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Prova Farmacêutico Bioquímico - Pref. São Miguel do Iguaçu/PR
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Questão 1 de 39 Q1 da prova
[...] Deslocando essas considerações para o campo dos estudos da linguagem, compreendemos o discurso de ódio como violência simbólica. Entendemos essa noção tal como propõe Slavoj Žižek (2014) ao refletir sobre as diferentes dimensões da violência e suas causas. Para o autor, a violência nossa de cada dia pode ser subjetiva ou objetiva. A primeira dimensão da violência é a forma mais visível, claramente identificável, é aquela que salta aos olhos porque “é percebida como uma perturbação do estado de coisas ‘normal’ e pacífico” (2014, p. 17 -8). Já a violência em sua dimensão objetiva “é precisamente aquela inerente a esse estado ‘normal’ de coisas. [...] é uma violência invisível, uma vez que é precisamente ela que sustenta a normalidade do nível zero contra a qual percebemos algo como subjetivamente violento” (2014, p. 18). A violência objetiva se realiza como violência simbólica ou como violência sistêmica. Essas são as formas de violências sob a perspectiva de Žižek. Em sua forma sistêmica, a violência objetiva “consiste nas consequências muitas vezes catastróficas do funcionamento regular de nossos sistemas econômico e político” (2014, p. 17). Quase invisível, esta violência está impregnada na estrutura social capitalista baseada nas relações de desigualdade -subordinação. É ela que ajuda a manter o status quo do sistema de relações sociais. De outro lado, a violência simbólica é aquela “encarnada na linguagem”: “essa violência não está em ação apenas nos casos evidentes – e largamente estudados – de provocação e de relações de dominação social que nossas formas de discurso habituais reproduzem: há uma forma ainda mais fundamental de violência que pertence à linguagem enquanto tal, à imposição de um certo universo de sentido” (ŽIŽEK, 2014, p. 17). O discurso de ódio expõe esta imposição de um certo universo de sentido. É por isso que desperta a atenção: porque faz emergir a violência por trás do estado normal de coisas e a intolerância com aqueles que desvirtuam/subvertem esse universo de sentidos. Esse tipo de discurso mostra que esse estado normal de funcionamento de nossa sociedade é baseado na relação superior/inferior e insiste que essa ordem deve ser respeitada. Quando essa normalidade não é observada emerge a intolerância, a discriminação, a hostilização materializada em discursos de ódio. A violência simbólica opera no âmbito ideológico: encarna-se na linguagem para impor a reprodução das relações de dominação/subordinação. O discurso de ódio, ao sustentar-se na dicotomia superior/inferior, trabalha impondo e/ou lembrando o lugar de cada um na estrutura social; baseia-se na naturalização dessa relação dicotômica e dessa determinação de lugares. Atua perpetuando relações sócio-históricas de desigualdade -subordinação a partir da face mais intolerante que a dominação ideológica pode assumir.

Considerando o fragmento de texto apresentado e recorrendo a conhecimentos enciclopédicos, assinale a alternativa CORRETA em relação ao texto integral.

Questão 2 de 39 Q2 da prova
[...] Deslocando essas considerações para o campo dos estudos da linguagem, compreendemos o discurso de ódio como violência simbólica. Entendemos essa noção tal como propõe Slavoj Žižek (2014) ao refletir sobre as diferentes dimensões da violência e suas causas. Para o autor, a violência nossa de cada dia pode ser subjetiva ou objetiva. A primeira dimensão da violência é a forma mais visível, claramente identificável, é aquela que salta aos olhos porque “é percebida como uma perturbação do estado de coisas ‘normal’ e pacífico” (2014, p. 17 -8). Já a violência em sua dimensão objetiva “é precisamente aquela inerente a esse estado ‘normal’ de coisas. [...] é uma violência invisível, uma vez que é precisamente ela que sustenta a normalidade do nível zero contra a qual percebemos algo como subjetivamente violento” (2014, p. 18). A violência objetiva se realiza como violência simbólica ou como violência sistêmica. Essas são as formas de violências sob a perspectiva de Žižek. Em sua forma sistêmica, a violência objetiva “consiste nas consequências muitas vezes catastróficas do funcionamento regular de nossos sistemas econômico e político” (2014, p. 17). Quase invisível, esta violência está impregnada na estrutura social capitalista baseada nas relações de desigualdade -subordinação. É ela que ajuda a manter o status quo do sistema de relações sociais. De outro lado, a violência simbólica é aquela “encarnada na linguagem”: “essa violência não está em ação apenas nos casos evidentes – e largamente estudados – de provocação e de relações de dominação social que nossas formas de discurso habituais reproduzem: há uma forma ainda mais fundamental de violência que pertence à linguagem enquanto tal, à imposição de um certo universo de sentido” (ŽIŽEK, 2014, p. 17). O discurso de ódio expõe esta imposição de um certo universo de sentido. É por isso que desperta a atenção: porque faz emergir a violência por trás do estado normal de coisas e a intolerância com aqueles que desvirtuam/subvertem esse universo de sentidos. Esse tipo de discurso mostra que esse estado normal de funcionamento de nossa sociedade é baseado na relação superior/inferior e insiste que essa ordem deve ser respeitada. Quando essa normalidade não é observada emerge a intolerância, a discriminação, a hostilização materializada em discursos de ódio. A violência simbólica opera no âmbito ideológico: encarna-se na linguagem para impor a reprodução das relações de dominação/subordinação. O discurso de ódio, ao sustentar-se na dicotomia superior/inferior, trabalha impondo e/ou lembrando o lugar de cada um na estrutura social; baseia-se na naturalização dessa relação dicotômica e dessa determinação de lugares. Atua perpetuando relações sócio-históricas de desigualdade -subordinação a partir da face mais intolerante que a dominação ideológica pode assumir.

Considerando o conteúdo do texto, assinale a alternativa INCORRETA.

Questão 3 de 39 Q3 da prova
[...] Deslocando essas considerações para o campo dos estudos da linguagem, compreendemos o discurso de ódio como violência simbólica. Entendemos essa noção tal como propõe Slavoj Žižek (2014) ao refletir sobre as diferentes dimensões da violência e suas causas. Para o autor, a violência nossa de cada dia pode ser subjetiva ou objetiva. A primeira dimensão da violência é a forma mais visível, claramente identificável, é aquela que salta aos olhos porque “é percebida como uma perturbação do estado de coisas ‘normal’ e pacífico” (2014, p. 17 -8). Já a violência em sua dimensão objetiva “é precisamente aquela inerente a esse estado ‘normal’ de coisas. [...] é uma violência invisível, uma vez que é precisamente ela que sustenta a normalidade do nível zero contra a qual percebemos algo como subjetivamente violento” (2014, p. 18). A violência objetiva se realiza como violência simbólica ou como violência sistêmica. Essas são as formas de violências sob a perspectiva de Žižek. Em sua forma sistêmica, a violência objetiva “consiste nas consequências muitas vezes catastróficas do funcionamento regular de nossos sistemas econômico e político” (2014, p. 17). Quase invisível, esta violência está impregnada na estrutura social capitalista baseada nas relações de desigualdade -subordinação. É ela que ajuda a manter o status quo do sistema de relações sociais. De outro lado, a violência simbólica é aquela “encarnada na linguagem”: “essa violência não está em ação apenas nos casos evidentes – e largamente estudados – de provocação e de relações de dominação social que nossas formas de discurso habituais reproduzem: há uma forma ainda mais fundamental de violência que pertence à linguagem enquanto tal, à imposição de um certo universo de sentido” (ŽIŽEK, 2014, p. 17). O discurso de ódio expõe esta imposição de um certo universo de sentido. É por isso que desperta a atenção: porque faz emergir a violência por trás do estado normal de coisas e a intolerância com aqueles que desvirtuam/subvertem esse universo de sentidos. Esse tipo de discurso mostra que esse estado normal de funcionamento de nossa sociedade é baseado na relação superior/inferior e insiste que essa ordem deve ser respeitada. Quando essa normalidade não é observada emerge a intolerância, a discriminação, a hostilização materializada em discursos de ódio. A violência simbólica opera no âmbito ideológico: encarna-se na linguagem para impor a reprodução das relações de dominação/subordinação. O discurso de ódio, ao sustentar-se na dicotomia superior/inferior, trabalha impondo e/ou lembrando o lugar de cada um na estrutura social; baseia-se na naturalização dessa relação dicotômica e dessa determinação de lugares. Atua perpetuando relações sócio-históricas de desigualdade -subordinação a partir da face mais intolerante que a dominação ideológica pode assumir.

Assinale a alternativa que apresenta uma relação semântica ADEQUADA, de acordo com o conteúdo do texto.

Questão 4 de 39 Q4 da prova
[...] Deslocando essas considerações para o campo dos estudos da linguagem, compreendemos o discurso de ódio como violência simbólica. Entendemos essa noção tal como propõe Slavoj Žižek (2014) ao refletir sobre as diferentes dimensões da violência e suas causas. Para o autor, a violência nossa de cada dia pode ser subjetiva ou objetiva. A primeira dimensão da violência é a forma mais visível, claramente identificável, é aquela que salta aos olhos porque “é percebida como uma perturbação do estado de coisas ‘normal’ e pacífico” (2014, p. 17 -8). Já a violência em sua dimensão objetiva “é precisamente aquela inerente a esse estado ‘normal’ de coisas. [...] é uma violência invisível, uma vez que é precisamente ela que sustenta a normalidade do nível zero contra a qual percebemos algo como subjetivamente violento” (2014, p. 18). A violência objetiva se realiza como violência simbólica ou como violência sistêmica. Essas são as formas de violências sob a perspectiva de Žižek. Em sua forma sistêmica, a violência objetiva “consiste nas consequências muitas vezes catastróficas do funcionamento regular de nossos sistemas econômico e político” (2014, p. 17). Quase invisível, esta violência está impregnada na estrutura social capitalista baseada nas relações de desigualdade -subordinação. É ela que ajuda a manter o status quo do sistema de relações sociais. De outro lado, a violência simbólica é aquela “encarnada na linguagem”: “essa violência não está em ação apenas nos casos evidentes – e largamente estudados – de provocação e de relações de dominação social que nossas formas de discurso habituais reproduzem: há uma forma ainda mais fundamental de violência que pertence à linguagem enquanto tal, à imposição de um certo universo de sentido” (ŽIŽEK, 2014, p. 17). O discurso de ódio expõe esta imposição de um certo universo de sentido. É por isso que desperta a atenção: porque faz emergir a violência por trás do estado normal de coisas e a intolerância com aqueles que desvirtuam/subvertem esse universo de sentidos. Esse tipo de discurso mostra que esse estado normal de funcionamento de nossa sociedade é baseado na relação superior/inferior e insiste que essa ordem deve ser respeitada. Quando essa normalidade não é observada emerge a intolerância, a discriminação, a hostilização materializada em discursos de ódio. A violência simbólica opera no âmbito ideológico: encarna-se na linguagem para impor a reprodução das relações de dominação/subordinação. O discurso de ódio, ao sustentar-se na dicotomia superior/inferior, trabalha impondo e/ou lembrando o lugar de cada um na estrutura social; baseia-se na naturalização dessa relação dicotômica e dessa determinação de lugares. Atua perpetuando relações sócio-históricas de desigualdade -subordinação a partir da face mais intolerante que a dominação ideológica pode assumir.

Considerando os elementos do texto, assinale a alternativa INCORRETA.

Questão 5 de 39 Q5 da prova
[...] Deslocando essas considerações para o campo dos estudos da linguagem, compreendemos o discurso de ódio como violência simbólica. Entendemos essa noção tal como propõe Slavoj Žižek (2014) ao refletir sobre as diferentes dimensões da violência e suas causas. Para o autor, a violência nossa de cada dia pode ser subjetiva ou objetiva. A primeira dimensão da violência é a forma mais visível, claramente identificável, é aquela que salta aos olhos porque “é percebida como uma perturbação do estado de coisas ‘normal’ e pacífico” (2014, p. 17 -8). Já a violência em sua dimensão objetiva “é precisamente aquela inerente a esse estado ‘normal’ de coisas. [...] é uma violência invisível, uma vez que é precisamente ela que sustenta a normalidade do nível zero contra a qual percebemos algo como subjetivamente violento” (2014, p. 18). A violência objetiva se realiza como violência simbólica ou como violência sistêmica. Essas são as formas de violências sob a perspectiva de Žižek. Em sua forma sistêmica, a violência objetiva “consiste nas consequências muitas vezes catastróficas do funcionamento regular de nossos sistemas econômico e político” (2014, p. 17). Quase invisível, esta violência está impregnada na estrutura social capitalista baseada nas relações de desigualdade -subordinação. É ela que ajuda a manter o status quo do sistema de relações sociais. De outro lado, a violência simbólica é aquela “encarnada na linguagem”: “essa violência não está em ação apenas nos casos evidentes – e largamente estudados – de provocação e de relações de dominação social que nossas formas de discurso habituais reproduzem: há uma forma ainda mais fundamental de violência que pertence à linguagem enquanto tal, à imposição de um certo universo de sentido” (ŽIŽEK, 2014, p. 17). O discurso de ódio expõe esta imposição de um certo universo de sentido. É por isso que desperta a atenção: porque faz emergir a violência por trás do estado normal de coisas e a intolerância com aqueles que desvirtuam/subvertem esse universo de sentidos. Esse tipo de discurso mostra que esse estado normal de funcionamento de nossa sociedade é baseado na relação superior/inferior e insiste que essa ordem deve ser respeitada. Quando essa normalidade não é observada emerge a intolerância, a discriminação, a hostilização materializada em discursos de ódio. A violência simbólica opera no âmbito ideológico: encarna-se na linguagem para impor a reprodução das relações de dominação/subordinação. O discurso de ódio, ao sustentar-se na dicotomia superior/inferior, trabalha impondo e/ou lembrando o lugar de cada um na estrutura social; baseia-se na naturalização dessa relação dicotômica e dessa determinação de lugares. Atua perpetuando relações sócio-históricas de desigualdade -subordinação a partir da face mais intolerante que a dominação ideológica pode assumir.

Em relação à pontuação, assinale a alternativa INCORRETA.

Questão 6 de 39 Q6 da prova

A nutricionista montou um cardápio em que alguns dias é possível que a Joana coma os seus alimentos preferidos juntos. Sabendo que ela pode comer carne vermelha a cada 3 dias, batata frita a cada 4 dias e macarrão a cada 6 dias, e que no dia 2 de março foi possível combinar os três (carne vermelha, batata frita e macarrão), a próxima vez que ela vai poder comer os 3 alimentos juntos será no dia:

Questão 7 de 39 Q7 da prova

Maria, Anita e Amélia recebem mesada de seus pais. Maria é a mais velha e recebe o dobro de Anita, que é a filha do meio. Por sua vez, Anita recebe o dobro de Amélia, que é a caçula. Sabendo que o total da mesada das três irmãs é de R$ 350,00, quanto Maria, Anita e Amélia recebem, respectivamente?

Questão 8 de 39 Q8 da prova

Um ônibus demora 7 ½ horas para fazer uma viagem de Cascavel -PR até Presidente Prudente -SP. Já um automóvel demora 5 ¼ horas. Geralmente, viajo de ônibus, mas, se eu for de carro, economizo quanto tempo na estrada?

Questão 9 de 39 Q9 da prova

O azulejista contratado para colocar o rodapé da sala comercial em que trabalho dispõe de retalhos de piso de vários tamanhos. As medidas variam entre 160 cm, 180 cm e 100 cm. Sabendo disso e com o objetivo de não desperdiçar material, cortar o piso em pedaços iguais e ainda do maior tamanho possível, posso esperar um rodapé de que tamanho?

Questão 10 de 39 Q10 da prova

No quintal de D. Maria, há galinhas e patas. Segundo ela, a soma do dobro do número de galinhas que botam com o triplo de patas que botam é igual a 47, e a diferença entre o número de galinhas e de patas que botam é 1. Sabendo disso, é CORRETO afirmar que o número de galinhas e patas botando é, respectivamente:

Questão 11 de 39 Q11 da prova

Segundo o parágrafo 2º do art. 16 da Lei 2.666/2015, que dispõe sobre o Estatuto dos Servidores Municipais de São Miguel do Iguaçu: A posse ocorrerá no prazo de até ............ dias contados da data do edital de convocação, podendo ser prorrogável por igual período mediante requerimento do interessado. Assinale a alternativa que completa CORRETAMENTE o número de dias.

Questão 12 de 39 Q12 da prova

Segundo o art. 23 da Lei 2.666/2015, que dispõe sobre o Estatuto dos Servidores Municipais de São Miguel do Iguaçu: Reversão é:

Questão 13 de 39 Q13 da prova

Em relação ao ramo da indústria de alimentos, as atividades que mais se destacam são:

Questão 14 de 39 Q14 da prova

Na bandeira do município de São Miguel do Iguaçu, quais cores estão presentes?

Questão 15 de 39 Q15 da prova

A Bacia Hidrográfica de São Miguel do Iguaçu é composta pela Bacia do:

Questão 16 de 39 Q16 da prova

Segundo o art. 20 da Lei 3039/2018 que “dispõe sobre a estrutura organizacional e administrativa da administração direta do município de São Miguel do Iguaçu, e dá outras providências”. O planejamento das atividades do Governo Municipal será feito por meio da elaboração e manutenção atualizada, entre outros, dos seguintes instrumentos:

Questão 17 de 39 Q17 da prova

A Lei nº 2.700/2015, altera dispositivos na lei nº 2.666/2015 (estatuto dos servidores municipais). Dando nova redação ao art. 107 que passa a vigorar com a seguinte redação:

Questão 18 de 39 Q18 da prova

Segundo o site oficial da prefeitura de São Miguel do Iguaçu https://www.saomiguel.pr.gov.br/historia/ existe uma versão Lendária e uma versão Oficial acerca do nome da cidade. Qual das alternativas abaixo corresponde a versão Oficial?

Questão 19 de 39 Q19 da prova

Segundo o art. 6 da Lei 3039/2018 que “dispõe sobre a estrutura organizacional e administrativa da administração direta do município de São Miguel do Iguaçu, e dá outras providências”. Estabelece que:

Questão 20 de 39 Q20 da prova

Segundo o art. 29 da Lei 3039/2018 que “dispõe sobre a estrutura organizacional e administrativa da administração direta do município de São Miguel do Iguaçu, e dá outras providências”. Estabelece que:

Questão 21 de 39 Q21 da prova

Assinale a alternativa CORRETA no que se refere à interação medicamentosa entre o omeprazol e a levotiroxina, que pode causar aumento nos níveis de TSH:

Questão 22 de 39 Q22 da prova

De acordo com os princípios gerais da farmacologia, assinale a alternativa CORRETA:

Questão 23 de 39 Q23 da prova

Assinale a alternativa que corresponde a um dos princípios da Política Nacional de Assistência Farmacêutica.

Questão 24 de 39 Q25 da prova

A central de abastecimento farmacêutico (CAF) é o local destinado ao armazenamento de medicamentos e, para garantir as melhores condições, deve ter características específicas para este setor. Dessa forma, assinale a alternativa verdadeira no que se refere às condições de armazenamento de medicamentos.

Questão 25 de 39 Q26 da prova

A administração de materiais é composta por dois subsistemas, um deles é a Administração de Materiais e Distribuição Física. Assinale a alternativa que corresponde a atividades/funções desse sistema.

Questão 26 de 39 Q27 da prova

De acordo com a Lei 12401/2011, o Art. 19 trata da incorporação, exclusão ou alteração pelo SUS de novos medicamentos, produtos e procedimentos, bem como da constituição ou alteração de protocolo clínico ou de diretriz terapêutica. Sobre as atribuições do Ministério da Saúde, assessorado pela Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS, no que se refere à assistência terapêutica e à incorporação de tecnologia em saúde no âmbito do Sistema Único de Saúde, assinale a alternativa INCORRETA.

Questão 27 de 39 Q28 da prova

Assinale a alternativa que corresponde a ações que devem estar contidas no Plano de Gerenciamento de resíduos em saúde.

Questão 28 de 39 Q29 da prova

Assinale a alternativa que corresponde a ações de promoção do uso racional de medicamentos.

Questão 29 de 39 Q30 da prova

A resolução nº 711, de 30 de julho de 2021, dispõe sobre o Código de Ética Farmacêutica. Assinale a alternativa que corresponde a um direito do farmacêutico.

Questão 30 de 39 Q31 da prova

Assinale a alternativa que corresponde ao perfil compatível com imunização para Hepatite B de acordo com os marcadores sorológicos.

Questão 31 de 39 Q32 da prova

Na técnica de coloração de Gram, assinale a alternativa com os reagentes empregados segundo a ordem CORRETA.

Questão 32 de 39 Q33 da prova

Sobre os conhecimentos na área de análises clínicas e fisiologia humana, assinale a alternativa CORRETA.

Questão 33 de 39 Q34 da prova

O anticoagulante de escolha para exames de coagulação que formam quelato com cálcio e não causam degradação dos fatores de coagulação é:

Questão 34 de 39 Q35 da prova

Assinale a alternativa correspondente à bactéria causadora de faringite, com características morfotintoriais de cocos gram positivo, com perfil de beta-hemólise em ágar sangue, catalase negativa e sensível a bacitracina.

Questão 35 de 39 Q36 da prova

Assinale a alternativa correspondente ao perfil bioquímico compatível com anemia ferropriva severa e crônica. TIBC: Capacidade Total de Ligação do Ferro IST: Índice de Saturação da Transferrina.

Questão 36 de 39 Q37 da prova

A fase pré-analítica corresponde à fase mais crítica em relação a erros laboratoriais, principalmente na coleta de amostras. Assinale a alternativa que corresponde à ordem adequada de coleta de exames com base nos respectivos tubos de coleta.

Questão 37 de 39 Q38 da prova

Assinale a alternativa correspondente ao princípio do exame parasitológico de fezes pelo método Baerman-Moraes utilizado no diagnóstico laboratorial de helmintoses.

Questão 38 de 39 Q39 da prova

Assinale a alternativa com a reação compatível com a tipagem sanguínea direta.

Questão 39 de 39 Q40 da prova

Assinale o elemento anormal na urina, mesmo quando presente em pequenas quantidades.

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