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Prova Farmacêutico - Pref. Porto Walter/AC
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Questão 1 de 35 Q1 da prova
AS QUESTÕES DE 01 A 05 SE REFEREM AO TEXTO A SEGUIR.
Visão do Correio: Alerta para o avanço das arboviroses Autoridades de saúde começam o ano com a incumbência de manter no radar o enfrentamento à dengue, à chikungunya e à febre amarela 06/02/25
Sob a sombra da avalanche dos casos de dengue em 2024, autoridades de saúde começam este ano com a incumbência de manter no radar outras duas arboviroses: a febre amarela e a chikungunya. O aumento de ambas as infecções no Brasil começa a destoar da curva, evidenciando que o combate ao Aedes aegypti, que transmite as três doenças, e os avanços na imunização são estratégias vitais para um país que se vê sobressaltado por urgências sanitárias desde 2020, com a chegada da covid-19.
O enfrentamento à febre amarela parece mais evidente. No último domingo, o Ministério da Saúde emitiu um alerta sobre o aumento da transmissão da doença em quatro unidades da Federação: São Paulo, Minas Gerais, Roraima e Tocantins. Em nota técnica às secretarias de Saúde dos estados, a pasta recomendou a intensificação de ações de vigilância e a imunização nas áreas de risco. Salientou ainda que o período de maior preocupação com a enfermidade vai de dezembro a maio, praticamente o mesmo da dengue.
Essa janela de vulnerabilidade engloba também o carnaval, que, pelo maior deslocamento de pessoas, favorece o avanço de doenças virais. No caso da disseminação da febre amarela, o risco sobrevoa cidades que fazem parte dos grandes circuitos momescos do país. São Paulo, por exemplo, concentra a maior parte dos casos da doença neste ano e calcula que 16 milhões de pessoas sairão às ruas até a quarta-feira de cinzas. Belo Horizonte espera 6 milhões.
Há outro agravante: é pertinente imaginar que foliões podem não saber se estão, de fato, protegidos. Isso porque, em 2018, seguindo um protocolo de emergência da Organização Mundial da Saúde (OMS), o Brasil aplicou doses fracionadas do imunizante na Bahia, em São Paulo e no Rio de Janeiro. Quem recebeu essa vacina precisa completar a imunização, e pode ter se esquecido ou não ter sido orientado sobre o reforço. Caso planeje viajar para locais em que há transmissão de febre amarela ou regiões rurais e de mata, deve fazê-lo com pelo menos 10 dias de antecedência.
Considerando que faltam praticamente três semanas para o carnaval, são urgentes campanha de esclarecimento sobre a cobertura vacinal e disponibilidade de vacinas. Há de se ressaltar que o governo federal trabalha no envio de 800 mil doses extras para São Paulo até o início deste mês. Mas é preciso investir no escoamento da imunização o quanto antes, considerando, ainda, o obstáculo da resistência vacinal.
Quanto à chikungunya, o foco de atenção é o Centro-Oeste. Ao Correio, o sanitarista e professor da Universidade de Brasília (UnB) Jonas Brant alertou que a região concentrou a maioria dos casos em 2024 e que, pelos números já registrados, o cenário deve se repetir neste ano. Ainda não há vacina no Brasil disponível para a doença, que, devido às dores incapacitantes, demanda uma rede de suporte mais complexa, com assistência do diagnóstico à reabilitação, o que pode durar meses.
Fica claro que, ainda que compartilhem o mesmo vetor, febre amarela, chikungunya e dengue demandam respostas diferentes das autoridades. O início da gestão em saúde em prefeituras, em razão das eleições municipais de 2024, tende a deixar a situação ainda mais complexa. É certo, porém, que não se trata de um desafio sanitário a ser enfrentado apenas pelos gestores públicos. As arboviroses são, de fato, uma luta de todos.
VISÃO do Correio: Alerta para o avanço das arboviroses. Correio Braziliense, 06 de fevereiro de 2025. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2025/02/7053596-visao-do-correio-alerta-para-o-avanco-das-arboviroses.html. Acesso em: 07 fev. 2025. Adaptado

O par de vírgulas que foi empregado para isolar a estrutura grifada no primeiro parágrafo do texto é obrigatório, pois tal estrutura é

Questão 2 de 35 Q2 da prova
AS QUESTÕES DE 01 A 05 SE REFEREM AO TEXTO A SEGUIR.
Visão do Correio: Alerta para o avanço das arboviroses Autoridades de saúde começam o ano com a incumbência de manter no radar o enfrentamento à dengue, à chikungunya e à febre amarela 06/02/25
Sob a sombra da avalanche dos casos de dengue em 2024, autoridades de saúde começam este ano com a incumbência de manter no radar outras duas arboviroses: a febre amarela e a chikungunya. O aumento de ambas as infecções no Brasil começa a destoar da curva, evidenciando que o combate ao Aedes aegypti, que transmite as três doenças, e os avanços na imunização são estratégias vitais para um país que se vê sobressaltado por urgências sanitárias desde 2020, com a chegada da covid-19.
O enfrentamento à febre amarela parece mais evidente. No último domingo, o Ministério da Saúde emitiu um alerta sobre o aumento da transmissão da doença em quatro unidades da Federação: São Paulo, Minas Gerais, Roraima e Tocantins. Em nota técnica às secretarias de Saúde dos estados, a pasta recomendou a intensificação de ações de vigilância e a imunização nas áreas de risco. Salientou ainda que o período de maior preocupação com a enfermidade vai de dezembro a maio, praticamente o mesmo da dengue.
Essa janela de vulnerabilidade engloba também o carnaval, que, pelo maior deslocamento de pessoas, favorece o avanço de doenças virais. No caso da disseminação da febre amarela, o risco sobrevoa cidades que fazem parte dos grandes circuitos momescos do país. São Paulo, por exemplo, concentra a maior parte dos casos da doença neste ano e calcula que 16 milhões de pessoas sairão às ruas até a quarta-feira de cinzas. Belo Horizonte espera 6 milhões.
Há outro agravante: é pertinente imaginar que foliões podem não saber se estão, de fato, protegidos. Isso porque, em 2018, seguindo um protocolo de emergência da Organização Mundial da Saúde (OMS), o Brasil aplicou doses fracionadas do imunizante na Bahia, em São Paulo e no Rio de Janeiro. Quem recebeu essa vacina precisa completar a imunização, e pode ter se esquecido ou não ter sido orientado sobre o reforço. Caso planeje viajar para locais em que há transmissão de febre amarela ou regiões rurais e de mata, deve fazê-lo com pelo menos 10 dias de antecedência.
Considerando que faltam praticamente três semanas para o carnaval, são urgentes campanha de esclarecimento sobre a cobertura vacinal e disponibilidade de vacinas. Há de se ressaltar que o governo federal trabalha no envio de 800 mil doses extras para São Paulo até o início deste mês. Mas é preciso investir no escoamento da imunização o quanto antes, considerando, ainda, o obstáculo da resistência vacinal.
Quanto à chikungunya, o foco de atenção é o Centro-Oeste. Ao Correio, o sanitarista e professor da Universidade de Brasília (UnB) Jonas Brant alertou que a região concentrou a maioria dos casos em 2024 e que, pelos números já registrados, o cenário deve se repetir neste ano. Ainda não há vacina no Brasil disponível para a doença, que, devido às dores incapacitantes, demanda uma rede de suporte mais complexa, com assistência do diagnóstico à reabilitação, o que pode durar meses.
Fica claro que, ainda que compartilhem o mesmo vetor, febre amarela, chikungunya e dengue demandam respostas diferentes das autoridades. O início da gestão em saúde em prefeituras, em razão das eleições municipais de 2024, tende a deixar a situação ainda mais complexa. É certo, porém, que não se trata de um desafio sanitário a ser enfrentado apenas pelos gestores públicos. As arboviroses são, de fato, uma luta de todos.
VISÃO do Correio: Alerta para o avanço das arboviroses. Correio Braziliense, 06 de fevereiro de 2025. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2025/02/7053596-visao-do-correio-alerta-para-o-avanco-das-arboviroses.html. Acesso em: 07 fev. 2025. Adaptado

Quais são, respectivamente, as classificações dos sujeitos dos verbos em destaque no segundo parágrafo do texto?

Questão 3 de 35 Q3 da prova
AS QUESTÕES DE 01 A 05 SE REFEREM AO TEXTO A SEGUIR.
Visão do Correio: Alerta para o avanço das arboviroses Autoridades de saúde começam o ano com a incumbência de manter no radar o enfrentamento à dengue, à chikungunya e à febre amarela 06/02/25
Sob a sombra da avalanche dos casos de dengue em 2024, autoridades de saúde começam este ano com a incumbência de manter no radar outras duas arboviroses: a febre amarela e a chikungunya. O aumento de ambas as infecções no Brasil começa a destoar da curva, evidenciando que o combate ao Aedes aegypti, que transmite as três doenças, e os avanços na imunização são estratégias vitais para um país que se vê sobressaltado por urgências sanitárias desde 2020, com a chegada da covid-19.
O enfrentamento à febre amarela parece mais evidente. No último domingo, o Ministério da Saúde emitiu um alerta sobre o aumento da transmissão da doença em quatro unidades da Federação: São Paulo, Minas Gerais, Roraima e Tocantins. Em nota técnica às secretarias de Saúde dos estados, a pasta recomendou a intensificação de ações de vigilância e a imunização nas áreas de risco. Salientou ainda que o período de maior preocupação com a enfermidade vai de dezembro a maio, praticamente o mesmo da dengue.
Essa janela de vulnerabilidade engloba também o carnaval, que, pelo maior deslocamento de pessoas, favorece o avanço de doenças virais. No caso da disseminação da febre amarela, o risco sobrevoa cidades que fazem parte dos grandes circuitos momescos do país. São Paulo, por exemplo, concentra a maior parte dos casos da doença neste ano e calcula que 16 milhões de pessoas sairão às ruas até a quarta-feira de cinzas. Belo Horizonte espera 6 milhões.
Há outro agravante: é pertinente imaginar que foliões podem não saber se estão, de fato, protegidos. Isso porque, em 2018, seguindo um protocolo de emergência da Organização Mundial da Saúde (OMS), o Brasil aplicou doses fracionadas do imunizante na Bahia, em São Paulo e no Rio de Janeiro. Quem recebeu essa vacina precisa completar a imunização, e pode ter se esquecido ou não ter sido orientado sobre o reforço. Caso planeje viajar para locais em que há transmissão de febre amarela ou regiões rurais e de mata, deve fazê-lo com pelo menos 10 dias de antecedência.
Considerando que faltam praticamente três semanas para o carnaval, são urgentes campanha de esclarecimento sobre a cobertura vacinal e disponibilidade de vacinas. Há de se ressaltar que o governo federal trabalha no envio de 800 mil doses extras para São Paulo até o início deste mês. Mas é preciso investir no escoamento da imunização o quanto antes, considerando, ainda, o obstáculo da resistência vacinal.
Quanto à chikungunya, o foco de atenção é o Centro-Oeste. Ao Correio, o sanitarista e professor da Universidade de Brasília (UnB) Jonas Brant alertou que a região concentrou a maioria dos casos em 2024 e que, pelos números já registrados, o cenário deve se repetir neste ano. Ainda não há vacina no Brasil disponível para a doença, que, devido às dores incapacitantes, demanda uma rede de suporte mais complexa, com assistência do diagnóstico à reabilitação, o que pode durar meses.
Fica claro que, ainda que compartilhem o mesmo vetor, febre amarela, chikungunya e dengue demandam respostas diferentes das autoridades. O início da gestão em saúde em prefeituras, em razão das eleições municipais de 2024, tende a deixar a situação ainda mais complexa. É certo, porém, que não se trata de um desafio sanitário a ser enfrentado apenas pelos gestores públicos. As arboviroses são, de fato, uma luta de todos.
VISÃO do Correio: Alerta para o avanço das arboviroses. Correio Braziliense, 06 de fevereiro de 2025. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2025/02/7053596-visao-do-correio-alerta-para-o-avanco-das-arboviroses.html. Acesso em: 07 fev. 2025. Adaptado

Sem que se alterem os sentidos originais das frases em que ocorrem, os conectivos sublinhados no parágrafo final do texto podem ser respectivamente substituídos por

Questão 4 de 35 Q4 da prova
AS QUESTÕES DE 01 A 05 SE REFEREM AO TEXTO A SEGUIR.
Visão do Correio: Alerta para o avanço das arboviroses Autoridades de saúde começam o ano com a incumbência de manter no radar o enfrentamento à dengue, à chikungunya e à febre amarela 06/02/25
Sob a sombra da avalanche dos casos de dengue em 2024, autoridades de saúde começam este ano com a incumbência de manter no radar outras duas arboviroses: a febre amarela e a chikungunya. O aumento de ambas as infecções no Brasil começa a destoar da curva, evidenciando que o combate ao Aedes aegypti, que transmite as três doenças, e os avanços na imunização são estratégias vitais para um país que se vê sobressaltado por urgências sanitárias desde 2020, com a chegada da covid-19.
O enfrentamento à febre amarela parece mais evidente. No último domingo, o Ministério da Saúde emitiu um alerta sobre o aumento da transmissão da doença em quatro unidades da Federação: São Paulo, Minas Gerais, Roraima e Tocantins. Em nota técnica às secretarias de Saúde dos estados, a pasta recomendou a intensificação de ações de vigilância e a imunização nas áreas de risco. Salientou ainda que o período de maior preocupação com a enfermidade vai de dezembro a maio, praticamente o mesmo da dengue.
Essa janela de vulnerabilidade engloba também o carnaval, que, pelo maior deslocamento de pessoas, favorece o avanço de doenças virais. No caso da disseminação da febre amarela, o risco sobrevoa cidades que fazem parte dos grandes circuitos momescos do país. São Paulo, por exemplo, concentra a maior parte dos casos da doença neste ano e calcula que 16 milhões de pessoas sairão às ruas até a quarta-feira de cinzas. Belo Horizonte espera 6 milhões.
Há outro agravante: é pertinente imaginar que foliões podem não saber se estão, de fato, protegidos. Isso porque, em 2018, seguindo um protocolo de emergência da Organização Mundial da Saúde (OMS), o Brasil aplicou doses fracionadas do imunizante na Bahia, em São Paulo e no Rio de Janeiro. Quem recebeu essa vacina precisa completar a imunização, e pode ter se esquecido ou não ter sido orientado sobre o reforço. Caso planeje viajar para locais em que há transmissão de febre amarela ou regiões rurais e de mata, deve fazê-lo com pelo menos 10 dias de antecedência.
Considerando que faltam praticamente três semanas para o carnaval, são urgentes campanha de esclarecimento sobre a cobertura vacinal e disponibilidade de vacinas. Há de se ressaltar que o governo federal trabalha no envio de 800 mil doses extras para São Paulo até o início deste mês. Mas é preciso investir no escoamento da imunização o quanto antes, considerando, ainda, o obstáculo da resistência vacinal.
Quanto à chikungunya, o foco de atenção é o Centro-Oeste. Ao Correio, o sanitarista e professor da Universidade de Brasília (UnB) Jonas Brant alertou que a região concentrou a maioria dos casos em 2024 e que, pelos números já registrados, o cenário deve se repetir neste ano. Ainda não há vacina no Brasil disponível para a doença, que, devido às dores incapacitantes, demanda uma rede de suporte mais complexa, com assistência do diagnóstico à reabilitação, o que pode durar meses.
Fica claro que, ainda que compartilhem o mesmo vetor, febre amarela, chikungunya e dengue demandam respostas diferentes das autoridades. O início da gestão em saúde em prefeituras, em razão das eleições municipais de 2024, tende a deixar a situação ainda mais complexa. É certo, porém, que não se trata de um desafio sanitário a ser enfrentado apenas pelos gestores públicos. As arboviroses são, de fato, uma luta de todos.
VISÃO do Correio: Alerta para o avanço das arboviroses. Correio Braziliense, 06 de fevereiro de 2025. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2025/02/7053596-visao-do-correio-alerta-para-o-avanco-das-arboviroses.html. Acesso em: 07 fev. 2025. Adaptado

Levando-se em consideração as informações explicitadas no texto, NÃO se pode inferir que

Questão 5 de 35 Q5 da prova
AS QUESTÕES DE 01 A 05 SE REFEREM AO TEXTO A SEGUIR.
Visão do Correio: Alerta para o avanço das arboviroses Autoridades de saúde começam o ano com a incumbência de manter no radar o enfrentamento à dengue, à chikungunya e à febre amarela 06/02/25
Sob a sombra da avalanche dos casos de dengue em 2024, autoridades de saúde começam este ano com a incumbência de manter no radar outras duas arboviroses: a febre amarela e a chikungunya. O aumento de ambas as infecções no Brasil começa a destoar da curva, evidenciando que o combate ao Aedes aegypti, que transmite as três doenças, e os avanços na imunização são estratégias vitais para um país que se vê sobressaltado por urgências sanitárias desde 2020, com a chegada da covid-19.
O enfrentamento à febre amarela parece mais evidente. No último domingo, o Ministério da Saúde emitiu um alerta sobre o aumento da transmissão da doença em quatro unidades da Federação: São Paulo, Minas Gerais, Roraima e Tocantins. Em nota técnica às secretarias de Saúde dos estados, a pasta recomendou a intensificação de ações de vigilância e a imunização nas áreas de risco. Salientou ainda que o período de maior preocupação com a enfermidade vai de dezembro a maio, praticamente o mesmo da dengue.
Essa janela de vulnerabilidade engloba também o carnaval, que, pelo maior deslocamento de pessoas, favorece o avanço de doenças virais. No caso da disseminação da febre amarela, o risco sobrevoa cidades que fazem parte dos grandes circuitos momescos do país. São Paulo, por exemplo, concentra a maior parte dos casos da doença neste ano e calcula que 16 milhões de pessoas sairão às ruas até a quarta-feira de cinzas. Belo Horizonte espera 6 milhões.
Há outro agravante: é pertinente imaginar que foliões podem não saber se estão, de fato, protegidos. Isso porque, em 2018, seguindo um protocolo de emergência da Organização Mundial da Saúde (OMS), o Brasil aplicou doses fracionadas do imunizante na Bahia, em São Paulo e no Rio de Janeiro. Quem recebeu essa vacina precisa completar a imunização, e pode ter se esquecido ou não ter sido orientado sobre o reforço. Caso planeje viajar para locais em que há transmissão de febre amarela ou regiões rurais e de mata, deve fazê-lo com pelo menos 10 dias de antecedência.
Considerando que faltam praticamente três semanas para o carnaval, são urgentes campanha de esclarecimento sobre a cobertura vacinal e disponibilidade de vacinas. Há de se ressaltar que o governo federal trabalha no envio de 800 mil doses extras para São Paulo até o início deste mês. Mas é preciso investir no escoamento da imunização o quanto antes, considerando, ainda, o obstáculo da resistência vacinal.
Quanto à chikungunya, o foco de atenção é o Centro-Oeste. Ao Correio, o sanitarista e professor da Universidade de Brasília (UnB) Jonas Brant alertou que a região concentrou a maioria dos casos em 2024 e que, pelos números já registrados, o cenário deve se repetir neste ano. Ainda não há vacina no Brasil disponível para a doença, que, devido às dores incapacitantes, demanda uma rede de suporte mais complexa, com assistência do diagnóstico à reabilitação, o que pode durar meses.
Fica claro que, ainda que compartilhem o mesmo vetor, febre amarela, chikungunya e dengue demandam respostas diferentes das autoridades. O início da gestão em saúde em prefeituras, em razão das eleições municipais de 2024, tende a deixar a situação ainda mais complexa. É certo, porém, que não se trata de um desafio sanitário a ser enfrentado apenas pelos gestores públicos. As arboviroses são, de fato, uma luta de todos.
VISÃO do Correio: Alerta para o avanço das arboviroses. Correio Braziliense, 06 de fevereiro de 2025. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2025/02/7053596-visao-do-correio-alerta-para-o-avanco-das-arboviroses.html. Acesso em: 07 fev. 2025. Adaptado

Qual é o tipo textual que embasa o texto apresentado?

Questão 6 de 35 Q6 da prova

A população de uma cidade cresce segundo uma progressão geométrica, aumentando 10% a cada ano. Se a cidade possui 20.000 habitantes atualmente, quantos habitantes terá após 5 anos?

Questão 7 de 35 Q7 da prova

Um estudante realizou 5 provas durante o semestre e obteve as seguintes notas: 7,5; 8,0; 9,5; 6,0 e 8,5. Qual foi a média aritmética das suas notas?

Questão 8 de 35 Q8 da prova

Dadas as proposições: ● P: "Hoje está chovendo." ● Q: "Vou levar um guarda-chuva." Considere a proposição composta: P→Q (Se hoje está chovendo, então vou levar um guarda-chuva.) Qual é a única situação em que essa proposição é falsa?

Questão 9 de 35 Q9 da prova

Os fluxos migratórios internos no Brasil influenciam diretamente o desenvolvimento urbano e as políticas públicas. Sobre as características desse fenômeno, marque a alternativa correta:

Questão 10 de 35 Q10 da prova

A economia do Acre apresenta desafios estruturais relacionados a desigualdades regionais e limitações logísticas. Sobre os impactos econômicos dessas desigualdades no desenvolvimento estadual, analise as afirmativas: I - A dificuldade de acesso a mercados nacionais e internacionais limita a diversificação econômica do estado. II - O setor agropecuário é o principal motor da economia local, mas enfrenta restrições ambientais para sua expansão. III - A infraestrutura logística precária impacta diretamente o custo de produção e comercialização no estado. IV - A industrialização do Acre tem se desenvolvido de maneira acelerada nos últimos anos, reduzindo a dependência do setor primário. Marque a alternativa correta:

Questão 11 de 35 Q11 da prova

A adoção de práticas de ESG (Meio Ambiente, Social e Governança) tem se tornado essencial para empresas e instituições públicas. Sobre esse tema, assinale a alternativa correta:

Questão 12 de 35 Q12 da prova

A improbidade administrativa pode ser classificada em diferentes modalidades, conforme previsto na legislação vigente. Sobre esse tema, assinale a alternativa correta:

Questão 13 de 35 Q13 da prova

A Lei de Acesso à Informação (Lei nº 12.527/2011) estabelece normas para garantir a transparência na administração pública. Em consonância com a referida legislação, assinale a alternativa correta:

Questão 14 de 35 Q14 da prova

A ética profissional exige que o servidor público atue de maneira responsável, evitando conflitos de interesse. Acerca do tema, analise as afirmativas: I – O servidor público não pode utilizar informações privilegiadas para obter vantagens pessoais. II – Conflitos de interesse ocorrem quando um agente público tem interesses particulares que podem comprometer sua imparcialidade na função. III – O acúmulo de cargos públicos é permitido em qualquer circunstância, independentemente da compatibilidade de horários e funções. IV – A violação de normas éticas pode resultar em penalidades administrativas, como advertência e exoneração. Estão corretas as afirmativas:

Questão 15 de 35 Q15 da prova

O princípio da legalidade no serviço público estabelece que os agentes administrativos devem atuar conforme a legislação vigente. Sobre esse princípio, assinale a alternativa correta:

Questão 16 de 35 Q16 da prova

Leia o trecho abaixo e responda. “Fazer login como um usuário diferente ou navegar como visitante.” Qual atalho deve ser utilizado pelos usuários do Google Chrome para que ele realize essa ação?

Questão 17 de 35 Q17 da prova

Leia o trecho. “O __________________ diz respeito à cópia total de todos os arquivos que serão destinados para um HD externo, um servidor de rede ou um armazenamento em nuvem. Essa é uma excelente alternativa, pois em casos de vazamento ou falhas de hardware, a recuperação é rápida e completa. Apesar de ser uma solução simples, ele não consegue excluir nenhum documento ou dado duplicado após selecionado para realizar o serviço. Além disso, é necessário um espaço maior de armazenamento, visto que ele realiza a cópia do dispositivo em sua totalidade.” Assinale a alternativa que preencha a lacuna corretamente.

Questão 18 de 35 Q18 da prova

Como é chamada a rede de computadores utilizada por empresas ou outras instituições, que através da internet, permite trocar informações com o público externo de maneira controlada e segura?

Questão 19 de 35 Q19 da prova

É correto afirmar que no sistema operacional Linux, para copiar arquivos do diretório atual para uma pasta diferente, utiliza-se o comando:

Questão 20 de 35 Q20 da prova

Para aplicar contorno às células selecionadas, qual atalho deve ser utilizado pelo usuário do MS-Excel 2016?

Questão 21 de 35 Q21 da prova

Um paciente com histórico de hipertensão e insuficiência renal crônica recebe prescrição de um anti-inflamatório não esteroide (AINE) para o tratamento de artrite reumatoide. Considerando a farmacocinética e os riscos associados, a conduta mais adequada do farmacêutico clínico ao revisar a prescrição é:

Questão 22 de 35 Q22 da prova

Em um laboratório de análises clínicas, um farmacêutico realiza um teste de ureia e creatinina para avaliar a função renal de um paciente diabético. A principal justificativa para a correlação entre esses dois parâmetros é:

Questão 23 de 35 Q23 da prova

Leia as afirmativas sobre os mecanismos de ação dos anticoagulantes e marque V para verdadeiro e F para falso: ( ) A heparina não fracionada atua como um cofator da antitrombina III, inibindo a trombina e o fator Xa. ( ) Os anticoagulantes cumarínicos bloqueiam a reciclagem da vitamina K, interferindo na síntese de fatores de coagulação dependentes desse cofator. ( ) Os inibidores diretos da trombina, como dabigatrana, atuam exclusivamente na via extrínseca da coagulação. ( ) O uso prolongado de varfarina exige monitoramento do INR (International Normalized Ratio) para ajuste da dose. A sequência correta é:

Questão 24 de 35 Q24 da prova

No contexto do controle microbiológico de medicamentos, um farmacêutico realiza a validação de um ensaio de endotoxinas bacterianas. A técnica mais indicada para essa análise é:

Questão 25 de 35 Q25 da prova

Em um hospital, um paciente internado desenvolve candidemia, sendo isolada Candida auris no hemocultivo. Considerando a relevância clínica desse patógeno, a melhor conduta terapêutica inicial é:

Questão 26 de 35 Q26 da prova

No monitoramento da terapia anticoagulante com varfarina, um paciente apresenta INR persistentemente acima do intervalo terapêutico recomendado. A conduta mais apropriada para reverter parcialmente o efeito do fármaco e reduzir o risco de sangramento é:

Questão 27 de 35 Q27 da prova

Leia as afirmativas sobre os métodos laboratoriais para o diagnóstico de diabetes mellitus e marque V para verdadeiro e F para falso: ( ) A dosagem da hemoglobina glicada (HbA1c) reflete a média da glicemia dos últimos 2 a 3 meses, sendo útil para o diagnóstico e monitoramento do diabetes. ( ) O teste oral de tolerância à glicose (TOTG) avalia a resposta glicêmica após a ingestão de glicose e pode ser utilizado para diagnóstico de diabetes gestacional. ( ) A glicemia de jejum isolada é suficiente para diagnosticar diabetes em qualquer contexto clínico, independentemente de outros critérios. ( ) A presença de glicosúria é um critério diagnóstico definitivo para diabetes, pois indica hiperglicemia não controlada. A sequência correta é:

Questão 28 de 35 Q28 da prova

Um farmacêutico hospitalar recebe uma solicitação de ajuste da dose de um antibiótico eliminado predominantemente por via renal para um paciente com clearance de creatinina reduzido. A justificativa para a necessidade desse ajuste baseia-se no princípio da:

Questão 29 de 35 Q29 da prova

Sobre a biossegurança em laboratórios de análises clínicas, analise as afirmativas: I - O uso de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) é obrigatório para minimizar riscos de exposição a agentes biológicos. II - O descarte de materiais perfurocortantes deve seguir normas específicas para evitar acidentes ocupacionais. III - O armazenamento de reagentes químicos deve ser realizado sem necessidade de segregação por compatibilidade química. IV - A cabine de segurança biológica é essencial para manipulação de amostras contendo patógenos de alto risco. Estão corretas as afirmativas:

Questão 30 de 35 Q30 da prova

Um farmacêutico de um laboratório clínico recebe uma amostra de urina de um paciente com suspeita de infecção do trato urinário (ITU). Para a correta interpretação do exame de urina tipo I (EAS), é necessário considerar que:

Questão 31 de 35 Q31 da prova

Leia as afirmativas sobre os princípios da farmacocinética e marque V para verdadeiro e F para falso: ( ) A biodisponibilidade de um fármaco depende da via de administração, do metabolismo de primeira passagem e da solubilidade da substância. ( ) O volume de distribuição representa a capacidade do fármaco de se distribuir nos tecidos e não sofre influência da ligação às proteínas plasmáticas. ( ) A eliminação dos fármacos pode ocorrer por mecanismos hepáticos e renais, sendo que a taxa de depuração renal depende da filtração glomerular, secreção e reabsorção tubular. ( ) A meia-vida de um fármaco está diretamente relacionada ao seu clearance e ao volume de distribuição, influenciando o tempo necessário para atingir o estado de equilíbrio. A sequência correta é:

Questão 32 de 35 Q32 da prova

No contexto do controle de qualidade em laboratórios de análises clínicas, um farmacêutico avalia os parâmetros de exatidão e precisão dos exames bioquímicos. A principal diferença entre esses conceitos é:

Questão 33 de 35 Q33 da prova

Sobre os imunossupressores utilizados no transplante de órgãos, analise as afirmativas: I - Os inibidores de calcineurina, como a ciclosporina e o tacrolimo, bloqueiam a ativação dos linfócitos T, reduzindo o risco de rejeição. II - Os corticoides, como a prednisona, exercem efeito imunossupressor por meio da inibição da transcrição de genes pró-inflamatórios. III - Os agentes antiproliferativos, como a azatioprina e o micofenolato de mofetila, atuam inibindo a síntese de purinas, bloqueando a proliferação linfocitária. IV - O uso prolongado de imunossupressores não apresenta riscos metabólicos, sendo seguro para pacientes transplantados a longo prazo. Estão corretas as afirmativas:

Questão 34 de 35 Q34 da prova

Um farmacêutico hospitalar recebe um pedido para ajuste de dose de um antibiótico em um paciente crítico com sepse. O principal fator farmacocinético que deve ser considerado na escolha do esquema posológico é:

Questão 35 de 35 Q35 da prova

Leia as afirmativas sobre a bioequivalência e biodisponibilidade de fármacos e marque V para verdadeiro e F para falso: ( ) A bioequivalência entre medicamentos genéricos e de referência é determinada por estudos comparativos de biodisponibilidade. ( ) A biodisponibilidade mede a velocidade e a extensão com que um fármaco inalterado chega à circulação sistêmica. ( ) Medicamentos bioequivalentes apresentam necessariamente a mesma eficácia clínica e perfil de segurança. ( ) A biodisponibilidade absoluta compara a fração do fármaco absorvido após administração oral com a administração intravenosa. A sequência correta é:

Acertos
Erros
35
Total