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Prova Engenheiro Químico - IMAJ
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Questão 1 de 19 Q1 da prova
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 8. Ontem, hoje, amanhã Otto Lara Resende Quando eu era menino, meu pai teve um carro americano marca Oakland. Ninguém hoje pode imaginar o que era já não digo um carro, mas só a chegada de um carro. Comprado no Rio, subia para Minas de trem, num vagão aberto, de carga. Agora tudo se banalizou. Tudo é massificado. Qualquer patureba não só tem carro, como troca de carro toda hora. Isto me lembra uma conversa do dr. Eugênio Gudin com o dr. Raul Fernandes, quando viram um casalzinho de noivos indo pra Europa. É história do princípio dos anos 30. O dr. Gudin e o dr. Raul, duas eminências, eram dos bons tempos do imperialismo inglês. Enjoavam um pouco a bordo do Brasil e boa parte do ano iam respirar em Londres. Quando viram os pombinhos arrulhando de passagens na mão, passagens de navio, o dr. Raul disse ao dr. Gudin: "Onde estamos, seu Eugênio! Daqui a pouco qualquer pacóvio será capaz de ir à Europa". Não demorou muito e a profecia se tornou realidade. Historinha puxa historinha e me lembro do que diz o meu amigo Aloyzio de Salles: "Antigamente, só um grande brasileiro, tipo varão de Plutarco, fazia 60 anos. Hoje em dia, tem um monte de beldroegas que fazem 60, 70 e até 80 anos!". Para dar esta volta toda, está-se vendo que eu estou mais pra lá do que pra cá em matéria de idade. Pois é: Oakland. O que é a força de uma palavra. Eu pronunciava à brasileira: O-a-clande. Até que me ensinaram que oak é carvalho em inglês. Oakland, terra do carvalho. Nunca mais esqueci. Agora aconteceu esse medonho incêndio em Oakland, na Califórnia. Além de ler, vi o fogaréu na televisão, com cada chama do tamanho de um bonde queimando os carvalhos e as casas. Não foi à toa que botaram fogo no inferno. Nada mais assustador, Deus me livre! Pois vejam a força de uma palavra que vem do fundo da infância. Nunca fui a Oakland. À Califórnia, já (e tenho medo de voltar por causa dos anunciados terremotos). Graças à marca do automóvel, trago no peito o eco de uma vaga familiaridade com Oakland. Como se Oakland fosse vizinha de São João del-Rei, onde nasci e me deslumbrei com o carro de meu pai. Agora corta para a minha amiga Teresa, a que tem seis anos de idade. Ela apareceu ontem com a Caetana, minha neta, no meu escritório para me visitar. Ofereci-lhes drops misto. A Teresa pegou um sabor tangerina, começou a tirar o papel, parou e me perguntou: "Não tem cocaína, não?". A Caetana morreu de rir. Fico pensando o que ela vai escrever aqui na Folha daqui a 30 ou 40 anos.

"Historinha puxa historinha e me lembro do que diz o meu amigo Aloyzio de Salles." O vocábulo "puxa" está grafado corretamente com "x". Agora, analise as grafias dos vocábulos escritos com essa mesma letra nos enunciados a seguir: I.O pescador organizou cada apetrexo antes de iniciar a jornada no rio. II.Foi preciso atarraxar bem os parafusos para garantir a segurança da estrutura. III.O repuxo da fonte chamou a atenção dos visitantes da praça. IV.É crime pixar muros e prédios públicos, pois essa prática degrada o patrimônio urbano. É correto afirmar que os vocábulos grafados corretamente com "x" encontram-se nos enunciados:

Questão 2 de 19 Q2 da prova
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 8. Ontem, hoje, amanhã Otto Lara Resende Quando eu era menino, meu pai teve um carro americano marca Oakland. Ninguém hoje pode imaginar o que era já não digo um carro, mas só a chegada de um carro. Comprado no Rio, subia para Minas de trem, num vagão aberto, de carga. Agora tudo se banalizou. Tudo é massificado. Qualquer patureba não só tem carro, como troca de carro toda hora. Isto me lembra uma conversa do dr. Eugênio Gudin com o dr. Raul Fernandes, quando viram um casalzinho de noivos indo pra Europa. É história do princípio dos anos 30. O dr. Gudin e o dr. Raul, duas eminências, eram dos bons tempos do imperialismo inglês. Enjoavam um pouco a bordo do Brasil e boa parte do ano iam respirar em Londres. Quando viram os pombinhos arrulhando de passagens na mão, passagens de navio, o dr. Raul disse ao dr. Gudin: "Onde estamos, seu Eugênio! Daqui a pouco qualquer pacóvio será capaz de ir à Europa". Não demorou muito e a profecia se tornou realidade. Historinha puxa historinha e me lembro do que diz o meu amigo Aloyzio de Salles: "Antigamente, só um grande brasileiro, tipo varão de Plutarco, fazia 60 anos. Hoje em dia, tem um monte de beldroegas que fazem 60, 70 e até 80 anos!". Para dar esta volta toda, está-se vendo que eu estou mais pra lá do que pra cá em matéria de idade. Pois é: Oakland. O que é a força de uma palavra. Eu pronunciava à brasileira: O-a-clande. Até que me ensinaram que oak é carvalho em inglês. Oakland, terra do carvalho. Nunca mais esqueci. Agora aconteceu esse medonho incêndio em Oakland, na Califórnia. Além de ler, vi o fogaréu na televisão, com cada chama do tamanho de um bonde queimando os carvalhos e as casas. Não foi à toa que botaram fogo no inferno. Nada mais assustador, Deus me livre! Pois vejam a força de uma palavra que vem do fundo da infância. Nunca fui a Oakland. À Califórnia, já (e tenho medo de voltar por causa dos anunciados terremotos). Graças à marca do automóvel, trago no peito o eco de uma vaga familiaridade com Oakland. Como se Oakland fosse vizinha de São João del-Rei, onde nasci e me deslumbrei com o carro de meu pai. Agora corta para a minha amiga Teresa, a que tem seis anos de idade. Ela apareceu ontem com a Caetana, minha neta, no meu escritório para me visitar. Ofereci-lhes drops misto. A Teresa pegou um sabor tangerina, começou a tirar o papel, parou e me perguntou: "Não tem cocaína, não?". A Caetana morreu de rir. Fico pensando o que ela vai escrever aqui na Folha daqui a 30 ou 40 anos.

A coerência assegura que as ideias de um texto se relacionem de forma lógica e consistente, mantendo a unidade temática e o sentido global da mensagem. Com base nos mecanismos de coerência e coesão textual, analise as afirmativas a seguir: I.Por se tratar de uma crônica, os acontecimentos são apresentados de forma totalmente aleatória, sem qualquer organização temática ou relação de sentido entre passado e presente. II.Há marcas de coesão referencial, com emprego de pronomes e substantivos que retomam elementos citados. III.Há marcadores de tempo que ajudam a situar os fatos, como em "Em 2013...", "ontem", "Até que". IV.Há o uso de recursos que evitam repetições desnecessárias, preservando o sentido, assim como o emprego de paralelismo e de repetições intencionais para produzir efeito estilístico. É correto o que se afirma em:

Questão 3 de 19 Q4 da prova
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 8. Ontem, hoje, amanhã Otto Lara Resende Quando eu era menino, meu pai teve um carro americano marca Oakland. Ninguém hoje pode imaginar o que era já não digo um carro, mas só a chegada de um carro. Comprado no Rio, subia para Minas de trem, num vagão aberto, de carga. Agora tudo se banalizou. Tudo é massificado. Qualquer patureba não só tem carro, como troca de carro toda hora. Isto me lembra uma conversa do dr. Eugênio Gudin com o dr. Raul Fernandes, quando viram um casalzinho de noivos indo pra Europa. É história do princípio dos anos 30. O dr. Gudin e o dr. Raul, duas eminências, eram dos bons tempos do imperialismo inglês. Enjoavam um pouco a bordo do Brasil e boa parte do ano iam respirar em Londres. Quando viram os pombinhos arrulhando de passagens na mão, passagens de navio, o dr. Raul disse ao dr. Gudin: "Onde estamos, seu Eugênio! Daqui a pouco qualquer pacóvio será capaz de ir à Europa". Não demorou muito e a profecia se tornou realidade. Historinha puxa historinha e me lembro do que diz o meu amigo Aloyzio de Salles: "Antigamente, só um grande brasileiro, tipo varão de Plutarco, fazia 60 anos. Hoje em dia, tem um monte de beldroegas que fazem 60, 70 e até 80 anos!". Para dar esta volta toda, está-se vendo que eu estou mais pra lá do que pra cá em matéria de idade. Pois é: Oakland. O que é a força de uma palavra. Eu pronunciava à brasileira: O-a-clande. Até que me ensinaram que oak é carvalho em inglês. Oakland, terra do carvalho. Nunca mais esqueci. Agora aconteceu esse medonho incêndio em Oakland, na Califórnia. Além de ler, vi o fogaréu na televisão, com cada chama do tamanho de um bonde queimando os carvalhos e as casas. Não foi à toa que botaram fogo no inferno. Nada mais assustador, Deus me livre! Pois vejam a força de uma palavra que vem do fundo da infância. Nunca fui a Oakland. À Califórnia, já (e tenho medo de voltar por causa dos anunciados terremotos). Graças à marca do automóvel, trago no peito o eco de uma vaga familiaridade com Oakland. Como se Oakland fosse vizinha de São João del-Rei, onde nasci e me deslumbrei com o carro de meu pai. Agora corta para a minha amiga Teresa, a que tem seis anos de idade. Ela apareceu ontem com a Caetana, minha neta, no meu escritório para me visitar. Ofereci-lhes drops misto. A Teresa pegou um sabor tangerina, começou a tirar o papel, parou e me perguntou: "Não tem cocaína, não?". A Caetana morreu de rir. Fico pensando o que ela vai escrever aqui na Folha daqui a 30 ou 40 anos.

"Nunca fui a Oakland. À Califórnia, já (e tenho medo de voltar por causa dos anunciados terremotos)." O verbo "ir" rege preposição e, por isso, pode exigir o uso de crase, a depender do contexto de emprego. Com base nisso, observe o uso desse sinal no enunciado acima e analise as afirmativas: I.A crase antes de "Califórnia" ocorre devido à fusão da preposição exigida pelo verbo 'ir' com o artigo feminino que antecede o nome do lugar, que admite artigo. II.O emprego da crase antes de "Oakland" é facultativo, o que justifica a sua ausência. III.Houve falha na construção "a Oakland", pois a crase é obrigatória por se tratar de locução adverbial feminina. IV.A crase ocorre obrigatoriamente antes de qualquer nome geográfico feminino, por isso houve falha na ausência da crase antes de "Oakland". É correto o que se afirma em:

Questão 4 de 19 Q5 da prova
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 8. Ontem, hoje, amanhã Otto Lara Resende Quando eu era menino, meu pai teve um carro americano marca Oakland. Ninguém hoje pode imaginar o que era já não digo um carro, mas só a chegada de um carro. Comprado no Rio, subia para Minas de trem, num vagão aberto, de carga. Agora tudo se banalizou. Tudo é massificado. Qualquer patureba não só tem carro, como troca de carro toda hora. Isto me lembra uma conversa do dr. Eugênio Gudin com o dr. Raul Fernandes, quando viram um casalzinho de noivos indo pra Europa. É história do princípio dos anos 30. O dr. Gudin e o dr. Raul, duas eminências, eram dos bons tempos do imperialismo inglês. Enjoavam um pouco a bordo do Brasil e boa parte do ano iam respirar em Londres. Quando viram os pombinhos arrulhando de passagens na mão, passagens de navio, o dr. Raul disse ao dr. Gudin: "Onde estamos, seu Eugênio! Daqui a pouco qualquer pacóvio será capaz de ir à Europa". Não demorou muito e a profecia se tornou realidade. Historinha puxa historinha e me lembro do que diz o meu amigo Aloyzio de Salles: "Antigamente, só um grande brasileiro, tipo varão de Plutarco, fazia 60 anos. Hoje em dia, tem um monte de beldroegas que fazem 60, 70 e até 80 anos!". Para dar esta volta toda, está-se vendo que eu estou mais pra lá do que pra cá em matéria de idade. Pois é: Oakland. O que é a força de uma palavra. Eu pronunciava à brasileira: O-a-clande. Até que me ensinaram que oak é carvalho em inglês. Oakland, terra do carvalho. Nunca mais esqueci. Agora aconteceu esse medonho incêndio em Oakland, na Califórnia. Além de ler, vi o fogaréu na televisão, com cada chama do tamanho de um bonde queimando os carvalhos e as casas. Não foi à toa que botaram fogo no inferno. Nada mais assustador, Deus me livre! Pois vejam a força de uma palavra que vem do fundo da infância. Nunca fui a Oakland. À Califórnia, já (e tenho medo de voltar por causa dos anunciados terremotos). Graças à marca do automóvel, trago no peito o eco de uma vaga familiaridade com Oakland. Como se Oakland fosse vizinha de São João del-Rei, onde nasci e me deslumbrei com o carro de meu pai. Agora corta para a minha amiga Teresa, a que tem seis anos de idade. Ela apareceu ontem com a Caetana, minha neta, no meu escritório para me visitar. Ofereci-lhes drops misto. A Teresa pegou um sabor tangerina, começou a tirar o papel, parou e me perguntou: "Não tem cocaína, não?". A Caetana morreu de rir. Fico pensando o que ela vai escrever aqui na Folha daqui a 30 ou 40 anos.

Com base nas regras de acentuação, marque com V as afirmativas verdadeiras ou com F as falsas. (__ )O vocábulo "fogaréu" está grafado corretamente com acento gráfico, diferentemente dos vocábulos 'heróico' e 'epopéia', que não devem ser acentuados, conforme o Novo Acordo Ortográfico. (__ )O vocábulo "além" é acentuado por apresentar a última sílaba tônica, terminada em "em", o que justifica o acento gráfico. (__ )O verbo "ler", quando flexionado na terceira pessoa do plural do presente do indicativo, não recebe acento gráfico. (__ )Os vocábulos "televisão" e "aconteceu" possuem a mesma classificação quanto ao acento tônico. A sequência que preenche corretamente os itens acima, de cima para baixo, é:

Questão 5 de 19 Q6 da prova
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 8. Ontem, hoje, amanhã Otto Lara Resende Quando eu era menino, meu pai teve um carro americano marca Oakland. Ninguém hoje pode imaginar o que era já não digo um carro, mas só a chegada de um carro. Comprado no Rio, subia para Minas de trem, num vagão aberto, de carga. Agora tudo se banalizou. Tudo é massificado. Qualquer patureba não só tem carro, como troca de carro toda hora. Isto me lembra uma conversa do dr. Eugênio Gudin com o dr. Raul Fernandes, quando viram um casalzinho de noivos indo pra Europa. É história do princípio dos anos 30. O dr. Gudin e o dr. Raul, duas eminências, eram dos bons tempos do imperialismo inglês. Enjoavam um pouco a bordo do Brasil e boa parte do ano iam respirar em Londres. Quando viram os pombinhos arrulhando de passagens na mão, passagens de navio, o dr. Raul disse ao dr. Gudin: "Onde estamos, seu Eugênio! Daqui a pouco qualquer pacóvio será capaz de ir à Europa". Não demorou muito e a profecia se tornou realidade. Historinha puxa historinha e me lembro do que diz o meu amigo Aloyzio de Salles: "Antigamente, só um grande brasileiro, tipo varão de Plutarco, fazia 60 anos. Hoje em dia, tem um monte de beldroegas que fazem 60, 70 e até 80 anos!". Para dar esta volta toda, está-se vendo que eu estou mais pra lá do que pra cá em matéria de idade. Pois é: Oakland. O que é a força de uma palavra. Eu pronunciava à brasileira: O-a-clande. Até que me ensinaram que oak é carvalho em inglês. Oakland, terra do carvalho. Nunca mais esqueci. Agora aconteceu esse medonho incêndio em Oakland, na Califórnia. Além de ler, vi o fogaréu na televisão, com cada chama do tamanho de um bonde queimando os carvalhos e as casas. Não foi à toa que botaram fogo no inferno. Nada mais assustador, Deus me livre! Pois vejam a força de uma palavra que vem do fundo da infância. Nunca fui a Oakland. À Califórnia, já (e tenho medo de voltar por causa dos anunciados terremotos). Graças à marca do automóvel, trago no peito o eco de uma vaga familiaridade com Oakland. Como se Oakland fosse vizinha de São João del-Rei, onde nasci e me deslumbrei com o carro de meu pai. Agora corta para a minha amiga Teresa, a que tem seis anos de idade. Ela apareceu ontem com a Caetana, minha neta, no meu escritório para me visitar. Ofereci-lhes drops misto. A Teresa pegou um sabor tangerina, começou a tirar o papel, parou e me perguntou: "Não tem cocaína, não?". A Caetana morreu de rir. Fico pensando o que ela vai escrever aqui na Folha daqui a 30 ou 40 anos.

Sobre a observação do narrador em relação à Teresa e Caetana, é CORRETO afirmar que:

Questão 6 de 19 Q7 da prova
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 8. Ontem, hoje, amanhã Otto Lara Resende Quando eu era menino, meu pai teve um carro americano marca Oakland. Ninguém hoje pode imaginar o que era já não digo um carro, mas só a chegada de um carro. Comprado no Rio, subia para Minas de trem, num vagão aberto, de carga. Agora tudo se banalizou. Tudo é massificado. Qualquer patureba não só tem carro, como troca de carro toda hora. Isto me lembra uma conversa do dr. Eugênio Gudin com o dr. Raul Fernandes, quando viram um casalzinho de noivos indo pra Europa. É história do princípio dos anos 30. O dr. Gudin e o dr. Raul, duas eminências, eram dos bons tempos do imperialismo inglês. Enjoavam um pouco a bordo do Brasil e boa parte do ano iam respirar em Londres. Quando viram os pombinhos arrulhando de passagens na mão, passagens de navio, o dr. Raul disse ao dr. Gudin: "Onde estamos, seu Eugênio! Daqui a pouco qualquer pacóvio será capaz de ir à Europa". Não demorou muito e a profecia se tornou realidade. Historinha puxa historinha e me lembro do que diz o meu amigo Aloyzio de Salles: "Antigamente, só um grande brasileiro, tipo varão de Plutarco, fazia 60 anos. Hoje em dia, tem um monte de beldroegas que fazem 60, 70 e até 80 anos!". Para dar esta volta toda, está-se vendo que eu estou mais pra lá do que pra cá em matéria de idade. Pois é: Oakland. O que é a força de uma palavra. Eu pronunciava à brasileira: O-a-clande. Até que me ensinaram que oak é carvalho em inglês. Oakland, terra do carvalho. Nunca mais esqueci. Agora aconteceu esse medonho incêndio em Oakland, na Califórnia. Além de ler, vi o fogaréu na televisão, com cada chama do tamanho de um bonde queimando os carvalhos e as casas. Não foi à toa que botaram fogo no inferno. Nada mais assustador, Deus me livre! Pois vejam a força de uma palavra que vem do fundo da infância. Nunca fui a Oakland. À Califórnia, já (e tenho medo de voltar por causa dos anunciados terremotos). Graças à marca do automóvel, trago no peito o eco de uma vaga familiaridade com Oakland. Como se Oakland fosse vizinha de São João del-Rei, onde nasci e me deslumbrei com o carro de meu pai. Agora corta para a minha amiga Teresa, a que tem seis anos de idade. Ela apareceu ontem com a Caetana, minha neta, no meu escritório para me visitar. Ofereci-lhes drops misto. A Teresa pegou um sabor tangerina, começou a tirar o papel, parou e me perguntou: "Não tem cocaína, não?". A Caetana morreu de rir. Fico pensando o que ela vai escrever aqui na Folha daqui a 30 ou 40 anos.

Considerando o texto-base, é CORRETO afirmar que:

Questão 7 de 19 Q8 da prova
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 8. Ontem, hoje, amanhã Otto Lara Resende Quando eu era menino, meu pai teve um carro americano marca Oakland. Ninguém hoje pode imaginar o que era já não digo um carro, mas só a chegada de um carro. Comprado no Rio, subia para Minas de trem, num vagão aberto, de carga. Agora tudo se banalizou. Tudo é massificado. Qualquer patureba não só tem carro, como troca de carro toda hora. Isto me lembra uma conversa do dr. Eugênio Gudin com o dr. Raul Fernandes, quando viram um casalzinho de noivos indo pra Europa. É história do princípio dos anos 30. O dr. Gudin e o dr. Raul, duas eminências, eram dos bons tempos do imperialismo inglês. Enjoavam um pouco a bordo do Brasil e boa parte do ano iam respirar em Londres. Quando viram os pombinhos arrulhando de passagens na mão, passagens de navio, o dr. Raul disse ao dr. Gudin: "Onde estamos, seu Eugênio! Daqui a pouco qualquer pacóvio será capaz de ir à Europa". Não demorou muito e a profecia se tornou realidade. Historinha puxa historinha e me lembro do que diz o meu amigo Aloyzio de Salles: "Antigamente, só um grande brasileiro, tipo varão de Plutarco, fazia 60 anos. Hoje em dia, tem um monte de beldroegas que fazem 60, 70 e até 80 anos!". Para dar esta volta toda, está-se vendo que eu estou mais pra lá do que pra cá em matéria de idade. Pois é: Oakland. O que é a força de uma palavra. Eu pronunciava à brasileira: O-a-clande. Até que me ensinaram que oak é carvalho em inglês. Oakland, terra do carvalho. Nunca mais esqueci. Agora aconteceu esse medonho incêndio em Oakland, na Califórnia. Além de ler, vi o fogaréu na televisão, com cada chama do tamanho de um bonde queimando os carvalhos e as casas. Não foi à toa que botaram fogo no inferno. Nada mais assustador, Deus me livre! Pois vejam a força de uma palavra que vem do fundo da infância. Nunca fui a Oakland. À Califórnia, já (e tenho medo de voltar por causa dos anunciados terremotos). Graças à marca do automóvel, trago no peito o eco de uma vaga familiaridade com Oakland. Como se Oakland fosse vizinha de São João del-Rei, onde nasci e me deslumbrei com o carro de meu pai. Agora corta para a minha amiga Teresa, a que tem seis anos de idade. Ela apareceu ontem com a Caetana, minha neta, no meu escritório para me visitar. Ofereci-lhes drops misto. A Teresa pegou um sabor tangerina, começou a tirar o papel, parou e me perguntou: "Não tem cocaína, não?". A Caetana morreu de rir. Fico pensando o que ela vai escrever aqui na Folha daqui a 30 ou 40 anos.

Considerando a crônica de Otto Lara Resende, marque com V as afirmativas verdadeiras ou com F as falsas. (__ )A narrativa é totalmente objetiva e factual. (__ )Apenas fatos científicos são importantes na narrativa. (__ )O progresso material e tecnológico não necessariamente aumenta o valor afetivo ou simbólico das coisas. (__ )O autor utiliza o humor para criar distanciamento crítico e destacar contradições da vida moderna. A sequência que preenche corretamente os itens acima, de cima para baixo, é:

Questão 8 de 19 Q10 da prova
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 8. Ontem, hoje, amanhã Otto Lara Resende Quando eu era menino, meu pai teve um carro americano marca Oakland. Ninguém hoje pode imaginar o que era já não digo um carro, mas só a chegada de um carro. Comprado no Rio, subia para Minas de trem, num vagão aberto, de carga. Agora tudo se banalizou. Tudo é massificado. Qualquer patureba não só tem carro, como troca de carro toda hora. Isto me lembra uma conversa do dr. Eugênio Gudin com o dr. Raul Fernandes, quando viram um casalzinho de noivos indo pra Europa. É história do princípio dos anos 30. O dr. Gudin e o dr. Raul, duas eminências, eram dos bons tempos do imperialismo inglês. Enjoavam um pouco a bordo do Brasil e boa parte do ano iam respirar em Londres. Quando viram os pombinhos arrulhando de passagens na mão, passagens de navio, o dr. Raul disse ao dr. Gudin: "Onde estamos, seu Eugênio! Daqui a pouco qualquer pacóvio será capaz de ir à Europa". Não demorou muito e a profecia se tornou realidade. Historinha puxa historinha e me lembro do que diz o meu amigo Aloyzio de Salles: "Antigamente, só um grande brasileiro, tipo varão de Plutarco, fazia 60 anos. Hoje em dia, tem um monte de beldroegas que fazem 60, 70 e até 80 anos!". Para dar esta volta toda, está-se vendo que eu estou mais pra lá do que pra cá em matéria de idade. Pois é: Oakland. O que é a força de uma palavra. Eu pronunciava à brasileira: O-a-clande. Até que me ensinaram que oak é carvalho em inglês. Oakland, terra do carvalho. Nunca mais esqueci. Agora aconteceu esse medonho incêndio em Oakland, na Califórnia. Além de ler, vi o fogaréu na televisão, com cada chama do tamanho de um bonde queimando os carvalhos e as casas. Não foi à toa que botaram fogo no inferno. Nada mais assustador, Deus me livre! Pois vejam a força de uma palavra que vem do fundo da infância. Nunca fui a Oakland. À Califórnia, já (e tenho medo de voltar por causa dos anunciados terremotos). Graças à marca do automóvel, trago no peito o eco de uma vaga familiaridade com Oakland. Como se Oakland fosse vizinha de São João del-Rei, onde nasci e me deslumbrei com o carro de meu pai. Agora corta para a minha amiga Teresa, a que tem seis anos de idade. Ela apareceu ontem com a Caetana, minha neta, no meu escritório para me visitar. Ofereci-lhes drops misto. A Teresa pegou um sabor tangerina, começou a tirar o papel, parou e me perguntou: "Não tem cocaína, não?". A Caetana morreu de rir. Fico pensando o que ela vai escrever aqui na Folha daqui a 30 ou 40 anos.

O texto_______ constitui um gênero textual com o objetivo de ensinar ou instruir o leitor, isto é, de transmitir conhecimento. Dessa forma, esses textos podem apresentar termos técnicos e explicações sobre determinado assunto. Os livros escolares são um exemplo desse gênero. Sua elaboração é conceitual, priorizando a clareza e a necessidade do leitor de entender o conteúdo apresentado. Com base nos tipos textuais, preencha a lacuna com a classificação correta do texto em questão.

Questão 9 de 19 Q12 da prova

Em uma cooperativa, 8 funcionários trabalhando 6 horas por dia, durante 5 dias, produzem exatamente 480 peças de um determinado componente. Mantidas as mesmas condições de eficiência, analisa-se uma nova situação com alteração de quantidade de funcionários, horas diárias e dias de trabalho. Com base nessas informações, avalie as assertivas a seguir. I.Na nova situação, 10 funcionários trabalhando 4 horas por dia durante 6 dias produzirão 480 peças. II.Se a quantidade de funcionários aumentar 25%, mantendo-se horas e dias constantes, a produção também aumenta 25%. III.Reduzir a jornada diária de 6 para 4 horas implica reduzir a produção total em 50%. IV.A produtividade média é de 3 peças por funcionário a cada hora de trabalho. Está CORRETO o que se afirma em:

Questão 10 de 19 Q16 da prova

As análises químicas aplicadas ao controle de agrotóxicos e de insumos agrícolas, como fertilizantes, corretivos, inoculantes, estimulantes ou biofertilizantes, são essenciais para assegurar a conformidade com requisitos técnicos, a segurança ambiental e a proteção da saúde humana. O engenheiro químico deve compreender as particularidades analíticas desses produtos, considerando a complexidade das matrizes e os objetivos do ensaio. Com base nesses aspectos, analise as afirmativas a seguir. I.A análise de agrotóxicos em matrizes ambientais e agrícolas frequentemente exige etapas de extração e limpeza da amostra, devido à presença de interferentes e à baixa concentração dos analitos. II.Técnicas cromatográficas associadas a detectores seletivos são amplamente utilizadas na análise de resíduos de agrotóxicos, em razão da necessidade de elevada sensibilidade e seletividade. III.Na análise de fertilizantes e corretivos agrícolas, a determinação de nutrientes pode envolver métodos gravimétricos, volumétricos ou instrumentais, conforme o elemento de interesse. IV.Inoculantes, estimulantes e biofertilizantes dispensam controle analítico rigoroso, pois sua origem biológica garante uniformidade de composição e ausência de riscos ambientais. Está CORRETO o que se afirma em:

Questão 11 de 19 Q17 da prova

A Lei Orgânica Municipal estabelece diretrizes fundamentais para a organização do Município e para a atuação do Poder Público local, inclusive em matérias relacionadas à proteção ambiental e à gestão de serviços públicos. Esses dispositivos dialogam diretamente com princípios da Química Ambiental e com a Política Nacional de Resíduos Sólidos, no que se refere à prevenção de impactos ambientais e ao gerenciamento adequado de resíduos. Considerando esses aspectos, analise as afirmativas a seguir e registre V, para Verdadeiras, e F, para Falsas: (__ )A Lei Orgânica Municipal deve observar os princípios estabelecidos na Constituição Federal e na Constituição do respectivo Estado, não podendo contrariá-los. (__ )É comum que a Lei Orgânica Municipal atribua ao Município competências relacionadas à proteção do meio ambiente e ao controle da poluição em âmbito local. (__ )A gestão de resíduos sólidos urbanos pode ser disciplinada no âmbito municipal, em consonância com a Lei Federal nº 12.305/2010, considerando os impactos ambientais associados à disposição inadequada de resíduos. (__ )A Lei Orgânica Municipal pode autorizar a disposição final de resíduos sólidos em lixões, desde que haja estudo técnico comprovando viabilidade econômica. Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA dos itens acima, de cima para baixo:

Questão 12 de 19 Q18 da prova

A análise da correlação entre a estrutura molecular e as propriedades químicas e físicas dos compostos orgânicos permite compreender e prever seu comportamento em diferentes contextos reacionais. Esses aspectos são determinantes para a escolha e a interpretação dos mecanismos das reações orgânicas. Considerando esses fundamentos, analise as alternativas a seguir e assinale a alternativa INCORRETA.

Questão 13 de 19 Q19 da prova

Em processos industriais e laboratoriais, compreender ligações químicas e conceitos de ácidos e bases é essencial para prever propriedades, reatividade e estabilidade de espécies inorgânicas e de coordenação. Considerando esses fundamentos, analise as afirmativas a seguir. I.Compostos predominantemente iônicos, em geral, apresentam altos pontos de fusão devido à forte atração eletrostática na rede cristalina. II.Uma base de Lewis é, necessariamente, um doador de prótons, pois sua basicidade depende da presença de hidrogênio ionizável. III.O aumento do caráter s de um orbital híbrido tende a aumentar a eletronegatividade do átomo nesse orbital, influenciando polaridade e acidez de ligações. IV.Em um complexo de coordenação, o ligante atua como doador de par de elétrons ao metal central, formando ligação coordenada. Está CORRETO o que se afirma em:

Questão 14 de 19 Q20 da prova

A gestão adequada de resíduos sólidos é tema central da Química Ambiental e das políticas públicas ambientais no Brasil. A Lei Federal nº 12.305/2010 institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos, estabelecendo princípios, objetivos e instrumentos para o gerenciamento ambientalmente adequado desses resíduos. Com base nessa Lei Federal, analise as afirmativas a seguir. I.A responsabilidade compartilhada pelo ciclo de vida dos produtos envolve fabricantes, importadores, distribuidores, comerciantes, consumidores e titulares dos serviços públicos de limpeza urbana. II.A não geração, a redução, a reutilização e a reciclagem constituem prioridades na gestão e no gerenciamento de resíduos sólidos. III.A disposição final ambientalmente adequada refere-se à simples deposição dos resíduos em lixões licenciados. IV.A logística reversa é um instrumento previsto para viabilizar a coleta e a restituição de resíduos ao setor empresarial. Está CORRETO o que se afirma em:

Questão 15 de 19 Q21 da prova

A validação de métodos analíticos, aliada ao tratamento estatístico de dados, suporta decisões técnicas robustas em ensaios de rotina (por exemplo, resíduos/contaminantes, fertilizantes, agrotóxicos). Considere as proposições: Asserção (A): Em validação de método quantitativo, avaliar precisão e exatidão é insuficiente se o objetivo inclui comparabilidade entre resultados ao longo do tempo e entre analistas/equipamentos. Razão (R): Porque, além de precisão e exatidão, é recomendável avaliar linearidade/faixa, seletividade (ou especificidade), limites (detecção/quantificação) e robustez, conforme o uso pretendido do método. Assinale a alternativa CORRETA:

Questão 16 de 19 Q22 da prova

Em laboratórios de controle e pesquisa, técnicas espectroscópicas são selecionadas conforme o tipo de informação necessária (identificação estrutural, quantificação elementar, ou detecção de espécies específicas). Nesse contexto, associe a Coluna 1 (Técnica) à Coluna 2 (Aplicação/Princípio típico). Coluna 1 − Técnica 1.Espectroscopia de infravermelho. 2.Espectroscopia de absorção atômica. 3.Espectroscopia de emissão atômica. 4.Espectrometria de massa. 5.Fundamentos de espectroscopia (conceito geral). Coluna 2 − Aplicação/Princípio (__ )Baseia-se na interação radiação-matéria, envolvendo transições energéticas, fornecendo arcabouço para interpretar sinais instrumentais. (__ )Relaciona-se, tipicamente, a vibrações moleculares e identificação de grupos funcionais em compostos orgânicos. (__ )Quantifica elementos medindo radiação emitida por átomos excitados, sendo útil em determinações multielementares. (__ )Quantifica elementos medindo a atenuação de radiação por átomos no estado gasoso, com alta seletividade. (__ )Fornece razão massa/carga e padrões de fragmentação, auxiliando na elucidação estrutural e confirmação de identidade. Assinale a alternativa que contém a associação CORRETA dos itens acima, de cima para baixo:

Questão 17 de 19 Q23 da prova

A Química descritiva dos elementos representativos estuda as propriedades físicas e químicas, os padrões de reatividade e os compostos formados pelos elementos dos grupos principais da Tabela Periódica. A compreensão desses comportamentos é essencial para prever reações, aplicações industriais e implicações ambientais. Com base nesses aspectos, analise as afirmativas a seguir. I.Os metais alcalinos apresentam elevada reatividade química, especialmente com água, formando hidróxidos fortemente básicos e liberando hidrogênio gasoso. II.Os halogênios tendem a formar íons monovalentes negativos em compostos iônicos, em razão de sua elevada afinidade eletrônica. III.Os elementos do grupo dos gases nobres são quimicamente inertes e não formam compostos em nenhuma condição. IV.A acidez dos óxidos dos elementos representativos tende a aumentar da esquerda para a direita em um mesmo período da Tabela Periódica. Está CORRETO o que se afirma em:

Questão 18 de 19 Q24 da prova

Em laboratórios de ensaio e calibração, a adoção de sistemas de gestão da qualidade é fundamental para assegurar a confiabilidade dos resultados analíticos, a rastreabilidade das medições e a competência técnica das atividades realizadas. Esses sistemas estabelecem requisitos gerais relacionados à organização, à execução dos ensaios e à gestão das informações técnicas. Com base nesses requisitos, analise as afirmativas a seguir e assinale a alternativa INCORRETA.

Questão 19 de 19 Q25 da prova

Em físico-química, a interpretação correta de termodinâmica, equilíbrio e cinética é decisiva para prever direção de processos e velocidade de reação em condições operacionais. Nesse contexto, analise as afirmativas abaixo e registre V, para Verdadeiras, e F, para Falsas: (__ )Em temperatura constante, uma reação com energia livre de Gibbs padrão (ΔG°) negativa tende a ser espontânea nas condições padrão. (__ )Uma reação pode ser termodinamicamente favorável e ainda assim ocorrer lentamente, se possuir alta energia de ativação. (__ )A constante de equilíbrio (K) de uma reação depende do caminho (mecanismo) pelo qual a reação ocorre. (__ )O catalisador altera a posição do equilíbrio químico porque diminui ΔH° e aumenta K. Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA dos itens acima, de cima para baixo:

Acertos
Erros
19
Total