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Prova Eletricista - FUSAM
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Questão 1 de 19 Q1850687 Q3 da prova
Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 7.

A primavera chegou

Há um conto escandinavo, escrito por não sei quem há muitas primaveras, em que o mordomo se curva respeitosamente e anuncia à senhora condessa:
– Com a vossa permissão, a primavera chegou.
– Diga -lhe que seja bem -vinda e pode permanecer três meses em minhas terras.
Então vem o primeiro domingo da primavera. E havia um velho mendigo que tinha uma perna de pau. Suspeitava -se que em sua mocidade houvesse sido um terrível pirata; de qualquer maneira era agora apenas um velho mendigo que pedia esmola todo domingo na porta da igreja. E havia uma rica velhinha que todo domingo dava ao mendigo uma grande moeda de cobre. Naquele domingo, entretanto, por ser o primeiro d a primavera, deu -lhe uma grande moeda de ouro. O mendigo sorriu e pediu licença para lhe oferecer uma bela rosa.
– Que rosa tão bela, mendigo. Onde a colheu?
– Nasceu em minha perna de pau, senhora.
Guardei apenas isso do conto escandinavo que li há muitos anos. Lembro -me ainda vagamente de um casal de namorados que sai pelo campo – e a primavera é tão linda que eles esquecem, e voltam mil anos depois, ainda primaveris, em outra primavera…
Mas isso era na Escandinávia, em um daqueles países louros e frios. No Rio será que existe primavera? Proponho que ela exista; apenas o homem distraído não a vê chegar, nem a sente; nossa primavera é sutil e para entrar na cidade não pede licença ao Prefeito.
É claro que falta à nossa gente um pouco de imaginação para sentir, para viver a primavera. Essa gente que espera condução em longas, tediosas filas – por que não aproveita o tempo da espera para fazer rodas e cantar?
Imagino a cidade sob esse delírio primaveril; os bondes criariam asas, guiados por condutores de grandes bigodes líricos, e esvoaçariam no céu azul; na Gávea os cavalos ficariam brincando de carrossel e as senhoras e cavalheiros correriam felizes pela pista com flores nos dentes. No cinema, Gina Lolobrigida sairia da tela e viria sentar na poltrona ao meu lado:
– Sim, é bem verdade que me amas? Ouvi o teu suspiro; vi, na penumbra, teus olhos que brilhavam. Quero ficar junto de ti. Io te voglio tanto bene !
Eu me assustaria, mostraria meus papéis, dizendo que devia haver algum engano, eu não era nenhum artista de cinema, não era nem mesmo o Aloísio Sales, era apenas um espectador, o pobre do Braga, obscuro trecho da realidade brasileira…
Mas ela recitaria:
“Comigo fica ou leva -me contigo
Dos mares à amplidão”.
Iríamos para a amplidão dos mares. E na volta tomaríamos grandes, imortais, chuveiradas.
Pois na primavera (faça o que quiser a Inspetoria de Águas) na primavera todos teremos água, pois nascerão fontes líricas no metal das torneiras e de nossas banheiras saltarão peixes voadores que se porão a cantar como verdadeiros gaturamos e nós todos seremos acqua-loucos de felicidade.
Primavera!

BRAGA, R. A primavera chegou. Manchete, Rio de Janeiro, 1953. Disponível em .

Nas sentenças a seguir, retiradas do texto, ocorrem diferentes tipos de pronomes:

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Questão 2 de 19 Q1850691 Q5 da prova
Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 7.

A primavera chegou

Há um conto escandinavo, escrito por não sei quem há muitas primaveras, em que o mordomo se curva respeitosamente e anuncia à senhora condessa:
– Com a vossa permissão, a primavera chegou.
– Diga -lhe que seja bem -vinda e pode permanecer três meses em minhas terras.
Então vem o primeiro domingo da primavera. E havia um velho mendigo que tinha uma perna de pau. Suspeitava -se que em sua mocidade houvesse sido um terrível pirata; de qualquer maneira era agora apenas um velho mendigo que pedia esmola todo domingo na porta da igreja. E havia uma rica velhinha que todo domingo dava ao mendigo uma grande moeda de cobre. Naquele domingo, entretanto, por ser o primeiro d a primavera, deu -lhe uma grande moeda de ouro. O mendigo sorriu e pediu licença para lhe oferecer uma bela rosa.
– Que rosa tão bela, mendigo. Onde a colheu?
– Nasceu em minha perna de pau, senhora.
Guardei apenas isso do conto escandinavo que li há muitos anos. Lembro -me ainda vagamente de um casal de namorados que sai pelo campo – e a primavera é tão linda que eles esquecem, e voltam mil anos depois, ainda primaveris, em outra primavera…
Mas isso era na Escandinávia, em um daqueles países louros e frios. No Rio será que existe primavera? Proponho que ela exista; apenas o homem distraído não a vê chegar, nem a sente; nossa primavera é sutil e para entrar na cidade não pede licença ao Prefeito.
É claro que falta à nossa gente um pouco de imaginação para sentir, para viver a primavera. Essa gente que espera condução em longas, tediosas filas – por que não aproveita o tempo da espera para fazer rodas e cantar?
Imagino a cidade sob esse delírio primaveril; os bondes criariam asas, guiados por condutores de grandes bigodes líricos, e esvoaçariam no céu azul; na Gávea os cavalos ficariam brincando de carrossel e as senhoras e cavalheiros correriam felizes pela pista com flores nos dentes. No cinema, Gina Lolobrigida sairia da tela e viria sentar na poltrona ao meu lado:
– Sim, é bem verdade que me amas? Ouvi o teu suspiro; vi, na penumbra, teus olhos que brilhavam. Quero ficar junto de ti. Io te voglio tanto bene !
Eu me assustaria, mostraria meus papéis, dizendo que devia haver algum engano, eu não era nenhum artista de cinema, não era nem mesmo o Aloísio Sales, era apenas um espectador, o pobre do Braga, obscuro trecho da realidade brasileira…
Mas ela recitaria:
“Comigo fica ou leva -me contigo
Dos mares à amplidão”.
Iríamos para a amplidão dos mares. E na volta tomaríamos grandes, imortais, chuveiradas.
Pois na primavera (faça o que quiser a Inspetoria de Águas) na primavera todos teremos água, pois nascerão fontes líricas no metal das torneiras e de nossas banheiras saltarão peixes voadores que se porão a cantar como verdadeiros gaturamos e nós todos seremos acqua-loucos de felicidade.
Primavera!

BRAGA, R. A primavera chegou. Manchete, Rio de Janeiro, 1953. Disponível em .

O excerto em que ocorre um verbo cujo complemento é uma oração é:

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Questão 3 de 19 Q1850692 Q6 da prova
Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 7.

A primavera chegou

Há um conto escandinavo, escrito por não sei quem há muitas primaveras, em que o mordomo se curva respeitosamente e anuncia à senhora condessa:
– Com a vossa permissão, a primavera chegou.
– Diga -lhe que seja bem -vinda e pode permanecer três meses em minhas terras.
Então vem o primeiro domingo da primavera. E havia um velho mendigo que tinha uma perna de pau. Suspeitava -se que em sua mocidade houvesse sido um terrível pirata; de qualquer maneira era agora apenas um velho mendigo que pedia esmola todo domingo na porta da igreja. E havia uma rica velhinha que todo domingo dava ao mendigo uma grande moeda de cobre. Naquele domingo, entretanto, por ser o primeiro d a primavera, deu -lhe uma grande moeda de ouro. O mendigo sorriu e pediu licença para lhe oferecer uma bela rosa.
– Que rosa tão bela, mendigo. Onde a colheu?
– Nasceu em minha perna de pau, senhora.
Guardei apenas isso do conto escandinavo que li há muitos anos. Lembro -me ainda vagamente de um casal de namorados que sai pelo campo – e a primavera é tão linda que eles esquecem, e voltam mil anos depois, ainda primaveris, em outra primavera…
Mas isso era na Escandinávia, em um daqueles países louros e frios. No Rio será que existe primavera? Proponho que ela exista; apenas o homem distraído não a vê chegar, nem a sente; nossa primavera é sutil e para entrar na cidade não pede licença ao Prefeito.
É claro que falta à nossa gente um pouco de imaginação para sentir, para viver a primavera. Essa gente que espera condução em longas, tediosas filas – por que não aproveita o tempo da espera para fazer rodas e cantar?
Imagino a cidade sob esse delírio primaveril; os bondes criariam asas, guiados por condutores de grandes bigodes líricos, e esvoaçariam no céu azul; na Gávea os cavalos ficariam brincando de carrossel e as senhoras e cavalheiros correriam felizes pela pista com flores nos dentes. No cinema, Gina Lolobrigida sairia da tela e viria sentar na poltrona ao meu lado:
– Sim, é bem verdade que me amas? Ouvi o teu suspiro; vi, na penumbra, teus olhos que brilhavam. Quero ficar junto de ti. Io te voglio tanto bene !
Eu me assustaria, mostraria meus papéis, dizendo que devia haver algum engano, eu não era nenhum artista de cinema, não era nem mesmo o Aloísio Sales, era apenas um espectador, o pobre do Braga, obscuro trecho da realidade brasileira…
Mas ela recitaria:
“Comigo fica ou leva -me contigo
Dos mares à amplidão”.
Iríamos para a amplidão dos mares. E na volta tomaríamos grandes, imortais, chuveiradas.
Pois na primavera (faça o que quiser a Inspetoria de Águas) na primavera todos teremos água, pois nascerão fontes líricas no metal das torneiras e de nossas banheiras saltarão peixes voadores que se porão a cantar como verdadeiros gaturamos e nós todos seremos acqua-loucos de felicidade.
Primavera!

BRAGA, R. A primavera chegou. Manchete, Rio de Janeiro, 1953. Disponível em .

A construção “tão … que” imprime ao contexto em que ocorre – “e a primavera é tão linda que eles esquecem” – um sentido:

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Questão 4 de 19 Q1850694 Q7 da prova
Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 7.

A primavera chegou

Há um conto escandinavo, escrito por não sei quem há muitas primaveras, em que o mordomo se curva respeitosamente e anuncia à senhora condessa:
– Com a vossa permissão, a primavera chegou.
– Diga -lhe que seja bem -vinda e pode permanecer três meses em minhas terras.
Então vem o primeiro domingo da primavera. E havia um velho mendigo que tinha uma perna de pau. Suspeitava -se que em sua mocidade houvesse sido um terrível pirata; de qualquer maneira era agora apenas um velho mendigo que pedia esmola todo domingo na porta da igreja. E havia uma rica velhinha que todo domingo dava ao mendigo uma grande moeda de cobre. Naquele domingo, entretanto, por ser o primeiro d a primavera, deu -lhe uma grande moeda de ouro. O mendigo sorriu e pediu licença para lhe oferecer uma bela rosa.
– Que rosa tão bela, mendigo. Onde a colheu?
– Nasceu em minha perna de pau, senhora.
Guardei apenas isso do conto escandinavo que li há muitos anos. Lembro -me ainda vagamente de um casal de namorados que sai pelo campo – e a primavera é tão linda que eles esquecem, e voltam mil anos depois, ainda primaveris, em outra primavera…
Mas isso era na Escandinávia, em um daqueles países louros e frios. No Rio será que existe primavera? Proponho que ela exista; apenas o homem distraído não a vê chegar, nem a sente; nossa primavera é sutil e para entrar na cidade não pede licença ao Prefeito.
É claro que falta à nossa gente um pouco de imaginação para sentir, para viver a primavera. Essa gente que espera condução em longas, tediosas filas – por que não aproveita o tempo da espera para fazer rodas e cantar?
Imagino a cidade sob esse delírio primaveril; os bondes criariam asas, guiados por condutores de grandes bigodes líricos, e esvoaçariam no céu azul; na Gávea os cavalos ficariam brincando de carrossel e as senhoras e cavalheiros correriam felizes pela pista com flores nos dentes. No cinema, Gina Lolobrigida sairia da tela e viria sentar na poltrona ao meu lado:
– Sim, é bem verdade que me amas? Ouvi o teu suspiro; vi, na penumbra, teus olhos que brilhavam. Quero ficar junto de ti. Io te voglio tanto bene !
Eu me assustaria, mostraria meus papéis, dizendo que devia haver algum engano, eu não era nenhum artista de cinema, não era nem mesmo o Aloísio Sales, era apenas um espectador, o pobre do Braga, obscuro trecho da realidade brasileira…
Mas ela recitaria:
“Comigo fica ou leva -me contigo
Dos mares à amplidão”.
Iríamos para a amplidão dos mares. E na volta tomaríamos grandes, imortais, chuveiradas.
Pois na primavera (faça o que quiser a Inspetoria de Águas) na primavera todos teremos água, pois nascerão fontes líricas no metal das torneiras e de nossas banheiras saltarão peixes voadores que se porão a cantar como verdadeiros gaturamos e nós todos seremos acqua-loucos de felicidade.
Primavera!

BRAGA, R. A primavera chegou. Manchete, Rio de Janeiro, 1953. Disponível em .

No excerto “Naquele domingo, entretanto, por ser o primeiro da primavera, deu -lhe uma grande moeda de ouro”, a palavra “entretanto” é empregada para assinalar uma relação semântica contrastiva, de oposição, entre o que foi e o que será dito. O mesmo tipo de relação semântica também se verifica em:

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Questão 5 de 19 Q1850699 Q10 da prova

Na sentença “É proibida a entrada de pessoas nesta reserva ambiental”, os termos sintáticos “proibida” e “a entrada de pessoas” estabelecem uma relação de concordância entre:

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Questão 6 de 19 Q1850700 Q11 da prova

Dentre as expressões a seguir, aquela que é termo regido da palavra em destaque em “Sua atitude foi coerente com seus princípios” é:

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Questão 7 de 19 Q1850721 Q24 da prova

Se três professores corrigem 36 provas em duas horas, quantas horas 6 professores levarão para corrigir 72 provas?

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Questão 8 de 19 Q1850724 Q26 da prova

Um aquário tem a forma de um paralelepípedo retângulo, com as seguintes dimensões: 1,5 metros de comprimento, 0,8 metros de largura e 0,6 metros de altura. Qual é o volume do aquário em litros?

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Questão 9 de 19 Q1850728 Q28 da prova

Em uma reunião de um clube, discutia -se a necessidade de trocar as cores das paredes da sede. Durante o debate, os seguintes argumentos foram apresentados:
1. Se as paredes forem pintadas de azul, então será necessário trocar as cortinas.
2. Se as cortinas forem trocadas, então o orçamento será excedido.
3. O orçamento não será excedido.
Com base na argumentação acima, a conclusão lógica que pode ser afirmada é:

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Questão 10 de 19 Q1850730 Q29 da prova

Uma empresa analisou as vendas de cinco de seus produtos durante a última semana. As quantidades vendidas foram: 12 unidades do Produto A, 20 unidades do Produto B, 15 unidades do Produto C, 25 unidades do Produto D e uma quantidade desconhecida x do Produto E. Sabe -se que a média aritmética das vendas dos cinco produtos foi de 18 unidades. Indique a quantidade vendida do Produto E:

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Questão 11 de 19 Q1850733 Q31 da prova

Dispositivo utilizado para medir a intensidade da corrente elétrica que passa através de um fio ou circuito elétrico. Qual é o nome do equipamento descrito?

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Questão 12 de 19 Q1850734 Q32 da prova

Os equipamentos elétricos são todos os dispositivos que utilizam corrente elétrica ou campos eletromagnéticos para operar, bem como aqueles que têm a função de gerar, transferir ou medir essas correntes ou campos. São exemplos de equipamentos elétricos, exceto:

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Questão 13 de 19 Q1850736 Q33 da prova

Analise os itens a seguir e assinale a alternativa correta.
I – As bobinas ou indutores podem armazenar energia, assim como os capacitores. Os indutores se opõem à corrente alternada, oferecendo uma reatância indutiva.
II – Indutância é a qualidade ou o fator de qualidade da bobina, que mede a capacidade da bobina de armazenar energia no campo magnético em relação à perda de energia na forma de calor. Quanto maior o fator Q, melhor a eficiência da bobina.

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Questão 14 de 19 Q1850737 Q34 da prova

Durante uma atividade prática, foi enfatizado o uso de um Equipamento de Proteção Individual (EPI) obrigatório em atividades que envolvem eletricidade. Esse equipamento protege o trabalhador contra pancadas e choques na cabeça. Qual EPI está sendo descrito?

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Questão 15 de 19 Q1850739 Q35 da prova

Durante uma inspeção de segurança em um canteiro de obras, o engenheiro de segurança, Marcos, avaliava o uso adequado dos Equipamentos de Proteção Coletiva (EPCs). Ele destacou a importância desses equipamentos para garantir a segurança coletiva, mas também alertou que algumas responsabilidades não se enquadram como funções dos EPCs. Assinale, entre as alternativas abaixo, aquela que não corresponde a uma função dos EPCs:

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Questão 16 de 19 Q1850741 Q36 da prova

Os eletricistas frequentemente realizam trabalhos em postes ou outras alturas, tornando essencial o uso de equipamentos de proteção para evitar acidentes. Um dos equipamentos é um dispositivo que protege o trabalhador em caso de queda. Esse equipamento é comumente usado junto a um talabarte, que ajuda a desacelerar o corpo em caso de queda, reduzindo o impacto. Qual é o equipamento de proteção descrito acima?

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Questão 17 de 19 Q1850744 Q38 da prova

Assinale a alternativa que corresponde a uma das funções do transformador.

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Questão 18 de 19 Q1850745 Q39 da prova

Existem vários tipos de manutenção elétrica, que podem ser aplicados conforme as necessidades e características do sistema elétrico. Dentre os principais tipos de manutenção elétrica, destacam-se:
I. A manutenção corretiva, que visa reparar falhas e defeitos identificados no sistema.
II. A manutenção preventiva, que busca prevenir falhas e defeitos por meio de inspeções periódicas e ajustes nos equipamentos.
III. A manutenção preditiva, que utiliza técnicas de análise e monitoramento do sistema para realizar reparos imediatos sempre que uma falha for detectada. Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s):

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Questão 19 de 19 Q1850747 Q40 da prova

Uma bobina elétrica é composta por fios condutores enrolados em torno de um núcleo, sendo esses fios responsáveis por permitir a passagem da corrente elétrica e a criação de um campo magnético. Com base na descrição, qual é o material condutor mais utilizado na fabricação dessas espiras?

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