Renata, 27 anos, vem à consulta acompanhada de seu filho, o lactente E.R. Apresenta início do tratamento de tuberculose diagnosticada há 15 dias e apresenta o lactente para avaliação. Não apresenta vacina BCG; portanto, é iniciada quimioprofilaxia com isoniazida. Após três meses, ambos retornam e o PPD do lactente E.R. é 8mm, seguindo assintomático. Qual a conduta mais adequada para o acompanhamento do lactente E.R.?
São contraindicações absolutas da realização de espirometria, EXCET O:
Na fisiologia respiratória, o que representa o espaço morto anatômico?
Renata tem 21 anos e apresenta asma desde a infância. Está em tratamento com budesonida inalatória na dose diária de 400mcg (corticoide inalatório em dose baixa). Há 3 meses, vem necessitando do uso de salbutamol inalatório diariamente para alívio de crises de tosse e 2 despertares noturnos semanais por dispneia e sibilância. Tais sintomas vêm atrapalhando suas atividades de vida, já que a paciente apresenta limitação das atividades cotidianas e sintomas diurnos diariamente. Qual a melhor conduta para atingir o controle da asma desta paciente, baseado na classificação de controle da asma?
A doença tromboembólica crônica é uma causa importante de hipertensão pulmonar. O riociguate é um medicamento usado para tratar a hipertensão pulmonar tromboembólica crônica (HPTEC). Ele pode ser usado como monoterapia ou em terapia combinada. Qual a classe desta medicação?
Miguel, de 15 anos, acompanhado pela mãe, foi levado à emergência por dispneia. A mãe relatou que o filho estava há 2 dias com mialgia, febre e coriza, evoluindo nas últimas 12 horas com piora da febre e dispneia progressiva. Ao exame, estava febril (41ºC), taquidispneico, PA= 110X76 mmHg e com SpO2 = 84% em ar ambiente. Realizada tomografia de tórax com lesões em vidro fosco difusas com acometimento maior nas bases e na região periférica, o resultado de RT-PCR foi positivo para influenza b e negativo para Covid-19. Os exames laboratoriais mostraram leucocitose com linfopenia, PCR elevada e pró-calcitonina baixa. Diante do caso, qual a principal suspeita diagnóstica e a conduta adequada?


















