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Prova Eletricista - Câmara de Miracema/RJ
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Questão 1 de 29 Q1 da prova
A maior tartarugada… A maior tartarugada da América do Sul não houve. Ma s durante dois meses foi um acontecimento entre um grupo de sibaritas fim de semana que frequenta à tarde um bar do centr o. A tartaruga sonhava em câmera lenta na areia cálida das margens de um igarapé amazonense, sonhava com o mundo melhor de daqui a 200 anos, quando a pegaram e lhe torceram o destino. Foi encaixotada, baloiçou na correnteza de um rio e m uma igara frágil, tomou um avião em Belém, voou s obre as nuvens, como suas antepassadas lendárias, não para a festa do céu, mas para a panela de um coronel amigo meu. No bar, não se falava em outra coisa. Era uma sober ba tartaruga, volumosa, da raça mais nobre e saboro sa. Durante vários dias discutiu-se a melhor maneira de assassiná-la, prepa rá-la, cozinhá-la e comê-la. Entre os convidados do coronel, havia gente do norte, sequiosa de repetir um prato, e gente do sul e de M inas, que aguardava com alguma ansiedade o momento de prová-lo. A tartaruga desceu no aeroporto Santos Dumont, onde o coronel e dois íntimos dele foram levar as boas- vindas ao delicioso quelônio, seguindo para a residência do primeiro, n o Leblon. Aí, ela passou a esperar a morte com um e stoicismo estúpido. Alguns dos futuros convivas foram visitá-la pessoalmente e voltaram encantados: “É uma tartaruga genial”! A data do banquete foi marcada. Depois adiada. O qu e foi? O que houve? Ela anda meio triste, explicava o coronel consternado. Saudades da pátria, disse um paraense. Pressentimen to da morte, arriscou um sujeito romântico. A verdade é que a tartaruga não ia lá muito bem das pernas. Mergulhara em um quietismo exagerado, mesm o para um animal de sua espécie, recusava delicadamente qualquer ali mento, espichava o pescocinho mecânico, contemplava com desalento o mundo exterior, e voltava à solidão inexpugnável de sua c arapaça. Nunca se vira no mundo tartaruga tão introspectiva. Chamou-se às pressas um veterinário. Este chegou, d e óculos, com sua ciência também subjetiva, olhou a tartaruga nos olhos, como se lhe perguntasse discretamente a idade, viro u-a de barriga para cima, auscultou-a, redigindo de pois, em silêncio, uma receita. – Pode-se fazer alguma coisa por ela, doutor? – per guntou o coronel, pálido, mas disposto a saber toda a verdade. – Sinto dizer que ela vai muito mal – respondeu em tom frio o veterinário. – Sofre de arteriosclerose. Deve ser uma tartaruga em idade muito avançada. Suas túnicas arteriais dev em estar duras como pedras. – Bonito! – exclamou o coronel. – Como?! – interrogou o veterinário, achando que o dono da cliente aludira às palavras técnicas empreg adas por ele. – É que eu ia fazer um big almoço dela... Agora o q ue vou dizer ao pessoal? Em um sábado pela manhã, a tartaruga entrou lentame nte em pane e morreu. Teve um enterro comum de bich o morto. Mas no bar houve um momento de condolência, quando soubemos da infausta notícia. (Paulo Mendes Campos. Disponível em: https://cronic abrasileira.org.br/. Acesso em: 18/11/2023.)

Considere a oração do texto “[...] voou sobre as nuvens, como suas antepassadas lendár ias, não para a festa do céu, mas para a panela de um coronel amigo meu”. (3º§) Nela, há a conjunção coordenativa adversativa “mas” . A frase que possui uma conjunção de mesmo valor e que simboliza uma reescrita da ora ção sem modificar o sentido se dá em:

Questão 2 de 29 Q2 da prova
A maior tartarugada… A maior tartarugada da América do Sul não houve. Ma s durante dois meses foi um acontecimento entre um grupo de sibaritas fim de semana que frequenta à tarde um bar do centr o. A tartaruga sonhava em câmera lenta na areia cálida das margens de um igarapé amazonense, sonhava com o mundo melhor de daqui a 200 anos, quando a pegaram e lhe torceram o destino. Foi encaixotada, baloiçou na correnteza de um rio e m uma igara frágil, tomou um avião em Belém, voou s obre as nuvens, como suas antepassadas lendárias, não para a festa do céu, mas para a panela de um coronel amigo meu. No bar, não se falava em outra coisa. Era uma sober ba tartaruga, volumosa, da raça mais nobre e saboro sa. Durante vários dias discutiu-se a melhor maneira de assassiná-la, prepa rá-la, cozinhá-la e comê-la. Entre os convidados do coronel, havia gente do norte, sequiosa de repetir um prato, e gente do sul e de M inas, que aguardava com alguma ansiedade o momento de prová-lo. A tartaruga desceu no aeroporto Santos Dumont, onde o coronel e dois íntimos dele foram levar as boas- vindas ao delicioso quelônio, seguindo para a residência do primeiro, n o Leblon. Aí, ela passou a esperar a morte com um e stoicismo estúpido. Alguns dos futuros convivas foram visitá-la pessoalmente e voltaram encantados: “É uma tartaruga genial”! A data do banquete foi marcada. Depois adiada. O qu e foi? O que houve? Ela anda meio triste, explicava o coronel consternado. Saudades da pátria, disse um paraense. Pressentimen to da morte, arriscou um sujeito romântico. A verdade é que a tartaruga não ia lá muito bem das pernas. Mergulhara em um quietismo exagerado, mesm o para um animal de sua espécie, recusava delicadamente qualquer ali mento, espichava o pescocinho mecânico, contemplava com desalento o mundo exterior, e voltava à solidão inexpugnável de sua c arapaça. Nunca se vira no mundo tartaruga tão introspectiva. Chamou-se às pressas um veterinário. Este chegou, d e óculos, com sua ciência também subjetiva, olhou a tartaruga nos olhos, como se lhe perguntass e discretamente a idade, viro u-a de barriga para cima, auscultou-a, redigindo de pois, em silêncio, uma receita. – Pode-se fazer alguma coisa por ela, doutor? – per guntou o coronel, pálido, mas disposto a saber toda a verdade. – Sinto dizer que ela vai muito mal – respondeu em tom frio o veterinário. – Sofre de arteriosclerose. Deve ser uma tartaruga em idade muito avançada. Suas túnicas arteriais dev em estar duras como pedras. – Bonito! – exclamou o coronel. – Como?! – interrogou o veterinário, achando que o dono da cliente aludira às palavras técnicas empreg adas por ele. – É que eu ia fazer um big almoço dela... Agora o q ue vou dizer ao pessoal? Em um sábado pela manhã, a tartaruga entrou lentame nte em pane e morreu. Teve um enterro comum de bich o morto. Mas no bar houve um momento de condolência, quando soubemos da infausta notícia. (Paulo Mendes Campos. Disponível em: https://cronic abrasileira.org.br/. Acesso em: 18/11/2023.)

Releia o trecho: “[...] olhou a tartaruga nos olhos, como se lhe perguntass e discretamente a idade, virou-a de barriga para ci ma, auscultou-a, redigindo depois, em silêncio, uma rec eita.” (9º§). A presença do pronome oblíquo átono “a” é observada. Podemos afirmar que ele faz referência

Questão 3 de 29 Q3 da prova
A maior tartarugada… A maior tartarugada da América do Sul não houve. Ma s durante dois meses foi um acontecimento entre um grupo de sibaritas fim de semana que frequenta à tarde um bar do centr o. A tartaruga sonhava em câmera lenta na areia cálida das margens de um igarapé amazonense, sonhava com o mundo melhor de daqui a 200 anos, quando a pegaram e lhe torceram o destino. Foi encaixotada, baloiçou na correnteza de um rio e m uma igara frágil, tomou um avião em Belém, voou s obre as nuvens, como suas antepassadas lendárias, não para a festa do céu, mas para a panela de um coronel amigo meu. No bar, não se falava em outra coisa. Era uma sober ba tartaruga, volumosa, da raça mais nobre e saboro sa. Durante vários dias discutiu-se a melhor maneira de assassiná-la, prepa rá-la, cozinhá-la e comê-la. Entre os convidados do coronel, havia gente do norte, sequiosa de repetir um prato, e gente do sul e de M inas, que aguardava com alguma ansiedade o momento de prová-lo. A tartaruga desceu no aeroporto Santos Dumont, onde o coronel e dois íntimos dele foram levar as boas- vindas ao delicioso quelônio, seguindo para a residência do primeiro, n o Leblon. Aí, ela passou a esperar a morte com um e stoicismo estúpido. Alguns dos futuros convivas foram visitá-la pessoalmente e voltaram encantados: “É uma tartaruga genial”! A data do banquete foi marcada. Depois adiada. O qu e foi? O que houve? Ela anda meio triste, explicava o coronel consternado. Saudades da pátria, disse um paraense. Pressentimen to da morte, arriscou um sujeito romântico. A verdade é que a tartaruga não ia lá muito bem das pernas. Mergulhara em um quietismo exagerado, mesm o para um animal de sua espécie, recusava delicadamente qualquer ali mento, espichava o pescocinho mecânico, contemplava com desalento o mundo exterior, e voltava à solidão inexpugnável de sua c arapaça. Nunca se vira no mundo tartaruga tão introspectiva. Chamou-se às pressas um veterinário. Este chegou, d e óculos, com sua ciência também subjetiva, olhou a tartaruga nos olhos, como se lhe perguntass e discretamente a idade, viro u-a de barriga para cima, auscultou-a, redigindo de pois, em silêncio, uma receita. – Pode-se fazer alguma coisa por ela, doutor? – per guntou o coronel, pálido, mas disposto a saber toda a verdade. – Sinto dizer que ela vai muito mal – respondeu em tom frio o veterinário. – Sofre de arteriosclerose. Deve ser uma tartaruga em idade muito avançada. Suas túnicas arteriais dev em estar duras como pedras. – Bonito! – exclamou o coronel. – Como?! – interrogou o veterinário, achando que o dono da cliente aludira às palavras técnicas empreg adas por ele. – É que eu ia fazer um big almoço dela... Agora o q ue vou dizer ao pessoal? Em um sábado pela manhã, a tartaruga entrou lentame nte em pane e morreu. Teve um enterro comum de bich o morto. Mas no bar houve um momento de condolência, quando soubemos da infausta notícia. (Paulo Mendes Campos. Disponível em: https://cronic abrasileira.org.br/. Acesso em: 18/11/2023.)

Observam-se as palavras “estoicismo”, “consternado” e “inexpugnável”, nos 5º, 6º e 7º parágrafos, resp ectivamente. Assinale a alternativa em que as palavras estejam separadas si labicamente de forma correta de acordo com o padrão da Língua Portuguesa brasileira.

Questão 4 de 29 Q4 da prova
A maior tartarugada… A maior tartarugada da América do Sul não houve. Ma s durante dois meses foi um acontecimento entre um grupo de sibaritas fim de semana que frequenta à tarde um bar do centr o. A tartaruga sonhava em câmera lenta na areia cálida das margens de um igarapé amazonense, sonhava com o mundo melhor de daqui a 200 anos, quando a pegaram e lhe torceram o destino. Foi encaixotada, baloiçou na correnteza de um rio e m uma igara frágil, tomou um avião em Belém, voou s obre as nuvens, como suas antepassadas lendárias, não para a festa do céu, mas para a panela de um coronel amigo meu. No bar, não se falava em outra coisa. Era uma sober ba tartaruga, volumosa, da raça mais nobre e saboro sa. Durante vários dias discutiu-se a melhor maneira de assassiná-la, prepa rá-la, cozinhá-la e comê-la. Entre os convidados do coronel, havia gente do norte, sequiosa de repetir um prato, e gente do sul e de M inas, que aguardava com alguma ansiedade o momento de prová-lo. A tartaruga desceu no aeroporto Santos Dumont, onde o coronel e dois íntimos dele foram levar as boas- vindas ao delicioso quelônio, seguindo para a residência do primeiro, n o Leblon. Aí, ela passou a esperar a morte com um e stoicismo estúpido. Alguns dos futuros convivas foram visitá-la pessoalmente e voltaram encantados: “É uma tartaruga genial”! A data do banquete foi marcada. Depois adiada. O qu e foi? O que houve? Ela anda meio triste, explicava o coronel consternado. Saudades da pátria, disse um paraense. Pressentimen to da morte, arriscou um sujeito romântico. A verdade é que a tartaruga não ia lá muito bem das pernas. Mergulhara em um quietismo exagerado, mesm o para um animal de sua espécie, recusava delicadamente qualquer ali mento, espichava o pescocinho mecânico, contemplava com desalento o mundo exterior, e voltava à solidão inexpugnável de sua c arapaça. Nunca se vira no mundo tartaruga tão introspectiva. Chamou-se às pressas um veterinário. Este chegou, d e óculos, com sua ciência também subjetiva, olhou a tartaruga nos olhos, como se lhe perguntass e discretamente a idade, viro u-a de barriga para cima, auscultou-a, redigindo de pois, em silêncio, uma receita. – Pode-se fazer alguma coisa por ela, doutor? – per guntou o coronel, pálido, mas disposto a saber toda a verdade. – Sinto dizer que ela vai muito mal – respondeu em tom frio o veterinário. – Sofre de arteriosclerose. Deve ser uma tartaruga em idade muito avançada. Suas túnicas arteriais dev em estar duras como pedras. – Bonito! – exclamou o coronel. – Como?! – interrogou o veterinário, achando que o dono da cliente aludira às palavras técnicas empreg adas por ele. – É que eu ia fazer um big almoço dela... Agora o q ue vou dizer ao pessoal? Em um sábado pela manhã, a tartaruga entrou lentame nte em pane e morreu. Teve um enterro comum de bich o morto. Mas no bar houve um momento de condolência, quando soubemos da infausta notícia. (Paulo Mendes Campos. Disponível em: https://cronic abrasileira.org.br/. Acesso em: 18/11/2023.)

Observe os trechos: “– É que eu ia fazer um big almoço dela... Agora o que vou dizer ao pessoal?” (14º§). “Em um sábado pela manhã, a tartaruga entrou lentam ente em pane e morreu. Teve um enterro comum de bic ho morto.” (15º§). “Mas no bar houve um momento de condolência, quando soubemos da infausta notícia.” (16º§). É possível afirmar que os convidados do coronel rea giram à morte da tartaruga com

Questão 5 de 29 Q5 da prova
A maior tartarugada… A maior tartarugada da América do Sul não houve. Ma s durante dois meses foi um acontecimento entre um grupo de sibaritas fim de semana que frequenta à tarde um bar do centr o. A tartaruga sonhava em câmera lenta na areia cálida das margens de um igarapé amazonense, sonhava com o mundo melhor de daqui a 200 anos, quando a pegaram e lhe torceram o destino. Foi encaixotada, baloiçou na correnteza de um rio e m uma igara frágil, tomou um avião em Belém, voou s obre as nuvens, como suas antepassadas lendárias, não para a festa do céu, mas para a panela de um coronel amigo meu. No bar, não se falava em outra coisa. Era uma sober ba tartaruga, volumosa, da raça mais nobre e saboro sa. Durante vários dias discutiu-se a melhor maneira de assassiná-la, prepa rá-la, cozinhá-la e comê-la. Entre os convidados do coronel, havia gente do norte, sequiosa de repetir um prato, e gente do sul e de M inas, que aguardava com alguma ansiedade o momento de prová-lo. A tartaruga desceu no aeroporto Santos Dumont, onde o coronel e dois íntimos dele foram levar as boas- vindas ao delicioso quelônio, seguindo para a residência do primeiro, n o Leblon. Aí, ela passou a esperar a morte com um e stoicismo estúpido. Alguns dos futuros convivas foram visitá-la pessoalmente e voltaram encantados: “É uma tartaruga genial”! A data do banquete foi marcada. Depois adiada. O qu e foi? O que houve? Ela anda meio triste, explicava o coronel consternado. Saudades da pátria, disse um paraense. Pressentimen to da morte, arriscou um sujeito romântico. A verdade é que a tartaruga não ia lá muito bem das pernas. Mergulhara em um quietismo exagerado, mesm o para um animal de sua espécie, recusava delicadamente qualquer ali mento, espichava o pescocinho mecânico, contemplava com desalento o mundo exterior, e voltava à solidão inexpugnável de sua c arapaça. Nunca se vira no mundo tartaruga tão introspectiva. Chamou-se às pressas um veterinário. Este chegou, d e óculos, com sua ciência também subjetiva, olhou a tartaruga nos olhos, como se lhe perguntass e discretamente a idade, viro u-a de barriga para cima, auscultou-a, redigindo de pois, em silêncio, uma receita. – Pode-se fazer alguma coisa por ela, doutor? – per guntou o coronel, pálido, mas disposto a saber toda a verdade. – Sinto dizer que ela vai muito mal – respondeu em tom frio o veterinário. – Sofre de arteriosclerose. Deve ser uma tartaruga em idade muito avançada. Suas túnicas arteriais dev em estar duras como pedras. – Bonito! – exclamou o coronel. – Como?! – interrogou o veterinário, achando que o dono da cliente aludira às palavras técnicas empreg adas por ele. – É que eu ia fazer um big almoço dela... Agora o q ue vou dizer ao pessoal? Em um sábado pela manhã, a tartaruga entrou lentame nte em pane e morreu. Teve um enterro comum de bich o morto. Mas no bar houve um momento de condolência, quando soubemos da infausta notícia. (Paulo Mendes Campos. Disponível em: https://cronic abrasileira.org.br/. Acesso em: 18/11/2023.)

Tendo em vista as palavras “assassiná-la, prepará-la, cozinhá-la e comê-la” (4º§), sobre a sua acentuação, é correto afirmar que elas

Questão 6 de 29 Q6 da prova
A maior tartarugada… A maior tartarugada da América do Sul não houve. Ma s durante dois meses foi um acontecimento entre um grupo de sibaritas fim de semana que frequenta à tarde um bar do centr o. A tartaruga sonhava em câmera lenta na areia cálida das margens de um igarapé amazonense, sonhava com o mundo melhor de daqui a 200 anos, quando a pegaram e lhe torceram o destino. Foi encaixotada, baloiçou na correnteza de um rio e m uma igara frágil, tomou um avião em Belém, voou s obre as nuvens, como suas antepassadas lendárias, não para a festa do céu, mas para a panela de um coronel amigo meu. No bar, não se falava em outra coisa. Era uma sober ba tartaruga, volumosa, da raça mais nobre e saboro sa. Durante vários dias discutiu-se a melhor maneira de assassiná-la, prepa rá-la, cozinhá-la e comê-la. Entre os convidados do coronel, havia gente do norte, sequiosa de repetir um prato, e gente do sul e de M inas, que aguardava com alguma ansiedade o momento de prová-lo. A tartaruga desceu no aeroporto Santos Dumont, onde o coronel e dois íntimos dele foram levar as boas- vindas ao delicioso quelônio, seguindo para a residência do primeiro, n o Leblon. Aí, ela passou a esperar a morte com um e stoicismo estúpido. Alguns dos futuros convivas foram visitá-la pessoalmente e voltaram encantados: “É uma tartaruga genial”! A data do banquete foi marcada. Depois adiada. O qu e foi? O que houve? Ela anda meio triste, explicava o coronel consternado. Saudades da pátria, disse um paraense. Pressentimen to da morte, arriscou um sujeito romântico. A verdade é que a tartaruga não ia lá muito bem das pernas. Mergulhara em um quietismo exagerado, mesm o para um animal de sua espécie, recusava delicadamente qualquer ali mento, espichava o pescocinho mecânico, contemplava com desalento o mundo exterior, e voltava à solidão inexpugnável de sua c arapaça. Nunca se vira no mundo tartaruga tão introspectiva. Chamou-se às pressas um veterinário. Este chegou, d e óculos, com sua ciência também subjetiva, olhou a tartaruga nos olhos, como se lhe perguntass e discretamente a idade, viro u-a de barriga para cima, auscultou-a, redigindo de pois, em silêncio, uma receita. – Pode-se fazer alguma coisa por ela, doutor? – per guntou o coronel, pálido, mas disposto a saber toda a verdade. – Sinto dizer que ela vai muito mal – respondeu em tom frio o veterinário. – Sofre de arteriosclerose. Deve ser uma tartaruga em idade muito avançada. Suas túnicas arteriais dev em estar duras como pedras. – Bonito! – exclamou o coronel. – Como?! – interrogou o veterinário, achando que o dono da cliente aludira às palavras técnicas empreg adas por ele. – É que eu ia fazer um big almoço dela... Agora o q ue vou dizer ao pessoal? Em um sábado pela manhã, a tartaruga entrou lentame nte em pane e morreu. Teve um enterro comum de bich o morto. Mas no bar houve um momento de condolência, quando soubemos da infausta notícia. (Paulo Mendes Campos. Disponível em: https://cronic abrasileira.org.br/. Acesso em: 18/11/2023.)

Nos trechos “A verdade é que a tartaruga não ia lá muito bem da s pernas. Mergulhara em um quietismo exagerado, [...] ” (7º§) e “nunca se vira no mundo tartaruga tão introspectiv a.” (8º§), os verbos “mergulhara” e “vira” estão flexionados no

Questão 7 de 29 Q7 da prova
A maior tartarugada… A maior tartarugada da América do Sul não houve. Ma s durante dois meses foi um acontecimento entre um grupo de sibaritas fim de semana que frequenta à tarde um bar do centr o. A tartaruga sonhava em câmera lenta na areia cálida das margens de um igarapé amazonense, sonhava com o mundo melhor de daqui a 200 anos, quando a pegaram e lhe torceram o destino. Foi encaixotada, baloiçou na correnteza de um rio e m uma igara frágil, tomou um avião em Belém, voou s obre as nuvens, como suas antepassadas lendárias, não para a festa do céu, mas para a panela de um coronel amigo meu. No bar, não se falava em outra coisa. Era uma sober ba tartaruga, volumosa, da raça mais nobre e saboro sa. Durante vários dias discutiu-se a melhor maneira de assassiná-la, prepa rá-la, cozinhá-la e comê-la. Entre os convidados do coronel, havia gente do norte, sequiosa de repetir um prato, e gente do sul e de M inas, que aguardava com alguma ansiedade o momento de prová-lo. A tartaruga desceu no aeroporto Santos Dumont, onde o coronel e dois íntimos dele foram levar as boas- vindas ao delicioso quelônio, seguindo para a residência do primeiro, n o Leblon. Aí, ela passou a esperar a morte com um e stoicismo estúpido. Alguns dos futuros convivas foram visitá-la pessoalmente e voltaram encantados: “É uma tartaruga genial”! A data do banquete foi marcada. Depois adiada. O qu e foi? O que houve? Ela anda meio triste, explicava o coronel consternado. Saudades da pátria, disse um paraense. Pressentimen to da morte, arriscou um sujeito romântico. A verdade é que a tartaruga não ia lá muito bem das pernas. Mergulhara em um quietismo exagerado, mesm o para um animal de sua espécie, recusava delicadamente qualquer ali mento, espichava o pescocinho mecânico, contemplava com desalento o mundo exterior, e voltava à solidão inexpugnável de sua c arapaça. Nunca se vira no mundo tartaruga tão introspectiva. Chamou-se às pressas um veterinário. Este chegou, d e óculos, com sua ciência também subjetiva, olhou a tartaruga nos olhos, como se lhe perguntass e discretamente a idade, viro u-a de barriga para cima, auscultou-a, redigindo de pois, em silêncio, uma receita. – Pode-se fazer alguma coisa por ela, doutor? – per guntou o coronel, pálido, mas disposto a saber toda a verdade. – Sinto dizer que ela vai muito mal – respondeu em tom frio o veterinário. – Sofre de arteriosclerose. Deve ser uma tartaruga em idade muito avançada. Suas túnicas arteriais dev em estar duras como pedras. – Bonito! – exclamou o coronel. – Como?! – interrogou o veterinário, achando que o dono da cliente aludira às palavras técnicas empreg adas por ele. – É que eu ia fazer um big almoço dela... Agora o q ue vou dizer ao pessoal? Em um sábado pela manhã, a tartaruga entrou lentame nte em pane e morreu. Teve um enterro comum de bich o morto. Mas no bar houve um momento de condolência, quando soubemos da infausta notícia. (Paulo Mendes Campos. Disponível em: https://cronic abrasileira.org.br/. Acesso em: 18/11/2023.)

“A tartaruga desceu no aeroporto Santos Dumont, ond e o coronel e dois íntimos dele foram levar as boas -vindas ao delicioso quelônio, seguindo para a residência do primeiro, n o Leblon. Aí, ela passou a esperar a morte com um e stoicismo estúpido. Alguns dos futuros convivas foram visitá-la pessoalmente e voltaram encantados: ‘É uma tartaruga genial’!” (5º§) Assinale, a seguir, os significados corretos das palavras “quelônio” e “co nvivas”, tendo em vista o contexto em que se encont ram empregadas.

Questão 8 de 29 Q8 da prova
A maior tartarugada… A maior tartarugada da América do Sul não houve. Ma s durante dois meses foi um acontecimento entre um grupo de sibaritas fim de semana que frequenta à tarde um bar do centr o. A tartaruga sonhava em câmera lenta na areia cálida das margens de um igarapé amazonense, sonhava com o mundo melhor de daqui a 200 anos, quando a pegaram e lhe torceram o destino. Foi encaixotada, baloiçou na correnteza de um rio e m uma igara frágil, tomou um avião em Belém, voou s obre as nuvens, como suas antepassadas lendárias, não para a festa do céu, mas para a panela de um coronel amigo meu. No bar, não se falava em outra coisa. Era uma sober ba tartaruga, volumosa, da raça mais nobre e saboro sa. Durante vários dias discutiu-se a melhor maneira de assassiná-la, prepa rá-la, cozinhá-la e comê-la. Entre os convidados do coronel, havia gente do norte, sequiosa de repetir um prato, e gente do sul e de M inas, que aguardava com alguma ansiedade o momento de prová-lo. A tartaruga desceu no aeroporto Santos Dumont, onde o coronel e dois íntimos dele foram levar as boas- vindas ao delicioso quelônio, seguindo para a residência do primeiro, n o Leblon. Aí, ela passou a esperar a morte com um e stoicismo estúpido. Alguns dos futuros convivas foram visitá-la pessoalmente e voltaram encantados: “É uma tartaruga genial”! A data do banquete foi marcada. Depois adiada. O qu e foi? O que houve? Ela anda meio triste, explicava o coronel consternado. Saudades da pátria, disse um paraense. Pressentimen to da morte, arriscou um sujeito romântico. A verdade é que a tartaruga não ia lá muito bem das pernas. Mergulhara em um quietismo exagerado, mesm o para um animal de sua espécie, recusava delicadamente qualquer ali mento, espichava o pescocinho mecânico, contemplava com desalento o mundo exterior, e voltava à solidão inexpugnável de sua c arapaça. Nunca se vira no mundo tartaruga tão introspectiva. Chamou-se às pressas um veterinário. Este chegou, d e óculos, com sua ciência também subjetiva, olhou a tartaruga nos olhos, como se lhe perguntass e discretamente a idade, viro u-a de barriga para cima, auscultou-a, redigindo de pois, em silêncio, uma receita. – Pode-se fazer alguma coisa por ela, doutor? – per guntou o coronel, pálido, mas disposto a saber toda a verdade. – Sinto dizer que ela vai muito mal – respondeu em tom frio o veterinário. – Sofre de arteriosclerose. Deve ser uma tartaruga em idade muito avançada. Suas túnicas arteriais dev em estar duras como pedras. – Bonito! – exclamou o coronel. – Como?! – interrogou o veterinário, achando que o dono da cliente aludira às palavras técnicas empreg adas por ele. – É que eu ia fazer um big almoço dela... Agora o q ue vou dizer ao pessoal? Em um sábado pela manhã, a tartaruga entrou lentame nte em pane e morreu. Teve um enterro comum de bich o morto. Mas no bar houve um momento de condolência, quando soubemos da infausta notícia. (Paulo Mendes Campos. Disponível em: https://cronic abrasileira.org.br/. Acesso em: 18/11/2023.)

“Foi encaixotada, baloiçou na correnteza de um rio em uma igara frágil, tomou um avião em Belém, voou sobre as nuvens, como suas antepassadas lendárias, não para a festa do céu, mas para a panela de um coronel amigo meu.” (3º§) Assinale a alternativa que apresenta, a seguir, o antônimo de “ baloiçou” .

Questão 9 de 29 Q9 da prova
A maior tartarugada… A maior tartarugada da América do Sul não houve. Ma s durante dois meses foi um acontecimento entre um grupo de sibaritas fim de semana que frequenta à tarde um bar do centr o. A tartaruga sonhava em câmera lenta na areia cálida das margens de um igarapé amazonense, sonhava com o mundo melhor de daqui a 200 anos, quando a pegaram e lhe torceram o destino. Foi encaixotada, baloiçou na correnteza de um rio e m uma igara frágil, tomou um avião em Belém, voou s obre as nuvens, como suas antepassadas lendárias, não para a festa do céu, mas para a panela de um coronel amigo meu. No bar, não se falava em outra coisa. Era uma sober ba tartaruga, volumosa, da raça mais nobre e saboro sa. Durante vários dias discutiu-se a melhor maneira de assassiná-la, prepa rá-la, cozinhá-la e comê-la. Entre os convidados do coronel, havia gente do norte, sequiosa de repetir um prato, e gente do sul e de M inas, que aguardava com alguma ansiedade o momento de prová-lo. A tartaruga desceu no aeroporto Santos Dumont, onde o coronel e dois íntimos dele foram levar as boas- vindas ao delicioso quelônio, seguindo para a residência do primeiro, n o Leblon. Aí, ela passou a esperar a morte com um e stoicismo estúpido. Alguns dos futuros convivas foram visitá-la pessoalmente e voltaram encantados: “É uma tartaruga genial”! A data do banquete foi marcada. Depois adiada. O qu e foi? O que houve? Ela anda meio triste, explicava o coronel consternado. Saudades da pátria, disse um paraense. Pressentimen to da morte, arriscou um sujeito romântico. A verdade é que a tartaruga não ia lá muito bem das pernas. Mergulhara em um quietismo exagerado, mesm o para um animal de sua espécie, recusava delicadamente qualquer ali mento, espichava o pescocinho mecânico, contemplava com desalento o mundo exterior, e voltava à solidão inexpugnável de sua c arapaça. Nunca se vira no mundo tartaruga tão introspectiva. Chamou-se às pressas um veterinário. Este chegou, d e óculos, com sua ciência também subjetiva, olhou a tartaruga nos olhos, como se lhe perguntass e discretamente a idade, viro u-a de barriga para cima, auscultou-a, redigindo de pois, em silêncio, uma receita. – Pode-se fazer alguma coisa por ela, doutor? – per guntou o coronel, pálido, mas disposto a saber toda a verdade. – Sinto dizer que ela vai muito mal – respondeu em tom frio o veterinário. – Sofre de arteriosclerose. Deve ser uma tartaruga em idade muito avançada. Suas túnicas arteriais dev em estar duras como pedras. – Bonito! – exclamou o coronel. – Como?! – interrogou o veterinário, achando que o dono da cliente aludira às palavras técnicas empreg adas por ele. – É que eu ia fazer um big almoço dela... Agora o q ue vou dizer ao pessoal? Em um sábado pela manhã, a tartaruga entrou lentame nte em pane e morreu. Teve um enterro comum de bich o morto. Mas no bar houve um momento de condolência, quando soubemos da infausta notícia. (Paulo Mendes Campos. Disponível em: https://cronic abrasileira.org.br/. Acesso em: 18/11/2023.)

Tendo em vista o título do texto – “A maior tartarugada…”, o processo de formação da palavra “tartarugada” é:

Questão 10 de 29 Q10 da prova
A maior tartarugada… A maior tartarugada da América do Sul não houve. Ma s durante dois meses foi um acontecimento entre um grupo de sibaritas fim de semana que frequenta à tarde um bar do centr o. A tartaruga sonhava em câmera lenta na areia cálida das margens de um igarapé amazonense, sonhava com o mundo melhor de daqui a 200 anos, quando a pegaram e lhe torceram o destino. Foi encaixotada, baloiçou na correnteza de um rio e m uma igara frágil, tomou um avião em Belém, voou s obre as nuvens, como suas antepassadas lendárias, não para a festa do céu, mas para a panela de um coronel amigo meu. No bar, não se falava em outra coisa. Era uma sober ba tartaruga, volumosa, da raça mais nobre e saboro sa. Durante vários dias discutiu-se a melhor maneira de assassiná-la, prepa rá-la, cozinhá-la e comê-la. Entre os convidados do coronel, havia gente do norte, sequiosa de repetir um prato, e gente do sul e de M inas, que aguardava com alguma ansiedade o momento de prová-lo. A tartaruga desceu no aeroporto Santos Dumont, onde o coronel e dois íntimos dele foram levar as boas- vindas ao delicioso quelônio, seguindo para a residência do primeiro, n o Leblon. Aí, ela passou a esperar a morte com um e stoicismo estúpido. Alguns dos futuros convivas foram visitá-la pessoalmente e voltaram encantados: “É uma tartaruga genial”! A data do banquete foi marcada. Depois adiada. O qu e foi? O que houve? Ela anda meio triste, explicava o coronel consternado. Saudades da pátria, disse um paraense. Pressentimen to da morte, arriscou um sujeito romântico. A verdade é que a tartaruga não ia lá muito bem das pernas. Mergulhara em um quietismo exagerado, mesm o para um animal de sua espécie, recusava delicadamente qualquer ali mento, espichava o pescocinho mecânico, contemplava com desalento o mundo exterior, e voltava à solidão inexpugnável de sua c arapaça. Nunca se vira no mundo tartaruga tão introspectiva. Chamou-se às pressas um veterinário. Este chegou, d e óculos, com sua ciência também subjetiva, olhou a tartaruga nos olhos, como se lhe perguntass e discretamente a idade, viro u-a de barriga para cima, auscultou-a, redigindo de pois, em silêncio, uma receita. – Pode-se fazer alguma coisa por ela, doutor? – per guntou o coronel, pálido, mas disposto a saber toda a verdade. – Sinto dizer que ela vai muito mal – respondeu em tom frio o veterinário. – Sofre de arteriosclerose. Deve ser uma tartaruga em idade muito avançada. Suas túnicas arteriais dev em estar duras como pedras. – Bonito! – exclamou o coronel. – Como?! – interrogou o veterinário, achando que o dono da cliente aludira às palavras técnicas empreg adas por ele. – É que eu ia fazer um big almoço dela... Agora o q ue vou dizer ao pessoal? Em um sábado pela manhã, a tartaruga entrou lentame nte em pane e morreu. Teve um enterro comum de bich o morto. Mas no bar houve um momento de condolência, quando soubemos da infausta notícia. (Paulo Mendes Campos. Disponível em: https://cronic abrasileira.org.br/. Acesso em: 18/11/2023.)

As palavras “tartaruga” (2º§); “coronel” (3º§); “pa raense” (6º§); e, “infausta” (16º§) apresentam como gênero oposto, respectiva- mente:

Questão 11 de 29 Q11 da prova

O sistema de numeração decimal utiliza o número 10 como base e os algarismos 0, 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8 e 9 são utilizados para t contar unidades, dezenas e centenas, e assim sucess ivamente. Em relação ao número 14.325, são feitas a s afirmativas: I. O algarismo 5 representa 5 unidades. II. O algarismo 3 representa 3 dezenas. III. Este número é formado por 5 ordens e 2 classes. Está correto o que se afirma em

Questão 12 de 29 Q12 da prova

No início do mês, Débora guardava R$ 260,46 em um c ofre. Até o fim deste mês, ela precisou retirar R$ 66,50, para realizar um pagamento. Se essa foi a única movimentação fina nceira no mês, qual a quantia restante no cofre de Débora?

Questão 13 de 29 Q13 da prova

Ao assistir a aula de matemática de sua professora, Laura observou que a operação de divisão também é vista como o inverso da multiplicação. Qual número que multiplicado por 15 obtém-se o resultado 300?

Questão 14 de 29 Q14 da prova

Marinalva fez um bolo para seus quatro netos: André , Bruno, Carlos e Daniel. A tabela a seguir apresen ta as frações do bolo que cada um comeu: Neto Fração André 1/5 Bruno 1/3 Carlos 1/4 Daniel 1/6 De acordo com a tabela, qual neto comeu a maior fat ia do bolo?

Questão 15 de 29 Q15 da prova

Dois irmãos são atletas e percorrem o mesmo percurs o diariamente. Em determinado dia, o tempo gasto pe los dois irmãos para percorrer o percurso foi 1h 32min 45s e 1h 30m in 35s. Qual a diferença entre os tempos gastos pel os dois irmãos?

Questão 16 de 29 Q16 da prova

No mostruário de determinada cafeteria, há 6 pacote s de café que pesam 450 g cada um. No total, qual é o peso de todos os 6 pacotes?

Questão 17 de 29 Q17 da prova

Para se aposentar em determinada cidade, são necess ários 40 anos de contribuição. Ricardo trabalha nes sa cidade e já contribuiu 1/8 da quantidade necessária de anos de contribuiçã o. Com base nessas informações, quantos anos de con tribuição ainda faltam para que Ricardo aposente?

Questão 18 de 29 Q18 da prova

Durante o último almoço, Renata abriu um refrigeran te com quantidade de 3 litros e o distribuiu totalm ente em 8 copos, de forma que todos os copos tenham a mesma quantidade de refrigerante. Qual é a quantidade de refrigerant e colocada em cada copo?

Questão 19 de 29 Q20 da prova

Ao visitar uma igreja em sua cidade, Rosângela obse rvou o número MDXXIII, escrito no sistema de numera ção romano. Qual o número visto por Rosângela no sistema de numeraçã o decimal?

Questão 20 de 29 Q21 da prova
Governo Federal reforça política de Educação Inclus iva Serão mais de R$ 3 bilhões em ações para ampliar ac esso, permanência, participação e aprendizagem de estudantes em escolas comuns, além de formação de educadores. O governo federal lançou nesta terça-feira, 21 de n ovembro de 2023, o Plano de Afirmação e Fortalecime nto da Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclus iva (PNEEPEI). A proposta faz parte da estratégia d e retomar as premissas originais dessa Política, que completou 15 anos em janeiro de 2023. (Disponível em: https://www.gov.br/mec/pt-br/assunt os/noticias. Acesso em: 28/11/2023. Adaptado.)

A educação é um direito constitucional garantido a todos os indivíduos, e a prática da educação inclus iva auxilia na garantia desse direito. Assinale a afirmativa que melhor def ine educação inclusiva.

Questão 21 de 29 Q22 da prova
Câncer de próstata é uma das principais ameaças à s aúde do homem Setenta e dois mil novos casos de câncer de próstat a devem ser diagnosticados no Brasil até 2025. Esse é o segundo tipo de câncer mais comum entre os homens, atrás apenas do câncer de pele. Dados sobre a incidência da doença, consolidados pelo Instituto Nacional do Câncer (INCA), também deixam claro que o principal fator de risco para esse adoe cimento é a idade. Seis em cada 10 casos de câncer de próstata ocorrem em p acientes com mais de 65 anos, ao passo que é rara e ntre os mais jovens de até 40 anos. Outros fatores de risco para o cânc er de próstata estão relacionados ao estilo de vida , por exemplo: dieta pouco saudável, sedentarismo, abuso de álcool e tabagismo . Além disso, a hereditariedade: homens com históri co familiar da doença devem ter atenção redobrada. (Disponível em: https://www12.senado.leg.br/institu cional/sis/noticias-comum/. Acesso em: 19/11/2023.)

Sobre o câncer de próstata, marque V para as afirma tivas verdadeiras e F para as falsas. ( ) São sintomas do câncer de próstata a presença de sa ngue na urina e a necessidade de urinar com mais fr equência. ( ) Existem dois exames para o diagnóstico de câncer de próstata – PSA e toque retal, sendo recomendada a realização de apenas um deles para constatar a doença. ( ) A Sociedade Brasileira de Urologia recomenda que ho mens procurem se consultar com urologistas a partir dos trinta e cinco anos. A sequência está correta em

Questão 22 de 29 Q23 da prova
Lampião: herói ou vilão? Algumas versões dizem que Lampião e seu bando teria m sido envenenados, outras que, na verdade, teria m orrido com 100 anos, em Minas Gerais. O mais provável é de que tenha sido m orto a tiros por tropas policiais lideradas pelo co ronel João Bezerra, no sertão sergipano. As cabeças de Lampião, seu par Maria Bon ita, e de outros integrantes do bando foram arranca das e expostas como prêmio. (Disponível em: https://cultura.uol.com.br/entreten imento/. Acesso em: 28/11/2023. Adaptado.)

Virgulino Ferreira da Silva, mais conhecido como La mpião, nasceu em Serra Talhada – Pernambuco. Visto por muitos como herói, Virgulino era procurado pela polícia devido à prática de diversos crimes. Tornou-se conhecido p ela sua atuação no movimento cultural, político e social ligado à disputa por terras e à revolta contra a mi séria no Nordeste conhecido como:

Questão 23 de 29 Q24 da prova
Dezenas de bilhões ao ano em crime ambiental No Brasil, Colômbia e Peru, a estimativa é que o cr ime ambiental produza entre US$ 48 bilhões e US$ 120 bilhões ao ano e que 70% d esse volume seja lavado. Delitos ambientais são a terceira atividade crimino sa mais lucrativa do mundo, depois do tráfico de dr ogas e do contrabando. É difícil estimar o volume de recursos que movimentam, mas ci fras de 2018 indicam entre US$ 110 bilhões e US$ 28 1 bilhões ao ano. (Disponível em: https://valor.globo.com/brasil/noti cia/. Acesso em: 28/11/2023.)

Sabe-se que os crimes ambientais configuram as atit udes nocivas direcionadas ao meio ambiente, ultrapa ssando os limites estabelecidos por lei. O órgão federal responsável por fiscalizar irregularidades relacionadas ao meio ambiente é:

Questão 24 de 29 Q25 da prova
Bônus de remoção de carbono: uma estratégia global contra as mudanças climáticas O Bônus de remoção de carbono está emergindo como u ma importante t ferramenta para o combate às mudanças climáticas. Esse conceito visa incentivar a redução das emissõe s de gases de efeito estufa e o sequestro de carbon o, recompensando indivíduos, empresas e países que alcançam metas específicas pa ra mitigar os efeitos do aquecimento global. Empres as que adotam medidas para mitigar suas emissões, como o plantio de árvores, f inanciamento de projetos de reflorestamento ou a im plementação de práticas mais sustentáveis, estão contribuindo, significativament e, para a remoção de carbono. Quando essas ações su peram as emissões, essas empresas ganham créditos de carbono, uma moeda ambi ental que reflete suas contribuições positivas para o meio ambiente. (Disponível em: https://g1.globo.com/. Acesso em: 2 9/11/2023. Adaptado.)

O sequestro de carbono é um processo importante no combate às mudanças climáticas e ao efeito estufa e consiste em remover o CO 2

Questão 25 de 29 Q26 da prova

Sabe-se que a Agenda 2030 da ONU é um plano de ação global, que reúne dezessete Objetivos de Desenvolv imento Sustentável (ODS). Eles buscam promover um mundo melhor para to dos os povos e nações. A ideia é de que estes objet ivos sejam cumpridos até o ano de 2030. Sobre os Objetivos de Desenvolvi mento Sustentável da Agenda 2030 da ONU, analise as afirmativas a seguir. I. Erradicar a pobreza. II. Educação de qualidade. III. Igualdade de gênero. IV. Energia limpa e acessível. Está correto o que se afirma em

Questão 26 de 29 Q27 da prova

Considera-se droga qualquer substância utilizada pa ra provocar mudanças nas sensações; no grau de cons ciência; e, no estado emocional de um indivíduo. Seu consumo, assim como os problemas sociais associados, varia de cultura p ara cultura. Contudo, é um senso comum que, ao não estabelecer um limite en tre uma relação de uso eventual e uma relação de de pendência, elas podem se tornar um problema entre o usuário, sua família e comunidade. Drogas que causam forte dependência e geram muitos danos à saúde são classificadas como ilícitas, ou seja, sua produção e comercialização são proibidas por lei. Já as drogas consideradas lícitas são aquelas que têm produção e comercialização perm itidas. No Brasil, são consideradas drogas lícitas, EXCETO:

Questão 27 de 29 Q28 da prova

As religiões de matrizes africanas são parte da div ersidade religiosa do Brasil. Entre algumas dessas manifestações, que têm como referência a cultura trazida pelos africanos d urante mais de 300 anos de escravidão, as religiões de matrizes africanas fazem parte da diversidade religiosa do Brasil. Des de sua chegada ao Brasil, os praticantes de religiõ es de matrizes africanas foram alvo de perseguições por manifestarem a sua f é. (Disponível em: https://brasil.un.org/. Acesso em: 29/11/2023.) NÃO apresenta uma religião de matriz africana:

Questão 28 de 29 Q29 da prova

Sabe-se que uma adaptação cinematográfica ocorre qu ando uma obra literária é adaptada para uma mídia a udiovisual, espe- cificamente para o cinema. Em relação aos clássicos literários brasileiros que foram adaptados para o cinema, analise as afirmativas a seguir. I. Capitães de areia. II. O cortiço. III. O tempo e o vento. IV. Macunaíma. Está correto o que se afirma em

Questão 29 de 29 Q30 da prova

Em um dos movimentos sociais mais marcantes do cená rio político brasileiro – o “Diretas já”, manifesta ntes de várias cidades do país se mobilizaram

Acertos
Erros
29
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