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Prova Fisioterapeuta - Pref. Aratiba/RS
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Questão 1 de 3 Q1759925 Q1 da prova
Pelo menos duas escolas de aldeias indígenas no Médio Xingu, no Pará, estão tomadas por infestações de morcegos que impedem a realização de aulas para cerca de 150 alunos. Imagens exclusivas obtidas pela Agência Pública mostram o piso de lajotas das construções coberto por uma espessa camada de cor marrom. As paredes brancas estão sujas de rastros de fezes. Em várias salas, o forro do teto cedeu, tamanho o peso dos dejetos. Nos banheiros, insetos se aglomeram em cima da sujeira. Em um vídeo gravado para a reportagem, é possível escutar o som dos morcegos. É nesta situação insalubre que se encontram as escolas da aldeia Iriril, localizada na Terra Indígena Cachoeira Seca, lar de quase 2.000 indígenas Arara, e da aldeia Ita’Aka, na Terra Indígena Koatinemo, onde vivem cerca de 300 pessoas da etnia Assurini do Xingu. A maior parte dos dois territórios indígenas está no município de Altamira. Ambas as escolas foram construídas pela empresa Norte Energia como parte das ações de compensação pela Usina Belo Monte. A segunda maior hidrelétrica do Brasil afetou 13 Terras Indígenas, barrou o fluxo do rio Xingu – impactando dezenas de espécies – e expulsou ribeirinhos e beiradeiros de suas casas, empurrando-os para periferias de centros urbanos, como o de Altamira. Há relatos de outros casos de infestação, porém eles não foram documentados. Como todas as escolas da Norte Energia foram construídas da mesma forma, com o mesmo forro, é possível que o problema se repita em mais lugares. A situação vem à tona no momento em que a licença de operação de Belo Monte completa três anos vencida. A autorização expirou em 24 de novembro de 2021, mas como a empresa pediu a renovação dentro do prazo estipulado por lei, a usina pode continuar operando até a manifestação definitiva do Ibama, que ainda não se pronunciou sobre a renovação ou não da licença. “O odor é muito forte. A gente tem medo de causar doença. Dá muita dor de cabeça nos nossos filhos”, relata Tyapompo Arara, da aldeia Iriri, onde a presença dos animais já comprometeu a rede elétrica, deixando a escola no escuro. A preocupação com a saúde é justificada, já que morcegos podem transmitir doenças infecciosas graves, como raiva e leptospirose. “A estrutura está cada vez mais sendo danificada. Isso nos deixa muito preocupados. A gente vem passando essa informação para a Norte Energia, para os órgãos e até agora não tomaram providências”, afirma Kwai Assurini, cacique da aldeia Ita’Aka. (Disponível em: apublica.org/2024/11/morcegos-tomam-escolas-indigenas-feitas-para-compensar-belo-monte/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Considerando o exposto pelo texto a respeito das escolas construídas pela Norte Energia, analise as assertivas a seguir: I. Há a documentação e a confirmação de que todas as escolas mencionadas apresentam problemas de infestação. II. Apenas uma das escolas mencionadas permanece cumprindo o calendário escolar. III. Todas as escolas mencionadas foram construídas com o mesmo forro. Quais estão corretas?

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Questão 2 de 3 Q1759934 Q5 da prova
Pelo menos duas escolas de aldeias indígenas no Médio Xingu, no Pará, estão tomadas por infestações de morcegos que impedem a realização de aulas para cerca de 150 alunos. Imagens exclusivas obtidas pela Agência Pública mostram o piso de lajotas das construções coberto por uma espessa camada de cor marrom. As paredes brancas estão sujas de rastros de fezes. Em várias salas, o forro do teto cedeu, tamanho o peso dos dejetos. Nos banheiros, insetos se aglomeram em cima da sujeira. Em um vídeo gravado para a reportagem, é possível escutar o som dos morcegos. É nesta situação insalubre que se encontram as escolas da aldeia Iriril, localizada na Terra Indígena Cachoeira Seca, lar de quase 2.000 indígenas Arara, e da aldeia Ita’Aka, na Terra Indígena Koatinemo, onde vivem cerca de 300 pessoas da etnia Assurini do Xingu. A maior parte dos dois territórios indígenas está no município de Altamira. Ambas as escolas foram construídas pela empresa Norte Energia como parte das ações de compensação pela Usina Belo Monte. A segunda maior hidrelétrica do Brasil afetou 13 Terras Indígenas, barrou o fluxo do rio Xingu – impactando dezenas de espécies – e expulsou ribeirinhos e beiradeiros de suas casas, empurrando-os para periferias de centros urbanos, como o de Altamira. Há relatos de outros casos de infestação, porém eles não foram documentados. Como todas as escolas da Norte Energia foram construídas da mesma forma, com o mesmo forro, é possível que o problema se repita em mais lugares. A situação vem à tona no momento em que a licença de operação de Belo Monte completa três anos vencida. A autorização expirou em 24 de novembro de 2021, mas como a empresa pediu a renovação dentro do prazo estipulado por lei, a usina pode continuar operando até a manifestação definitiva do Ibama, que ainda não se pronunciou sobre a renovação ou não da licença. “O odor é muito forte. A gente tem medo de causar doença. Dá muita dor de cabeça nos nossos filhos”, relata Tyapompo Arara, da aldeia Iriri, onde a presença dos animais já comprometeu a rede elétrica, deixando a escola no escuro. A preocupação com a saúde é justificada, já que morcegos podem transmitir doenças infecciosas graves, como raiva e leptospirose. “A estrutura está cada vez mais sendo danificada. Isso nos deixa muito preocupados. A gente vem passando essa informação para a Norte Energia, para os órgãos e até agora não tomaram providências”, afirma Kwai Assurini, cacique da aldeia Ita’Aka. (Disponível em: apublica.org/2024/11/morcegos-tomam-escolas-indigenas-feitas-para-compensar-belo-monte/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Analise as seguintes assertivas sobre palavras e expressões do texto: I. O verbo “impedem” (l. 02) poderia ser substituído por “impossibilitam”, sem prejuízo ao sentido e à correção gramatical do parágrafo. II. A palavra “sujas” (l. 04) poderia ser substituída por “límpidas”, sem prejuízo ao sentido e à correção gramatical do parágrafo. III. A palavra “graves” (l. 29) poderia ser substituída por “sérias”, sem prejuízo ao sentido e à correção gramatical do parágrafo. Quais estão corretas?

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Questão 3 de 3 Q1759942 Q9 da prova
Pelo menos duas escolas de aldeias indígenas no Médio Xingu, no Pará, estão tomadas por infestações de morcegos que impedem a realização de aulas para cerca de 150 alunos. Imagens exclusivas obtidas pela Agência Pública mostram o piso de lajotas das construções coberto por uma espessa camada de cor marrom. As paredes brancas estão sujas de rastros de fezes. Em várias salas, o forro do teto cedeu, tamanho o peso dos dejetos. Nos banheiros, insetos se aglomeram em cima da sujeira. Em um vídeo gravado para a reportagem, é possível escutar o som dos morcegos. É nesta situação insalubre que se encontram as escolas da aldeia Iriril, localizada na Terra Indígena Cachoeira Seca, lar de quase 2.000 indígenas Arara, e da aldeia Ita’Aka, na Terra Indígena Koatinemo, onde vivem cerca de 300 pessoas da etnia Assurini do Xingu. A maior parte dos dois territórios indígenas está no município de Altamira. Ambas as escolas foram construídas pela empresa Norte Energia como parte das ações de compensação pela Usina Belo Monte. A segunda maior hidrelétrica do Brasil afetou 13 Terras Indígenas, barrou o fluxo do rio Xingu – impactando dezenas de espécies – e expulsou ribeirinhos e beiradeiros de suas casas, empurrando-os para periferias de centros urbanos, como o de Altamira. Há relatos de outros casos de infestação, porém eles não foram documentados. Como todas as escolas da Norte Energia foram construídas da mesma forma, com o mesmo forro, é possível que o problema se repita em mais lugares. A situação vem à tona no momento em que a licença de operação de Belo Monte completa três anos vencida. A autorização expirou em 24 de novembro de 2021, mas como a empresa pediu a renovação dentro do prazo estipulado por lei, a usina pode continuar operando até a manifestação definitiva do Ibama, que ainda não se pronunciou sobre a renovação ou não da licença. “O odor é muito forte. A gente tem medo de causar doença. Dá muita dor de cabeça nos nossos filhos”, relata Tyapompo Arara, da aldeia Iriri, onde a presença dos animais já comprometeu a rede elétrica, deixando a escola no escuro. A preocupação com a saúde é justificada, já que morcegos podem transmitir doenças infecciosas graves, como raiva e leptospirose. “A estrutura está cada vez mais sendo danificada. Isso nos deixa muito preocupados. A gente vem passando essa informação para a Norte Energia, para os órgãos e até agora não tomaram providências”, afirma Kwai Assurini, cacique da aldeia Ita’Aka. (Disponível em: apublica.org/2024/11/morcegos-tomam-escolas-indigenas-feitas-para-compensar-belo-monte/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Em relação ao fragmento “O odor é muito forte”, analise as assertivas abaixo, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas. ( ) O sujeito da oração é classificado como simples. ( ) A oração apresenta predicativo do sujeito. ( ) A oração apresenta adjunto adnominal. ( ) O predicado é classificado como verbal. A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

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