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Prova Fonoaudiólogo - Pref. Porto Walter/AC
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Questão 1 de 35 Q1 da prova
AS QUESTÕES DE 01 A 05 SE REFEREM AO TEXTO A SEGUIR.
Visão do Correio: Alerta para o avanço das arboviroses Autoridades de saúde começam o ano com a incumbência de manter no radar o enfrentamento à dengue, à chikungunya e à febre amarela 06/02/25

Sob a sombra da avalanche dos casos de dengue em 2024, autoridades de saúde começam este ano com a incumbência de manter no radar outras duas arboviroses: a febre amarela e a chikungunya. O aumento de ambas as infecções no Brasil começa a destoar da curva, evidenciando que o combate ao Aedes aegypti, que transmite as três doenças, e os avanços na imunização são estratégias vitais para um país que se vê sobressaltado por urgências sanitárias desde 2020, com a chegada da covid-19.

O enfrentamento à febre amarela parece mais evidente. No último domingo, o Ministério da Saúde emitiu 1 um alerta sobre o aumento da transmissão da doença em quatro unidades da Federação: São Paulo, Minas Gerais, Roraima e Tocantins. Em nota técnica às secretarias de Saúde dos estados, a pasta recomendou 2 a intensificação de ações de vigilância e a imunização nas áreas de risco. Salientou 3 ainda que o período de maior preocupação com a enfermidade vai de dezembro a maio, praticamente o mesmo da dengue.

Essa janela de vulnerabilidade engloba também o carnaval, que, pelo maior deslocamento de pessoas, favorece o avanço de doenças virais. No caso da disseminação da febre amarela, o risco sobrevoa cidades que fazem parte dos grandes circuitos momescos do país. São Paulo, por exemplo, concentra a maior parte dos casos da doença neste ano e calcula que 16 milhões de pessoas sairão às ruas até a quarta-feira de cinzas. Belo Horizonte espera 6 milhões.

Há outro agravante: é pertinente imaginar que foliões podem não saber se estão, de fato, protegidos. Isso porque, em 2018, seguindo um protocolo de emergência da Organização Mundial da Saúde (OMS), o Brasil aplicou doses fracionadas do imunizante na Bahia, em São Paulo e no Rio de Janeiro. Quem recebeu essa vacina precisa completar a imunização, e pode ter se esquecido ou não ter sido orientado sobre o reforço. Caso planeje viajar para locais em que há transmissão de febre amarela ou regiões rurais e de mata, deve fazê-lo com pelo menos 10 dias de antecedência.

Considerando que faltam praticamente três semanas para o carnaval, são urgentes campanha de esclarecimento sobre a cobertura vacinal e disponibilidade de vacinas. Há de se ressaltar que o governo federal trabalha no envio de 800 mil doses extras para São Paulo até o início deste mês. Mas é preciso investir no escoamento da imunização o quanto antes, considerando, ainda, o obstáculo da resistência vacinal.

Quanto à chikungunya, o foco de atenção é o Centro-Oeste. Ao Correio, o sanitarista e professor da Universidade de Brasília (UnB) Jonas Brant alertou que a região concentrou a maioria dos casos em 2024 e que, pelos números já registrados, o cenário deve se repetir neste ano. Ainda não há vacina no Brasil disponível para a doença, que, devido às dores incapacitantes, demanda uma rede de suporte mais complexa, com assistência do diagnóstico à reabilitação, o que pode durar meses.

Fica claro que, ainda que compartilhem o mesmo vetor, febre amarela, chikungunya e dengue demandam respostas diferentes das autoridades. O início da gestão em saúde em prefeituras, em razão das eleições municipais de 2024, tende a deixar a situação ainda mais complexa. É certo, porém, que não se trata de um desafio sanitário a ser enfrentado apenas pelos gestores públicos. As arboviroses são, de fato, uma luta de todos.
VISÃO do Correio: Alerta para o avanço das arboviroses. Correio Braziliense, 06 de fevereiro de 2025. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2025/02/7053596-visao-do-correio-alerta-para-o-avanco-das-arboviroses.html. Acesso em: 07 fev. 2025. Adaptado

O par de vírgulas que foi empregado para isolar a estrutura grifada no primeiro parágrafo do texto é obrigatório, pois tal estrutura é

Questão 2 de 35 Q2 da prova
AS QUESTÕES DE 01 A 05 SE REFEREM AO TEXTO A SEGUIR.
Visão do Correio: Alerta para o avanço das arboviroses Autoridades de saúde começam o ano com a incumbência de manter no radar o enfrentamento à dengue, à chikungunya e à febre amarela 06/02/25

Sob a sombra da avalanche dos casos de dengue em 2024, autoridades de saúde começam este ano com a incumbência de manter no radar outras duas arboviroses: a febre amarela e a chikungunya. O aumento de ambas as infecções no Brasil começa a destoar da curva, evidenciando que o combate ao Aedes aegypti, que transmite as três doenças, e os avanços na imunização são estratégias vitais para um país que se vê sobressaltado por urgências sanitárias desde 2020, com a chegada da covid-19.

O enfrentamento à febre amarela parece mais evidente. No último domingo, o Ministério da Saúde emitiu 1 um alerta sobre o aumento da transmissão da doença em quatro unidades da Federação: São Paulo, Minas Gerais, Roraima e Tocantins. Em nota técnica às secretarias de Saúde dos estados, a pasta recomendou 2 a intensificação de ações de vigilância e a imunização nas áreas de risco. Salientou 3 ainda que o período de maior preocupação com a enfermidade vai de dezembro a maio, praticamente o mesmo da dengue.

Essa janela de vulnerabilidade engloba também o carnaval, que, pelo maior deslocamento de pessoas, favorece o avanço de doenças virais. No caso da disseminação da febre amarela, o risco sobrevoa cidades que fazem parte dos grandes circuitos momescos do país. São Paulo, por exemplo, concentra a maior parte dos casos da doença neste ano e calcula que 16 milhões de pessoas sairão às ruas até a quarta-feira de cinzas. Belo Horizonte espera 6 milhões.

Há outro agravante: é pertinente imaginar que foliões podem não saber se estão, de fato, protegidos. Isso porque, em 2018, seguindo um protocolo de emergência da Organização Mundial da Saúde (OMS), o Brasil aplicou doses fracionadas do imunizante na Bahia, em São Paulo e no Rio de Janeiro. Quem recebeu essa vacina precisa completar a imunização, e pode ter se esquecido ou não ter sido orientado sobre o reforço. Caso planeje viajar para locais em que há transmissão de febre amarela ou regiões rurais e de mata, deve fazê-lo com pelo menos 10 dias de antecedência.

Considerando que faltam praticamente três semanas para o carnaval, são urgentes campanha de esclarecimento sobre a cobertura vacinal e disponibilidade de vacinas. Há de se ressaltar que o governo federal trabalha no envio de 800 mil doses extras para São Paulo até o início deste mês. Mas é preciso investir no escoamento da imunização o quanto antes, considerando, ainda, o obstáculo da resistência vacinal.

Quanto à chikungunya, o foco de atenção é o Centro-Oeste. Ao Correio, o sanitarista e professor da Universidade de Brasília (UnB) Jonas Brant alertou que a região concentrou a maioria dos casos em 2024 e que, pelos números já registrados, o cenário deve se repetir neste ano. Ainda não há vacina no Brasil disponível para a doença, que, devido às dores incapacitantes, demanda uma rede de suporte mais complexa, com assistência do diagnóstico à reabilitação, o que pode durar meses.

Fica claro que, ainda que compartilhem o mesmo vetor, febre amarela, chikungunya e dengue demandam respostas diferentes das autoridades. O início da gestão em saúde em prefeituras, em razão das eleições municipais de 2024, tende a deixar a situação ainda mais complexa. É certo, porém, que não se trata de um desafio sanitário a ser enfrentado apenas pelos gestores públicos. As arboviroses são, de fato, uma luta de todos.
VISÃO do Correio: Alerta para o avanço das arboviroses. Correio Braziliense, 06 de fevereiro de 2025. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2025/02/7053596-visao-do-correio-alerta-para-o-avanco-das-arboviroses.html. Acesso em: 07 fev. 2025. Adaptado

Quais são, respectivamente, as classificações dos sujeitos dos verbos em destaque no segundo parágrafo do texto?

Questão 3 de 35 Q3 da prova
AS QUESTÕES DE 01 A 05 SE REFEREM AO TEXTO A SEGUIR.
Visão do Correio: Alerta para o avanço das arboviroses Autoridades de saúde começam o ano com a incumbência de manter no radar o enfrentamento à dengue, à chikungunya e à febre amarela 06/02/25

Sob a sombra da avalanche dos casos de dengue em 2024, autoridades de saúde começam este ano com a incumbência de manter no radar outras duas arboviroses: a febre amarela e a chikungunya. O aumento de ambas as infecções no Brasil começa a destoar da curva, evidenciando que o combate ao Aedes aegypti, que transmite as três doenças, e os avanços na imunização são estratégias vitais para um país que se vê sobressaltado por urgências sanitárias desde 2020, com a chegada da covid-19.

O enfrentamento à febre amarela parece mais evidente. No último domingo, o Ministério da Saúde emitiu 1 um alerta sobre o aumento da transmissão da doença em quatro unidades da Federação: São Paulo, Minas Gerais, Roraima e Tocantins. Em nota técnica às secretarias de Saúde dos estados, a pasta recomendou 2 a intensificação de ações de vigilância e a imunização nas áreas de risco. Salientou 3 ainda que o período de maior preocupação com a enfermidade vai de dezembro a maio, praticamente o mesmo da dengue.

Essa janela de vulnerabilidade engloba também o carnaval, que, pelo maior deslocamento de pessoas, favorece o avanço de doenças virais. No caso da disseminação da febre amarela, o risco sobrevoa cidades que fazem parte dos grandes circuitos momescos do país. São Paulo, por exemplo, concentra a maior parte dos casos da doença neste ano e calcula que 16 milhões de pessoas sairão às ruas até a quarta-feira de cinzas. Belo Horizonte espera 6 milhões.

Há outro agravante: é pertinente imaginar que foliões podem não saber se estão, de fato, protegidos. Isso porque, em 2018, seguindo um protocolo de emergência da Organização Mundial da Saúde (OMS), o Brasil aplicou doses fracionadas do imunizante na Bahia, em São Paulo e no Rio de Janeiro. Quem recebeu essa vacina precisa completar a imunização, e pode ter se esquecido ou não ter sido orientado sobre o reforço. Caso planeje viajar para locais em que há transmissão de febre amarela ou regiões rurais e de mata, deve fazê-lo com pelo menos 10 dias de antecedência.

Considerando que faltam praticamente três semanas para o carnaval, são urgentes campanha de esclarecimento sobre a cobertura vacinal e disponibilidade de vacinas. Há de se ressaltar que o governo federal trabalha no envio de 800 mil doses extras para São Paulo até o início deste mês. Mas é preciso investir no escoamento da imunização o quanto antes, considerando, ainda, o obstáculo da resistência vacinal.

Quanto à chikungunya, o foco de atenção é o Centro-Oeste. Ao Correio, o sanitarista e professor da Universidade de Brasília (UnB) Jonas Brant alertou que a região concentrou a maioria dos casos em 2024 e que, pelos números já registrados, o cenário deve se repetir neste ano. Ainda não há vacina no Brasil disponível para a doença, que, devido às dores incapacitantes, demanda uma rede de suporte mais complexa, com assistência do diagnóstico à reabilitação, o que pode durar meses.

Fica claro que, ainda que compartilhem o mesmo vetor, febre amarela, chikungunya e dengue demandam respostas diferentes das autoridades. O início da gestão em saúde em prefeituras, em razão das eleições municipais de 2024, tende a deixar a situação ainda mais complexa. É certo, porém, que não se trata de um desafio sanitário a ser enfrentado apenas pelos gestores públicos. As arboviroses são, de fato, uma luta de todos.
VISÃO do Correio: Alerta para o avanço das arboviroses. Correio Braziliense, 06 de fevereiro de 2025. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2025/02/7053596-visao-do-correio-alerta-para-o-avanco-das-arboviroses.html. Acesso em: 07 fev. 2025. Adaptado

Sem que se alterem os sentidos originais das frases em que ocorrem, os conectivos sublinhados no parágrafo final do texto podem ser respectivamente substituídos por

Questão 4 de 35 Q4 da prova
AS QUESTÕES DE 01 A 05 SE REFEREM AO TEXTO A SEGUIR.
Visão do Correio: Alerta para o avanço das arboviroses Autoridades de saúde começam o ano com a incumbência de manter no radar o enfrentamento à dengue, à chikungunya e à febre amarela 06/02/25

Sob a sombra da avalanche dos casos de dengue em 2024, autoridades de saúde começam este ano com a incumbência de manter no radar outras duas arboviroses: a febre amarela e a chikungunya. O aumento de ambas as infecções no Brasil começa a destoar da curva, evidenciando que o combate ao Aedes aegypti, que transmite as três doenças, e os avanços na imunização são estratégias vitais para um país que se vê sobressaltado por urgências sanitárias desde 2020, com a chegada da covid-19.

O enfrentamento à febre amarela parece mais evidente. No último domingo, o Ministério da Saúde emitiu 1 um alerta sobre o aumento da transmissão da doença em quatro unidades da Federação: São Paulo, Minas Gerais, Roraima e Tocantins. Em nota técnica às secretarias de Saúde dos estados, a pasta recomendou 2 a intensificação de ações de vigilância e a imunização nas áreas de risco. Salientou 3 ainda que o período de maior preocupação com a enfermidade vai de dezembro a maio, praticamente o mesmo da dengue.

Essa janela de vulnerabilidade engloba também o carnaval, que, pelo maior deslocamento de pessoas, favorece o avanço de doenças virais. No caso da disseminação da febre amarela, o risco sobrevoa cidades que fazem parte dos grandes circuitos momescos do país. São Paulo, por exemplo, concentra a maior parte dos casos da doença neste ano e calcula que 16 milhões de pessoas sairão às ruas até a quarta-feira de cinzas. Belo Horizonte espera 6 milhões.

Há outro agravante: é pertinente imaginar que foliões podem não saber se estão, de fato, protegidos. Isso porque, em 2018, seguindo um protocolo de emergência da Organização Mundial da Saúde (OMS), o Brasil aplicou doses fracionadas do imunizante na Bahia, em São Paulo e no Rio de Janeiro. Quem recebeu essa vacina precisa completar a imunização, e pode ter se esquecido ou não ter sido orientado sobre o reforço. Caso planeje viajar para locais em que há transmissão de febre amarela ou regiões rurais e de mata, deve fazê-lo com pelo menos 10 dias de antecedência.

Considerando que faltam praticamente três semanas para o carnaval, são urgentes campanha de esclarecimento sobre a cobertura vacinal e disponibilidade de vacinas. Há de se ressaltar que o governo federal trabalha no envio de 800 mil doses extras para São Paulo até o início deste mês. Mas é preciso investir no escoamento da imunização o quanto antes, considerando, ainda, o obstáculo da resistência vacinal.

Quanto à chikungunya, o foco de atenção é o Centro-Oeste. Ao Correio, o sanitarista e professor da Universidade de Brasília (UnB) Jonas Brant alertou que a região concentrou a maioria dos casos em 2024 e que, pelos números já registrados, o cenário deve se repetir neste ano. Ainda não há vacina no Brasil disponível para a doença, que, devido às dores incapacitantes, demanda uma rede de suporte mais complexa, com assistência do diagnóstico à reabilitação, o que pode durar meses.

Fica claro que, ainda que compartilhem o mesmo vetor, febre amarela, chikungunya e dengue demandam respostas diferentes das autoridades. O início da gestão em saúde em prefeituras, em razão das eleições municipais de 2024, tende a deixar a situação ainda mais complexa. É certo, porém, que não se trata de um desafio sanitário a ser enfrentado apenas pelos gestores públicos. As arboviroses são, de fato, uma luta de todos.
VISÃO do Correio: Alerta para o avanço das arboviroses. Correio Braziliense, 06 de fevereiro de 2025. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2025/02/7053596-visao-do-correio-alerta-para-o-avanco-das-arboviroses.html. Acesso em: 07 fev. 2025. Adaptado

Levando-se em consideração as informações explicitadas no texto, NÃO se pode inferir que

Questão 5 de 35 Q5 da prova
AS QUESTÕES DE 01 A 05 SE REFEREM AO TEXTO A SEGUIR.
Visão do Correio: Alerta para o avanço das arboviroses Autoridades de saúde começam o ano com a incumbência de manter no radar o enfrentamento à dengue, à chikungunya e à febre amarela 06/02/25

Sob a sombra da avalanche dos casos de dengue em 2024, autoridades de saúde começam este ano com a incumbência de manter no radar outras duas arboviroses: a febre amarela e a chikungunya. O aumento de ambas as infecções no Brasil começa a destoar da curva, evidenciando que o combate ao Aedes aegypti, que transmite as três doenças, e os avanços na imunização são estratégias vitais para um país que se vê sobressaltado por urgências sanitárias desde 2020, com a chegada da covid-19.

O enfrentamento à febre amarela parece mais evidente. No último domingo, o Ministério da Saúde emitiu 1 um alerta sobre o aumento da transmissão da doença em quatro unidades da Federação: São Paulo, Minas Gerais, Roraima e Tocantins. Em nota técnica às secretarias de Saúde dos estados, a pasta recomendou 2 a intensificação de ações de vigilância e a imunização nas áreas de risco. Salientou 3 ainda que o período de maior preocupação com a enfermidade vai de dezembro a maio, praticamente o mesmo da dengue.

Essa janela de vulnerabilidade engloba também o carnaval, que, pelo maior deslocamento de pessoas, favorece o avanço de doenças virais. No caso da disseminação da febre amarela, o risco sobrevoa cidades que fazem parte dos grandes circuitos momescos do país. São Paulo, por exemplo, concentra a maior parte dos casos da doença neste ano e calcula que 16 milhões de pessoas sairão às ruas até a quarta-feira de cinzas. Belo Horizonte espera 6 milhões.

Há outro agravante: é pertinente imaginar que foliões podem não saber se estão, de fato, protegidos. Isso porque, em 2018, seguindo um protocolo de emergência da Organização Mundial da Saúde (OMS), o Brasil aplicou doses fracionadas do imunizante na Bahia, em São Paulo e no Rio de Janeiro. Quem recebeu essa vacina precisa completar a imunização, e pode ter se esquecido ou não ter sido orientado sobre o reforço. Caso planeje viajar para locais em que há transmissão de febre amarela ou regiões rurais e de mata, deve fazê-lo com pelo menos 10 dias de antecedência.

Considerando que faltam praticamente três semanas para o carnaval, são urgentes campanha de esclarecimento sobre a cobertura vacinal e disponibilidade de vacinas. Há de se ressaltar que o governo federal trabalha no envio de 800 mil doses extras para São Paulo até o início deste mês. Mas é preciso investir no escoamento da imunização o quanto antes, considerando, ainda, o obstáculo da resistência vacinal.

Quanto à chikungunya, o foco de atenção é o Centro-Oeste. Ao Correio, o sanitarista e professor da Universidade de Brasília (UnB) Jonas Brant alertou que a região concentrou a maioria dos casos em 2024 e que, pelos números já registrados, o cenário deve se repetir neste ano. Ainda não há vacina no Brasil disponível para a doença, que, devido às dores incapacitantes, demanda uma rede de suporte mais complexa, com assistência do diagnóstico à reabilitação, o que pode durar meses.

Fica claro que, ainda que compartilhem o mesmo vetor, febre amarela, chikungunya e dengue demandam respostas diferentes das autoridades. O início da gestão em saúde em prefeituras, em razão das eleições municipais de 2024, tende a deixar a situação ainda mais complexa. É certo, porém, que não se trata de um desafio sanitário a ser enfrentado apenas pelos gestores públicos. As arboviroses são, de fato, uma luta de todos.
VISÃO do Correio: Alerta para o avanço das arboviroses. Correio Braziliense, 06 de fevereiro de 2025. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2025/02/7053596-visao-do-correio-alerta-para-o-avanco-das-arboviroses.html. Acesso em: 07 fev. 2025. Adaptado

Qual é o tipo textual que embasa o texto apresentado?

Questão 6 de 35 Q6 da prova

A população de uma cidade cresce segundo uma progressão geométrica, aumentando 10% a cada ano. Se a cidade possui 20.000 habitantes atualmente, quantos habitantes terá após 5 anos?

Questão 7 de 35 Q7 da prova

Um estudante realizou 5 provas durante o semestre e obteve as seguintes notas: 7,5; 8,0; 9,5; 6,0 e 8,5. Qual foi a média aritmética das suas notas?

Questão 8 de 35 Q8 da prova

Dadas as proposições: ● P: "Hoje está chovendo." ● Q: "Vou levar um guarda-chuva." Considere a proposição composta: P→Q (Se hoje está chovendo, então vou levar um guarda-chuva.) Qual é a única situação em que essa proposição é falsa?

Questão 9 de 35 Q9 da prova

Os fluxos migratórios internos no Brasil influenciam diretamente o desenvolvimento urbano e as políticas públicas. Sobre as características desse fenômeno, marque a alternativa correta:

Questão 10 de 35 Q10 da prova

A economia do Acre apresenta desafios estruturais relacionados a desigualdades regionais e limitações logísticas. Sobre os impactos econômicos dessas desigualdades no desenvolvimento estadual, analise as afirmativas: I - A dificuldade de acesso a mercados nacionais e internacionais limita a diversificação econômica do estado. II - O setor agropecuário é o principal motor da economia local, mas enfrenta restrições ambientais para sua expansão. III - A infraestrutura logística precária impacta diretamente o custo de produção e comercialização no estado. IV - A industrialização do Acre tem se desenvolvido de maneira acelerada nos últimos anos, reduzindo a dependência do setor primário. Marque a alternativa correta:

Questão 11 de 35 Q11 da prova

A adoção de práticas de ESG (Meio Ambiente, Social e Governança) tem se tornado essencial para empresas e instituições públicas. Sobre esse tema, assinale a alternativa correta:

Questão 12 de 35 Q12 da prova

A improbidade administrativa pode ser classificada em diferentes modalidades, conforme previsto na legislação vigente. Sobre esse tema, assinale a alternativa correta:

Questão 13 de 35 Q13 da prova

A Lei de Acesso à Informação (Lei nº 12.527/2011) estabelece normas para garantir a transparência na administração pública. Em consonância com a referida legislação, assinale a alternativa correta:

Questão 14 de 35 Q14 da prova

A ética profissional exige que o servidor público atue de maneira responsável, evitando conflitos de interesse. Acerca do tema, analise as afirmativas: I – O servidor público não pode utilizar informações privilegiadas para obter vantagens pessoais. II – Conflitos de interesse ocorrem quando um agente público tem interesses particulares que podem comprometer sua imparcialidade na função. III – O acúmulo de cargos públicos é permitido em qualquer circunstância, independentemente da compatibilidade de horários e funções. IV – A violação de normas éticas pode resultar em penalidades administrativas, como advertência e exoneração. Estão corretas as afirmativas:

Questão 15 de 35 Q15 da prova

O princípio da legalidade no serviço público estabelece que os agentes administrativos devem atuar conforme a legislação vigente. Sobre esse princípio, assinale a alternativa correta:

Questão 16 de 35 Q16 da prova

Leia o trecho abaixo e responda. “Fazer login como um usuário diferente ou navegar como visitante.” Qual atalho deve ser utilizado pelos usuários do Google Chrome para que ele realize essa ação?

Questão 17 de 35 Q17 da prova

Leia o trecho. “O __________________ diz respeito à cópia total de todos os arquivos que serão destinados para um HD externo, um servidor de rede ou um armazenamento em nuvem. Essa é uma excelente alternativa, pois em casos de vazamento ou falhas de hardware, a recuperação é rápida e completa. Apesar de ser uma solução simples, ele não consegue excluir nenhum documento ou dado duplicado após selecionado para realizar o serviço. Além disso, é necessário um espaço maior de armazenamento, visto que ele realiza a cópia do dispositivo em sua totalidade.” Assinale a alternativa que preencha a lacuna corretamente.

Questão 18 de 35 Q18 da prova

Como é chamada a rede de computadores utilizada por empresas ou outras instituições, que através da internet, permite trocar informações com o público externo de maneira controlada e segura?

Questão 19 de 35 Q19 da prova

É correto afirmar que no sistema operacional Linux, para copiar arquivos do diretório atual para uma pasta diferente, utiliza-se o comando:

Questão 20 de 35 Q20 da prova

Para aplicar contorno às células selecionadas, qual atalho deve ser utilizado pelo usuário do MS-Excel 2016?

Questão 21 de 35 Q21 da prova

Um paciente adulto com diagnóstico de disfonia há três meses apresenta fadiga vocal frequente, dificuldade na projeção da voz e sensação de esforço ao falar. Durante a avaliação fonoaudiológica, observa-se um padrão respiratório predominantemente torácico e abuso vocal frequente. A melhor conduta inicial para o tratamento desse quadro é:

Questão 22 de 35 Q22 da prova

Leia as afirmativas sobre a avaliação audiológica e marque V para verdadeiro e F para falso: ( ) A imitanciometria avalia a função da orelha média e pode auxiliar na detecção de disfunções como otites e disfunção tubária. ( ) A audiometria tonal liminar permite a determinação dos limiares auditivos do paciente, sendo fundamental para o diagnóstico da perda auditiva. ( ) O exame do reflexo acústico mede a resposta da membrana timpânica à pressão sonora, sendo um parâmetro de avaliação da orelha interna. ( ) Os potenciais evocados auditivos são exames eletrofisiológicos utilizados para detectar alterações auditivas centrais e periféricas. A sequência correta é:

Questão 23 de 35 Q23 da prova

Um bebê de seis meses de idade, sem histórico de complicações no nascimento, é encaminhado para avaliação fonoaudiológica devido à suspeita de atraso no desenvolvimento da linguagem. Considerando os marcos típicos do desenvolvimento, a conduta mais adequada é:

Questão 24 de 35 Q24 da prova

Durante a avaliação de um paciente com suspeita de disfagia orofaríngea, o fonoaudiólogo realiza testes clínicos e solicita exames complementares para um diagnóstico mais preciso. A avaliação instrumental mais indicada para visualizar diretamente o processo de deglutição é:

Questão 25 de 35 Q25 da prova

Leia as afirmativas sobre a atuação fonoaudiológica na voz profissional e marque V para verdadeiro e F para falso: ( ) A técnica de ressonância vocal é amplamente utilizada para reduzir o esforço fonatório e melhorar a projeção da voz. ( ) O treinamento respiratório específico para profissionais da voz deve enfatizar o uso de respiração torácica, garantindo maior suporte ventilatório. ( ) A profilaxia vocal inclui estratégias como hidratação, descanso vocal e técnicas de aquecimento e desaquecimento vocal. ( ) A fadiga vocal recorrente pode indicar mau uso ou abuso vocal, sendo um sinal de alerta para alterações laríngeas. A sequência correta é:

Questão 26 de 35 Q26 da prova

Um recém-nascido com fissura labiopalatina bilateral é encaminhado ao fonoaudiólogo para avaliação precoce da função orofacial. A principal recomendação fonoaudiológica para a alimentação desse bebê é:

Questão 27 de 35 Q27 da prova

Um paciente adulto diagnosticado com apneia obstrutiva do sono apresenta ronco intenso, pausas respiratórias durante o sono e fadiga diurna. Durante a avaliação fonoaudiológica, identifica-se hipotonia da musculatura orofaríngea e padrão respiratório oral. A intervenção mais apropriada para esse caso é:

Questão 28 de 35 Q28 da prova

Leia as afirmativas sobre a atuação fonoaudiológica na saúde coletiva e marque V para verdadeiro e F para falso: ( ) A atuação do fonoaudiólogo na atenção primária inclui a promoção da saúde auditiva e prevenção de distúrbios da comunicação. ( ) O Sistema Único de Saúde (SUS) prevê a assistência fonoaudiológica em níveis de atenção primária, secundária e terciária. ( ) O Programa de Conservação Auditiva (PCA) é uma iniciativa voltada exclusivamente ao tratamento de perdas auditivas já instaladas. ( ) O fonoaudiólogo pode atuar na promoção da saúde vocal de professores, prevenindo disfonias ocupacionais. A sequência correta é:

Questão 29 de 35 Q29 da prova

Um paciente adulto com perda auditiva neurossensorial bilateral leve relata dificuldades para compreender a fala em ambientes ruinosos. Considerando a indicação de prótese auditiva, a principal estratégia para melhorar sua adaptação ao aparelho é:

Questão 30 de 35 Q30 da prova

Sobre os processos envolvidos na produção dos sons da fala, analise as afirmativas: I - A fonética estuda os aspectos acústicos e articulatórios dos sons da fala. II - A fonologia investiga a organização e o funcionamento dos sons dentro de um sistema linguístico. III - Os fonemas são as unidades mínimas da fala, responsáveis por diferenciar significados dentro de uma língua. IV - A prosódia refere-se exclusivamente à produção articulatória dos fonemas, sem influência na inteligibilidade da fala. Estão corretas as afirmativas:

Questão 31 de 35 Q31 da prova

Um paciente adulto com diagnóstico de perda auditiva central apresenta dificuldades de compreensão da fala, especialmente em ambientes ruinosos, apesar de apresentar limiares auditivos dentro da normalidade. A avaliação complementar mais indicada para o diagnóstico dessa condição é:

Questão 32 de 35 Q32 da prova

Leia as afirmativas sobre o sistema estomatognático e marque V para verdadeiro e F para falso: ( ) O sistema estomatognático é composto por estruturas anatômicas que atuam nas funções de respiração, sucção, mastigação e deglutição. ( ) A postura inadequada da língua em repouso pode interferir no desenvolvimento das funções orofaciais e na oclusão dentária. ( ) O padrão respiratório oral pode estar associado a adaptações musculares compensatórias, afetando o crescimento craniofacial. ( ) A força dos músculos da mastigação não influencia a dinâmica da deglutição, pois são estruturas independentes. A sequência correta é:

Questão 33 de 35 Q33 da prova

Um fonoaudiólogo atua na avaliação de crianças em idade escolar com dificuldades na aquisição da escrita. Para diferenciar um transtorno específico de aprendizagem de uma dificuldade secundária a fatores ambientais, a estratégia mais adequada é:

Questão 34 de 35 Q34 da prova

Sobre o desenvolvimento da linguagem oral, analise as afirmativas: I - A morfologia refere-se à estrutura e formação das palavras, incluindo afixos e flexões gramaticais. II - A semântica estuda os significados das palavras e suas relações dentro do enunciado. III - A sintaxe trata da organização das palavras em frases e enunciados, seguindo regras estruturais da língua. IV - A pragmática envolve a compreensão e uso da linguagem em diferentes contextos comunicativos. Estão corretas as afirmativas:

Questão 35 de 35 Q35 da prova

Um paciente idoso com histórico de câncer de cabeça e pescoço foi submetido a cirurgia de ressecção tumoral extensa e apresenta disfagia severa no pós-operatório. O principal objetivo da intervenção fonoaudiológica nesse caso é:

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