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Prova Eletricista - Pref. Paraúna/GO
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Questão 1 de 7 Q1 da prova
Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 5. O cântico da Terra Eu sou a terra, eu sou a vida. Do meu barro primeiro veio o homem. De mim veio a mulher e veio o amor. Veio a árvore, veio a fonte. Vem o fruto e vem a flor. Eu sou a fonte original de toda vida. Sou o chão que se prende à tua casa. Sou a telha da coberta de teu lar. A mina constante de teu poço. Sou a espiga generosa de teu gado e certeza tranquila ao teu esforço. Sou a razão de tua vida. De mim vieste pela mão do Criador, e a mim tu voltarás no fim da lida. Só em mim acharás descanso e Paz. Eu sou a grande Mãe Universal. Tua filha, tua noiva e desposada. A mulher e o ventre que fecundas. Sou a gleba, a gestação, eu sou o amor. A ti, ó lavrador, tudo quanto é meu. Teu arado, tua foice, teu machado. O berço pequenino de teu filho. O algodão de tua veste e o pão de tua casa. E um dia bem distante a mim tu voltarás. E no canteiro materno de meu seio tranquilo dormirás. Plantemos a roça. Lavremos a gleba. Cuidemos do ninho, do gado e da tulha. Fartura teremos e donos de sítio felizes seremos. CORA CORALINA. O cântico da Terra. Disponível em: https://escolaeducacao.com.br/melhores-poemas-de-cora-coralina/#Poema_O_cantico_da_Terra_Cora_Coralina. Acesso em: 27 ago. 2019.

A ideia principal do poema é

Questão 2 de 7 Q2 da prova
Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 5. O cântico da Terra Eu sou a terra, eu sou a vida. Do meu barro primeiro veio o homem. De mim veio a mulher e veio o amor. Veio a árvore, veio a fonte. Vem o fruto e vem a flor. Eu sou a fonte original de toda vida. Sou o chão que se prende à tua casa. Sou a telha da coberta de teu lar. A mina constante de teu poço. Sou a espiga generosa de teu gado e certeza tranquila ao teu esforço. Sou a razão de tua vida. De mim vieste pela mão do Criador, e a mim tu voltarás no fim da lida. Só em mim acharás descanso e Paz. Eu sou a grande Mãe Universal. Tua filha, tua noiva e desposada. A mulher e o ventre que fecundas. Sou a gleba, a gestação, eu sou o amor. A ti, ó lavrador, tudo quanto é meu. Teu arado, tua foice, teu machado. O berço pequenino de teu filho. O algodão de tua veste e o pão de tua casa. E um dia bem distante a mim tu voltarás. E no canteiro materno de meu seio tranquilo dormirás. Plantemos a roça. Lavremos a gleba. Cuidemos do ninho, do gado e da tulha. Fartura teremos e donos de sítio felizes seremos. CORA CORALINA. O cântico da Terra. Disponível em: https://escolaeducacao.com.br/melhores-poemas-de-cora-coralina/#Poema_O_cantico_da_Terra_Cora_Coralina. Acesso em: 27 ago. 2019.

No texto, quem se dirige ao leitor é

Questão 3 de 7 Q3 da prova
Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 5. O cântico da Terra Eu sou a terra, eu sou a vida. Do meu barro primeiro veio o homem. De mim veio a mulher e veio o amor. Veio a árvore, veio a fonte. Vem o fruto e vem a flor. Eu sou a fonte original de toda vida. Sou o chão que se prende à tua casa. Sou a telha da coberta de teu lar. A mina constante de teu poço. Sou a espiga generosa de teu gado e certeza tranquila ao teu esforço. Sou a razão de tua vida. De mim vieste pela mão do Criador, e a mim tu voltarás no fim da lida. Só em mim acharás descanso e Paz. Eu sou a grande Mãe Universal. Tua filha, tua noiva e desposada. A mulher e o ventre que fecundas. Sou a gleba, a gestação, eu sou o amor. A ti, ó lavrador, tudo quanto é meu. Teu arado, tua foice, teu machado. O berço pequenino de teu filho. O algodão de tua veste e o pão de tua casa. E um dia bem distante a mim tu voltarás. E no canteiro materno de meu seio tranquilo dormirás. Plantemos a roça. Lavremos a gleba. Cuidemos do ninho, do gado e da tulha. Fartura teremos e donos de sítio felizes seremos. CORA CORALINA. O cântico da Terra. Disponível em: https://escolaeducacao.com.br/melhores-poemas-de-cora-coralina/#Poema_O_cantico_da_Terra_Cora_Coralina. Acesso em: 27 ago. 2019.

De acordo com o texto, a expressão “o canteiro materno”, na penúltima estrofe, tem o sentido de

Questão 4 de 7 Q4 da prova
Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 5. O cântico da Terra Eu sou a terra, eu sou a vida. Do meu barro primeiro veio o homem. De mim veio a mulher e veio o amor. Veio a árvore, veio a fonte. Vem o fruto e vem a flor. Eu sou a fonte original de toda vida. Sou o chão que se prende à tua casa. Sou a telha da coberta de teu lar. A mina constante de teu poço. Sou a espiga generosa de teu gado e certeza tranquila ao teu esforço. Sou a razão de tua vida. De mim vieste pela mão do Criador, e a mim tu voltarás no fim da lida. Só em mim acharás descanso e Paz. Eu sou a grande Mãe Universal. Tua filha, tua noiva e desposada. A mulher e o ventre que fecundas. Sou a gleba, a gestação, eu sou o amor. A ti, ó lavrador, tudo quanto é meu. Teu arado, tua foice, teu machado. O berço pequenino de teu filho. O algodão de tua veste e o pão de tua casa. E um dia bem distante a mim tu voltarás. E no canteiro materno de meu seio tranquilo dormirás. Plantemos a roça. Lavremos a gleba. Cuidemos do ninho, do gado e da tulha. Fartura teremos e donos de sítio felizes seremos. CORA CORALINA. O cântico da Terra. Disponível em: https://escolaeducacao.com.br/melhores-poemas-de-cora-coralina/#Poema_O_cantico_da_Terra_Cora_Coralina. Acesso em: 27 ago. 2019.

As palavras “Terra” e “Mãe Universal” estão escritas, no texto, com iniciais maiúsculas porque foram usadas como nomes

Questão 5 de 7 Q5 da prova
Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 5. O cântico da Terra Eu sou a terra, eu sou a vida. Do meu barro primeiro veio o homem. De mim veio a mulher e veio o amor. Veio a árvore, veio a fonte. Vem o fruto e vem a flor. Eu sou a fonte original de toda vida. Sou o chão que se prende à tua casa. Sou a telha da coberta de teu lar. A mina constante de teu poço. Sou a espiga generosa de teu gado e certeza tranquila ao teu esforço. Sou a razão de tua vida. De mim vieste pela mão do Criador, e a mim tu voltarás no fim da lida. Só em mim acharás descanso e Paz. Eu sou a grande Mãe Universal. Tua filha, tua noiva e desposada. A mulher e o ventre que fecundas. Sou a gleba, a gestação, eu sou o amor. A ti, ó lavrador, tudo quanto é meu. Teu arado, tua foice, teu machado. O berço pequenino de teu filho. O algodão de tua veste e o pão de tua casa. E um dia bem distante a mim tu voltarás. E no canteiro materno de meu seio tranquilo dormirás. Plantemos a roça. Lavremos a gleba. Cuidemos do ninho, do gado e da tulha. Fartura teremos e donos de sítio felizes seremos. CORA CORALINA. O cântico da Terra. Disponível em: https://escolaeducacao.com.br/melhores-poemas-de-cora-coralina/#Poema_O_cantico_da_Terra_Cora_Coralina. Acesso em: 27 ago. 2019.

A alternativa em que todas as palavras são masculinas, no texto, é:

Questão 6 de 7 Q9 da prova
Leia o texto a seguir para responder às questões 9 e 10. O Desafio Numa bela manhã de sábado, toda a bicharada estava reunida, inclusive Tatá, o grilo sabichão e a formiga Nina. Os dois, como sempre, viviam brigando e disputando para saber quem corria mais. Tatá propôs um desafio para Nina, assim iriam tirar essa dúvida. Eles marcaram uma corrida. Tatá ficou zombando de Nina, pois ela nunca conseguiria ir ao outro lado da floresta, por ser pequena. Chegou a hora esperada, todos estavam lá, então a corrida começou. O grilo saiu na frente, depois ficou cansado e decidiu tomar um pouco de água num riacho que tinha ali perto. Nem se preocupou com o tempo, pois achava que a formiga nunca iria ganhar. Chegando ao riacho, ele encontrou uma barata e os dois começaram a conversar. Nada do grilo lembrar da corrida, quando se lembrou, era tarde demais, pois Nina já tinha vencido. MORAL: Nunca devemos zombar dos outros, pois todos somos capazes de algo, basta acreditar. Disponível em: https://www.refletirpararefletir.com.br/fabulas-inteligentes-e-curtinhas. Acesso em: 26 ago. 2019.

No contexto da fábula, cabe também a seguinte moral da história:

Questão 7 de 7 Q10 da prova
Leia o texto a seguir para responder às questões 9 e 10. O Desafio Numa bela manhã de sábado, toda a bicharada estava reunida, inclusive Tatá, o grilo sabichão e a formiga Nina. Os dois, como sempre, viviam brigando e disputando para saber quem corria mais. Tatá propôs um desafio para Nina, assim iriam tirar essa dúvida. Eles marcaram uma corrida. Tatá ficou zombando de Nina, pois ela nunca conseguiria ir ao outro lado da floresta, por ser pequena. Chegou a hora esperada, todos estavam lá, então a corrida começou. O grilo saiu na frente, depois ficou cansado e decidiu tomar um pouco de água num riacho que tinha ali perto. Nem se preocupou com o tempo, pois achava que a formiga nunca iria ganhar. Chegando ao riacho, ele encontrou uma barata e os dois começaram a conversar. Nada do grilo lembrar da corrida, quando se lembrou, era tarde demais, pois Nina já tinha vencido. MORAL: Nunca devemos zombar dos outros, pois todos somos capazes de algo, basta acreditar. Disponível em: https://www.refletirpararefletir.com.br/fabulas-inteligentes-e-curtinhas. Acesso em: 26 ago. 2019.

A alternativa em que todas as palavras são proparoxítonas é:

Acertos
Erros
7
Total