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Questão 1 de 2Q1 da prova
Leia o texto abaixo para responder às questões de 1 a 3.
Quem é fã de algum seriado de TV já sentiu um aperto no coração ao fim de um novo episódio. O que vai acontecer com o Sawyer? Quem são os outros? Algum tempo atrás, você teria de se contentar com as conversas no cafezinho e roer as unhas por uma semana até descobrir. Mas, como esta é a era da internet, dá para discutir a trama em fóruns online, baixar fotos dos próximos capítulos no celular ou até distribuir histórias que você mesmo escreveu com os personagens da série para qualquer um ler. E tem tanta gente fazendo isso que os produtores de seriados – e os produtores de todo tipo de informação – começaram a prestar atenção no movimento. Entramos no que Henry Jenkins, professor de estudos de mídia do Instituto de Tecnologia de Massachussetts, chama de cultura de convergência, na qual os consumidores participam cada vez mais da produção e da difusão de informação. Segundo Jenkins, as produtoras de séries, filmes e livros já estão descobrindo como tirar benefício dessa tendência. Perceberam que podem ganhar audiência ao contar suas tramas em vários tipos de mídia – daí o nome convergência – e estimular a participação do público. Mas há quem diga que a interferência dos fãs é exagerada, a ponto de ferir direitos autorais.
CHAYAMITI, Inara. É com você leitor. Superinteressante. São Paulo: Abril. Mar. 2009.p.17.
A temática abordada no texto é
Questão 2 de 2Q2 da prova
Leia o texto abaixo para responder às questões de 1 a 3.
Quem é fã de algum seriado de TV já sentiu um aperto no coração ao fim de um novo episódio. O que vai acontecer com o Sawyer? Quem são os outros? Algum tempo atrás, você teria de se contentar com as conversas no cafezinho e roer as unhas por uma semana até descobrir. Mas, como esta é a era da internet, dá para discutir a trama em fóruns online, baixar fotos dos próximos capítulos no celular ou até distribuir histórias que você mesmo escreveu com os personagens da série para qualquer um ler. E tem tanta gente fazendo isso que os produtores de seriados – e os produtores de todo tipo de informação – começaram a prestar atenção no movimento. Entramos no que Henry Jenkins, professor de estudos de mídia do Instituto de Tecnologia de Massachussetts, chama de cultura de convergência, na qual os consumidores participam cada vez mais da produção e da difusão de informação. Segundo Jenkins, as produtoras de séries, filmes e livros já estão descobrindo como tirar benefício dessa tendência. Perceberam que podem ganhar audiência ao contar suas tramas em vários tipos de mídia – daí o nome convergência – e estimular a participação do público. Mas há quem diga que a interferência dos fãs é exagerada, a ponto de ferir direitos autorais.
CHAYAMITI, Inara. É com você leitor. Superinteressante. São Paulo: Abril. Mar. 2009.p.17.