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Prova Fonoaudiólogo - Pref. Itapevi/SP
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Questão 1 de 30 Q1 da prova
Leia o texto para responder às questões de números 01 a 09.

Ser humilde é bom para o aprendizado
Ninguém sabe tudo. Reconhecer essa limitação e a possível falibilidade até mesmo de nossas crenças mais profundas é fundamental para o conceito de humildade intelectual. “Ela ajuda a superar o pensamento muito categórico, ou-preto-ou-branco, ao qual muitas vezes sucumbimos”, diz Igor Grossmann, professor de Psicologia da Universidade de Waterloo. A ideia de humildade intelectual está por aí há séculos: os filósofos sempre a consideraram uma virtude, mas o interesse dos psicólogos ficou popular só na última década. Embora a humildade intelectual não esteja associada a maior capacidade cognitiva, ela está relacionada a mais conhecimento geral, curiosidade e mente aberta. “Se alguém percebe que ‘Ok, meu jeito de pensar não é perfeito’, é mais provável que consiga fazer correções e superar entraves”, analisa Elizabeth Krumrei Mancuso, professora de Psicologia da Universidade Pepperdine. Em estudo realizado em 2019 com 1 189 pessoas, Elizabeth e seus colegas descobriram que as pessoas humildes intelectualmente tinham maior probabilidade de apresentar características favoráveis à aquisição de novos conhecimentos: pensamento reflexivo, curiosidade e abertura intelectual. Os pesquisadores observaram que essas pessoas são mais inclinadas a examinar evidências e mais resistentes a desinformação e a teorias de conspiração. “Você pode ser intelectualmente humilde e, ao mesmo tempo, intelectualmente corajoso”, afirma Elizabeth. No entanto, constatou-se que esse tipo de humildade estava associado negativamente a um “efeito de modéstia”, ou seja, subestimar a própria capacidade. Na sua forma ideal, ser humilde não significa pensar menos de si, avisa a professora. Você pode ter certeza de coisas para as quais tem boas evidências e, ao mesmo tempo, manter a possibilidade de se equivocar. Ao contrário do que se poderia esperar, pessoas que admitem erros ou que jamais assumem saber de tudo parecem mais competentes. Os dados sugerem que seguidores ficam satisfeitos com líderes intelectualmente humildes. Elizabeth e equipe também compararam as emoções autotranscendentes – como admiração, amor e gratidão – com outras emoções positivas e notaram que as autotranscendentes podem aumentar a humildade intelectual, pelo menos a curto prazo. A gratidão foi o indicador mais forte. “Não dá para ter gratidão e, simultaneamente, querer ganhar todos os créditos”, comenta a especialista.

De acordo com as informações do texto, é correto afirmar que

Questão 2 de 30 Q2 da prova
Leia o texto para responder às questões de números 01 a 09.

Ser humilde é bom para o aprendizado
Ninguém sabe tudo. Reconhecer essa limitação e a possível falibilidade até mesmo de nossas crenças mais profundas é fundamental para o conceito de humildade intelectual. “Ela ajuda a superar o pensamento muito categórico, ou-preto-ou-branco, ao qual muitas vezes sucumbimos”, diz Igor Grossmann, professor de Psicologia da Universidade de Waterloo. A ideia de humildade intelectual está por aí há séculos: os filósofos sempre a consideraram uma virtude, mas o interesse dos psicólogos ficou popular só na última década. Embora a humildade intelectual não esteja associada a maior capacidade cognitiva, ela está relacionada a mais conhecimento geral, curiosidade e mente aberta. “Se alguém percebe que ‘Ok, meu jeito de pensar não é perfeito’, é mais provável que consiga fazer correções e superar entraves”, analisa Elizabeth Krumrei Mancuso, professora de Psicologia da Universidade Pepperdine. Em estudo realizado em 2019 com 1 189 pessoas, Elizabeth e seus colegas descobriram que as pessoas humildes intelectualmente tinham maior probabilidade de apresentar características favoráveis à aquisição de novos conhecimentos: pensamento reflexivo, curiosidade e abertura intelectual. Os pesquisadores observaram que essas pessoas são mais inclinadas a examinar evidências e mais resistentes a desinformação e a teorias de conspiração. “Você pode ser intelectualmente humilde e, ao mesmo tempo, intelectualmente corajoso”, afirma Elizabeth. No entanto, constatou-se que esse tipo de humildade estava associado negativamente a um “efeito de modéstia”, ou seja, subestimar a própria capacidade. Na sua forma ideal, ser humilde não significa pensar menos de si, avisa a professora. Você pode ter certeza de coisas para as quais tem boas evidências e, ao mesmo tempo, manter a possibilidade de se equivocar. Ao contrário do que se poderia esperar, pessoas que admitem erros ou que jamais assumem saber de tudo parecem mais competentes. Os dados sugerem que seguidores ficam satisfeitos com líderes intelectualmente humildes. Elizabeth e equipe também compararam as emoções autotranscendentes – como admiração, amor e gratidão – com outras emoções positivas e notaram que as autotranscendentes podem aumentar a humildade intelectual, pelo menos a curto prazo. A gratidão foi o indicador mais forte. “Não dá para ter gratidão e, simultaneamente, querer ganhar todos os créditos”, comenta a especialista.

Com base no texto, conclui-se corretamente que os que desejam ter humildade intelectual devem

Questão 3 de 30 Q3 da prova
Leia o texto para responder às questões de números 01 a 09.

Ser humilde é bom para o aprendizado
Ninguém sabe tudo. Reconhecer essa limitação e a possível falibilidade até mesmo de nossas crenças mais profundas é fundamental para o conceito de humildade intelectual. “Ela ajuda a superar o pensamento muito categórico, ou-preto-ou-branco, ao qual muitas vezes sucumbimos”, diz Igor Grossmann, professor de Psicologia da Universidade de Waterloo. A ideia de humildade intelectual está por aí há séculos: os filósofos sempre a consideraram uma virtude, mas o interesse dos psicólogos ficou popular só na última década. Embora a humildade intelectual não esteja associada a maior capacidade cognitiva, ela está relacionada a mais conhecimento geral, curiosidade e mente aberta. “Se alguém percebe que ‘Ok, meu jeito de pensar não é perfeito’, é mais provável que consiga fazer correções e superar entraves”, analisa Elizabeth Krumrei Mancuso, professora de Psicologia da Universidade Pepperdine. Em estudo realizado em 2019 com 1 189 pessoas, Elizabeth e seus colegas descobriram que as pessoas humildes intelectualmente tinham maior probabilidade de apresentar características favoráveis à aquisição de novos conhecimentos: pensamento reflexivo, curiosidade e abertura intelectual. Os pesquisadores observaram que essas pessoas são mais inclinadas a examinar evidências e mais resistentes a desinformação e a teorias de conspiração. “Você pode ser intelectualmente humilde e, ao mesmo tempo, intelectualmente corajoso”, afirma Elizabeth. No entanto, constatou-se que esse tipo de humildade estava associado negativamente a um “efeito de modéstia”, ou seja, subestimar a própria capacidade. Na sua forma ideal, ser humilde não significa pensar menos de si, avisa a professora. Você pode ter certeza de coisas para as quais tem boas evidências e, ao mesmo tempo, manter a possibilidade de se equivocar. Ao contrário do que se poderia esperar, pessoas que admitem erros ou que jamais assumem saber de tudo parecem mais competentes. Os dados sugerem que seguidores ficam satisfeitos com líderes intelectualmente humildes. Elizabeth e equipe também compararam as emoções autotranscendentes – como admiração, amor e gratidão – com outras emoções positivas e notaram que as autotranscendentes podem aumentar a humildade intelectual, pelo menos a curto prazo. A gratidão foi o indicador mais forte. “Não dá para ter gratidão e, simultaneamente, querer ganhar todos os créditos”, comenta a especialista.

Assinale a alternativa em que a frase, elaborada com base em ideias do primeiro parágrafo, segue a norma-padrão e preserva o sentido original do texto.

Questão 4 de 30 Q4 da prova
Leia o texto para responder às questões de números 01 a 09.

Ser humilde é bom para o aprendizado
Ninguém sabe tudo. Reconhecer essa limitação e a possível falibilidade até mesmo de nossas crenças mais profundas é fundamental para o conceito de humildade intelectual. “Ela ajuda a superar o pensamento muito categórico, ou-preto-ou-branco, ao qual muitas vezes sucumbimos”, diz Igor Grossmann, professor de Psicologia da Universidade de Waterloo. A ideia de humildade intelectual está por aí há séculos: os filósofos sempre a consideraram uma virtude, mas o interesse dos psicólogos ficou popular só na última década. Embora a humildade intelectual não esteja associada a maior capacidade cognitiva, ela está relacionada a mais conhecimento geral, curiosidade e mente aberta. “Se alguém percebe que ‘Ok, meu jeito de pensar não é perfeito’, é mais provável que consiga fazer correções e superar entraves”, analisa Elizabeth Krumrei Mancuso, professora de Psicologia da Universidade Pepperdine. Em estudo realizado em 2019 com 1 189 pessoas, Elizabeth e seus colegas descobriram que as pessoas humildes intelectualmente tinham maior probabilidade de apresentar características favoráveis à aquisição de novos conhecimentos: pensamento reflexivo, curiosidade e abertura intelectual. Os pesquisadores observaram que essas pessoas são mais inclinadas a examinar evidências e mais resistentes a desinformação e a teorias de conspiração. “Você pode ser intelectualmente humilde e, ao mesmo tempo, intelectualmente corajoso”, afirma Elizabeth. No entanto, constatou-se que esse tipo de humildade estava associado negativamente a um “efeito de modéstia”, ou seja, subestimar a própria capacidade. Na sua forma ideal, ser humilde não significa pensar menos de si, avisa a professora. Você pode ter certeza de coisas para as quais tem boas evidências e, ao mesmo tempo, manter a possibilidade de se equivocar. Ao contrário do que se poderia esperar, pessoas que admitem erros ou que jamais assumem saber de tudo parecem mais competentes. Os dados sugerem que seguidores ficam satisfeitos com líderes intelectualmente humildes. Elizabeth e equipe também compararam as emoções autotranscendentes – como admiração, amor e gratidão – com outras emoções positivas e notaram que as autotranscendentes podem aumentar a humildade intelectual, pelo menos a curto prazo. A gratidão foi o indicador mais forte. “Não dá para ter gratidão e, simultaneamente, querer ganhar todos os créditos”, comenta a especialista.

Assinale a alternativa cuja frase traz a relação correta entre formas e tempos verbais.

Questão 5 de 30 Q5 da prova
Leia o texto para responder às questões de números 01 a 09.

Ser humilde é bom para o aprendizado
Ninguém sabe tudo. Reconhecer essa limitação e a possível falibilidade até mesmo de nossas crenças mais profundas é fundamental para o conceito de humildade intelectual. “Ela ajuda a superar o pensamento muito categórico, ou-preto-ou-branco, ao qual muitas vezes sucumbimos”, diz Igor Grossmann, professor de Psicologia da Universidade de Waterloo. A ideia de humildade intelectual está por aí há séculos: os filósofos sempre a consideraram uma virtude, mas o interesse dos psicólogos ficou popular só na última década. Embora a humildade intelectual não esteja associada a maior capacidade cognitiva, ela está relacionada a mais conhecimento geral, curiosidade e mente aberta. “Se alguém percebe que ‘Ok, meu jeito de pensar não é perfeito’, é mais provável que consiga fazer correções e superar entraves”, analisa Elizabeth Krumrei Mancuso, professora de Psicologia da Universidade Pepperdine. Em estudo realizado em 2019 com 1 189 pessoas, Elizabeth e seus colegas descobriram que as pessoas humildes intelectualmente tinham maior probabilidade de apresentar características favoráveis à aquisição de novos conhecimentos: pensamento reflexivo, curiosidade e abertura intelectual. Os pesquisadores observaram que essas pessoas são mais inclinadas a examinar evidências e mais resistentes a desinformação e a teorias de conspiração. “Você pode ser intelectualmente humilde e, ao mesmo tempo, intelectualmente corajoso”, afirma Elizabeth. No entanto, constatou-se que esse tipo de humildade estava associado negativamente a um “efeito de modéstia”, ou seja, subestimar a própria capacidade. Na sua forma ideal, ser humilde não significa pensar menos de si, avisa a professora. Você pode ter certeza de coisas para as quais tem boas evidências e, ao mesmo tempo, manter a possibilidade de se equivocar. Ao contrário do que se poderia esperar, pessoas que admitem erros ou que jamais assumem saber de tudo parecem mais competentes. Os dados sugerem que seguidores ficam satisfeitos com líderes intelectualmente humildes. Elizabeth e equipe também compararam as emoções autotranscendentes – como admiração, amor e gratidão – com outras emoções positivas e notaram que as autotranscendentes podem aumentar a humildade intelectual, pelo menos a curto prazo. A gratidão foi o indicador mais forte. “Não dá para ter gratidão e, simultaneamente, querer ganhar todos os créditos”, comenta a especialista.

Considere as frases.

  • Em se tratando das principais características para a aquisição de conhecimentos, quem geralmente são os intelectualmente mais humildes.
  • Qualidades como saber analisar fatos e reconhecer fake news é mais provável em pessoas que têm pensamento reflexivo.
  • Para os intelectualmente humildes, curiosidade e mente aberta fazem parte da lista de predicados que vantajosos.
De acordo com a norma-padrão de emprego e de colocação de pronomes, as lacunas dessas frases devem ser preenchidas, respectivamente, por:

Questão 6 de 30 Q6 da prova
Leia o texto para responder às questões de números 01 a 09.

Ser humilde é bom para o aprendizado
Ninguém sabe tudo. Reconhecer essa limitação e a possível falibilidade até mesmo de nossas crenças mais profundas é fundamental para o conceito de humildade intelectual. “Ela ajuda a superar o pensamento muito categórico, ou-preto-ou-branco, ao qual muitas vezes sucumbimos”, diz Igor Grossmann, professor de Psicologia da Universidade de Waterloo. A ideia de humildade intelectual está por aí há séculos: os filósofos sempre a consideraram uma virtude, mas o interesse dos psicólogos ficou popular só na última década. Embora a humildade intelectual não esteja associada a maior capacidade cognitiva, ela está relacionada a mais conhecimento geral, curiosidade e mente aberta. “Se alguém percebe que ‘Ok, meu jeito de pensar não é perfeito’, é mais provável que consiga fazer correções e superar entraves”, analisa Elizabeth Krumrei Mancuso, professora de Psicologia da Universidade Pepperdine. Em estudo realizado em 2019 com 1 189 pessoas, Elizabeth e seus colegas descobriram que as pessoas humildes intelectualmente tinham maior probabilidade de apresentar características favoráveis à aquisição de novos conhecimentos: pensamento reflexivo, curiosidade e abertura intelectual. Os pesquisadores observaram que essas pessoas são mais inclinadas a examinar evidências e mais resistentes a desinformação e a teorias de conspiração. “Você pode ser intelectualmente humilde e, ao mesmo tempo, intelectualmente corajoso”, afirma Elizabeth. No entanto, constatou-se que esse tipo de humildade estava associado negativamente a um “efeito de modéstia”, ou seja, subestimar a própria capacidade. Na sua forma ideal, ser humilde não significa pensar menos de si, avisa a professora. Você pode ter certeza de coisas para as quais tem boas evidências e, ao mesmo tempo, manter a possibilidade de se equivocar. Ao contrário do que se poderia esperar, pessoas que admitem erros ou que jamais assumem saber de tudo parecem mais competentes. Os dados sugerem que seguidores ficam satisfeitos com líderes intelectualmente humildes. Elizabeth e equipe também compararam as emoções autotranscendentes – como admiração, amor e gratidão – com outras emoções positivas e notaram que as autotranscendentes podem aumentar a humildade intelectual, pelo menos a curto prazo. A gratidão foi o indicador mais forte. “Não dá para ter gratidão e, simultaneamente, querer ganhar todos os créditos”, comenta a especialista.

É correto afirmar que os dois-pontos empregados no quinto parágrafo introduzem trecho que

Questão 7 de 30 Q7 da prova
Leia o texto para responder às questões de números 01 a 09.

Ser humilde é bom para o aprendizado
Ninguém sabe tudo. Reconhecer essa limitação e a possível falibilidade até mesmo de nossas crenças mais profundas é fundamental para o conceito de humildade intelectual. “Ela ajuda a superar o pensamento muito categórico, ou-preto-ou-branco, ao qual muitas vezes sucumbimos”, diz Igor Grossmann, professor de Psicologia da Universidade de Waterloo. A ideia de humildade intelectual está por aí há séculos: os filósofos sempre a consideraram uma virtude, mas o interesse dos psicólogos ficou popular só na última década. Embora a humildade intelectual não esteja associada a maior capacidade cognitiva, ela está relacionada a mais conhecimento geral, curiosidade e mente aberta. “Se alguém percebe que ‘Ok, meu jeito de pensar não é perfeito’, é mais provável que consiga fazer correções e superar entraves”, analisa Elizabeth Krumrei Mancuso, professora de Psicologia da Universidade Pepperdine. Em estudo realizado em 2019 com 1 189 pessoas, Elizabeth e seus colegas descobriram que as pessoas humildes intelectualmente tinham maior probabilidade de apresentar características favoráveis à aquisição de novos conhecimentos: pensamento reflexivo, curiosidade e abertura intelectual. Os pesquisadores observaram que essas pessoas são mais inclinadas a examinar evidências e mais resistentes a desinformação e a teorias de conspiração. “Você pode ser intelectualmente humilde e, ao mesmo tempo, intelectualmente corajoso”, afirma Elizabeth. No entanto, constatou-se que esse tipo de humildade estava associado negativamente a um “efeito de modéstia”, ou seja, subestimar a própria capacidade. Na sua forma ideal, ser humilde não significa pensar menos de si, avisa a professora. Você pode ter certeza de coisas para as quais tem boas evidências e, ao mesmo tempo, manter a possibilidade de se equivocar. Ao contrário do que se poderia esperar, pessoas que admitem erros ou que jamais assumem saber de tudo parecem mais competentes. Os dados sugerem que seguidores ficam satisfeitos com líderes intelectualmente humildes. Elizabeth e equipe também compararam as emoções autotranscendentes – como admiração, amor e gratidão – com outras emoções positivas e notaram que as autotranscendentes podem aumentar a humildade intelectual, pelo menos a curto prazo. A gratidão foi o indicador mais forte. “Não dá para ter gratidão e, simultaneamente, querer ganhar todos os créditos”, comenta a especialista.

Assinale a alternativa em que a oração destacada apresenta a mesma relação entre ideias estabelecida pela conjunção “embora” no trecho – Embora a humildade intelectual não esteja associada a maior capacidade cognitiva, ela está... (3 o parágrafo).

Questão 8 de 30 Q8 da prova
Leia o texto para responder às questões de números 01 a 09.

Ser humilde é bom para o aprendizado
Ninguém sabe tudo. Reconhecer essa limitação e a possível falibilidade até mesmo de nossas crenças mais profundas é fundamental para o conceito de humildade intelectual. “Ela ajuda a superar o pensamento muito categórico, ou-preto-ou-branco, ao qual muitas vezes sucumbimos”, diz Igor Grossmann, professor de Psicologia da Universidade de Waterloo. A ideia de humildade intelectual está por aí há séculos: os filósofos sempre a consideraram uma virtude, mas o interesse dos psicólogos ficou popular só na última década. Embora a humildade intelectual não esteja associada a maior capacidade cognitiva, ela está relacionada a mais conhecimento geral, curiosidade e mente aberta. “Se alguém percebe que ‘Ok, meu jeito de pensar não é perfeito’, é mais provável que consiga fazer correções e superar entraves”, analisa Elizabeth Krumrei Mancuso, professora de Psicologia da Universidade Pepperdine. Em estudo realizado em 2019 com 1 189 pessoas, Elizabeth e seus colegas descobriram que as pessoas humildes intelectualmente tinham maior probabilidade de apresentar características favoráveis à aquisição de novos conhecimentos: pensamento reflexivo, curiosidade e abertura intelectual. Os pesquisadores observaram que essas pessoas são mais inclinadas a examinar evidências e mais resistentes a desinformação e a teorias de conspiração. “Você pode ser intelectualmente humilde e, ao mesmo tempo, intelectualmente corajoso”, afirma Elizabeth. No entanto, constatou-se que esse tipo de humildade estava associado negativamente a um “efeito de modéstia”, ou seja, subestimar a própria capacidade. Na sua forma ideal, ser humilde não significa pensar menos de si, avisa a professora. Você pode ter certeza de coisas para as quais tem boas evidências e, ao mesmo tempo, manter a possibilidade de se equivocar. Ao contrário do que se poderia esperar, pessoas que admitem erros ou que jamais assumem saber de tudo parecem mais competentes. Os dados sugerem que seguidores ficam satisfeitos com líderes intelectualmente humildes. Elizabeth e equipe também compararam as emoções autotranscendentes – como admiração, amor e gratidão – com outras emoções positivas e notaram que as autotranscendentes podem aumentar a humildade intelectual, pelo menos a curto prazo. A gratidão foi o indicador mais forte. “Não dá para ter gratidão e, simultaneamente, querer ganhar todos os créditos”, comenta a especialista.

No trecho do sétimo parágrafo – Na sua forma ideal, ser humilde não significa pensar menos de si... –, a expressão destacada indica circunstância adverbial de modo. Essa circunstância também se encontra destacada em:

Questão 9 de 30 Q9 da prova
Leia o texto para responder às questões de números 01 a 09.

Ser humilde é bom para o aprendizado
Ninguém sabe tudo. Reconhecer essa limitação e a possível falibilidade até mesmo de nossas crenças mais profundas é fundamental para o conceito de humildade intelectual. “Ela ajuda a superar o pensamento muito categórico, ou-preto-ou-branco, ao qual muitas vezes sucumbimos”, diz Igor Grossmann, professor de Psicologia da Universidade de Waterloo. A ideia de humildade intelectual está por aí há séculos: os filósofos sempre a consideraram uma virtude, mas o interesse dos psicólogos ficou popular só na última década. Embora a humildade intelectual não esteja associada a maior capacidade cognitiva, ela está relacionada a mais conhecimento geral, curiosidade e mente aberta. “Se alguém percebe que ‘Ok, meu jeito de pensar não é perfeito’, é mais provável que consiga fazer correções e superar entraves”, analisa Elizabeth Krumrei Mancuso, professora de Psicologia da Universidade Pepperdine. Em estudo realizado em 2019 com 1 189 pessoas, Elizabeth e seus colegas descobriram que as pessoas humildes intelectualmente tinham maior probabilidade de apresentar características favoráveis à aquisição de novos conhecimentos: pensamento reflexivo, curiosidade e abertura intelectual. Os pesquisadores observaram que essas pessoas são mais inclinadas a examinar evidências e mais resistentes a desinformação e a teorias de conspiração. “Você pode ser intelectualmente humilde e, ao mesmo tempo, intelectualmente corajoso”, afirma Elizabeth. No entanto, constatou-se que esse tipo de humildade estava associado negativamente a um “efeito de modéstia”, ou seja, subestimar a própria capacidade. Na sua forma ideal, ser humilde não significa pensar menos de si, avisa a professora. Você pode ter certeza de coisas para as quais tem boas evidências e, ao mesmo tempo, manter a possibilidade de se equivocar. Ao contrário do que se poderia esperar, pessoas que admitem erros ou que jamais assumem saber de tudo parecem mais competentes. Os dados sugerem que seguidores ficam satisfeitos com líderes intelectualmente humildes. Elizabeth e equipe também compararam as emoções autotranscendentes – como admiração, amor e gratidão – com outras emoções positivas e notaram que as autotranscendentes podem aumentar a humildade intelectual, pelo menos a curto prazo. A gratidão foi o indicador mais forte. “Não dá para ter gratidão e, simultaneamente, querer ganhar todos os créditos”, comenta a especialista.

A frase que está em conformidade com a norma-padrão de concordância verbal se encontra na alternativa:

Questão 10 de 30 Q10 da prova
Leia o texto para responder às questões de números 10 a 15.

A guerra contra as guerras
Enquanto o século vinte e um nascia, morria Bertie Felstead, aos cento e seis anos de idade. Havia atravessado três séculos, e era o único sobrevivente de um insólito jogo de futebol que foi disputado no Natal de 1915. Jogaram aquela partida os soldados britânicos e os soldados alemães, num campo improvisado entre trincheiras. Uma bola apareceu, vinda sabe-se lá de onde, e desandou a rodar, não se sabe como, e então o campo de batalha se transformou num campo de futebol. Os inimigos jogaram para o alto suas armas e correram para disputar a bola. Os soldados jogaram enquanto puderam, até que os oficiais furiosos fizeram com que se lembrassem de que estavam ali para matar ou morrer. Passada a trégua do futebol, voltou a carnificina; mas a bola tinha aberto um fugaz espaço de encontro para aqueles homens obrigados a se odiar.

Pode-se afirmar corretamente que o autor, ao declarar que aquele foi – um insólito jogo de futebol –, faz referência

Questão 11 de 30 Q11 da prova
Leia o texto para responder às questões de números 10 a 15.

A guerra contra as guerras
Enquanto o século vinte e um nascia, morria Bertie Felstead, aos cento e seis anos de idade. Havia atravessado três séculos, e era o único sobrevivente de um insólito jogo de futebol que foi disputado no Natal de 1915. Jogaram aquela partida os soldados britânicos e os soldados alemães, num campo improvisado entre trincheiras. Uma bola apareceu, vinda sabe-se lá de onde, e desandou a rodar, não se sabe como, e então o campo de batalha se transformou num campo de futebol. Os inimigos jogaram para o alto suas armas e correram para disputar a bola. Os soldados jogaram enquanto puderam, até que os oficiais furiosos fizeram com que se lembrassem de que estavam ali para matar ou morrer. Passada a trégua do futebol, voltou a carnificina; mas a bola tinha aberto um fugaz espaço de encontro para aqueles homens obrigados a se odiar.

É correto concluir que o jogo de futebol representou uma trégua, pois foi o momento em que

Questão 12 de 30 Q12 da prova
Leia o texto para responder às questões de números 10 a 15.

A guerra contra as guerras
Enquanto o século vinte e um nascia, morria Bertie Felstead, aos cento e seis anos de idade. Havia atravessado três séculos, e era o único sobrevivente de um insólito jogo de futebol que foi disputado no Natal de 1915. Jogaram aquela partida os soldados britânicos e os soldados alemães, num campo improvisado entre trincheiras. Uma bola apareceu, vinda sabe-se lá de onde, e desandou a rodar, não se sabe como, e então o campo de batalha se transformou num campo de futebol. Os inimigos jogaram para o alto suas armas e correram para disputar a bola. Os soldados jogaram enquanto puderam, até que os oficiais furiosos fizeram com que se lembrassem de que estavam ali para matar ou morrer. Passada a trégua do futebol, voltou a carnificina; mas a bola tinha aberto um fugaz espaço de encontro para aqueles homens obrigados a se odiar.

Acerca do primeiro parágrafo, é correto afirmar que o autor empregou, respectivamente, a conjunção “Enquanto” e os verbos “nascia” e “morria” para expor

Questão 13 de 30 Q13 da prova
Leia o texto para responder às questões de números 10 a 15.

A guerra contra as guerras
Enquanto o século vinte e um nascia, morria Bertie Felstead, aos cento e seis anos de idade. Havia atravessado três séculos, e era o único sobrevivente de um insólito jogo de futebol que foi disputado no Natal de 1915. Jogaram aquela partida os soldados britânicos e os soldados alemães, num campo improvisado entre trincheiras. Uma bola apareceu, vinda sabe-se lá de onde, e desandou a rodar, não se sabe como, e então o campo de batalha se transformou num campo de futebol. Os inimigos jogaram para o alto suas armas e correram para disputar a bola. Os soldados jogaram enquanto puderam, até que os oficiais furiosos fizeram com que se lembrassem de que estavam ali para matar ou morrer. Passada a trégua do futebol, voltou a carnificina; mas a bola tinha aberto um fugaz espaço de encontro para aqueles homens obrigados a se odiar.

Na frase do terceiro parágrafo – Os soldados jogaram enquanto puderam, até que os oficiais furiosos fizeram com que se lembrassem de que estavam ali para matar ou morrer. –, a expressão e os termos em destaque exprimem, correta e respectivamente, as ideias de

Questão 14 de 30 Q14 da prova
Leia o texto para responder às questões de números 10 a 15.

A guerra contra as guerras
Enquanto o século vinte e um nascia, morria Bertie Felstead, aos cento e seis anos de idade. Havia atravessado três séculos, e era o único sobrevivente de um insólito jogo de futebol que foi disputado no Natal de 1915. Jogaram aquela partida os soldados britânicos e os soldados alemães, num campo improvisado entre trincheiras. Uma bola apareceu, vinda sabe-se lá de onde, e desandou a rodar, não se sabe como, e então o campo de batalha se transformou num campo de futebol. Os inimigos jogaram para o alto suas armas e correram para disputar a bola. Os soldados jogaram enquanto puderam, até que os oficiais furiosos fizeram com que se lembrassem de que estavam ali para matar ou morrer. Passada a trégua do futebol, voltou a carnificina; mas a bola tinha aberto um fugaz espaço de encontro para aqueles homens obrigados a se odiar.

Assinale a alternativa cuja frase, reescrita a partir do trecho final do último parágrafo, está de acordo com as ideias do texto.

Questão 15 de 30 Q15 da prova
Leia o texto para responder às questões de números 10 a 15.

A guerra contra as guerras
Enquanto o século vinte e um nascia, morria Bertie Felstead, aos cento e seis anos de idade. Havia atravessado três séculos, e era o único sobrevivente de um insólito jogo de futebol que foi disputado no Natal de 1915. Jogaram aquela partida os soldados britânicos e os soldados alemães, num campo improvisado entre trincheiras. Uma bola apareceu, vinda sabe-se lá de onde, e desandou a rodar, não se sabe como, e então o campo de batalha se transformou num campo de futebol. Os inimigos jogaram para o alto suas armas e correram para disputar a bola. Os soldados jogaram enquanto puderam, até que os oficiais furiosos fizeram com que se lembrassem de que estavam ali para matar ou morrer. Passada a trégua do futebol, voltou a carnificina; mas a bola tinha aberto um fugaz espaço de encontro para aqueles homens obrigados a se odiar.

Atribui-se a Bertie Felstead, que faleceu portas do século XXI, o privilégio de ter sido a última testemunha do insólito jogo de 1915, quando britânicos e alemães, alheios à brutalidade da guerra, ficaram frente a frente apenas como oponentes no futebol. Considerando a norma-padrão de emprego do sinal indicativo de crase, as lacunas do texto devem ser preenchidas, respectivamente, por:

Questão 16 de 30 Q16 da prova
Leia o texto para responder às questões de números 16 a 20.

Um novo grupo populacional de migrantes, que chega em uma cidade de pequeno porte, enfrenta barreiras linguísticas e culturais que dificultam seu acesso aos serviços de saúde. Muitos não conhecem seus direitos e têm dificuldade em entender como funciona o sistema de saúde local.

O princípio do SUS que garante o acesso de quaisquer pessoas, sem discriminação, incluindo a população migrante, às ações e serviços de saúde no SUS é denominado

Questão 17 de 30 Q17 da prova
Leia o texto para responder às questões de números 16 a 20.

Os consórcios municipais no SUS são arranjos que visam à cooperação entre municípios para otimizar a gestão da saúde, possibilitando a oferta de serviços de maneira mais eficiente e integrada.

Sobre os consórcios, é correto afirmar:

Questão 18 de 30 Q18 da prova
Leia o texto para responder às questões de números 16 a 20.

A porta de entrada no SUS corresponde ao serviço de saúde que faz o primeiro contato do usuário com o sistema e tem, dentre suas funções, acolher, orientar e direcionar as demandas de saúde da população.

Além da Atenção Básica, faz parte das portas de entrada ao SUS

Questão 19 de 30 Q19 da prova
Leia o texto para responder às questões de números 16 a 20.

Uma diretriz da Política Nacional da Atenção Básica que articula diferentes tecnologias de cuidado individual e coletivo e que é capaz de construir vínculos positivos e intervenções clínica e sanitariamente efetivas, centrada na pessoa, na perspectiva de ampliação dos graus de autonomia dos indivíduos e grupos sociais, é denominada como

Uma diretriz da Política Nacional da Atenção Básica que articula diferentes tecnologias de cuidado individual e coletivo e que é capaz de construir vínculos positivos e intervenções clínica e sanitariamente efetivas, centrada na pessoa, na perspectiva de ampliação dos graus de autonomia dos indivíduos e grupos sociais, é denominada como

Questão 20 de 30 Q20 da prova
Leia o texto para responder às questões de números 16 a 20.

Estudos epidemiológicos do tipo ecológico têm como vantagem a possibilidade de examinar associações entre exposição e doença na coletividade.

Assinale a alternativa que contempla um exemplo de estudo ecológico.

Questão 21 de 30 Q21 da prova
Leia o texto para responder às questões de números 21 a 25.

Assinale a alternativa que descreve a relação entre letalidade, incidência e prevalência em um surto de uma doença infecciosa.

Assinale a alternativa que descreve a relação entre letalidade, incidência e prevalência em um surto de uma doença infecciosa.

Questão 22 de 30 Q22 da prova
Leia o texto para responder às questões de números 22 a 25.

Sobre o registro de agravos de notificação compulsória no Sinan (Sistema de Informação de Agravos de Notificação), é correto afirmar:

Sobre o registro de agravos de notificação compulsória no Sinan (Sistema de Informação de Agravos de Notificação), é correto afirmar:

Questão 23 de 30 Q23 da prova
Leia o texto para responder às questões de números 22 a 25.

O Programa Melhor em Casa é uma iniciativa que oferece cuidado domiciliar para pacientes que precisam de atenção contínua, evitando internações prolongadas e promovendo o conforto e a recuperação no ambiente familiar.

Sobre as equipes na atenção domiciliar, é correto afirmar:

Questão 24 de 30 Q24 da prova
Leia o texto para responder às questões de números 24 a 25.

A organização da atenção e da gestão do SUS no modelo de Redes de Atenção à Saúde se caracteriza pela

A organização da atenção e da gestão do SUS no modelo de Redes de Atenção à Saúde se caracteriza pela

Questão 25 de 30 Q25 da prova
Leia o texto para responder às questões de números 24 a 25.

O indicador demográfico cuja taxa é influenciada pela dinâmica da natalidade, da mortalidade e das migrações, entre outros aspectos, é denominado

O indicador demográfico cuja taxa é influenciada pela dinâmica da natalidade, da mortalidade e das migrações, entre outros aspectos, é denominado

Questão 26 de 30 Q26 da prova
Leia o texto para responder às questões de números 26 a 30.

Observe o exame audiométrico a seguir.
AUDIOGRAMA
125
0
10
2030
4050
60
70
80
90
100
110
120250 500 1000 2000 4000 6000 8000
0
0000
0
0
0
(Silvana Frota, Fundamentos em fonoaudiologia: audiologia )
O resultado do exame é compatível com perda auditiva

O resultado do exame é compatível com perda auditiva

Questão 27 de 30 Q27 da prova
Leia o texto para responder às questões de números 26 a 30.

Observe o timpanograma a seguir.
2,5
2,0
1,5
1,0
0,5
–600 –500 –400 –300 –200 –100 0 +100 +200
(Silvana Frota, Fundamentos em fonoaudiologia: audiologia )
O resultado caracteriza uma timpanometria do tipo

O resultado caracteriza uma timpanometria do tipo

Questão 28 de 30 Q28 da prova
Leia o texto para responder às questões de números 26 a 30.

Durante a avaliação pelo teste de Rinne com diapasão, a fonoaudióloga encontrou o seguinte resultado: Tempo de percepção VA < VO. Assinale a alternativa que apresenta uma interpretação correta desse resultado.

Assinale a alternativa que apresenta uma interpretação correta desse resultado.

Questão 29 de 30 Q29 da prova
Leia o texto para responder às questões de números 26 a 30.

A figura a seguir refere-se a um esquema dos músculos da Laringe em visão superior.
12 3
4
5
Cartilagem
cricóidea
TAinterno
(músculo vocal)
Glote
(Mara Behlau, Voz: o livro do especialista )
Assinale a alternativa que enumera corretamente o músculo cricoaritenóideo posterior (CAP).

Assinale a alternativa que enumera corretamente o músculo cricoaritenóideo posterior (CAP).

Questão 30 de 30 Q30 da prova
Leia o texto para responder às questões de números 26 a 30.

Assinale a alternativa que caracteriza uma voz do tipo fluida.

Assinale a alternativa que caracteriza uma voz do tipo fluida.

Acertos
Erros
30
Total