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Prova Eletricista - Pref. de Valinhos/SP
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Questão 1 de 40 Q1 da prova
Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 8. Língua nativa influencia na conectividade do cérebro, conclui estudo Cientistas do Instituto Max Planck de Ciências Humanas Cognitivas e do Cérebro, na Alemanha, encontraram evidências de que o idioma que falamos molda a conectividade em nosso cérebro, possivelmente influenciando a maneira como pensamos. O trabalho será publicado na edição de abril da revista científica NeuroImage. Com a ajuda de tomografias de ressonância magnética, os estudiosos examinaram profundamente cérebros de falantes nativos de alemão e de árabe, e descobriram diferenças na fiação das regiões cerebrais associadas à linguagem. Xuehu Wei, que é aluna de doutorado na equipe de pesquisa de Alfred Anwander e Angela Friederici no Instituto Max Planck, comparou varreduras cerebrais de 94 falantes nativos dos idiomas escolhidos, todos com idades entre 18 e 34 anos. As imagens de alta resolução não apenas mostram a anatomia do cérebro, mas também permitem derivar a conectividade entre as áreas cerebrais, usando uma técnica chamada imagem ponderada por difusão. Os dados mostraram que as conexões de axônios da substância branca da rede de linguagem se adaptam às demandas e dificuldades de processamento da língua materna. “Os falantes nativos de árabe mostraram uma conectividade mais forte entre os hemisférios esquerdo e direito do que os falantes nativos de alemão”, explica Alfred Anwander, último autor do estudo, em comunicado. “Esse fortalecimento também foi encontrado entre as regiões semânticas da linguagem e pode estar relacionado ao processamento semântico e fonológico relativamente complexo do árabe.” Ainda de acordo com a pesquisa, os falantes nativos de alemão mostraram uma conectividade mais forte na rede de idiomas do hemisfério esquerdo. Os autores argumentam que suas descobertas podem estar relacionadas ao complexo processamento sintático do alemão, devido à ordem livre das palavras e à maior distância de dependência dos elementos da frase. “A conectividade cerebral é modulada pela aprendizagem e pelo ambiente durante a infância, o que influencia o processamento e o raciocínio cognitivo no cérebro adulto. Nosso estudo fornece novas informações sobre como o cérebro se adapta às demandas cognitivas, ou seja, o conectoma estrutural da linguagem é moldado pela língua materna”, resume Anwander. Esse é um dos primeiros estudos a documentar as diferenças entre os cérebros de pessoas que cresceram com diferentes idiomas nativos e pode dar pistas para entender as diferenças de processamento intercultural no cérebro. Em uma próxima análise, a equipe pretende investigar mudanças estruturais longitudinais no cérebro de adultos de língua árabe à medida que aprendem alemão ao longo de seis meses.

A partir do que é exposto no texto, conclui-se que a língua materna:

Questão 2 de 40 Q2 da prova
Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 8. Língua nativa influencia na conectividade do cérebro, conclui estudo Cientistas do Instituto Max Planck de Ciências Humanas Cognitivas e do Cérebro, na Alemanha, encontraram evidências de que o idioma que falamos molda a conectividade em nosso cérebro, possivelmente influenciando a maneira como pensamos. O trabalho será publicado na edição de abril da revista científica NeuroImage. Com a ajuda de tomografias de ressonância magnética, os estudiosos examinaram profundamente cérebros de falantes nativos de alemão e de árabe, e descobriram diferenças na fiação das regiões cerebrais associadas à linguagem. Xuehu Wei, que é aluna de doutorado na equipe de pesquisa de Alfred Anwander e Angela Friederici no Instituto Max Planck, comparou varreduras cerebrais de 94 falantes nativos dos idiomas escolhidos, todos com idades entre 18 e 34 anos. As imagens de alta resolução não apenas mostram a anatomia do cérebro, mas também permitem derivar a conectividade entre as áreas cerebrais, usando uma técnica chamada imagem ponderada por difusão. Os dados mostraram que as conexões de axônios da substância branca da rede de linguagem se adaptam às demandas e dificuldades de processamento da língua materna. “Os falantes nativos de árabe mostraram uma conectividade mais forte entre os hemisférios esquerdo e direito do que os falantes nativos de alemão”, explica Alfred Anwander, último autor do estudo, em comunicado. “Esse fortalecimento também foi encontrado entre as regiões semânticas da linguagem e pode estar relacionado ao processamento semântico e fonológico relativamente complexo do árabe.” Ainda de acordo com a pesquisa, os falantes nativos de alemão mostraram uma conectividade mais forte na rede de idiomas do hemisfério esquerdo. Os autores argumentam que suas descobertas podem estar relacionadas ao complexo processamento sintático do alemão, devido à ordem livre das palavras e à maior distância de dependência dos elementos da frase. “A conectividade cerebral é modulada pela aprendizagem e pelo ambiente durante a infância, o que influencia o processamento e o raciocínio cognitivo no cérebro adulto. Nosso estudo fornece novas informações sobre como o cérebro se adapta às demandas cognitivas, ou seja, o conectoma estrutural da linguagem é moldado pela língua materna”, resume Anwander. Esse é um dos primeiros estudos a documentar as diferenças entre os cérebros de pessoas que cresceram com diferentes idiomas nativos e pode dar pistas para entender as diferenças de processamento intercultural no cérebro. Em uma próxima análise, a equipe pretende investigar mudanças estruturais longitudinais no cérebro de adultos de língua árabe à medida que aprendem alemão ao longo de seis meses.

Considere as afirmativas a seguir: I. A conectividade mais forte entre os hemisférios esquerdo e direito explica por que os falantes nativos de árabe são capazes de fazer conexões entre ideias mais rápido que os falantes nativos de alemão. II. Tanto o árabe quanto o alemão apresentam complexidades próprias, que podem influenciar na conectividade cerebral de seus falantes nativos. III. As particularidades de uma língua materna podem afetar as regiões cerebrais associadas à linguagem. IV. A anatomia cerebral facilita conexões mais próximas no cérebro, que favorecem o aprendizado de alemão frente ao de árabe. O texto permite concluir apenas as afirmativas em:

Questão 3 de 40 Q3 da prova
Em uma próxima análise, a equipe pretende investigar mudanças estruturais longitudinais no cérebro de adultos de língua árabe à medida que aprendem alemão ao longo de seis meses.

A locução em destaque no excerto apresentado é típica das orações subordinadas adverbiais que exprimem, em relação à oração principal à qual se relacionam, um valor:

Questão 4 de 40 Q4 da prova
Em uma próxima análise, a equipe pretende investigar mudanças estruturais longitudinais no cérebro de adultos de língua árabe à medida que aprendem alemão ao longo de seis meses.

Conforme a função que desempenha e sua composição interna, a classificação gramatical da locução “à medida que” é:

Questão 5 de 40 Q5 da prova
Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 8. Língua nativa influencia na conectividade do cérebro, conclui estudo Cientistas do Instituto Max Planck de Ciências Humanas Cognitivas e do Cérebro, na Alemanha, encontraram evidências de que o idioma que falamos molda a conectividade em nosso cérebro, possivelmente influenciando a maneira como pensamos. O trabalho será publicado na edição de abril da revista científica NeuroImage. Com a ajuda de tomografias de ressonância magnética, os estudiosos examinaram profundamente cérebros de falantes nativos de alemão e de árabe, e descobriram diferenças na fiação das regiões cerebrais associadas à linguagem. Xuehu Wei, que é aluna de doutorado na equipe de pesquisa de Alfred Anwander e Angela Friederici no Instituto Max Planck, comparou varreduras cerebrais de 94 falantes nativos dos idiomas escolhidos, todos com idades entre 18 e 34 anos. As imagens de alta resolução não apenas mostram a anatomia do cérebro, mas também permitem derivar a conectividade entre as áreas cerebrais, usando uma técnica chamada imagem ponderada por difusão. Os dados mostraram que as conexões de axônios da substância branca da rede de linguagem se adaptam às demandas e dificuldades de processamento da língua materna. “Os falantes nativos de árabe mostraram uma conectividade mais forte entre os hemisférios esquerdo e direito do que os falantes nativos de alemão”, explica Alfred Anwander, último autor do estudo, em comunicado. “Esse fortalecimento também foi encontrado entre as regiões semânticas da linguagem e pode estar relacionado ao processamento semântico e fonológico relativamente complexo do árabe.” Ainda de acordo com a pesquisa, os falantes nativos de alemão mostraram uma conectividade mais forte na rede de idiomas do hemisfério esquerdo. Os autores argumentam que suas descobertas podem estar relacionadas ao complexo processamento sintático do alemão, devido à ordem livre das palavras e à maior distância de dependência dos elementos da frase. “A conectividade cerebral é modulada pela aprendizagem e pelo ambiente durante a infância, o que influencia o processamento e o raciocínio cognitivo no cérebro adulto. Nosso estudo fornece novas informações sobre como o cérebro se adapta às demandas cognitivas, ou seja, o conectoma estrutural da linguagem é moldado pela língua materna”, resume Anwander. Esse é um dos primeiros estudos a documentar as diferenças entre os cérebros de pessoas que cresceram com diferentes idiomas nativos e pode dar pistas para entender as diferenças de processamento intercultural no cérebro. Em uma próxima análise, a equipe pretende investigar mudanças estruturais longitudinais no cérebro de adultos de língua árabe à medida que aprendem alemão ao longo de seis meses.

A expressão “não apenas … mas também”, que ocorre em “As imagens de alta resolução não apenas mostram a anatomia do cérebro, mas também permitem derivar a conectividade entre as áreas cerebrais (...)”, é empregada como um recurso de coesão sequencial, que imprime ao contexto em que ocorre o sentido de:

Questão 6 de 40 Q6 da prova
Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 8. Língua nativa influencia na conectividade do cérebro, conclui estudo Cientistas do Instituto Max Planck de Ciências Humanas Cognitivas e do Cérebro, na Alemanha, encontraram evidências de que o idioma que falamos molda a conectividade em nosso cérebro, possivelmente influenciando a maneira como pensamos. O trabalho será publicado na edição de abril da revista científica NeuroImage. Com a ajuda de tomografias de ressonância magnética, os estudiosos examinaram profundamente cérebros de falantes nativos de alemão e de árabe, e descobriram diferenças na fiação das regiões cerebrais associadas à linguagem. Xuehu Wei, que é aluna de doutorado na equipe de pesquisa de Alfred Anwander e Angela Friederici no Instituto Max Planck, comparou varreduras cerebrais de 94 falantes nativos dos idiomas escolhidos, todos com idades entre 18 e 34 anos. As imagens de alta resolução não apenas mostram a anatomia do cérebro, mas também permitem derivar a conectividade entre as áreas cerebrais, usando uma técnica chamada imagem ponderada por difusão. Os dados mostraram que as conexões de axônios da substância branca da rede de linguagem se adaptam às demandas e dificuldades de processamento da língua materna. “Os falantes nativos de árabe mostraram uma conectividade mais forte entre os hemisférios esquerdo e direito do que os falantes nativos de alemão”, explica Alfred Anwander, último autor do estudo, em comunicado. “Esse fortalecimento também foi encontrado entre as regiões semânticas da linguagem e pode estar relacionado ao processamento semântico e fonológico relativamente complexo do árabe.” Ainda de acordo com a pesquisa, os falantes nativos de alemão mostraram uma conectividade mais forte na rede de idiomas do hemisfério esquerdo. Os autores argumentam que suas descobertas podem estar relacionadas ao complexo processamento sintático do alemão, devido à ordem livre das palavras e à maior distância de dependência dos elementos da frase. “A conectividade cerebral é modulada pela aprendizagem e pelo ambiente durante a infância, o que influencia o processamento e o raciocínio cognitivo no cérebro adulto. Nosso estudo fornece novas informações sobre como o cérebro se adapta às demandas cognitivas, ou seja, o conectoma estrutural da linguagem é moldado pela língua materna”, resume Anwander. Esse é um dos primeiros estudos a documentar as diferenças entre os cérebros de pessoas que cresceram com diferentes idiomas nativos e pode dar pistas para entender as diferenças de processamento intercultural no cérebro. Em uma próxima análise, a equipe pretende investigar mudanças estruturais longitudinais no cérebro de adultos de língua árabe à medida que aprendem alemão ao longo de seis meses.

Considere o seguinte excerto: “Os falantes nativos de árabe mostraram uma conectividade mais forte entre os hemisférios esquerdo e direito do que os falantes nativos de alemão”. Nesse contexto, a qualidade expressa pelo adjetivo “forte” se apresenta no grau:

Questão 7 de 40 Q7 da prova
Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 8. Língua nativa influencia na conectividade do cérebro, conclui estudo Cientistas do Instituto Max Planck de Ciências Humanas Cognitivas e do Cérebro, na Alemanha, encontraram evidências de que o idioma que falamos molda a conectividade em nosso cérebro, possivelmente influenciando a maneira como pensamos. O trabalho será publicado na edição de abril da revista científica NeuroImage. Com a ajuda de tomografias de ressonância magnética, os estudiosos examinaram profundamente cérebros de falantes nativos de alemão e de árabe, e descobriram diferenças na fiação das regiões cerebrais associadas à linguagem. Xuehu Wei, que é aluna de doutorado na equipe de pesquisa de Alfred Anwander e Angela Friederici no Instituto Max Planck, comparou varreduras cerebrais de 94 falantes nativos dos idiomas escolhidos, todos com idades entre 18 e 34 anos. As imagens de alta resolução não apenas mostram a anatomia do cérebro, mas também permitem derivar a conectividade entre as áreas cerebrais, usando uma técnica chamada imagem ponderada por difusão. Os dados mostraram que as conexões de axônios da substância branca da rede de linguagem se adaptam às demandas e dificuldades de processamento da língua materna. “Os falantes nativos de árabe mostraram uma conectividade mais forte entre os hemisférios esquerdo e direito do que os falantes nativos de alemão”, explica Alfred Anwander, último autor do estudo, em comunicado. “Esse fortalecimento também foi encontrado entre as regiões semânticas da linguagem e pode estar relacionado ao processamento semântico e fonológico relativamente complexo do árabe.” Ainda de acordo com a pesquisa, os falantes nativos de alemão mostraram uma conectividade mais forte na rede de idiomas do hemisfério esquerdo. Os autores argumentam que suas descobertas podem estar relacionadas ao complexo processamento sintático do alemão, devido à ordem livre das palavras e à maior distância de dependência dos elementos da frase. “A conectividade cerebral é modulada pela aprendizagem e pelo ambiente durante a infância, o que influencia o processamento e o raciocínio cognitivo no cérebro adulto. Nosso estudo fornece novas informações sobre como o cérebro se adapta às demandas cognitivas, ou seja, o conectoma estrutural da linguagem é moldado pela língua materna”, resume Anwander. Esse é um dos primeiros estudos a documentar as diferenças entre os cérebros de pessoas que cresceram com diferentes idiomas nativos e pode dar pistas para entender as diferenças de processamento intercultural no cérebro. Em uma próxima análise, a equipe pretende investigar mudanças estruturais longitudinais no cérebro de adultos de língua árabe à medida que aprendem alemão ao longo de seis meses.

A palavra “língua”, que ocorre no texto, apresenta a mesma tonicidade e quantidade de sílabas que a palavra:

Questão 8 de 40 Q8 da prova
Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 8. Língua nativa influencia na conectividade do cérebro, conclui estudo Cientistas do Instituto Max Planck de Ciências Humanas Cognitivas e do Cérebro, na Alemanha, encontraram evidências de que o idioma que falamos molda a conectividade em nosso cérebro, possivelmente influenciando a maneira como pensamos. O trabalho será publicado na edição de abril da revista científica NeuroImage. Com a ajuda de tomografias de ressonância magnética, os estudiosos examinaram profundamente cérebros de falantes nativos de alemão e de árabe, e descobriram diferenças na fiação das regiões cerebrais associadas à linguagem. Xuehu Wei, que é aluna de doutorado na equipe de pesquisa de Alfred Anwander e Angela Friederici no Instituto Max Planck, comparou varreduras cerebrais de 94 falantes nativos dos idiomas escolhidos, todos com idades entre 18 e 34 anos. As imagens de alta resolução não apenas mostram a anatomia do cérebro, mas também permitem derivar a conectividade entre as áreas cerebrais, usando uma técnica chamada imagem ponderada por difusão. Os dados mostraram que as conexões de axônios da substância branca da rede de linguagem se adaptam às demandas e dificuldades de processamento da língua materna. “Os falantes nativos de árabe mostraram uma conectividade mais forte entre os hemisférios esquerdo e direito do que os falantes nativos de alemão”, explica Alfred Anwander, último autor do estudo, em comunicado. “Esse fortalecimento também foi encontrado entre as regiões semânticas da linguagem e pode estar relacionado ao processamento semântico e fonológico relativamente complexo do árabe.” Ainda de acordo com a pesquisa, os falantes nativos de alemão mostraram uma conectividade mais forte na rede de idiomas do hemisfério esquerdo. Os autores argumentam que suas descobertas podem estar relacionadas ao complexo processamento sintático do alemão, devido à ordem livre das palavras e à maior distância de dependência dos elementos da frase. “A conectividade cerebral é modulada pela aprendizagem e pelo ambiente durante a infância, o que influencia o processamento e o raciocínio cognitivo no cérebro adulto. Nosso estudo fornece novas informações sobre como o cérebro se adapta às demandas cognitivas, ou seja, o conectoma estrutural da linguagem é moldado pela língua materna”, resume Anwander. Esse é um dos primeiros estudos a documentar as diferenças entre os cérebros de pessoas que cresceram com diferentes idiomas nativos e pode dar pistas para entender as diferenças de processamento intercultural no cérebro. Em uma próxima análise, a equipe pretende investigar mudanças estruturais longitudinais no cérebro de adultos de língua árabe à medida que aprendem alemão ao longo de seis meses.

As palavras “conectividade”, “processamento” e “relativamente”, que ocorrem no texto, são formadas por derivação sufixal. Assinale a alternativa que contém três palavras com as quais ocorre esse mesmo processo em sua formação.

Questão 9 de 40 Q9 da prova

Assinale a alternativa que apresenta um termo sinônimo da palavra em destaque na seguinte oração: “A consciência política resulta na exprobração àqueles que se apoiam em falsas promessas.”

Questão 10 de 40 Q10 da prova

Analise as sentenças a seguir quanto aos elementos em destaque: I. Candidatei-me ao conselho da universidade, já que ninguém se dispôs. II. Continuaremos batalhando em prol dos trabalhadores, não obstante as críticas e as sabotagens. III. O acampamento foi cancelado, porquanto os escoteiros se perderam na mata. IV. O evento será ao ar livre, contanto que não chova. A alternativa que apresenta elementos de sentidos e funções correspondentes, que substituem, correta e respectivamente, as expressões em destaque nas sentenças dadas é (em caso de encontro entre preposição e artigo ao substituir, considere que ocorre contração):

Questão 11 de 40 Q11 da prova

Analise as sentenças a seguir quanto à classe gramatical das palavras que as compõem. Assinale a alternativa em que se verifica uma preposição acidental.

Questão 12 de 40 Q12 da prova

Analise a estrutura das palavras a seguir e assinale a alternativa em que a palavra dada é formada pelo processo de derivação parassintética.

Questão 13 de 40 Q13 da prova

O emprego do acento indicativo de crase está correto em:

Questão 14 de 40 Q14 da prova

Analise as palavras a seguir quanto à realização sonora e a grafia que apresentam. Aquela que apresenta dígrafo é:

Questão 15 de 40 Q15 da prova

Analise as palavras a seguir quanto à acentuação gráfica e ao emprego do hífen. Aquela que apresenta a ortografia incorreta, em relação a algum desses aspectos, é:

Questão 16 de 40 Q16 da prova

Um carro tem 4 rodas e uma moto tem 2 rodas. Sabe-se que em um pátio há 100 veículos, somente carros e motos. Adalberto contou o número de rodas dos veículos deste pátio e encontrou o valor de 336. Quantos carros tem no pátio?

Questão 17 de 40 Q17 da prova

Observe o trecho: “Aberta em 2021, a piscina mais funda do mundo tem 60 metros de profundidade e abriga até uma “cidade” subaquática. Com 14 milhões de litros de água e temperatura média de 30°C, a Deep Dive Dubai é certificada pelo Guinness World Records como ‘a piscina mais profunda para o mergulho’ do mundo.” Fonte: CNN Brasil. Indique o valor do volume de água da piscina mencionada na unidade de metros cúbicos:

Questão 18 de 40 Q18 da prova

Pedro tem 5 filhos, sendo 4 deles maiores de 10 anos. Para todo filho maior de 10 anos, ele dá mensalmente uma mesada, no mesmo valor para todos. O 5° filho, que ainda não recebia a mesada, irá completar 10 anos em breve, e deverá receber uma mesada também. Porém, Pedro não quer aumentar o seu custo geral com a mesada dos filhos, e, portanto, o valor total atualmente pago será igualmente dividido entre os 5. Com isso, qual o decréscimo percentual sofrido no valor de cada filho que já recebia a mesada antes?

Questão 19 de 40 Q19 da prova

Júlio escreveu um livro à mão, resultando em 210 páginas. Quando ele estava redigitando o livro no computador, ele percebeu que a cada 5 páginas escritas à mão, equivale a 3 páginas digitadas. Nessas condições, quantas páginas digitadas terá o livro de Júlio?

Questão 20 de 40 Q20 da prova

Observe a seguinte sequência lógica numérica: A sequência continua indefinidamente. Quantos caracteres ‘A’ serão utilizados para fazer o 11° elemento desta sequência?

Questão 21 de 40 Q21 da prova

Observe a seguinte sequência lógica: B, 4, F, 8, J, 12, ... O próximo elemento da sequência será:

Questão 22 de 40 Q22 da prova

O morador de uma certa vila quer encher um reservatório. Ele busca água no açude próximo e consegue despejar no reservatório 30 litros de água a cada meia hora. Porém, o reservatório tem um pequeno vazamento e perde 0,5 litro de água a cada 10 minutos. Supondo que quando o morador começou a encher o reservatório ele estava vazio, quanto tempo levará, após o primeiro despejo de água, para encher o reservatório, sabendo-se que este tem um volume total de 543 litros?

Questão 23 de 40 Q23 da prova

Graça, Maria e Rosana moram todas no mesmo bairro. Elas vão ao posto médico do seu bairro a cada 30, 40 e 60 dias, respectivamente. Certo dia, as três se encontraram simultaneamente no consultório. Após este encontro, quantos dias depois acontecerá o próximo encontro simultâneo entre elas?

Questão 24 de 40 Q24 da prova

Um triângulo equilátero e um quadrado têm inicialmente o mesmo perímetro. Se a área do quadrado e do triângulo dobrarem, mantendo-se os formatos, então pode-se afirmar que:

Questão 25 de 40 Q25 da prova

Luana e Alan tinham inicialmente o mesmo capital cada. Luana aplicou 1/4 do seu capital num regime de juro simples com uma determinada taxa de juro, enquanto Alan aplicou todo seu capital em outro investimento também a juro simples, mas com outra taxa de juro. Sabe-se que o juro mensal coletado por Luana é o dobro do juro mensal coletado por Alan. Neste caso, a razão entre a taxa de juro da aplicação de Luana e a taxa de juro da aplicação de Allan é:

Questão 26 de 40 Q26 da prova

Um trabalhador faz vistoria em 12 equipamentos diferente. A cada dia de trabalho ele deve vistoriar um único equipamento, e só volta a vistoriá-lo depois que terminar os outros 11 restantes, sempre seguindo a mesma ordem. Se esse trabalhador faz a 1ª vistoria de um determinado equipamento numa quinta-feira, que dia da semana ele fará a 5ª vistoria neste equipamento, sabendo-se que o trabalhador não realiza vistoria aos sábados e domingos?

Questão 27 de 40 Q27 da prova

Cinco cadeiras estão dispostas no vértice de um pentágono. Cinco amigos: Ana, Bruna, Caio, Danilo e Edson, sentam-se nas cadeiras. Sabe-se que: I – Ana senta-se ao lado de Bruna, mas não se senta ao lado de Edson; II – Danilo senta-se ao lado de Caio, mas não se senta ao lado de Ana; Os amigos que se sentam ao lado de Edson são:

Questão 28 de 40 Q28 da prova

A figura abaixo mostra o número de funcionários homens e mulheres por setor numa empresa: Com base nos dados, pode-se afirmar que a média de funcionárias mulheres por setor nesta empresa é:

Questão 29 de 40 Q29 da prova

Considere verdadeiras as seguintes proposições: I – Todo matemático é benevolente; II – Alguns aristocratas são matemáticos; Então, é necessariamente verdade que:

Questão 30 de 40 Q30 da prova

Uma mercadoria está sendo vendida com desconto de 12% por um valor de R$ 220,00. Seu valor original é:

Questão 31 de 40 Q31 da prova

Referente a leitura e interpretação de desenhos de instalação elétrica predial, assinale a alternativa com a descrição que representa o real significado das simbologias para quadros de distribuição, respectivamente.

Questão 32 de 40 Q32 da prova

Os Eletrodutos são componentes com função de proteger os fios e cabos elétricos, e existem diversos tipos e modelos disponíveis no mercado. Assinale abaixo a alternativa que NÃO representa um tipo de eletroduto.

Questão 33 de 40 Q33 da prova

Nos sistemas de comandos elétricos, qual o principal elemento de suma importância, que exerce papel crítico na proteção e controle de circuitos, atuando com chaves eletromecânicas ou eletrônicas que, em virtude de condições particulares do circuito (superaquecimento, falhas de tensão e etc.), acionam a abertura ou o fechamento de contatos?

Questão 34 de 40 Q34 da prova

A figura abaixo representa um problema corriqueiro em motores elétricos, identificada mediante uma análise de posicionamento entre as partes. Assinale a alternativa que representa uma possível causa para ruídos excessivos, falhas de execução, alto consumo de energia e trepidações, conforme demonstrado na figura.

Questão 35 de 40 Q35 da prova

A capacidade de transporte de corrente elétrica, ou condutividade elétrica é determinada pela facilidade com que os elétrons se deslocam através do material. Assinale a alternativa que apresenta materiais condutores elétricos.

Questão 36 de 40 Q36 da prova

Os transformadores, são instrumentos destinados a amplificar ou reduzir um valor específico de tensão. Os transformadores, em sua categorização, podem ser ordenados com base em diversos critérios, abrangendo finalidade, tipologia, composição do núcleo e quantidade de fases. Assinale a alternativa que representa os nomes para transformadores em relação a sua quantidade de fases.

Questão 37 de 40 Q37 da prova

Assinale a alternativa abaixo que compreende equipamentos de proteção individual (EPI’s) imprescindíveis para a rotina do eletricista.

Questão 38 de 40 Q38 da prova

De acordo com a figura abaixo, assinale a alternativa que representa o real significado da simbologia adotada pela ABNT, respectivamente.

Questão 39 de 40 Q39 da prova

Os fios e transformadores, usualmente fixados em postes, são dispostos em dutos subterrâneos, configurando uma rede subterrânea. Essa disposição os mantém ocultos, resguardando-os contra os efeitos de ventos intensos, oferecendo menor risco. De acordo com as características de configuração de uma rede subterrânea de distribuição de eletricidade, assinale com verdadeiro (V) ou falso (F) e marque a alternativa CORRETA.

Questão 40 de 40 Q40 da prova

Qual dos seguintes procedimentos é essencial para garantir a segurança de um eletricista durante o trabalho?

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