O Brasil de hoje se de para com importantes questões que exigem reformas profundas no sistema social. Quando falamos em um assunto que envolve amplamente a discussão interconectada dos conceitos de capitalização, integralidade, idade mínima, envelhecimento populacional e expectativa de vida, paridade e BPC, estamos falando sobre a
“Em 20 de julho completam-se cinquenta anos do primeiro pouso do homem na superfície da Lua. Neil Armstrong, foi o primeiro a desembarcar do Eagle, omódulo lunar e Edwin Aldrin o segundo; o terceiro integrante da missão, Michael Collins, continuou em órbita, a bordo da nave-mãe Colúmbia.”
(revista VEJA, ed. 2.641, ano 52, nro. 27, de 03 de junho de 2019, p. 74)
Onde situava-se a NASA, o centro norte-americano de controle destas vitoriosas operações?
“Há trinta anos, na madrugada de 04 de junho, 300.000 soldados com tanques e armamento pesado avançaram sobre a Praça da Paz Celestial e dispararam contra a multidão composta, em sua maioria, de estudantes que lá se aglomeravam.”
(Revista VEJA, edição 2.638, ano 52, nro. 24, de 12 de junho se 2019, p. 28).
Estes fatos, relembrados recentemente em diversas partes do mundo, ocorreram em qual parte do oriente?
O logaritmo é um conceito da álgebra, amplamente utilizado, que tem por finalidade principal simplificar cálculos. Na sua definição, o logaritmo de um número é o expoente a que o valor de sua base deve ser elevado para produzir este mesmo número. Por exemplo, o logaritmo de 81 na base 3 é igual a 4. Considerando a lógica implicada no conceito de logaritmo, qual é o logaritmo de 1 milhão na base 10?
Se o terceiro dia depois de amanhã será segunda-feira, que dia da semana é hoje?
Considerando que a proteção dos direitos humanos através de um regime de direito é essencial para que ninguém seja subjugado à tirania e a opressão, o que a Declaração Universal dos Direitos Humanos promove a respeito dos processos de acusação e julgamento de uma pessoa?
"Também chamado de Livro de saída para a luz, do original em egípcio, o Livro dos Mortos era um compilado de feitiços, orações, hinos e fórmulas mágicas que tinha por objetivo guiar o morto em sua viagem no outro mundo e ajudá-lo a enfrentar os desafios encontrados durante sua jornada. (...). Porém, ao contrário do que o nome dá a entender, o Livro dos Mortos não é exatamente um livro, ao menos da forma como conhecemos hoje. É, na verdade, uma série de escritos eilustrações compilados em papiros, dispostos ao ladodas múmias ou expostos nas paredes das câmaras mortuárias. O nome Livro dos mortos originou-se a partirdos saqueadores que, já no século XIX, profanaram as tumbas em busca de riquezas. Ao se depararem com os capítulos ao lado dos defuntos, os saqueadores osapelidaram de 'livro dos defuntos'. Os historiadores já conseguiram identificar 192 capítulos do livro, mas em nenhuma escavação todos os 192 capítulos foram encontrados juntos."
Fonte: AVILA, Marina (org.). Do Incrível ao bizarro: enciclopédia de livros antigos. SãoCaetano do Sul: Wish, 2019, pp.60-61
.De acordo com o texto é correto afirmar que:
"A escrita nasce na Baixa Mesopotâmia, no país dos sumérios, capital Uruk, por volta de 3.300 antes de Cristo. Estamos no país da argila; documentos administrativos, contratos de venda, textos religiosos ou de glorificação dos reis são incisos com a ponta triangular de um caniço ou cálamo em tabuletas que depois são secadas ao solou cozidas."
Fonte: CALVINO, Italo. "Antes do alfabeto" In: Coleção de areia. São Paulo:Companhia das Letras, 2010, p. 46.
O excerto acima faz referência à escrita:
"Art. 1º A República Federativa do Brasil, formada pela união indissolúvel dos Estados e Municípios e do Distrito Federal, constitui-se em Estado Democrático de Direito etem como fundamentos: I - a soberania; II - a cidadania; III- a dignidade da pessoa humana; IV - os valores sociais do trabalho e da livre iniciativa; V - o pluralismo político. Parágrafo único. Todo o poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes eleitos ou diretamente, nos termos desta Constituição. Art. 2º São Poderes da União, independentes e harmônicos entre si, o Legislativo, o Executivo e o Judiciário. Art. 3ºConstituem objetivos fundamentais da República Federativa do Brasil: I - construir uma sociedade livre, justa e solidária; II - garantir o desenvolvimento nacional;III - erradicar a pobreza e a marginalização e reduzir as desigualdades sociais e regionais;
promover o bemde todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor,idade e quaisquer outras formas de discriminação."
Fonte: Constituição da República Federativa do Brasil de 1988. Disponível em, acesso 4 jul.2019.
Entre os direitos sociais garantidos pela Constituição de1988 não podemos incluir o direito à/ao:
"Enquanto pelo velho e novo mundo vai ressoando obra do (...), nossa débil voz se levanta na capital do império de Santa Cruz, clamando: educai as mulheres! Povos do Brasil, que vos dizeis civilizados! Governo, quevos dizeis liberal! Onde está a doação mais importante dessa civilização, desse liberalismo?"
Fonte: Nísia Floresta. Opúsculo humanitário, 1853 apud LOURO, Guacira Lopes."Mulheres na sala de aula" In: DEL PRIORE, Mary. História das mulheres no Brasil.São Paulo: Editora Contexto, 2013, p.443.
A professora autodidata Nísia Floresta em seu texto reivindica:
"Numa visita à Beirute durante a terrível guerra civil de1975-6, um jornalista francês escreveu com pesar sobre a área deserta no centro da cidade que 'ela outrora parecia pertencer [...] ao Oriente de Chateaubriand e Nerval'. Eletinha razão sobre o lugar, é claro, e especialmente no que dizia respeito a um europeu. O Oriente (...) fora desde a Antiguidade um lugar de episódios romanescos, lembranças e paisagens encantadas, experiências extraordinárias. Agora estava desaparecendo; num certo sentido, já desaparecera, seu tempo havia passado. (...).O Oriente não é apenas adjacente à Europa; é também o lugar das maiores, mais ricas e mais antigas colônias europeias, a fonte de suas civilizações e línguas (...)."
Fonte: SAID, Edward. Orientalismo. São Paulo: Companhia das Letras, 2007, p.27.
A partir das ideias de Edward Said, assinale a alternativa incorreta sobre o Oriente e o Orientalismo:
"'Acima das histórias, há a história', escreve Droyen, um dos fundadores da escola histórica alemã, em 1858. É uma história doravante destacada da Providência (...) que'se cria a si mesma' e se vê fonte do seu própriomovimento. Ela desempenha assim o papel de últim ainstância que se confunde com o princípio da Razão em marcha e 'se torna um agente do destino humano ou do progresso da sociedade'. Por isso, a função da história como disciplina muda também, uma vez que já não se trata simplesmente de relatar 'a narração verídica das coisas passadas', segundo a fórmula consagrada desde a Antiguidade, mas de apreender o próprio movimento do destino humano. A história se torna disciplina autônoma que pode e até deve, daqui para a frente, permitir pensar'a história do mundo' (Weltgeschichte), com alcance universal."
Fonte: ROUSSO, Henry. A última catástrofe: a história, o presente e o contemporâneo.Rio de Janeiro: FGV Editora, 2016, pp.65-66.
Sobre o historicismo é correto afirmar que:
"Dentro da revolução inglesa do século XVII, que resultou no triunfo da ética protestante – a ideologia da classe proprietária – houve a ameaça de uma outra revolução, completamente diferente. Seu sucesso poderia ter estabelecido a propriedade comunal e uma democracia mais ampla, poderia ter derrubado a Igreja estatal e rejeitado a ética protestante. Os grupos radicais que apresentaram essas propostas (...) eram formados por homens e mulheres pobres, sem sofisticação ou educação, e talvez por isso, raramente suas opiniões foram consideradas a sério. Porém muitas de suas exigências, tradicionalmente descartadas como fantasias impraticáveis, aproximam-se do radicalismo próprio do nosso próprio tempo. O mundo de ponta-cabeça é um retrato não dá revolução burguesa que ocorreu na Inglaterra (...), mas sim dos impulsos para uma radical reviravolta da sociedade, violentamente desejada e temida."
Fonte: HILL, Christopher. O mundo de ponta-cabeça. São Paulo: Companhia dasLetras, 1987, contracapa.
Entre os grupos radicais a que o texto faz referência podemos incluir:
"Longe de ser atípica, a trajetória de Lasca parece obedecer a um padrão: impedida de ser publica da quando da sua redação [em 1923], foi redes coberta notsunami de liberdade de expressão da glásnost de Mikhail Gorbatchov [em 1989], chegando às telas já na dissolução do império soviético. (...). Em Os escombros eo mito: a cultura e o fim da União Soviética, BorisSchnaiderman descreve: 'Com a abertura do 'depósito especial' de obras proibidas, o famoso spietzkhram, vieram ao público fatos estarrecedores. Havia ali mais de 300 mil títulos de livros, mais de 560 mil revistas e pelo menos 1 milhão de jornais. Em cada caso, recolhiam-se ao depósito uns poucos exemplares, e que imavam-se os demais' ".
Fonte: PERPETUO, Ireneu Franco. "Posfácio" In: ZAZÚBRIN, Vladímir. Lasca. SãoPaulo: Carambaia, 2019, pp.118-119.
Assinale a afirmação incorreta sobre o regime soviético:
"O fotógrafo húngaro Brassaï certa vez perguntou a Pablo Picasso por que ele inscrevia obsessivamente umadata em cada trabalho. Picasso respondeu: 'Por que você acha que faço isso? Porque não é suficiente conhecer as obras de um artista - é também necessário conhecer quando ele as fez, por que, como, em que circunstâncias. É por isso que ponho uma data em tudo que faço'. Esse diálogo aconteceu em 6 de dezembro de 1943, mais de seis anos depois de Picasso ter terminado Guernica, amais documentada pintura não apenas da carreira de Picasso, mas provavelmente da história da arte ocidental. A pintura de Picasso comemorava um acontecimento sanguinolento: o bombardeio da pequena localidade por um enxame de aviões alemães (e alguns italianos). A localidade fora arrasada; cerca de 2 mil civis haviam sido mortos."
FONTE: Adaptado de GINZBURG, Carlo. "A espada e a lâmpada" In: Medo, reverência,terror: quatro ensaios de iconografia política. São Paulo: Companhia das Letras,pp.101-103.
O quadro Guernica faz referência a qual conflito doséculo XX:
"Os museus exerceram papel significativo no contexto dos novos estados nacionais. Criados no contexto dos novos estados nacionais surgidos a partir do século XVIII e no XIX, eles contribuíram tanto para a formação de uma identidade nacional como, também, para reforçar a ideologia imperial das grandes potências, empenhadas em conquistas coloniais. Reuniam artefatos vindos do próprio país e do mundo, como no caso do Museu Britânico ou o Museu do Louvre ou mesmo do Museu Nacional do Rio de Janeiro. Esses artefatos reunidos já não eram coleções privadas de antiquário, como nosséculos anteriores, mas estavam nos museus públicos,instituições científicas, e serviam, de forma explícita, como fonte de informação para os historiadores positivistas."Fonte: FUNARI, Pedro Paulo Abreu. "Os historiadores e a cultura material" In: PINSKY,Carla Bassanezi (org.).
Fontes históricas. São Paulo: Editora Contexto, 2011, p.86.
Em relação aos museus é incorreto afirmar:
"A história de Palmares foi narrada por vários motivos: para demonstrar a capacidade militar de um governante que fez fortuna política, para distinguir e atestar a capacidade da gente pernambucana, ou para reiter ar a grande tenacidade e bravura dos paulistas. Ao longo do século XX, o destino do mais longo e renitente quilombo da História do Brasil, acabou sendo fixado por uma historiografia marcadamente militante, que transformou Palmares em um símbolo da sobrevivência de características culturais africanas no Brasil e, em seguida, da capacidade de resistência dos escravos. Zumbi, um de seus últimos líderes, tornou-se o grande herói das lutas dos negros no Brasil. Desde 1978, a data de sua morte foi instituída como Dia Nacional da Consciência Negra: ocasião para relembrar a luta heróica contra a escravidão e denunciar o racismo e a precariedade da cidadania dos negros no Brasil."
Fonte: LARA, Silvia Hunold. "Palmares e as autoridades coloniais: dimensões políticas de uma negociação de paz", Seminário em Espaço e Sociabilidades, UFPR,2012.
Sobre o quilombo de Palmares é correto afirmar:
"Contudo, não é propósito deste livro contar a história da época de que trata, o Breve Século XX entre 1914 e 1991, embora todo aquele que já tenha ouvido um estudante americano inteligente perguntar-lhe se o fato de falar em Segunda Guerra Mundial significa que houve uma Primeira Guerra Mundial saiba muito bem que nem sequer o conhecimento de fatos básicos do século pode ser dado por certo. Meu objetivo é compreender e explicar por que as coisas deram no que deram e como elas se relacionam entre si. (...). Para historiadores de minha geração e origem o passado é indestrutível, não apenas porque pertencemos à geração em que ruas e logradouros públicos ainda tinham nomes de homens e acontecimentos públicos (...), em que os tratados de paz ainda eram assinados e portanto tinham de ser identificados (Tratados de Versalhes) e os memoriais de guerra lembravam acontecimentos passados, como também porque os acontecimentos públicos são parte da textura de nossas vidas. (...). De toda forma, não é provável que uma pessoa que tenha vivido este século extraordinário se abstenha de julgar. O difícil é compreender."
Fonte: HOBSBAWM, Eric. A era dos extremos: o breve século XX, 1914-1991. São Paulo: Companhia das Letras, 1995, pp.13-14.
Sobre o recorte de "breve século XX (1914-1991)" proposto pelo historiador Eric Hobsbawm é correto afirmar que:

























