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Prova Fiscal Tributário, Obras e Postura - Pref. Gentil/RS
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Questão 1 de 40 Q1 da prova
Leia o texto abaixo e responda as questões 1 a 10.

Há relativamente pouco tempo, na década de 1960, as vidas humanas não eram um objeto de estudo muito comum, principalmente em seu contexto social e histórico, e os pesquisadores não relacionavam o desenvolvimento infantil com o que acontece depois da infância. Os estudos do ciclo vital mudaram tudo isso. A presente consciência da necessidade de observar a trajetória de vida em seu contexto social e histórico deve-se, em parte, a Glen H. Elder Jr. Em 1962, Elder chegou ao campus da Universidade da Califórnia para trabalhar no Estudo de Crescimento de Oakland, uma abordagem longitudinal do desenvolvimento social e emocional de 167 jovens urbanos nascidos em torno de 1920, sendo aproximadamente a metade deles de classe média. O estudo tinha começado no início da Grande Depressão dos anos de 1930, quando os jovens, que haviam passado suas infâncias no boom dos formidáveis anos de 1929, estavam entrando na adolescência. Comparando os dados sobre os dois grupos de participantes — os de famílias fortemente atingidas e aqueles cujas famílias sofreram relativamente poucas privações após o colapso da economia — Elder observou como as mudanças na sociedade podem alterar os processos familiares e, por meio deles, o desenvolvimento das crianças. Ao mudar a vida dos pais, a pressão econômica mudou também a vida dos filhos. As famílias afetadas (aquelas que perderam mais do que 35% de sua renda) redistribuíram as funções econômicas. As mães foram em busca de empregos fora de casa. As moças assumiram diversas tarefas de casa, e muitos rapazes foram procurar empregos de turno parcial. As mães assumiram maior autoridade parental. Os pais, preocupados com a perda do emprego e ansiosos com a perda de status dentro da família, às vezes bebiam muito. As discussões entre os pais aumentaram de frequência. Os filhos adolescentes, por sua vez, tendiam a mostrar dificuldades de desenvolvimento. Isso não ocorria tanto nos jovens cujos pais eram capazes de controlar suas emoções e suportar a tormenta econômica com menos discórdia familiar.

De acordo com o texto, assinalar a alternativa CORRETA.

Questão 2 de 40 Q2 da prova
Leia o texto abaixo e responda as questões 1 a 10.

Há relativamente pouco tempo, na década de 1960, as vidas humanas não eram um objeto de estudo muito comum, principalmente em seu contexto social e histórico, e os pesquisadores não relacionavam o desenvolvimento infantil com o que acontece depois da infância. Os estudos do ciclo vital mudaram tudo isso. A presente consciência da necessidade de observar a trajetória de vida em seu contexto social e histórico deve-se, em parte, a Glen H. Elder Jr. Em 1962, Elder chegou ao campus da Universidade da Califórnia para trabalhar no Estudo de Crescimento de Oakland, uma abordagem longitudinal do desenvolvimento social e emocional de 167 jovens urbanos nascidos em torno de 1920, sendo aproximadamente a metade deles de classe média. O estudo tinha começado no início da Grande Depressão dos anos de 1930, quando os jovens, que haviam passado suas infâncias no boom dos formidáveis anos de 1929, estavam entrando na adolescência. Comparando os dados sobre os dois grupos de participantes — os de famílias fortemente atingidas e aqueles cujas famílias sofreram relativamente poucas privações após o colapso da economia — Elder observou como as mudanças na sociedade podem alterar os processos familiares e, por meio deles, o desenvolvimento das crianças. Ao mudar a vida dos pais, a pressão econômica mudou também a vida dos filhos. As famílias afetadas (aquelas que perderam mais do que 35% de sua renda) redistribuíram as funções econômicas. As mães foram em busca de empregos fora de casa. As moças assumiram diversas tarefas de casa, e muitos rapazes foram procurar empregos de turno parcial. As mães assumiram maior autoridade parental. Os pais, preocupados com a perda do emprego e ansiosos com a perda de status dentro da família, às vezes bebiam muito. As discussões entre os pais aumentaram de frequência. Os filhos adolescentes, por sua vez, tendiam a mostrar dificuldades de desenvolvimento. Isso não ocorria tanto nos jovens cujos pais eram capazes de controlar suas emoções e suportar a tormenta econômica com menos discórdia familiar.

O uso da vírgula em “*...+ principalmente em seu contexto social e histórico, e os pesquisadores não relacionavam o desenvolvimento infantil com o que acontece depois da infância.” se justifica na alternativa:

Questão 3 de 40 Q3 da prova
Leia o texto abaixo e responda as questões 1 a 10.

Há relativamente pouco tempo, na década de 1960, as vidas humanas não eram um objeto de estudo muito comum, principalmente em seu contexto social e histórico, e os pesquisadores não relacionavam o desenvolvimento infantil com o que acontece depois da infância. Os estudos do ciclo vital mudaram tudo isso. A presente consciência da necessidade de observar a trajetória de vida em seu contexto social e histórico deve-se, em parte, a Glen H. Elder Jr. Em 1962, Elder chegou ao campus da Universidade da Califórnia para trabalhar no Estudo de Crescimento de Oakland, uma abordagem longitudinal do desenvolvimento social e emocional de 167 jovens urbanos nascidos em torno de 1920, sendo aproximadamente a metade deles de classe média. O estudo tinha começado no início da Grande Depressão dos anos de 1930, quando os jovens, que haviam passado suas infâncias no boom dos formidáveis anos de 1929, estavam entrando na adolescência. Comparando os dados sobre os dois grupos de participantes — os de famílias fortemente atingidas e aqueles cujas famílias sofreram relativamente poucas privações após o colapso da economia — Elder observou como as mudanças na sociedade podem alterar os processos familiares e, por meio deles, o desenvolvimento das crianças. Ao mudar a vida dos pais, a pressão econômica mudou também a vida dos filhos. As famílias afetadas (aquelas que perderam mais do que 35% de sua renda) redistribuíram as funções econômicas. As mães foram em busca de empregos fora de casa. As moças assumiram diversas tarefas de casa, e muitos rapazes foram procurar empregos de turno parcial. As mães assumiram maior autoridade parental. Os pais, preocupados com a perda do emprego e ansiosos com a perda de status dentro da família, às vezes bebiam muito. As discussões entre os pais aumentaram de frequência. Os filhos adolescentes, por sua vez, tendiam a mostrar dificuldades de desenvolvimento. Isso não ocorria tanto nos jovens cujos pais eram capazes de controlar suas emoções e suportar a tormenta econômica com menos discórdia familiar.

A oração subordinada sublinhada no 2º parágrafo é classificada como:

Questão 4 de 40 Q4 da prova
Leia o texto abaixo e responda as questões 1 a 10.

Há relativamente pouco tempo, na década de 1960, as vidas humanas não eram um objeto de estudo muito comum, principalmente em seu contexto social e histórico, e os pesquisadores não relacionavam o desenvolvimento infantil com o que acontece depois da infância. Os estudos do ciclo vital mudaram tudo isso. A presente consciência da necessidade de observar a trajetória de vida em seu contexto social e histórico deve-se, em parte, a Glen H. Elder Jr. Em 1962, Elder chegou ao campus da Universidade da Califórnia para trabalhar no Estudo de Crescimento de Oakland, uma abordagem longitudinal do desenvolvimento social e emocional de 167 jovens urbanos nascidos em torno de 1920, sendo aproximadamente a metade deles de classe média. O estudo tinha começado no início da Grande Depressão dos anos de 1930, quando os jovens, que haviam passado suas infâncias no boom dos formidáveis anos de 1929, estavam entrando na adolescência. Comparando os dados sobre os dois grupos de participantes — os de famílias fortemente atingidas e aqueles cujas famílias sofreram relativamente poucas privações após o colapso da economia — Elder observou como as mudanças na sociedade podem alterar os processos familiares e, por meio deles, o desenvolvimento das crianças. Ao mudar a vida dos pais, a pressão econômica mudou também a vida dos filhos. As famílias afetadas (aquelas que perderam mais do que 35% de sua renda) redistribuíram as funções econômicas. As mães foram em busca de empregos fora de casa. As moças assumiram diversas tarefas de casa, e muitos rapazes foram procurar empregos de turno parcial. As mães assumiram maior autoridade parental. Os pais, preocupados com a perda do emprego e ansiosos com a perda de status dentro da família, às vezes bebiam muito. As discussões entre os pais aumentaram de frequência. Os filhos adolescentes, por sua vez, tendiam a mostrar dificuldades de desenvolvimento. Isso não ocorria tanto nos jovens cujos pais eram capazes de controlar suas emoções e suportar a tormenta econômica com menos discórdia familiar.

O pronome “isso”, sublinhado abaixo, tem como referência anterior:

Questão 5 de 40 Q5 da prova
Leia o texto abaixo e responda as questões 1 a 10.

Há relativamente pouco tempo, na década de 1960, as vidas humanas não eram um objeto de estudo muito comum, principalmente em seu contexto social e histórico, e os pesquisadores não relacionavam o desenvolvimento infantil com o que acontece depois da infância. Os estudos do ciclo vital mudaram tudo isso. A presente consciência da necessidade de observar a trajetória de vida em seu contexto social e histórico deve-se, em parte, a Glen H. Elder Jr. Em 1962, Elder chegou ao campus da Universidade da Califórnia para trabalhar no Estudo de Crescimento de Oakland, uma abordagem longitudinal do desenvolvimento social e emocional de 167 jovens urbanos nascidos em torno de 1920, sendo aproximadamente a metade deles de classe média. O estudo tinha começado no início da Grande Depressão dos anos de 1930, quando os jovens, que haviam passado suas infâncias no boom dos formidáveis anos de 1929, estavam entrando na adolescência. Comparando os dados sobre os dois grupos de participantes — os de famílias fortemente atingidas e aqueles cujas famílias sofreram relativamente poucas privações após o colapso da economia — Elder observou como as mudanças na sociedade podem alterar os processos familiares e, por meio deles, o desenvolvimento das crianças. Ao mudar a vida dos pais, a pressão econômica mudou também a vida dos filhos. As famílias afetadas (aquelas que perderam mais do que 35% de sua renda) redistribuíram as funções econômicas. As mães foram em busca de empregos fora de casa. As moças assumiram diversas tarefas de casa, e muitos rapazes foram procurar empregos de turno parcial. As mães assumiram maior autoridade parental. Os pais, preocupados com a perda do emprego e ansiosos com a perda de status dentro da família, às vezes bebiam muito. As discussões entre os pais aumentaram de frequência. Os filhos adolescentes, por sua vez, tendiam a mostrar dificuldades de desenvolvimento. Isso não ocorria tanto nos jovens cujos pais eram capazes de controlar suas emoções e suportar a tormenta econômica com menos discórdia familiar.

Concordância nominal é a relação entre palavras que garante que os substantivos concordem com artigos, adjetivos, pronomes e numerais. Sobre a concordância, avaliar se as afirmativas estão certas (C) ou erradas (E) e assinalar a sequência correspondente.

Questão 6 de 40 Q6 da prova
Leia o texto abaixo e responda as questões 1 a 10.

Há relativamente pouco tempo, na década de 1960, as vidas humanas não eram um objeto de estudo muito comum, principalmente em seu contexto social e histórico, e os pesquisadores não relacionavam o desenvolvimento infantil com o que acontece depois da infância. Os estudos do ciclo vital mudaram tudo isso. A presente consciência da necessidade de observar a trajetória de vida em seu contexto social e histórico deve-se, em parte, a Glen H. Elder Jr. Em 1962, Elder chegou ao campus da Universidade da Califórnia para trabalhar no Estudo de Crescimento de Oakland, uma abordagem longitudinal do desenvolvimento social e emocional de 167 jovens urbanos nascidos em torno de 1920, sendo aproximadamente a metade deles de classe média. O estudo tinha começado no início da Grande Depressão dos anos de 1930, quando os jovens, que haviam passado suas infâncias no boom dos formidáveis anos de 1929, estavam entrando na adolescência. Comparando os dados sobre os dois grupos de participantes — os de famílias fortemente atingidas e aqueles cujas famílias sofreram relativamente poucas privações após o colapso da economia — Elder observou como as mudanças na sociedade podem alterar os processos familiares e, por meio deles, o desenvolvimento das crianças. Ao mudar a vida dos pais, a pressão econômica mudou também a vida dos filhos. As famílias afetadas (aquelas que perderam mais do que 35% de sua renda) redistribuíram as funções econômicas. As mães foram em busca de empregos fora de casa. As moças assumiram diversas tarefas de casa, e muitos rapazes foram procurar empregos de turno parcial. As mães assumiram maior autoridade parental. Os pais, preocupados com a perda do emprego e ansiosos com a perda de status dentro da família, às vezes bebiam muito. As discussões entre os pais aumentaram de frequência. Os filhos adolescentes, por sua vez, tendiam a mostrar dificuldades de desenvolvimento. Isso não ocorria tanto nos jovens cujos pais eram capazes de controlar suas emoções e suportar a tormenta econômica com menos discórdia familiar.

São vários os recursos que podemos utilizar para definir o sentido pretendido em uma frase. Com base nas diferenças entre conotação e denotação, relacionar as colunas e assinalar a sequência correspondente.

Questão 7 de 40 Q7 da prova
Leia o texto abaixo e responda as questões 1 a 10.

Há relativamente pouco tempo, na década de 1960, as vidas humanas não eram um objeto de estudo muito comum, principalmente em seu contexto social e histórico, e os pesquisadores não relacionavam o desenvolvimento infantil com o que acontece depois da infância. Os estudos do ciclo vital mudaram tudo isso. A presente consciência da necessidade de observar a trajetória de vida em seu contexto social e histórico deve-se, em parte, a Glen H. Elder Jr. Em 1962, Elder chegou ao campus da Universidade da Califórnia para trabalhar no Estudo de Crescimento de Oakland, uma abordagem longitudinal do desenvolvimento social e emocional de 167 jovens urbanos nascidos em torno de 1920, sendo aproximadamente a metade deles de classe média. O estudo tinha começado no início da Grande Depressão dos anos de 1930, quando os jovens, que haviam passado suas infâncias no boom dos formidáveis anos de 1929, estavam entrando na adolescência. Comparando os dados sobre os dois grupos de participantes — os de famílias fortemente atingidas e aqueles cujas famílias sofreram relativamente poucas privações após o colapso da economia — Elder observou como as mudanças na sociedade podem alterar os processos familiares e, por meio deles, o desenvolvimento das crianças. Ao mudar a vida dos pais, a pressão econômica mudou também a vida dos filhos. As famílias afetadas (aquelas que perderam mais do que 35% de sua renda) redistribuíram as funções econômicas. As mães foram em busca de empregos fora de casa. As moças assumiram diversas tarefas de casa, e muitos rapazes foram procurar empregos de turno parcial. As mães assumiram maior autoridade parental. Os pais, preocupados com a perda do emprego e ansiosos com a perda de status dentro da família, às vezes bebiam muito. As discussões entre os pais aumentaram de frequência. Os filhos adolescentes, por sua vez, tendiam a mostrar dificuldades de desenvolvimento. Isso não ocorria tanto nos jovens cujos pais eram capazes de controlar suas emoções e suportar a tormenta econômica com menos discórdia familiar.

Homônimos são palavras que têm pronúncia e/ou grafia idênticas, mas significados diferentes. Com base nisso, assinalar a alternativa que apresenta um par de homônimos.

Questão 8 de 40 Q8 da prova
Leia o texto abaixo e responda as questões 1 a 10.

Há relativamente pouco tempo, na década de 1960, as vidas humanas não eram um objeto de estudo muito comum, principalmente em seu contexto social e histórico, e os pesquisadores não relacionavam o desenvolvimento infantil com o que acontece depois da infância. Os estudos do ciclo vital mudaram tudo isso. A presente consciência da necessidade de observar a trajetória de vida em seu contexto social e histórico deve-se, em parte, a Glen H. Elder Jr. Em 1962, Elder chegou ao campus da Universidade da Califórnia para trabalhar no Estudo de Crescimento de Oakland, uma abordagem longitudinal do desenvolvimento social e emocional de 167 jovens urbanos nascidos em torno de 1920, sendo aproximadamente a metade deles de classe média. O estudo tinha começado no início da Grande Depressão dos anos de 1930, quando os jovens, que haviam passado suas infâncias no boom dos formidáveis anos de 1929, estavam entrando na adolescência. Comparando os dados sobre os dois grupos de participantes — os de famílias fortemente atingidas e aqueles cujas famílias sofreram relativamente poucas privações após o colapso da economia — Elder observou como as mudanças na sociedade podem alterar os processos familiares e, por meio deles, o desenvolvimento das crianças. Ao mudar a vida dos pais, a pressão econômica mudou também a vida dos filhos. As famílias afetadas (aquelas que perderam mais do que 35% de sua renda) redistribuíram as funções econômicas. As mães foram em busca de empregos fora de casa. As moças assumiram diversas tarefas de casa, e muitos rapazes foram procurar empregos de turno parcial. As mães assumiram maior autoridade parental. Os pais, preocupados com a perda do emprego e ansiosos com a perda de status dentro da família, às vezes bebiam muito. As discussões entre os pais aumentaram de frequência. Os filhos adolescentes, por sua vez, tendiam a mostrar dificuldades de desenvolvimento. Isso não ocorria tanto nos jovens cujos pais eram capazes de controlar suas emoções e suportar a tormenta econômica com menos discórdia familiar.

Com base nas normas de uso dos porquês, relacionar as colunas e assinalar a sequência correspondente.

Questão 9 de 40 Q9 da prova
Leia o texto abaixo e responda as questões 1 a 10.

Há relativamente pouco tempo, na década de 1960, as vidas humanas não eram um objeto de estudo muito comum, principalmente em seu contexto social e histórico, e os pesquisadores não relacionavam o desenvolvimento infantil com o que acontece depois da infância. Os estudos do ciclo vital mudaram tudo isso. A presente consciência da necessidade de observar a trajetória de vida em seu contexto social e histórico deve-se, em parte, a Glen H. Elder Jr. Em 1962, Elder chegou ao campus da Universidade da Califórnia para trabalhar no Estudo de Crescimento de Oakland, uma abordagem longitudinal do desenvolvimento social e emocional de 167 jovens urbanos nascidos em torno de 1920, sendo aproximadamente a metade deles de classe média. O estudo tinha começado no início da Grande Depressão dos anos de 1930, quando os jovens, que haviam passado suas infâncias no boom dos formidáveis anos de 1929, estavam entrando na adolescência. Comparando os dados sobre os dois grupos de participantes — os de famílias fortemente atingidas e aqueles cujas famílias sofreram relativamente poucas privações após o colapso da economia — Elder observou como as mudanças na sociedade podem alterar os processos familiares e, por meio deles, o desenvolvimento das crianças. Ao mudar a vida dos pais, a pressão econômica mudou também a vida dos filhos. As famílias afetadas (aquelas que perderam mais do que 35% de sua renda) redistribuíram as funções econômicas. As mães foram em busca de empregos fora de casa. As moças assumiram diversas tarefas de casa, e muitos rapazes foram procurar empregos de turno parcial. As mães assumiram maior autoridade parental. Os pais, preocupados com a perda do emprego e ansiosos com a perda de status dentro da família, às vezes bebiam muito. As discussões entre os pais aumentaram de frequência. Os filhos adolescentes, por sua vez, tendiam a mostrar dificuldades de desenvolvimento. Isso não ocorria tanto nos jovens cujos pais eram capazes de controlar suas emoções e suportar a tormenta econômica com menos discórdia familiar.

Qual das palavras abaixo mudaria completamente o significado do enunciado caso substituísse a palavra sublinhada?

Questão 10 de 40 Q10 da prova
Leia o texto abaixo e responda as questões 1 a 10.

Há relativamente pouco tempo, na década de 1960, as vidas humanas não eram um objeto de estudo muito comum, principalmente em seu contexto social e histórico, e os pesquisadores não relacionavam o desenvolvimento infantil com o que acontece depois da infância. Os estudos do ciclo vital mudaram tudo isso. A presente consciência da necessidade de observar a trajetória de vida em seu contexto social e histórico deve-se, em parte, a Glen H. Elder Jr. Em 1962, Elder chegou ao campus da Universidade da Califórnia para trabalhar no Estudo de Crescimento de Oakland, uma abordagem longitudinal do desenvolvimento social e emocional de 167 jovens urbanos nascidos em torno de 1920, sendo aproximadamente a metade deles de classe média. O estudo tinha começado no início da Grande Depressão dos anos de 1930, quando os jovens, que haviam passado suas infâncias no boom dos formidáveis anos de 1929, estavam entrando na adolescência. Comparando os dados sobre os dois grupos de participantes — os de famílias fortemente atingidas e aqueles cujas famílias sofreram relativamente poucas privações após o colapso da economia — Elder observou como as mudanças na sociedade podem alterar os processos familiares e, por meio deles, o desenvolvimento das crianças. Ao mudar a vida dos pais, a pressão econômica mudou também a vida dos filhos. As famílias afetadas (aquelas que perderam mais do que 35% de sua renda) redistribuíram as funções econômicas. As mães foram em busca de empregos fora de casa. As moças assumiram diversas tarefas de casa, e muitos rapazes foram procurar empregos de turno parcial. As mães assumiram maior autoridade parental. Os pais, preocupados com a perda do emprego e ansiosos com a perda de status dentro da família, às vezes bebiam muito. As discussões entre os pais aumentaram de frequência. Os filhos adolescentes, por sua vez, tendiam a mostrar dificuldades de desenvolvimento. Isso não ocorria tanto nos jovens cujos pais eram capazes de controlar suas emoções e suportar a tormenta econômica com menos discórdia familiar.

Pronomes substituem ou acompanham os substantivos, havendo seis tipos deles. Entre estes, há o possessivo. Assinalar a alternativa que apresenta um exemplo desse tipo de pronome.

Questão 11 de 40 Q11 da prova

Com base em estudos e estatísticas sobre o perfil dos agressores e das vítimas de estupro no Brasil, assinalar a alternativa CORRETA.

Questão 12 de 40 Q12 da prova

Uma funcionária nova percebeu que, durante as reuniões de equipe, alguns colegas não a deixam terminar suas frases e frequentemente interrompem suas apresentações. Isso a deixa frustrada e desmotivada. Das seguintes, a melhor abordagem que a funcionária pode adotar é:

Questão 13 de 40 Q13 da prova

A tecla Alt Gr (abreviação de “Alternate Graphic”) é usada para acessar caracteres e símbolos adicionais que não são diretamente acessíveis pelas teclas padrão. Em um teclado ABNT2, essa tecla é utilizada para inserir o seguinte símbolo:

Questão 14 de 40 Q14 da prova

O Windows 10, software desenvolvido pela empresa Microsoft, está inserido na classe de:

Questão 15 de 40 Q15 da prova

De acordo com os operadores básicos presentes no Microsoft Excel 2019, pode-se afirmar que, ao pressionar a tecla “Enter” na célula C2, o resultado obtido será:

Questão 16 de 40 Q16 da prova

Rogério fez uma viagem de moto para o litoral. Indo em uma velocidade de 60km/h, ele levou 6 horas para chegar. Após a viagem, Rogério resolveu voltar mais rápido para casa, mantendo uma velocidade de 120km/h. Quanto tempo ele levou em sua viagem de volta?

Questão 17 de 40 Q17 da prova

Assuma como verdadeira a seguinte afirmação: “Se todos os carros dessa marca são elétricos, então a empresa é sustentável.” Com base nessa afirmação, é CORRETO concluir que:

Questão 18 de 40 Q18 da prova

Henrique está utilizando um computador com uma resolução de tela de 1360 x 768 pixels. Ao abrir um programa, pode-se verificar que ele ocupou 45% da tela. Sabendo disso, assinalar a alternativa que corresponde aos pixels que não estão sendo utilizados para ilustrar o programa aberto.

Questão 19 de 40 Q19 da prova

Nos termos da Constituição Federal, a União não intervirá nos Estados nem no Distrito Federal, exceto nas situações previstas. Sobre essas situações, avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a sequência correspondente.

Questão 20 de 40 Q20 da prova

Com base na Lei Orgânica do Município, são leis de iniciativa do Poder Executivo Municipal:

Questão 21 de 40 Q21 da prova

Em relação às disposições gerais e transitórias, de acordo com a Lei Orgânica do Município, é CORRETO afirmar que:

Questão 22 de 40 Q22 da prova

A respeito do direito de petição, em conformidade com a Lei nº 25/1993 − Regime Jurídico dos Servidores Públicos do Município, é CORRETO afirmar que:

Questão 23 de 40 Q23 da prova

O servidor responde civil, penal e administrativamente pelo exercício irregular de suas atribuições. Conforme a Lei nº 25/1993 − Regime Jurídico dos Servidores Públicos do Município, é CORRETO afirmar que:

Questão 24 de 40 Q24 da prova

Em conformidade com a Lei nº 25/1993 – Regime Jurídico dos Servidores Públicos do Município, NÃO é caso de aplicação de pena de demissão ao servidor que:

Questão 25 de 40 Q25 da prova

Em relação à usucapião especial de imóvel urbano, de acordo com a Lei nº 10.257/2001 — Estatuto da Cidade, avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a sequência correspondente.

Questão 26 de 40 Q26 da prova

A respeito das árvores limítrofes, conforme a Lei nº 10.406/2002 − Código Civil, a árvore cujo tronco estiver na linha divisória presume-se pertencer:

Questão 27 de 40 Q27 da prova

A respeito da Lei nº 6.766/1979 – Lei do Parcelamento do Solo Urbano, a infraestrutura básica dos parcelamentos situados nas zonas habitacionais declaradas por lei como de interesse social (ZHIS) consistirá, no mínimo, de:

Questão 28 de 40 Q28 da prova

A Lei nº 8.429/1992 – Lei de Improbidade Administrativa garante que o sistema de responsabilização por atos de improbidade administrativa tutelará a probidade na organização do Estado e no exercício de suas funções, como forma de assegurar a integridade do patrimônio público e social. Nos termos expressos do artigo 10 da referida Lei, constitui ato de improbidade administrativa que causa lesão ao erário qualquer ação ou omissão dolosa, que enseje, efetiva e comprovadamente, perda patrimonial, desvio, apropriação, malbaratamento ou dilapidação dos bens ou haveres e, notadamente:

Questão 29 de 40 Q29 da prova

De acordo com o Decreto-Lei nº 2.848/1940 – Código Penal, a situação de funcionário público que patrocina indiretamente interesse privado perante a administração pública, valendo-se da qualidade de funcionário, é definição do crime de:

Questão 30 de 40 Q30 da prova

Com base na Lei nº 10.098/2000 — Promoção da Acessibilidade das Pessoas com Deficiência ou Mobilidade Reduzida, as barreiras são qualquer entrave, obstáculo, atitude ou comportamento que limite ou impeça a participação social da pessoa, bem como o gozo, a fruição e o exercício de seus direitos à acessibilidade, à liberdade de movimento e de expressão, à comunicação, ao acesso à informação, à compreensão, à circulação com segurança, entre outros. Sobre no que consistem essas barreiras, assinalar a alternativa INCORRETA.

Questão 31 de 40 Q31 da prova

No que diz respeito às leis complementares dos impostos dos Estados e do Distrito Federal, segundo a Constituição Federal, avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a sequência correspondente.

Questão 32 de 40 Q32 da prova

De acordo com a Lei nº 5.172/1966 − Código Tributário Nacional, este imposto tem como base de cálculo o valor fundiário:

Questão 33 de 40 Q33 da prova

Acerca das disposições gerais das limitações da competência tributária, à luz do Código Tributário Nacional, assinalar a alternativa CORRETA.

Questão 34 de 40 Q34 da prova

De acordo com a Lei nº 8.137/1990 — Crimes Contra a Ordem Tributária, Econômica e Contra as Relações de Consumo, os crimes previstos nesta lei são de ação penal:

Questão 35 de 40 Q35 da prova

Em relação aos crimes praticados por funcionários públicos contra a ordem tributária, segundo a Lei nº 8.137/1990, assinalar a alternativa INCORRETA.

Questão 36 de 40 Q36 da prova

Com base na Lei Complementar nº 123/2006 − Estatuto Nacional da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte, o Simples Nacional implica o recolhimento mensal, mediante documento único de arrecadação, dos seguintes impostos e contribuições:

Questão 37 de 40 Q37 da prova

Conforme a Lei Complementar nº 116/2003 − Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza, é CORRETO afirmar que:

Questão 38 de 40 Q38 da prova

Baseando-se na Lei nº 1.236/2017 – Código Tributário Municipal, a contribuição de melhoria tem como fato gerador a realização de:

Questão 39 de 40 Q39 da prova

Segundo a Lei nº 1.236/2017 – Código Tributário Municipal, o imposto que incide sobre a propriedade de título de imóvel edificado situado em zona urbana é o:

Questão 40 de 40 Q40 da prova

Na redação oficial, existe uma ordem entre os elementos estruturais do padrão ofício. De acordo com esta ordem, analisar a imagem. O destaque se refere à parte:

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