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Questão 1 de 11Q1 da prova
Leia com atenção o texto para responder às questões 1 a 11.
Morte e vida severina
- Bem me diziam que a terra
se faz mais branda e macia
quanto mais do litoral
a viagem se aproxima.
Agora afinal cheguei
nessa terra que diziam.
Como ela é uma terra doce
para os pés e para a vista.
Os rios que correm aqui
têm a água vitalícia.
Cacimbas por todo lado;
cavando o chão a água mina.
Vejo agora que é verdade
o que pensei ser mentira.
Quem sabe se nesta terra
não plantarei minha sina?
Não tenho medo da terra
(cavei pedra toda a vida)
e para quem lutou a braço
contra a piçarra da Caatinga
será fácil amansar
esta aqui, tão feminina.
Mas não avisto ninguém:
só folhas de cana fina:
somente ali à distância
aquele bueiro de usina;
somente naquela várzea
um bangüê velho em ruína.
Por onde andará a gente
que tantas canas cultiva?
Feriando: que nessa terra
tão fácil, tão doce e rica,
não é preciso trabalhar
todas as horas do dia,
os dias todos do mês,
os meses todos da vida.
Decerto a gente daqui
jamais envelhece aos trinta
nem sabe a morte em vida,
vida em morte, severina;
e aquele cemitério ali,
branco na verde colina,
raramente funciona
e poucas covas aninha
João Cabral de Melo Neto
Com base no texto e em seus conhecimentos adquiridos responda às questões propostas.
Os rios têm água vitalícia porque são:
Questão 2 de 11Q2 da prova
Leia com atenção o texto para responder às questões 1 a 11.
Morte e vida severina
- Bem me diziam que a terra
se faz mais branda e macia
quanto mais do litoral
a viagem se aproxima.
Agora afinal cheguei
nessa terra que diziam.
Como ela é uma terra doce
para os pés e para a vista.
Os rios que correm aqui
têm a água vitalícia.
Cacimbas por todo lado;
cavando o chão a água mina.
Vejo agora que é verdade
o que pensei ser mentira.
Quem sabe se nesta terra
não plantarei minha sina?
Não tenho medo da terra
(cavei pedra toda a vida)
e para quem lutou a braço
contra a piçarra da Caatinga
será fácil amansar
esta aqui, tão feminina.
Mas não avisto ninguém:
só folhas de cana fina:
somente ali à distância
aquele bueiro de usina;
somente naquela várzea
um bangüê velho em ruína.
Por onde andará a gente
que tantas canas cultiva?
Feriando: que nessa terra
tão fácil, tão doce e rica,
não é preciso trabalhar
todas as horas do dia,
os dias todos do mês,
os meses todos da vida.
Decerto a gente daqui
jamais envelhece aos trinta
nem sabe a morte em vida,
vida em morte, severina;
e aquele cemitério ali,
branco na verde colina,
raramente funciona
e poucas covas aninha
João Cabral de Melo Neto
Com base no texto e em seus conhecimentos adquiridos responda às questões propostas.
A caatinga é uma vegetação típica do
Questão 3 de 11Q3 da prova
Leia com atenção o texto para responder às questões 1 a 11.
Morte e vida severina
- Bem me diziam que a terra
se faz mais branda e macia
quanto mais do litoral
a viagem se aproxima.
Agora afinal cheguei
nessa terra que diziam.
Como ela é uma terra doce
para os pés e para a vista.
Os rios que correm aqui
têm a água vitalícia.
Cacimbas por todo lado;
cavando o chão a água mina.
Vejo agora que é verdade
o que pensei ser mentira.
Quem sabe se nesta terra
não plantarei minha sina?
Não tenho medo da terra
(cavei pedra toda a vida)
e para quem lutou a braço
contra a piçarra da Caatinga
será fácil amansar
esta aqui, tão feminina.
Mas não avisto ninguém:
só folhas de cana fina:
somente ali à distância
aquele bueiro de usina;
somente naquela várzea
um bangüê velho em ruína.
Por onde andará a gente
que tantas canas cultiva?
Feriando: que nessa terra
tão fácil, tão doce e rica,
não é preciso trabalhar
todas as horas do dia,
os dias todos do mês,
os meses todos da vida.
Decerto a gente daqui
jamais envelhece aos trinta
nem sabe a morte em vida,
vida em morte, severina;
e aquele cemitério ali,
branco na verde colina,
raramente funciona
e poucas covas aninha
João Cabral de Melo Neto
Com base no texto e em seus conhecimentos adquiridos responda às questões propostas.
“[... ] bueiro” (l.26), no texto, significa
Questão 4 de 11Q4 da prova
Leia com atenção o texto para responder às questões 1 a 11.
Morte e vida severina
- Bem me diziam que a terra
se faz mais branda e macia
quanto mais do litoral
a viagem se aproxima.
Agora afinal cheguei
nessa terra que diziam.
Como ela é uma terra doce
para os pés e para a vista.
Os rios que correm aqui
têm a água vitalícia.
Cacimbas por todo lado;
cavando o chão a água mina.
Vejo agora que é verdade
o que pensei ser mentira.
Quem sabe se nesta terra
não plantarei minha sina?
Não tenho medo da terra
(cavei pedra toda a vida)
e para quem lutou a braço
contra a piçarra da Caatinga
será fácil amansar
esta aqui, tão feminina.
Mas não avisto ninguém:
só folhas de cana fina:
somente ali à distância
aquele bueiro de usina;
somente naquela várzea
um bangüê velho em ruína.
Por onde andará a gente
que tantas canas cultiva?
Feriando: que nessa terra
tão fácil, tão doce e rica,
não é preciso trabalhar
todas as horas do dia,
os dias todos do mês,
os meses todos da vida.
Decerto a gente daqui
jamais envelhece aos trinta
nem sabe a morte em vida,
vida em morte, severina;
e aquele cemitério ali,
branco na verde colina,
raramente funciona
e poucas covas aninha
João Cabral de Melo Neto
Com base no texto e em seus conhecimentos adquiridos responda às questões propostas.
A oposição entre duas palavras ou ideias como em “morte em vida” e “vida em morte” caracteriza uma figura de estilo chamada
Questão 5 de 11Q5 da prova
Leia com atenção o texto para responder às questões 1 a 11.
Morte e vida severina
- Bem me diziam que a terra
se faz mais branda e macia
quanto mais do litoral
a viagem se aproxima.
Agora afinal cheguei
nessa terra que diziam.
Como ela é uma terra doce
para os pés e para a vista.
Os rios que correm aqui
têm a água vitalícia.
Cacimbas por todo lado;
cavando o chão a água mina.
Vejo agora que é verdade
o que pensei ser mentira.
Quem sabe se nesta terra
não plantarei minha sina?
Não tenho medo da terra
(cavei pedra toda a vida)
e para quem lutou a braço
contra a piçarra da Caatinga
será fácil amansar
esta aqui, tão feminina.
Mas não avisto ninguém:
só folhas de cana fina:
somente ali à distância
aquele bueiro de usina;
somente naquela várzea
um bangüê velho em ruína.
Por onde andará a gente
que tantas canas cultiva?
Feriando: que nessa terra
tão fácil, tão doce e rica,
não é preciso trabalhar
todas as horas do dia,
os dias todos do mês,
os meses todos da vida.
Decerto a gente daqui
jamais envelhece aos trinta
nem sabe a morte em vida,
vida em morte, severina;
e aquele cemitério ali,
branco na verde colina,
raramente funciona
e poucas covas aninha
João Cabral de Melo Neto
Com base no texto e em seus conhecimentos adquiridos responda às questões propostas.
O autor não acreditava que a água fosse fácil e abundante porque
Questão 6 de 11Q6 da prova
Leia com atenção o texto para responder às questões 1 a 11.
Morte e vida severina
- Bem me diziam que a terra
se faz mais branda e macia
quanto mais do litoral
a viagem se aproxima.
Agora afinal cheguei
nessa terra que diziam.
Como ela é uma terra doce
para os pés e para a vista.
Os rios que correm aqui
têm a água vitalícia.
Cacimbas por todo lado;
cavando o chão a água mina.
Vejo agora que é verdade
o que pensei ser mentira.
Quem sabe se nesta terra
não plantarei minha sina?
Não tenho medo da terra
(cavei pedra toda a vida)
e para quem lutou a braço
contra a piçarra da Caatinga
será fácil amansar
esta aqui, tão feminina.
Mas não avisto ninguém:
só folhas de cana fina:
somente ali à distância
aquele bueiro de usina;
somente naquela várzea
um bangüê velho em ruína.
Por onde andará a gente
que tantas canas cultiva?
Feriando: que nessa terra
tão fácil, tão doce e rica,
não é preciso trabalhar
todas as horas do dia,
os dias todos do mês,
os meses todos da vida.
Decerto a gente daqui
jamais envelhece aos trinta
nem sabe a morte em vida,
vida em morte, severina;
e aquele cemitério ali,
branco na verde colina,
raramente funciona
e poucas covas aninha
João Cabral de Melo Neto
Com base no texto e em seus conhecimentos adquiridos responda às questões propostas.
Pela leitura do texto, percebe-se que o autor
Questão 7 de 11Q7 da prova
Leia com atenção o texto para responder às questões 1 a 11.
Morte e vida severina
- Bem me diziam que a terra
se faz mais branda e macia
quanto mais do litoral
a viagem se aproxima.
Agora afinal cheguei
nessa terra que diziam.
Como ela é uma terra doce
para os pés e para a vista.
Os rios que correm aqui
têm a água vitalícia.
Cacimbas por todo lado;
cavando o chão a água mina.
Vejo agora que é verdade
o que pensei ser mentira.
Quem sabe se nesta terra
não plantarei minha sina?
Não tenho medo da terra
(cavei pedra toda a vida)
e para quem lutou a braço
contra a piçarra da Caatinga
será fácil amansar
esta aqui, tão feminina.
Mas não avisto ninguém:
só folhas de cana fina:
somente ali à distância
aquele bueiro de usina;
somente naquela várzea
um bangüê velho em ruína.
Por onde andará a gente
que tantas canas cultiva?
Feriando: que nessa terra
tão fácil, tão doce e rica,
não é preciso trabalhar
todas as horas do dia,
os dias todos do mês,
os meses todos da vida.
Decerto a gente daqui
jamais envelhece aos trinta
nem sabe a morte em vida,
vida em morte, severina;
e aquele cemitério ali,
branco na verde colina,
raramente funciona
e poucas covas aninha
João Cabral de Melo Neto
Com base no texto e em seus conhecimentos adquiridos responda às questões propostas.
“[...] trabalhar todas as horas do dia” traz a ideia de
Questão 8 de 11Q8 da prova
Leia com atenção o texto para responder às questões 1 a 11.
Morte e vida severina
- Bem me diziam que a terra
se faz mais branda e macia
quanto mais do litoral
a viagem se aproxima.
Agora afinal cheguei
nessa terra que diziam.
Como ela é uma terra doce
para os pés e para a vista.
Os rios que correm aqui
têm a água vitalícia.
Cacimbas por todo lado;
cavando o chão a água mina.
Vejo agora que é verdade
o que pensei ser mentira.
Quem sabe se nesta terra
não plantarei minha sina?
Não tenho medo da terra
(cavei pedra toda a vida)
e para quem lutou a braço
contra a piçarra da Caatinga
será fácil amansar
esta aqui, tão feminina.
Mas não avisto ninguém:
só folhas de cana fina:
somente ali à distância
aquele bueiro de usina;
somente naquela várzea
um bangüê velho em ruína.
Por onde andará a gente
que tantas canas cultiva?
Feriando: que nessa terra
tão fácil, tão doce e rica,
não é preciso trabalhar
todas as horas do dia,
os dias todos do mês,
os meses todos da vida.
Decerto a gente daqui
jamais envelhece aos trinta
nem sabe a morte em vida,
vida em morte, severina;
e aquele cemitério ali,
branco na verde colina,
raramente funciona
e poucas covas aninha
João Cabral de Melo Neto
Com base no texto e em seus conhecimentos adquiridos responda às questões propostas.
Numere a Coluna B pela Coluna A atendendo ao significado das palavras.
Questão 9 de 11Q9 da prova
Leia com atenção o texto para responder às questões 1 a 11.
Morte e vida severina
- Bem me diziam que a terra
se faz mais branda e macia
quanto mais do litoral
a viagem se aproxima.
Agora afinal cheguei
nessa terra que diziam.
Como ela é uma terra doce
para os pés e para a vista.
Os rios que correm aqui
têm a água vitalícia.
Cacimbas por todo lado;
cavando o chão a água mina.
Vejo agora que é verdade
o que pensei ser mentira.
Quem sabe se nesta terra
não plantarei minha sina?
Não tenho medo da terra
(cavei pedra toda a vida)
e para quem lutou a braço
contra a piçarra da Caatinga
será fácil amansar
esta aqui, tão feminina.
Mas não avisto ninguém:
só folhas de cana fina:
somente ali à distância
aquele bueiro de usina;
somente naquela várzea
um bangüê velho em ruína.
Por onde andará a gente
que tantas canas cultiva?
Feriando: que nessa terra
tão fácil, tão doce e rica,
não é preciso trabalhar
todas as horas do dia,
os dias todos do mês,
os meses todos da vida.
Decerto a gente daqui
jamais envelhece aos trinta
nem sabe a morte em vida,
vida em morte, severina;
e aquele cemitério ali,
branco na verde colina,
raramente funciona
e poucas covas aninha
João Cabral de Melo Neto
Com base no texto e em seus conhecimentos adquiridos responda às questões propostas.
O autor mostra ternura com a terra usando as palavras
Questão 10 de 11Q10 da prova
Leia com atenção o texto para responder às questões 1 a 11.
Morte e vida severina
- Bem me diziam que a terra
se faz mais branda e macia
quanto mais do litoral
a viagem se aproxima.
Agora afinal cheguei
nessa terra que diziam.
Como ela é uma terra doce
para os pés e para a vista.
Os rios que correm aqui
têm a água vitalícia.
Cacimbas por todo lado;
cavando o chão a água mina.
Vejo agora que é verdade
o que pensei ser mentira.
Quem sabe se nesta terra
não plantarei minha sina?
Não tenho medo da terra
(cavei pedra toda a vida)
e para quem lutou a braço
contra a piçarra da Caatinga
será fácil amansar
esta aqui, tão feminina.
Mas não avisto ninguém:
só folhas de cana fina:
somente ali à distância
aquele bueiro de usina;
somente naquela várzea
um bangüê velho em ruína.
Por onde andará a gente
que tantas canas cultiva?
Feriando: que nessa terra
tão fácil, tão doce e rica,
não é preciso trabalhar
todas as horas do dia,
os dias todos do mês,
os meses todos da vida.
Decerto a gente daqui
jamais envelhece aos trinta
nem sabe a morte em vida,
vida em morte, severina;
e aquele cemitério ali,
branco na verde colina,
raramente funciona
e poucas covas aninha
João Cabral de Melo Neto
Com base no texto e em seus conhecimentos adquiridos responda às questões propostas.
No primeiro período do poema, há
Questão 11 de 11Q11 da prova
Leia com atenção o texto para responder às questões 1 a 11.
Morte e vida severina
- Bem me diziam que a terra
se faz mais branda e macia
quanto mais do litoral
a viagem se aproxima.
Agora afinal cheguei
nessa terra que diziam.
Como ela é uma terra doce
para os pés e para a vista.
Os rios que correm aqui
têm a água vitalícia.
Cacimbas por todo lado;
cavando o chão a água mina.
Vejo agora que é verdade
o que pensei ser mentira.
Quem sabe se nesta terra
não plantarei minha sina?
Não tenho medo da terra
(cavei pedra toda a vida)
e para quem lutou a braço
contra a piçarra da Caatinga
será fácil amansar
esta aqui, tão feminina.
Mas não avisto ninguém:
só folhas de cana fina:
somente ali à distância
aquele bueiro de usina;
somente naquela várzea
um bangüê velho em ruína.
Por onde andará a gente
que tantas canas cultiva?
Feriando: que nessa terra
tão fácil, tão doce e rica,
não é preciso trabalhar
todas as horas do dia,
os dias todos do mês,
os meses todos da vida.
Decerto a gente daqui
jamais envelhece aos trinta
nem sabe a morte em vida,
vida em morte, severina;
e aquele cemitério ali,
branco na verde colina,
raramente funciona
e poucas covas aninha
João Cabral de Melo Neto
Com base no texto e em seus conhecimentos adquiridos responda às questões propostas.
A função sintática das palavras retiradas do texto está CORRETA em