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Prova Fiscal de Vigilância Sanitária - Pref. Planalto Alegre/SC
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Questão 1 de 40 Q1 da prova
TEXTO PARA AS QUESTÕES DE 01 A 07.

Como o aumento global de 1,6 graus pode afetar a saúde das pessoas?

Na última sexta-feira (10), o Serviço Copernicus para as Alterações Climáticas (C3S) divulgou um relatório que confirma que 2024 ultrapassou o limite de 1,5 graus Celsius, previsto para ser evitado no Acordo Climático de Paris, de 2015. Com esse aumento global, será que a saúde dos humanos pode ser afetada?
Para entender os impactos imediatos e de longo prazo do aumento da temperatura global na saúde humana, a CNN conversou com a especialista em saúde ambiental Helena Ribeiro, professora do Departamento de Saúde Ambiental da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (FSP - USP). Segundo Ribeiro, o aumento médio de 1,6 graus Celsius na temperatura global não traz consequências imediatas para a saúde humana, pelo menos a princípio.
No entanto, as mudanças e desequilíbrios causados por esse aquecimento afetam a atmosfera, o que gera mais ondas de calor intenso, frio extremo, chuvas torrenciais e secas severas em diferentes regiões do planeta.
Essas ondas de calor podem impactar o sistema cardiorrespiratório dos humanos, especialmente em idosos, crianças pequenas, gestantes, pessoas com baixa imunidade e grupos populacionais já afetados por doenças circulatórias e respiratórias.
“As ondas de frio também estão relacionadas a maior incidência de doenças respiratórias, como gripes, asma, pneumonia, bronquite, bronquiolite e podem representar risco para pessoas com doenças circulatórias, pois o frio contrai as artérias e veias, dificultando o fluxo sanguíneo e sobrecarregando o coração”, destaca a especialista.
Em curto prazo, as oscilações térmicas extremas, como ondas de calor e frio intenso, podem aumentar atendimentos médicos, internações e, em alguns casos, até a mortalidade.
A professora também explica que populações de baixa renda podem ser mais impactadas, já que fatores como moradia, materiais de construção, roupas, alimentação, hidratação e acesso a áreas verdes aumentam a vulnerabilidade a esses eventos climáticos.
Enfrentar as mudanças climáticas e limitar o aumento da temperatura global exige ações urgentes e coordenadas. Reduzir as emissões de gases de efeito estufa, promover a transição para energias limpas, incentivar o reflorestamento e investir em tecnologias de captura de carbono são medidas essenciais para minimizar os impactos.
Em resumo, é crucial criar políticas públicas que adaptem as cidades e suas populações aos eventos climáticos extremos, a fim de garantir mais proteção à sociedade. O desafio é grande, mas o futuro do planeta e da humanidade depende dessas ações.

De acordo com o texto, o aumento médio de 1,6 graus Celsius na temperatura global:

Questão 2 de 40 Q2 da prova
TEXTO PARA AS QUESTÕES DE 01 A 07.

Como o aumento global de 1,6 graus pode afetar a saúde das pessoas?

Na última sexta-feira (10), o Serviço Copernicus para as Alterações Climáticas (C3S) divulgou um relatório que confirma que 2024 ultrapassou o limite de 1,5 graus Celsius, previsto para ser evitado no Acordo Climático de Paris, de 2015. Com esse aumento global, será que a saúde dos humanos pode ser afetada?
Para entender os impactos imediatos e de longo prazo do aumento da temperatura global na saúde humana, a CNN conversou com a especialista em saúde ambiental Helena Ribeiro, professora do Departamento de Saúde Ambiental da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (FSP - USP). Segundo Ribeiro, o aumento médio de 1,6 graus Celsius na temperatura global não traz consequências imediatas para a saúde humana, pelo menos a princípio.
No entanto, as mudanças e desequilíbrios causados por esse aquecimento afetam a atmosfera, o que gera mais ondas de calor intenso, frio extremo, chuvas torrenciais e secas severas em diferentes regiões do planeta.
Essas ondas de calor podem impactar o sistema cardiorrespiratório dos humanos, especialmente em idosos, crianças pequenas, gestantes, pessoas com baixa imunidade e grupos populacionais já afetados por doenças circulatórias e respiratórias.
“As ondas de frio também estão relacionadas a maior incidência de doenças respiratórias, como gripes, asma, pneumonia, bronquite, bronquiolite e podem representar risco para pessoas com doenças circulatórias, pois o frio contrai as artérias e veias, dificultando o fluxo sanguíneo e sobrecarregando o coração”, destaca a especialista.
Em curto prazo, as oscilações térmicas extremas, como ondas de calor e frio intenso, podem aumentar atendimentos médicos, internações e, em alguns casos, até a mortalidade.
A professora também explica que populações de baixa renda podem ser mais impactadas, já que fatores como moradia, materiais de construção, roupas, alimentação, hidratação e acesso a áreas verdes aumentam a vulnerabilidade a esses eventos climáticos.
Enfrentar as mudanças climáticas e limitar o aumento da temperatura global exige ações urgentes e coordenadas. Reduzir as emissões de gases de efeito estufa, promover a transição para energias limpas, incentivar o reflorestamento e investir em tecnologias de captura de carbono são medidas essenciais para minimizar os impactos.
Em resumo, é crucial criar políticas públicas que adaptem as cidades e suas populações aos eventos climáticos extremos, a fim de garantir mais proteção à sociedade. O desafio é grande, mas o futuro do planeta e da humanidade depende dessas ações.

No texto, quais grupos são destacados como os mais vulneráveis aos impactos do aquecimento global?

Questão 3 de 40 Q3 da prova
TEXTO PARA AS QUESTÕES DE 01 A 07.

Como o aumento global de 1,6 graus pode afetar a saúde das pessoas?

Na última sexta-feira (10), o Serviço Copernicus para as Alterações Climáticas (C3S) divulgou um relatório que confirma que 2024 ultrapassou o limite de 1,5 graus Celsius, previsto para ser evitado no Acordo Climático de Paris, de 2015. Com esse aumento global, será que a saúde dos humanos pode ser afetada?
Para entender os impactos imediatos e de longo prazo do aumento da temperatura global na saúde humana, a CNN conversou com a especialista em saúde ambiental Helena Ribeiro, professora do Departamento de Saúde Ambiental da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (FSP - USP). Segundo Ribeiro, o aumento médio de 1,6 graus Celsius na temperatura global não traz consequências imediatas para a saúde humana, pelo menos a princípio.
No entanto, as mudanças e desequilíbrios causados por esse aquecimento afetam a atmosfera, o que gera mais ondas de calor intenso, frio extremo, chuvas torrenciais e secas severas em diferentes regiões do planeta.
Essas ondas de calor podem impactar o sistema cardiorrespiratório dos humanos, especialmente em idosos, crianças pequenas, gestantes, pessoas com baixa imunidade e grupos populacionais já afetados por doenças circulatórias e respiratórias.
“As ondas de frio também estão relacionadas a maior incidência de doenças respiratórias, como gripes, asma, pneumonia, bronquite, bronquiolite e podem representar risco para pessoas com doenças circulatórias, pois o frio contrai as artérias e veias, dificultando o fluxo sanguíneo e sobrecarregando o coração”, destaca a especialista.
Em curto prazo, as oscilações térmicas extremas, como ondas de calor e frio intenso, podem aumentar atendimentos médicos, internações e, em alguns casos, até a mortalidade.
A professora também explica que populações de baixa renda podem ser mais impactadas, já que fatores como moradia, materiais de construção, roupas, alimentação, hidratação e acesso a áreas verdes aumentam a vulnerabilidade a esses eventos climáticos.
Enfrentar as mudanças climáticas e limitar o aumento da temperatura global exige ações urgentes e coordenadas. Reduzir as emissões de gases de efeito estufa, promover a transição para energias limpas, incentivar o reflorestamento e investir em tecnologias de captura de carbono são medidas essenciais para minimizar os impactos.
Em resumo, é crucial criar políticas públicas que adaptem as cidades e suas populações aos eventos climáticos extremos, a fim de garantir mais proteção à sociedade. O desafio é grande, mas o futuro do planeta e da humanidade depende dessas ações.

O texto defende que o enfrentamento das mudanças climáticas deve incluir:

Questão 4 de 40 Q4 da prova
TEXTO PARA AS QUESTÕES DE 01 A 07.

Como o aumento global de 1,6 graus pode afetar a saúde das pessoas?

Na última sexta-feira (10), o Serviço Copernicus para as Alterações Climáticas (C3S) divulgou um relatório que confirma que 2024 ultrapassou o limite de 1,5 graus Celsius, previsto para ser evitado no Acordo Climático de Paris, de 2015. Com esse aumento global, será que a saúde dos humanos pode ser afetada?
Para entender os impactos imediatos e de longo prazo do aumento da temperatura global na saúde humana, a CNN conversou com a especialista em saúde ambiental Helena Ribeiro, professora do Departamento de Saúde Ambiental da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (FSP - USP). Segundo Ribeiro, o aumento médio de 1,6 graus Celsius na temperatura global não traz consequências imediatas para a saúde humana, pelo menos a princípio.
No entanto, as mudanças e desequilíbrios causados por esse aquecimento afetam a atmosfera, o que gera mais ondas de calor intenso, frio extremo, chuvas torrenciais e secas severas em diferentes regiões do planeta.
Essas ondas de calor podem impactar o sistema cardiorrespiratório dos humanos, especialmente em idosos, crianças pequenas, gestantes, pessoas com baixa imunidade e grupos populacionais já afetados por doenças circulatórias e respiratórias.
“As ondas de frio também estão relacionadas a maior incidência de doenças respiratórias, como gripes, asma, pneumonia, bronquite, bronquiolite e podem representar risco para pessoas com doenças circulatórias, pois o frio contrai as artérias e veias, dificultando o fluxo sanguíneo e sobrecarregando o coração”, destaca a especialista.
Em curto prazo, as oscilações térmicas extremas, como ondas de calor e frio intenso, podem aumentar atendimentos médicos, internações e, em alguns casos, até a mortalidade.
A professora também explica que populações de baixa renda podem ser mais impactadas, já que fatores como moradia, materiais de construção, roupas, alimentação, hidratação e acesso a áreas verdes aumentam a vulnerabilidade a esses eventos climáticos.
Enfrentar as mudanças climáticas e limitar o aumento da temperatura global exige ações urgentes e coordenadas. Reduzir as emissões de gases de efeito estufa, promover a transição para energias limpas, incentivar o reflorestamento e investir em tecnologias de captura de carbono são medidas essenciais para minimizar os impactos.
Em resumo, é crucial criar políticas públicas que adaptem as cidades e suas populações aos eventos climáticos extremos, a fim de garantir mais proteção à sociedade. O desafio é grande, mas o futuro do planeta e da humanidade depende dessas ações.

No trecho “Essas ondas de calor podem impactar o sistema cardiorrespiratório dos humanos...”, o termo “impactar” pode ser substituído, sem alterar o sentido expresso, por:

Questão 5 de 40 Q5 da prova
TEXTO PARA AS QUESTÕES DE 01 A 07.

Como o aumento global de 1,6 graus pode afetar a saúde das pessoas?

Na última sexta-feira (10), o Serviço Copernicus para as Alterações Climáticas (C3S) divulgou um relatório que confirma que 2024 ultrapassou o limite de 1,5 graus Celsius, previsto para ser evitado no Acordo Climático de Paris, de 2015. Com esse aumento global, será que a saúde dos humanos pode ser afetada?
Para entender os impactos imediatos e de longo prazo do aumento da temperatura global na saúde humana, a CNN conversou com a especialista em saúde ambiental Helena Ribeiro, professora do Departamento de Saúde Ambiental da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (FSP - USP). Segundo Ribeiro, o aumento médio de 1,6 graus Celsius na temperatura global não traz consequências imediatas para a saúde humana, pelo menos a princípio.
No entanto, as mudanças e desequilíbrios causados por esse aquecimento afetam a atmosfera, o que gera mais ondas de calor intenso, frio extremo, chuvas torrenciais e secas severas em diferentes regiões do planeta.
Essas ondas de calor podem impactar o sistema cardiorrespiratório dos humanos, especialmente em idosos, crianças pequenas, gestantes, pessoas com baixa imunidade e grupos populacionais já afetados por doenças circulatórias e respiratórias.
“As ondas de frio também estão relacionadas a maior incidência de doenças respiratórias, como gripes, asma, pneumonia, bronquite, bronquiolite e podem representar risco para pessoas com doenças circulatórias, pois o frio contrai as artérias e veias, dificultando o fluxo sanguíneo e sobrecarregando o coração”, destaca a especialista.
Em curto prazo, as oscilações térmicas extremas, como ondas de calor e frio intenso, podem aumentar atendimentos médicos, internações e, em alguns casos, até a mortalidade.
A professora também explica que populações de baixa renda podem ser mais impactadas, já que fatores como moradia, materiais de construção, roupas, alimentação, hidratação e acesso a áreas verdes aumentam a vulnerabilidade a esses eventos climáticos.
Enfrentar as mudanças climáticas e limitar o aumento da temperatura global exige ações urgentes e coordenadas. Reduzir as emissões de gases de efeito estufa, promover a transição para energias limpas, incentivar o reflorestamento e investir em tecnologias de captura de carbono são medidas essenciais para minimizar os impactos.
Em resumo, é crucial criar políticas públicas que adaptem as cidades e suas populações aos eventos climáticos extremos, a fim de garantir mais proteção à sociedade. O desafio é grande, mas o futuro do planeta e da humanidade depende dessas ações.

No contexto do texto, o termo “ações urgentes e coordenadas” refere-se a:

Questão 6 de 40 Q6 da prova
TEXTO PARA AS QUESTÕES DE 01 A 07.

Como o aumento global de 1,6 graus pode afetar a saúde das pessoas?

Na última sexta-feira (10), o Serviço Copernicus para as Alterações Climáticas (C3S) divulgou um relatório que confirma que 2024 ultrapassou o limite de 1,5 graus Celsius, previsto para ser evitado no Acordo Climático de Paris, de 2015. Com esse aumento global, será que a saúde dos humanos pode ser afetada?
Para entender os impactos imediatos e de longo prazo do aumento da temperatura global na saúde humana, a CNN conversou com a especialista em saúde ambiental Helena Ribeiro, professora do Departamento de Saúde Ambiental da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (FSP - USP). Segundo Ribeiro, o aumento médio de 1,6 graus Celsius na temperatura global não traz consequências imediatas para a saúde humana, pelo menos a princípio.
No entanto, as mudanças e desequilíbrios causados por esse aquecimento afetam a atmosfera, o que gera mais ondas de calor intenso, frio extremo, chuvas torrenciais e secas severas em diferentes regiões do planeta.
Essas ondas de calor podem impactar o sistema cardiorrespiratório dos humanos, especialmente em idosos, crianças pequenas, gestantes, pessoas com baixa imunidade e grupos populacionais já afetados por doenças circulatórias e respiratórias.
“As ondas de frio também estão relacionadas a maior incidência de doenças respiratórias, como gripes, asma, pneumonia, bronquite, bronquiolite e podem representar risco para pessoas com doenças circulatórias, pois o frio contrai as artérias e veias, dificultando o fluxo sanguíneo e sobrecarregando o coração”, destaca a especialista.
Em curto prazo, as oscilações térmicas extremas, como ondas de calor e frio intenso, podem aumentar atendimentos médicos, internações e, em alguns casos, até a mortalidade.
A professora também explica que populações de baixa renda podem ser mais impactadas, já que fatores como moradia, materiais de construção, roupas, alimentação, hidratação e acesso a áreas verdes aumentam a vulnerabilidade a esses eventos climáticos.
Enfrentar as mudanças climáticas e limitar o aumento da temperatura global exige ações urgentes e coordenadas. Reduzir as emissões de gases de efeito estufa, promover a transição para energias limpas, incentivar o reflorestamento e investir em tecnologias de captura de carbono são medidas essenciais para minimizar os impactos.
Em resumo, é crucial criar políticas públicas que adaptem as cidades e suas populações aos eventos climáticos extremos, a fim de garantir mais proteção à sociedade. O desafio é grande, mas o futuro do planeta e da humanidade depende dessas ações.

Na palavra "mudanças", o número total de fonemas é:

Questão 7 de 40 Q7 da prova
TEXTO PARA AS QUESTÕES DE 01 A 07.

Como o aumento global de 1,6 graus pode afetar a saúde das pessoas?

Na última sexta-feira (10), o Serviço Copernicus para as Alterações Climáticas (C3S) divulgou um relatório que confirma que 2024 ultrapassou o limite de 1,5 graus Celsius, previsto para ser evitado no Acordo Climático de Paris, de 2015. Com esse aumento global, será que a saúde dos humanos pode ser afetada?
Para entender os impactos imediatos e de longo prazo do aumento da temperatura global na saúde humana, a CNN conversou com a especialista em saúde ambiental Helena Ribeiro, professora do Departamento de Saúde Ambiental da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (FSP - USP). Segundo Ribeiro, o aumento médio de 1,6 graus Celsius na temperatura global não traz consequências imediatas para a saúde humana, pelo menos a princípio.
No entanto, as mudanças e desequilíbrios causados por esse aquecimento afetam a atmosfera, o que gera mais ondas de calor intenso, frio extremo, chuvas torrenciais e secas severas em diferentes regiões do planeta.
Essas ondas de calor podem impactar o sistema cardiorrespiratório dos humanos, especialmente em idosos, crianças pequenas, gestantes, pessoas com baixa imunidade e grupos populacionais já afetados por doenças circulatórias e respiratórias.
“As ondas de frio também estão relacionadas a maior incidência de doenças respiratórias, como gripes, asma, pneumonia, bronquite, bronquiolite e podem representar risco para pessoas com doenças circulatórias, pois o frio contrai as artérias e veias, dificultando o fluxo sanguíneo e sobrecarregando o coração”, destaca a especialista.
Em curto prazo, as oscilações térmicas extremas, como ondas de calor e frio intenso, podem aumentar atendimentos médicos, internações e, em alguns casos, até a mortalidade.
A professora também explica que populações de baixa renda podem ser mais impactadas, já que fatores como moradia, materiais de construção, roupas, alimentação, hidratação e acesso a áreas verdes aumentam a vulnerabilidade a esses eventos climáticos.
Enfrentar as mudanças climáticas e limitar o aumento da temperatura global exige ações urgentes e coordenadas. Reduzir as emissões de gases de efeito estufa, promover a transição para energias limpas, incentivar o reflorestamento e investir em tecnologias de captura de carbono são medidas essenciais para minimizar os impactos.
Em resumo, é crucial criar políticas públicas que adaptem as cidades e suas populações aos eventos climáticos extremos, a fim de garantir mais proteção à sociedade. O desafio é grande, mas o futuro do planeta e da humanidade depende dessas ações.

Na frase “As ondas de frio também estão relacionadas a maior incidência de doenças respiratórias”, a palavra “também” é classificada como:

Questão 8 de 40 Q8 da prova

Durante uma viagem, Mariana percorreu 360 km em 6 horas. Qual foi sua velocidade média em km/h?

Questão 9 de 40 Q9 da prova

Uma caixa d'água tem capacidade para 2.000 litros e está cheia. Se um vazamento faz com que 15% dessa água seja perdida, quantos litros ainda restarão na caixa?

Questão 10 de 40 Q10 da prova

Uma pesquisa em uma escola revelou que as idades dos alunos em uma sala são: 15, 16, 16, 17, 17, 17, 18 e 19. Qual é a moda dessa amostra?

Questão 11 de 40 Q11 da prova

Carlos investiu R$1.000,00 em uma aplicação financeira que rende 5% ao mês no regime de juros compostos. Após dois meses, qual será o valor acumulado?

Questão 12 de 40 Q12 da prova

Um reservatório de água tem a forma de um cubo com aresta de 3 metros. Qual é a capacidade volumétrica máxima do reservatório em litros?

Questão 13 de 40 Q13 da prova

Uma loja oferece 10% de desconto no preço de um produto que custa R$250,00, caso o pagamento seja feito à vista. Se o cliente decidir pagar em duas parcelas iguais sem desconto, qual será a diferença entre o valor total pago e o valor com desconto?

Questão 14 de 40 Q14 da prova

Uma fábrica de móveis produz 2.500 cadeiras em 20 dias, trabalhando 8 horas por dia. Se essa mesma fábrica aumentar sua jornada para 10 horas por dia, mantendo a mesma produtividade por hora, em quantos dias, aproximadamente, conseguirá produzir 4.000 cadeiras?

Questão 15 de 40 Q15 da prova

Renata trabalha em uma loja e seu horário de expediente é de 8h30 às 17h45, com 1h15 de intervalo para o almoço. Sabendo que ela trabalha de segunda a sexta-feira, qual é o total de horas trabalhadas por Renata em uma semana?

Questão 16 de 40 Q16 da prova

A emancipação de Planalto Alegre foi oficializada pela Lei Estadual nº 8476 em:

Questão 17 de 40 Q17 da prova

É correto afirmar que a colonização de Planalto Alegre teve início durante a:

Questão 18 de 40 Q18 da prova

Planalto Alegre pertence à qual região turística a seguir?

Questão 19 de 40 Q19 da prova

A Primeira Guerra Mundial foi motivada por diversos fatores, incluindo o assassinato de uma figura importante em 1914. Quem foi esse personagem?

Questão 20 de 40 Q20 da prova

O estado de Santa Catarina é dividido em regiões turísticas. Qual é o nome da região conhecida por suas praias famosas e proximidade com a capital Florianópolis?

Questão 21 de 40 Q21 da prova
As questões 21 a 25 se referem à Lei Orgânica Municipal de Planalto Alegre/SC.

Ao Município é vedado:

Questão 22 de 40 Q22 da prova
As questões 21 a 25 se referem à Lei Orgânica Municipal de Planalto Alegre/SC.

Compete privativamente à Câmara Municipal, EXCETO:

Questão 23 de 40 Q23 da prova
As questões 21 a 25 se referem à Lei Orgânica Municipal de Planalto Alegre/SC.

A Legislatura da Câmara Municipal de Vereadores, que terá duração de quatro anos, dividir-se-á em:

Questão 24 de 40 Q24 da prova
As questões 21 a 25 se referem à Lei Orgânica Municipal de Planalto Alegre/SC.

Quem são os membros da Mesa da Câmara de Vereadores que compõem a Comissão Executiva?

Questão 25 de 40 Q25 da prova
As questões 21 a 25 se referem à Lei Orgânica Municipal de Planalto Alegre/SC.

O Prefeito, sem autorização do Legislativo, não poderá se afastar do Município, exceto no período de férias, por mais de:

Questão 26 de 40 Q26 da prova
As questões 26 a 30 se referem ao Regime Jurídico dos Servidores Municipais de Planalto Alegre/SC.

A realização de serviço extraordinário somente será permitido para atender situações excepcionais e temporárias, respeitado o limite máximo de 2 (duas) horas diárias, em dias úteis, e de, no máximo, ____________ diárias em sábados, domingos e feriados, devidamente autorizadas pela chefia imediata. Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, a lacuna?

Questão 27 de 40 Q27 da prova
As questões 26 a 30 se referem ao Regime Jurídico dos Servidores Municipais de Planalto Alegre/SC.

Após o período aquisitivo de 12 (doze) meses, o servidor público municipal terá direito ao gozo de 30 (trinta) dias corridos de férias, remunerada com:

Questão 28 de 40 Q28 da prova
As questões 26 a 30 se referem ao Regime Jurídico dos Servidores Municipais de Planalto Alegre/SC.

Sem qualquer prejuízo, poderá o servidor ausentar-se do serviço por quantos dias consecutivos no caso de nascimento ou adoção de filhos?

Questão 29 de 40 Q29 da prova
As questões 26 a 30 se referem ao Regime Jurídico dos Servidores Municipais de Planalto Alegre/SC.

É a investidura do servidor em cargo de atribuições e responsabilidades compatíveis com a limitação que tenha sofrido em sua capacidade física ou mental, verificada em inspeção médica:

Questão 30 de 40 Q30 da prova
As questões 26 a 30 se referem ao Regime Jurídico dos Servidores Municipais de Planalto Alegre/SC.

O servidor em débito com o erário, que for demitido, exonerado ou que tiver sua aposentadoria ou disponibilidade cassada, ou ainda aquele cuja dívida relativa a reposição seja superior a ________ o valor de sua remuneração terá o prazo de sessenta dias para quitar o débito. Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, a lacuna?

Questão 31 de 40 Q31 da prova
As questões 31 a 40 se referem a temas de saúde pública.

Os vetores de zoonoses, como os mosquitos, são um dos principais desafios em saúde pública, pois podem transmitir doenças como dengue e febre amarela. Sobre o controle de vetores, assinale a alternativa correta.

Questão 32 de 40 Q32 da prova
As questões 31 a 40 se referem a temas de saúde pública.

Noções básicas de epidemiologia são indispensáveis para profissionais de vigilância em saúde, especialmente no combate a endemias. Assinale a alternativa que representa uma endemia.

Questão 33 de 40 Q33 da prova
As questões 31 a 40 se referem a temas de saúde pública.

Analise as assertivas a seguir sobre os procedimentos de inspeção sanitária em estabelecimentos alimentícios:

Questão 34 de 40 Q34 da prova
As questões 31 a 40 se referem a temas de saúde pública.

No controle de qualidade da água, técnicas de amostragem são essenciais para análises confiáveis. Qual é o procedimento inicial mais indicado ao realizar uma coleta de amostra de água?

Questão 35 de 40 Q35 da prova
As questões 31 a 40 se referem a temas de saúde pública.

Os métodos de controle de zoonoses variam de acordo com o tipo de animal envolvido. Entre as medidas abaixo, qual é eficaz para o controle da leptospirose?

Questão 36 de 40 Q36 da prova
As questões 31 a 40 se referem a temas de saúde pública.

A análise de qualidade da água potável é fundamental para a saúde pública. Qual dos parâmetros abaixo é analisado na água para consumo humano?

Questão 37 de 40 Q37 da prova
As questões 31 a 40 se referem a temas de saúde pública.

Os autos de infração sanitária devem atender aos princípios do Direito Administrativo. Qual princípio deve ser respeitado para garantir a validade do ato?

Questão 38 de 40 Q38 da prova
As questões 31 a 40 se referem a temas de saúde pública.

A raiva é uma doença viral grave, caracterizada por sua alta letalidade e pela possibilidade de ser prevenida através de medidas eficazes, como vacinação e controle de animais transmissores. Sobre a raiva, assinale a alternativa INCORRETA.

Questão 39 de 40 Q39 da prova
As questões 31 a 40 se referem a temas de saúde pública.

A epidemiologia básica é fundamental para compreender a distribuição e os determinantes das doenças em populações, orientando ações de prevenção e controle. Sobre os conceitos de epidemiologia básica, analise as assertivas a seguir:

Questão 40 de 40 Q40 da prova
As questões 31 a 40 se referem a temas de saúde pública.

A higiene e a segurança alimentar são pilares essenciais para prevenir contaminações e garantir a qualidade dos alimentos servidos à população. Sobre as boas práticas relacionadas à higiene e segurança alimentar, analise as alternativas e identifique a correta.

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