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Prova Fiscal de Vigilância Sanitária - Pref. Iporá/GO
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Questão 1 de 24 Q1 da prova
Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 5.

Somos livres ou determinados?

Quando nos referimos ao conceito de liberdade, podemos fazê-lo a partir de diversas perspectivas. Há os que descreem da possibilidade de escolha livre e outros para quem uma pessoa livre é aquela que pensa e age por si própria, que não é constrangida a fazer o que não deseja nem é escrava ou prisioneira de seu destino.

Na tradição filosófica em geral, desde os gregos até a idade moderna, enfatizou-se a liberdade humana absoluta, teoria segundo a qual teríamos a possibilidade de escolher agir de um modo ou de outro, independentemente das forças que nos constrangem. Ela defende que o livre arbítrio tem um papel fundamental para a existência de liberdade incondicional. De acordo com essa perspectiva, ser livre é decidir e agir como se quer, sem determinação causal, seja exterior (ambiente em que se vive), seja interior (desejos, motivações psicológicas, caráter). Mesmo admitindo que tais forças existam, o ato livre pertenceria a uma esfera independente em que se realiza a liberdade humana. Ser livre é, portanto, ser incausado.

Já segundo o determinismo científico, tudo que existe tem uma causa. O mundo explicado pelo princípio do determinismo é o mundo da necessidade, e não o da liberdade. Necessário significa tudo aquilo que tem de ser e não pode deixar de ser. Nesse sentido, necessidade é o oposto de contingência, que significa “o que pode ser de um jeito ou de outro”. A consequência dessa visão é que ela nega quase completamente a liberdade humana e coloca fatores físicos, químicos, biológicos, psicológicos, ambientais, entre outros, como determinantes do comportamento humano.

Contemporaneamente, continuam as tentativas de superar a oposição determinismo-liberdade, para investigar em que medida o ser humano é determinado e livre. Na perspectiva dos pensadores racionalistas, por exemplo, privilegia-se a consciência moral como capacidade intelectual do conhecimento. Segundo essa visão, não há como negar que o ser humano sofre influências da cultura que herdou e do tempo e espaço em que vive. No entanto, por ser consciente, é capaz de conhecer esses condicionamentos. A partir dessa consciência das causas (e não à revelia delas), é possível construir um projeto de ação. Portanto, encontramos a liberdade no poder de transformação sobre a natureza do mundo e sobre a própria natureza humana. A ação livre concretiza-se no trabalho do indivíduo como ser consciente e prático.

No século XX, os filósofos da corrente fenomenológica tratam da questão da liberdade na tentativa de superar a atinomia determinismo-liberdade. Para eles, a discussão sobre a liberdade não se completa no plano de uma liberdade abstrata, nem conforme uma concepção racionalista, que privilegie apenas o trabalho da consciência, mas sim a partir da liberdade do sujeito encarnado, situado e capaz de relacionar-se com o mundo e consigo mesmo.

De acordo com o texto, verifica-se o seguinte:

Questão 2 de 24 Q2 da prova
Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 5.

Somos livres ou determinados?

Quando nos referimos ao conceito de liberdade, podemos fazê-lo a partir de diversas perspectivas. Há os que descreem da possibilidade de escolha livre e outros para quem uma pessoa livre é aquela que pensa e age por si própria, que não é constrangida a fazer o que não deseja nem é escrava ou prisioneira de seu destino.

Na tradição filosófica em geral, desde os gregos até a idade moderna, enfatizou-se a liberdade humana absoluta, teoria segundo a qual teríamos a possibilidade de escolher agir de um modo ou de outro, independentemente das forças que nos constrangem. Ela defende que o livre arbítrio tem um papel fundamental para a existência de liberdade incondicional. De acordo com essa perspectiva, ser livre é decidir e agir como se quer, sem determinação causal, seja exterior (ambiente em que se vive), seja interior (desejos, motivações psicológicas, caráter). Mesmo admitindo que tais forças existam, o ato livre pertenceria a uma esfera independente em que se realiza a liberdade humana. Ser livre é, portanto, ser incausado.

Já segundo o determinismo científico, tudo que existe tem uma causa. O mundo explicado pelo princípio do determinismo é o mundo da necessidade, e não o da liberdade. Necessário significa tudo aquilo que tem de ser e não pode deixar de ser. Nesse sentido, necessidade é o oposto de contingência, que significa “o que pode ser de um jeito ou de outro”. A consequência dessa visão é que ela nega quase completamente a liberdade humana e coloca fatores físicos, químicos, biológicos, psicológicos, ambientais, entre outros, como determinantes do comportamento humano.

Contemporaneamente, continuam as tentativas de superar a oposição determinismo-liberdade, para investigar em que medida o ser humano é determinado e livre. Na perspectiva dos pensadores racionalistas, por exemplo, privilegia-se a consciência moral como capacidade intelectual do conhecimento. Segundo essa visão, não há como negar que o ser humano sofre influências da cultura que herdou e do tempo e espaço em que vive. No entanto, por ser consciente, é capaz de conhecer esses condicionamentos. A partir dessa consciência das causas (e não à revelia delas), é possível construir um projeto de ação. Portanto, encontramos a liberdade no poder de transformação sobre a natureza do mundo e sobre a própria natureza humana. A ação livre concretiza-se no trabalho do indivíduo como ser consciente e prático.

No século XX, os filósofos da corrente fenomenológica tratam da questão da liberdade na tentativa de superar a atinomia determinismo-liberdade. Para eles, a discussão sobre a liberdade não se completa no plano de uma liberdade abstrata, nem conforme uma concepção racionalista, que privilegie apenas o trabalho da consciência, mas sim a partir da liberdade do sujeito encarnado, situado e capaz de relacionar-se com o mundo e consigo mesmo.

Com relação à progressão temática do texto, verifica-se que o segundo (linhas 5-12) e o terceiro parágrafos (linhas 13-18) desenvolvem ideias que

Questão 3 de 24 Q3 da prova
Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 5.

Somos livres ou determinados?

Quando nos referimos ao conceito de liberdade, podemos fazê-lo a partir de diversas perspectivas. Há os que descreem da possibilidade de escolha livre e outros para quem uma pessoa livre é aquela que pensa e age por si própria, que não é constrangida a fazer o que não deseja nem é escrava ou prisioneira de seu destino.

Na tradição filosófica em geral, desde os gregos até a idade moderna, enfatizou-se a liberdade humana absoluta, teoria segundo a qual teríamos a possibilidade de escolher agir de um modo ou de outro, independentemente das forças que nos constrangem. Ela defende que o livre arbítrio tem um papel fundamental para a existência de liberdade incondicional. De acordo com essa perspectiva, ser livre é decidir e agir como se quer, sem determinação causal, seja exterior (ambiente em que se vive), seja interior (desejos, motivações psicológicas, caráter). Mesmo admitindo que tais forças existam, o ato livre pertenceria a uma esfera independente em que se realiza a liberdade humana. Ser livre é, portanto, ser incausado.

Já segundo o determinismo científico, tudo que existe tem uma causa. O mundo explicado pelo princípio do determinismo é o mundo da necessidade, e não o da liberdade. Necessário significa tudo aquilo que tem de ser e não pode deixar de ser. Nesse sentido, necessidade é o oposto de contingência, que significa “o que pode ser de um jeito ou de outro”. A consequência dessa visão é que ela nega quase completamente a liberdade humana e coloca fatores físicos, químicos, biológicos, psicológicos, ambientais, entre outros, como determinantes do comportamento humano.

Contemporaneamente, continuam as tentativas de superar a oposição determinismo-liberdade, para investigar em que medida o ser humano é determinado e livre. Na perspectiva dos pensadores racionalistas, por exemplo, privilegia-se a consciência moral como capacidade intelectual do conhecimento. Segundo essa visão, não há como negar que o ser humano sofre influências da cultura que herdou e do tempo e espaço em que vive. No entanto, por ser consciente, é capaz de conhecer esses condicionamentos. A partir dessa consciência das causas (e não à revelia delas), é possível construir um projeto de ação. Portanto, encontramos a liberdade no poder de transformação sobre a natureza do mundo e sobre a própria natureza humana. A ação livre concretiza-se no trabalho do indivíduo como ser consciente e prático.

No século XX, os filósofos da corrente fenomenológica tratam da questão da liberdade na tentativa de superar a atinomia determinismo-liberdade. Para eles, a discussão sobre a liberdade não se completa no plano de uma liberdade abstrata, nem conforme uma concepção racionalista, que privilegie apenas o trabalho da consciência, mas sim a partir da liberdade do sujeito encarnado, situado e capaz de relacionar-se com o mundo e consigo mesmo.

Na frase “enfatizou-se a liberdade humana absoluta” (linhas 5-6), a partícula “se” indica

Questão 4 de 24 Q4 da prova
Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 5.

Somos livres ou determinados?

Quando nos referimos ao conceito de liberdade, podemos fazê-lo a partir de diversas perspectivas. Há os que descreem da possibilidade de escolha livre e outros para quem uma pessoa livre é aquela que pensa e age por si própria, que não é constrangida a fazer o que não deseja nem é escrava ou prisioneira de seu destino.

Na tradição filosófica em geral, desde os gregos até a idade moderna, enfatizou-se a liberdade humana absoluta, teoria segundo a qual teríamos a possibilidade de escolher agir de um modo ou de outro, independentemente das forças que nos constrangem. Ela defende que o livre arbítrio tem um papel fundamental para a existência de liberdade incondicional. De acordo com essa perspectiva, ser livre é decidir e agir como se quer, sem determinação causal, seja exterior (ambiente em que se vive), seja interior (desejos, motivações psicológicas, caráter). Mesmo admitindo que tais forças existam, o ato livre pertenceria a uma esfera independente em que se realiza a liberdade humana. Ser livre é, portanto, ser incausado.

Já segundo o determinismo científico, tudo que existe tem uma causa. O mundo explicado pelo princípio do determinismo é o mundo da necessidade, e não o da liberdade. Necessário significa tudo aquilo que tem de ser e não pode deixar de ser. Nesse sentido, necessidade é o oposto de contingência, que significa “o que pode ser de um jeito ou de outro”. A consequência dessa visão é que ela nega quase completamente a liberdade humana e coloca fatores físicos, químicos, biológicos, psicológicos, ambientais, entre outros, como determinantes do comportamento humano.

Contemporaneamente, continuam as tentativas de superar a oposição determinismo-liberdade, para investigar em que medida o ser humano é determinado e livre. Na perspectiva dos pensadores racionalistas, por exemplo, privilegia-se a consciência moral como capacidade intelectual do conhecimento. Segundo essa visão, não há como negar que o ser humano sofre influências da cultura que herdou e do tempo e espaço em que vive. No entanto, por ser consciente, é capaz de conhecer esses condicionamentos. A partir dessa consciência das causas (e não à revelia delas), é possível construir um projeto de ação. Portanto, encontramos a liberdade no poder de transformação sobre a natureza do mundo e sobre a própria natureza humana. A ação livre concretiza-se no trabalho do indivíduo como ser consciente e prático.

No século XX, os filósofos da corrente fenomenológica tratam da questão da liberdade na tentativa de superar a atinomia determinismo-liberdade. Para eles, a discussão sobre a liberdade não se completa no plano de uma liberdade abstrata, nem conforme uma concepção racionalista, que privilegie apenas o trabalho da consciência, mas sim a partir da liberdade do sujeito encarnado, situado e capaz de relacionar-se com o mundo e consigo mesmo.

Na frase “Contemporaneamente, continuam as tentativas de superar a oposição determinismo-liberdade” (linha 19), o termo destacado exerce a função sintática de

Questão 5 de 24 Q5 da prova
Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 5.

Somos livres ou determinados?

Quando nos referimos ao conceito de liberdade, podemos fazê-lo a partir de diversas perspectivas. Há os que descreem da possibilidade de escolha livre e outros para quem uma pessoa livre é aquela que pensa e age por si própria, que não é constrangida a fazer o que não deseja nem é escrava ou prisioneira de seu destino.

Na tradição filosófica em geral, desde os gregos até a idade moderna, enfatizou-se a liberdade humana absoluta, teoria segundo a qual teríamos a possibilidade de escolher agir de um modo ou de outro, independentemente das forças que nos constrangem. Ela defende que o livre arbítrio tem um papel fundamental para a existência de liberdade incondicional. De acordo com essa perspectiva, ser livre é decidir e agir como se quer, sem determinação causal, seja exterior (ambiente em que se vive), seja interior (desejos, motivações psicológicas, caráter). Mesmo admitindo que tais forças existam, o ato livre pertenceria a uma esfera independente em que se realiza a liberdade humana. Ser livre é, portanto, ser incausado.

Já segundo o determinismo científico, tudo que existe tem uma causa. O mundo explicado pelo princípio do determinismo é o mundo da necessidade, e não o da liberdade. Necessário significa tudo aquilo que tem de ser e não pode deixar de ser. Nesse sentido, necessidade é o oposto de contingência, que significa “o que pode ser de um jeito ou de outro”. A consequência dessa visão é que ela nega quase completamente a liberdade humana e coloca fatores físicos, químicos, biológicos, psicológicos, ambientais, entre outros, como determinantes do comportamento humano.

Contemporaneamente, continuam as tentativas de superar a oposição determinismo-liberdade, para investigar em que medida o ser humano é determinado e livre. Na perspectiva dos pensadores racionalistas, por exemplo, privilegia-se a consciência moral como capacidade intelectual do conhecimento. Segundo essa visão, não há como negar que o ser humano sofre influências da cultura que herdou e do tempo e espaço em que vive. No entanto, por ser consciente, é capaz de conhecer esses condicionamentos. A partir dessa consciência das causas (e não à revelia delas), é possível construir um projeto de ação. Portanto, encontramos a liberdade no poder de transformação sobre a natureza do mundo e sobre a própria natureza humana. A ação livre concretiza-se no trabalho do indivíduo como ser consciente e prático.

No século XX, os filósofos da corrente fenomenológica tratam da questão da liberdade na tentativa de superar a atinomia determinismo-liberdade. Para eles, a discussão sobre a liberdade não se completa no plano de uma liberdade abstrata, nem conforme uma concepção racionalista, que privilegie apenas o trabalho da consciência, mas sim a partir da liberdade do sujeito encarnado, situado e capaz de relacionar-se com o mundo e consigo mesmo.

No trecho “que não é constrangida a fazer o que não deseja” (linha 3), a palavra “constrangida” pode ser substituída, sem prejuízo de sentido, por

Questão 6 de 24 Q11 da prova

Leia o texto a seguir.

A Polícia Federal indiciou os empresários Joesley e Wesley Batista na Operação Tendão de Aquiles ontem. Os irmãos foram presos no início deste mês. Os empresários são investigados pelo uso indevido de informações privilegiadas em transações no mercado financeiro.

Agência Estado. Irmãos Batista são indicados pela PF. Jornal O Popular. Goiânia. 22 set. 2017. p. 4.

O nome da operação policial que indiciou os irmãos Batista fez referência a

Questão 7 de 24 Q12 da prova

Leia o texto a seguir.

Em dez dias de operação, o Sistema Mauro Borges abastece de água tratada 79 bairros da Região Norte de Goiânia, o que representa cerca de 200 mil pessoas. Até o final deste mês, a expectativa é de que ele atinja 90 bairros.

BORGES, Carla. Água para 79 bairros de Goiânia. Jornal O Popular. Goiânia. 20 set. 2017. p. 16.

O nome dado ao sistema de captação e distribuição de água citado na matéria representa uma homenagem

Questão 8 de 24 Q13 da prova

Leia o texto a seguir.

O secretário da Comissão de Veneza (órgão consultivo em matéria constitucional do Conselho da Europa), Thomas Markert, afirmou ontem que o referendo convocado na Catalunha para o próximo domingo “não cumpre com os padrões da instituição” [...] Markert disse que a Comissão de Veneza nunca tomou formalmente posição sobre o referendo catalão, mas sublinhou que a consulta convocada para 1º de outubro não se enquadra no Código de Boas Condutas para Referendos desse organismo, já que não respeita a Constituição Espanhola.

Agência Brasil. Referendo catalão não cumpre padrões. Jornal O Hoje. 28 set. 2017. p. 12.

O referendo citado no texto pretende consultar a população da Catalunha em relação à proposta de

Questão 9 de 24 Q14 da prova

Leia o texto a seguir.

Michel Temer e Donald Trump passaram a semana em apuros [...] Nos Estados Unidos, em caso de impeachment, o vice assume o cargo até o final do mandato – e indica um novo vice, submetido a aprovação do Congresso.

GUVOVITZ, Hélio. Temer, Trump e os precipícios constitucionais. Revista Época. nº 987. 22 maio 2017. p. 68.

Na história recente dos Estados Unidos, o presidente que renunciou ao longo de um processo de impeachment foi

Questão 10 de 24 Q15 da prova

Leia o texto a seguir.

Cesare Battisti continua refugiado no Brasil, mas os médicos cubanos que recorreram à justiça (são cerca de 150) para obter equiparação salarial e asilo não o conseguem, não só pela oposição do Ministério da Saúde, como pela insensibilidade de alguns juízes.

COSTA JÚNIOR, Irapuan. Brasil transferiu à ditadura de Cuba cerca de 4 bilhões de reais retirados dos médicos cubanos. Jornal Opção. Coluna Contraponto. Goiânia, 15 out. 2017. p. 21.

Cesare Battisti, citado no texto, é um

Questão 11 de 24 Q16 da prova

O primeiro componente de um sistema de computação é o hardware, que corresponde à parte material, isto é, aos componentes físicos do sistema. O hardware é composto por vários tipos de equipamentos, caracterizados por sua participação no sistema como um todo. De forma primária, o hardware se divide em:

Questão 12 de 24 Q17 da prova

No editor de texto MS Word, uma função muito utilizada é “recortar”, que pode ser usada para retirar um texto, uma imagem ou outro objeto de algum lugar do documento e utilizá-lo em outro espaço. Sobre a função recortar, tem-se o seguinte:

Questão 13 de 24 Q19 da prova

Internet Explorer (IE), Mozilla Firefox, Google Chrome e Opera são exemplos de navegadores (Browsers) para acesso à World Wide Web. A respeito desses programas, verifica-se que

Questão 14 de 24 Q20 da prova

O sistema operacional MS-Windows, desde suas versões iniciais, possui três funções de gerenciamento básicas, que são gerenciamento de processos, de arquivos e de memória. A respeito do MS-Windows, tem-se o seguinte:

Questão 15 de 24 Q21 da prova

O servidor público, no exercício de suas funções, poderá obrigar os particulares a fazer ou deixar de fazer, desde que exista

Questão 16 de 24 Q22 da prova

Códigos de conduta, portanto, são documentos que trazem especificadas, de forma clara e objetiva, regras que estabelecem o comportamento que se espera do servidor público, bem como as condutas que não são permitidas. Esses documentos estabelecem os padrões de comportamento que contribuem para que a organização cumpra com seus objetivos de forma eficiente e eficaz.

Manual de Integridade Pública e Fortalecimento da Gestão: Orientações para o Gestor Municipal / Presidência da República, Controladoria-Geral da União. 3. ed. Brasília: CGU, 2013.

Os códigos de conduta:

Questão 17 de 24 Q23 da prova

São princípios da administração pública, previstos na Constituição Federal e que contribuem para o exercício do serviço público com ética e suporte para a cidadania:

Questão 18 de 24 Q24 da prova

José da Silva, servidor do município, tem em seu poder 04 (quatro) solicitações de realização de serviços de manutenção, registradas nos últimos quatro dias, todas com o mesmo custo estimado, mesma complexidade de execução, mesma distância da repartição e a mesma urgência no seu atendimento. Seria ético, por parte de José, priorizar a realização do serviço na ordem

Questão 19 de 24 Q25 da prova

Um assunto bastante discutido nos últimos tempos é a transparência, que em um Estado democrático constitui-se em um direito do cidadão e dever da administração pública. Sobre a transparência, tem-se o seguinte:

Questão 20 de 24 Q26 da prova

Constitui objetivo fundamental do município de Iporá, segundo dispõe sua Lei Orgânica:

Questão 21 de 24 Q27 da prova

A Lei Orgânica do município de Iporá estabelece como exigências para a criação de distritos:

Questão 22 de 24 Q28 da prova

São Poderes do município, independentes e harmônicos:

Questão 23 de 24 Q29 da prova

O servidor público estável perderá o cargo, segundo dispõe a Lei Orgânica do Município de Iporá:

Questão 24 de 24 Q30 da prova

São condições essenciais para a investidura no cargo de Secretário Municipal de Iporá:

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