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Prova Estagiário - Graduação em Arquitetura - MP/CE
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Questão 1 de 50 Q1 da prova
Uma doença milenar
A hanseníase é descrita em tratados de Medicina da Índia do século 6 a.C. Ela também aparece em diversas passagens do Novo Testamento da Bíblia, ainda com o nome pelo qual era conhecida no passado: lepra.
No Evangelho de Marcos, por exemplo, há uma passagem em que um "leproso" se aproxima de Jesus Cristo e pede para ser curado. "E Jesus, movido de compaixão, estendeu a mão, tocou-o [...] Logo a lepra desapareceu e [ele] ficou limpo", diz o texto.
Na Europa, durante a Idade Média, indivíduos com a doença eram expulsos das cidades e obrigados a andar com um sino para anunciar a passagem. Muitos eram internados nos "leprosários" ou "lazaretos", instituições que continuaram (e continuam) a existir em muitos lugares — inclusive no Brasil.
Em suma, a hanseníase é causada pela bactéria Mycobacterium leprae. Ela é transmitida por meio de gotículas de saliva e do contato próximo e frequente com um indivíduo infectado. Esse micro-organismo tem uma preferência pelos lugares mais frios do corpo — como cotovelos, joelhos, pés e lóbulos da orelha —, onde há uma menor circulação de sangue.
Ele costuma se esconder nos nervos periféricos, que ficam logo abaixo da pele, e podem permanecer ali por anos ou décadas antes de manifestar qualquer sintoma.
"Cerca de 90% da população consegue se defender bem do patógeno. Mas há 10% que, por uma questão de imunidade, vão desenvolver a doença", estima o médico Egon Daxbacher, coordenador do Departamento de Hanseníase da Sociedade Brasileira de Dermatologia.
O nome hanseníase, aliás, faz referência ao cientista norueguês Gerhard Hansen, que descobriu o patógeno e o identificou como o causador da moléstia no século 19.
Outra característica marcante da Mycobacterium leprae é o tempo que ela leva para se reproduzir: enquanto outras bactérias geram descendentes em 12 ou 24 horas, essa espécie tem uma replicação lenta, que demora até 15 dias. Essa morosidade ajuda a entender uma das características mais marcantes da enfermidade: os anos ou as décadas que ela demora a se manifestar e provocar os efeitos mais graves no organismo.

De acordo com o texto, a hanseníase é uma doença que

Questão 2 de 50 Q2 da prova
Uma doença milenar
A hanseníase é descrita em tratados de Medicina da Índia do século 6 a.C. Ela também aparece em diversas passagens do Novo Testamento da Bíblia, ainda com o nome pelo qual era conhecida no passado: lepra.
No Evangelho de Marcos, por exemplo, há uma passagem em que um "leproso" se aproxima de Jesus Cristo e pede para ser curado. "E Jesus, movido de compaixão, estendeu a mão, tocou-o [...] Logo a lepra desapareceu e [ele] ficou limpo", diz o texto.
Na Europa, durante a Idade Média, indivíduos com a doença eram expulsos das cidades e obrigados a andar com um sino para anunciar a passagem. Muitos eram internados nos "leprosários" ou "lazaretos", instituições que continuaram (e continuam) a existir em muitos lugares — inclusive no Brasil.
Em suma, a hanseníase é causada pela bactéria Mycobacterium leprae. Ela é transmitida por meio de gotículas de saliva e do contato próximo e frequente com um indivíduo infectado. Esse micro-organismo tem uma preferência pelos lugares mais frios do corpo — como cotovelos, joelhos, pés e lóbulos da orelha —, onde há uma menor circulação de sangue.
Ele costuma se esconder nos nervos periféricos, que ficam logo abaixo da pele, e podem permanecer ali por anos ou décadas antes de manifestar qualquer sintoma.
"Cerca de 90% da população consegue se defender bem do patógeno. Mas há 10% que, por uma questão de imunidade, vão desenvolver a doença", estima o médico Egon Daxbacher, coordenador do Departamento de Hanseníase da Sociedade Brasileira de Dermatologia.
O nome hanseníase, aliás, faz referência ao cientista norueguês Gerhard Hansen, que descobriu o patógeno e o identificou como o causador da moléstia no século 19.
Outra característica marcante da Mycobacterium leprae é o tempo que ela leva para se reproduzir: enquanto outras bactérias geram descendentes em 12 ou 24 horas, essa espécie tem uma replicação lenta, que demora até 15 dias. Essa morosidade ajuda a entender uma das características mais marcantes da enfermidade: os anos ou as décadas que ela demora a se manifestar e provocar os efeitos mais graves no organismo.

No trecho "E Jesus, movido de compaixão, estendeu a mão, tocou-o [...] Logo a lepra desapareceu e [ele] ficou limpo" (2º parágrafo), as aspas duplas foram empregadas para indicar

Questão 3 de 50 Q3 da prova
Uma doença milenar
A hanseníase é descrita em tratados de Medicina da Índia do século 6 a.C. Ela também aparece em diversas passagens do Novo Testamento da Bíblia, ainda com o nome pelo qual era conhecida no passado: lepra.
No Evangelho de Marcos, por exemplo, há uma passagem em que um "leproso" se aproxima de Jesus Cristo e pede para ser curado. "E Jesus, movido de compaixão, estendeu a mão, tocou-o [...] Logo a lepra desapareceu e [ele] ficou limpo", diz o texto.
Na Europa, durante a Idade Média, indivíduos com a doença eram expulsos das cidades e obrigados a andar com um sino para anunciar a passagem. Muitos eram internados nos "leprosários" ou "lazaretos", instituições que continuaram (e continuam) a existir em muitos lugares — inclusive no Brasil.
Em suma, a hanseníase é causada pela bactéria Mycobacterium leprae. Ela é transmitida por meio de gotículas de saliva e do contato próximo e frequente com um indivíduo infectado. Esse micro-organismo tem uma preferência pelos lugares mais frios do corpo — como cotovelos, joelhos, pés e lóbulos da orelha —, onde há uma menor circulação de sangue.
Ele costuma se esconder nos nervos periféricos, que ficam logo abaixo da pele, e podem permanecer ali por anos ou décadas antes de manifestar qualquer sintoma.
"Cerca de 90% da população consegue se defender bem do patógeno. Mas há 10% que, por uma questão de imunidade, vão desenvolver a doença", estima o médico Egon Daxbacher, coordenador do Departamento de Hanseníase da Sociedade Brasileira de Dermatologia.
O nome hanseníase, aliás, faz referência ao cientista norueguês Gerhard Hansen, que descobriu o patógeno e o identificou como o causador da moléstia no século 19.
Outra característica marcante da Mycobacterium leprae é o tempo que ela leva para se reproduzir: enquanto outras bactérias geram descendentes em 12 ou 24 horas, essa espécie tem uma replicação lenta, que demora até 15 dias. Essa morosidade ajuda a entender uma das características mais marcantes da enfermidade: os anos ou as décadas que ela demora a se manifestar e provocar os efeitos mais graves no organismo.

A palavra hanseníase recebe o acento gráfico porque é

Questão 4 de 50 Q4 da prova
Uma doença milenar
A hanseníase é descrita em tratados de Medicina da Índia do século 6 a.C. Ela também aparece em diversas passagens do Novo Testamento da Bíblia, ainda com o nome pelo qual era conhecida no passado: lepra.
No Evangelho de Marcos, por exemplo, há uma passagem em que um "leproso" se aproxima de Jesus Cristo e pede para ser curado. "E Jesus, movido de compaixão, estendeu a mão, tocou-o [...] Logo a lepra desapareceu e [ele] ficou limpo", diz o texto.
Na Europa, durante a Idade Média, indivíduos com a doença eram expulsos das cidades e obrigados a andar com um sino para anunciar a passagem. Muitos eram internados nos "leprosários" ou "lazaretos", instituições que continuaram (e continuam) a existir em muitos lugares — inclusive no Brasil.
Em suma, a hanseníase é causada pela bactéria Mycobacterium leprae. Ela é transmitida por meio de gotículas de saliva e do contato próximo e frequente com um indivíduo infectado. Esse micro-organismo tem uma preferência pelos lugares mais frios do corpo — como cotovelos, joelhos, pés e lóbulos da orelha —, onde há uma menor circulação de sangue.
Ele costuma se esconder nos nervos periféricos, que ficam logo abaixo da pele, e podem permanecer ali por anos ou décadas antes de manifestar qualquer sintoma.
"Cerca de 90% da população consegue se defender bem do patógeno. Mas há 10% que, por uma questão de imunidade, vão desenvolver a doença", estima o médico Egon Daxbacher, coordenador do Departamento de Hanseníase da Sociedade Brasileira de Dermatologia.
O nome hanseníase, aliás, faz referência ao cientista norueguês Gerhard Hansen, que descobriu o patógeno e o identificou como o causador da moléstia no século 19.
Outra característica marcante da Mycobacterium leprae é o tempo que ela leva para se reproduzir: enquanto outras bactérias geram descendentes em 12 ou 24 horas, essa espécie tem uma replicação lenta, que demora até 15 dias. Essa morosidade ajuda a entender uma das características mais marcantes da enfermidade: os anos ou as décadas que ela demora a se manifestar e provocar os efeitos mais graves no organismo.

A palavra "morosidade", empregada no último parágrafo do texto, pode ser substituída, sem prejuízo de sentido ao contexto, por

Questão 5 de 50 Q5 da prova
Uma doença milenar
A hanseníase é descrita em tratados de Medicina da Índia do século 6 a.C. Ela também aparece em diversas passagens do Novo Testamento da Bíblia, ainda com o nome pelo qual era conhecida no passado: lepra.
No Evangelho de Marcos, por exemplo, há uma passagem em que um "leproso" se aproxima de Jesus Cristo e pede para ser curado. "E Jesus, movido de compaixão, estendeu a mão, tocou-o [...] Logo a lepra desapareceu e [ele] ficou limpo", diz o texto.
Na Europa, durante a Idade Média, indivíduos com a doença eram expulsos das cidades e obrigados a andar com um sino para anunciar a passagem. Muitos eram internados nos "leprosários" ou "lazaretos", instituições que continuaram (e continuam) a existir em muitos lugares — inclusive no Brasil.
Em suma, a hanseníase é causada pela bactéria Mycobacterium leprae. Ela é transmitida por meio de gotículas de saliva e do contato próximo e frequente com um indivíduo infectado. Esse micro-organismo tem uma preferência pelos lugares mais frios do corpo — como cotovelos, joelhos, pés e lóbulos da orelha —, onde há uma menor circulação de sangue.
Ele costuma se esconder nos nervos periféricos, que ficam logo abaixo da pele, e podem permanecer ali por anos ou décadas antes de manifestar qualquer sintoma.
"Cerca de 90% da população consegue se defender bem do patógeno. Mas há 10% que, por uma questão de imunidade, vão desenvolver a doença", estima o médico Egon Daxbacher, coordenador do Departamento de Hanseníase da Sociedade Brasileira de Dermatologia.
O nome hanseníase, aliás, faz referência ao cientista norueguês Gerhard Hansen, que descobriu o patógeno e o identificou como o causador da moléstia no século 19.
Outra característica marcante da Mycobacterium leprae é o tempo que ela leva para se reproduzir: enquanto outras bactérias geram descendentes em 12 ou 24 horas, essa espécie tem uma replicação lenta, que demora até 15 dias. Essa morosidade ajuda a entender uma das características mais marcantes da enfermidade: os anos ou as décadas que ela demora a se manifestar e provocar os efeitos mais graves no organismo.

As palavras "moléstia" e "patógeno", empregadas durante o texto, referem-se

Questão 6 de 50 Q6 da prova

Assinale a alternativa cujo verbo grifado está conjugado no presente do indicativo.

Questão 7 de 50 Q7 da prova

Em qual das sentenças abaixo foi empregada uma silepse de gênero?

Questão 8 de 50 Q8 da prova

Na frase "Bons olhos que te vejam, e que os maus curados sejam.", a classe de palavras a que pertence a palavra "Bons" é a dos(das)

Questão 9 de 50 Q9 da prova

Assinale a alternativa em cuja frase a preposição empregada entre os colchetes NÃO está de acordo com a que a palavra grifada exige.

Questão 10 de 50 Q10 da prova

Assinale a alternativa que apresenta uma oração adversativa.

Questão 11 de 50 Q11 da prova

Qual das frases abaixo é formada por uma oração sem sujeito?

Questão 12 de 50 Q12 da prova

A função fática da linguagem se faz presente em qual dos trechos abaixo?

Questão 13 de 50 Q13 da prova
Leia o fragmento a seguir.
"Milkau cumprimentou, tirando cortesmente o chapéu; o homem lá no alto correspondeu, erguendo indolente o sombreiro de palha. O dono da fazenda, de pés nus, calça de zuarte, camisa de chita sem goma, parecia, com a barba branca, muito velho, atestando na alvura da tez a pureza da geração. A fisionomia era triste, como se ele tivesse consciência de que sobre si recaía o peso do descalabro da raça e da família; o olhar, turvo, apagado para os aspectos da vida como o de um idiota; o esgotamento das suas faculdades, das emoções e sensações era completo e o reduzira a uma atitude miseranda de autômato. Mas, ainda assim, ele representava a figura humana, a mesma vida superior envolta na queda das coisas, arrastada na ruína geral."
ARANHA, Graça. Canaã. Disponível em: http://ibamendes.org/Canaa%20-%20Graca%20Aranha%20-%20IBA%20MENDES.pdf. Acesso em: 07 jun. 2023.

O tipo textual predominante nesse fragmento é o

Questão 14 de 50 Q14 da prova
Leia o texto abaixo.
BRASIL. Ministério da Saúde. Instituto Nacional de Câncer. Pare de fumar, recupere seu fôlego. Dia Mundial sem Tabaco, 2022. Disponível em: https://www.inca.gov.br/campanhas/dia-mundial-sem-tabaco/2022/pare-de-fumar-recupere-seu-folego. Acesso em: 08 jun. 2023.

Analisando-se suas características, pode-se afirmar que o texto apresentado pertence ao gênero

Questão 15 de 50 Q15 da prova

Na sentença Um em cada cinco jovens brasileiros não estuda nem trabalha, diz IBGE (CNN Brasil, 07/06/23), a voz verbal em que se encontram os verbos "estudar" e "trabalhar" é a

Questão 16 de 50 Q16 da prova

No século XXI, tem-se notado uma busca pelo reaproveitamento das estruturas antigas das cidades e que, hoje em dia, sofrem com um processo de decadência física e socioeconômica, mas esse reaproveitamento está ligado a um tipo de economia (baseada na 4ª Revolução Industrial) e de sociedade (gentrificação, nômades digitais, artistas, etc.) que leva ao surgimento das chamadas:

Questão 17 de 50 Q17 da prova

Técnicas e instrumentos de controle do meio ambiente construído e interpretação de valores e necessidades comportamentais individuais e de grupo são temáticas do:

Questão 18 de 50 Q18 da prova

Este termo, de origem inglesa, "refere-se a processos de mudança das paisagens urbanas, aos usos e significados de zonas antigas e/ou populares das cidades que apresentam degradação física, passando a atrair moradores de rendas mais elevadas". O termo em questão é:

Questão 19 de 50 Q19 da prova

De acordo com a Lei nº12.378/2010, sua emissão é obrigatória para a realização de qualquer trabalho de competência privativa de arquitetos e urbanistas. Trata-se do(da):

Questão 20 de 50 Q20 da prova

Os sete principais grupos de atividades em Arquitetura e Urbanismo são definidos pelo(a):

Questão 21 de 50 Q21 da prova

É constituída não somente por espaços construídos, mas pelo relevo, águas, construções, entre outras coisas e, também, pelo comportamento humano. Estamos falando da:

Questão 22 de 50 Q22 da prova

No Brasil, segundo o Decreto-lei nº25 de 30 de novembro de 1937, pelos mesmos motivos que se tombam as construções, também são tombados, por suas feições notáveis:

Questão 23 de 50 Q23 da prova

No Brasil, o termo que serve para designar as diversas escalas e formas de ação e de estudo sobre a paisagem é:

Questão 24 de 50 Q24 da prova

Sobre a representação gráfica do projeto paisagístico é CORRETO afirmar que:

Questão 25 de 50 Q25 da prova

A linha projetual moderna do paisagismo brasileiro tem como característica marcante:

Questão 26 de 50 Q26 da prova

A noção de conforto ambiental, nas edificações, envolve questões de:

Questão 27 de 50 Q27 da prova

"Áreas sombreadas e abertas desempenham a função de filtros, de coadores de luz, suavizando suas asperezas". Esta frase, quase poética, mas extremamente verdadeira para o nosso clima, foi dita por:

Questão 28 de 50 Q28 da prova

A relação entre o fluxo luminoso, emitido por uma lâmpada e a potência elétrica desta é chamada de:

Questão 29 de 50 Q29 da prova

Corresponde à capacidade do material de dissipar a energia do som. Essa capacidade dos materiais acústicos é:

Questão 30 de 50 Q30 da prova

A iluminação natural, em nossa região, foi primeiro aproveitada nos projetos modernistas de:

Questão 31 de 50 Q31 da prova

A representação esquemática de um ambiente, prédio ou paisagem feita à mão livre e que é uma etapa inicial de um projeto é chamada de:

Questão 32 de 50 Q32 da prova

O estudo direto do objeto arquitetônico, através de medições, estudos bibliográficos, visuais e iconográficos, é conhecido, no âmbito da profissão, como:

Questão 33 de 50 Q33 da prova

Dentre os tipos de levantamento arquitetônico, podemos citar a:

Questão 34 de 50 Q34 da prova

Para que um croqui possa ser interpretado por quem o vê, é muito importante que o professional, que o realiza, preste atenção ao(s)(à):

Questão 35 de 50 Q35 da prova

Na criação de um portfólio de projetos, as imagens são o carro-chefe da estrutura de apresentação. Quanto aos croquis, seu uso é correto, desde que sejam usados como:

Questão 36 de 50 Q36 da prova

Quando um objeto é projetado perpendicularmente sobre um plano, suas imagens recebem o nome genérico de:

Questão 37 de 50 Q37 da prova

A reta que corresponde ao encontro ou interseção dos planos de projeção é chamada de:

Questão 38 de 50 Q38 da prova

A planta de situação indica a forma e as dimensões do terreno, os lotes e quadras vizinhos, a orientação (norte), o relevo do terreno e as ruas de acesso, sendo comum usar as seguintes escalas para representá-la:

Questão 39 de 50 Q39 da prova

A NBR 6492/1994 define os elementos constantes de um projeto arquitetônico, sendo que, das alternativas abaixo, um elemento não é obrigatório nem para a apresentação, nem para a execução do projeto. Trata-se da:

Questão 40 de 50 Q40 da prova

Planta que compreende o partido arquitetônico como um todo em seus múltiplos aspectos:

Questão 41 de 50 Q41 da prova

Projeção central, perspectiva central, perspectiva aérea e perspectiva linear são outros nomes para a:

Questão 42 de 50 Q42 da prova

Na perspectiva isométrica, a figura representada fica mais inteligível, porque:

Questão 43 de 50 Q43 da prova

Rincão e tacaniça, espelho e poço são elementos que compõem, respectivamente:

Questão 44 de 50 Q44 da prova

Os patamares de escadas, situados em mudança de direção, devem suas dimensões (comprimento e largura) iguais a(à):

Questão 45 de 50 Q45 da prova

Segundo a NBR 9050/2020, a equação que calcula corretamente a inclinação de uma rampa é:

Questão 46 de 50 Q46 da prova

Esse software incorpora a ideia do projeto com parâmetros que abrangem a sua totalidade, além de importar, exportar e vincular com formatos de arquivo BIM e CAD mais usados. A afirmação se refere ao:

Questão 47 de 50 Q47 da prova

No Microsoft® Word, "estrutura de tópicos" é um comando pertencente à aba:

Questão 48 de 50 Q48 da prova

No Microsoft® Excel, na formatação condicional, é possível encontrar o:

Questão 49 de 50 Q49 da prova

Governo Federal instituiu a obrigatoriedade da utilização da Metodologia BIM (Building Information Modeling) na execução direta e indireta de todas as obras de engenharia realizadas pelos órgãos e entidades da administração pública federal através do(a):

Questão 50 de 50 Q50 da prova

Segundo a ASBEA - Associação Brasileira de Escritórios de Arquitetura, há uma diferença perceptível entre o processo de trabalho, baseado em CAD e o processo baseado em BIM, de modo que no processo BIM:

Acertos
Erros
50
Total