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Prova Fisioterapeuta - Pref. Barracão/RS
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Questão 1 de 40 Q1 da prova
[...] Como comentei na introdução, é comum que alguns autores, embora neguem o uso do “eu”, permitam, entretanto, o uso do “nós”, isto é, o emprego gramatical da primeira pessoa do plural. Devo dizer que acho a opção ainda mais estranha e curiosa do que a proibição anterior. Penso que tais autores, se sentindo sufocados pela impessoalidade da terceira pessoa gramatical, porém, sem querer ceder à pessoalidade da primeira pessoa do singular, acabem tentando encontrar um meio-termo no “nós”, o que, a meu ver, é mero paliativo. É que, à exceção dos trabalhos elaborados em coautoria, soa muito estranho ler um autor se referindo a si como “nós”. Soa como uma esquizofrenia. Para tentar justificar esse paliativo, já vi seus defensores argumentando que o uso da primeira pessoa do plural se justifica uma vez que o autor se apoia em diversas pessoas e em suas obras para poder desenvolver um trabalho científico. Assim, tentam fazer crer que o uso do “nós” é uma espécie de reconhecimento à colaboração dos demais autores que serviram de fonte às ideias do autor da pesquisa. Ora, com todo respeito, trata-se de uma falácia. O argumento da suposta humildade do pesquisador revela-se, na verdade, uma presunção temerosa, que, penso, deve ser evitada. Nada lhe garante que os autores que lhe serviram de fonte de pesquisa chegariam às mesmas conclusões que as suas, ou que foram corretamente interpretados em suas ideias. Em verdade, não cabe ao pesquisador declarar a vontade de suas fontes, apenas interpretá-las com sua própria subjetividade que lhe é peculiar. Além de gerar um ruído na comunicação, entendo que o uso da primeira pessoa do plural por um indivíduo que elabora sozinho um texto acadêmico representa uma afronta à lógica, já que nada justifica se referir a si como “nós”, quando se está completamente sozinho no ato de escrever. Sendo o caso de ser uma pesquisa que teve ajudantes ou colaboradores, uma forma de valorizar sua participação é torná-los coautores ou mencioná-los diretamente no trabalho. [...]

Considerando a linha argumentativa desenvolvida no texto, assinale a alternativa integralmente CORRETA.

Questão 2 de 40 Q2 da prova
[...] Como comentei na introdução, é comum que alguns autores, embora neguem o uso do “eu”, permitam, entretanto, o uso do “nós”, isto é, o emprego gramatical da primeira pessoa do plural. Devo dizer que acho a opção ainda mais estranha e curiosa do que a proibição anterior. Penso que tais autores, se sentindo sufocados pela impessoalidade da terceira pessoa gramatical, porém, sem querer ceder à pessoalidade da primeira pessoa do singular, acabem tentando encontrar um meio-termo no “nós”, o que, a meu ver, é mero paliativo. É que, à exceção dos trabalhos elaborados em coautoria, soa muito estranho ler um autor se referindo a si como “nós”. Soa como uma esquizofrenia. Para tentar justificar esse paliativo, já vi seus defensores argumentando que o uso da primeira pessoa do plural se justifica uma vez que o autor se apoia em diversas pessoas e em suas obras para poder desenvolver um trabalho científico. Assim, tentam fazer crer que o uso do “nós” é uma espécie de reconhecimento à colaboração dos demais autores que serviram de fonte às ideias do autor da pesquisa. Ora, com todo respeito, trata-se de uma falácia. O argumento da suposta humildade do pesquisador revela-se, na verdade, uma presunção temerosa, que, penso, deve ser evitada. Nada lhe garante que os autores que lhe serviram de fonte de pesquisa chegariam às mesmas conclusões que as suas, ou que foram corretamente interpretados em suas ideias. Em verdade, não cabe ao pesquisador declarar a vontade de suas fontes, apenas interpretá-las com sua própria subjetividade que lhe é peculiar. Além de gerar um ruído na comunicação, entendo que o uso da primeira pessoa do plural por um indivíduo que elabora sozinho um texto acadêmico representa uma afronta à lógica, já que nada justifica se referir a si como “nós”, quando se está completamente sozinho no ato de escrever. Sendo o caso de ser uma pesquisa que teve ajudantes ou colaboradores, uma forma de valorizar sua participação é torná-los coautores ou mencioná-los diretamente no trabalho. [...]

Considerando o conteúdo do texto e as possibilidades de inferências que ele mobiliza, assinale a alternativa correta.

Questão 3 de 40 Q3 da prova
[...] Como comentei na introdução, é comum que alguns autores, embora neguem o uso do “eu”, permitam, entretanto, o uso do “nós”, isto é, o emprego gramatical da primeira pessoa do plural. Devo dizer que acho a opção ainda mais estranha e curiosa do que a proibição anterior. Penso que tais autores, se sentindo sufocados pela impessoalidade da terceira pessoa gramatical, porém, sem querer ceder à pessoalidade da primeira pessoa do singular, acabem tentando encontrar um meio-termo no “nós”, o que, a meu ver, é mero paliativo. É que, à exceção dos trabalhos elaborados em coautoria, soa muito estranho ler um autor se referindo a si como “nós”. Soa como uma esquizofrenia. Para tentar justificar esse paliativo, já vi seus defensores argumentando que o uso da primeira pessoa do plural se justifica uma vez que o autor se apoia em diversas pessoas e em suas obras para poder desenvolver um trabalho científico. Assim, tentam fazer crer que o uso do “nós” é uma espécie de reconhecimento à colaboração dos demais autores que serviram de fonte às ideias do autor da pesquisa. Ora, com todo respeito, trata-se de uma falácia. O argumento da suposta humildade do pesquisador revela-se, na verdade, uma presunção temerosa, que, penso, deve ser evitada. Nada lhe garante que os autores que lhe serviram de fonte de pesquisa chegariam às mesmas conclusões que as suas, ou que foram corretamente interpretados em suas ideias. Em verdade, não cabe ao pesquisador declarar a vontade de suas fontes, apenas interpretá-las com sua própria subjetividade que lhe é peculiar. Além de gerar um ruído na comunicação, entendo que o uso da primeira pessoa do plural por um indivíduo que elabora sozinho um texto acadêmico representa uma afronta à lógica, já que nada justifica se referir a si como “nós”, quando se está completamente sozinho no ato de escrever. Sendo o caso de ser uma pesquisa que teve ajudantes ou colaboradores, uma forma de valorizar sua participação é torná-los coautores ou mencioná-los diretamente no trabalho. [...]

Assinale a alternativa INCORRETA.

Questão 4 de 40 Q4 da prova
[...] Como comentei na introdução, é comum que alguns autores, embora neguem o uso do “eu”, permitam, entretanto, o uso do “nós”, isto é, o emprego gramatical da primeira pessoa do plural. Devo dizer que acho a opção ainda mais estranha e curiosa do que a proibição anterior. Penso que tais autores, se sentindo sufocados pela impessoalidade da terceira pessoa gramatical, porém, sem querer ceder à pessoalidade da primeira pessoa do singular, acabem tentando encontrar um meio-termo no “nós”, o que, a meu ver, é mero paliativo. É que, à exceção dos trabalhos elaborados em coautoria, soa muito estranho ler um autor se referindo a si como “nós”. Soa como uma esquizofrenia. Para tentar justificar esse paliativo, já vi seus defensores argumentando que o uso da primeira pessoa do plural se justifica uma vez que o autor se apoia em diversas pessoas e em suas obras para poder desenvolver um trabalho científico. Assim, tentam fazer crer que o uso do “nós” é uma espécie de reconhecimento à colaboração dos demais autores que serviram de fonte às ideias do autor da pesquisa. Ora, com todo respeito, trata-se de uma falácia. O argumento da suposta humildade do pesquisador revela-se, na verdade, uma presunção temerosa, que, penso, deve ser evitada. Nada lhe garante que os autores que lhe serviram de fonte de pesquisa chegariam às mesmas conclusões que as suas, ou que foram corretamente interpretados em suas ideias. Em verdade, não cabe ao pesquisador declarar a vontade de suas fontes, apenas interpretá-las com sua própria subjetividade que lhe é peculiar. Além de gerar um ruído na comunicação, entendo que o uso da primeira pessoa do plural por um indivíduo que elabora sozinho um texto acadêmico representa uma afronta à lógica, já que nada justifica se referir a si como “nós”, quando se está completamente sozinho no ato de escrever. Sendo o caso de ser uma pesquisa que teve ajudantes ou colaboradores, uma forma de valorizar sua participação é torná-los coautores ou mencioná-los diretamente no trabalho. [...]

Assinale a alternativa que apresenta uma análise INCORRETA em relação ao 2º parágrafo.

Questão 5 de 40 Q5 da prova
[...] Como comentei na introdução, é comum que alguns autores, embora neguem o uso do “eu”, permitam, entretanto, o uso do “nós”, isto é, o emprego gramatical da primeira pessoa do plural. Devo dizer que acho a opção ainda mais estranha e curiosa do que a proibição anterior. Penso que tais autores, se sentindo sufocados pela impessoalidade da terceira pessoa gramatical, porém, sem querer ceder à pessoalidade da primeira pessoa do singular, acabem tentando encontrar um meio-termo no “nós”, o que, a meu ver, é mero paliativo. É que, à exceção dos trabalhos elaborados em coautoria, soa muito estranho ler um autor se referindo a si como “nós”. Soa como uma esquizofrenia. Para tentar justificar esse paliativo, já vi seus defensores argumentando que o uso da primeira pessoa do plural se justifica uma vez que o autor se apoia em diversas pessoas e em suas obras para poder desenvolver um trabalho científico. Assim, tentam fazer crer que o uso do “nós” é uma espécie de reconhecimento à colaboração dos demais autores que serviram de fonte às ideias do autor da pesquisa. Ora, com todo respeito, trata-se de uma falácia. O argumento da suposta humildade do pesquisador revela-se, na verdade, uma presunção temerosa, que, penso, deve ser evitada. Nada lhe garante que os autores que lhe serviram de fonte de pesquisa chegariam às mesmas conclusões que as suas, ou que foram corretamente interpretados em suas ideias. Em verdade, não cabe ao pesquisador declarar a vontade de suas fontes, apenas interpretá-las com sua própria subjetividade que lhe é peculiar. Além de gerar um ruído na comunicação, entendo que o uso da primeira pessoa do plural por um indivíduo que elabora sozinho um texto acadêmico representa uma afronta à lógica, já que nada justifica se referir a si como “nós”, quando se está completamente sozinho no ato de escrever. Sendo o caso de ser uma pesquisa que teve ajudantes ou colaboradores, uma forma de valorizar sua participação é torná-los coautores ou mencioná-los diretamente no trabalho. [...]

Assinale a alternativa que apresenta uma análise integralmente CORRETA em relação ao uso de vírgulas no trecho a seguir: “Como comentei na introdução, [1] é comum que alguns autores, [2] embora neguem o uso do “eu”, [3] permitam, [4] entretanto, [5] o uso do “nós”, [6] isto é, [7] o emprego gramatical da primeira pessoa do plural.”

Questão 6 de 40 Q6 da prova

O primeiro período do 2º parágrafo é composto. Assinale a alternativa que apresenta a oração principal desse período.

Questão 7 de 40 Q7 da prova

Assinale a alternativa que apresenta uma oração subordinada introduzida por uma conjunção que exige o modo subjuntivo.

Questão 8 de 40 Q8 da prova

Assinale a alternativa que apresenta uma análise INCORRETA no que tange às relações morfossintáticas de concordância.

Questão 9 de 40 Q9 da prova

Assinale a alternativa em que todas as palavras recebem acento gráfico pela mesma regra de acentuação.

Questão 10 de 40 Q10 da prova

Assinale a alternativa que apresenta uma característica linguística desse texto que NÃO é indicada quando considerado o contexto de Redação Oficial.

Questão 11 de 40 Q11 da prova

Foram comprados macarrão do tipo espaguete e parafuso. Toda a compra foi entregue em 20 caixas, com 34 pacotes cada uma. Sabendo-se que cada caixa continha 4 embalagens de macarrão do tipo parafuso a mais do que do tipo espaguete, o número de pacotes entregues, de macarrão do tipo parafuso, foi:

Questão 12 de 40 Q12 da prova

No mês de janeiro foi realizada uma pesquisa com turistas que visitaram a cidade de Foz do Iguaçu buscando identificar qual o local turístico visitado na cidade que eles mais gostaram. Das pessoas que responderam o questionário, 175 disse que gostou mais do Parque das Aves, 160 pessoas gostaram mais das Cataratas do Iguaçu e 120 pessoas relataram que gostaram mais do Marco das Três Fronteiras. Além disso, 40 pessoas gostaram mais do Parque das Aves e das Cataratas do Iguaçu, 30 pessoas gostaram das Cataratas do Iguaçu e do Marco das Três Fronteiras, 55 pessoas gostaram do Parque das Aves e do Marco das Três Fronteiras e ainda, 20 pessoas disseram que gostaram do Parque das Aves, das Cataratas do Iguaçu e do Marco das Três Fronteiras. Sabendo disto, quantas pessoas gostaram mais, apenas das Cataratas do Iguaçu?

Questão 13 de 40 Q13 da prova

Um grupo de advogados comprou uma grande sala comercial que tem o formato retangular e a dividiu em quatro cômodos, também retangulares, conforme ilustra a figura abaixo. Sabendo que a área da recepção é igual a 8m² e que as áreas das salas 1 e 3 são, respectivamente, 16m² e 12m², então a área da sala 2 e a área total deste escritório, em metros quadrados, são respectivamente igual a:

Questão 14 de 40 Q14 da prova

Uma piscina tem a forma de um paralelepípedo retangular, cujas medidas são 18 m de comprimento, 15 m de largura e 120 cm de profundidade. A mangueira de água utilizada para encher a piscina tem uma vazão de 900 litros por minuto. Sabendo disso, para encher completamente a piscina serão necessários quantos litros de água e quanto tempo?

Questão 15 de 40 Q15 da prova

Um supermercado está fazendo uma promoção para conseguir moedas. Quem trouxer moedas de R$ 0,10 ganha um desconto de 5% no valor total de sua compra. As clientes Maria e Marieta chegaram ao mesmo tempo no caixa 1 e 2 respectivamente. Maria trouxe um total de R$ 25,20 em moedas, sendo moedas de R$ 0,10 e de R$ 0,25 e o número de moedas de 25 centavos era o dobro do número de moedas de 10 centavos. Marieta trouxe um total de R$ 12,75 em moedas, sendo moedas de R$ 0,10 e de R$ 0,25, mas o número de moedas de 25 centavos era o triplo do número de moedas de 10 centavos. Sabendo disso, quantas moedas de R$ 0,10 o mercado conseguiu com Maria e Marieta?

Questão 16 de 40 Q16 da prova

O Art. 15, da Lei nº 2.056/2015, que “Dispõe sobre o quadro de pessoal do executivo municipal de Barracão e dá outras providências”, estabelece que os servidores nomeados para os cargos públicos de provimento efetivo, ao entrar em exercício, ficam sujeitos a estágio probatório por prazo ininterrupto de 36 (trinta e seis) meses. Parágrafo único. No período mencionado no caput deste artigo, as habilidades e a capacidade funcional do servidor serão objeto de avaliação de desempenho, na forma estabelecida em regulamento, observados, entre outros, os seguintes fatores:

Questão 17 de 40 Q17 da prova

A avaliação de desempenho é o processo que tem por propósito aferir objetivamente o resultado do trabalho efetivo dos servidores, fornecendo subsídios para o planejamento de recursos humanos da administração Municipal. O Art. 24, da Lei nº 2.056/2015, que “Dispõe sobre o quadro de pessoal do executivo municipal de Barracão e dá outras providências”, estabelece que “O servidor cujo desempenho tenha sido avaliado”: I – Na média ou acima da média progredirá 01 (uma) referência dentro do mesmo nível até alcançar a referência máxima do nível. II – Abaixo da média permanecerá na mesma referência e em caso de reincidência de preterição submeter-se-á a treinamento e/ou testes psicológicos, ficando à disposição do órgão de pessoal para readaptação ou transferência. III – Na média ou acima da média progredirá 3 (três) referências dentro do mesmo nível até alcançar a referência máxima do nível. IV – Abaixo da média progredirá 1 (uma) referência e podendo ser submetido a treinamento e/ou testes psicológicos, ficando à disposição do órgão de pessoal para readaptação ou transferência. V – Somente os avaliados abaixo da média permanecerão na mesma referência e, em caso de reincidência de preterição, submeter-se-ão a treinamento e/ou testes psicológicos, ficando à disposição do órgão de pessoal para readaptação ou transferência, ou a critério da autoridade municipal exonerá-lo. São falsos os itens:

Questão 18 de 40 Q18 da prova

A ditadura militar no Brasil, acabou no ano de 1985, depois de grandes movimentações políticas, como as manifestações por eleições diretas. Em 1988, foi promulgada a Constituição Federal de 1988, que é também conhecida como:

Questão 19 de 40 Q19 da prova

O Art. 16, da Lei nº 1.011/1993, que “Dispõe sobre o regime jurídico único do funcionalismo do município, das autarquias e das fundações municipais de Barracão”, estabelece: Posse é a aceitação expressa das atribuições, deveres e responsabilidades inerentes ao cargo público, com o compromisso de bem servir, formalizada com a assinatura do termo pelo Diretor do Departamento de Administração, na administração direta e pela autoridade competente nas demais e pelo empossado. § 1º A posse ocorrerá no prazo de 90 (noventa) dias contados da publicação do ato de provimento, prorrogável por mais 30 dias (trinta) dias, a requerimento do interessado. § 2º Em se tratando de funcionário em licença, ou afastado por qualquer outro motivo legal, o prazo será contado do término do impedimento. § 3º A posse não poderá dar-se mediante procuração específica. § 4º Só haverá posse nos casos de provimento de cargo por nomeação. § 5º No ato da posse, o funcionário apresentará, obrigatoriamente, declaração de bens e valores que constituem seu patrimônio e declaração quanto ao exercício ou não de outro cargo, emprego ou função pública. § 6º Será tornado sem efeito o ato de provimento, se a posse ocorrer no prazo superior ao previsto no § 1º. São verdadeiros os §§:

Questão 20 de 40 Q20 da prova

Sobre a história da ocupação do Sudoeste paranaense, relatos focam sua atenção quase exclusivamente no período que tange à colonização oficial da região, a partir de 1943, com a criação da: “________”, que possuía o objetivo de instalar no Sudoeste do Paraná famílias de agricultores, provenientes principalmente do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina, os quais são reconhecidos como os “pioneiros” da ocupação humana regional. Assinale a alternativa que preenche CORRETAMENTE a lacuna.

Questão 21 de 40 Q21 da prova

Em um indivíduo com doença de Scheuermann é correto afirmar que:

Questão 22 de 40 Q22 da prova

Com relação à escoliose idiopática, é correto:

Questão 23 de 40 Q23 da prova

A Síndrome do Túnel do Carpo (STC) é uma doença bastante associada com fatores laborais, repetitivos. I. É considerado como fator causal, trabalhadores expostos à vibração manual. II. É considerado como fator causal, trabalhadores expostos a movimentos de flexão e extensão de punho. III. É considerado como fator causal, trabalhadores expostos a realização de grandes forças de preensão.

Questão 24 de 40 Q24 da prova

Visto que o ambiente de trabalho pode propiciar o surgimento de Doenças Osteomusculares Relacionadas ao Trabalho (DORT), destacam-se como fatores facilitadores para o surgimento: I. Pobre ergonomia em mobiliários e outros equipamentos relacionados ao trabalho. II. Manutenção por períodos prolongados à temperatura ambiente. III. Falta de suporte social por parte de colegas, supervisores e administradores.

Questão 25 de 40 Q25 da prova

A encefalopatia crônica não progressiva, também conhecida como Paralisia Cerebral (PC), caracteriza-se por alterações neurológicas permanentes, que certamente afetarão: I. Tônus muscular. II. Equilíbrio corporal. III. Cognição.

Questão 26 de 40 Q26 da prova

A criança com encefalopatia crônica não progressiva tem necessidades de tratamento com equipes multiprofissionais, sendo que o papel do fisioterapeuta é de grande importância nestas equipes, incluindo a observação de características clínicas para o encaminhamento adequado das mesmas, são problemas encontrados comumente nesta população: I. Alterações gastrointestinais, como vômitos e constipação. II. Distúrbios de visão e audição, como estrabismo e déficit de audição. III. Osteoporose, o que pode aumentar o risco de fraturas.

Questão 27 de 40 Q27 da prova

Visto a importância da classificação de osteoartrose de joelho, visando seu prognóstico, a classificação de Kellgren-Lawrence é muito utilizada, na imagem abaixo, qual a adequada classificação da mesma:

Questão 28 de 40 Q28 da prova

Cerca de 90% dos pacientes que relatam dor lombar crônica não são enquadrados em algum diagnóstico específico, sendo assim designados com lombalgia crônica não específica. Para tais quadros, são terapias consideradas eficazes: I. Yoga. II. Pilates III. Exercícios de estabilização.

Questão 29 de 40 Q29 da prova

A artrite reumatoide é uma doença crônica inflamatória autoimune, geralmente apresenta poliartrite simétrica de articulações sinoviais, e durante sua fase aguda os pacientes apresentam dor e edema. O fisioterapeuta é um profissional que tem atuação nesta doença, principalmente com base nos sintomas descritos acima, contudo, outros sinais importantes são observados nesta doença, como: I. Alto risco de doenças cardiovasculares. II. Fadiga local e sistêmica. III. Elevadas concentrações de cortisol.

Questão 30 de 40 Q30 da prova

Com relação ao luto, é correto afirmar que: (fisiologia da dor – livro) I. A expressão do luto é realizada em uma multiplicidade de palavras e línguas, nos diferentes povos. II. Pode afetar o próprio doente, antes de sua morte, de acordo com que visualiza suas perdas. III. Fatores diversos afetam o processo, como: a forma da morte, a relação com a pessoa falecida, sofrimento frente à doença.

Questão 31 de 40 Q31 da prova

A massagem terapêutica é uma técnica difundida por todo o mundo, sendo capaz de realizar efeitos terapêuticos importantes, como: I. Melhorar a função imunológica. II. Diminuir concentrações de cortisol e adrenalina. III. Melhora da circulação sanguínea e linfática.

Questão 32 de 40 Q32 da prova

As quedas em idosos são extremamente preocupantes, para o quadro geral de saúde, sendo que após fraturas de quadril o risco se torna ainda maior. Existem diversos testes funcionais que apontam para o risco de quedas, mas, para a população citada acima, qual o teste que apresenta maior sensibilidade?

Questão 33 de 40 Q33 da prova

O processo de reabilitação de indivíduos com sequelas de queimaduras, também envolve o aspecto de reintegração social. Qual afirmação é correta?

Questão 34 de 40 Q34 da prova

Indivíduos com graves queimaduras demandam internação em unidades de terapia intensiva (UTI), com imobilismo e diversos riscos de complicações. Visando reduzir tais riscos, a mobilização precoce é iniciada. Pode-se considerar como efeitos previstos para tal ação: I. Redução do risco de complicações vasculares, como tromboembolia. II. Redução nos dias em UTI e aumento no período de internação geral. III. Redução em problemas pulmonares, como pneumonias e atelectasias.

Questão 35 de 40 Q35 da prova

A gravidade do quadro clínico em decorrência do coronavírus 2019 (COVID-19) é muito heterogênea, podendo os pacientes desenvolverem doença leve, moderada ou grave. A prevalência das sequelas crônicas clinicamente relevantes nesses pacientes, que podem estar presentes meses após a resolução da síndrome aguda grave coronavírus 2 (SARS-CoV-2), tem ganhado importância no cenário da reabilitação pulmonar. Um estudo (Gloeckl R, Leitl D, Jarosch I, et al. Benefits of pulmonary rehabilitation in COVID-19: a prospective observational cohort study. ERJ Open Res 2021; 7: 00108-2021) investigou não só a eficácia e segurança da reabilitação pulmonar para pacientes com sequelas de SARS-COV-2, mas também se a resposta à reabilitação poderia ser diferente a depender da gravidade da doença. Com base nos resultados desse estudo em relação ao desempenho no teste de caminhada de seis minutos (reproduzidos no gráfico abaixo) pode-se concluir que:

Questão 36 de 40 Q36 da prova

O acompanhamento remoto à pacientes de diversas áreas ganhou destaque durante o isolamento social provocado pela pandemia da COVID-19. Sabendo-se da importância da reabilitação pulmonar para pacientes que sofrem de doenças pulmonares crônicas, a crise sanitária estimulou pesquisas que avaliassem a efetividade da telereabilitação para pacientes com pneumopatias crônicas. Segundo os dados de uma revisão sistemática apresentados abaixo (Cox NS, Dal Corso S, Hansen H, McDonald CF, Hill CJ, Zanaboni P, Alison JA, O'Halloran P, Macdonald H, Holland AE. Telerehabilitation for chronic respiratory disease. Cochrane Database of Systematic Reviews 2021, Issue 1. Art. No.: CD013040. DOI:10.1002/14651858.CD013040.pub2) qual a evidência da efetividade da telereabilitação, em comparação ao modelo tradicional de reabilitação presencial (centre-based [outpatient]), para o tratamento de pneumopatas crônicos no tocante ao desempenho funcional?

Questão 37 de 40 Q37 da prova

O termo variabilidade da frequência cardíaca (VFC) refere-se à variação do intervalo de tempo decorrido entre os batimentos cardíacos. Na prática, o intervalo de tempo (expresso em milissegundos) decorrido entre dois batimentos cardíacos pode ser medido com o:

Questão 38 de 40 Q38 da prova

O serviço de emergência e urgência é considerado a porta de entrada do hospital para o paciente que apresente disfunções, com risco de morte, biológicas e físicas. A inserção do fisioterapeuta na equipe assistencial de urgência e emergência é recente. O fisioterapeuta intervém diretamente nas disfunções cardiorrespiratórias e, como as principais causas de internações hospitalares englobam as doenças cardiovasculares e pulmonares, o seu papel na equipe é considerado fundamental. Considerando a especificidade do serviço de fisioterapia que deve ser prestado no contexto da emergência e urgência, NÃO É considerado um objetivo do fisioterapeuta que atua nesse serviço (destacar o objetivo da terapia que NÃO é esperado para o ambiente de emergência e urgência):

Questão 39 de 40 Q39 da prova

Das áreas de atuação do fisioterapeuta, destaca-se a especialidade de Fisioterapia na saúde da mulher. Qual das intervenções/ações listadas abaixo, que mantém relação com a área de saúde da mulher, não tem respaldo legal pelo COFFITO?

Questão 40 de 40 Q40 da prova

O tratamento conservador, recomendado pela Sociedade Internacional de Continência como terapia de primeira linha, consiste na avaliação da força do assoalho pélvico e uso funcional do treinamento desses músculos. Baseado nos resultados de uma revisão sistemática com metanálise (Wu, X., Zheng, X., Yi, X. et al. Electromyographic Biofeedback for Stress Urinary Incontinence or Pelvic Floor Dysfunction in Women: A Systematic Review and Meta-Analysis. Adv Ther 38, 4163–4177 (2021). https://doi.org/10.1007/s12325-021-01831-6), o que se pode concluir sobre o treinamento dos músculos do assoalho pélvico para o manejo da Incontinência urinária de esforço?

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