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Prova Fiscal de Corte e Religação - Pref. Tangará da Serra/MT
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Questão 1 de 12 Q1818447 Q5 da prova
INSTRUÇÃO: Leia o texto e responda às questões de 01 a 07.

Os filhos dos nossos heróis

É ainda criança que se descobre que o mundo é um lugar hostil. Quando meu herói de infância Bebeto saiu do Flamengo para o Vasco sem nenhum motivo aparente, eu percebi que não havia lugar seguro na Terra, não existia ninguém confiável. Ainda hoje, às vezes estou no ônibus olhando pela janela e murmuro palavrões destinados a Bebeto. Mesmo sabendo que ele não pode me ouvir.

É na adolescência que as desilusões da infância são confirmadas. Eu adolescente, em 1994, perdoei Bebeto em meu coração para vibrar com o gol dele contra a Holanda, aquele comemorado com o ninar de uma criança imaginária. Anos depois, essa criança imaginária revelou-se o garoto Mattheus, que adulto tornou-se meia do Flamengo, possibilitando que a família Bebeto voltasse a me assombrar.

Se eu soubesse que o preço seria esse, não teria ficado feliz com aquele gol, inclusive, se for possível, gostaria de cancelar aquela felicidade.

Foi nessa época que passei a frequentar a escolinha do Zico. Treinávamos enfadonhamente três vezes por semana, sem muita esperança de jogarmos contra alguém, até que aconteceu: uns garotos japoneses viriam numa excursão e nos enfrentariam. Um jogo de verdade, contra outras pessoas. E internacional.

No dia da partida, o próprio Zico deu a preleção, mas, em êxtase, eu mal conseguia ouvir. Nos despedimos do nosso herói e eu já ia me dirigindo à minha ponta-esquerda quando o treinador me chamou num canto: um dos filhos do Zico (Só No Sapinho) havia aparecido e queria jogar, mesmo nunca tendo participado de nenhum treino. E ele havia trazido uma espécie de amigo do condomínio, que naturalmente também queria jogar.

Como consequência das vontades do filho do Rei e seu amigo, eu e mais um infeliz fomos para o banco, de onde assistimos ao time perder de 4 a 2. Eu sorri. Nunca entendi jogadores reservas felizes pelas vitórias de seus times, comemorando saltitantes gols dos quais eles não participaram. Reserva tem que estar amargurado.

Mas, acima de tudo, sorri para a minha entrada na vida adulta, com uma derrota acachapante da qual eu nem pude participar, porém perdi igual, ou pior.

Não há herói que sobreviva a um filho, nem mesmo ao amigo de condomínio do filho. Posso até estar errado, normalmente estou. De todo modo, foi-se o último herói.

As conjunções exercem importante papel como recurso coesivo no texto. Sobre as relações de sentido estabelecidas pelas conjunções destacadas, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.

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Questão 2 de 12 Q1818448 Q6 da prova
INSTRUÇÃO: Leia o texto e responda às questões de 01 a 07.

Os filhos dos nossos heróis

É ainda criança que se descobre que o mundo é um lugar hostil. Quando meu herói de infância Bebeto saiu do Flamengo para o Vasco sem nenhum motivo aparente, eu percebi que não havia lugar seguro na Terra, não existia ninguém confiável. Ainda hoje, às vezes estou no ônibus olhando pela janela e murmuro palavrões destinados a Bebeto. Mesmo sabendo que ele não pode me ouvir.

É na adolescência que as desilusões da infância são confirmadas. Eu adolescente, em 1994, perdoei Bebeto em meu coração para vibrar com o gol dele contra a Holanda, aquele comemorado com o ninar de uma criança imaginária. Anos depois, essa criança imaginária revelou-se o garoto Mattheus, que adulto tornou-se meia do Flamengo, possibilitando que a família Bebeto voltasse a me assombrar.

Se eu soubesse que o preço seria esse, não teria ficado feliz com aquele gol, inclusive, se for possível, gostaria de cancelar aquela felicidade.

Foi nessa época que passei a frequentar a escolinha do Zico. Treinávamos enfadonhamente três vezes por semana, sem muita esperança de jogarmos contra alguém, até que aconteceu: uns garotos japoneses viriam numa excursão e nos enfrentariam. Um jogo de verdade, contra outras pessoas. E internacional.

No dia da partida, o próprio Zico deu a preleção, mas, em êxtase, eu mal conseguia ouvir. Nos despedimos do nosso herói e eu já ia me dirigindo à minha ponta-esquerda quando o treinador me chamou num canto: um dos filhos do Zico (Só No Sapinho) havia aparecido e queria jogar, mesmo nunca tendo participado de nenhum treino. E ele havia trazido uma espécie de amigo do condomínio, que naturalmente também queria jogar.

Como consequência das vontades do filho do Rei e seu amigo, eu e mais um infeliz fomos para o banco, de onde assistimos ao time perder de 4 a 2. Eu sorri. Nunca entendi jogadores reservas felizes pelas vitórias de seus times, comemorando saltitantes gols dos quais eles não participaram. Reserva tem que estar amargurado.

Mas, acima de tudo, sorri para a minha entrada na vida adulta, com uma derrota acachapante da qual eu nem pude participar, porém perdi igual, ou pior.

Não há herói que sobreviva a um filho, nem mesmo ao amigo de condomínio do filho. Posso até estar errado, normalmente estou. De todo modo, foi-se o último herói.

Sobre os recursos linguísticos sublinhados, analise as afirmativas.

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Questão 3 de 12 Q1818450 Q7 da prova
INSTRUÇÃO: Leia o texto e responda às questões de 01 a 07.

Os filhos dos nossos heróis

É ainda criança que se descobre que o mundo é um lugar hostil. Quando meu herói de infância Bebeto saiu do Flamengo para o Vasco sem nenhum motivo aparente, eu percebi que não havia lugar seguro na Terra, não existia ninguém confiável. Ainda hoje, às vezes estou no ônibus olhando pela janela e murmuro palavrões destinados a Bebeto. Mesmo sabendo que ele não pode me ouvir.

É na adolescência que as desilusões da infância são confirmadas. Eu adolescente, em 1994, perdoei Bebeto em meu coração para vibrar com o gol dele contra a Holanda, aquele comemorado com o ninar de uma criança imaginária. Anos depois, essa criança imaginária revelou-se o garoto Mattheus, que adulto tornou-se meia do Flamengo, possibilitando que a família Bebeto voltasse a me assombrar.

Se eu soubesse que o preço seria esse, não teria ficado feliz com aquele gol, inclusive, se for possível, gostaria de cancelar aquela felicidade.

Foi nessa época que passei a frequentar a escolinha do Zico. Treinávamos enfadonhamente três vezes por semana, sem muita esperança de jogarmos contra alguém, até que aconteceu: uns garotos japoneses viriam numa excursão e nos enfrentariam. Um jogo de verdade, contra outras pessoas. E internacional.

No dia da partida, o próprio Zico deu a preleção, mas, em êxtase, eu mal conseguia ouvir. Nos despedimos do nosso herói e eu já ia me dirigindo à minha ponta-esquerda quando o treinador me chamou num canto: um dos filhos do Zico (Só No Sapinho) havia aparecido e queria jogar, mesmo nunca tendo participado de nenhum treino. E ele havia trazido uma espécie de amigo do condomínio, que naturalmente também queria jogar.

Como consequência das vontades do filho do Rei e seu amigo, eu e mais um infeliz fomos para o banco, de onde assistimos ao time perder de 4 a 2. Eu sorri. Nunca entendi jogadores reservas felizes pelas vitórias de seus times, comemorando saltitantes gols dos quais eles não participaram. Reserva tem que estar amargurado.

Mas, acima de tudo, sorri para a minha entrada na vida adulta, com uma derrota acachapante da qual eu nem pude participar, porém perdi igual, ou pior.

Não há herói que sobreviva a um filho, nem mesmo ao amigo de condomínio do filho. Posso até estar errado, normalmente estou. De todo modo, foi-se o último herói.

Os advérbios podem acompanhar verbos, advérbios e adjetivos e possuem diversas classificações. A coluna da esquerda apresenta sentidos de advérbios e a da direita, trechos do texto cujos advérbios para análise estão sublinhados. Numere a coluna da direita de acordo com a da esquerda.

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Questão 4 de 12 Q1818488 Q31 da prova

Em relação ao corte de fornecimento de água, assinale a afirmativa INCORRETA.

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Questão 5 de 12 Q1818490 Q32 da prova

Quanto aos tipos de corte utilizados, considere: I - No cavalete, ramal e erradicação da ligação domiciliar. II - Na rede de abastecimento, cavalete e ligação domiciliar. III - Na rede coletora, coletor e ligação domiciliar. IV - Na rede de abastecimento, rede coletora e ligação domiciliar. São tipos de cortes utilizados:

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Questão 6 de 12 Q1818493 Q34 da prova

NÃO é material utilizado para a ligação domiciliar de água:

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Questão 7 de 12 Q1818494 Q35 da prova

São ferramentas utilizadas pela equipe de corte em cavalete e ramal:

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Questão 8 de 12 Q1818496 Q36 da prova

NÃO é material utilizado no corte de água:

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Questão 9 de 12 Q1818498 Q37 da prova

São funções do Fiscal de Corte e Religação:

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Questão 10 de 12 Q1818500 Q38 da prova

A religação de água constitui em

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Questão 11 de 12 Q1818501 Q39 da prova

É procedimento indicado no regulamento de serviço das concessionárias, em casos de reclamação de consumo elevado de água:

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Questão 12 de 12 Q1818502 Q40 da prova

Constitui atitude de violação de corte realizado pelo consumidor:

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