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Prova Cuidador Social - Pref. Quirinópolis/GO
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Questão 1 de 17 Q1 da prova
A PARTIR DA LEITURA DO TEXTO ABAIXO, ANALISE O QUE É SOLICITADO E RESPONDA AS QUESTÕES DE 1 A 6. José (Carlos Drummond de Andrade) E agora, José? A festa acabou, a luz apagou, o povo sumiu, a noite esfriou, e agora, José? e agora, você? você que é sem nome, que zomba dos outros, você que faz versos, que ama, protesta? e agora, José? Está sem mulher, está sem discurso, está sem carinho, já não pode beber, já não pode fumar, cuspir já não pode, a noite esfriou, o dia não veio, o bonde não veio, o riso não veio, não veio a utopia e tudo acabou e tudo fugiu e tudo mofou, e agora, José? E agora, José? Sua doce palavra, seu instante de febre, sua gula e jejum, sua biblioteca, sua lavra de ouro, seu terno de vidro, sua incoerência, seu ódio - e agora? Com a chave na mão quer abrir a porta, não existe porta; quer morrer no mar, mas o mar secou; quer ir para Minas, Minas não há mais. José, e agora? Se você gritasse, se você gemesse, se você tocasse a valsa vienense, se você dormisse, se você cansasse, se você morresse... Mas você não morre, você é duro, José! Sozinho no escuro qual bicho-do-mato, sem teogonia, sem parede nua para se encostar, sem cavalo preto que fuja a galope, você marcha, José! José, para onde? Disponível em: https://www.culturagenial.com/poema-e-agora-jose-carlos-drummond-de-andrade/Acesso em: 29 de fev. 2024.

Carlos Drummond de Andrade nos versos do poema em analise “ José”, mostra seu caráter modernista, utilizando elementos como verso livre, ausência de um padrão métrico nos versos e também uso de:

Questão 2 de 17 Q2 da prova
A PARTIR DA LEITURA DO TEXTO ABAIXO, ANALISE O QUE É SOLICITADO E RESPONDA AS QUESTÕES DE 1 A 6. José (Carlos Drummond de Andrade) E agora, José? A festa acabou, a luz apagou, o povo sumiu, a noite esfriou, e agora, José? e agora, você? você que é sem nome, que zomba dos outros, você que faz versos, que ama, protesta? e agora, José? Está sem mulher, está sem discurso, está sem carinho, já não pode beber, já não pode fumar, cuspir já não pode, a noite esfriou, o dia não veio, o bonde não veio, o riso não veio, não veio a utopia e tudo acabou e tudo fugiu e tudo mofou, e agora, José? E agora, José? Sua doce palavra, seu instante de febre, sua gula e jejum, sua biblioteca, sua lavra de ouro, seu terno de vidro, sua incoerência, seu ódio - e agora? Com a chave na mão quer abrir a porta, não existe porta; quer morrer no mar, mas o mar secou; quer ir para Minas, Minas não há mais. José, e agora? Se você gritasse, se você gemesse, se você tocasse a valsa vienense, se você dormisse, se você cansasse, se você morresse... Mas você não morre, você é duro, José! Sozinho no escuro qual bicho-do-mato, sem teogonia, sem parede nua para se encostar, sem cavalo preto que fuja a galope, você marcha, José! José, para onde? Disponível em: https://www.culturagenial.com/poema-e-agora-jose-carlos-drummond-de-andrade/Acesso em: 29 de fev. 2024.

A respeito da unidade temática do texto, é correto afirmar que o tema se desenvolve em torno da:

Questão 3 de 17 Q3 da prova
A PARTIR DA LEITURA DO TEXTO ABAIXO, ANALISE O QUE É SOLICITADO E RESPONDA AS QUESTÕES DE 1 A 6. José (Carlos Drummond de Andrade) E agora, José? A festa acabou, a luz apagou, o povo sumiu, a noite esfriou, e agora, José? e agora, você? você que é sem nome, que zomba dos outros, você que faz versos, que ama, protesta? e agora, José? Está sem mulher, está sem discurso, está sem carinho, já não pode beber, já não pode fumar, cuspir já não pode, a noite esfriou, o dia não veio, o bonde não veio, o riso não veio, não veio a utopia e tudo acabou e tudo fugiu e tudo mofou, e agora, José? E agora, José? Sua doce palavra, seu instante de febre, sua gula e jejum, sua biblioteca, sua lavra de ouro, seu terno de vidro, sua incoerência, seu ódio - e agora? Com a chave na mão quer abrir a porta, não existe porta; quer morrer no mar, mas o mar secou; quer ir para Minas, Minas não há mais. José, e agora? Se você gritasse, se você gemesse, se você tocasse a valsa vienense, se você dormisse, se você cansasse, se você morresse... Mas você não morre, você é duro, José! Sozinho no escuro qual bicho-do-mato, sem teogonia, sem parede nua para se encostar, sem cavalo preto que fuja a galope, você marcha, José! José, para onde? Disponível em: https://www.culturagenial.com/poema-e-agora-jose-carlos-drummond-de-andrade/Acesso em: 29 de fev. 2024.

São informações apresentadas pelo texto, EXCETO:

Questão 4 de 17 Q4 da prova
A PARTIR DA LEITURA DO TEXTO ABAIXO, ANALISE O QUE É SOLICITADO E RESPONDA AS QUESTÕES DE 1 A 6. José (Carlos Drummond de Andrade) E agora, José? A festa acabou, a luz apagou, o povo sumiu, a noite esfriou, e agora, José? e agora, você? você que é sem nome, que zomba dos outros, você que faz versos, que ama, protesta? e agora, José? Está sem mulher, está sem discurso, está sem carinho, já não pode beber, já não pode fumar, cuspir já não pode, a noite esfriou, o dia não veio, o bonde não veio, o riso não veio, não veio a utopia e tudo acabou e tudo fugiu e tudo mofou, e agora, José? E agora, José? Sua doce palavra, seu instante de febre, sua gula e jejum, sua biblioteca, sua lavra de ouro, seu terno de vidro, sua incoerência, seu ódio - e agora? Com a chave na mão quer abrir a porta, não existe porta; quer morrer no mar, mas o mar secou; quer ir para Minas, Minas não há mais. José, e agora? Se você gritasse, se você gemesse, se você tocasse a valsa vienense, se você dormisse, se você cansasse, se você morresse... Mas você não morre, você é duro, José! Sozinho no escuro qual bicho-do-mato, sem teogonia, sem parede nua para se encostar, sem cavalo preto que fuja a galope, você marcha, José! José, para onde? Disponível em: https://www.culturagenial.com/poema-e-agora-jose-carlos-drummond-de-andrade/Acesso em: 29 de fev. 2024.

São sinônimos da palavra “ zomba”, EXCETO:

Questão 5 de 17 Q5 da prova
A PARTIR DA LEITURA DO TEXTO ABAIXO, ANALISE O QUE É SOLICITADO E RESPONDA AS QUESTÕES DE 1 A 6. José (Carlos Drummond de Andrade) E agora, José? A festa acabou, a luz apagou, o povo sumiu, a noite esfriou, e agora, José? e agora, você? você que é sem nome, que zomba dos outros, você que faz versos, que ama, protesta? e agora, José? Está sem mulher, está sem discurso, está sem carinho, já não pode beber, já não pode fumar, cuspir já não pode, a noite esfriou, o dia não veio, o bonde não veio, o riso não veio, não veio a utopia e tudo acabou e tudo fugiu e tudo mofou, e agora, José? E agora, José? Sua doce palavra, seu instante de febre, sua gula e jejum, sua biblioteca, sua lavra de ouro, seu terno de vidro, sua incoerência, seu ódio - e agora? Com a chave na mão quer abrir a porta, não existe porta; quer morrer no mar, mas o mar secou; quer ir para Minas, Minas não há mais. José, e agora? Se você gritasse, se você gemesse, se você tocasse a valsa vienense, se você dormisse, se você cansasse, se você morresse... Mas você não morre, você é duro, José! Sozinho no escuro qual bicho-do-mato, sem teogonia, sem parede nua para se encostar, sem cavalo preto que fuja a galope, você marcha, José! José, para onde? Disponível em: https://www.culturagenial.com/poema-e-agora-jose-carlos-drummond-de-andrade/Acesso em: 29 de fev. 2024.

Assinale a alternativa que apresenta uma palavra paroxítona.

Questão 6 de 17 Q6 da prova
A PARTIR DA LEITURA DO TEXTO ABAIXO, ANALISE O QUE É SOLICITADO E RESPONDA AS QUESTÕES DE 1 A 6. José (Carlos Drummond de Andrade) E agora, José? A festa acabou, a luz apagou, o povo sumiu, a noite esfriou, e agora, José? e agora, você? você que é sem nome, que zomba dos outros, você que faz versos, que ama, protesta? e agora, José? Está sem mulher, está sem discurso, está sem carinho, já não pode beber, já não pode fumar, cuspir já não pode, a noite esfriou, o dia não veio, o bonde não veio, o riso não veio, não veio a utopia e tudo acabou e tudo fugiu e tudo mofou, e agora, José? E agora, José? Sua doce palavra, seu instante de febre, sua gula e jejum, sua biblioteca, sua lavra de ouro, seu terno de vidro, sua incoerência, seu ódio - e agora? Com a chave na mão quer abrir a porta, não existe porta; quer morrer no mar, mas o mar secou; quer ir para Minas, Minas não há mais. José, e agora? Se você gritasse, se você gemesse, se você tocasse a valsa vienense, se você dormisse, se você cansasse, se você morresse... Mas você não morre, você é duro, José! Sozinho no escuro qual bicho-do-mato, sem teogonia, sem parede nua para se encostar, sem cavalo preto que fuja a galope, você marcha, José! José, para onde? Disponível em: https://www.culturagenial.com/poema-e-agora-jose-carlos-drummond-de-andrade/Acesso em: 29 de fev. 2024.

No quinto verso do poema “a noite ESFRIOU ” a expressão em destaque pode ser substituída, com igual sentido e sem perca no contexto significativo da frase, por:

Questão 7 de 17 Q7 da prova

Ao analisarmos a palavra, ÓDIOsua acentuação gráfica é justificada, pois:

Questão 8 de 17 Q8 da prova

O emprego da crase está correto, EXCETO em:

Questão 9 de 17 Q9 da prova

Analise as palavras do quadro abaixo: geléia - jacarés - proíbido - rúbrica - almíscar- récorde - higiêne Quantas palavras desse quadro estão corretamente acentuadas?

Questão 10 de 17 Q10 da prova

Assinale a alternativa que contém um período simples.

Questão 11 de 17 Q11 da prova

Laura é uma engenheira elétrica trabalhando em um projeto que envolve o uso de circuitos de corrente alternada. Ela utiliza números complexos para representar as impedâncias no circuito, onde uma impedância específica é dada por Z=4+3i ohms. Utilizando o conceito de módulo de um número complexo, qual é a magnitude da impedância Z que Laura deve considerar em seus cálculos?

Questão 12 de 17 Q12 da prova

Felipe é um economista analisando a tendência de crescimento anual de uma pequena empresa ao longo de 5 anos. Ele notou que o lucro da empresa cresceu em uma progressão aritmética, começando com R$ 10.000 no primeiro ano e aumentando R$ 2.000 a cada ano subsequente. Qual será o lucro da empresa no quinto ano?

Questão 13 de 17 Q13 da prova

Sofia é uma organizadora de eventos planejando um seminário que contará com a presença de 5 palestrantes distintos. Se ela precisa criar uma programação que inclua todas as possíveis ordens de apresentação desses palestrantes, quantas sequências diferentes Sofia pode organizar?

Questão 14 de 17 Q14 da prova

Durante uma aula de física, os estudantes realizam um experimento de lançamento de projéteis. A altura h, em metros, de um projétil em função do tempo t, em segundos, é dada pela função h(t)=−5t2 +20t+2. Qual é a altura máxima alcançada pelo projétil?

Questão 15 de 17 Q15 da prova

Mariana está planejando investir R$ 5.000 em uma conta que oferece juros compostos de 8% ao ano. Querendo saber o valor total de seu investimento após 2 anos, qual será o montante acumulado, aproximadamente?

Questão 16 de 17 Q16 da prova
A "chica doida" foi criada há mais de 70 anos pela família do João Rocha e Petronilha, moradores do município de Quirinópolis, em Goiás, e se tornou um ícone da gastronomia goiana. O parlamentar destaca que o prato, preparado com o milho, se espalhou e está presente não só em Goiás, mas também em outros estados. “A 'chica doida' ficou tão popular que ganhou festival gastronômico com quatro edições realizadas pela Prefeitura de Quirinópolis, nos anos de 2008, 2010, 2012 e 2018”, frisa o legislador. (Disponível em: https://portal.al.go.leg.br/noticias/124510/lei-que-reconhece-iguaria-chica-doida-como-patrimonio-cultural-e-imaterial-e-sancionada. Data de acesso: 24/02/2024).

De acordo com a Lei Estadual nº. 21.307 (originalmente projeto de lei nº. 4478/21), a iguaria denominada "chica doida" foi reconhecida como:

Questão 17 de 17 Q17 da prova
“A ideia de povoar o interior de Goiás levou o governo federal a organizar, na região do Vale do São Patrício, hoje município de Ceres, a primeira colônia agrícola de nosso país [a CANG (Colônia Agrícola Nacional de Goiás)]. Ali seriam distribuídas terras para as pessoas que tivessem disposição de fazer desenvolver a região e preencher os espaços vazios. [...]. Inicialmente entre os anos de 1941 e 1944, foram instaladas apenas dez famílias na região. [...]” (SILVA, Valtuir Moreira da. História agrária em Goiás. Goiânia: Alternativa, 2003. p. 32-34).

Qual fenômeno histórico marcou a imigração para Goiás, que teve como uma de suas ações a implantação da CANG?

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