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Prova Fisioterapeuta Plantonista - Pref. Salgado de São Felix/PB
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Questão 1 de 30 Q1280708 Q1 da prova
Leia o texto abaixo e responda da questão 1 à 5. A (IN)EXISTÊNCIA DA EMPATIA EM UMA SOCIEDADE LÍQUIDA E SUPERFICIAL “[...] Valeu a pena? Tudo vale a pena Se a alma não é pequena. Quem quer passar além do Bojador Tem que passar além da dor. Deus ao mar o perigo e o abismo deu, Mas nele é que espelhou o céu.” Fernando Pessoa Das palavras de Fernando Pessoa, ecoam, em minha mente, os versos “Tudo vale a pena, se a alma não é pequena”. Isso me faz pensar na importância de agirmos não apenas mecanicamente, mas, sobremaneira, espiritualmente. Será que nossas ações diárias visam o bem-estar, também, dos outros? Ou será que nossa alma é pequena a ponto de pensarmos apenas em nosso benefício próprio? Infelizmente, diante da globalização, parece-me que as pessoas estão, cada vez mais, mecânicas e menos humanas, uma vez que é priorizado o bem material, bem de consumo, em detrimento do bem espiritual. Nessa linha de raciocínio, como brasileira, por meio de evidências presentes em nossa realidade social, reflito sobre a “invisibilidade pública” (COSTA, 2004) decorrente de ações oriundas de uma sociedade moderna e líquida (BAUMAN, 2001), cuja fluidez nos consome diariamente. Em primeiro lugar, percebo, no dia a dia, a supervalorização de umas funções, como, por exemplo, a de médico, engenheiro, advogado, em detrimento de outras, não menos importantes, tais como: gari, pedreiro, eletricista, dentre tantas outras. Como comprovado por Costa (2004), nossa sociedade tende a invisibilizar essas profissões cujos cidadãos são da classe trabalhadora, como se eles tivessem a obrigação de servir os grupos privilegiados. Pessoas que possuem este pensamento, como diria o poeta português Fernando Pessoa, parecem apresentar a alma pequena, pois não conseguem enxergar a semelhança e dependência que todos nós, cidadãos, temos em comunidade, independentemente da posição social que ocupamos. O que seria de nós, por exemplo, sem o advogado, o médico, o engenheiro e o professor? Mas, também, o que seria de nós sem o gari que higieniza nossas vias públicas, o pedreiro que constrói nossas casas e o eletricista que nos possibilita a luz elétrica para que possamos ter mais conforto e, até mesmo, cumprir nossas funções diárias? Essas reflexões me fazem compreender, em segundo lugar, que essa supervalorização e, por conseguinte, a invisibilidade pública (COSTA, 2004) é decorrente de uma modernidade líquida, conforme aponta Bauman (2001), a qual tem como prioridade os bens de consumo; bens esses que chegam às mãos dos pobres com muito mais dificuldade. Uma sociedade que cultiva ações materiais, em detrimento de ações de compaixão e solidariedade. Enxergo, como fruto desta realidade, pessoas que constroem suas mansões em alicerces superficiais e vazios, uma vez que, embora possuam os materiais de construção mais caros e luxuosos, não possuem sentimentos simples e imprescindíveis, tais como: o amor e a empatia. Portanto, concluo que essas pessoas priorizam tanto os bens concretos que esquecem os mais importantes, aqueles que não são visíveis aos nossos olhos, mas que sentimos (SAINT-EXUPÉRY, 1987). São sentimentos que nos propiciam alicerçar a nossa moradia da maneira mais forte possível, propiciando-nos a capacidade de sermos empáticos; em outras palavras, segundo o psicólogo norte-americano Carl Rogers, é importante procurarmos enxergar o mundo com os olhos do outro, em vez de enxergarmos o nosso mundo como um reflexo nos olhos dele (ROGERS, 2017). Defendo, dessa maneira, que nem as melhores tecnologias ou lentes do mundo são capazes de nos fazer enxergar com os olhos do outro, quando temos a alma pequena, uma vez que compreendo que é procurando edificar ações mais coerentes e empáticas, em meio a uma sociedade alicerçada em superficialidades, que tornaremos visíveis as necessidades e angústias do próximo, em prol da “visibilidade pública” e grandeza de nosso espírito.

Após leitura do texto acima, analise, como verdadeiras (V) ou falsas (F), as afirmativas abaixo. I- ( ) Em termos de gênero textual, o texto em questão trata-se de um artigo de opinião; II- ( ) O autor defende a visibilidade pública como reflexo de uma sociedade líquida e superficial, com indivíduos de alma pequena; III- ( ) A heterogeneidade discursiva, no texto, revela-se por meio da intertextualidade que se concretiza, por exemplo, na retomada do poema de Fernando Pessoa e do livro “O pequeno Príncipe” de Antoine Saint-Exupéry; IV- ( ) No que tange à tipologia textual, percebemos a predominância da descrição e da argumentação. Após análise das afirmativas, conclui-se que a sequência correta é:

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Questão 2 de 30 Q1280709 Q2 da prova
Leia o texto abaixo e responda da questão 1 à 5. A (IN)EXISTÊNCIA DA EMPATIA EM UMA SOCIEDADE LÍQUIDA E SUPERFICIAL “[...] Valeu a pena? Tudo vale a pena Se a alma não é pequena. Quem quer passar além do Bojador Tem que passar além da dor. Deus ao mar o perigo e o abismo deu, Mas nele é que espelhou o céu.” Fernando Pessoa Das palavras de Fernando Pessoa, ecoam, em minha mente, os versos “Tudo vale a pena, se a alma não é pequena”. Isso me faz pensar na importância de agirmos não apenas mecanicamente, mas, sobremaneira, espiritualmente. Será que nossas ações diárias visam o bem-estar, também, dos outros? Ou será que nossa alma é pequena a ponto de pensarmos apenas em nosso benefício próprio? Infelizmente, diante da globalização, parece-me que as pessoas estão, cada vez mais, mecânicas e menos humanas, uma vez que é priorizado o bem material, bem de consumo, em detrimento do bem espiritual. Nessa linha de raciocínio, como brasileira, por meio de evidências presentes em nossa realidade social, reflito sobre a “invisibilidade pública” (COSTA, 2004) decorrente de ações oriundas de uma sociedade moderna e líquida (BAUMAN, 2001), cuja fluidez nos consome diariamente. Em primeiro lugar, percebo, no dia a dia, a supervalorização de umas funções, como, por exemplo, a de médico, engenheiro, advogado, em detrimento de outras, não menos importantes, tais como: gari, pedreiro, eletricista, dentre tantas outras. Como comprovado por Costa (2004), nossa sociedade tende a invisibilizar essas profissões cujos cidadãos são da classe trabalhadora, como se eles tivessem a obrigação de servir os grupos privilegiados. Pessoas que possuem este pensamento, como diria o poeta português Fernando Pessoa, parecem apresentar a alma pequena, pois não conseguem enxergar a semelhança e dependência que todos nós, cidadãos, temos em comunidade, independentemente da posição social que ocupamos. O que seria de nós, por exemplo, sem o advogado, o médico, o engenheiro e o professor? Mas, também, o que seria de nós sem o gari que higieniza nossas vias públicas, o pedreiro que constrói nossas casas e o eletricista que nos possibilita a luz elétrica para que possamos ter mais conforto e, até mesmo, cumprir nossas funções diárias? Essas reflexões me fazem compreender, em segundo lugar, que essa supervalorização e, por conseguinte, a invisibilidade pública (COSTA, 2004) é decorrente de uma modernidade líquida, conforme aponta Bauman (2001), a qual tem como prioridade os bens de consumo; bens esses que chegam às mãos dos pobres com muito mais dificuldade. Uma sociedade que cultiva ações materiais, em detrimento de ações de compaixão e solidariedade. Enxergo, como fruto desta realidade, pessoas que constroem suas mansões em alicerces superficiais e vazios, uma vez que, embora possuam os materiais de construção mais caros e luxuosos, não possuem sentimentos simples e imprescindíveis, tais como: o amor e a empatia. Portanto, concluo que essas pessoas priorizam tanto os bens concretos que esquecem os mais importantes, aqueles que não são visíveis aos nossos olhos, mas que sentimos (SAINT-EXUPÉRY, 1987). São sentimentos que nos propiciam alicerçar a nossa moradia da maneira mais forte possível, propiciando-nos a capacidade de sermos empáticos; em outras palavras, segundo o psicólogo norte-americano Carl Rogers, é importante procurarmos enxergar o mundo com os olhos do outro, em vez de enxergarmos o nosso mundo como um reflexo nos olhos dele (ROGERS, 2017). Defendo, dessa maneira, que nem as melhores tecnologias ou lentes do mundo são capazes de nos fazer enxergar com os olhos do outro, quando temos a alma pequena, uma vez que compreendo que é procurando edificar ações mais coerentes e empáticas, em meio a uma sociedade alicerçada em superficialidades, que tornaremos visíveis as necessidades e angústias do próximo, em prol da “visibilidade pública” e grandeza de nosso espírito.

Assinale, abaixo, a alternativa que apresenta um antônimo para o termo em destaque no seguinte excerto do texto: “[...] cuja fluidez nos consome diariamente.”.

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Questão 3 de 30 Q1280710 Q3 da prova
Leia o texto abaixo e responda da questão 1 à 5. A (IN)EXISTÊNCIA DA EMPATIA EM UMA SOCIEDADE LÍQUIDA E SUPERFICIAL “[...] Valeu a pena? Tudo vale a pena Se a alma não é pequena. Quem quer passar além do Bojador Tem que passar além da dor. Deus ao mar o perigo e o abismo deu, Mas nele é que espelhou o céu.” Fernando Pessoa Das palavras de Fernando Pessoa, ecoam, em minha mente, os versos “Tudo vale a pena, se a alma não é pequena”. Isso me faz pensar na importância de agirmos não apenas mecanicamente, mas, sobremaneira, espiritualmente. Será que nossas ações diárias visam o bem-estar, também, dos outros? Ou será que nossa alma é pequena a ponto de pensarmos apenas em nosso benefício próprio? Infelizmente, diante da globalização, parece-me que as pessoas estão, cada vez mais, mecânicas e menos humanas, uma vez que é priorizado o bem material, bem de consumo, em detrimento do bem espiritual. Nessa linha de raciocínio, como brasileira, por meio de evidências presentes em nossa realidade social, reflito sobre a “invisibilidade pública” (COSTA, 2004) decorrente de ações oriundas de uma sociedade moderna e líquida (BAUMAN, 2001), cuja fluidez nos consome diariamente. Em primeiro lugar, percebo, no dia a dia, a supervalorização de umas funções, como, por exemplo, a de médico, engenheiro, advogado, em detrimento de outras, não menos importantes, tais como: gari, pedreiro, eletricista, dentre tantas outras. Como comprovado por Costa (2004), nossa sociedade tende a invisibilizar essas profissões cujos cidadãos são da classe trabalhadora, como se eles tivessem a obrigação de servir os grupos privilegiados. Pessoas que possuem este pensamento, como diria o poeta português Fernando Pessoa, parecem apresentar a alma pequena, pois não conseguem enxergar a semelhança e dependência que todos nós, cidadãos, temos em comunidade, independentemente da posição social que ocupamos. O que seria de nós, por exemplo, sem o advogado, o médico, o engenheiro e o professor? Mas, também, o que seria de nós sem o gari que higieniza nossas vias públicas, o pedreiro que constrói nossas casas e o eletricista que nos possibilita a luz elétrica para que possamos ter mais conforto e, até mesmo, cumprir nossas funções diárias? Essas reflexões me fazem compreender, em segundo lugar, que essa supervalorização e, por conseguinte, a invisibilidade pública (COSTA, 2004) é decorrente de uma modernidade líquida, conforme aponta Bauman (2001), a qual tem como prioridade os bens de consumo; bens esses que chegam às mãos dos pobres com muito mais dificuldade. Uma sociedade que cultiva ações materiais, em detrimento de ações de compaixão e solidariedade. Enxergo, como fruto desta realidade, pessoas que constroem suas mansões em alicerces superficiais e vazios, uma vez que, embora possuam os materiais de construção mais caros e luxuosos, não possuem sentimentos simples e imprescindíveis, tais como: o amor e a empatia. Portanto, concluo que essas pessoas priorizam tanto os bens concretos que esquecem os mais importantes, aqueles que não são visíveis aos nossos olhos, mas que sentimos (SAINT-EXUPÉRY, 1987). São sentimentos que nos propiciam alicerçar a nossa moradia da maneira mais forte possível, propiciando-nos a capacidade de sermos empáticos; em outras palavras, segundo o psicólogo norte-americano Carl Rogers, é importante procurarmos enxergar o mundo com os olhos do outro, em vez de enxergarmos o nosso mundo como um reflexo nos olhos dele (ROGERS, 2017). Defendo, dessa maneira, que nem as melhores tecnologias ou lentes do mundo são capazes de nos fazer enxergar com os olhos do outro, quando temos a alma pequena, uma vez que compreendo que é procurando edificar ações mais coerentes e empáticas, em meio a uma sociedade alicerçada em superficialidades, que tornaremos visíveis as necessidades e angústias do próximo, em prol da “visibilidade pública” e grandeza de nosso espírito.

No período “(I) Isso me faz pensar na importância de agirmos não apenas mecanicamente, (II) mas, sobremaneira, espiritualmente.”, retirado do primeiro parágrafo do texto acima, os termos em destaque constroem, respectivamente:

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Questão 4 de 30 Q1280711 Q4 da prova
Leia o texto abaixo e responda da questão 1 à 5. A (IN)EXISTÊNCIA DA EMPATIA EM UMA SOCIEDADE LÍQUIDA E SUPERFICIAL “[...] Valeu a pena? Tudo vale a pena Se a alma não é pequena. Quem quer passar além do Bojador Tem que passar além da dor. Deus ao mar o perigo e o abismo deu, Mas nele é que espelhou o céu.” Fernando Pessoa Das palavras de Fernando Pessoa, ecoam, em minha mente, os versos “Tudo vale a pena, se a alma não é pequena”. Isso me faz pensar na importância de agirmos não apenas mecanicamente, mas, sobremaneira, espiritualmente. Será que nossas ações diárias visam o bem-estar, também, dos outros? Ou será que nossa alma é pequena a ponto de pensarmos apenas em nosso benefício próprio? Infelizmente, diante da globalização, parece-me que as pessoas estão, cada vez mais, mecânicas e menos humanas, uma vez que é priorizado o bem material, bem de consumo, em detrimento do bem espiritual. Nessa linha de raciocínio, como brasileira, por meio de evidências presentes em nossa realidade social, reflito sobre a “invisibilidade pública” (COSTA, 2004) decorrente de ações oriundas de uma sociedade moderna e líquida (BAUMAN, 2001), cuja fluidez nos consome diariamente. Em primeiro lugar, percebo, no dia a dia, a supervalorização de umas funções, como, por exemplo, a de médico, engenheiro, advogado, em detrimento de outras, não menos importantes, tais como: gari, pedreiro, eletricista, dentre tantas outras. Como comprovado por Costa (2004), nossa sociedade tende a invisibilizar essas profissões cujos cidadãos são da classe trabalhadora, como se eles tivessem a obrigação de servir os grupos privilegiados. Pessoas que possuem este pensamento, como diria o poeta português Fernando Pessoa, parecem apresentar a alma pequena, pois não conseguem enxergar a semelhança e dependência que todos nós, cidadãos, temos em comunidade, independentemente da posição social que ocupamos. O que seria de nós, por exemplo, sem o advogado, o médico, o engenheiro e o professor? Mas, também, o que seria de nós sem o gari que higieniza nossas vias públicas, o pedreiro que constrói nossas casas e o eletricista que nos possibilita a luz elétrica para que possamos ter mais conforto e, até mesmo, cumprir nossas funções diárias? Essas reflexões me fazem compreender, em segundo lugar, que essa supervalorização e, por conseguinte, a invisibilidade pública (COSTA, 2004) é decorrente de uma modernidade líquida, conforme aponta Bauman (2001), a qual tem como prioridade os bens de consumo; bens esses que chegam às mãos dos pobres com muito mais dificuldade. Uma sociedade que cultiva ações materiais, em detrimento de ações de compaixão e solidariedade. Enxergo, como fruto desta realidade, pessoas que constroem suas mansões em alicerces superficiais e vazios, uma vez que, embora possuam os materiais de construção mais caros e luxuosos, não possuem sentimentos simples e imprescindíveis, tais como: o amor e a empatia. Portanto, concluo que essas pessoas priorizam tanto os bens concretos que esquecem os mais importantes, aqueles que não são visíveis aos nossos olhos, mas que sentimos (SAINT-EXUPÉRY, 1987). São sentimentos que nos propiciam alicerçar a nossa moradia da maneira mais forte possível, propiciando-nos a capacidade de sermos empáticos; em outras palavras, segundo o psicólogo norte-americano Carl Rogers, é importante procurarmos enxergar o mundo com os olhos do outro, em vez de enxergarmos o nosso mundo como um reflexo nos olhos dele (ROGERS, 2017). Defendo, dessa maneira, que nem as melhores tecnologias ou lentes do mundo são capazes de nos fazer enxergar com os olhos do outro, quando temos a alma pequena, uma vez que compreendo que é procurando edificar ações mais coerentes e empáticas, em meio a uma sociedade alicerçada em superficialidades, que tornaremos visíveis as necessidades e angústias do próximo, em prol da “visibilidade pública” e grandeza de nosso espírito.

Compreendendo que o título é o retrato de um texto, de modo que, a partir dele, o autor pode revelar a temática e, até mesmo, o seu posicionamento no texto, no caso de gêneros argumentativos, assinale, a seguir, a alternativa que apresenta a reescrita mais adequada do título “A in(existência) da empatia em uma sociedade líquida e superficial”.

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Questão 5 de 30 Q1280712 Q5 da prova
Leia o texto abaixo e responda da questão 1 à 5. A (IN)EXISTÊNCIA DA EMPATIA EM UMA SOCIEDADE LÍQUIDA E SUPERFICIAL “[...] Valeu a pena? Tudo vale a pena Se a alma não é pequena. Quem quer passar além do Bojador Tem que passar além da dor. Deus ao mar o perigo e o abismo deu, Mas nele é que espelhou o céu.” Fernando Pessoa Das palavras de Fernando Pessoa, ecoam, em minha mente, os versos “Tudo vale a pena, se a alma não é pequena”. Isso me faz pensar na importância de agirmos não apenas mecanicamente, mas, sobremaneira, espiritualmente. Será que nossas ações diárias visam o bem-estar, também, dos outros? Ou será que nossa alma é pequena a ponto de pensarmos apenas em nosso benefício próprio? Infelizmente, diante da globalização, parece-me que as pessoas estão, cada vez mais, mecânicas e menos humanas, uma vez que é priorizado o bem material, bem de consumo, em detrimento do bem espiritual. Nessa linha de raciocínio, como brasileira, por meio de evidências presentes em nossa realidade social, reflito sobre a “invisibilidade pública” (COSTA, 2004) decorrente de ações oriundas de uma sociedade moderna e líquida (BAUMAN, 2001), cuja fluidez nos consome diariamente. Em primeiro lugar, percebo, no dia a dia, a supervalorização de umas funções, como, por exemplo, a de médico, engenheiro, advogado, em detrimento de outras, não menos importantes, tais como: gari, pedreiro, eletricista, dentre tantas outras. Como comprovado por Costa (2004), nossa sociedade tende a invisibilizar essas profissões cujos cidadãos são da classe trabalhadora, como se eles tivessem a obrigação de servir os grupos privilegiados. Pessoas que possuem este pensamento, como diria o poeta português Fernando Pessoa, parecem apresentar a alma pequena, pois não conseguem enxergar a semelhança e dependência que todos nós, cidadãos, temos em comunidade, independentemente da posição social que ocupamos. O que seria de nós, por exemplo, sem o advogado, o médico, o engenheiro e o professor? Mas, também, o que seria de nós sem o gari que higieniza nossas vias públicas, o pedreiro que constrói nossas casas e o eletricista que nos possibilita a luz elétrica para que possamos ter mais conforto e, até mesmo, cumprir nossas funções diárias? Essas reflexões me fazem compreender, em segundo lugar, que essa supervalorização e, por conseguinte, a invisibilidade pública (COSTA, 2004) é decorrente de uma modernidade líquida, conforme aponta Bauman (2001), a qual tem como prioridade os bens de consumo; bens esses que chegam às mãos dos pobres com muito mais dificuldade. Uma sociedade que cultiva ações materiais, em detrimento de ações de compaixão e solidariedade. Enxergo, como fruto desta realidade, pessoas que constroem suas mansões em alicerces superficiais e vazios, uma vez que, embora possuam os materiais de construção mais caros e luxuosos, não possuem sentimentos simples e imprescindíveis, tais como: o amor e a empatia. Portanto, concluo que essas pessoas priorizam tanto os bens concretos que esquecem os mais importantes, aqueles que não são visíveis aos nossos olhos, mas que sentimos (SAINT-EXUPÉRY, 1987). São sentimentos que nos propiciam alicerçar a nossa moradia da maneira mais forte possível, propiciando-nos a capacidade de sermos empáticos; em outras palavras, segundo o psicólogo norte-americano Carl Rogers, é importante procurarmos enxergar o mundo com os olhos do outro, em vez de enxergarmos o nosso mundo como um reflexo nos olhos dele (ROGERS, 2017). Defendo, dessa maneira, que nem as melhores tecnologias ou lentes do mundo são capazes de nos fazer enxergar com os olhos do outro, quando temos a alma pequena, uma vez que compreendo que é procurando edificar ações mais coerentes e empáticas, em meio a uma sociedade alicerçada em superficialidades, que tornaremos visíveis as necessidades e angústias do próximo, em prol da “visibilidade pública” e grandeza de nosso espírito.

Analise, a seguir, os elementos coesivos em destaque no excerto retirado do texto. Enxergo, como fruto desta realidade, pessoas que constroem suas mansões em alicerces superficiais e vazios, uma vez que, embora possuam os materiais de construção mais caros e luxuosos, não possuem sentimentos simples e imprescindíveis, tais como: o amor e a empatia. Após análise do excerto, assinale a alternativa que apresenta a substituição desses termos por sinônimos que resguardem, sem mudanças na estrutura linguística, o sentido do texto.

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Questão 6 de 30 Q1280714 Q7 da prova

Sabendo que, de acordo com Pestana (2013, p.712), “ Predicativo é o termo sintático que expressa estado, qualidade ou condição do ser ao qual se refere, ou seja, é um atributo”, analise e classifique os predicativos das orações abaixo como predicativo do sujeito, predicativo do objeto direto ou predicativo do objeto indireto. I- Meu filho se tornou um grande médico. II- O povo elegeu-o presidente pela segunda vez. III- Eles assistiram nervosos à partida. IV- Eu preciso do meu marido consciente, doutor! Após análise das orações acima, conclui-se que temos a seguinte ordem de classificação dos predicativos:

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Questão 7 de 30 Q1280716 Q9 da prova

Assinale, abaixo, a alternativa em que há a substantivação de uma preposição (Pestana, 2013).

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Questão 8 de 30 Q1280717 Q10 da prova

Analise o uso da vírgula nos períodos a seguir. I- Maria Helena Moura Neves, a autora do livro, fez graduação em grego. II- Eu estudei, professor, toda a aula de ontem. III- Fui homenageado, ontem à noite, por alguns alunos e amigos. IV- Devemos observar a simplicidade, a clareza, a objetividade e a concisão na redação oficial. V- Levantava-me de manhã, entrava no chuveiro, organizava as ideias na cabeça... Assinale a alternativa que apresenta, na sequência correspondente, a explicação para o uso das vírgulas nas frases.

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Questão 9 de 30 Q1280718 Q11 da prova

Analise a conjugação dos verbos em destaque nas frases seguintes. I- Quando tu puderes, agradecerei tua ajuda. II- Nós vínhamos caminhando na orla, quando fomos abordados por dois rapazes. III- Se ele soubesse a verdade, ficaria arrasado. IV- Quando tu disseres a novidade, ela ficará muito feliz. Após análise das frases, assinale a alternativa que apresenta, na ordem correspondente, a correta conjugação dos verbos (pessoa, tempo e modo).

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Questão 10 de 30 Q1280719 Q12 da prova
Leia o texto abaixo e analise, como verdadeiras (V) ou falsas (F), as afirmativas a seu respeito. O mineiro Perguntaram ao mineiro: - Diz aí um verbo! Ele pensou, pensou e respondeu indeciso: - Bicicreta. - Não é bicicreta, seu mineiro burro, é bicicleta. E bicicleta não é verbo! Perguntaram a outro mineiro: - Diz você aí um verbo! Ele também pensou, pensou e arriscou ressabiado: - Prástico.- Não é prástico, ô mineiro burro, é plástico. E plástico não é verbo! Perguntaram a um terceiro mineiro: - Diz aí um verbo! Esse aí nem pensou: - Hospedar. - Muito bem! Até que enfim um mineiro inteligente. Agora diga aí uma frase com o verbo que você escolheu. O mineiro encheu o peito de coragem e mandou bala: - Hospedar da bicicreta são de prástico! Fonte : Seara (2015)

I- O texto em questão pertence ao gênero textual piada, cuja função social é fazer os leitores/ ouvintes rirem; II- A tipologia predominante no referido texto é a dialogal, haja vista o diálogo entre os personagens; III- Percebe-se que a variação linguística, especialmente, no que tange à fonética, isto é, escrita das palavras “os pedá”, entendida como “hospedar”, é o elemento chave para construção do humor no texto; IV- A maneira como a pronúncia do mineiro é ridicularizada retrata o preconceito linguístico. Após análise das afirmativas, conclui-se que a sequência correta é:

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Questão 11 de 30 Q1280720 Q13 da prova
Leia o texto a seguir e responda à questão 13. Os benefícios ambientais da compostagem Ao fazer compostagem, você está evitando que os resíduos orgânicos sejam enviados para aterros sanitários, onde eles se decompõem de forma anaeróbica, liberando gases do efeito estufa, como o metano. Além disso, a compostagem reduz a necessidade de fertilizantes químicos, que podem contaminar o solo e os recursos hídricos. Outro benefício da compostagem é a redução da quantidade de lixo que você produz. Ao compostar seus resíduos orgânicos, você estará diminuindo a quantidade de lixo que vai para o lixo comum, contribuindo para a redução da demanda por aterros sanitários. Agora que você já sabe por que a compostagem é tão importante, vamos te ensinar como montar seu próprio composto em casa. É mais fácil do que você imagina! 1. Escolha um local adequado: você pode fazer a compostagem em uma composteira de jardim ou até mesmo em um balde com tampa. 2. Separe os resíduos orgânicos: separe restos de comida, cascas de frutas e legumes, borra de café, folhas secas, papelão e outros resíduos vegetais. 3. Crie camadas: comece colocando uma camada de resíduos secos, como folhas secas ou papelão rasgado. Em seguida, adicione uma camada de resíduos úmidos, como restos de comida.4. Mantenha a umidade: regue o composto regularmente para mantê-lo úmido, mas não encharcado. 5. Vire o composto: a cada duas semanas, mexa o composto com uma pá ou garfo para garantir uma decomposição uniforme. 6. Aguarde a decomposição: em algumas semanas ou meses, dependendo das condições climáticas e dos materiais utilizados, seu composto estará pronto para ser.

Os verbos em destaque no texto acima revelam traços da tipologia:

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Questão 12 de 30 Q1280721 Q14 da prova

Ao ler o anúncio, percebe-se que a palavra “baratas” foi utilizada duas vezes com sentidos diferentes, revelando o fenômeno linguístico:

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Questão 13 de 30 Q1280723 Q17 da prova

A respeito do armazenamento de dados na nuvem, analise as afirmativas abaixo: I- Muitos serviços de armazenamento oferecem aplicativos de software pela internet, geralmente por meio de um navegador da web, eliminando a necessidade de instalação e manutenção local, por meio de um método denominado “teletransporte” dos arquivos. II- Muitos serviços de armazenamento na nuvem oferecem backups automatizados, protegendo os dados contra perdas causadas por falhas de hardware, desastres naturais ou erros humanos. III- Os serviços de armazenamento na nuvem oferecem escalabilidade, permitindo aumentar ou diminuir facilmente o espaço de armazenamento conforme necessário. IV- Embora muitos serviços de armazenamento na nuvem ofereçam planos gratuitos, eles geralmente vêm com limitações de espaço de armazenamento e recursos. Para usuários que precisam de mais capacidade de armazenamento ou recursos adicionais, é necessário migrar para planos pagos, que oferecem maior espaço e funcionalidades avançadas. V- Os serviços de armazenamento na nuvem oferecem aos usuários a capacidade de acessar, armazenar e compartilhar dados de forma conveniente e segura a partir de qualquer dispositivo conectado à internet, proporcionando escalabilidade e flexibilidade para atender às necessidades de armazenamento em constante mudança. Estão CORRETAS:

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Questão 14 de 30 Q1280724 Q18 da prova

Qual dos seguintes aspectos NÃO é típico do modo de navegação anônimo em navegadores da web?

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Questão 15 de 30 Q1280726 Q20 da prova

Sobre rede de computadores, analise as seguintes afirmativas: I- O endereço IP ou Internet Protocol é um número único que identifica um dispositivo na internet ou em uma rede privada. II- O protocolo TCP/IP é utilizado para determinar conexões entre computadores, ao passo que o IPv4 e o IPv6 são utilizados para estabelecer endereços IP para os computadores. III- As Redes metropolitanas ou MAN são redes que conectam computadores em áreas maiores, como, por exemplo, o caso de cidades inteiras. IV- Dispositivos de armazenamento em nuvem, dispositivos IoT (Internet of Things) e câmeras de segurança, são exemplos de dispositivos que podem integrar uma rede de computadores. V- O Sistema de Nomes de Domínio (do inglês Domain Name System – DNS) mapeia nomes de domínio legíveis por humanos para endereços IP numéricos associados aos servidores ou dispositivos na Internet. Estão corretas:

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Questão 16 de 30 Q1280727 Q21 da prova

A proposição ~ ( p ~ p) é um exemplo de uma:

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Questão 17 de 30 Q1280728 Q22 da prova

A negação da proposição “A cobra não rasteja ou não está doente” é:

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Questão 18 de 30 Q1280731 Q25 da prova

Podemos definir como _____________ de duas proposições p e q, a proposição cujo valor lógico é a verdade (V) quando ao menos uma das proposições p e q é verdadeira e a falsidade (F) quando as proposições p e q são ambas falsas. A definição acima refere-se, na lógica matemática, a definição de:

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Questão 19 de 30 Q1280732 Q26 da prova

De acordo com os princípios fisiológicos da crioterapia aplicado ao tratamento fisioterapêutico e suas contraindicações, qual das assertivas abaixo não é considerada indicação da crioterapia?

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Questão 20 de 30 Q1280733 Q27 da prova

O laser é considerado um recurso de ampla aplicação no contexto da reparação tecidual, deste modo é possível estabelecer que esse recurso tem como fundamento fisiológico:

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Questão 21 de 30 Q1280735 Q29 da prova

As órteses são classificadas seguindo critérios específicos no tocante a região anatômica de sua aplicação, bem como a função que irá estabelecer. Nesse contexto, uma órtese que tem por finalidade garantir a estabilidade da articulação subtalar e tibiotársica é denominada:

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Questão 22 de 30 Q1280738 Q32 da prova

Acomete os idosos em sua magnitude e têm como principal característica a diminuição progressiva de unidades funcionais do músculo esquelético. A condição elencada trata-se da:

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Questão 23 de 30 Q1280739 Q33 da prova

A resolução 424, de 08 de julho de 2013, é considerado um instrumento fundamental para a atuação do profissional fisioterapeuta. Neste sentido o presente instrumento dispõe sobre:

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Questão 24 de 30 Q1280740 Q34 da prova

Paciente sexo feminino, 38 anos, evolui com quadro pneumônico inerente ao contágio com vírus respiratório. Realizada radiografia de tórax para mensurar o grau de comprometimento pulmonar evidenciou-se como principal achado radiológico:

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Questão 25 de 30 Q1280741 Q35 da prova

Dentre os vários recursos da fisioterapia respiratória, temos os recursos de pressão positiva como fundamentais no processo de reabilitação dos pacientes com disfunção pulmonar. Deste modo, qual recurso não possui como princípio a positivação da pressão alveolar?

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Questão 26 de 30 Q1280742 Q36 da prova

No tocante a atuação do fisioterapeuta no pós-operatório de cirurgias, destaca-se as cirurgias toracoabdominais a exemplo da cirurgia bariátrica. Nesse contexto qual das alternativas abaixo não apresenta um objetivo de conduta fisioterapêutica para esses pacientes:

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Questão 27 de 30 Q1280743 Q37 da prova

Teste realizado com paciente em decúbito dorsal, sendo solicitado pelo fisioterapeuta que o paciente realize flexão-extensão de quadril, a fim de determinar o grau de contratura do músculo ilieopsoas. O teste descrito trata-se de:

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Questão 28 de 30 Q1280744 Q38 da prova

O músculo elevador do ânus é considerado o diafragma do assoalho pélvico sendo composto juntamente com outros músculos fundamentais a manutenção da função e integridade do assoalho pélvico. Nesse contexto qual das alternativas abaixo apresenta os músculos que compõem o assoalho pélvico:

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Questão 29 de 30 Q1280745 Q39 da prova

São considerados critérios avaliados pelo fisioterapeuta para indicação de intubação orotraqueal segundo o consenso brasileiro de ventilação mecânica:

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Questão 30 de 30 Q1280746 Q40 da prova

É considerada a norma regulamentadora que versa sobre os aspectos ergonômicos, sendo documento essencial para conhecimento e atuação do fisioterapeuta do trabalho. A NR acima descrita é:

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