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Prova Enfermeiro (PSF) - Pref. Santa Rita/TO
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Questão 1 de 24 Q1 da prova
Leia o texto 1 a seguir e responda as QUESTÕES de 01 a 05.

A população fica mais velha? Dá para tirar vantagem disso
Ante um pano de fundo de ansiedade econômica causada pela recente crise financeira, falar em tendências demográficas parece secundário. Mas o envelhecimento das nações tem preocupado bastante alguns analistas econômicos. Espera-se que o número de centenários mais que duplique em todo o mundo até 2030.
No Brasil, o envelhecimento da população está se acelerando dramaticamente. Uma análise de longo prazo deixa isso claro. O país levou seis décadas para ver a participação das pessoas acima de 60 anos aumentar de 5% da população para os atuais 10%. Nos próximos 40 anos, esse percentual deverá chegar a 30%.
As preocupações dos economistas com o envelhecimento giram em torno de escassez de trabalhadores, crescimento econômico mais lento e sistemas de previdência e assistência médica sob pressão. Para alguns, envelhecimento populacional significa aumento no número de idosos frágeis, solitários e isolados em instituições que oneram sua família.
Em outro cenário terrível, a morte é adiada, mas o surgimento de doenças crônicas, a decadência física e mental e a perda de independência se impõem. Em todos esses casos, o prolongamento da vida significa apenas mais miséria. Além disso, argumentam esses economistas, os idosos não trabalham nem poupam como a maioria dos adultos.
Por isso, muitos preveem que o envelhecimento vai pesar sobre as gerações mais jovens, obrigadas a financiar os sistemas de aposentadoria e de saúde.
As visões alarmistas não resistem, porém, a uma análise mais profunda. Primeiro porque vale sempre lembrar que o aumento da longevidade é uma das conquistas mais notáveis da humanidade — uma consequência dos avanços em saúde pública, educação e desenvolvimento econômico.
Fora isso, o envelhecimento da população não se traduz automaticamente numa catástrofe econômica e social. Há estratégias que podem ser adotadas para minimizar possíveis problemas causados pelo envelhecimento, como mudanças nas regras de aposentadoria, políticas trabalhistas favoráveis a mulheres e programas de treinamento para trabalhadores mais velhos. Com toda a certeza, o veredito sobre esse tsunami grisalho ainda não foi dado.
É curioso perceber que, em vários países onde o fenômeno já é mais marcante, as mudanças demográficas estimulam transformações comportamentais e tecnológicas, provocam inovações e promovem ajustes institucionais que, com frequência, compensam a força da nova configuração geracional.
Tudo depende da preparação e do poder de adaptação, tanto do ponto de vista individual como coletivo. Antecipar uma vida mais longa significa que as pessoas provavelmente pouparão mais para os anos em que não estarão trabalhando. Indica também a revisão de políticas de aposentadoria para desestimular a saída precoce do mercado de trabalho.
Quando o assunto é adiar a aposentadoria, vale sempre se perguntar se as pessoas mais velhas vão querer trabalhar por mais anos. Tudo indica que sim. As tecnologias contra o envelhecimento e os estilos de vida mais saudáveis não têm só aumentado a longevidade, mas tornado a velhice mais vigorosa.
Fonte: adaptado de: BLOOM, D. E. Disponível em: . Acesso em: 03 de agosto de 2016.

Assinale a alternativa CORRETA em relação à interpretação do texto.

Questão 2 de 24 Q2 da prova
Leia o texto 1 a seguir e responda as QUESTÕES de 01 a 05.

A população fica mais velha? Dá para tirar vantagem disso
Ante um pano de fundo de ansiedade econômica causada pela recente crise financeira, falar em tendências demográficas parece secundário. Mas o envelhecimento das nações tem preocupado bastante alguns analistas econômicos. Espera-se que o número de centenários mais que duplique em todo o mundo até 2030.
No Brasil, o envelhecimento da população está se acelerando dramaticamente. Uma análise de longo prazo deixa isso claro. O país levou seis décadas para ver a participação das pessoas acima de 60 anos aumentar de 5% da população para os atuais 10%. Nos próximos 40 anos, esse percentual deverá chegar a 30%.
As preocupações dos economistas com o envelhecimento giram em torno de escassez de trabalhadores, crescimento econômico mais lento e sistemas de previdência e assistência médica sob pressão. Para alguns, envelhecimento populacional significa aumento no número de idosos frágeis, solitários e isolados em instituições que oneram sua família.
Em outro cenário terrível, a morte é adiada, mas o surgimento de doenças crônicas, a decadência física e mental e a perda de independência se impõem. Em todos esses casos, o prolongamento da vida significa apenas mais miséria. Além disso, argumentam esses economistas, os idosos não trabalham nem poupam como a maioria dos adultos.
Por isso, muitos preveem que o envelhecimento vai pesar sobre as gerações mais jovens, obrigadas a financiar os sistemas de aposentadoria e de saúde.
As visões alarmistas não resistem, porém, a uma análise mais profunda. Primeiro porque vale sempre lembrar que o aumento da longevidade é uma das conquistas mais notáveis da humanidade — uma consequência dos avanços em saúde pública, educação e desenvolvimento econômico.
Fora isso, o envelhecimento da população não se traduz automaticamente numa catástrofe econômica e social. Há estratégias que podem ser adotadas para minimizar possíveis problemas causados pelo envelhecimento, como mudanças nas regras de aposentadoria, políticas trabalhistas favoráveis a mulheres e programas de treinamento para trabalhadores mais velhos. Com toda a certeza, o veredito sobre esse tsunami grisalho ainda não foi dado.
É curioso perceber que, em vários países onde o fenômeno já é mais marcante, as mudanças demográficas estimulam transformações comportamentais e tecnológicas, provocam inovações e promovem ajustes institucionais que, com frequência, compensam a força da nova configuração geracional.
Tudo depende da preparação e do poder de adaptação, tanto do ponto de vista individual como coletivo. Antecipar uma vida mais longa significa que as pessoas provavelmente pouparão mais para os anos em que não estarão trabalhando. Indica também a revisão de políticas de aposentadoria para desestimular a saída precoce do mercado de trabalho.
Quando o assunto é adiar a aposentadoria, vale sempre se perguntar se as pessoas mais velhas vão querer trabalhar por mais anos. Tudo indica que sim. As tecnologias contra o envelhecimento e os estilos de vida mais saudáveis não têm só aumentado a longevidade, mas tornado a velhice mais vigorosa.
Fonte: adaptado de: BLOOM, D. E. Disponível em: . Acesso em: 03 de agosto de 2016.

Analise as afirmativas a respeito da posição dos economistas sobre o acelerado processo de envelhecimento da população.

Questão 3 de 24 Q3 da prova
Leia o texto 1 a seguir e responda as QUESTÕES de 01 a 05.

A população fica mais velha? Dá para tirar vantagem disso
Ante um pano de fundo de ansiedade econômica causada pela recente crise financeira, falar em tendências demográficas parece secundário. Mas o envelhecimento das nações tem preocupado bastante alguns analistas econômicos. Espera-se que o número de centenários mais que duplique em todo o mundo até 2030.
No Brasil, o envelhecimento da população está se acelerando dramaticamente. Uma análise de longo prazo deixa isso claro. O país levou seis décadas para ver a participação das pessoas acima de 60 anos aumentar de 5% da população para os atuais 10%. Nos próximos 40 anos, esse percentual deverá chegar a 30%.
As preocupações dos economistas com o envelhecimento giram em torno de escassez de trabalhadores, crescimento econômico mais lento e sistemas de previdência e assistência médica sob pressão. Para alguns, envelhecimento populacional significa aumento no número de idosos frágeis, solitários e isolados em instituições que oneram sua família.
Em outro cenário terrível, a morte é adiada, mas o surgimento de doenças crônicas, a decadência física e mental e a perda de independência se impõem. Em todos esses casos, o prolongamento da vida significa apenas mais miséria. Além disso, argumentam esses economistas, os idosos não trabalham nem poupam como a maioria dos adultos.
Por isso, muitos preveem que o envelhecimento vai pesar sobre as gerações mais jovens, obrigadas a financiar os sistemas de aposentadoria e de saúde.
As visões alarmistas não resistem, porém, a uma análise mais profunda. Primeiro porque vale sempre lembrar que o aumento da longevidade é uma das conquistas mais notáveis da humanidade — uma consequência dos avanços em saúde pública, educação e desenvolvimento econômico.
Fora isso, o envelhecimento da população não se traduz automaticamente numa catástrofe econômica e social. Há estratégias que podem ser adotadas para minimizar possíveis problemas causados pelo envelhecimento, como mudanças nas regras de aposentadoria, políticas trabalhistas favoráveis a mulheres e programas de treinamento para trabalhadores mais velhos. Com toda a certeza, o veredito sobre esse tsunami grisalho ainda não foi dado.
É curioso perceber que, em vários países onde o fenômeno já é mais marcante, as mudanças demográficas estimulam transformações comportamentais e tecnológicas, provocam inovações e promovem ajustes institucionais que, com frequência, compensam a força da nova configuração geracional.
Tudo depende da preparação e do poder de adaptação, tanto do ponto de vista individual como coletivo. Antecipar uma vida mais longa significa que as pessoas provavelmente pouparão mais para os anos em que não estarão trabalhando. Indica também a revisão de políticas de aposentadoria para desestimular a saída precoce do mercado de trabalho.
Quando o assunto é adiar a aposentadoria, vale sempre se perguntar se as pessoas mais velhas vão querer trabalhar por mais anos. Tudo indica que sim. As tecnologias contra o envelhecimento e os estilos de vida mais saudáveis não têm só aumentado a longevidade, mas tornado a velhice mais vigorosa.
Fonte: adaptado de: BLOOM, D. E. Disponível em: . Acesso em: 03 de agosto de 2016.

Analise as afirmativas a seguir em relação aos aspectos gramaticais do texto.

Questão 4 de 24 Q5 da prova
Leia o texto 1 a seguir e responda as QUESTÕES de 01 a 05.

A população fica mais velha? Dá para tirar vantagem disso
Ante um pano de fundo de ansiedade econômica causada pela recente crise financeira, falar em tendências demográficas parece secundário. Mas o envelhecimento das nações tem preocupado bastante alguns analistas econômicos. Espera-se que o número de centenários mais que duplique em todo o mundo até 2030.
No Brasil, o envelhecimento da população está se acelerando dramaticamente. Uma análise de longo prazo deixa isso claro. O país levou seis décadas para ver a participação das pessoas acima de 60 anos aumentar de 5% da população para os atuais 10%. Nos próximos 40 anos, esse percentual deverá chegar a 30%.
As preocupações dos economistas com o envelhecimento giram em torno de escassez de trabalhadores, crescimento econômico mais lento e sistemas de previdência e assistência médica sob pressão. Para alguns, envelhecimento populacional significa aumento no número de idosos frágeis, solitários e isolados em instituições que oneram sua família.
Em outro cenário terrível, a morte é adiada, mas o surgimento de doenças crônicas, a decadência física e mental e a perda de independência se impõem. Em todos esses casos, o prolongamento da vida significa apenas mais miséria. Além disso, argumentam esses economistas, os idosos não trabalham nem poupam como a maioria dos adultos.
Por isso, muitos preveem que o envelhecimento vai pesar sobre as gerações mais jovens, obrigadas a financiar os sistemas de aposentadoria e de saúde.
As visões alarmistas não resistem, porém, a uma análise mais profunda. Primeiro porque vale sempre lembrar que o aumento da longevidade é uma das conquistas mais notáveis da humanidade — uma consequência dos avanços em saúde pública, educação e desenvolvimento econômico.
Fora isso, o envelhecimento da população não se traduz automaticamente numa catástrofe econômica e social. Há estratégias que podem ser adotadas para minimizar possíveis problemas causados pelo envelhecimento, como mudanças nas regras de aposentadoria, políticas trabalhistas favoráveis a mulheres e programas de treinamento para trabalhadores mais velhos. Com toda a certeza, o veredito sobre esse tsunami grisalho ainda não foi dado.
É curioso perceber que, em vários países onde o fenômeno já é mais marcante, as mudanças demográficas estimulam transformações comportamentais e tecnológicas, provocam inovações e promovem ajustes institucionais que, com frequência, compensam a força da nova configuração geracional.
Tudo depende da preparação e do poder de adaptação, tanto do ponto de vista individual como coletivo. Antecipar uma vida mais longa significa que as pessoas provavelmente pouparão mais para os anos em que não estarão trabalhando. Indica também a revisão de políticas de aposentadoria para desestimular a saída precoce do mercado de trabalho.
Quando o assunto é adiar a aposentadoria, vale sempre se perguntar se as pessoas mais velhas vão querer trabalhar por mais anos. Tudo indica que sim. As tecnologias contra o envelhecimento e os estilos de vida mais saudáveis não têm só aumentado a longevidade, mas tornado a velhice mais vigorosa.
Fonte: adaptado de: BLOOM, D. E. Disponível em: . Acesso em: 03 de agosto de 2016.

A respeito da frase “Com toda a certeza, o veredito sobre esse tsunami grisalho ainda não foi dado” (7º parágrafo), marque a alternativa CORRETA quanto à utilização da expressão ‘tsunami grisalho’.

Questão 5 de 24 Q6 da prova
Leia o texto 2 a seguir e responda as QUESTÕES de 06 a 09.

Balada para idosos
A população da Coreia do Sul está envelhecendo. Hoje, 13% dos habitantes têm mais de 65 anos, e essa proporção deve chegar a 40% em 2026. O aumento dessa faixa etária tem causado uma revolução nos negócios voltados, teoricamente, para os jovens. É o caso das discotecas que se reinventaram para atrair os mais velhos. A casa noturna Kukilgwan Palace, por exemplo, permite a entrada apenas de pessoas com mais de 60 anos e funciona em um horário alternativo: das 12 às 18h. Além de música animada e comes e bebes, o empreendimento tem um armário de remédios para possíveis emergências. Nos finais de semana, a casa recebe 1500 clientes – que são mais fiéis do que os jovens, segundo o proprietário da Kukilgwan Palace.
Fonte: Revista Você S/A. Edição 212, março de 2016, p. 18.

Assinale a alternativa CORRETA em relação à interpretação do texto.

Questão 6 de 24 Q8 da prova
Leia o texto 2 a seguir e responda as QUESTÕES de 06 a 09.

Balada para idosos
A população da Coreia do Sul está envelhecendo. Hoje, 13% dos habitantes têm mais de 65 anos, e essa proporção deve chegar a 40% em 2026. O aumento dessa faixa etária tem causado uma revolução nos negócios voltados, teoricamente, para os jovens. É o caso das discotecas que se reinventaram para atrair os mais velhos. A casa noturna Kukilgwan Palace, por exemplo, permite a entrada apenas de pessoas com mais de 60 anos e funciona em um horário alternativo: das 12 às 18h. Além de música animada e comes e bebes, o empreendimento tem um armário de remédios para possíveis emergências. Nos finais de semana, a casa recebe 1500 clientes – que são mais fiéis do que os jovens, segundo o proprietário da Kukilgwan Palace.
Fonte: Revista Você S/A. Edição 212, março de 2016, p. 18.

Os elementos em destaque no texto “voltados”, “atrair” e “alternativo” podem ser substituídos, respectivamente, sem prejuízo ao sentido global do texto por:

Questão 7 de 24 Q9 da prova
Leia o texto 1 a seguir e responda as QUESTÕES de 01 a 05.

A população fica mais velha? Dá para tirar vantagem disso
Ante um pano de fundo de ansiedade econômica causada pela recente crise financeira, falar em tendências demográficas parece secundário. Mas o envelhecimento das nações tem preocupado bastante alguns analistas econômicos. Espera-se que o número de centenários mais que duplique em todo o mundo até 2030.
No Brasil, o envelhecimento da população está se acelerando dramaticamente. Uma análise de longo prazo deixa isso claro. O país levou seis décadas para ver a participação das pessoas acima de 60 anos aumentar de 5% da população para os atuais 10%. Nos próximos 40 anos, esse percentual deverá chegar a 30%.
As preocupações dos economistas com o envelhecimento giram em torno de escassez de trabalhadores, crescimento econômico mais lento e sistemas de previdência e assistência médica sob pressão. Para alguns, envelhecimento populacional significa aumento no número de idosos frágeis, solitários e isolados em instituições que oneram sua família.
Em outro cenário terrível, a morte é adiada, mas o surgimento de doenças crônicas, a decadência física e mental e a perda de independência se impõem. Em todos esses casos, o prolongamento da vida significa apenas mais miséria. Além disso, argumentam esses economistas, os idosos não trabalham nem poupam como a maioria dos adultos.
Por isso, muitos preveem que o envelhecimento vai pesar sobre as gerações mais jovens, obrigadas a financiar os sistemas de aposentadoria e de saúde.
As visões alarmistas não resistem, porém, a uma análise mais profunda. Primeiro porque vale sempre lembrar que o aumento da longevidade é uma das conquistas mais notáveis da humanidade — uma consequência dos avanços em saúde pública, educação e desenvolvimento econômico.
Fora isso, o envelhecimento da população não se traduz automaticamente numa catástrofe econômica e social. Há estratégias que podem ser adotadas para minimizar possíveis problemas causados pelo envelhecimento, como mudanças nas regras de aposentadoria, políticas trabalhistas favoráveis a mulheres e programas de treinamento para trabalhadores mais velhos. Com toda a certeza, o veredito sobre esse tsunami grisalho ainda não foi dado.
É curioso perceber que, em vários países onde o fenômeno já é mais marcante, as mudanças demográficas estimulam transformações comportamentais e tecnológicas, provocam inovações e promovem ajustes institucionais que, com frequência, compensam a força da nova configuração geracional.
Tudo depende da preparação e do poder de adaptação, tanto do ponto de vista individual como coletivo. Antecipar uma vida mais longa significa que as pessoas provavelmente pouparão mais para os anos em que não estarão trabalhando. Indica também a revisão de políticas de aposentadoria para desestimular a saída precoce do mercado de trabalho.
Quando o assunto é adiar a aposentadoria, vale sempre se perguntar se as pessoas mais velhas vão querer trabalhar por mais anos. Tudo indica que sim. As tecnologias contra o envelhecimento e os estilos de vida mais saudáveis não têm só aumentado a longevidade, mas tornado a velhice mais vigorosa.
Fonte: adaptado de: BLOOM, D. E. Disponível em: . Acesso em: 03 de agosto de 2016.

Após a leitura do texto 1, “A população fica mais velha? Dá para tirar vantagem disso”, e do texto 2, “Balada para idosos”, marque a alternativa INCORRETA quanto à relação entre eles.

Questão 8 de 24 Q11 da prova

O recurso de Mala Direta, no Microsoft Word 2007, é bastante utilizado na confecção de documentos, cujo conteúdo se destina a um grupo de pessoas. Marque a opção que NÃO constitui um modelo de documento padrão desse recurso.

Questão 9 de 24 Q12 da prova

A combinação de teclas, no sistema operacional Windows 7, fornece maior agilidade e praticidade no desenvolvimento das atividades cotidianas. Marque a opção CORRETA responsável por bloquear o computador.

Questão 10 de 24 Q13 da prova

A Google Inc. é uma empresa multinacional de serviços online e software dos Estados Unidos. Assinale a opção CORRETA que contenha somente produtos dessa gigante da internet.

Questão 11 de 24 Q14 da prova

Os navegadores web (web browsers) permitem a visualização de conteúdos nos sites da internet. Assinale a opção CORRETA que contenha somente navegadores.

Questão 12 de 24 Q15 da prova

Um computador infectado por um vírus pode apresentar funcionamento indesejável. Assinale a opção que NÃO sugere infecção por um vírus.

Questão 13 de 24 Q17 da prova

Sobre a hidrografia do estado do Tocantins, é CORRETO afirmar que:

Questão 14 de 24 Q19 da prova

Uma das manifestações culturais religiosas e festivas, presentes no estado do Tocantins de influência portuguesa, diz respeito à festa realizada em referência aos reis magos, que consiste na visitação de casas de amigos e familiares, feitos por grupos organizados, muitos dos quais motivados por propósitos sociais e filantrópicos. A visita dos foliões é celebrada com música e dança. É CORRETO afirmar que trata-se da folia:

Questão 15 de 24 Q21 da prova

Considerando o estabelecido pela Lei Complementar N º 195/2009 (Estatuto dos Servidores Públicos do Município de Santa Rita do Tocantins), acerca da posse do servidor aprovado em concurso público, assinale a alternativa INCORRETA.

Questão 16 de 24 Q22 da prova

Assinale a alternativa CORRETA. Considerando o estabelecido pela Lei Complementar Nº 195/2009 (Estatuto dos Servidores Públicos do Município de Santa Rita do Tocantins), o retorno à atividade, de servidor aposentado por invalidez, quando, por junta médica oficial, forem declarados insubsistentes os motivos determinantes da aposentadoria, é chamado de:

Questão 17 de 24 Q23 da prova

Assinale a alternativa CORRETA. Considerando o estabelecido pela Lei Complementar Nº 195/2009 (Estatuto dos Servidores Públicos do Município de Santa Rita do Tocantins), após cada período de 12 (doze) meses de efetivo exercício funcional, o servidor terá direito às férias. Se, nesse período de 12 (doze) meses, o servidor tiver tido 10 (dez) faltas, o seu período de férias será de:

Questão 18 de 24 Q25 da prova

Considerando o estabelecido pela Lei Complementar Nº 195/2009 (Estatuto dos Servidores Públicos do Município de Santa Rita do Tocantins), assinale a alternativa INCORRETA.

Questão 19 de 24 Q31 da prova

De acordo com a Portaria MS Nº 2.048 de 03 de setembro de 2009, em seu anexo (Regulamento do Sistema Único de Saúde – SUS), o financiamento e a transferência dos recursos federais para as ações e para os serviços de saúde passam a ser organizados e transferidos na forma de blocos de financiamento. Levando em consideração o que foi citado acima, analise as assertivas.

Questão 20 de 24 Q34 da prova

Uma criança com 8 meses de idade comparece na sala de vacina de uma Unidade Básica de Saúde. Em sua caderneta de vacina, constam registros de todas as vacinas recomendadas pelo Programa Nacional de Imunização até os 03 (três) meses de idade e, após isso, não apresenta nenhum registro de imunobiológicos. A atitude CORRETA a ser tomada é:

Questão 21 de 24 Q35 da prova

A Hipertensão Arterial Sistêmica (HAS) é uma condição clínica multifatorial caracterizada por níveis elevados e sustentados de pressão arterial (PA). É considerado um grave problema de saúde pública no Brasil e no mundo, apresentando alta prevalência e baixas taxas de controle. Analise as afirmativas a seguir em relação à HAS:

Questão 22 de 24 Q36 da prova

A Sistematização da Assistência de Enfermagem (SAE) é uma atividade privativa do Enfermeiro. Consiste na organização e execução do processo de Enfermagem com visão holística e é composta por etapas inter-relacionadas. A etapa que permite ao Enfermeiro o julgamento clínico do indivíduo com a identificação de suas necessidades básicas e do grau de dependência é:

Questão 23 de 24 Q39 da prova

São consideradas Doenças de Notificação Compulsória Imediata:

Questão 24 de 24 Q40 da prova

São sinais de choque hipovolêmico:

Acertos
Erros
24
Total