Provas para Download

Prova Eletricista - Pref. de Valinhos/SP
Visualizar os arquivos PDF
Ver eletricista.pdf
PDF
eletricista.pdf
Ver gabarito-preliminar.pdf
PDF
gabarito-preliminar.pdf
Download dos arquivos PDF
Baixar eletricista.pdf
PDF
eletricista.pdf
Baixar gabarito-preliminar.pdf
PDF
gabarito-preliminar.pdf
Compartilhar os arquivos PDF
Compartilhar gabarito-preliminar.pdf
PDF
gabarito-preliminar.pdf
Compartilhe:
Questões extraídas da Prova :: clique na alternativa correta
0
Acertos
0
Erros
0%
Nota
Limpar
Questão 1 de 19 Q1281552 Q2 da prova
Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 8. Língua nativa influencia na conectividade do cérebro, conclui estudo Cientistas do Instituto Max Planck de Ciências Humanas Cognitivas e do Cérebro, na Alemanha, encontraram evidências de que o idioma que falamos molda a conectividade em nosso cérebro, possivelmente influenciando a maneira como pensamos. O trabalho será publicado na edição de abril da revista científica NeuroImage. Com a ajuda de tomografias de ressonância magnética, os estudiosos examinaram profundamente cérebros de falantes nativos de alemão e de árabe, e descobriram diferenças na fiação das regiões cerebrais associadas à linguagem. Xuehu Wei, que é aluna de doutorado na equipe de pesquisa de Alfred Anwander e Angela Friederici no Instituto Max Planck, comparou varreduras cerebrais de 94 falantes nativos dos idiomas escolhidos, todos com idades entre 18 e 34 anos. As imagens de alta resolução não apenas mostram a anatomia do cérebro, mas também permitem derivar a conectividade entre as áreas cerebrais, usando uma técnica chamada imagem ponderada por difusão. Os dados mostraram que as conexões de axônios da substância branca da rede de linguagem se adaptam às demandas e dificuldades de processamento da língua materna. “Os falantes nativos de árabe mostraram uma conectividade mais forte entre os hemisférios esquerdo e direito do que os falantes nativos de alemão”, explica Alfred Anwander, último autor do estudo, em comunicado. “Esse fortalecimento também foi encontrado entre as regiões semânticas da linguagem e pode estar relacionado ao processamento semântico e fonológico relativamente complexo do árabe.” Ainda de acordo com a pesquisa, os falantes nativos de alemão mostraram uma conectividade mais forte na rede de idiomas do hemisfério esquerdo. Os autores argumentam que suas descobertas podem estar relacionadas ao complexo processamento sintático do alemão, devido à ordem livre das palavras e à maior distância de dependência dos elementos da frase. “A conectividade cerebral é modulada pela aprendizagem e pelo ambiente durante a infância, o que influencia o processamento e o raciocínio cognitivo no cérebro adulto. Nosso estudo fornece novas informações sobre como o cérebro se adapta às demandas cognitivas, ou seja, o conectoma estrutural da linguagem é moldado pela língua materna”, resume Anwander. Esse é um dos primeiros estudos a documentar as diferenças entre os cérebros de pessoas que cresceram com diferentes idiomas nativos e pode dar pistas para entender as diferenças de processamento intercultural no cérebro. Em uma próxima análise, a equipe pretende investigar mudanças estruturais longitudinais no cérebro de adultos de língua árabe à medida que aprendem alemão ao longo de seis meses.

Considere as afirmativas a seguir: I. A conectividade mais forte entre os hemisférios esquerdo e direito explica por que os falantes nativos de árabe são capazes de fazer conexões entre ideias mais rápido que os falantes nativos de alemão. II. Tanto o árabe quanto o alemão apresentam complexidades próprias, que podem influenciar na conectividade cerebral de seus falantes nativos. III. As particularidades de uma língua materna podem afetar as regiões cerebrais associadas à linguagem. IV. A anatomia cerebral facilita conexões mais próximas no cérebro, que favorecem o aprendizado de alemão frente ao de árabe. O texto permite concluir apenas as afirmativas em:

Reportar Erro
Questão 2 de 19 Q1281556 Q6 da prova
Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 8. Língua nativa influencia na conectividade do cérebro, conclui estudo Cientistas do Instituto Max Planck de Ciências Humanas Cognitivas e do Cérebro, na Alemanha, encontraram evidências de que o idioma que falamos molda a conectividade em nosso cérebro, possivelmente influenciando a maneira como pensamos. O trabalho será publicado na edição de abril da revista científica NeuroImage. Com a ajuda de tomografias de ressonância magnética, os estudiosos examinaram profundamente cérebros de falantes nativos de alemão e de árabe, e descobriram diferenças na fiação das regiões cerebrais associadas à linguagem. Xuehu Wei, que é aluna de doutorado na equipe de pesquisa de Alfred Anwander e Angela Friederici no Instituto Max Planck, comparou varreduras cerebrais de 94 falantes nativos dos idiomas escolhidos, todos com idades entre 18 e 34 anos. As imagens de alta resolução não apenas mostram a anatomia do cérebro, mas também permitem derivar a conectividade entre as áreas cerebrais, usando uma técnica chamada imagem ponderada por difusão. Os dados mostraram que as conexões de axônios da substância branca da rede de linguagem se adaptam às demandas e dificuldades de processamento da língua materna. “Os falantes nativos de árabe mostraram uma conectividade mais forte entre os hemisférios esquerdo e direito do que os falantes nativos de alemão”, explica Alfred Anwander, último autor do estudo, em comunicado. “Esse fortalecimento também foi encontrado entre as regiões semânticas da linguagem e pode estar relacionado ao processamento semântico e fonológico relativamente complexo do árabe.” Ainda de acordo com a pesquisa, os falantes nativos de alemão mostraram uma conectividade mais forte na rede de idiomas do hemisfério esquerdo. Os autores argumentam que suas descobertas podem estar relacionadas ao complexo processamento sintático do alemão, devido à ordem livre das palavras e à maior distância de dependência dos elementos da frase. “A conectividade cerebral é modulada pela aprendizagem e pelo ambiente durante a infância, o que influencia o processamento e o raciocínio cognitivo no cérebro adulto. Nosso estudo fornece novas informações sobre como o cérebro se adapta às demandas cognitivas, ou seja, o conectoma estrutural da linguagem é moldado pela língua materna”, resume Anwander. Esse é um dos primeiros estudos a documentar as diferenças entre os cérebros de pessoas que cresceram com diferentes idiomas nativos e pode dar pistas para entender as diferenças de processamento intercultural no cérebro. Em uma próxima análise, a equipe pretende investigar mudanças estruturais longitudinais no cérebro de adultos de língua árabe à medida que aprendem alemão ao longo de seis meses.

Considere o seguinte excerto: “Os falantes nativos de árabe mostraram uma conectividade mais forte entre os hemisférios esquerdo e direito do que os falantes nativos de alemão”. Nesse contexto, a qualidade expressa pelo adjetivo “forte” se apresenta no grau:

Reportar Erro
Questão 3 de 19 Q1281557 Q7 da prova
Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 8. Língua nativa influencia na conectividade do cérebro, conclui estudo Cientistas do Instituto Max Planck de Ciências Humanas Cognitivas e do Cérebro, na Alemanha, encontraram evidências de que o idioma que falamos molda a conectividade em nosso cérebro, possivelmente influenciando a maneira como pensamos. O trabalho será publicado na edição de abril da revista científica NeuroImage. Com a ajuda de tomografias de ressonância magnética, os estudiosos examinaram profundamente cérebros de falantes nativos de alemão e de árabe, e descobriram diferenças na fiação das regiões cerebrais associadas à linguagem. Xuehu Wei, que é aluna de doutorado na equipe de pesquisa de Alfred Anwander e Angela Friederici no Instituto Max Planck, comparou varreduras cerebrais de 94 falantes nativos dos idiomas escolhidos, todos com idades entre 18 e 34 anos. As imagens de alta resolução não apenas mostram a anatomia do cérebro, mas também permitem derivar a conectividade entre as áreas cerebrais, usando uma técnica chamada imagem ponderada por difusão. Os dados mostraram que as conexões de axônios da substância branca da rede de linguagem se adaptam às demandas e dificuldades de processamento da língua materna. “Os falantes nativos de árabe mostraram uma conectividade mais forte entre os hemisférios esquerdo e direito do que os falantes nativos de alemão”, explica Alfred Anwander, último autor do estudo, em comunicado. “Esse fortalecimento também foi encontrado entre as regiões semânticas da linguagem e pode estar relacionado ao processamento semântico e fonológico relativamente complexo do árabe.” Ainda de acordo com a pesquisa, os falantes nativos de alemão mostraram uma conectividade mais forte na rede de idiomas do hemisfério esquerdo. Os autores argumentam que suas descobertas podem estar relacionadas ao complexo processamento sintático do alemão, devido à ordem livre das palavras e à maior distância de dependência dos elementos da frase. “A conectividade cerebral é modulada pela aprendizagem e pelo ambiente durante a infância, o que influencia o processamento e o raciocínio cognitivo no cérebro adulto. Nosso estudo fornece novas informações sobre como o cérebro se adapta às demandas cognitivas, ou seja, o conectoma estrutural da linguagem é moldado pela língua materna”, resume Anwander. Esse é um dos primeiros estudos a documentar as diferenças entre os cérebros de pessoas que cresceram com diferentes idiomas nativos e pode dar pistas para entender as diferenças de processamento intercultural no cérebro. Em uma próxima análise, a equipe pretende investigar mudanças estruturais longitudinais no cérebro de adultos de língua árabe à medida que aprendem alemão ao longo de seis meses.

A palavra “língua”, que ocorre no texto, apresenta a mesma tonicidade e quantidade de sílabas que a palavra:

Reportar Erro
Questão 4 de 19 Q1281558 Q8 da prova
Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 8. Língua nativa influencia na conectividade do cérebro, conclui estudo Cientistas do Instituto Max Planck de Ciências Humanas Cognitivas e do Cérebro, na Alemanha, encontraram evidências de que o idioma que falamos molda a conectividade em nosso cérebro, possivelmente influenciando a maneira como pensamos. O trabalho será publicado na edição de abril da revista científica NeuroImage. Com a ajuda de tomografias de ressonância magnética, os estudiosos examinaram profundamente cérebros de falantes nativos de alemão e de árabe, e descobriram diferenças na fiação das regiões cerebrais associadas à linguagem. Xuehu Wei, que é aluna de doutorado na equipe de pesquisa de Alfred Anwander e Angela Friederici no Instituto Max Planck, comparou varreduras cerebrais de 94 falantes nativos dos idiomas escolhidos, todos com idades entre 18 e 34 anos. As imagens de alta resolução não apenas mostram a anatomia do cérebro, mas também permitem derivar a conectividade entre as áreas cerebrais, usando uma técnica chamada imagem ponderada por difusão. Os dados mostraram que as conexões de axônios da substância branca da rede de linguagem se adaptam às demandas e dificuldades de processamento da língua materna. “Os falantes nativos de árabe mostraram uma conectividade mais forte entre os hemisférios esquerdo e direito do que os falantes nativos de alemão”, explica Alfred Anwander, último autor do estudo, em comunicado. “Esse fortalecimento também foi encontrado entre as regiões semânticas da linguagem e pode estar relacionado ao processamento semântico e fonológico relativamente complexo do árabe.” Ainda de acordo com a pesquisa, os falantes nativos de alemão mostraram uma conectividade mais forte na rede de idiomas do hemisfério esquerdo. Os autores argumentam que suas descobertas podem estar relacionadas ao complexo processamento sintático do alemão, devido à ordem livre das palavras e à maior distância de dependência dos elementos da frase. “A conectividade cerebral é modulada pela aprendizagem e pelo ambiente durante a infância, o que influencia o processamento e o raciocínio cognitivo no cérebro adulto. Nosso estudo fornece novas informações sobre como o cérebro se adapta às demandas cognitivas, ou seja, o conectoma estrutural da linguagem é moldado pela língua materna”, resume Anwander. Esse é um dos primeiros estudos a documentar as diferenças entre os cérebros de pessoas que cresceram com diferentes idiomas nativos e pode dar pistas para entender as diferenças de processamento intercultural no cérebro. Em uma próxima análise, a equipe pretende investigar mudanças estruturais longitudinais no cérebro de adultos de língua árabe à medida que aprendem alemão ao longo de seis meses.

As palavras “conectividade”, “processamento” e “relativamente”, que ocorrem no texto, são formadas por derivação sufixal. Assinale a alternativa que contém três palavras com as quais ocorre esse mesmo processo em sua formação.

Reportar Erro
Questão 5 de 19 Q1281560 Q10 da prova

Analise as sentenças a seguir quanto aos elementos em destaque: I. Candidatei-me ao conselho da universidade, já que ninguém se dispôs. II. Continuaremos batalhando em prol dos trabalhadores, não obstante as críticas e as sabotagens. III. O acampamento foi cancelado, porquanto os escoteiros se perderam na mata. IV. O evento será ao ar livre, contanto que não chova. A alternativa que apresenta elementos de sentidos e funções correspondentes, que substituem, correta e respectivamente, as expressões em destaque nas sentenças dadas é (em caso de encontro entre preposição e artigo ao substituir, considere que ocorre contração):

Reportar Erro
Questão 6 de 19 Q1281564 Q14 da prova

Analise as palavras a seguir quanto à realização sonora e a grafia que apresentam. Aquela que apresenta dígrafo é:

Reportar Erro
Questão 7 de 19 Q1281565 Q15 da prova

Analise as palavras a seguir quanto à acentuação gráfica e ao emprego do hífen. Aquela que apresenta a ortografia incorreta, em relação a algum desses aspectos, é:

Reportar Erro
Questão 8 de 19 Q1281567 Q17 da prova

Observe o trecho: “Aberta em 2021, a piscina mais funda do mundo tem 60 metros de profundidade e abriga até uma “cidade” subaquática. Com 14 milhões de litros de água e temperatura média de 30°C, a Deep Dive Dubai é certificada pelo Guinness World Records como ‘a piscina mais profunda para o mergulho’ do mundo.” Fonte: CNN Brasil. Indique o valor do volume de água da piscina mencionada na unidade de metros cúbicos:

Reportar Erro
Questão 9 de 19 Q1281576 Q26 da prova

Um trabalhador faz vistoria em 12 equipamentos diferente. A cada dia de trabalho ele deve vistoriar um único equipamento, e só volta a vistoriá-lo depois que terminar os outros 11 restantes, sempre seguindo a mesma ordem. Se esse trabalhador faz a 1ª vistoria de um determinado equipamento numa quinta-feira, que dia da semana ele fará a 5ª vistoria neste equipamento, sabendo-se que o trabalhador não realiza vistoria aos sábados e domingos?

Reportar Erro
Questão 10 de 19 Q1281577 Q27 da prova

Cinco cadeiras estão dispostas no vértice de um pentágono. Cinco amigos: Ana, Bruna, Caio, Danilo e Edson, sentam-se nas cadeiras. Sabe-se que: I – Ana senta-se ao lado de Bruna, mas não se senta ao lado de Edson; II – Danilo senta-se ao lado de Caio, mas não se senta ao lado de Ana; Os amigos que se sentam ao lado de Edson são:

Reportar Erro
Questão 11 de 19 Q1281579 Q29 da prova

Considere verdadeiras as seguintes proposições: I – Todo matemático é benevolente; II – Alguns aristocratas são matemáticos; Então, é necessariamente verdade que:

Reportar Erro
Questão 12 de 19 Q1281580 Q30 da prova

Uma mercadoria está sendo vendida com desconto de 12% por um valor de R$ 220,00. Seu valor original é:

Reportar Erro
Questão 13 de 19 Q1281581 Q31 da prova

Referente a leitura e interpretação de desenhos de instalação elétrica predial, assinale a alternativa com a descrição que representa o real significado das simbologias para quadros de distribuição, respectivamente.

Reportar Erro
Questão 14 de 19 Q1281582 Q32 da prova

Os Eletrodutos são componentes com função de proteger os fios e cabos elétricos, e existem diversos tipos e modelos disponíveis no mercado. Assinale abaixo a alternativa que NÃO representa um tipo de eletroduto.

Reportar Erro
Questão 15 de 19 Q1281583 Q33 da prova

Nos sistemas de comandos elétricos, qual o principal elemento de suma importância, que exerce papel crítico na proteção e controle de circuitos, atuando com chaves eletromecânicas ou eletrônicas que, em virtude de condições particulares do circuito (superaquecimento, falhas de tensão e etc.), acionam a abertura ou o fechamento de contatos?

Reportar Erro
Questão 16 de 19 Q1281585 Q35 da prova

A capacidade de transporte de corrente elétrica, ou condutividade elétrica é determinada pela facilidade com que os elétrons se deslocam através do material. Assinale a alternativa que apresenta materiais condutores elétricos.

Reportar Erro
Questão 17 de 19 Q1281586 Q36 da prova

Os transformadores, são instrumentos destinados a amplificar ou reduzir um valor específico de tensão. Os transformadores, em sua categorização, podem ser ordenados com base em diversos critérios, abrangendo finalidade, tipologia, composição do núcleo e quantidade de fases. Assinale a alternativa que representa os nomes para transformadores em relação a sua quantidade de fases.

Reportar Erro
Questão 18 de 19 Q1281587 Q37 da prova

Assinale a alternativa abaixo que compreende equipamentos de proteção individual (EPI’s) imprescindíveis para a rotina do eletricista.

Reportar Erro
Questão 19 de 19 Q1281590 Q40 da prova

Qual dos seguintes procedimentos é essencial para garantir a segurança de um eletricista durante o trabalho?

Reportar Erro
0
Acertos
0
Erros
0%
Nota
Limpar

Acertos
Erros
Nota