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Prova Fiscal Terapeuta Ocupacional - CREFITO 8ª
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Questão 1 de 10 Q1 da prova
Texto para os itens de 1 a 10.
Terapeuta ocupacional trabalha com promoção da qualidade de vida
Carreira tem uma marca social muito forte, diz professora. Profissional utiliza diferentes recursos para ajudar pessoas com disfunções ou sequelas.
Profissional da área de saúde, o terapeuta ocupacional tem como principal função trabalhar na promoção da qualidade de vida dos pacientes e na prevenção da incapacidade dessas pessoas. É esse profissional que, durante as atividades de prevenção e reabilitação, busca retomar a autonomia e a independência das pessoas que, por algum motivo, possuem alguma disfunção ou sequela.
O terapeuta ocupacional utiliza vários recursos para restaurar a capacidade dos pacientes e fazê‑los voltar a realizar suas atividades cotidianas sem a ajuda de ninguém . Por exemplo: uma pessoa que sofre um derrame pode ficar com alguma sequela e ter um lado do corpo paralisado. Isso provoca uma falta de autonomia nas atividades que eram de sua rotina, como, por exemplo, dificuldade para comer sozinho ou escovar os dentes.
“O terapeuta ocupacional vai trabalhar na reorganização da vida desse paciente que tinha uma vida normal e agora enfrenta uma dificuldade. É uma atividade diferente da ação do fisioterapeuta, que vai atuar mais na recuperação da parte física e motora do paciente. O terapeuta atua na questão emocional, de forma a ajudar essa pessoa a voltar à sua rotina ”, explicou a professora Liana Maura Nakeb Tannuf, diretora da Faculdade de Terapia Ocupacional da Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC‑Campinas).
Segundo a professora Pola Maria Poli de Araújo, coordenadora do curso de terapia ocupacional da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), cabe ao terapeuta ocupacional atuar nas atividades que faziam parte da rotina do paciente. “Vamos ensiná‑lo, por exemplo, a voltar a calçar o sapato sozinho; a segurar o garfo e colocá‑lo na boca sem derrubar a comida; vamos ensiná‑lo a se vestir sem precisar da ajuda de outra pessoa”, explicou.
Outro exemplo é no caso de um paciente com paralisia cerebral. O terapeuta ocupacional vai auxiliá‑lo nas atividades de rotina e vai “entortar” o cabo do garfo ou da colher, por exemplo. Também vai colocar proteções na borda do prato para evitar que o alimento caia para fora. “Nós enxergamos o paciente como um todo para promover a ele o máximo de independência possível”, disse a professora Pola.
De acordo com a professora Rita de Cássia Araújo, coordenadora do curso de terapia ocupacional da Universidade Estadual Paulista (Unesp), a carreira do terapeuta ocupacional tem uma marca social muito forte. “ Quando atendemos um paciente, não pensamos apenas nos aspectos físicos e motores. Olhamos esse indivíduo como um todo e observamos quais são as atividades de rotina que estão prejudicadas. Temos que ter um olhar mais sensível”, disse.

No título do texto, o termo “qualidade” é núcleo de um complemento nominal.

Questão 2 de 10 Q2 da prova
Texto para os itens de 1 a 10.
Terapeuta ocupacional trabalha com promoção da qualidade de vida
Carreira tem uma marca social muito forte, diz professora. Profissional utiliza diferentes recursos para ajudar pessoas com disfunções ou sequelas.
Profissional da área de saúde, o terapeuta ocupacional tem como principal função trabalhar na promoção da qualidade de vida dos pacientes e na prevenção da incapacidade dessas pessoas. É esse profissional que, durante as atividades de prevenção e reabilitação, busca retomar a autonomia e a independência das pessoas que, por algum motivo, possuem alguma disfunção ou sequela.
O terapeuta ocupacional utiliza vários recursos para restaurar a capacidade dos pacientes e fazê‑los voltar a realizar suas atividades cotidianas sem a ajuda de ninguém . Por exemplo: uma pessoa que sofre um derrame pode ficar com alguma sequela e ter um lado do corpo paralisado. Isso provoca uma falta de autonomia nas atividades que eram de sua rotina, como, por exemplo, dificuldade para comer sozinho ou escovar os dentes.
“O terapeuta ocupacional vai trabalhar na reorganização da vida desse paciente que tinha uma vida normal e agora enfrenta uma dificuldade. É uma atividade diferente da ação do fisioterapeuta, que vai atuar mais na recuperação da parte física e motora do paciente. O terapeuta atua na questão emocional, de forma a ajudar essa pessoa a voltar à sua rotina ”, explicou a professora Liana Maura Nakeb Tannuf, diretora da Faculdade de Terapia Ocupacional da Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC‑Campinas).
Segundo a professora Pola Maria Poli de Araújo, coordenadora do curso de terapia ocupacional da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), cabe ao terapeuta ocupacional atuar nas atividades que faziam parte da rotina do paciente. “Vamos ensiná‑lo, por exemplo, a voltar a calçar o sapato sozinho; a segurar o garfo e colocá‑lo na boca sem derrubar a comida; vamos ensiná‑lo a se vestir sem precisar da ajuda de outra pessoa”, explicou.
Outro exemplo é no caso de um paciente com paralisia cerebral. O terapeuta ocupacional vai auxiliá‑lo nas atividades de rotina e vai “entortar” o cabo do garfo ou da colher, por exemplo. Também vai colocar proteções na borda do prato para evitar que o alimento caia para fora. “Nós enxergamos o paciente como um todo para promover a ele o máximo de independência possível”, disse a professora Pola.
De acordo com a professora Rita de Cássia Araújo, coordenadora do curso de terapia ocupacional da Universidade Estadual Paulista (Unesp), a carreira do terapeuta ocupacional tem uma marca social muito forte. “ Quando atendemos um paciente, não pensamos apenas nos aspectos físicos e motores. Olhamos esse indivíduo como um todo e observamos quais são as atividades de rotina que estão prejudicadas. Temos que ter um olhar mais sensível”, disse.

No início do primeiro parágrafo, “Profissional da área de saúde” funciona como aposto de “o terapeuta ocupacional”.

Questão 3 de 10 Q3 da prova
Texto para os itens de 1 a 10.
Terapeuta ocupacional trabalha com promoção da qualidade de vida
Carreira tem uma marca social muito forte, diz professora. Profissional utiliza diferentes recursos para ajudar pessoas com disfunções ou sequelas.
Profissional da área de saúde, o terapeuta ocupacional tem como principal função trabalhar na promoção da qualidade de vida dos pacientes e na prevenção da incapacidade dessas pessoas. É esse profissional que, durante as atividades de prevenção e reabilitação, busca retomar a autonomia e a independência das pessoas que, por algum motivo, possuem alguma disfunção ou sequela.
O terapeuta ocupacional utiliza vários recursos para restaurar a capacidade dos pacientes e fazê‑los voltar a realizar suas atividades cotidianas sem a ajuda de ninguém . Por exemplo: uma pessoa que sofre um derrame pode ficar com alguma sequela e ter um lado do corpo paralisado. Isso provoca uma falta de autonomia nas atividades que eram de sua rotina, como, por exemplo, dificuldade para comer sozinho ou escovar os dentes.
“O terapeuta ocupacional vai trabalhar na reorganização da vida desse paciente que tinha uma vida normal e agora enfrenta uma dificuldade. É uma atividade diferente da ação do fisioterapeuta, que vai atuar mais na recuperação da parte física e motora do paciente. O terapeuta atua na questão emocional, de forma a ajudar essa pessoa a voltar à sua rotina ”, explicou a professora Liana Maura Nakeb Tannuf, diretora da Faculdade de Terapia Ocupacional da Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC‑Campinas).
Segundo a professora Pola Maria Poli de Araújo, coordenadora do curso de terapia ocupacional da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), cabe ao terapeuta ocupacional atuar nas atividades que faziam parte da rotina do paciente. “Vamos ensiná‑lo, por exemplo, a voltar a calçar o sapato sozinho; a segurar o garfo e colocá‑lo na boca sem derrubar a comida; vamos ensiná‑lo a se vestir sem precisar da ajuda de outra pessoa”, explicou.
Outro exemplo é no caso de um paciente com paralisia cerebral. O terapeuta ocupacional vai auxiliá‑lo nas atividades de rotina e vai “entortar” o cabo do garfo ou da colher, por exemplo. Também vai colocar proteções na borda do prato para evitar que o alimento caia para fora. “Nós enxergamos o paciente como um todo para promover a ele o máximo de independência possível”, disse a professora Pola.
De acordo com a professora Rita de Cássia Araújo, coordenadora do curso de terapia ocupacional da Universidade Estadual Paulista (Unesp), a carreira do terapeuta ocupacional tem uma marca social muito forte. “ Quando atendemos um paciente, não pensamos apenas nos aspectos físicos e motores. Olhamos esse indivíduo como um todo e observamos quais são as atividades de rotina que estão prejudicadas. Temos que ter um olhar mais sensível”, disse.

Para a diretora da Faculdade de Terapia Ocupacional da Pontifícia Universidade Católica de Campinas, o terapeuta ocupacional e o fisioterapeuta atuam da mesma forma.

Questão 4 de 10 Q4 da prova
Texto para os itens de 1 a 10.
Terapeuta ocupacional trabalha com promoção da qualidade de vida
Carreira tem uma marca social muito forte, diz professora. Profissional utiliza diferentes recursos para ajudar pessoas com disfunções ou sequelas.
Profissional da área de saúde, o terapeuta ocupacional tem como principal função trabalhar na promoção da qualidade de vida dos pacientes e na prevenção da incapacidade dessas pessoas. É esse profissional que, durante as atividades de prevenção e reabilitação, busca retomar a autonomia e a independência das pessoas que, por algum motivo, possuem alguma disfunção ou sequela.
O terapeuta ocupacional utiliza vários recursos para restaurar a capacidade dos pacientes e fazê‑los voltar a realizar suas atividades cotidianas sem a ajuda de ninguém . Por exemplo: uma pessoa que sofre um derrame pode ficar com alguma sequela e ter um lado do corpo paralisado. Isso provoca uma falta de autonomia nas atividades que eram de sua rotina, como, por exemplo, dificuldade para comer sozinho ou escovar os dentes.
“O terapeuta ocupacional vai trabalhar na reorganização da vida desse paciente que tinha uma vida normal e agora enfrenta uma dificuldade. É uma atividade diferente da ação do fisioterapeuta, que vai atuar mais na recuperação da parte física e motora do paciente. O terapeuta atua na questão emocional, de forma a ajudar essa pessoa a voltar à sua rotina ”, explicou a professora Liana Maura Nakeb Tannuf, diretora da Faculdade de Terapia Ocupacional da Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC‑Campinas).
Segundo a professora Pola Maria Poli de Araújo, coordenadora do curso de terapia ocupacional da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), cabe ao terapeuta ocupacional atuar nas atividades que faziam parte da rotina do paciente. “Vamos ensiná‑lo, por exemplo, a voltar a calçar o sapato sozinho; a segurar o garfo e colocá‑lo na boca sem derrubar a comida; vamos ensiná‑lo a se vestir sem precisar da ajuda de outra pessoa”, explicou.
Outro exemplo é no caso de um paciente com paralisia cerebral. O terapeuta ocupacional vai auxiliá‑lo nas atividades de rotina e vai “entortar” o cabo do garfo ou da colher, por exemplo. Também vai colocar proteções na borda do prato para evitar que o alimento caia para fora. “Nós enxergamos o paciente como um todo para promover a ele o máximo de independência possível”, disse a professora Pola.
De acordo com a professora Rita de Cássia Araújo, coordenadora do curso de terapia ocupacional da Universidade Estadual Paulista (Unesp), a carreira do terapeuta ocupacional tem uma marca social muito forte. “ Quando atendemos um paciente, não pensamos apenas nos aspectos físicos e motores. Olhamos esse indivíduo como um todo e observamos quais são as atividades de rotina que estão prejudicadas. Temos que ter um olhar mais sensível”, disse.

No trecho “a voltar à sua rotina” (linha 11), o uso do acento indicativo de crase justifica‑se, mas é opcional nesse contexto.

Questão 5 de 10 Q5 da prova
Texto para os itens de 1 a 10.
Terapeuta ocupacional trabalha com promoção da qualidade de vida
Carreira tem uma marca social muito forte, diz professora. Profissional utiliza diferentes recursos para ajudar pessoas com disfunções ou sequelas.
Profissional da área de saúde, o terapeuta ocupacional tem como principal função trabalhar na promoção da qualidade de vida dos pacientes e na prevenção da incapacidade dessas pessoas. É esse profissional que, durante as atividades de prevenção e reabilitação, busca retomar a autonomia e a independência das pessoas que, por algum motivo, possuem alguma disfunção ou sequela.
O terapeuta ocupacional utiliza vários recursos para restaurar a capacidade dos pacientes e fazê‑los voltar a realizar suas atividades cotidianas sem a ajuda de ninguém . Por exemplo: uma pessoa que sofre um derrame pode ficar com alguma sequela e ter um lado do corpo paralisado. Isso provoca uma falta de autonomia nas atividades que eram de sua rotina, como, por exemplo, dificuldade para comer sozinho ou escovar os dentes.
“O terapeuta ocupacional vai trabalhar na reorganização da vida desse paciente que tinha uma vida normal e agora enfrenta uma dificuldade. É uma atividade diferente da ação do fisioterapeuta, que vai atuar mais na recuperação da parte física e motora do paciente. O terapeuta atua na questão emocional, de forma a ajudar essa pessoa a voltar à sua rotina ”, explicou a professora Liana Maura Nakeb Tannuf, diretora da Faculdade de Terapia Ocupacional da Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC‑Campinas).
Segundo a professora Pola Maria Poli de Araújo, coordenadora do curso de terapia ocupacional da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), cabe ao terapeuta ocupacional atuar nas atividades que faziam parte da rotina do paciente. “Vamos ensiná‑lo, por exemplo, a voltar a calçar o sapato sozinho; a segurar o garfo e colocá‑lo na boca sem derrubar a comida; vamos ensiná‑lo a se vestir sem precisar da ajuda de outra pessoa”, explicou.
Outro exemplo é no caso de um paciente com paralisia cerebral. O terapeuta ocupacional vai auxiliá‑lo nas atividades de rotina e vai “entortar” o cabo do garfo ou da colher, por exemplo. Também vai colocar proteções na borda do prato para evitar que o alimento caia para fora. “Nós enxergamos o paciente como um todo para promover a ele o máximo de independência possível”, disse a professora Pola.
De acordo com a professora Rita de Cássia Araújo, coordenadora do curso de terapia ocupacional da Universidade Estadual Paulista (Unesp), a carreira do terapeuta ocupacional tem uma marca social muito forte. “ Quando atendemos um paciente, não pensamos apenas nos aspectos físicos e motores. Olhamos esse indivíduo como um todo e observamos quais são as atividades de rotina que estão prejudicadas. Temos que ter um olhar mais sensível”, disse.

Na linha 5, o pronome na forma “los” refere‑se à palavra “recursos”.

Questão 6 de 10 Q6 da prova
Texto para os itens de 1 a 10.
Terapeuta ocupacional trabalha com promoção da qualidade de vida
Carreira tem uma marca social muito forte, diz professora. Profissional utiliza diferentes recursos para ajudar pessoas com disfunções ou sequelas.
Profissional da área de saúde, o terapeuta ocupacional tem como principal função trabalhar na promoção da qualidade de vida dos pacientes e na prevenção da incapacidade dessas pessoas. É esse profissional que, durante as atividades de prevenção e reabilitação, busca retomar a autonomia e a independência das pessoas que, por algum motivo, possuem alguma disfunção ou sequela.
O terapeuta ocupacional utiliza vários recursos para restaurar a capacidade dos pacientes e fazê‑los voltar a realizar suas atividades cotidianas sem a ajuda de ninguém . Por exemplo: uma pessoa que sofre um derrame pode ficar com alguma sequela e ter um lado do corpo paralisado. Isso provoca uma falta de autonomia nas atividades que eram de sua rotina, como, por exemplo, dificuldade para comer sozinho ou escovar os dentes.
“O terapeuta ocupacional vai trabalhar na reorganização da vida desse paciente que tinha uma vida normal e agora enfrenta uma dificuldade. É uma atividade diferente da ação do fisioterapeuta, que vai atuar mais na recuperação da parte física e motora do paciente. O terapeuta atua na questão emocional, de forma a ajudar essa pessoa a voltar à sua rotina ”, explicou a professora Liana Maura Nakeb Tannuf, diretora da Faculdade de Terapia Ocupacional da Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC‑Campinas).
Segundo a professora Pola Maria Poli de Araújo, coordenadora do curso de terapia ocupacional da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), cabe ao terapeuta ocupacional atuar nas atividades que faziam parte da rotina do paciente. “Vamos ensiná‑lo, por exemplo, a voltar a calçar o sapato sozinho; a segurar o garfo e colocá‑lo na boca sem derrubar a comida; vamos ensiná‑lo a se vestir sem precisar da ajuda de outra pessoa”, explicou.
Outro exemplo é no caso de um paciente com paralisia cerebral. O terapeuta ocupacional vai auxiliá‑lo nas atividades de rotina e vai “entortar” o cabo do garfo ou da colher, por exemplo. Também vai colocar proteções na borda do prato para evitar que o alimento caia para fora. “Nós enxergamos o paciente como um todo para promover a ele o máximo de independência possível”, disse a professora Pola.
De acordo com a professora Rita de Cássia Araújo, coordenadora do curso de terapia ocupacional da Universidade Estadual Paulista (Unesp), a carreira do terapeuta ocupacional tem uma marca social muito forte. “ Quando atendemos um paciente, não pensamos apenas nos aspectos físicos e motores. Olhamos esse indivíduo como um todo e observamos quais são as atividades de rotina que estão prejudicadas. Temos que ter um olhar mais sensível”, disse.

No quarto parágrafo, a forma verbal “cabe” tem como sujeito o substantivo “terapeuta”.

Questão 7 de 10 Q7 da prova
Texto para os itens de 1 a 10.
Terapeuta ocupacional trabalha com promoção da qualidade de vida
Carreira tem uma marca social muito forte, diz professora. Profissional utiliza diferentes recursos para ajudar pessoas com disfunções ou sequelas.
Profissional da área de saúde, o terapeuta ocupacional tem como principal função trabalhar na promoção da qualidade de vida dos pacientes e na prevenção da incapacidade dessas pessoas. É esse profissional que, durante as atividades de prevenção e reabilitação, busca retomar a autonomia e a independência das pessoas que, por algum motivo, possuem alguma disfunção ou sequela.
O terapeuta ocupacional utiliza vários recursos para restaurar a capacidade dos pacientes e fazê‑los voltar a realizar suas atividades cotidianas sem a ajuda de ninguém . Por exemplo: uma pessoa que sofre um derrame pode ficar com alguma sequela e ter um lado do corpo paralisado. Isso provoca uma falta de autonomia nas atividades que eram de sua rotina, como, por exemplo, dificuldade para comer sozinho ou escovar os dentes.
“O terapeuta ocupacional vai trabalhar na reorganização da vida desse paciente que tinha uma vida normal e agora enfrenta uma dificuldade. É uma atividade diferente da ação do fisioterapeuta, que vai atuar mais na recuperação da parte física e motora do paciente. O terapeuta atua na questão emocional, de forma a ajudar essa pessoa a voltar à sua rotina ”, explicou a professora Liana Maura Nakeb Tannuf, diretora da Faculdade de Terapia Ocupacional da Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC‑Campinas).
Segundo a professora Pola Maria Poli de Araújo, coordenadora do curso de terapia ocupacional da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), cabe ao terapeuta ocupacional atuar nas atividades que faziam parte da rotina do paciente. “Vamos ensiná‑lo, por exemplo, a voltar a calçar o sapato sozinho; a segurar o garfo e colocá‑lo na boca sem derrubar a comida; vamos ensiná‑lo a se vestir sem precisar da ajuda de outra pessoa”, explicou.
Outro exemplo é no caso de um paciente com paralisia cerebral. O terapeuta ocupacional vai auxiliá‑lo nas atividades de rotina e vai “entortar” o cabo do garfo ou da colher, por exemplo. Também vai colocar proteções na borda do prato para evitar que o alimento caia para fora. “Nós enxergamos o paciente como um todo para promover a ele o máximo de independência possível”, disse a professora Pola.
De acordo com a professora Rita de Cássia Araújo, coordenadora do curso de terapia ocupacional da Universidade Estadual Paulista (Unesp), a carreira do terapeuta ocupacional tem uma marca social muito forte. “ Quando atendemos um paciente, não pensamos apenas nos aspectos físicos e motores. Olhamos esse indivíduo como um todo e observamos quais são as atividades de rotina que estão prejudicadas. Temos que ter um olhar mais sensível”, disse.

O pronome “todo” (linha 20) está substantivado.

Questão 8 de 10 Q8 da prova
Texto para os itens de 1 a 10.
Terapeuta ocupacional trabalha com promoção da qualidade de vida
Carreira tem uma marca social muito forte, diz professora. Profissional utiliza diferentes recursos para ajudar pessoas com disfunções ou sequelas.
Profissional da área de saúde, o terapeuta ocupacional tem como principal função trabalhar na promoção da qualidade de vida dos pacientes e na prevenção da incapacidade dessas pessoas. É esse profissional que, durante as atividades de prevenção e reabilitação, busca retomar a autonomia e a independência das pessoas que, por algum motivo, possuem alguma disfunção ou sequela.
O terapeuta ocupacional utiliza vários recursos para restaurar a capacidade dos pacientes e fazê‑los voltar a realizar suas atividades cotidianas sem a ajuda de ninguém . Por exemplo: uma pessoa que sofre um derrame pode ficar com alguma sequela e ter um lado do corpo paralisado. Isso provoca uma falta de autonomia nas atividades que eram de sua rotina, como, por exemplo, dificuldade para comer sozinho ou escovar os dentes.
“O terapeuta ocupacional vai trabalhar na reorganização da vida desse paciente que tinha uma vida normal e agora enfrenta uma dificuldade. É uma atividade diferente da ação do fisioterapeuta, que vai atuar mais na recuperação da parte física e motora do paciente. O terapeuta atua na questão emocional, de forma a ajudar essa pessoa a voltar à sua rotina ”, explicou a professora Liana Maura Nakeb Tannuf, diretora da Faculdade de Terapia Ocupacional da Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC‑Campinas).
Segundo a professora Pola Maria Poli de Araújo, coordenadora do curso de terapia ocupacional da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), cabe ao terapeuta ocupacional atuar nas atividades que faziam parte da rotina do paciente. “Vamos ensiná‑lo, por exemplo, a voltar a calçar o sapato sozinho; a segurar o garfo e colocá‑lo na boca sem derrubar a comida; vamos ensiná‑lo a se vestir sem precisar da ajuda de outra pessoa”, explicou.
Outro exemplo é no caso de um paciente com paralisia cerebral. O terapeuta ocupacional vai auxiliá‑lo nas atividades de rotina e vai “entortar” o cabo do garfo ou da colher, por exemplo. Também vai colocar proteções na borda do prato para evitar que o alimento caia para fora. “Nós enxergamos o paciente como um todo para promover a ele o máximo de independência possível”, disse a professora Pola.
De acordo com a professora Rita de Cássia Araújo, coordenadora do curso de terapia ocupacional da Universidade Estadual Paulista (Unesp), a carreira do terapeuta ocupacional tem uma marca social muito forte. “ Quando atendemos um paciente, não pensamos apenas nos aspectos físicos e motores. Olhamos esse indivíduo como um todo e observamos quais são as atividades de rotina que estão prejudicadas. Temos que ter um olhar mais sensível”, disse.

O pronome “ninguém” (linha 6) não poderia ser substituído pela expressão uma pessoa sem prejuízos à correção gramatical e ao sentido original do texto.

Questão 9 de 10 Q9 da prova
Texto para os itens de 1 a 10.
Terapeuta ocupacional trabalha com promoção da qualidade de vida
Carreira tem uma marca social muito forte, diz professora. Profissional utiliza diferentes recursos para ajudar pessoas com disfunções ou sequelas.
Profissional da área de saúde, o terapeuta ocupacional tem como principal função trabalhar na promoção da qualidade de vida dos pacientes e na prevenção da incapacidade dessas pessoas. É esse profissional que, durante as atividades de prevenção e reabilitação, busca retomar a autonomia e a independência das pessoas que, por algum motivo, possuem alguma disfunção ou sequela.
O terapeuta ocupacional utiliza vários recursos para restaurar a capacidade dos pacientes e fazê‑los voltar a realizar suas atividades cotidianas sem a ajuda de ninguém . Por exemplo: uma pessoa que sofre um derrame pode ficar com alguma sequela e ter um lado do corpo paralisado. Isso provoca uma falta de autonomia nas atividades que eram de sua rotina, como, por exemplo, dificuldade para comer sozinho ou escovar os dentes.
“O terapeuta ocupacional vai trabalhar na reorganização da vida desse paciente que tinha uma vida normal e agora enfrenta uma dificuldade. É uma atividade diferente da ação do fisioterapeuta, que vai atuar mais na recuperação da parte física e motora do paciente. O terapeuta atua na questão emocional, de forma a ajudar essa pessoa a voltar à sua rotina ”, explicou a professora Liana Maura Nakeb Tannuf, diretora da Faculdade de Terapia Ocupacional da Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC‑Campinas).
Segundo a professora Pola Maria Poli de Araújo, coordenadora do curso de terapia ocupacional da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), cabe ao terapeuta ocupacional atuar nas atividades que faziam parte da rotina do paciente. “Vamos ensiná‑lo, por exemplo, a voltar a calçar o sapato sozinho; a segurar o garfo e colocá‑lo na boca sem derrubar a comida; vamos ensiná‑lo a se vestir sem precisar da ajuda de outra pessoa”, explicou.
Outro exemplo é no caso de um paciente com paralisia cerebral. O terapeuta ocupacional vai auxiliá‑lo nas atividades de rotina e vai “entortar” o cabo do garfo ou da colher, por exemplo. Também vai colocar proteções na borda do prato para evitar que o alimento caia para fora. “Nós enxergamos o paciente como um todo para promover a ele o máximo de independência possível”, disse a professora Pola.
De acordo com a professora Rita de Cássia Araújo, coordenadora do curso de terapia ocupacional da Universidade Estadual Paulista (Unesp), a carreira do terapeuta ocupacional tem uma marca social muito forte. “ Quando atendemos um paciente, não pensamos apenas nos aspectos físicos e motores. Olhamos esse indivíduo como um todo e observamos quais são as atividades de rotina que estão prejudicadas. Temos que ter um olhar mais sensível”, disse.

Na linha 23, o advérbio “muito” está modificando outro advérbio, que é “forte”.

Questão 10 de 10 Q10 da prova
Texto para os itens de 1 a 10.
Terapeuta ocupacional trabalha com promoção da qualidade de vida
Carreira tem uma marca social muito forte, diz professora. Profissional utiliza diferentes recursos para ajudar pessoas com disfunções ou sequelas.
Profissional da área de saúde, o terapeuta ocupacional tem como principal função trabalhar na promoção da qualidade de vida dos pacientes e na prevenção da incapacidade dessas pessoas. É esse profissional que, durante as atividades de prevenção e reabilitação, busca retomar a autonomia e a independência das pessoas que, por algum motivo, possuem alguma disfunção ou sequela.
O terapeuta ocupacional utiliza vários recursos para restaurar a capacidade dos pacientes e fazê‑los voltar a realizar suas atividades cotidianas sem a ajuda de ninguém . Por exemplo: uma pessoa que sofre um derrame pode ficar com alguma sequela e ter um lado do corpo paralisado. Isso provoca uma falta de autonomia nas atividades que eram de sua rotina, como, por exemplo, dificuldade para comer sozinho ou escovar os dentes.
“O terapeuta ocupacional vai trabalhar na reorganização da vida desse paciente que tinha uma vida normal e agora enfrenta uma dificuldade. É uma atividade diferente da ação do fisioterapeuta, que vai atuar mais na recuperação da parte física e motora do paciente. O terapeuta atua na questão emocional, de forma a ajudar essa pessoa a voltar à sua rotina ”, explicou a professora Liana Maura Nakeb Tannuf, diretora da Faculdade de Terapia Ocupacional da Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC‑Campinas).
Segundo a professora Pola Maria Poli de Araújo, coordenadora do curso de terapia ocupacional da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), cabe ao terapeuta ocupacional atuar nas atividades que faziam parte da rotina do paciente. “Vamos ensiná‑lo, por exemplo, a voltar a calçar o sapato sozinho; a segurar o garfo e colocá‑lo na boca sem derrubar a comida; vamos ensiná‑lo a se vestir sem precisar da ajuda de outra pessoa”, explicou.
Outro exemplo é no caso de um paciente com paralisia cerebral. O terapeuta ocupacional vai auxiliá‑lo nas atividades de rotina e vai “entortar” o cabo do garfo ou da colher, por exemplo. Também vai colocar proteções na borda do prato para evitar que o alimento caia para fora. “Nós enxergamos o paciente como um todo para promover a ele o máximo de independência possível”, disse a professora Pola.
De acordo com a professora Rita de Cássia Araújo, coordenadora do curso de terapia ocupacional da Universidade Estadual Paulista (Unesp), a carreira do terapeuta ocupacional tem uma marca social muito forte. “ Quando atendemos um paciente, não pensamos apenas nos aspectos físicos e motores. Olhamos esse indivíduo como um todo e observamos quais são as atividades de rotina que estão prejudicadas. Temos que ter um olhar mais sensível”, disse.

No trecho “Quando atendemos um paciente” (linhas 23 e 24), a forma verbal está conjugada no plural para incluir o leitor.

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