I. A única técnica de avaliação fetal indicada para as gestantes de baixo risco e assintomáticas, no terceiro trimestre de gestação até o termo, é o controle das movimentações fetais. II. No diabetes gestacional, pode-se utilizar o perfil biofísico fetal e a cardiotocografia de repouso, não havendo superioridade de uma técnica sobre a outra em relação aos desfechos perinatais. III. Na Restrição de Crescimento Fetal (RCF), a ultrassonografia doppler de artéria umbilical deve ser realizada, pois há evidências na redução da morbimortalidade perinatal de forma significativa, assim como indução desnecessária de partos prematuros em fetos com RCF. Quais estão corretas?
Espera-se encontrar no pós-parto imediato: I. Cólicas abdominais secundárias às contrações uterinas, que se intensificam com a sucção do recém-nascido. II. Redistribuição volêmica, com aumento da diurese. III. Aumento do retorno venoso para a veia cava inferior. IV. Retração e contração uterinas levando aos fenômenos de miotamponamento e trombotamponamento, que garantem a involução uterina e evitam os quadros de hemorragia pós-parto. Quais estão corretas?
Em relação à assistência clínica do parto, analise as assertivas abaixo: I. A ausculta dos batimentos cardiofetais no primeiro período do parto com sonar Doppler deve ser realizada antes, durante e após a contração. II. Em mulheres sem analgesia, a duração normal do período expulsivo é de até uma hora em primíparas e de até meia hora em multíparas. Na presença de analgesia de parto (bloqueio combinado), essa duração se eleva para duas horas em primíparas e uma hora em multíparas. III. Na evolução normal do trabalho de parto, a curva de dilatação cervical se processa à esquerda da linha de ação. Quando essa curva ultrapassa a linha de ação, trata-se de parto disfuncional, sendo necessário algum tipo de intervenção. IV. A amniotomia de rotina não é necessária em mulheres cujo parto esteja progredindo normalmente. Quais estão corretas?
Mulher, 35 anos, G2C1 (há 5 anos), está com 41 semanas de gestação e deseja parto vaginal. Interna para resolução da gestação, conforme orientação do pré-natal. Traz ultrassonografia obstétrica, realizada há um dia, que evidencia feto único, cefálico, BCF de 145 bpm, peso fetal estimado de 3.500 gramas, placenta posterior fúndica, grau 3 e ILA de 9,0 cm. Ao exame, pressão arterial de 110/60 mmHg, altura uterina de 35 cm, BCF 140 bpm, feto ativo, sem dinâmica uterina, toque vaginal com colo grosso, posterior, 2 cm de dilatação. Cardiotocografia anteparto foi reativa. Qual a melhor conduta?
Primigesta com 35 semanas de gestação começou a ficar hipertensa há duas semanas. Até então, a sua pressão arterial sempre fora normal. Relata apenas cefaleia ocasional. Na avaliação laboratorial recente, tem-se os seguintes resultados: proteinúria de 24 horas de 200 mg, plaquetas de 80.000/mm³, creatinina de 0,8 mg/dL, TGO de 45 UI, LDH de 450 UI/L e bilirrubinas de 1,0 mg/dL. Ao exame, pressão arterial de 150/90 mmHg (em repouso e repetido após duas horas), altura uterina de 30 cm, BCF de 150 bpm, movimentação fetal presente e ausência de dinâmica uterina. Qual o provável diagnóstico?
Primigesta, 40 anos, com 10 semanas de gestação, vem à UBS trazendo os resultados dos exames iniciais solicitados na primeira consulta de pré-natal há 30 dias. O único exame alterado foi a glicemia de jejum, cujo resultado foi 128 mg/dL. Qual o diagnóstico e a conduta adequados?
Analise as seguintes asserções e a relação proposta entre elas: I. Algumas pacientes deverão receber doses 10 vezes maiores (4 mg/dia) que a dose rotineiramente usada de ácido fólico (0,4 mg por dia), por um período superior a 90 dias na preconcepção. PORQUE II. Pertencem ao grupo de alto risco para defeitos abertos do tubo neural – pacientes com diabetes insulinodependente, usuárias de medicação anticonvulsivante ou com antecedente de defeito do tubo neural em gestação prévia. A respeito dessas asserções, assinale a alternativa correta.
Primigesta de 38 semanas chega ao centro obstétrico em trabalho de parto, com bolsa rota há 10 horas. Ao exame, apresenta 3 contrações em 10 minutos, 100 bpm de frequência cardíaca fetal, colo com 8 cm de dilatação, feto cefálico com variedade de posição OET, no plano +2 de De Lee e líquido amniótico meconial. Efetuada avaliação fetal por cardiotocografia, constatando-se pouca variabilidade da frequência cardíaca e DIP tipo II. Qual a melhor conduta?

























