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Prova Fiscal Municipal - Pref. Dezesseis de Novembro/RS
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Questão 1 de 12 Q2 da prova
Leia o texto abaixo e responda as questões 1 a 10.

O vício no celular atrapalha as relações

É comum no Réveillon o congestionamento do sinal telefônico. Todo mundo inventa de ligar para alguém por chamada de vídeo e mostrar onde está e os fogos de artifício espocando no céu. Em vez de abraçar e comemorar com quem está ao lado, preocupamo-nos com os ausentes. Começamos o ano com a cabeça baixa, debruçada no celular, revelando-nos mais interessados em mandar mensagens do que ser a própria mensagem viva e atenta de um momento. Tomei uma decisão: ao me encontrar, daqui por diante, com um amigo ou familiar, porei o meu celular no bolso. Lá ele ficará até a despedida, até o tchau, até o cumprimento derradeiro. É o único antídoto contra a amnésia coletiva e o esvaziamento dos nossos sentidos. Pois a prisão visual leva embora junto o paladar, o olfato, a audição, o toque da pele. Tampouco deixarei o celular em cima da mesa. Mesmo quando ele não toca, mesmo quando ele não tem nenhuma chamada, você vai se ver obrigado a mexer nele. Ou porque espera uma resposta, ou porque está acostumado a esperar um evento extraordinário não esperando nada. Ninguém aguenta a coceira da imobilidade. É o silvo das sereias para o fundo do oceano da indiferença. Colocar a tela para baixo não aquietará a sua ansiedade. Já percebi que não funciona. Os dedos se movimentam sozinhos para espiar o WhatsApp, para conferir os e-mails e as redes sociais. Não menospreze o poder da influência da manada. Não tente lutar — será uma batalha em vão, cercada de exemplos que banalizam a atitude. É só a sua companhia usar o aparelho que se achará no direito de fazer o mesmo. E os dois estarão incomunicáveis, arremessados para suas ilhas privadas, náufragos da sensibilidade social. No primeiro silêncio dos outros, na primeira distração dos outros, terá um ataque de curiosidade. Você entra nele sem procurar nada em específico, e perde de vez a noção do tempo arrastando o dedo de página em página. Manterei o celular no bolso. Sua luz não irá me guiar. Ele termina com o andamento de qualquer conversa, quebra o ritmo de qualquer encontro. Eu estou calmo e ele me traz preocupações, eu estou esperançoso e ele me traz angústias, eu estou em paz e ele me traz conflitos. Com o celular por perto, dou a entender que meu maior interesse está fora do lugar, escondendo-me perigosamente da pessoa à minha frente.
(Fonte: Fabrício Carpinejar. GZH — adaptado.)

Considerar as passagens do texto:
“[...] e mostrar onde está e os fogos de artifício espocando no céu.” (1º parágrafo)
“Lá ele ficará até a despedida, até o tchau, até o cumprimento derradeiro.” (3º parágrafo)
“Tampouco deixarei o celular em cima da mesa.” (5º parágrafo)
Os termos sublinhados significam, CORRETA e respectivamente:

Questão 2 de 12 Q5 da prova
Leia o texto abaixo e responda as questões 1 a 10.

O vício no celular atrapalha as relações

É comum no Réveillon o congestionamento do sinal telefônico. Todo mundo inventa de ligar para alguém por chamada de vídeo e mostrar onde está e os fogos de artifício espocando no céu. Em vez de abraçar e comemorar com quem está ao lado, preocupamo-nos com os ausentes. Começamos o ano com a cabeça baixa, debruçada no celular, revelando-nos mais interessados em mandar mensagens do que ser a própria mensagem viva e atenta de um momento. Tomei uma decisão: ao me encontrar, daqui por diante, com um amigo ou familiar, porei o meu celular no bolso. Lá ele ficará até a despedida, até o tchau, até o cumprimento derradeiro. É o único antídoto contra a amnésia coletiva e o esvaziamento dos nossos sentidos. Pois a prisão visual leva embora junto o paladar, o olfato, a audição, o toque da pele. Tampouco deixarei o celular em cima da mesa. Mesmo quando ele não toca, mesmo quando ele não tem nenhuma chamada, você vai se ver obrigado a mexer nele. Ou porque espera uma resposta, ou porque está acostumado a esperar um evento extraordinário não esperando nada. Ninguém aguenta a coceira da imobilidade. É o silvo das sereias para o fundo do oceano da indiferença. Colocar a tela para baixo não aquietará a sua ansiedade. Já percebi que não funciona. Os dedos se movimentam sozinhos para espiar o WhatsApp, para conferir os e-mails e as redes sociais. Não menospreze o poder da influência da manada. Não tente lutar — será uma batalha em vão, cercada de exemplos que banalizam a atitude. É só a sua companhia usar o aparelho que se achará no direito de fazer o mesmo. E os dois estarão incomunicáveis, arremessados para suas ilhas privadas, náufragos da sensibilidade social. No primeiro silêncio dos outros, na primeira distração dos outros, terá um ataque de curiosidade. Você entra nele sem procurar nada em específico, e perde de vez a noção do tempo arrastando o dedo de página em página. Manterei o celular no bolso. Sua luz não irá me guiar. Ele termina com o andamento de qualquer conversa, quebra o ritmo de qualquer encontro. Eu estou calmo e ele me traz preocupações, eu estou esperançoso e ele me traz angústias, eu estou em paz e ele me traz conflitos. Com o celular por perto, dou a entender que meu maior interesse está fora do lugar, escondendo-me perigosamente da pessoa à minha frente.
(Fonte: Fabrício Carpinejar. GZH — adaptado.)

Da leitura do trecho abaixo, é CORRETO afirmarmos que:
“De madrugada começava pela missa da Lapa; apenas acabava ia (a/à) das 8 na Sé, e daí saindo pilhava ainda (a/à) das 9 em Santo Antônio.” (Memórias de um Sargento de Milícias, de Manuel Antônio de Almeida).

Questão 3 de 12 Q6 da prova
Leia o texto abaixo e responda as questões 1 a 10.

O vício no celular atrapalha as relações

É comum no Réveillon o congestionamento do sinal telefônico. Todo mundo inventa de ligar para alguém por chamada de vídeo e mostrar onde está e os fogos de artifício espocando no céu. Em vez de abraçar e comemorar com quem está ao lado, preocupamo-nos com os ausentes. Começamos o ano com a cabeça baixa, debruçada no celular, revelando-nos mais interessados em mandar mensagens do que ser a própria mensagem viva e atenta de um momento. Tomei uma decisão: ao me encontrar, daqui por diante, com um amigo ou familiar, porei o meu celular no bolso. Lá ele ficará até a despedida, até o tchau, até o cumprimento derradeiro. É o único antídoto contra a amnésia coletiva e o esvaziamento dos nossos sentidos. Pois a prisão visual leva embora junto o paladar, o olfato, a audição, o toque da pele. Tampouco deixarei o celular em cima da mesa. Mesmo quando ele não toca, mesmo quando ele não tem nenhuma chamada, você vai se ver obrigado a mexer nele. Ou porque espera uma resposta, ou porque está acostumado a esperar um evento extraordinário não esperando nada. Ninguém aguenta a coceira da imobilidade. É o silvo das sereias para o fundo do oceano da indiferença. Colocar a tela para baixo não aquietará a sua ansiedade. Já percebi que não funciona. Os dedos se movimentam sozinhos para espiar o WhatsApp, para conferir os e-mails e as redes sociais. Não menospreze o poder da influência da manada. Não tente lutar — será uma batalha em vão, cercada de exemplos que banalizam a atitude. É só a sua companhia usar o aparelho que se achará no direito de fazer o mesmo. E os dois estarão incomunicáveis, arremessados para suas ilhas privadas, náufragos da sensibilidade social. No primeiro silêncio dos outros, na primeira distração dos outros, terá um ataque de curiosidade. Você entra nele sem procurar nada em específico, e perde de vez a noção do tempo arrastando o dedo de página em página. Manterei o celular no bolso. Sua luz não irá me guiar. Ele termina com o andamento de qualquer conversa, quebra o ritmo de qualquer encontro. Eu estou calmo e ele me traz preocupações, eu estou esperançoso e ele me traz angústias, eu estou em paz e ele me traz conflitos. Com o celular por perto, dou a entender que meu maior interesse está fora do lugar, escondendo-me perigosamente da pessoa à minha frente.
(Fonte: Fabrício Carpinejar. GZH — adaptado.)

Considerando-se as regras do novo acordo ortográfico da língua portuguesa, analisar os itens abaixo:
I. Palavras que têm duas vogais juntas em sílabas diferentes continuam sendo acentuadas, como nas palavras: crêem, dêem e lêem.
II. O acento diferencial só é obrigatório no verbo “pôr” (colocar) e na forma verbal “pôde” (passado do verbo “poder”).
III. As paroxítonas com “i” e o “u” tônicos são acentuadas, como nas palavras: baiúca, bocaiúva e feiúra.
Está(ão) CORRETO(S):

Questão 4 de 12 Q10 da prova
Leia o texto abaixo e responda as questões 1 a 10.

O vício no celular atrapalha as relações

É comum no Réveillon o congestionamento do sinal telefônico. Todo mundo inventa de ligar para alguém por chamada de vídeo e mostrar onde está e os fogos de artifício espocando no céu. Em vez de abraçar e comemorar com quem está ao lado, preocupamo-nos com os ausentes. Começamos o ano com a cabeça baixa, debruçada no celular, revelando-nos mais interessados em mandar mensagens do que ser a própria mensagem viva e atenta de um momento. Tomei uma decisão: ao me encontrar, daqui por diante, com um amigo ou familiar, porei o meu celular no bolso. Lá ele ficará até a despedida, até o tchau, até o cumprimento derradeiro. É o único antídoto contra a amnésia coletiva e o esvaziamento dos nossos sentidos. Pois a prisão visual leva embora junto o paladar, o olfato, a audição, o toque da pele. Tampouco deixarei o celular em cima da mesa. Mesmo quando ele não toca, mesmo quando ele não tem nenhuma chamada, você vai se ver obrigado a mexer nele. Ou porque espera uma resposta, ou porque está acostumado a esperar um evento extraordinário não esperando nada. Ninguém aguenta a coceira da imobilidade. É o silvo das sereias para o fundo do oceano da indiferença. Colocar a tela para baixo não aquietará a sua ansiedade. Já percebi que não funciona. Os dedos se movimentam sozinhos para espiar o WhatsApp, para conferir os e-mails e as redes sociais. Não menospreze o poder da influência da manada. Não tente lutar — será uma batalha em vão, cercada de exemplos que banalizam a atitude. É só a sua companhia usar o aparelho que se achará no direito de fazer o mesmo. E os dois estarão incomunicáveis, arremessados para suas ilhas privadas, náufragos da sensibilidade social. No primeiro silêncio dos outros, na primeira distração dos outros, terá um ataque de curiosidade. Você entra nele sem procurar nada em específico, e perde de vez a noção do tempo arrastando o dedo de página em página. Manterei o celular no bolso. Sua luz não irá me guiar. Ele termina com o andamento de qualquer conversa, quebra o ritmo de qualquer encontro. Eu estou calmo e ele me traz preocupações, eu estou esperançoso e ele me traz angústias, eu estou em paz e ele me traz conflitos. Com o celular por perto, dou a entender que meu maior interesse está fora do lugar, escondendo-me perigosamente da pessoa à minha frente.
(Fonte: Fabrício Carpinejar. GZH — adaptado.)

A respeito dos numerais, marcar C para as afirmativas Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
( ) Na frase "Neste semestre, estudarei 5 matérias na faculdade.”, o termo sublinhado corresponde ao período de 6 meses.
( ) Na frase "Morei naquela casa por um biênio .”, o termo sublinhado corresponde ao período de 3 anos.
( ) Na frase "Este saco tem duas centenas de bolas.”, os termos sublinhados correspondem a um conjunto de 300 unidades.

Questão 5 de 12 Q30 da prova

Considerando a doutrina do Direito Administrativo, é uma forma de delegação de serviço público, através de contrato, precedido de licitação, a título precário, pelo poder concedente, à pessoa física ou jurídica, por sua conta e risco:

Questão 6 de 12 Q31 da prova

Em uma classificação com alguma utilidade didática, mas sem rigor científico, a doutrina costuma discriminar três modalidades de competência tributária:

Questão 7 de 12 Q32 da prova

O fator gerador não é um fato do contribuinte, mas um fato do Estado. O Estado exerce determinada atividade e cobra da pessoa a quem aproveita aquela atividade. O trecho faz referência a:

Questão 8 de 12 Q33 da prova

Em matéria tributária, o lançamento deve reportar-se:

Questão 9 de 12 Q34 da prova

As contribuições sociais são instituíveis:

Questão 10 de 12 Q35 da prova

O domicílio tributário, quanto às pessoas naturais, é:

Questão 11 de 12 Q37 da prova

Existem diversas classificações dos tributos — o Supremo Tribunal Federal, por exemplo, reconhece cinco espécies tributárias. Nos termos da Lei nº 5.172/1966 — Código Tributário Nacional, que adota uma classificação tripartida, os tributos são:

Questão 12 de 12 Q40 da prova

No ambiente de trabalho, a empatia é responsável por formar laços de confiança e colaboração entre os profissionais. Sendo assim, considerando-se a importância da empatia, entre as seguintes, assinalar a atitude que melhor reflete um comportamento empático no ambiente de trabalho:

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